Lynne Graham
Adaptação.
Personagens pertencentes a Lynne Grahame Stephenie Meyer
Historia pertence a Lynne Graham.
Capítulo 9
Passou um bom momento antes que Bella e Emmett deixassem de fazer-se perguntas um ao outro à toda velocidade.
― Não conheço seu marido pessoalmente, mas nos falamos por telefone. Edward contratou os serviços de vários detetives para que me encontrassem. Pelo visto, falaram com toda as pessoas que tinham me conhecido e em um dado momento um de meus professores do colégio mencionou que eu sempre dizia que queria ir para a universidade estudar biologia marinha.
― Sim, recordo-me perfeitamente.
― Agora, estou terminando o doutorado, mas o estou fazendo enquanto trabalho em um projeto no estrangeiro e os detetives não puderam me encontrar até anteontem. Vim tão rápido quanto pude.
― Ainda não posso acreditar que esteja aqui ― maravilhou-se Bella.
― Deveria ter voltado para casa faz muito tempo para me assegurar de que estava bem ― desculpou-se Emmett.
― Papai não teria te deixado entrar.
― Quero que saiba que, quando fui embora eu telefonava freqüentemente, mas ele nunca me deixava falar com você.
― Não tinha nem idéia de que tivesse ligado.
― Inteirei-me da morte de mamãe um ano depois do acontecido e foi por acaso, falando com um colega do colégio ― acrescentou Emmett pesaroso. ― Senti-me muito culpado ao me dar conta de que não tinha podido me despedir dela ao não ter tido a coragem de enfrentar o papai.
― Mamãe sentia sua falta, mas era feliz de que tivesse sua própria vida. Se tivesse chegado a se enfrentar diretamente com papai, a teria destroçado.
Emmett assentiu.
Naquele momento, chegou a babá de Anthony e Emmett tomou o seu sobrinho nos braços e sorriu encantado.
― Tenho em meus braços o futuro rei...
Bella e Emmett comeram juntos no luxuoso apartamento composto por várias suítes que Bella ocupava no palácio.
Depois do almoço, Emmett foi conhecer Edward e para preparar-se para a festa de despedida de solteiro que ia ter lugar àquela noite. Enquanto, ela se reunia com um montão de mulheres da família do príncipe, entre as que se encontravam outra irmã, umas tias avós, várias tias, e inumeráveis primas.
Durante toda à noite, escutou como todas se desfaziam em elogios para seu marido e esperou, em vão, que alguma lhe falasse de uma mulher chamada Tanya.
Quando foi para a cama, consciente de que ainda faltavam muitas horas para voltar a ver o Edward, não pôde evitar perguntar-se se continuaria zangado com ela.
No dia seguinte, assim que amanheceu, levaram-lhe um delicioso café da manhã à cama e não tinha feito mais que terminá-lo quando sua cunhada Alice foi procurá-la para conduzi-la à parte mais antiga do palácio.
― A noiva recebe agora todo tipo de tratamentos de beleza ― Alice explicou encantada. ― Deve relaxar e desfrutar. Isso será fenomenal.
O palácio Ahalmet, que parecia uma fortaleza por fora, por dentro era um enorme labirinto composto por amplos corredores e tranqüilos pátios. Tinha vários minaretes e preciosos jardins e os edifícios estavam unidos através de escadas de pedra e passarelas aéreas.
Alice a conduziu a um antiqüíssimo banheiro que tinha formado parte do harém do palácio em tempos remotos. Depois de deixá-la um momento em uma sauna, apareceram duas terapeutas que lhe administraram um fino filme de algas por todo o corpo.
― É muito bom para a pele ― disse-lhe sua cunhada.
Bella riu ao imaginar o que diria Edward se a visse convertida em um monstro marinho. Entretanto, era verdade que, quando lhe tiraram a máscara seca, sua pele estava mais suave que nunca.
Continuando, lavaram-lhe o cabelo com um preparado de ervas e a esteticista do palácio lhe fez uma máscara facial, depilou-lhe as sobrancelhas e a deleitou com muitos outros tratamentos de beleza.
Bella perguntou a Alice como podia entrar em contato com Edward e Alice lhe explicou que somente por telefone, assim Bella lhe escreveu uma mensagem de texto ao celular.
«Desculpe-me».
Em suas acomodações particulares, Edward recebeu a mensagem enquanto lhe davam uma massagem e ligou imediatamente para sua mulher.
