Capitulo 9: O príncipe e a samurai

Em algum lugar vazio do jardim, Sakura olhava tristemente para a lua. O casamento de Sasuke seria no dia seguinte. A jovem suspirou. O fim de Sora estava próximo. Muito próximo.

- Quem está ai? – ela perguntou ao ouvir passos.

- Sou eu Sakura, Sasuke. – o jovem príncipe parou ao lado da garota – Posso me sentar?

- Tudo aqui vai ser seu amanhã. É claro que pode se sentar. – ela falou amargamente.

- Não tenho culpa! Não precisa falar assim comigo, Sakura!

- Ah! Sinto muitíssimo, vossa alteza. Assim está melhor?

- Sakura para com isso! Você sabe que a mulher que eu amo não é a princesa Hinata, é você!

- Sinto muito Sasuke. É que... A vida é tão injusta! Em um dia vou perder tudo que eu mais prezo! Vou perder minha vida de samurai e perderei também você!

- Talvez exista outra alternativa alem de encarar esse destino injusto... – Sasuke murmurou mexendo no bolso da roupa.

- Que opção?

- Quer se casar comigo, Sakura? – ele disse estendendo um anel prateado com uma flor de cerejeira para a garota.

- Que? Casar? Sasuke que deu em você? Seus pais nunca vão deixar você se casar com uma plebéia!

- E quem falou em pedir permissão a eles? – seus olhos brilharam – Vamos fugir, Sakura! Vamos pra qualquer outro lugar! Qualquer lugar onde possamos ser felizes!

- Sasuke! Não podemos! Não posso fazer o que você está me pedindo.

- Por que não? Você não me ama o bastante pra fugir comigo? É isso? Você acha que lucraria mais continuar com sua misera vida de camponesa e depois se casar com um camponês qualquer e então ter filhos com ele e se esquecer de que um dia me conheceu? É isso que você quer? Ou talvez você vá viajar por ai e procurar um outro príncipe. Um melhor que eu!

- Não Sasuke! Não é o que eu quero! Eu nunca faria algo assim! Eu te amo! Mas... É você... É você que não pode sair de Konoha. Você tem um dever a cumprir aqui! Não pode deixar o seu reino! Deixar seu povo!

- Mas Sakura...

- Não Sasuke. Não há mas. Esse é nosso destino. Nossos caminhos se cruzaram, mas... Isso não foi o bastante para uni-los. – a jovem se levantou - Adeus Sasuke.

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A manhã seguinte estava com o céu perfeitamente claro e azul, com o sol morno e agradável.

Sakura suspirou se debruçando sobre uma das muitas sacadas do castelo.

'' Não podia ser um dia menos bonito o de hoje? A mãe natureza é cruel!'' ela pensou

- Sa-ku-ra. – ela ouviu um a voz cínica a chamando e virou-se automaticamente.

- Que você quer Sai? – ela disse friamente.

- Vim ver minha adorada noiva. – ele disse depositando os lábios no pescoço da jovem que o empurrou.

- Não estamos a sós, Sai! Pode aparecer alguém a qualquer momento, então, por favor, não me chame de Sakura aqui, e, muito menos, me abrace ou beije!

Ele riu.

- Você é mesmo espertinha. – ele disse se afastando.

- Mas não o bastante para me enganar. – completou quando a garota já não podia mais ouvi-lo.

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- Naruto-kun... – murmurou a princesa enquanto caminhava junto do jovem loiro pela manhã vestida com roupas de criada.

- Hinata, você não pode falar se quiser seguir com isso. – ele sussurrou – Tem certeza de quem quer continuar com isso?

- Você na, não quer Naruto-kun? – a princesa miou.

- Princesa, eu farei tudo que me pedir.

- Então vamos Naruto! Você me deu a idéia. Você me contou as historias das terras longínquas.

- Tem certeza de que não vai se arrepender?

- Nunca! Enquanto eu estiver com você estarei bem.

O loiro sorriu.

- Certo! Então vamos logo.

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- Sora-kun, Sora-kun! – Kakashi veio gritando em direção a Sakura.

- O que houve Kakashi-sensei?

- A princesa e Naruto desapareceram!

- O que? Como assim? Será q poderia algum dos servos de Orochimaru ter sobrevivido?

- Acho que é bem pior Sora. Vamos, o rei está reunindo os samurais.

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Numa sala iluminada por luz de velas os reis de Konoha do leste e norte estavam reunidos com todos os samurais, o príncipe Sasuke e as rainhas de ambos os reinos que choravam.

- Temos uma noticia horrível. Uma verdadeira tragédia. – Fugaku começou – A princesa Hinata e o samurai Naruto... Fugiram!

- Devemos ir atrás deles! – Sai falou imediatamente.

- Não iremos alcançá-los. – Sarutobi sabiamente falou – O falcão de Naruto chegou a pouco trazendo uma carta da própria princesa. Ela nega a casar-se com o príncipe Sasuke e diz q irá para o mais longe que puder junto de Naruto, por que estão apaixonados.

