Era como se tivessem lhe dado uma facada no coração.
- "O que se passa Malfoy?"
- "A minha vida acabou de desaparecer"
- "O quê? O que se passa Malfoy? Se a Hermione está em apuros…eu não sei o que te faço…OUVISTE SEU LOIRAÇO OXIGENADO…SEU ABUTRE…VOU-TE FAZER CUSPIR LARVAS E DESTA VEZ A MINHA VARINHA NÃO ESTÁ PARTIDA!"
- "Por favor Ron…está calado. Aqui ninguém vai cuspir larvas. Isso é muito pouco, se aqui o menino Draco Malfoy, fez algo à Hermione…vai ver o que é sofrer de verdade." – dizia Ginny, olhando Draco à espera que este dissesse algo.
Mas Draco não reagia…encontrava-se ali…no meio daqueles que supostamente odeia e como uma sensação horrível. Parecia que o oxigénio estava a esgotar, parecia que ia morrer. E tudo por causa daquela carta. Tudo por causa das palavras contidas na carta.
- "Malfoy, o que se passa? O que essa carta diz? Passa-se algo com a Hermione? Diz pá…já me estou a passar. Fala de uma vez por todas, Draco Malfoy!"
Depois das palavras de Harry, Draco estendeu a carta a Harry abruptamente e saiu a correr do pub, empurrando os miúdos do 1º ano que iam a entrar.
- "Por favor Harry, lê a carta." – dizia Cho e todos cercaram Harry de modo a perceberem o que se passava ali.
Harry olhou para a carta acinzentada e com muito mau aspecto, e começou a ler.
Draco (pois não és digno de seres um Malfoy, seu traidor insolente)
Espero que o Natal com a tua querida mãe tenha sido bom. Talvez seja o último que passes com ela, pois tanto tu como a tua mãe, vão sentir a minha ira, quando eu vos apanhar. A tua mãe é um pouco difícil de encontrar, mas tu…bem digamos que tu estás na palma da minha mão. Neste momento encontraste nesse pub imundo: o 3 vassouras e estás á espera de alguém. Um alguém que consegue ser mais imundo do que esse pub: Hermione Granger. (Harry e os restantes começaram a conter a raiva dentro de si, e quando passou Harry centrou-se na leitura e os restantes a ouvir.)
Parece que ela não aparece. Não é verdade, meu querido filho Draco? Será que aconteceu algo?
A resposta é muito simples: não aconteceu, mas pode acontecer, se tu não apareceres aqui no cemitério, onde um dia o meu senhor rejuvenesceu. Percebeste?
A tua querida Hermione está comigo e com alguns meus amigos leais. Estamos a trata-la bem, mas se tu não apareceres aqui até ao final do dia, esse tratamento vai acabar e ela vai sentir o que é a dor profunda.
Não me importo nada de matá-la, assim o mundo até me agradece, pois é menos uma sangue de lama para enojar a sociedade bruxa.
Lembra-te, se queres ver a tua amada viva, então aparece, pois a minha prioridade é matar-te. Hermione Granger sobrevive em troca da tua presença e mais adiante, a tua morte. Aparece na cabana dos gritos, onde está um botão de transporte que te conduzirá ao cemitério.
Lucius Malfoy
- "Eu não sei porquê é que o Lucius Malfoy quer matar o próprio filho, mas de uma coisa sei, tenho que ir lá. Tenho que salvar a Hermione. Não sei o que se passa, mas acho que o Draco não vai sair dali tão facilmente, por isso tenho que ir lá e salvar a Hermione. Alguém quer vir?"
- "Por Merlin, Harry. Achas que íamos deixar-te ir salvar a nossa amiga, dizer-mos "Boa Sorte" e pedir mais cervejas de manteiga? Estamos juntos nisto. A Hermione é tão tua amiga, como nossa também. Vamos até á última para salva-la."
- "Sim…a Ginny tem razão. Vamos tirar a Hermione daquele inferno, dar uma cacetada ao Lucius, outra ao Draco e bazamos dali."
- "Vamos pessoal, não podemos perder tempo" – disse Cho e todos saíram a correr em direcção ao botão de transporte.
Tudo estava negro. O ar gelado que percorria o seu rosto fazia-lhe arrepios, mas o que lhe dava mais arrepios e angústia era o panorama que estava à sua frente.
Um panorama, que Draco só tinha visto uma vez e que jurara que não queria mais ver.
Hermione encontrava-se ali estendida, junto de uma campa, sem reacção. Parecia que estava morta. Ou será que já estava? Não…não podia ser. Hermione não podia estar morta. Não…NÃOOOOO.
Draco começou a correr em direcção a Hermione. Ao chegar ao seu encontro, ajoelhou-se e levantou a cabeça de Hermione, levemente.
