Era sábado. Gohan estava terminando de almoçar, havia combinado de terminar um trabalho com Videl, na casa dela esta tarde. Era o trabalho final da cadeira e valia a nota do semestre. Após o almoço, o rapaz se arrumou, fez sua higiene, despediu-se dos pais e rumou à casa de sua namorada:
- Não demore muito Gohan – gritou sua mãe para o rapaz já nas alturas.
Chichi estava terminando a louça, quando uma notícia na TV lhe chamou a atenção:
"Hoje o Festival Nacional do Peixe da Capital do Oeste, que está acontecendo na orla norte da cidade, estará recebendo a visita ilustre do grande salvador Mister Satã, que irá ensinar, totalmente de graça, a preparar uma receita secreta de sua de família: Bobó de Baiacu ao molho de manga com creme de leite e pimenta malagueta" Uma verdadeira iguaria! Imperdível! Às 15 horas em ponto, no estande central!"
Chichi e Goku se olharam...
- Essa receita não parece muito boa – Resmungou a mulher.
Gohan chegou à mansão de Videl, em Satã City e anunciou sua chegada. Videl foi recebê-lo na porta:
- Boa tarde meu anjinho – Abraçou Gohan sua amada, adentrando a casa – Onde está seu pai? Gostaria de cumprimentá-lo...
- Ah ele saiu! Foi chamado hoje de manhã em um festival de não-sei-o-que lá na Capital do Oeste, acho que só volta à noite...
Videl pegou Gohan pela mão e foram subindo as escadas:
- Aonde nós vamos Videl?
- Comecei já a fazer o trabalho, lá no computador do meu quarto - Falou a moça, sem olhar nos olhos do namorado.
No quarto, Gohan entrou e sentou-se na cadeira à frente do computador. Videl entrou em seguida e, discretamente, trancou a porta.
Videl estava com uma regatinha simples, branca de algodão, que deixava o contorno seus seios á mostra, vestia também uma saia curta, rodada e preta, que nunca havia usado para sair de casa, pois achava curta demais. Ela se preparara para esta ocasião assim que soube de manhã que seu pai iria sair. Tomou um banho, e escolheu a dedo as roupas, discretas, mas provocantes. Isso não havia passado despercebido para Gohan, mas o rapaz não teve nem tempo de comentar nada.
Videl então, se aproximou de seu namorado, sentado à cadeira, lhe fez um carinho nos cabelos e sentou-se no colo dele, de frete para ele, bem encaixada a seu corpo, e neste momento Gohan se deu conta que havia caído na "armadilha" de Videl.
Gohan
puxou a menina para mais perto e a beijou, com força, paixão e
amor, era um beijo molhado que ia descendo pescoço abaixo. Gohan
segurava as coxas dela com força fazendo-a roçar em sue corpo.
Gohan estava sem pudores, não iria mais se questionar e muito menos
se controlar, não queria, nem ela.
Gohan
tirou a regata de Videl vendo pela primeira vez, os seios delicados
de sua namorada. Sem parar, Gohan começou a chupá-los, mordiscando
a auréola rosada da menina. Videl gemia de satisfação, tirava a
camisa dele, encravava suas unhas nos braços fortes de Gohan e dizia
que seria toda dele hoje. O rapaz, então se levantou e levou-a para
cama. Gohan ainda de pé, se despiu, olhou sério para Videl e
deitou-se sobre a moça. Queria aproveitar todo momento, como havia
diversas vezes, nesses últimos dias, imaginado em sua intimidade.
Com sua língua desceu pelos seios novamente, avançou até o umbigo.
Foi quando Gohan retirou a saia de menina rasgado-lhe a calcinha.
Videl gemeu de prazer, com esse ato bruto e olhou para ele,
implorando que a possuísse, mas Gohan queria mais. Abriu e levantou
um pouco suas coxas, e Videl tremeu só de sentir a respiração do
rapaz ali. Com sua língua lambeu de vagar o interior das coxas, sua
virilha, até chegar ao clitóris da menina que estava pulsante de
excitação. Videl gemeu mais alto, ficando ofegante, sentia seu
ventre queimar, mas Gohan chupava com calma. Queria sentir aquele
gosto! Aquele gosto que lhe tirara o sono por dias, aquele cheiro que
lhe tirara a concentração. O rapaz ficou explorando o sexo de Videl
com calma, lambendo seu mel, aumentando a velocidade aos poucos. A
menina começou a se contorcer, sentido as contrações subirem,
fazendo-a agarrar cabelo de Gohan puxado a cabeça do rapaz com força
para o meio de suas pernas. Quando não pode mais agüentar, Videl
gozou, suspirando de satisfação.
