Capitulo Oito.

Ginny sentiu-se completamente surpresa, pasmada e assustada para afastar-se, golpear seu noivo ou simplesmente... Retribuir.

Harry segurava seu queixo com delicadeza, pressionando seus lábios contra os dela, enquanto simplesmente a jovem continuava com os olhos esbugalhados em sua direção, sua face masculina ampliada varias vezes por estar tão perto.

Ao mesmo tempo, lembrava-se de que não era uma garota romântica, mas tinha suas crises. E todos os seus sonhos de um beijo romântico e encantado cheio daquele sentimento que explode no peito – ela não sabia definir -, esvaíram-se no mesmo segundo.

Não havia romance. Não havia encanto. Ela estava furiosa com ele e sem reação.

Harry sentiu uma imensa vontade de gritar com ela, ao mesmo tempo em que queria rir. Sua rebelde e intocável enfermeira não sabia beijar.

Então, aquele pequeno traço de inocência que via nela, ele pensou, realmente existia.

Teimosia e vulnerabilidade juntas? Hum...

Ele se afastou, tentando manter o semblante sério, mas quase gargalhou ao ver o olhar desesperado dela.

- Supõe-se que deva retribuir, enfermeira.

Ginny engoliu em seco e sentiu não só o pescoço começar a esquentar; seu rosto inteiro parecia em brasa pura.

- Já me beijou.

Sua voz saíra tão fina e baixa que Harry pensou se ela realmente tinha falado algo.

Ele ergueu uma sobrancelha e se arrumou na cama, apenas para se aproximar dela.

- Isso não foi um beijo.

- Claro que foi.

- Apenas encostei meus lábios nos seus.

- E isso não é um beijo? – ela franziu o cenho para ele. Estava chateada por tudo que ele havia falado de sua noiva para ela mesma, e por ele ter arruinado seu sonho de um primeiro beijo perfeito.

Claro que, ironicamente fora com seu noivo, mas, por favor! Agora, depois da atitude vergonhosa ele vinha dizer que aquilo não fora um beijo?

Harry balançou a cabeça.

- Definitivamente, isso não foi um beijo.

Ela tentou se levantar, mas ele não permitiu.

- Você não pode fazer isso! – ela grunhiu, tentando inutilmente esconder a tristeza e a vergonha em sua voz.

Ela se sentiu desnuda com o olhar que ele lhe lançou. Como se pudesse ver tudo e como se pudesse ler sua alma. De repente, ele abriu um sorriso que ela já estava começando a aprender o que significava. Aquele sorriso de conquistador descarado.

- Nunca beijou?

Ela sentiu as maçãs do rosto ficar púrpuras.

- E se nunca beijei? – ela o encarou desafiadoramente.

Ele ergueu uma sobrancelha, debochado.

- Nem mesmo seu noivo?

Acabo de fazê-lo!, Ela pensou desesperada tentando sair dali, mas Harry continuava a segurando. Mas ele acabou de dizer que isso não é um beijo. Por Deus, ele já acabou com meu sonho, agora me diz que isso não é um beijo?

Mas Ginny não soube o que responder. Se dissesse que nunca havia beijado nem seu suposto noivo que desonra sua noiva, seu noivo idiota iria desconfiar.

O que faria então?

- Ele... Não sabe beijar.

Harry pareceu aturdido com aquela resposta.

- Perdão?

- Ele não sabe beijar. – ela repetiu a mentira deslavada, corando ainda mais.

Harry não conseguiu evitar uma gargalhada, ainda que sentindo dor em seu corpo.

- O que é tão engraçado? – Ginny perguntou aborrecida. Sua face ainda estava corada de vergonha e humilhação, e aquele seu grau de chateação estava ainda elevado.

- Como ele não sabe beijar?

Ela deu de ombros.

- Não sabendo.

- Ele desonrou você... Mas ele não sabe beijar? Será que entendi direito?

Harry estava sendo debochado com ela, mas Ginny não estava interessada em sua lógica no momento. Só queria sair dali o mais rápido possível.

- Por favor... Deixe-me em paz... Você está me constrangendo... Já me beijou...

Ele sorriu, mas não era seu sorriso de conquistador.

- Eu não beijei você, enfermeira.

Ginny enterrou as unhas em seu braço quando ele aproximou-se dela mais uma vez. Ele pareceu não se importar. Segurou seu queixo com delicadeza mais uma vez e aproximou-se dela o suficiente para que seus narizes se tocassem.