- "Por favor Granger, acorda. Por favor. Acorda e desculpa-me por te meter neste pesadelo. Queria ao máximo afastar-me de ti, para evitar algo assim…mas não consigo. Eu adoro-te" – lágrimas escorriam no rosto de Draco e como se aquilo fizesse com que Hermione acordasse, Draco encostou a cabeça de Hermione no seu peito e começou a chorar compulsivamente.
- "Oh que amoroso. Não sabia que essa sangue de lama significava tanto para ti. Fiz mesmo bem em raptá-la. Não achas, minha querida Pansy?" - dizia Lucius Malfoy que surgira da escuridão ( N.A: the lord of darkness...lol). Pansy surgiu por detrás de um jazigo, oscilando de felicidade. Draco sabia que ela era uma fútil, invejosa, mentirosa, ambiciosa, mas nunca pensou que ela era tão cínica e tão cabra. (N.A: Nunca pensou que ela fosse uma grande bitch).
Draco encostou devagar Hermione à lápide e levantou-se, dirigindo-se para perto de Lucius e de Pansy, com a varinha fortemente apertada na sua mão.
- "Vocês são as piores pessoas do mundo bruxo. Aliás vocês nem são pessoas. Vocês são uns animais. Vocês são umas criaturas ordinárias. Não merecem o ar que respiram. Merecem um final igual ao do Voldemort. O que fizeram à Granger?"
- "CALA-TE SEU PUTO CONVENCIDO. Aqui a única pessoa que vai ter um final igual ao do Voldemort és tu. É pena o Potter, não estar aqui. Pois podia ser ele a matar-te e depois eu matava-o." – Lucius começou a rir-se e Pansy seguiu-lhe o exemplo – "E além disso, não é preciso estares preocupado com a tua amada…ela está viva. Simplesmente é uma fraca e não aguenta 5 maldições cruciatus que desmaia logo. Pobrezinha. Mas teve que ser, ela é insuportável. Não parava de gritar e de tentar magoar-nos. AHAHAHAHAHA."
Draco revoltou-se e dirigia-se rapidamente de encontro a Lucius e já estava pronto para dizer Crucio, quando Pansy gritou "expelliarmus".
A varinha de Draco foi projectada para junto de Hermione, mas Draco foi logo a correr e pegou na varinha.
- "Pansy tu és horrível. Como podes estar ao lado deste…deste…homem?"
Pansy dirigiu-se a Draco e ergueu a sua mão oleosa na esperança de tocar no rosto de Draco, mas este com a sua varinha desviou a sua mão e recuou para trás.
- "Não me deste alternativa Draco. Sabes, fizeste muito mal em dar-me a carta para entregar àquela Granger estúpida. Muito mal. Se ela está assim, naquele estado desagradável é por causa de ti e das tuas ideias estúpidas. Eu tinha que fazer algo para te prejudicar. Odeio que me dêem desprezo. Odeio que me usem e depois deitem fora, como tu fizeste."
- "Tu não me odeias por causa disso, Pansy. Tu odeias todas as pessoas que saíram da podridão em que viviam, que mudaram a sua vida reles e de ganância, por uma em que o amor por outra pessoa vale muito mais."
- "Que amor? Por favor Draco. Como podes gostar de alguém como ela? De uma sangue de lama? Ela pertence a uma família de baixo nível. Os pais dela são muggles. Não é uma família pura."
- "Para quê? Diz-me … PARA QUÊ dar importância se a família é pura ou não? Vai dar tudo ao mesmo. Pois eu pertenço a uma família pura, tu também e no entanto são as famílias mais nojentas que conheço. Eu gosto da Granger, quer queiras ou não."
- "Eu não acredito que me trocas-te por ela. Ela é horrível. Tu mereces melhor."
- "Eu não gosto de ti. Como poderia gostar de uma pessoa tão reles como tu? Mas admito que serves para uns beijinhos e algo mais."
Draco sabia que aquela não era a melhor altura para se armar em porco, mas era a única maneira de Pansy perceber de uma vez por todas o que ele sentia.
Pansy preparava-se para dar um estalo a Draco, quando Lucius pegou na sua mão.
- "Pansy, por favor. Já chega, querida. Não sujes as tuas mãozinhas delicadas, neste rapazinho. Já fizeste o que tinhas a fazer. Sem ti, o Draco não estava aqui. Obrigada querida."
- "Como assim?" – perguntava Draco, contendo a raiva dentro de si.
