A garota dos Winchester

by Karol Freitas


Disclaimer: Infelizmente Supernatural não me pertence mas eu posso sonhar com o Dean.

Sinopse: Se você pudesse conhecer seus ídolos o que você faria?

Shipper: Dean/Sam/Self Inserction

Avisos: Fic Slash! Homossexualismo e Heterossexualismo. Conteúdo adulto!

Beta: Eu mesma. Meus erros.


Capitilo XV – O Parecer do Fim

Pov Carol

– O que isso significa? – Gritei irritada e magoada.

Como eles puderam esconder isso de mim?

– Bom... Você é uma mediadora. Pode ir de mundo em mundo. Porem é necessária muita energia e um portal. Talvez um ritual possa te mandar para casa, sem complicações maiores. – Castiel explicou pacientemente para mim, talbez tentando amenizar as coisas.

– Como isso é possível? – Eu ainda não acreditava nisso.

Porque logo eu? Eu não estava feliz e nem triste, estava no maximo dividida.

– Sua alma é muito antiga e elevada. Provavelmente deve ter reencarnado muitas vezes. Uma alma muito iluminada.

– Não me sinto tão... Abençoada assim... – Falei sarcástica. Não consegui evitar uma risadinha.

– Eu tenho certeza que é. O Bob vai nos ajudar assim que chegarmos a casa dele. – Castiel voltou a falar, com uma nota de tristeza no olhar.

– Então, é isso? Vou para casa? – Falei confusa.

– Não era isso o que você queria? – Sam se pronunciou pela primeira vez na noite.

Olhei para ele, era melhor não ter visto aquele olhar de abandono e tristeza. Abaixei a cabeça.

– Eu não sei... Nunca soube e acho que nunca vou saber. Sempre foi assim, e Sinceramente, não sei o que fazer. – Sussurrei quase chorando.

Deitei na cama encarando o teto, sem dizer mais nada.

– Você vai ter tempo pra pensar, em trinta minutos saímos. – Dean disse virando as costas e levando Sam com ele.

Fiquei em silencio por alguns minutos. Eu realmente não queria ir embora, entretanto aqui, esse mundo cheio de demônio e monstros não era o meu lugar, infelizmente.

– Eu sinto muito. – Castiel se sentou ao meu lado, afagando meus cabelos.

– Eu também não queria que você fosse embora, não se preocupe com Dean, ele apenas não quer mostrar que está triste. No final, apenas sua decisão que conta. É a sua vida.

– O que você faria? – Perguntei desolada.

– Eu não posso decidir por você, querida. Mesmo querendo que você fique apenas quero o melhor para você. Se você ficasse, estaria sempre cansada, sem energia. Você viveria o resto da vida dependendo de outras pessoas? – Ele perguntou sincero, e eu já sabia minha resposta. Estava na hora de em frente.

– Obrigada. – Levantei e dei um beijinho no canto de sua boca, ele sorriu pra mim. – Se não quiser me ver sem roupa é melhor se virar. – Ele apenas deu um sorrisinho. – Ok, afinal você salvou minha vida, não é? – Me virei, peguei minhas roupas e comecei a me trocar de costas.

– Me ajuda a colocar o sutiã? Fecha pra mim? – Apenas o senti atrás de mim, em um segundo suas mãos estavam deslizando demoradamente pelas minhas costas, fechando finalmente o sutiã.

– Obrigada. – Coloquei a camiseta e vesti um short. Já estava pronta. Recolhi o resto das minhas coisas pelo o quarto.

Sentei na cama esperando o tempo passar.

– Então, como é ser um anjo? – Perguntei fingindo tédio.

– Ser anjo é chato e tedioso, apenas obedecer a ordens. Agora, ser um anjo caído é mais interessante, sentimentos, escolhas, ter um corpo, relações com humanos, amizade, sexo... – Ele falava sorrindo mais a cada palavra dita.

– E desde quando um anjo pode ser tão safado? – Perguntei fazendo piada. Eu ainda não tinha me esquecido do sonho.

– Desde que eu sinto o que todos os humanos sentem. No começo, era muito confuso. Agora, não é mais. Pra mim é bem claro. – Ele falava mansamente enquanto se aproximava da cama, de mim. Se deitando em cima de mim.

