Aleee! Depois de meio século eu terminei de passar esse capítulo pro computador! O próximo capítulo ainda está incompleto e pode demorar um pouco pra vim ok? se esconde embaixo da cama Não me matemmm! T-T uhauauhauhuha! Bom... é isso pessoal! Beijão pra todo mundo!
#No capítulo anterior...#
-Quem será a essa hora? – a jovem indagou ouvindo a campainha insistir em soar.
-Será que você não sabe? – o rapaz murmurou ajudando a companheira a retirar a blusa.
-Acho que sei... – ela suspirou colocando a camiseta emprestada – Obrigada pela ajuda.
-De nada... – ele falou terminando de dobrar a blusa que a jovem usava antes.
-Não vai atender a porta?
-Pra que? – ele suspirou indo desligar a luz.
-Para acabar com o barulho. – a jovem explicou deitando-se na "cama".
-Ele vai cansar... – Inu-Yasha sorriu indo até a cama e deitando-se ao lado da garota – Vamos esquecê-lo, ok?
-Aham... – a jovem murmurou aconchegando-se ao peito desnudo do rapaz.
-Boa noite, K-chan... – o rapaz sussurrou abraçando a companheira com carinho.
-Boa noite... Inu-kun... – ela sorriu soltando um suspiro.
Capítulo 8 – A visita ao Templo
O dia amanhecera ensolarado nesta segunda-feira. Como o de costume, Kagome acordou pouco depois do celular despertar. Fitou o companheiro abrindo os olhos. Então sorriu... O viu bocejar e sorrir em seguida. Ele estava feliz por tê-la em seus braços. Talvez, mas só talvez, ela não fosse assim, tão impossível assim...
-Bom dia, K-chan...
-Bom dia, Inu-Kun...
-Dormiu bem?
-E por que não dormiria?
-Talvez por que a campainha tocou diversas vezes durante a noite.
-Isso não é nada... – ela sorriu beijando-lhe os lábios com carinho – Estando com você pra mim está mais do que ótimo.
-Bom saber disso... – ele sorriu levantando da cama e se espreguiçando – O que vai querer de café?
-Não sei... Por mim ta...! – ela parou de falar pegando o celular que tocava outra vez – Bom dia, Sango-chan!
-Bom dia, dorminhoca! Já tomou o café da manhã?
-Ainda não... Por que?
-Venham tomar café com a gente!
-Hum? Quem está aí com você?
-Adivinha?
-Ah... desculpe... Acho que ainda não acordei direito...
-Tudo bem... Mas vocês dois vêm ou não vêm?
-Só um pouquinho, Sango-chan... – a jovem fitou o rapaz sorridente a sua frente – Vamos tomar café lá?
-Por mim... – ele deu de ombros abrindo a porta e deixando o recinto.
-Sango?
-Sim...?
-A gente já vai, ok?
-Oba! – a outra jovem riu – Não demorem!
-Certo... Beijos, amiga.
-Beijooooooo!
Kagome desligou o aparelho levantando e colocando a roupa que usara no dia anterior. Pegou a bolsa descendo para o primeiro piso do apartamento. Seguiu para o banheiro encontrando Inu-Yasha lá. Em pouco tempo o casal se dirigia para o prédio visinho. Sango os esperava com uma farta mesa repleta de comidas que, para Kagome, eram estranhas de se comerem cedo da manhã. O quarteto logo se dirigia para o trabalho, mas com apenas o carro de Sango. Chegando ao seu destino, os dois casais viram apenas o assistente do diretor ali.
-Não me diga que o velhote desistiu do filme! – Inu-Yasha exclamou ao chegarem perto do rapaz.
-Não... O diretor não passou bem noite passada, então vocês estão livres hoje.
-Folga? – Sango indagou surpresa.
-Não temos outro diretor disponível... – o assistente falou seriamente – Podem voltar pra casa.
-Ótimo... que perda de tempo... – Inu-Yasha bufou retornando para o carro.
-Espere aí resmungão! – Kagome correu até ele sorrindo levemente – Que tal irmos lá em casa agora? Assim eu posso começar a arrumar minhas coisas e...!
-Entendi... – ele sorriu enlaçando a mão da jovem – Miroku, priminha... Kagome e eu vamos ao Templo Higurashi...
-Agora?
-Sim, priminha... Temos muita coisa a fazer... – o rapaz sorriu começando a andar – Até logo...
