Chapter Eight
Enlightment
Draco´s POV
Me aproximei o bastante para ouvi-lo chamá-la.
-Mamã...mamã...
Eu iria pegá-lo, mas a pessoa à minha frente foi mais rápida; se abaixou e o tomou no colo. Eu não podia ver seu rosto sob o capuz, então prendi a respiração na esperança de que não fosse um Comensal.
Ou tudo estaria perdido.
Scorpius foi erguido em um abraço desajeitado. Mas ele não se importou; jogou os bracinhos ao redor do pescoço e se aninhou melhor no colo, usando as pernas para impulsioná-lo para cima – como se pudesse penetrá-la, como se pudesse garantir que nunca seria separado dela.
Seu movimento, entretanto, derrubou o capuz. Uma longa massa de cabelos louros se descortinou à minha frente.
Meu coração assimilou a visão instantaneamente, martelando meu tórax com força, mas meu cérebro não foi capaz de compreender tão prontamente. Meus pensamentos se misturavam e contorciam diante daquela visão. Meu cérebro não aceitava sua presença ali, e se debatia diante do errado e do impossível.
-Como...? – balbuciei.
Mas a verdade é que eu não queria saber. Não de verdade. Não importava. Eu estava tentando me distrair do impulso primário de me jogar sobre ela.
-Não aqui – ela respondeu, com um sorriso.
Ela me estendeu a mão e eu hesitei um segundo. Scorpius ainda estava com o rosto escondido em seus cabelos, a cabeça apoiada na curva de seu pescoço. Meus dedos se entrelaçaram com os seus.
-Vamos para casa – disse ela, me puxando.
E eu a segui.
Harry´s POV
Assim que Dobby e Lupin desapareceram, abri a porta.
Nott pareceu horrorizado diante da minha visão. Zabini inclinou a cabeça para o lado, dando uma boa olhada dentro do quarto. Depois, voltou os olhos para mim com uma expressão de total assombro.
-Senhor, ela está...? – começou. Entendi imediatamente sua expressão. Ele teria de explicar a Voldemort que Ginny estava morta. E Voldemort não iria perdoá-lo. Voldemort a queria.
Mas ele não a teria. Ninguém a teria.
-Sim – respondi.
Zabini não pareceu convencido disso. Eu mesmo não conseguia acreditar.
-Tem certeza, Senhor? – voltou a questionar ele.
Eu queria matá-lo. Queria pular sobre ele e socá-lo até que virasse uma mancha indistinta no chão. Queria liberar um pouco da fúria que eu sentia sobre ele. Mas o peso morto e ainda quente de Ginny nos meus braços me impedia.
-Cheque você mesmo – cuspi, entre dentes.
Zabini levou a mão ao pescoço de Ginny. E então seus olhos se ergueram, incrédulos, até encontrar os meus.
-Sem pulsação – constatou.
-Satisfeito, agora? – perguntei, mas não esperei a resposta. – Faça os relatórios. Ginny Weasley não é mais uma ameaça.
-Senhor Ministro...
Deixei os dois ali e saí para a manhã morna e insensível. Aparatei antes de alcançar o portão.
E então, desabei.
Abracei o corpo inerte de Ginevra e senti os soluços nos chacoalhando.
Astoria´s POV
Eu estava sendo seguida.
Meu coração estava disparado, e minhas costelas doíam com o esforço duplo feito pelo meu coração e pelos pulmões. Respirei fundo e voltei a correr.
Minhas pernas ardiam. Os músculos reclamavam do esforço, mas eu não podia parar de correr. Eu não podia parar.
Eu não podia parar.
Corri pelas ruas estreitas, vendo ao longe o sol se pôr no horizonte. Rezando a Deus com a certeza de que este era meu último pôr de sol.
Por trás das minhas pálpebras, eu tinha a imagem vívida do meu filho. Me lembrei de Lúcio e de Draco, tão parecidos. E me lembrei da garota pela qual eu passara a rezar todos os dias e todas as noites, para que ela protegesse o meu bebê.
Algo me atingiu, e eu ricocheteei dolorosamente contra a parede mais próxima. Meus olhos lacrimejaram com a dor da pancada, e eu fui erguida pelo pescoço.
Deus, proteja – os!
Lupin´s POV
Quando as proteções sobre o abrigo estavam todas prontas, entrei.