- Como alguém se apaixona em tão pouco tempo? – Sasuke resmungou.

- Acha impossível algo assim acontecer, alteza? – Sakura falou ironicamente.

- O que faremos agora? – perguntou a rainha da princesa Hinata.

- Parece que nada poderá ser feito... – Fugaku falou – Parece que você está livre desse matrimonio, Sasuke.

Os olhos do príncipe brilharam. Não teria que se casar. Olhou imediatamente para Sakura, o que não passou despercebido pelos olhos afiados de Sai.

- Bom... Estão dispensados, senhores. – Fugaku falou com um suspiro.

Ao ouvir isso Sasuke abriu a porta e fez um sinal para que Sakura o seguisse.

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Sasuke guiou Sakura ate um lugar reservado do jardim, onde poderiam conversar sem serem interrompidos.

- E então, Sasuke? – a jovem perguntou.

- Sakura, eu não tenho mais que me casar!

- Eu sei... Mas o que tem isso?

Sasuke balançou a cabeça.

- Não vê? É a oportunidade que precisávamos. Podemos nos casar!

- Casar como, Sasuke? Vai simplesmente virar para seus pais e dizer que se casará com uma camponesa qualquer?

- Você não é uma camponesa qualquer você... – ele parou em meio a frase – Você...

- Seus pais não têm a menor idéia de que Sakura Haruno existe. E não teria sentido nenhum você me conhecer, já que não podemos espalhar que eu sou eu. Acredite Sasuke, eu quero me casar com você, eu realmente quero, mas não podemos.

- Não, não se preocupe Sakura... Eu vou dar um jeito! Quando voltarmos a Konoha do leste. Eu darei um jeito, e então nos casaremos!

- Que jeito Sasuke?

- Confie em mim!

A garota sorriu.

- Confio em você, Sasuke-kun.

E ele retribuiu o sorriso.

- Vamos para o castelo. – ele estendeu a mão direita.

- Vamos.

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Estavam subindo a escadaria do castelo quando uma cena inusitada lhes sobressaiu aos olhos no topo da escada.

Lá estavam os reis de reinos, os samurais e vários guardas do castelo.

- Que será que está havendo? – Sakura perguntou.

- Descobrirei. – disse Sasuke indo na frente – Pai o que está havendo?

O rei o ignorou. Sua face era de decepção.

- Prendam essa criminosa. – Fugaku falou com a voz tremula.

Sasuke e Sakura arregalaram os olhos enquanto os guardas e samurais iam em direção da jovem. Não foi necessário que eles pensassem para saber o que tinha havido. Deslizando das sombras veio Sai. Que lançou um olhar quase vitorioso.

Os guardas prenderam Sakura pelos braços. Sasuke não poderia permiti-lo! Jamais!

- Que estão fazendo? Soltem-no. – Sasuke gritou.

- Meu filho, pode parar de fingir. Nós sabemos que você já sabia. – Sarutobi falou tristemente – Tragam-na ate aqui.

Os guardas o fizeram.

- Minha jovem, não minta. Por que se passa por homem? – o velho samurai perguntou.

- Por que mulheres não podem ser samurais. E ser um samurai foi a única forma que encontrei de realizar a promessa que fiz a meu irmão!

Sarutobi olhou para Fugaku.

- Lei é lei... E deve ser cumprida.

- Não! Não permitirei que vocês a exilem! – Sasuke gritou – Ela salvou minha vida!

- Sasuke, a lei deve ser cumprida... – Fugaku falou.

- Ela salvou minha vida mais de uma vez! E... E... E eu a amo!

Todos os presentes arregalaram os olhos, inclusive o próprio Sasuke.

- Sasuke! – Fugaku exclamou chocado – Como pode...

- Eu posso! Eu a amo! Não me importa que ela seja uma plebéia e que tenha desobedecido a lei se passando por homem para ser um samurai. Ela é a pessoa que conseguiu ver através de mim, conseguiu entender meu coração...

Ele depositou a mão sobre a face da jovem.

- Não tenho medo de dizer isso. Não tenho, porque a amo. E sei que ela corresponde aos meus sentimentos. E por isso digo, se vocês insistirem em exilá-la, declinarei ao trono que um dia deveria assumir e irei embora desse reino.

- Sasuke como ousa dizer isso! – Fugaku gritou – Não pode declinar do trono! O reino precisa de você.

- Pois então aceite isso. Eu preciso de Sakura. Se o reino precisa de mim, precisa dela também.

- Sasuke! – Fugaku rugiu.

- Sinto muito desapontá-lo, meu pai, mas não voltarei em minhas palavras. – o príncipe permaneceu firme.

O rei respirou fundo.

- Se não há outra opção. – Fugaku suspirou – Guardas! Soltem a jovem.

Sasuke sorriu sinceramente para o rei e abriu os braços para acolher Sakura que aceitou prontamente a oferta.

- Bom, não há mais nada para ver aqui. Podem voltar aos seus afazeres comuns senhores. – o rei disse com outro suspiro.