-Tchau gente!
-Até... – o outro casal respondeu em coro.
Após uma extensa caminhada, o casal sorridente chega em frente ao seu destino. Só faltava fazer uma coisa... Subir as inúmeras escadas do Templo... Ah, isso ia cansar...
-Está preparado para enfrentar a fúria de minha família?
-Você quis dizer doçura, não é? Inu-Yasha sorriu enquanto acompanhava a "namorada" na subida das escadarias do antigo Templo Higurashi.
-Não... – ela sorriu levemente enlaçando a cintura do rapaz.
-Vocês são doces, minha Kagome... – ele murmurou envolvendo os braços entorno do corpo da jovem.
-Você que pensa... – ela sorriu maldosamente beijando a face do companheiro.
-Não me bote medo! – ele sorriu sarcasticamente apertando-a mais contra si.
-Pensa em desistir de mim?
-Nunca... – o rapaz murmurou sorrindo carinhosamente.
-Mana! O que faz aqui?
-Hum? – a jovem pára de andar fitando o irmão se aproximando.
-Devia estar trabalhando!
-Ah! É que o diretor está doente, então acho que vamos ficar um tempo sem gravar...
-Ah, ta! – Souta sorriu começando a descer as escadas – Acho melhor não entrarem em casa assim... Vovô estava quase pirando por você ter passado duas noites fora. – ele sorriu levemente – O Kouga ligou dizendo que o Inu-Yasha estava te seduzindo e te forçando a fazer coisas...! Hum... coisas... – ele se virou de frente para o casal que permanecia espantado – Vão precisar de sorte para enfrenta-lo... Isso se ele deixar o Inu-Yasha ficar dentro de casa! – ele deu um último sorriso continuando o caminho.
-Eu mato... aquele... idiota! – Inu-Yasha exclamou cerrando os dentes.
-O Kouga é mesmo um idiota... Você estava certo o tempo todo... – a jovem declarou segurando-lhe as mãos.
-Eu sei disso... – ele sorriu beijando-lhe levemente os lábios – Vamos lá?
-Vamos... – Kagome sorriu puxando-o para dentro de casa – Cheguei! – ela exclamou tirando os calçados.
-CHEGANDO HÁ ESSA HORA!
O casal ouviu os berros do avô da jovem enquanto passos se aproximavam rapidamente. O rapaz engoliu seco ao ver o homem feroz a sua frente.
-O que VOCÊ está fazendo aqui? – o avô indagou fitando o mais jovem com raiva... muita raiva...
-Vovô! Pare de besteiras! O Inu-Yasha...!
-É um cachorro, sem-vergonha!
-Ei...!
-É sim! – o mais velho insistiu apontando-lhe o dedo – Kouga me contou tudo o que você fez! Não é mais bem-vindo aqui! FORA! – ele gritou apontando para a porta.
-Vovô! – a jovem olhou indignada para o parente – O Kouga é um mentiroso! Ele...!
-É o homem certo pra você!
-O que aquele idiota enfiou na sua cabeça, vovô? – a jovem furiosa indagou o avô rispidamente – Aquele... safado me traía!
-Você realmente acredita nas mentiras que esse moleque lhe conta?
-Vovô...!
-Deixa, Kagome... – o rapaz sorriu levemente recolocando os calçados.
-Aonde pensa que vai? – ela indagou o "quase noivo" seriamente.
-Pra casa... Não sou bem-vindo como antes... – ele deu um leve sorriso abrindo a porta.
-Inu-Yasha... – a garota enlaçou-lhe o braço com carinho – Você não precisa ir! Eu não quero que você vá!
-Não quero ser motivo para que você brigue com sua família... – ele deu outro leve sorriso enquanto acariciava-lhe a face com carinho – A gente se vê, gatinha... – ele soltou-se das mãos da jovem começando a andar.
-Inu-Yasha! Volta aqui! – ela exclamou tentando se libertar dos braços do avô.
-Até logo! – ele sorriu docemente começando a descer as escadas.
-Vai ser melhor assim, Kagome...
-Ah! Não vai, não! – a garota exclamou adentrando a sala – Cadê a mamãe?
-Foi ao mercado. – o avô respondeu seguindo à cozinha.
-Ótimo! – a rebelde sentou-se na frente da TV enquanto xingava o avô mentalmente – Vou arrumar minhas coisas... – ela murmurou levantando e seguindo para o quarto.