- Agora – ele sussurrou. Ela não entendeu porque ficara tão arrepiada só de escutar sua voz. Talvez porque ela estava diferente... Mais rouca, melodiosa aos seus ouvidos. Ela não sabia explicar. – Eu vou mostrar para você o que é um beijo de verdade.

Ele aproximou-se mais uma vez e colocou seus lábios sobre os dela.

Ginny tentou realmente se afastar dessa vez, mas ele a segurava com apenas uma mão em suas costas, a puxando para si. A força que aquele homem tinha, mesmo doente, era assombrosa.

Também não foi muito fácil manter os olhos arregalados por muito tempo. Ela sentiu um carinho maravilhoso em seu pescoço, logo depois em sua nuca, e quando teve uma leve noção do que estava fazendo, seu noivo havia pedido gentilmente que ela entreabrisse um pouco mais os lábios. Sem pensar, ela assim o fez.

Ginny achou aquilo completamente estranho. Não só o fato de estar beijando seu noivo sem que ele soubesse quem era ela, ou pelo fato de estar chateada com ele, não. Era estranho pelo simples fato que um beijo era nojento, e definitivamente muito bom.

Ora, como uma coisa boa pode ser nojenta? O fato das línguas se tocarem e começarem uma dança era para ser nojento, mas foi apenas bom. Não... Muito bom. Aquilo a fazia se sentir desinibida, com uma estranha sensação de liberdade... Como se ela não quisesse acabar com aquilo nunca...

E seu noivo a provocava. Ela sentia suas mãos brincarem com seu pescoço, sua nuca, seu rosto. Ginny sentiu-se afobada, mas a única coisa que fez foi aprofundar o beijo.

Aquilo era beijar? Definitivamente, era terrivelmente bom.

Nojento e bom, quem poderia afirmar uma coisa dessas? Não ela.

Não era mágico e cheio de romance, como sempre sonhara – e sonhara com ele antes de saber que iria se casar com o próprio -, mas a deliciosa sensação de calor que tomava conta de si parecia ser ainda melhor que aquele romance todo. Ah, quem precisava de romance?! Ginny nunca soube o que realmente aquela palavra expressava, já que a lera somente em contos e ouvira em historias que sua ama contava a ela.

Mas Harry se afastou bruscamente e Ginny foi tomada pela realidade cruel. Beijara seu noivo. Era como uma vil traição a si própria.

- Ah, meu Deus! – ela gemeu baixinho, percebendo que sua respiração estava descontrolada. – Ah, meu Senhor!

Harry estava deitado no leito com os olhos fechados e uma expressão de dor.

- Harry...?

- Maldição. – ele gemeu com a voz entrecortada. – Você... Pegou... Em uma ferida.

Ela entreabriu os lábios, desentendida. A única coisa que rodava sua mente era "Beijei meu noivo... Beijei meu odioso noivo... Ah, meu Deus. Eu beijei e nem me casei ainda...".

Nenhum dos dois percebeu que Ginny o havia chamado pelo seu nome de batismo.

- Eu... Eu... – ela sentiu que voltava a corar, mas aquele calor que serpenteava seu corpo parecia não abandona-la. Deus do céu, beijara o comandante desprezível. – Boa noite.

Ginny tropeçou e cambaleou até o biombo, tendo certa dificuldade para arrastá-lo. Harry ainda estava resmungando atrás de si.

Ginny passou a mão pelo rosto, com uma estranha vontade de chorar, mas ao mesmo tempo, de rir como uma tonta.

Estava olhando para o chão enquanto caminhava com a rapidez de uma tartaruga quando trombou com alguém definitivamente com o seu dobro e o triplo de sua força, que vinha rápido.

A jovem perdeu o pouco de equilíbrio que tinha e teria se arrebentado no chão de terra batida se duas mãos fortes não tivessem segurado sua cintura.

Ela olhou para os pés, percebendo que não era de uma enfermeira, nem mesmo de uma enfermeira enorme. Timidamente, subiu o olhar, percebendo que o homem que a salvara era praticamente um gigante. Seus olhos cinzentos perfuraram os dela quando ela os encarou.

Ai, ai, ai, ai. Nada bom.

- Deveria olhar por onde anda, enfermeira.

Ela o encarou sem responder nada por um breve momento. O soldado ainda não a soltara. Parecia encantado com sua fisionomia, ainda que sua voz tivesse soado como uma geada. Uma voz grossa e que com certeza, intimava.

- Estava... Indo dormir. – disse com um sussurro. – Me desculpe, e obrigada.

Mas ele não a soltou.