Aquele era um apartamento fora do espaço e tempo mágico habitável – o lugar mais seguro que existia no mundo – e fora muito esperto da parte de Harry levar o bebê para ali.
Havia ainda muitas perguntas sem resposta. Mas esse não era o momento para fazer perguntas. Esse era o momento para ficar seguro.
Dobby embalava suavemente a criança quando entrei. Ele também havia organizado um pouco o lugar, de forma que se tornasse menos deprimente. Apontei a criança com a cabeça.
-Vai ficar bem? – perguntei, com um pouco de simpatia e outro pouco de cansaço. Eu sabia o que estava por vir.
Dobby, entretanto, em sua inocência simplista, sorriu.
-Sim, sim. Dobby sabe cuidar muito bem de bebês. Dobby já cuidou de muitos bebês!
-Que bom. Porque eu preciso ir – disse.
Dobby assentiu um vez, e voltou seus olhos grandes como bolas de cristal para o bebê.
-Não se esqueça, Dobby – recomendei – não importa quanto tempo fique aqui, só se passarão alguns minutos quando voltar.
-Dobby não esquece – respondeu ele.
-Mas esse efeito vai durar pouco. Talvez cinco ou dez dias, apenas.
-Dobby sabe. Dobby entra e sai, e ninguém nem sente a falta de Dobby.
-Muito bem – suspirei. – Eu preciso ir. Tome conta dele.
-Dela – respondeu Dobby. – Dobby toma conta dela.
Voldemort´s POV
Meus passos ecoavam pelo mármore caro dos corredores do Ministério da Magia.
Meu plano não poderia estar perdido. Não por causa do idiota do Potter.
Entrei na primeira lareira desocupada em meu caminho. E saí pela lareira do que um dia fora conhecido como A Toca. Agora era apenas um monte de pedras e escombros empilhados precariamente. Uma fogueira imensa estava acesa, e Harry Potter estava de pé ali – seus cabelos negros e arrepiados inconfundíveis, mesmo à distância.
Me aproximei a passos largos, pela primeira vez surpreso e impotente ao mesmo tempo.
Parei ao lado dele. Seus olhos estavam presos na figura estática no centro da pira funerária. Mesmo em meio às chamas, o vermelho de seu cabelo ainda se destacava. Aqueles cabelos que eram tão macios e tão vermelhos. Aqueles cabelos que se misturavam com o seu sangue, formando a visão mais lúgubre, linda e cheia de luxúria que eu já havia visto.
Eu ainda me lembrava do som dos seus gritos. Aquele fora um dos melhores momentos da minha vida!
E agora Potter a tirava de mim. Ela era MINHA!
-Porque fez isso? – perguntei. Não mantive a raiva longe da voz como deveria.
-Ela me traiu – respondeu Potter, com os olhos ainda fixos nas chamas. – Eu não aceito traição.
-Não havia mais nada com ela? – perguntei, apesar dos riscos.
-Como o que? – rebateu ele.
-Como um amuleto, por exemplo.
-Não – respondeu simplesmente.
-Nem outra pessoa? – perguntei, como se fosse apenas mais uma curiosidade.
-Malfoy fugiu como o covarde que é – e sua voz trazia toda a amargura que ele sentia por ela ter fugido com o Malfoy. Toda a amargura que eu sentia. – Isso não deveria surpreendê-lo.
Seus olhos queimavam quando encontraram os meus. Mas eu também sentia a fúria borbulhando nas veias. Ela era mais minha do que dele.
Potter se virou, e saiu caminhando a passos rápidos dali. Suas roupas estavam cobertas de sangue. Ele não tinha o direito de se divertir sem mim.
Observei as chamas.
Eu poderia tê-la trazido de volta à vida – afinal, a morte já não era mistério ou impedimento algum para mim - mas ele havia destruído o seu corpo.
Não havia nada que eu pudesse fazer para trazê-la de volta, agora .
Mas havia ainda a questão do meu filho. Se Potter realmente não sabia de nada, como aparentava, então ela deveria tê-lo escondido. Talvez Malfoy estivesse com ele.
E eu iria encontrá-lo.
Voltei pelo mesmo caminho pelo qual viera. Ao entrar na minha sala, passei por cima do novo obstáculo que havia acrescentado poucos minutos antes. Pansy Parkinson me esperava lá, parecendo levemente desconfortável e com os sapatos de salto manchados de sangue.