– Eu acho que você fica muito tempo com o Dean. Mas essa cantada foi muito original. Pode ter certeza. – Falei rindo.

Eu devia estar brava e gritar com ele, mas era difícil fazer isso olhando para ele, tão sincero e bonito. Ele me fazia sentir bem.

– Não seja maldosa. – Ele me apertava mais forte, ficando entre minhas pernas, beijando meu pescoço, roçando seu corpo no meu.

Eu apenas senti suas caricias, apenas por um momento me deixei relaxar.

– O que está acontecendo aqui? – Dean entrou furioso no quarto.

Ignorei a pergunta, olhei o para o anjo. Ele entendeu tudo. Saiu de cima de mim e pegou as minhas coisas.

– Já estamos prontos, papai. – Revirei os olhos com impaciência e sai porta a fora encontrando Sam parado do lado de fora.

– Sam! – Sorri para ele e lhe dei um abraço apertado.

– Hei, pequena! Espero que você não tenha feito nada de errado, hein!? – Ele falou baixinho e gentil, como sempre. Acariciando minhas costas suavemente.

– Eu não fiz nada de errado. Eu nunca faço. – Pisquei os olhos inocentemente.

– Sei, claro... – Ele disse desconfiado.

Fomos para o carro.

Depois de alguns minutos já estávamos na estrada rumo a casa do Bob.

–x-

Olhei para o lado, Dean, que dirigia o carro parecia irritado, muito irritado.

Aquilo só me fazia querer sorrir. Era a realização de um sonho. Quem diria que um dia, Dean Winchester estaria com ciúme de mim? Ou do Cass, vai saber.

– Deannn... – Falei tentando chamar sua atenção. Ele me ignorou. Olhei pra trás, Sam e Cass me incentivavam apenas movendo a cabeça. – Dean!

– O que foi! – Ele resmungou alto. Era realmente adorável.

– Desculpa. – Disse apenas isso. Bem, isso parecia ter chamado sua atenção.

– Pelo o que? – Ele perguntou confuso. Eu sorri para ele.

– Por qualquer coisa que eu tenha feito. E se eu peço desculpas quer dizer que eu me importo o suficiente com você, apesar de eu não ter feito nada errado.

– Hum... Tudo bem. – Ele disse voltando sua atenção à estrada, sem expressão nenhuma, indecifrável.

– Só isso que você tem a dizer?

– E o que eu devia dizer? – Ele disse entediado.

– Alguma coisa tipo: "Eu também quero pedir desculpa por ter sido um idiota! Eu me importo com você também!". Que tal? – Falei sarcástica. Irritada.

– Eu também quero pedir desculpa por ter sido um idiota. Eu me importo com você também. – Ele falou sem emoção.

– Ok. – Eu disse, desistindo de qualquer diálogo com ele.

Se ele não quer saber das minhas desculpas, eu é que não iria ficar implorando.

O carro caiu no silencio de novo, eu sentia o olhar deles sobre mim não me importando. O resto da viajem foi assim, no completo silencio.

–x-

Finalmente chegamos à casa do Bob e nem tinha percebido quanta saudade eu estava daquela casa e do Bob também.

– Bob! – Falei animada, o abraçando.

– Calma, eu já sou um senhor de idade! – Ele disse encabulado. Eu sorri pra ele.

– 'Tá! Já chega disso. – O loiro cabeça-dura resmungou. – E o ritual? Encontrou algum?

– Sim. Ele deve ser feito hoje a meia-noite. Já temos tudo o que precisamos. É só preparar. – Ele falou um pouco desanimado.

Olhei para os quatro na sala. Todos pareciam tristes de alguma forma. Eu tinha a expressão que eu iria começar a chorar a qualquer momento.

– Bem, acho que vou descansar antes do ritual. Depois falo com vocês. – Me virei antes que eles pudessem falar alguma coisa e subi as escadas tentando não correr.

Entrei no quarto e encostei a porta.

Respirei fundo. Eu não iria chorar. De jeito nenhum.

Tirei a roupa e deitei na cama, suspirando longamente. Fechei os olhos.