-Desligou a TV? – o avô da jovem pediu seguindo-a pela escada.
-Que se dane a TV... – ela sussurrou adentrando o quarto.
Respirou fundo fitando o alto guarda-roupa. Elevou-se na ponta dos pés puxando uma das malas de viagem que lá permaneciam. Abriu as portas do guarda-roupa pegando todas as roupas que pode as atirando dentro da mala.
-O Que você pensa que está fazendo?
-Nada... – ela falou pegando mais roupas.
-Como "nada"? – o avô segurou-lhe os pulsos.
-Me solta! – ela se afastou do avô enxugando algumas lágrimas. Suas mãos tremiam incansavelmente e o coração acelerava o batimento.
-CHEGUEI! – ambos ouviram o anúncio vindo do primeiro andar da casa.
-Sua mãe resolverá! – o homem saiu do quarto da neta.
-Droga... – ela murmurou pegando algumas das roupas e as dobrando. Tinha que terminar isso logo!
-Olhe isso! – o avô da jovem exclamou enquanto a mãe dela chegava no local.
-Filha... – a mulher adentrou o quarto da única filha mulher sentando-se ao lado da mesma.
-... – a garota permaneceu em silêncio, apenas dobrando as roupas.
A mãe da jovem sorriu começando a ajuda-la a dobrar as peças, colocando-as em ordem dentro da mala.
-Que...? – o avô indagou fitando a cena espantado.
-Vovô, nossa menininha cresceu... Se ela quer voar, deixe-a ir... – a mulher sorriu acariciando os cabelos da jovem atriz – Nossa Kagome sabe o que está fazendo...
-Me diga uma coisa, uma única coisinha... Pra onde essa menina vai?
-Vou pra casa do meu noivo... – a jovem se pronunciou pela primeira vez desde que a mãe chegara.
-Noivo? – os dois parentes da jovem indagaram surpresos com tal afirmação.
-Éh... pra casa do meu noivo... – ela falou levantando e indo até o guarda-roupa.
-O Kouga lhe pediu em casamento! – o avô exclamou sorrindo – Ora! Vamos festejar!
-Odeio estragar sua festa vovô, mas... – ela encarou o avô seriamente – Eu terminei com o Kouga e não pretendo voltar tão cedo! Ou melhor! Nunca voltarei com ele! Agora... – ela soltou um sorriso – se me permitem... – ela pegou o celular da bolsa discando os números com rapidez.
A jovem arregalou os orbes ao ouvir o toque do celular do verdadeiro noivo. Não entendia como ou o porquê daquele com vir de fora do seu quarto! Foi até a porta do aposento fitando o rapaz desligar o aparelho enquanto subia as escadas.
-O que VOCÊ está...?
-Inu-Yasha! – a garota interrompeu o avô pulando nos braços do rapaz – O que faz aqui? – ela encarou-o surpresa.
-Esse amável rapaz me ajudou com as compras... – a mãe de Kagome sorriu para o casal.
-Amável? Esse cachorro, sem-vergonha..!
-Vovô! Pare de besteiras! O Kouga é um mentiroso nojento! – Kagome ralhou fitando o avô – Mamãe me fez ver isso! – a jovem sorriu ao ver seu avô fitar sua mãe – O Inu-Yasha não é como você está dizendo... – o sorriso dela aumentou ao sentir seus lábios encobertos pelos do rapaz.
-COMO ESSE FEDELHO SE ATREVE A...!
-Esse fedelho é meu noivo, vovô! – a jovem afirmou abraçando-se mais ao rapaz sorridente.
-Noivou sem o consentimento da família! Mas que...!
-O que acha que Kagome e eu viemos fazer aqui de manhã tão cedo? Mas como o Senhor me expulsou não tivemos tempo pra isso!
-Mas...!
-Se fosse o canalha do Kouga você nem teria dado importância pra isso, vovô! – a jovem repousou a face ao lado da do, praticamente, noivo, deixando as lágrimas escorrerem em silêncio – Mas... ago-gora... que é... que-quem eu... amo... vo-você tem que... com-complicar! – ela exclamou abraçando o rapaz com mais intensidade.
-Mas...!
-Vovô... deixe-a feliz! É isso que ela quer, e eu confio nas decisões dela! – a mãe da jovem desviou o olhar para o rapaz – Creio que ela escolheu o melhor para si... – ela sorriu sendo retribuída pelo noivo da filha.