-É verdade. Ela está morta. Mas não a criança. Encontre-a – ordenei.
Parkinson assentiu uma vez.
-Não vou falhar, Milorde.
-Sei que não – respondi, enquanto Parkinson pulava os corpos de Zabini e Nott e deixava a sala.
Lupin´s POV
Cheguei a tempo de ver Harry abraçado ao corpo de Ginny Weasley.
Seu corpo convulsionava com a força dos soluços. Ela tinha os braços flácidos, e não era possível distinguir seu sangue dos seus cabelos.
-Harry – chamei, mas ele sequer me notou. – Harry, vamos, precisamos ir.
-NÃO – gritou ele. – ME DEIXE EM PAZ, LUPIN!
-Harry, por favor... – tentei mais uma vez.
-ME DEIXE EM PAZ – gritou ele, furioso.
Saquei minha varinha e apontei-a para ele, que ainda abraçava a Weasley com força. Um jato esverdeado deixou a madeira, e o corpo de Harry tombou ao lado da garota morta.
Ele me agradeceria se pudesse. Eu estava facilitando as coisas.
Parkinson´s POV
-Vou facilitar para você, sua trouxa nojenta – disse, meu rosto a poucos centímetros do dela. – CADÊ A WEASLEY?
A garota ruiva à minha frente cuspiu uma porção de sangue nos meus sapatos novos. A idiota havia estragado meus Louboutins!
-CRUCIO – gritei, com fúria.
Gargalhei enquanto ela se contorcia de dor. Para uma nascida trouxa, a idiota sabia demais. Mesmo enfraquecida, eu não conseguia penetrar em sua mente.
Interrompi o feitiço e observei seu peito subindo e descendo com dificuldade. Ela não iria aguentar mais. Não muito mais.
Invadi sua mente mais uma vez. Foi a mesma coisa de antes. Imagens de uma infância trouxa e medíocre. Nada de interessante. E então, o rosto de Draco. Draco criança. Tentei forçar um pouco mais – e eu estava fora. Ela conseguira me bloquear novamente.
-Me diga onde Malfoy e Weasley estão, e eu juro que te mato rapidinho – sorri diante de minha oferta tão generosa – você nem vai sentir!
Ela não respondeu. Mas a afronta em seu olhar era clara.
-Sabe, eles não vão vir resgatar você – tentei. – Não são seus amigos.
Ela permaneceu naquele mutismo que me irritava.
-Você é quem sabe – murmurei, sorrindo mais uma vez. – Crucio.
Seu corpo estava alquebrado. Não havia muito mais que eu pudesse fazer com ela. A sensibilidade do quadril para baixo havia desaparecido, e seus pulmões estavam falhando.
Ela mal abriu os olhos quando interrompi o feitiço.
-Vai morrer para proteger uma garota que nunca fez nada por você? – perguntei, tentando convencê-la a colaborar.
Mas ao contrário do que eu esperava, ela sorriu minimamente.
-Sim – murmurou.
E então seu coração parou.
Pressionei a varinha com força entre suas costelas – Revivatio Core.
Tentei seguidamente fazer com que seu coração voltasse a bater, mas não houve o que fazer. Ela havia desistido.
Ela não queria viver.
Draco´s POV
Aparecemos em frente a uma porta vermelha e descascada.
Scorpius ainda estava com a cabeça enterrada em seu pescoço. Sua mãozinha estava enrolada com força em uma mecha grossa de cabelos claros. Eu já a havia visto daquela forma, mas não havia como espantar a sensação de que estava muito errado. De que algo estava muito fora do lugar.
Sua mão presa à minha estava suada. Eu não sabia dizer se era meu suor, ou se era o suor dela. Eu podia sentir sua pulsação pela força que eu fazia ao pressionar sua mão na minha. Ainda assim, eu não conseguia acreditar.
Ela colocou a mão na maçaneta, e seu rosto se contorceu por um breve momento. Depois, ela abriu a porta e eu entrei atrás dela.
Estávamos em outro corredor, um lugar vazio e ligeiramente escuro, em frente a uma porta marrom.
Logo que atravessamos a porta, senti um feitiço de proteção me atravessar. A varredura do feitiço era como um banho em água fria, embora não molhasse. Fiquei consciente, com o frescor trazido pela magia de desilusão de feitiços, de que eu não tomava banho há dois dias; que minha barba havia crescido e meu cabelo devia estar inaceitavelmente desarranjado. Senti vergonha pelo meu estado lastimável.