Gohan não deu tempo para Videl se recuperar, beijou a menina fazendo-a sentir seu próprio gosto, ao mesmo tempo em que abria suas coxas posicionava e roçava seu membro na entrada da vagina dela. Videl estremeceu:
-Vai Gohan, mete logo, para de me torturar!
- Calma Videl... - Sussurrou o rapaz
Gohan deu uma estancada e parou, a menina era muito apertada, como toda virgem deve ser, e não queria machucá-la.
- Pode ir Gohan – Falou ela.
E Gohan, em uma segunda e forte investida, meteu todo seu membro para dentro de Videl. A menina berrou, encravando com força, as unhas em suas costas. Lágrimas saíram dos cantos dos olhos de Videl que sentia uma ardência muito grande.
- Tudo bem Videl?– Falou ele, imóvel.
- Vai Gohan, não fica parado ai, vai doer mais se você não mexer! Ordenou Videl.
Gohan então começou a possuir Videl, com movimentos ritmados, ia entrando e saindo de sua amada. Videl estava extasiada, a dor ainda era presente, mas o prazer ia aumentando em sentir seu homem lhe possuindo com desejo. Gohan ora beijava sua boca, ora beijava seus seios. O rapaz então sentindo que Videl já se acostumara com seu membro, segurou as pernas dela colocando-as sobre seus ombros. Gohan aumentou a velocidade das investidas. A moça já estava sentindo um prazer crescente, a dor ia se anulado, mas as unhas continuavam encravadas nas costas dele.
-Isso meu amor! Mais forte Gohan, mais forte que eu vou gozar...
Videl então, então, sentiu novamente seu ventre contrair, só que dessa vez muito mais forte, com mais violência, fazendo-a soltar um gemido de prazer que se assemelhava a um urro de dor. Assim que Videl terminou, Gohan não segurou mais seu prazer despejando seu líquido quente dentro dela com satisfação.
Os dois ficaram um tempo aparados ainda, equilibrando suas respirações. Gohan se ajeitou no travesseiro e Videl se aninhou a ele, fechando os olhos, abraçando.
- Videl...A gente não tomou cuidado nenhum...
- Ah Gohan, esqueci de te falar que eu to tomando pílula já faz mais de um mês...
- Você podia ter me dito isso antes...
- Você não pareceu preocupado há minutos atrás...
Os dois riram. Estavam felizes.
Videl se virou e Gohan notou que havia sangue entre as coxas da menina
- Videl, você está sangrando...
- Ah isso deve ser normal né Gohan!?
- Sim, mas não está com dor?
- Um pouco, mas eu não me importo – Videl sorriu e abraçou-o.
- Gohan, vou ao banheiro me lavar. O que você acha de eu encher a banheira pra tomarmos um banho?
- Vamos lá! - Falou Gohan se levantando e levando Videl em sua garupa
A com a Jacuzzi cheia, Gohan sentou-se e Videl sentou entre as pernas dele, com suas costas encostadas no peito de Gohan. Lá fora estava entardecendo e Videl não ligou as luzes do banheiro, deixando o ambiente à meia luz. Gohan ensaboava a menina com carinho, acariciando todo seu corpo com a espuma do sabonete líquido cremoso.
- Sabe Gohan – Faz meses que eu só pensava nisso, só pensava em você tocando meu corpo...
- Você me deixou louco esses dias Videl – Gohan sussurrava ao pé do ouvido dela, mordiscando o lóbulo da orelha de Videl – Como eu pude ficar tanto tempo sem isso?Sem tocar sua pele macia – Gohan massageava os seios dela - Seu cheiro doce – Beijava-lhe o pescoço – Sua língua quente...
- Gohan...Nesses últimos dias, a única maneira de eu conseguir dormir era tocando no meu "botãozinho" e pensando que era você a me tocar – Videl pegou a mão dele a colocou no meio de suas carnes.
Gohan começou a massagear o clitóris da moça:
- Isso Gohan, faz assim... Dizia Videl gemendo
Gohan então penetrou seu membro na menina novamente, enquanto apertava seu grelinho. A moça ficou de quatro na banheira, e na hora que gozou teve que segurar-se na borda da banheira, pois suas pernas fraquejaram.