Deitada na cama, eu não sabia ao certo quanto tempo tinha passado.

Eu estava dormindo, aquele sono sem sonhos, apenas um escuro total, confortável e seguro. Era o que eu precisava mas talvez aquelas mãos que eu sentia me segurar e deslizar de forma agradável por meu corpo não fizessem parte do meu sono.

– O que vocês estão fazendo? – Perguntei de olhos fechados.

Sentindo beijos no meu pescoço e coluna. Seus corpos estavam se movendo lentamente sem realmente ultrapassar o limite invisível que eu tinha imposto.

– Nos despedindo... Da melhor forma que eu possa pensar. – Dean sussurrou no meu ouvido, me mordendo lentamente.

Suspirei de prazer. Eu estava no céu.

Abri os olhos.

Sam estava de frente pra mim, serio, realmente serio pela primeira vez desde que eu cheguei aqui, há quase uma semana atrás. Parecia que tinha sido há tanto tempo atrás que eu nem acreditava.

Ele segurava minha cintura com suas mãos grandes e acariciava meu rosto, era tão terno que me fazia querer chorar.

Era isso que eu iria deixar para trás. Agora, como ir embora e viver sem eles?

Toda minha vida parecia vazia, sem significado comparado com tudo o que eu tinha vivido esse pouco tempo passado junto a eles.

Fechei os olhos antes que realmente começasse a chorar.

Ele me beijou. Solucei e abri a boca, recebendo seu beijo. Aquele abraço duplo ficou mais apertado, e eu só sei que chorava no meio daquelas mãos que me consolavam e me seguravam.

Meu sutiã foi tirado delicadamente, senti beijos por toda a coluna, mãos que desciam até minha calcinha, que foi retirada também.

– Nos deixe te amar pela a ultima vez, do jeito que você merece. – Dessa vez foi Sam que falou comigo.

Abri os olhos. Ele parecia receoso, quase com medo, talvez achando que eu fosse rejeita-lo.

Dean estava atrás de mim, sem dizer nada apenas acariciando minhas costas e esperando minha resposta.

– Ok. – Eu sussurrei baixinho, tímida e sensível pela primeira vez na minha vida.

Era a primeira vez que eu sentia tal sentimento, parecia que eu já tinha perdido- os, para sempre.

Dean levantou e sentou na cabeceira da cama, colocando minha cabeça em seu colo, fazendo um carinho nos meus cabelos e me beijando profundamente, daqueles beijos que te faz sair de orbita.

Senti os beijos do Sam descerem pelo meu pescoço em direção a meus seios, deixei um gemido escapar no meio do beijo. Abri meus olhos molhados pelas lagrimas, Dean me observava fixamente depois de parar de me beijar. Ele parecia arrasado. Talvez ele não quisesse me mostrar isso desde o inicio. E eu nunca pensei que algum dia fosse deixar alguém me conhecer também assim. Eu queria chorar de novo. Eu o puxei pelo cabelo sussurrando em seu ouvido.

– Eu te amo.

– Eu te amo também. – Ele disse sem hesitar. Tão sincero e seguro. Do jeito que o amor deveria ser.

Ele me beijou de novo passando suas mãos pelos meus cabelos descendo para meu pescoço enquanto Sam continuava sua exploração, passando pelo meu abdômen e barriga. Ele deslizou suas mãos pelas minhas pernas e subiu para as coxas e finalmente na minha vagina, abrindo lentamente enquanto olhava para mim, pedindo permissão.

Eu apenas fechei os olhos e gemi quando ele acariciou meu clitóris suave e lentamente, fazendo uma massagem que eu nunca achei que fosse receber.

Eu me sentia estranha gemendo feito uma atriz de filme pornô. Sam intensificou suas caricias, aplicando mais pressão e achando meu centro, enfiando seus dedos dentro de mim, me fazendo gritar.

Eu precisava respirar, então interrompi o beijo do loiro, buscando ar e gemendo, me contraindo.

– Sam... mais... mais... – Gemi olhando para o teto, totalmente embriagada.

– Mais? O que você ver? Pede. – Dean disse com aquele maldito sorriso de lado que me fazia querer gozar. Mas eu olhei para o Sam e disse pra ele.