Mas, ao mesmo tempo, notei sua presença mais uma vez. O feitiço não havia me desiludido, porque eu não tinha lançado feitiço algum em mim. Observei-a, enquanto uma camada de tinta parecia escorrer.
Meu coração disparou e me lancei sobre ela, pondo a cabeça em seu ombro e sentindo o cheiro que vinha dos seus cabelos, abraçando-a com tanta força que cheguei a machucá-la.
Parkinson´s POV
-Droga, droga, droga! – murmurei, tentando fazer o coração da garota ruiva voltar à vida.
Suspirei, desalentada. Coloquei os dedos indicador e o médio na base de seu pescoço e esperei. Nada.
Ela estava mesmo morta. A idiota não havia sobrevivido nem mesmo a meia dúzia de Cruciatus. E os defensores de trouxas tinham o desplante de dizer que éramos todos iguais. Um bruxo, por mais idiota ou fraco que fosse, não teria morrido antes da décima azaração.
Droga. O Lorde das Trevas iria me punir, eu sabia. Ele queria a Weasley a todo custo – mesmo que eu não conseguisse entender o porquê de uma adoradorazinha de trouxas ter tanto valor. Ele me esperava em sua sala ao fim do dia, e ele esperava que eu tivesse alguma notícia.
Eu também havia esperado ter alguma notícia até o fim do dia.
Eu havia rastreado e seguido a trouxa idiota durante meses, desde que eu havia deixado Malfoy e Weasley fugirem. Aquilo fora uma burrada descomunal. E agora a garota estava morta. Eu devia fazer um relatório. E esse relatório iria manchar minha reputação.
Cogitei de me livrar do corpo.
Droga, droga, droga!
A porta da "Sala de Interrogatório"se abriu, e Lupin entrou de uma vez. Eu havia sido surpreendida pelo Homem Número Um do Ministro. Droga, droga, droga. Eu não o esperava ali, muito menos ele me esperava – a julgar por sua expressão de assombro. Agora eu teria de fazer o maldito relatório.
-Parkinson – cumprimentou o maldito lobisomem que iria arruinar minha carreira.
-Lupin – consegui por para fora.
-O que aconteceu aqui? – perguntou, como o enxerido que era. Ele se aproximou da garota, procurando sua pulsação.
-Ela não resistiu ao interrogatório – respondi.
-Ela foi torturada – acusou ele, embora não houvesse flexão em sua voz.
-Ela colidiu contra uma parede enquanto a perseguíamos – me defendi. Essa era uma forma de ver as coisas. – Já não era grande coisa quando chegou aqui.
Ele suspirou pesadamente.
-Eu tenho outro corpo para despachar hoje – disse ele. Não entendi. – Se quiser, posso despachar este também.
O lobisomem, me fazendo um favor. Era difícil de acreditar.
-Que outro corpo? – perguntei, desconfiada.
-Ginny Weasley – respondeu. Ele parecia cansado, e não deu atenção ao meu espanto.
-Ginny Weasley foi capturada? – perguntei, descrente.
-Sim – respondeu, com simplicidade.
Hoje não era meu dia.
-Draco Malfoy estava com ela? – perguntei, sentindo meu estômago se contrair.
-Não. Ele não foi encontrado.
Senti a primeira pontada de alívio que eu sentira em meses.
-Quem a encontrou? – voltei a questionar. Eu tinha medo de que descobrissem minha pequena participação.
-O Ministro – comentou Lupin, parecendo bastante desinteressado na conversa.
-O Ministro... – não consegui terminar. Harry Potter era do tipo que deixava o trabalho sujo para os outros. Mas o lobisomem entendeu.
-Sim – respondeu.
Pisquei, atônita.
-Então – disse ele, mais uma vez – estou procurando o Comensal Skandinsky para me ajudar com os relatórios. Você o viu?
Acenei negativamente. Eu estava calculando minhas chances. Com a Weasley imprestável morta, o Lorde das Trevas ficaria intratável durante algum tempo.
-Quer que eu cuide desta também, ou não? – voltou a perguntar o ex-professor de DCAT. Ele parecia cansado, entediado, e prestes a sair da sala.
