Baixinha

Eu meio que deveria ter compreendido. Meio que devia ter entendido... O problema não sou eu, mas minha cabeça. Ela que gosta, que desatina a imaginar coisas incompreensíveis, coisas que na verdade não existem.

Então eu via Scorpius, dois anos mais velho que eu, capitão do time de quadribol da Sonserina, melhor amigo do meu irmão. Eu devia ter imaginado que era apenas fruto da minha imaginação. Mas não, minha cabeça tola que inventou toda uma história de amor, onde Scorpius lutaria pelo nosso amor impossível, me carregaria no colo após uma vitória, me faria feliz. Minha cabeça.

Aquele "e aí baixinha" me fez acordar. Baixinha. Pois é. E a única coisa que eu podia fazer era dar aquele meu sorriso tímido, de criança, de baixinha. Rose? Fazia muito mais sentido...