– Me fode! – Praticamente gritei passando as mãos pelo corpo do loiro que estava atrás de mim, achando seu membro bem duro.

Virei à cabeça de lado e comecei a masturba-lo olhando em seus olhos, ele gemeu e jogou a cabeça para trás. Logo eu levei seu membro para a minha boca e lambi a cabeça intensa e lentamente, ouvindo gemidos mais altos, na verdade parecia grunhidos, era excitante.

Abocanhei o maximo que consegui quando senti algo bem grosso entrando em mim, gritei de dor e prazer tirando o penis do loiro da boca e fechando os olhos com força.

Eu não conseguia parar de gemer mesmo mordendo os lábios. Alcancei o membro do Dean e continuei de olhos fechados.

– Humm... Carol... É tão apertado e quente. – Sam gemia baixinho e entrava devagar.

E eu me perguntava desde quando comecei a masoquista. Ele se aproximou do meu rosto e perguntou baixinho sem parar o movimento.

– Estou te machucando? – Ele acariciava meu rosto suavemente, segurando minha cintura.

– Não... Hmmm... – Finalmente ele chegou ao fundo, atingindo um lugar que eu pensei que nem existisse. Eu gritei, ele começou a se mover devagar.

Eu sentia cada centímetro entrando e saindo. Ele saia completamente para entrar devagar e firme. Eu via estrelas.

Eu agarrei Sam nas costas e passei minhas pernas em sua cintura. Arranhando suas costas e gemendo, ele começava a ir mais rápido. Joguei a cabeça para trás, abrindo ligeiramente os olhos.

Dean nos olhava mordendo os lábios, visivelmente excitado, parecia apreciar o show. Continuei olhando pra ele gemendo. Eu estava quase chegando ao meu limite, eu não queria fechar os olhos e perder aquela visão, Dean se masturbando lentamente enquanto nos observava.

– Sam... Estou quase... – Eu não tiver oportunidade de terminar de falar, ele me deitou e se afundou mais em mim se é que isso é possível, foi mais fundo ainda, me fazendo gozar loucamente.

Agarrei os lençóis e gritei como se o mundo tivesse acabando, mais tarde eu iria ter vergonha do meu comportamento. E fiquei ali parada, de olhos fechados, gemendo e tremendo, tentando recuperar a respiração. Devagar Sam saiu de dentro de mim, se deitando ao meu lado, perto do Dean.

Depois de alguns minutos ouvi barulho de beijos estalados.

– Dean... – Sam gemeu baixinho.

Abri os olhos e olhei para trás. Dean continuava sentado perto da cabeceira da cama, Sam estava em seu colo, cavalgando forte e rápido. Fiquei fascinada.

Era incrível observar aquilo, a expressão submissa e aberta do Sam, se entregando enquanto o outro segurava sua cintura ajudando nos movimentos e gemendo de olhos fechados.

Era tanta entrega da parte dos dois que eu poderia ficar olhando para sempre, mas talvez Sam precisasse de uma ajudinha, ele estava tão duro que devia estar doendo.

Me arrastei até ele e o masturbei enquanto ele continuava se movendo. Ele apenas abriu os olhos me olhando e segurando na madeira cama, desci minha boca pela extensão do seu membro relaxando a musculatura.

Olhei para cima, Dean também me olhava gemendo. Eu podia sentir, eles estavam quase gozando. Eu o masturbei mais rápido quando os dois gritaram quase ao mesmo tempo gozando. Fui buscar uma toalha e nos limpamos. Logo depois me deitei no meio deles finalmente dormindo.

– Boa noite. – Ouvi alguém dizendo, mas eu estava cansada de mais para responder.

Meu sono foi tranquilo e sem sonhos.

–x-

Depois de algumas horas senti alguém me chamando, na verdade era mais uma energia. Cass.

– Carol, preciso falar com você. – Eu abri os olhos.

Estava com um vestido branco, no meio de um campo cheio de flores. Castiel estava na minha frente, tão sereno e lindo como sempre.

– Cass? O que estamos fazendo aqui? – Perguntei confusa.