-Prometo não decepciona-la, Senhora Higurashi! – Inu-Yasha aumentou o sorriso ao fitar a face da noiva.
-Prometa não decepcionar minha filha... não a mim!
-A ela eu prometo tudo o possível e o impossível... – ele beijou os lábios da noiva levemente – A amo acima de tudo e de todos... – ele sorriu acariciando as madeixas de Kagome – Não quero decepciona-la jamais!
-Se-sei que... não... vai... – Kagome sorriu deixando-se levar por um dos irresistíveis beijos do rapaz.
-BAH... vocês é que sabem então... – o avô desceu as escadas rumando para a saída nos fundos da casa.
-Vamos terminar de organizar suas coisas, querida?
-Vamos... – a mais jovem sorriu puxando o noivo para junto de si.
Em pouco tempo Kagome havia terminado as 'malas'. Não que fosse muita coisa, o que mais havia era roupas e calçados... nada de exagero. Além do mais, não possuía objetos de grande valor. Apenas poucas recordações...
-Vou lá em casa buscar o carro, ok?
-Por que? Podemos pegar um táxi! – Kagome sorriu enlaçando o pescoço do noivo.
-Não é tão confortável! – ele sorriu acariciando-lhe a face.
-Promete que não vai demorar? – ela sussurrou beijando-lhe a face levemente.
-Prometo... – ele afirmou procurando os lábios da jovem enquanto colocava-se porta afora – "O que foi isso? Fleches?" – o rapaz soltou-se da companheira corando levemente – O que fazem aqui?
-Nós somos...!
-Perguntei "O que..."!
-Ah! Desculpe, querida! Esqueci de avisar que os repórteres da Cawaii viriam aqui hoje fazer uma matéria especial! – a mãe da jovem sorriu levemente.
-Ótimo... – Inu-Yasha murmurou separando-se completamente da noiva envergonhada – Não vou demorar... – ele deu um leve aceno seguindo caminho.
-Hum... – a jovem atriz sorriu sem-jeito – Podem... podem entrar!
-Com licença... – os dois rapazes adentraram a casa sendo guiados até a sala pela atriz.
-Então... hum... podemos começar? – Kagome sorriu ainda um pouco encabulada.
-Certo... – um dos rapazes sorriu.
Kagome respondeu a todas as perguntas lhe feitas até o momento. De certa forma aquilo era entediante. Bom... falar de sua vida não é um assunto muito... interessante, segundo ela.
-Ok... hum... Uma última pergunta?
-À vontade!
-Sua relação com o colega de trabalho... Inu-Yasha... é exatamente o que? Amizade colorida? Ou...?
-Acho que tenho o direito de permanecer calada! – a jovem riu elevando-se para atender ao chamado da porta.
-Oi amorzinho... – Inu-Yasha sorriu abraçando a jovem com carinho – Sentiu minha falta?
-Claro que não... – a jovem riu mais ao ouvir o rapaz bufar – Ok... Senti...
-Sentiu, ou não sentiu?
-Tonto... – Kagome afastou-se um pouco do noivo sorrindo – Claro que senti!
-Bom saber... – ele sorriu enlaçando-lhe as mãos levemente – Os carinhas já foram?
-Não... – ela riu baixinho vendo-o fitar o lugar ao redor – Vamos pra sala?
-Uhum...
-Ótimo! – a jovem sorriu arrastando o noivo ao local indicado.
-Ahn... Senhorita Kagome, acho que terminamos.
-Certo! – ela sorriu aos rapazes vendo-os irem até a porta.
-Obrigado e até a próxima!
-Até... – Kagome sorriu enquanto os rapazes fechavam a porta.
-Finalmente... – Inu-Yasha murmurou beijando a jovem levemente – Não quero ninguém xeretando na nossa vida! – ele a apertou forte contra si – Vamos pra casa?
-Vamos... – ela beijou os lábios do noivo sorrindo – quando você quiser...
-Então vamos. – ele sorriu alisando-lhe as madeixas.
-Aham... – ela soltou-se do rapaz seguindo para o quarto.
-Deixe que eu levo... – ele falou pegando as "malas" das mãos da jovem.
-Mas...!
-Eu levo! – ele exclamou começando a descer as escadas.
-Tonto... – a jovem sussurrou seguindo o noivo.
-Já vão,querida?
-Ah! Sim, mamãe! – Kagome sorriu abraçando a mãe – Prometo visitar vocês assim que puder!