-Sim – disse quase sem pensar.
Se eu não assinasse os relatórios, poderia me livrar dos riscos. Parecia bom.
Lupin soltou as algemas, e o corpo despencou da parede com um baque surdo. Ele a pegou no colo, e abriu a porta. Estava quase fora da sala, quando se voltou e pegou um lençol branco sobre a mesa de interrogatório mais próxima. Olhou para mim.
-Me ajuda? –perguntou.
Joguei o lençol sobre o corpo. Mas as mãos e os pés balançavam comicamente. Eu não entendia o Ministro e o Lobisomem com essa mania de "respeitar os mortos". Eles estavam mortos, pelo amor de Merlin!
-Se vir o Skandinsky, diga que o estou procurando – mencionou.
Acenei e ele saiu.
Eu havia me livrado de mais uma.
N/A: Bem, eu tinha prometido para mim mesma que iria postar esse capítulo (por ser um capítulo mais curto) no domingo passado. Mas, devido a um incêndio, a cidade ficou sem eletricidade, internet e torre de celular por várias horas (e sem água também, mas acho que isso foi só por sacanagem) e eu não consegui.
A Internet só foi regularizada hoje, por isso corri para atualizar. Espero que gostem.
Pelas reviews lindas que eu recebi, gostaria de agradecer à:
Mary Weasley: OI, Mary, é claro que eu vou terminar. E, que bom que ficou presa à trama. O próximo capítulo está quase pronto, então acho que vou conseguir postá-lo em breve. Obrigada pela review. Bjos.
Nat King: Pode até ser nonsense sonhar com To Hell – mas sua review me deixou mega feliz. Quando escrevo, vou vendo (literalmente visualizo) as senas se desenrolando bem na minha frente. Saber que alguém é capaz de fazer o mesmo, tendo em mente apenas aquilo que eu escrevi, é o máximo! Agora, preciso dizer que nada me deixa de ego mais inflado que suas reviews! Passei uma manhã inteira, depois de ler sua review linda, cantarolando uma musiquinha escrota que eu mesmo inventei e que consistia em um único verso "eu sou Sidney Sheldon lálálá"! [LOL 285xx]
Mas, falando sério agora, sempre vi o nível de tensão nessa fic como mediano e amador. Sempre foi minha intensão fazer dela um pouco mais tensa do que MAA. Mas, depois de reler os primeiros capítulos, achei sinceramente que havia falhado. Mas saber que vc acredita que pode até queimar calorias (uhuuuuuuul) de tensão...isso é muito mais do que eu esperava. Tomara que escrever queime ainda mais... LOL...
De verdade muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuiiiito obrigada pelas suas reviews. Elas me fazem, mais que tudo, querer ser escritora! E, em sua homenagem, vou tentar postar o próximo capítulo mais cedo! Sábado! - Promessa! Bjo-Bjo.
Renata K: Pode respirar beeeem fundo que ainda tem muito mais para acontecer. Kkkk Ah, e preserve as unhas sim! Sim, o bebê da Ginny é também filho de Tom Riddle. E não, nada de mal vai acontecer com o Scorpius. Pelo menos nada que eu JÁ tenha planejado. (muahahahahaha) Estou planejando atualizar no próximo sábado...minha parte favorita da fic toda está chegando! Bjuxx e obrigada pela review linda!
As Liz: Sim, eu voltei! Kkkkk E sim, eu também não gosto do Harry nessa fic (apesar de que sou eu que escrevo e poderia fazer dele uma pessoa decente). Fico super animada que vc esteja esperando pelo próximo capítulo... me faz querer escrever mais rápido! Bjão e muito obrigada pela review!
Isa Potter: Acho que vc foi a única a gostar mais do "Harry Mal" – e isso me surpreendeu. Sempre pensei que todo mundo ficaria feliz em descobrir que não havia sido Harry quem havia abusado da Ginny! Tanto que, quando li sua review, considerei seriamente voltar a fazer do Harry um párea. Mas isso comprometeria o final da fic!1 Ainda não sei... Mas obrigada pela review! Bjo-bjo.
WeasleyBR: É, eu finalmente consegui postar capítulo novo! Depois de um ano, tomei vergonha na cara. E vou continuar. O próximo capítulo vai demorar menos, com certeza. Obrigada pela review. Bjuxx
É isso. Beijos a todas.
Angel.