― Isabella...?
― Ontem me zanguei muito, mas não deveria ter gritado.
― Não, equivoca-se. Vê-la tão furiosa me tem feito pensar que vou investigar o que me disse ― respondeu Edward.
Encantada de que, por fim, Edward a apoiasse, Bella se sentiu incrivelmente aliviada, mas decidiu insistir.
― Edward, eu quero que acredite em mim porque confia em mim e não porque tenha feito investigações.
― Hoje nos casamos e a asseguro que agora mesmo não estou pensando nas investigações a não ser em você.
― Ah, sim? E o que está pensando exatamente?
― Em como vou fazer amor com você esta noite.
Bella abriu os olhos surpresa diante essa confissão e sentiu um uma pontada de desejo entre as pernas.
― Surpreende-me porque não voltou a me tocar desde antes de que Anthony nasceu.
― Isso foi uma amostra de respeito! ― defendeu-se Edward.
― Tão culpado se sente pelo que aconteceu no castelo naquele dia?
― Não... De fato, penso naquilo constantemente ― admitiu Edward. ― Lembro perfeitamente de nossa paixão...
― Isso eu gosto ― respondeu Bella com o coração pulsando rapidamente.
― Pois me frustra, mas esta noite, por fim, poderei me ressarcir de quase um ano de duchas frias.
― Um ano? ― surpreendeu-se Bella. ― Está me dizendo que... Ou seja, que... Que não se deitou com nenhuma outra mulher depois?
― É óbvio que não.
Encantada, Bella apertou com tanta força o celular, que se surpreendeu de que não se quebrasse.
― Isso eu gosto ainda mais ― respondeu. ― Por certo e mudando de assunto embora este eu adoro, queria lhe agradecer por ter trazido meu irmão. Foi o presente mais maravilhoso que poderia ter me dado.
― Me alegro de que te tenha gostado da surpresa ― sorriu Edward. ― Bella, tenho que deixá-la, meu pai está me esperando ― despediu-se.
Bella desligou o telefone.
Edward não tornou a se deitar com uma mulher desde que tinha compartilhado com ela aquela maravilhosa paixão. Aquilo a fez sentir incrivelmente especial e, pela primeira vez, teve a sensação de que aquele homem era dela.
Depois de comer, tirou uma pequena sesta e, quando despertou, organizou-se em torno dela um revôo de atividade incrível.
Voltaram a lhe lavar o cabelo até que a água saiu completamente limpa, inundaram-na em um banho de essências florais e lhe massagearam o corpo inteiro com óleos maravilhosos.
Enquanto a penteavam, fizeram-lhe as unhas nos pés e nas mãos desenhos de henna que simbolizavam felicidade e saúde. Para terminar, uma maquiadora profissional se fez responsável pelo seu rosto.
Continuando, entregaram umas meias de renda e uma combinação de seda de toque sensual. Foi a única roupa íntima que lhe deram. Quando a vestiu atrás de um biombo, diante as risadas das presentes por seu excesso de pudor, mostraram-lhe alguns impressionantes sapatos ornamentados com pedras e, por fim, ajudaram-na a vestir um fabuloso vestido de pedraria em tons azuis.
― Está impressionante ― disse Alice sinceramente enquanto as demais mulheres ali reunidas faziam comentários igualmente positivos e aplaudiam encantadas.
Bella se olhou no espelho e realmente gostou do que viu porque tinha adquirido uma aparência muito exótica.
― Chegou o momento de que a noiva recebe seus presentes ― anunciou-lhe Alice quando chegaram várias caixas.
― Não tinha nem idéia de que iriam me trazer presentes. Eu não comprei nada para ninguém ― lamentou-se Bella.
― Você deu ao príncipe o melhor presente que lhe podia dar: um filho ― comentou uma mulher mais velha. ― Proporcionou um príncipe herdeiro no primeiro ano de casados. Isso é todo uma bênção.
Bella observou como da primeira caixa tiravam uma coroa de ouro e sua cunhada a colocava com grande cerimônia.
― Isto é presente direto de meu Sogro. Pertenceu a Esme, sua primeira mulher, da que ele estava profundamente apaixonado e que morreu ao dar a luz a Edward.
Também deram de presente um colar de esmeraldas com bracelete e brincos a jogo.
― Este é o presente de meu Cunhado ― esclareceu Alice. ― Desenharam-no especialmente para você. É óbvio que meu irmão a adora.