- "Bem digamos, que dares uma carta a uma pessoa que só se queria vingar de ti e que tinha contacto comigo, a combinar um encontro com outra, foi uma ideia estúpida, não achas? Quando soube nem queria acreditar. Foste sempre tão astuto."- Lucius ria-se de uma maneira que irritava profundamente Draco – "Aqui a Pansy, queria vingar-se de ti e por isso em vez de entregar a carta à sangue de lama, de imediato, enviou-me através de uma coruja. Foi só fazer umas alterações, pôr um encantamento para selar, para ela pensar que tu tinhas selado a carta e impedindo a Pansy de modificar ou de ver as coisas. E pronto, foi assim. Não é giro, filho? E assim pude me encontrar com a Granger e força-la a dar um passeio. E agora, estamos aqui frente a frente como eu desejei.
- "Eu odeio-te. És o pior pai de sempre. Tenho nojo e ódio de ti. E nunca mais me chames de filho. Eu não tenho pai. E de ti também, sua cabra. És nojenta. És repugnante."
- "Termo na língua, seu idiota. E fica já a saber que eu também não tenho amor por ti. Acho que nunca tive. CRUCIUS."
Draco sentia uma dor imensa…curvava-se violentamente. A dor era insuportável, mas ele não falava da dor provocada pela maldição, mas sim pela dor que sentia ao saber que Hermione estava a sofrer por ele. Olhou de relance para ela e em vez de ver uma Hermione desmaiada, viu uma Hermione chorosa a olhar para ele.
- "NÃOOOOOOOO…deixa-o Lucius Malfoy…DEIXA-O EM PAZ…ELE É TEU FILHO."
- "Oh a sério, Miss Granger? Como chegas-te a essa conclusão? Foi sozinha? Parabéns. CALA-TE. ELE MERECE ISTO E MUITO MAIS."
- "Mas tu não vais fazer nada para prejudicá-lo. Não enquanto eu tiver aqui." – e Hermione um pouco fraca, levantou-se e pegou na varinha de Draco que estava caída aos seus pés. Mas foi atacada por um Cruciatus, vindo de Pansy.
Agora eram os dois, que estavam ali torcidos de dor. Não havia nada a fazer. Iriam ambos morrer nas mãos daqueles imbecis.
- "IMPIRIUSSSS" – gritou Lucius e Hermione foi a deslizar para o seu lado, permanecendo ali, frágil e a chorar.
- "Deee…iii…xaaa… deixaa-a em paz…pp..porr…favv..orr" – suplicava Draco, tentando a todo o custo levantar-se e permanecer hirto.
- "Muito bem…eu deixo esta sangue de lama em paz…mas com uma condição. Tens que optar, entregas-te de boa vontade ou vês esta menina a morrer. Como vês algo muito simples…a tua vida pela dela."
- "NÃOOOOOOOOOOOO…DRACO POR FAVOR…snif…snif…por favor não faças isso. Foge enquanto é tempo. Vai te embora."
Mas Draco não olhou para Hermione, nem tencionava realizar o seu pedido. Olhou fixamente para aquele que em tempos venerou e disse sem mais demoras:
- "Ok…a minha vida pela dela. Tens me aqui…podes matar-me, mas em primeiro lugar deixa-a ir e nunca, mas nunca mais te metas com ela."
Lucuis gargalhou imensamente, Pansy por incrível que pareça, também se riu e demonstrou o seu olhar demoníaco e 5 antigos devoradores da morte que escaparam da mão dos aurors e dos restantes feiticeiros, surgiram da escuridão e cercaram Draco. Ali a única que chorava era Hermione. Estava sob o domínio daquela maldição, que não a deixava ir para junto de Draco, mas a maldição não dominava a sua tristeza e as lágrimas vindas de dentro de si.
Draco Malfoy ia morrer por ela. E ela não queria que isso acontecesse, não sem antes dizer a Draco o que sentia.
(…)
O capitulo foi mto mau,né? Ainda por cima foi piriri…mto pikeno…sorry a tdx.
Mas tava c pressa d postar e dpx pontos não saiu nada d jeito…sorry mxm:p
Mas prontos keru á msm coments…ok? Deixam mto reviews…please…
Bjao a tdx fikem n boa xD
Ps: Fini adorei u capitulo "o fim da guerra", mas ainda xtou confusa…então u Draco é mau ou não? Foi tudo planeado,né? Axu k já to a perceber a cena ( ou não L lol ). Adorei akelas partes…"keru lixívia…não é pa ele…é para mim…looool" ou então akeles apartes k há…(as fendas…k supostamnte deviam ser olhus…loool) cntinua assim. Cntinua a fic…e actualiza rapidinhu! Bjao
E tu Joana Hilário…u k axas? Gxtast d capitulo ou nem por ixu…bem mais vale ler um capitulo meu…d k fzr relatorius pa Área projecto,né? Ou não? Looooool
Dpx comenta…okis?
Bjao tb pa ti
Bjao pa tdx xD