-Eu sei que você vem... – a mãe da jovem sorriu beijando-lhe a face levemente.
-Até logo, mamãe... Dê um beijo no Souta e no vovô. – ela afastou-se da mãe abrindo a porta para o noivo.
-Até logo, sogrinha! – o rapaz sorriu.
-Até logo, querido genro... – a mulher retribuiu o sorriso abanando-lhe levemente.
-Beijos! – Kagome exclamou se retirando e fechando a porta.
Ambos se dirigiram até o carro em silêncio. A jovem adentrou o veículo sentando-se ao lado de onde o motorista estaria. O rapaz, por sua vez, guardou as malas da rapariga sentando-se ao lado da mesma.
-Não quer mais ir? – Inu-Yasha indagou a noiva segurando-lhe à mão com carinho – Se não quiser, eu entendo...
-Eu quero ir, Inu-Yasha... – ela fitou o rapaz docemente – Só vou ficar com saudade deles... – a jovem falou secando algumas lágrimas.
-Eu sei que vai... – ele sorriu abraçando a noiva – Posso contar um segredo?
-Uhum...
-Sabe... quando Sesshoumaru saiu daquele apartamento eu nem dei bola. Mas depois de um tempo eu percebi que era mais divertido tendo ele lá. Mesmo com as provocações que chegavam a ser uma brincadeira – ele sorriu fitando a face surpresa da garota – Era divertido... muito... – ele acariciou a face da atriz secando-lhe as lágrimas – Mas você se acostuma...
-Eu sei... – ela sorriu beijando-lhe os lábios levemente – Vamos pra casa.
-Uhum... – o rapaz soltou-a dando a partida no carro, em seguida.
Em questão de poucos minutos o casal já se encontrava em frente ao prédio onde, agora, morariam juntos. Ao parar o carro, Inu-Yasha desembarca indo até a porta da noiva, abrindo-a e calmamente ajudando a moça a se retirar do veículo. O rapaz chamou um dos carregadores do prédio com um aceno. Ordenou ao carregador que levasse as malas da mulher para seu apartamento.
-Que tal irmos ao shopping?
-Para que, Inu-Yasha?
-Tenho que comprar o colchão da minha cama.
-Ah! É mesmo! – a garota riu enquanto sentia-se ser enlaçada pela cintura.
-Não ria! Minhas costas ainda doem! – ele sorriu enquanto a noiva enlaçava-lhe o pescoço com carinho.
-Ninguém mandou você ser tonto!
-Ei! – o rapaz reclamou com indignação.
-Bobinho... – a garota sorriu beijando-lhe os lábios.
-Oh! É mesmo! Temos que comprar os anéis de noivado!
-Mas Inu-Yasha, não é preci...!
-Vamos comprar os anéis e ponto final!
-Mas...!
-Eu disse: "e ponto final"! – o rapaz insistiu abraçando a jovem com carinho.
-Ok, então! – ela riu repousando a face ao lado da dele.
-Assim está melhor! – ele sorriu soltando um leve suspiro – Depois podemos almoçar e tentar dormir, ok? Estou um pouco cansado...
-Entendo... Kouga não nos deixou em paz. – a garota deu um falso sorriso suspirando.
-Não vamos mais falar dele! – o rapaz afastou-se um pouco da noiva sorrindo de leve – Vamos ao shopping agora! E se você quiser pode até comprar algo pra você.
-Não estou com você para usufruir o seu dinheiro. – ela libertou-se do noivo adentrando, novamente, o carro dele – Obrigada, mas não quero nada.
-Só quis fazer um agrado. Mas se não quiser tudo bem! – ele sorriu dando a partida no automóvel, que em pouco tempo chegava ao seu destino.
Os dois compraram o dito colchão e os benditos anéis de noivado. E com muita, muita, mas muita insistência do rapaz, acabaram comprando um vestido para a jovem que não ficou muito satisfeita.
-Espera! K-chan! – Inu-Yasha puxou o braço da noiva fazendo-a chocar-se contra si – Desculpe! Eu sei que você não queria, mas...! – ele suspirou abraçando-a com carinho – Não fique brava comigo...
-Olha Inu-Yasha, eu não gosto disso! Se eu quisesse comprar algo, eu mesma comprava, ok? – ela suspirou beijando-lhe a face com carinho – Não quero que você pense que sou mal agradecida, mas...! As pessoas falam demais, Inu-Yasha... Os boatos correm soltos... Por favor... entenda-me, ok?