Bella baixou o olhar e, nesse momento, outra mulher se aproximou de Alice e lhe disse algo no ouvido.
― Tanya diz que chegou o momento ― anunciou Alice.
Bella só ouviu «Tanya diz». Imediatamente, seus olhos Chocolate se fixaram na atraente mulher que tinha diante de si. Certamente, era incrivelmente bonita. Tinha olhos Verdes, pele da cor do mel e uma preciosa cabeleira de cachos loiros.
― Ficou lívida... não fique nervosa ― disse-lhe sua cunhada interpretando mal seu mal-estar.
Bella se apressou a dizer-se que certamente Tanya era um nome comum naquele lugar e que aquela mulher não tinha por que ser a Tanya de que Edward estava apaixonado.
O vestíbulo central do palácio estava cheio de gente esperando-a. Enquanto passava entre a multidão, Bella viu seu irmão, que sorriu satisfeito e, no final, viu Edward, embelezado com um espetacular uniforme militar negro e escarlate, com uma espada que pendurava a um lado. Estava magnífico.
Quando chegou a seu lado, Edward a segurou pela mão e o responsável religioso passou a celebrar o casamento em árabe e em inglês.
― Agora vai conhecer meu pai ― anunciou Edward ao terminar a cerimônia.
Efetivamente, a seguir conduziu sua esposa para uma sala privada onde os esperava o rei Carlisle, que se mostrou ser um homem alto e corpulento, de rosto muito sério.
Através de Edward, porque o rei não falava inglês, o monarca disse a Bella quão contente estava de que seu filho a tivesse escolhido como esposa porque bastava olhar seus olhos para dar-se conta de que era uma mulher de grande coração e lhe agradeceu por ter dado a luz a Anthony, que teria que ser a alegria de sua velhice.
Bella aceitou o elogio encantada e, continuando, dirigiu-se com Edward ao enorme salão onde ia ter lugar o jantar. Houve danças populares, leram-se poemas e os noivos beberam mel com água de rosas.
Antes de começar o jantar, Edward indicou a Bella que podia trocar de roupa e a conduziram a uma acomodação onde a esperava um lindo e muito mais cômodo vestido branco e uma tiara de pérolas.
Quando voltou a entrar no salão, Edward não podia afastar os olhos dela.
― Está linda ― confessou-lhe.
Depois do jantar, composta por todo tipo de pratos delicados e exóticos, apresentaram Bella a um montão de dignitários e pessoas notáveis do país e, em um dado momento, Bella observou um casal que estava brigando no fundo do salão e reconheceu a jovem que tinha visto umas horas antes.
― Quem é aquele casal ali? ― perguntou a seu marido.
Edward seguiu a direção de seu olhar e se esticou.
― São minha irmã de leite e seu marido ― respondeu.
― O que é uma irmã de leite?
― Quando minha mãe morreu, a mãe de Tanya me amamentou.
Bella empalideceu.
Então era ela, era a Tanya da qual Edward estava apaixonado. Bella sentiu que lhe formava um horrível nó na garganta e que os olhos lhe picavam.
Ao perceber seu mal-estar, Edward a pegou pela mão e a conduziu à pista de dança.
― Sei o que está pensando e, obviamente, temos que falar deste assunto, mas não é este o momento ― disse começando a dançar. ― Prometo que iremos logo e falaremos.
Enquanto dançavam, Bella não pôde evitar olhar Tanya em um par de ocasiões e se perguntou se Edward estaria se dando conta de quão mal estava passando.
Ao sair do palácio para subir em uma limusine que os estava esperando, os convidados se despediram com pétalas de rosa e arroz.
― Aonde vamos? ― quis saber Bella.
― Ao Zurak, ao palácio de meu avô ― respondeu Edward. ― Anthony chegará amanhã, não se preocupe. Agora que estamos sozinhos, quero falar com você.
Bella sabia perfeitamente do que ia falar e baixou o olhar. Ao Edward não gostava de nada em ter aquela conversa, mas sabia que era necessária, assim tomou ar e se lançou.
― Faz um tempo que lhe disse que estava apaixonado por outra mulher.
Bella se encolheu de ombros.
― E? ― respondeu sorrindo e dizendo adeus às pessoas congregadas para despedi-los.
― Tal e como agora sabe, referia-me a Tanya.
Bella ficou tensa.