- Você é quem está encarregada do comandante Potter, enfermeira?

Potter. Imediatamente ela conseguiu sentir o sabor dos lábios dele.

Balançou a cabeça, apavorada.

- Sim! – ela teve vontade de gritar. – Qual o seu nome, soldado?

- Malfoy. – ele tinha um sorriso cínico, mas ela o achou extremamente encantador. Ah, meu Deus, o que estava pensando?! – Meu nome é Draco Malfoy.

- Por favor, milorde. – ela sentiu os olhos rasos de lágrimas. – Deixe-me ir descansar.

Droga! Ela estava vulnerável, mas não podia evitar. Nunca tinha feito aquilo, nunca tinha beijado. Estava se sentindo perdida e desorientada. Como beijar poderia causar uma sensação dessas?

Draco Malfoy molhou os lábios com a pontinha da língua, antes de solta-la e sorrir.

- Claro. Boa noite, enfermeira.

Ela nem lhe desejou o mesmo. Abaixou a cabeça e correu para a tenda onde as enfermeiras descansavam.

Infelizmente, Mary estava acordada quando Ginny entrou como um vulcão.

- Meu Deus, parece que você passou pelo inferno. – Mary comentou enquanto se levantava. As outras mulheres já estavam dormindo. – O que aconteceu, Ginny?

Ela se sentou em sua cama e percebeu que suas mãos estavam tremendo. A cena do beijo dos dois passava a cada segundo, indo e repetindo, em sua cabeça.

- Eu estou bem. – sua resposta saiu trêmula.

- Sim, posso perceber. – ironizou a amiga, sentando-se ao lado dela. Ginny parecia à beira de um colapso nervoso. Estava vermelha como um pimentão. – Vamos, conte para mim. O que aconteceu?

Ela levou uma das mãos até os lábios e o tocou com a ponta dos dedos. Ainda podia sentir a pressão gostosa que os lábios dele fizeram sobre os dela. E seu gosto também, um gosto muito bom de menta.

Sentia a pele quente, e... Céus, seu lábio estava inchado?!

- Ai, ai, ai!

- Ginny?

Ela olhou aterrorizada para Mary.

- Potter... Beijou-me.


Os olhos incrivelmente verdes do comandante Potter perfuraram os de seu soldado quando este apareceu aos pés de seu leito. O semblante estava fechado e o cenho, franzido.

Mas Malfoy nunca tivera medo de Potter. Ambos tinham brigas desde a infância, então jamais se importou com o gênio tempestuoso dele.

Alias, a diversão de sua vida era provocá-lo.

- E então – Malfoy começou, com um sorriso cínico nos lábios. – Pensei que não pudesse trair a sua noiva.

- Do que está falando? – perguntou com um murmúrio furioso.

- Você sabe... a irmã de Charles Weasley está se guardando para ser sua garota inocente, pura e cabeça oca. Enquanto você fica beijando mulheres do mundo e camponesas destinadas a cuidar de sua saúde?

Harry já estava furioso com Malfoy pelo que vira, e a menção do nome de Ginny ajudara proporcialmente.

- Você espiona todas as pessoas que odeia, Malfoy?

- Algumas. – replicou com um sorriso sarcástico nos lábios finos. – Mas não estava espionando você. Apenas deduzi, pela reação da jovem e pelo seu olhar assassino agora que perguntei isso.

O comandante balançou a cabeça, desgostoso.

- Estou com vontade de mata-lo pelo modo que olhou a enfermeira, Malfoy. Acha que não a vi como a segurou em seus braços?!

Malfoy pareceu surpreso que ele soubesse, mas gostou de saber. Potter se apaixonando por uma camponesa?

- É uma jovem encantadora. Acha que esta à altura de enfrentar um homem, o que detesto, mas ainda sim, uma criatura notável.

- Então admite que a segurou com desejo de faze-lo? – quase rugiu. Draco deu de ombros.

- Claro que admito. A garota se chocou contra mim, não pude fazer nada senão segura-la. De qualquer modo, não estou casado e tampouco noivo, diferentemente de alguns libertinos.

Ele sorriu. Harry, se tivesse condições, teria pulado em cima dele.

- Fique longe daquela enfermeira, entendeu-me Malfoy?

Draco riu.

- Está falando sério? Homem, qual será o desgosto de sua família e de sua própria noiva ao descobrir que a trocou por uma camponesa?

- Entendeu-me? – ele gritou a ordem dessa vez. – É uma ordem de um oficial!

- Claro, entendi.

