Covarde

- Gai-sensei! Vamos dar pelo menos uma volta. - O homem disse animadamente ao seu mentor.

- Mais tarde, Lee. Podemos só tomar chá por um momento? - Gai, em sua cadeira de rodas, serviu o chá. Lee não se importou.

- Claro, sensei.

- Onde está Tenten?

- Onde você acha? Faz quatro anos hoje. - Gai sabia. Uma leve dor passou por seu peito.

- Ah. E você não foi por quê...?

- Eu não vou substituí-lo, sensei.

- Claro que não. - Ouvir aquilo fez o estômago de Lee dar um pulo. - Você está desonrando seu nome, Rock Lee.

Outro pulo.

- O quê?

- O Lee que conheço não é covarde.

- É, tem razão, sensei. - Lee tomou o chá em um só gole e deu um grande sorriso ao mestre antes de sair.

Gai olhou pela janela. Lee ainda tinha o que aprender, mas ele ainda estava ali. O restante era lembrança.


Tem surpresas sobre o arco do Lee ainda. Esse é só o começo. E sim, eu concordo com a morte do Neji. Foi nobre. Não vou revivê-lo, porque ele ficou eternamente livre e isso é lindo.

Beijos de Luz