-Eu entendo... – o rapaz sorriu beijando-a de leve – Mas eu não me importo nem um pouco... – ele depositou a face ao lado do pescoço da garota – Esse vestido é meu presente de noivado... – ele sussurrou deixando leves óculos no pescoço desnudo da jovem.
-Presente... de noivado? – ela indagou surpresa.
-Sim... – ele riu baixinho beijando-lhe os lábios – Posso contar um segredinho?
-Aham... – ela afirmou fitando-lhe a face com carinho.
-Eu amo você... – ele murmurou iniciando outro beijo.
-Eu também... bobinho! – ela riu abraçando-o com força.
-Vamos subir? Estou morrendo de fome.
-Vamos... – a jovem enlaçou a mão do noivo começando a adentrar o prédio.
-Então... o que vamos comer? – o rapaz indagou ao fechar a porta do apartamento.
-Está tarde... Vamos esquentar o que sobrou de ontem – ela falou seguindo para a cozinha.
-Soboro de ontê? – o garoto sorriu colocando-se dentro da cozinha e vendo a companheira rir.
-Isso... – ela continuou rindo enquanto ia pegar o alimento na geladeira.
-Ótimo... – o rapaz comentou pegando dois copos – Ontem estava ótimo...
-Que bom que gostou... – a garota sorriu colocando os alimentos sobre a mesa – Sirva seu prato e coloque no microondas.
-Tudo bem... – ele sorriu de leve fazendo o que a companheira falara.
-Hum... Quando vamos ver sua prima? Preciso falar com ela... – Kagome falou enquanto lavava a louça.
-Não sei... depois que descansarmos um pouco... – o rapaz informou sorrindo – No nosso colchão novo!
-Ah! Sim! – a jovem riu desligando a torneira.
-Mas minhas costas AINDA doem... – ele falou terminado de secar o último prato.
-Claro bobinho! – a garota sorriu levemente enquanto iniciava uma massagem no rapaz – Você deve ter batido nos ferros da cama.
-Acho... que sim... – ele respondeu relaxando ainda mais ao toque feminino ser acompanhado por leves ósculos depositados em seus ombros.
-Vamos deitar? – ela indagou-o após um tempo – Estou realmente cansada. – ela sorriu abraçando-o com carinho.
-Só se você me prometer que fará isso outras vezes.
-Farei sim... prometo... – ela aumentou o sorriso ao sentir o rapaz enlaçar-lhe as mãos levemente.
-Vamos dormir...
-Vamos... Inu-kun... – ela riu enlaçando-lhe o braço com carinho.
-E então? Vamos fazer algo essa noite?
-Tipo o que?
-Sei lá... sair, se divertir...
-Passa bronzeador em mim?
-O que?
-Passa bronzeador em mim, surdo!
-Tem certeza que é seguro?
-Por que?
-Você sabe que já é difícil me controlar enquanto estou só olhando... Imagine agora que vou estar lhe tocando!
-Ora, bobo... – Sango sorriu segurando a face do rapaz entre as mãos – Eu confio em você, ok? – ela se projetou na direção do jovem acertando-lhe os lábios.
-Sango...? – o rapaz surpreso fitou a face sorridente (e levemente corada) da jovem à frente.
-Passa o bronzeador ou não?
-Só se você me der outro beijinho.
-Não espere por milagres... – jovem riu vendo-o suspirar desanimado – Passa o bronzeador? Ou será que eu vou ter que chamar um dos salva-vidas fortões pra fazer isso?
-Não, não... Pode deixar que eu faço isso! – Miroku sorriu pegando o tal bronzeador das mãos da jovem.
-Obrigada... – ela sorriu levemente enquanto deitava-se de bruços sobre a toalha que permanecia estendida na areia da praia – Cheia hoje, não?
-Como? – o rapaz indagou começando a espalhar o produto sobre a pele da mulher.
-A praia... Está cheia hoje, não?
-Ah! Sim... – ele riu baixinho – Tem estado assim ultimamente.
-Como sabe?
-Passou ontem, no jornal, você não viu?
-Estava ocupada... – a jovem corou de leve.
-Ocupada acariciando meus cabelos? – o rapaz indagou sorrindo levemente.
-Éh... – ela sorriu encabulada.
-Não precisa...!
-Miroku?
CONTINUA...