- Majestade! Não pode permitir isso! – Sai urrou – Ela é uma criminosa! Vai permitir que nosso futuro rei se case com alguém desse calibre?

- Se meu filho confia nela, não tenho escolha se não confiar em seu julgamento.

- O senhor irá permitir que essa vadia se torne nossa ra... – ele foi impedido de terminar a frase por um soco bem dado por Sasuke.

- Maldito, como ousa? – Sai gritou partindo pra cima de Sasuke, mas sendo impedido por um golpe de sakura em seu abdomem.

- Vadia como ousa... – ele levantou a mão para ela, mas Kakashi o segurou.

- Já chega, Sai. – ele falou – Vamos embora antes que você faça algo de que irá se arrepender.

- Eu não preciso de você! – Sai bufou e saiu andando, sendo acompanhado de Kakashi e dos outros samurais.

Os demais guardas voltaram a seus postos.

- Parece que teremos um casamento em breve... – comentou o rei Hyuuga casualmente olhando para Sasuke e Sakura – Espero que minha pobre filha ao menos se case também.

Ele deu de ombros e seguiu caminhando para dentro do palácio deixando Fugaku e os jovens amantes.

- É minha jovem, parece que logo, logo seremos parentes. – o rei disse.

Sakura corou.

- Muito em breve, meu pai. – Sasuke disse sorrindo.

- Posso ver que você está realmente feliz, Sasuke. Ver vocês assim me lembra da época em que conheci sua mãe. – o rei sorriu – Espero que seu casamento seja tão feliz quanto o meu. E é claro, que você seja um bom rei para seu povo.

- Espero poder ser.

Fugaku preparou-se para seguir para o castelo, porem antes virou se uma vez mais para o casal.

- Mas afinal meu filho, o que essa garota tem de especial que conseguiu te conquistar?

Sasuke olhou para o pai.

- Sakura é simplesmente Sakura, ela não usa uma mascara fingindo ser quem não é, por isso é especial. – ele sorriu e voltou-se para garota.

- Será que não uso? – ela riu.

Ele a olhou brincalhão.

- Não. – respondeu rindo e a beijou apaixonadamente.

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Dois anos depois.

Era uma época de paz em Konoha. Sakura e Sasuke haviam se casado e governavam o reino sabiamente. A princesa Hinata e Naruto trocavam cartas com Sakura frequentemente, e o rei e a rainha Hyuuga estavam felizes em saber que sua filha estava feliz e que também se casara.

Em algum lugar do castelo a jovem rainha de cabelos róseos escrevia uma carta.

"Querido Naruto,

Como tem passado? Já faz algum tempo desde que te mandei a ultima carta. Espero que, como sempre, esteja tudo bem com você e sua esposa. As coisas por aqui estão bem. Embora dois anos tenham se passado ainda estou me acostumando com a vida aqui no castelo. Estou feliz aqui, mas às vezes sinto falto das nossas aventuras como samurais. Gostaria de poder ver você em breve. Talvez pudéssemos nos encontrar! No outro dia mesmo chegou um convite para o aniversario de 1 anos da filha do Gaara, a pequena Koichi. Às vezes fico meio pasma quando penso que ele se casou. Afinal, ele era um fanfarrão quando o conhecemos. Mas estou feliz por ele. A garota que se casou com ele realmente o ama. Ela era uma nobre. Aquela Ino Yamanaka. E ela abandonou a nobreza para ficar com o Gaara. O pai dela não gostou nadinha. Soube que a deserdou quando ela fugiu no dia de seu casamento com um barão, e foi para a casa do Gaara. Mas acho que foi melhor assim..."

A jovem olhou as letras escritas a tinta no papel branco e depositou o dedo indicador sobre os lábios.

- Será que devo comentar sobre aquilo...? – perguntou a si mesma.

- A que se refere, Sakura? – Sasuke perguntou caminhando em direção da jovem.

Ela o olhou.

- Será que devo contar para você? – ela riu.

- Mas é claro! Sou seu marido. – ele disse com firmeza se sentando ao lado dela.

- E? – ela o olhou travessa. Ele a olhou sério.

Ela colocou a mão sobre a barriga.

- Mas você iria saber logo mesmo que eu não contasse. – falou com um sorriso.

Ele arregalou os olhos.

- Você está...

Ela sorriu gentilmente.

- Exatamente, meu bem. Você em breve, será papai. – ela falou beijando-o em seguida.

Em algum lugar, além dos muros do reino, uma figura solitária de longos cabelos negros e lisos olhava o horizonte. A figura suspirou. A pele branca como a neve e os olhos amarelos.

- Um dia essa terra ainda será minha... Ate lá, começou com um sonho, e com um sonho começará novamente. – disse para si mesmo antes de dar as costas para o reino e seguir silenciosamente caminhando por uma estrada vazia.

Fim

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Bom... Mil anos depois eu escrevo o fim finalmente x.x Eu estava tento dificuldades pra escrever .-.

Mas pelo menos o fim saiu :D

^-^ Agradeço a todos e leram e espero que tenham gostado.

Ate a próxima :D