― Não deveria ter lhe dito isso.
― Não aconteceu nada, é impossível que soubesse então que iria se casar com uma mulher com uma memória de elefante ― tentou brincar Bella a beira das lágrimas.
― Não deveria ter lhe dito isso, porque me dei conta de que jamais a amei ― acrescentou Edward. ― Não estou apaixonado por ela e nunca estive. Pensei muito neste assunto e cheguei à conclusão de que simplesmente estava encantado.
― De verdade?
Mas por quem a tomava? Como lhe ocorria lhe dizer algo assim? Acreditava que era tola ou o que?
Bella tentou se colocar na pele de Edwrad e compreendeu que ele esteve tentando não dar importância ao assunto lhe contando uma mentirinha para não ter que admitir a cruel realidade, assim decidiu fingir e seguir a corrente.
― Não tem necessidade de voltar a pensar neste assunto. Jamais ― concluiu Edward.
― Não o farei ― prometeu Bella.
Um helicóptero os levou ao palácio de Zurak, situado em um oásis de palmeiras no meio do deserto que parecia uma miragem.
― Quando meus antepassados eram nômades, passavam o verão aqui. Meu avô conheceu minha avó aqui quando lhe levou água do poço. Apaixonaram-se imediatamente. Meu bisavô pediu a mão de minha avó a seu pai e se casaram ― riu Edward segurando sua mão. ― A vida então era muito mais simples que agora.
― Sim, desde que não fosse você que fosse tirar água do poço ― comentou Bella.
― Em todos os grandes poemas, retrata-se aos homens do Oriente como aos mais românticos do mundo ― informou-lhe Edward. ― Quero que saiba que não pude deixar de pensar em você desde que a conheci.
Bella pensou que aquilo tinha sido porque a desejava, não porque a amasse, mas mordeu a língua. Acaso Edward acreditava que tinha esquecido que cada vez que a havia tocado ele se arrependeu? Não se dava conta de que ela se lembrava de que lhe tinha proposto casamento porque se sentia culpado por ter lhe tirado a virgindade?
Bom, agora suas vidas estavam em outro nível, casaram-se e estavam tentando que as coisas saíssem bem. Era óbvio que Edward era um homem inteligente e pragmático e estava tentando fazê-la sentir bem a seu lado. O cortejo e os elogios eram parte do espetáculo.
Bella se perguntou se importava realmente que fosse uma farsa da parte de Edward. Embora ele não a amasse, ela sim o amava e também queria que a relação funcionasse.
Em um pátio em que havia uma fonte no centro, Edward a tomou entre seus braços e a beijou lentamente, até fazê-la sentir excitada.
Agarrados pela mão, subiram por uma escada de mármore branco e, ao chegar diante de uma enorme porta, Edward tomou Bella em seus braços.
― Está linda com esse vestido... parece recém saída de um conto de fadas ― disse-lhe entrando no quarto e depositando-a em uma cama com dossel.
Ao deitar-se e olhar para cima, Bella viu que o teto estava pintado com todas as estrelas do universo.
― Que lindo ― suspirou.
― Sim, dessa cama se vê o mundo inteiro ― respondeu Edward desfazendo-se do casaco militar. ― Entretanto, temo que você não vai ter tempo de se fixar muito no mapa das estrelas até manhã pela manhã ― sorriu voltando a beijá-la.
― É uma promessa? ― disse Bella completamente excitada.
― Venha aqui...
Bella se levantou da cama e foi até ele, que lhe tirou delicadamente a tiara de pérolas, desceu o zíper do vestido, que caiu ao chão, e a abraçou por trás.
― Você é perfeita, alteza ― suspirou lhe acariciando os mamilos e fazendo-a estremecer de prazer.
Bella deixou cair a cabeça para trás e a apoiou em seu ombro, no momento que Edward aproveitou para beijá-la no pescoço.
― Alteza? ― repetiu Bella confusa.
― Princesa, minha princesa, minha linda princesa ― respondeu Edward. ― O título é presente de meu pai.
Edward estava lhe tirando a combinação de seda, que ao deslizar por sua pele ia deixando um rastro de paixão sem limites e Bella sentiu uma pontada de desejo que a fez estremecer, pois nunca havia sentido nada tão forte.
Não esperava por isso.
― Merece isso, você merece tudo isso e muito mais ― respondeu Edward com voz rouca. ― Passou muito tempo desde que eu entrei em sua vida, Aziz.