– Tenho que te dizer uma coisa. Se você realmente quiser ir embora, vai ter que desejar realmente ir, não pode vacilar. E tem outra coisa. O tempo é diferente nas duas dimensões, aqui passa bem mais devagar. – Cass falou serio e compenetrado. Eu suspirei e olhei para o céu.

– Eu sei. – Falei olhando para baixo. – Não sei se quero ir embora. Aqui parece meu lugar, mas não é.

– Eu entendo. – Ele disse segurando minhas mãos. Olhei para ele triste. – Porem é necessário. Se ficar aqui você poderá morrer.

– Ok. Vou me esforçar. – Tentei passar confiança na resposta.

– Muito bem. Tudo está pronto. Está na hora de acordar.

E no momento seguinte eu estava acordando e vendo os irmãos dormirem, cada um de um lado de mim, me abraçando forte como se eu fosse fugir. Bem, eles estavam certos.

– Sam, Dean. – Falei alto chamando a atenção deles. Lentamente eles se levantaram me olhando. Eu os encarei seria.

– Está na hora. – Assim, sem dizer mais nada nos trocamos e descemos as escadas.

Castiel e Bob nos esperavam na sala com o ritual completo.

– Então acho que é isso. – Disse olhando para todos na sala, já sentindo saudade. – Hora de ir. – Dei um abraço rápido nos quatro e fui para o centro do circulo.

Eles me entregaram uma folha com um encantamento em latim e por incrível que pareça eu sabia ler perfeitamente.

Per vires mihi commíssa, invoco ostium transire inter Mundi. Placent patefacio sursum *. – Assim que eu falei as palavras, o portal se abriu, um buraco com um brilho branco se abriu na parede e eu estava pronta para ir, infelizmente.

Antes de entrar olhei uma ultima vez para eles, principalmente para o Dean. Lagrimas escorriam de seus lindos olhos verdes. Respirei fundo e atravessei o portal, era necessário.

De repente, eu estava no mesmo lugar que eu tinha parado antes de tudo aquilo acontecer. Foi quando eu me permiti chorar. Peguei o material da faculdade que estava jogado no chão e fui andando para casa. Andando e chorando. Abri a porta e fui atacada com um abraço que me fez perder o ar.

– Graças a deus!

– Guilherme? – Perguntei olhando para ele. Meu melhor amigo. Loiro e lindo.

– Onde você estava? Você sumiu por três meses! Depois que você ficou vinte e quatro horas sem me ligar entrei em desespero. Você sempre me ligava de três em três horas, ai no mesmo dia vim te procurar, aqui, na sua casa, mas você nunca aparecia. Então eu tomei conta das coisas. Espero que você não se importe. – Eu olhava para ele surpresa e feliz.

Eu não pensei que ele se importasse tanto assim comigo.

Talvez estivesse na hora de eu viver na vida real e deixar a ficção de lado.

– Eu... Se eu te disser que eu estava perdida e que agora me encontrei. Você acreditaria? – Perguntei chorando e rindo ao mesmo tempo.

– Eu não sei, mas que roupas são essas? – Ele comentou sorrindo. Eu me olhei. Estava com um short curto e uma regata preta.

– Por quê? Não gostou?

– Não, na verdade está... – Ele dizia parando no meio, meio encabulado.

– Está...?

– Sexy. – Eu sorri. Me aproximei e beijei suavemente seus lábios.

– Obrigada, por tudo. – Falei depois de soltar seus lábios. Ele sorriu pra mim.

Acho que eu iria gostar dessa nova perspectiva.


* Pelos poderes a mim concedidos, invoco um portal para a travessia entre os universos. Por favor, se abra.

...

Bem, chegamos ao final da historia. Tenho que dizer, foi muito especial para mim, aqui encontrei amigas e novas inspirações. Eu realmente espero que vocês tenham gostado de estar aqui tanto quanto eu gostei.

Agradecimentos especiais a Bianca Winchester, que me incentivou durante todo o caminho, e sinceramente eu nem teria terminado a historia sem ela, e a Viola Black também que foi uma fofa com seus cometários!

Fico por aqui com o sentimento de missão cumprida, no entanto ainda virão vários outros desafios pela frente. Até a próxima!