― Nem tudo foi ruim ― admitiu Bella.
― Tudo deveria ter sido bom ― disse Edward tirando a camisa.
Bella não podia se concentrar na conversa porque Edward havia tornado a depositá-la na cama e estava acariciando-a com tanto carinho, como se fosse uma deusa, que a cota de prazer era incrível.
― Esta noite é sua, para que aproveite ― disse Edward lhe lambendo os seios. ― Estou a seu serviço.
Bella sentiu que se derretia e, ao olhá-lo nos olhos, o coração começou a pulsar rapidamente. Vibrava-lhe todo o corpo e, quando Edward voltou a apoderar-se de sua boca e começou a percorrer toda sua anatomia com absoluta devoção, Bella compreendeu o que era fazer amor de verdade.
Edward deslizou sua língua por sua barriga e seus quadris, separou-lhe as pernas e se concentrou no centro de sua feminilidade, fazendo que Bella desfrutasse além do que jamais teria imaginado possível.
― Agora... ― disse-lhe segurando-a pelos quadris e introduzindo-se em seu corpo. ― Jamais havia sentido algo tão intenso...
― Oh, Edward... ― murmurou Bella com a respiração entrecortada.
Surpreendendo-a, Edward lhe deu a volta, colocou-a de joelhos e voltou a penetrá-la por detrás. Aquilo desconcertou Bella, que, entretanto, logo se deixou levar pela maravilhosa sensação de senti-lo dentro de si e se dedicou a aproveitar.
Juntos alcançaram um clímax explosivo e, quando Bella abriu os olhos, encontrou-se entre os braços de Edward, que a abraçava com força.
― Não quero me separar de você nunca. Que sorte tivemos que nos encontrar, Aziz.
Saciada e encantada, cheia de amor e de gozo, entretanto Bella estava perplexa ante um fato que tinha tido lugar enquanto faziam amor.
― Você usou preservativo? ― perguntou a Edward.
― Sim, não quero voltar a te deixar grávida.
― Mas como? Eu acreditava que aqui vocês gostavam de ter muitos filhos.
― Não poderia voltar a suportar vê-la dar a luz. Dá-me muito medo que lhe aconteça algo ― confessou Edward.
Bella sorriu encantada, pois durante semanas tinha acreditado que Edward a valorizava, sobretudo, por sua capacidade de lhe dar filhos e agora lhe acabava de demonstrar que não era assim.
― Isso é pelo que aconteceu a sua mãe? Alice me contou.
― Sim, eu não quis lhe contar nada enquanto estava grávida porque me pareceu de mau gosto.
Apesar de que o estava passando mal, tinha conseguido guardar seus medos para ele, não os tinha descarregado sobre ela.
Aquela prudência e aquele tato emocionaram sinceramente Bella, que agora que tinha compreendido que Edward se preocupou seriamente por sua saúde tinha decidido que queria ter, pelo menos, dois filhos mais.
― Esta é nossa noite de núpcias e a conversa está ficando muito séria, não? ― disse Edward beijando-a de novo.
― Você é sempre sério ― respondeu Bella.
― Durante estas semanas que vamos estar juntos, dará-te conta de que há outros aspectos de minha personalidade que ainda não conhece.
― Semanas? Vamos estar juntos várias semanas?
― Sim, seis para ser exatos ― sorriu Edward.
― Mas como? ― perguntou Bella encantada.
― Bom, parece-me óbvio que tem que aprender muitas coisas de protocolo e da história do meu país e, que melhor professor que eu? Tampouco estaria mal que aprendesse um pouco mais de árabe, não? Também posso lhe ensinar a dançar e a montar a cavalo...
― E eu serei uma aluna exemplar...
― Pois ainda falta o melhor! Pelas noites, você me ensinará o que gosta e eu lhe ensinarei o que eu gosto ― acrescentou Edward lhe acariciando de maneira inequívoca o quadril.
― Não sei se com todas essas atividades que tem preparadas para mim, eu vá ter forças... ― brincou Bella.
― Já arranjaremos tempo, Aziz. Embora nós tenhamos que ficar aqui para sempre.
_E ai o que acharam so tem mais um capitulo e acaba ...
-Obrigada pelas reviews, eu so nova nisso entao desculpa qualquer coisa -
_Bjos ... O Ultimo cap sera postado amanha ou talves ainda hoje vamu ver...