Mas Draco estava encantado pela figura da enfermeira. Isso, e o fato de que deixaria o seu inimigo furioso o fez pensar que não se afastaria dela, por mais ordens que Harry lhe desse.

Iria se aproximar daquela jovem.


- Então ele me segurou com tamanha força que não consegui soltar-me. – Ginny murmurou com os olhos rasos de lágrimas agora. – E me beijou.

Mary a encarou silenciosamente por um tempo.

- Ginny, não chore. – ela pareceu solidária. – Um beijo não é tão ruim...

Ginny começou a chorar. Mary assustou-se com sua reação.

- Oh, não é ruim. É maravilhoso. – ela fungou. – E nojento. – acrescentou. – Ele fez subir formigas pelo meu corpo.

- Mas... Então... Por que então é que está chorando?

Ginny gemeu antes de responder, limpando ás lagrimas que continuavam a cair.

- Porque eu gostei!

Mary piscou, a encarando aturdida por um momento. Deus do céu, quanto drama! Se sua amiga não estivesse num estado tão miserável, ela teria rido.

- Oh! – foi tudo o que disse por um momento. – Não pode deixar que isso aconteça de novo. Vai que você se vicia e...

- Ele me humilhou Mary. – ela retomou a choradeira. – Ela disse que não gosta de sua noiva, disse que não se importaria em deixá-la para viver comigo, disse que eu não era encantadora! – ela fungou. – Ele não gosta de mim, e disse isso na minha frente! E mesmo assim eu gostei quando ele me beijou!

Mary ficou com os lábios entreabertos por um momento.

- Ginny, ele não sabe que você é a noiva dele...

- Por isso mesmo! – ela escondeu o rosto entre as mãos. – Imagino que ele deve dizer isso a todas as mulheres que se aventura nessa guerra, enquanto eu era obrigada a ficar trancada dentro de casa... Esperando receber aquele monstro com o melhor sorriso no rosto!

Ela voltou a chorar. Mary suspirou. Ginny sempre fora uma jovem de fibra e nunca demonstrara ser alguém que se importava com o que outras pessoas pensavam dela, sempre encarou todas de frente. E no momento, ela não parecia nada disso.

- Querida, você nunca gostou dele. Agora que sabe que ele não respeita você, você deve estar gostando menos ainda.

Ela fungou.

- Detesto-o.

- Então, por que está chorando? Importa-se com o que ele pensa de você, por acaso?

Ela não ousou responder imediatamente. Seus pensamentos estavam em um confronto tão grande com sua razão que ela não sabia definir qual seria a melhor resposta. Aquilo tudo se transformara numa grande confusão, e tudo o que ela queria era se esconder em sua cama montada e dormir, para que quando acordasse, percebesse que aquilo tudo fora um sonho muito ruim.

Ela nunca quisera ficar com ele, no fim das contas. Por que estava chorando então?

- Como ele pode me beijar e dizer que não gosta de mim? – ela fungou.

- Ginny, ele não sabe quem você é.

Ela segurou as lagrimas dessa vez.

- Minha cabeça está tão confusa, Mary! É como se...

Mas ela não disse mais nada. Mary a cutucou. Sabia o que estava acontecendo: Ginny estava se apaixonando, ainda que o comportamento dos dois fosse horrível.

- Vamos Ginny, ponha esse veneno todo para fora, é como se o que?

- Como se eu me preocupasse com o que ele pensa de mim. Isso... É um pesadelo!

E o pesadelo estava para ficar pior.

- Ginevra.

Ginny escutou seu nome e olhou para a entrada da tenda.

Amélia estava com os braços cruzados e o cenho franzido em direção a ela.

- Necessito ter uma conversa com você. Agora.


Draco, John e Frank haviam acendido uma lareira e estava cada um com as costas apoiadas sobre seu cavalo, também deitado. Os três soldados estavam com capas de frio sobre seus corpos e conversando sobre a guerra. Mas o assunto foi rapidamente mudado quando Malfoy contou o que aconteceu quando ele foi visitar o comandante e lhe contar as novidades da batalha.

John pareceu interessado, mas Frank Longbotton balançou a cabeça tristemente.

- Potter apaixonado pela enfermeira? Sinto dó da garota Weasley.

- Dó? Por favor, você lembra de como Potter descrevera a mulher? Tenho dó é dele. – John murmurou incrédulo. - Tomara que a enfermeira se apaixone por ele e os dois fujam.

- Por mais que Potter esteja apaixonado, eu duvido que ele vá fugir do acordo matrimonial que ele tem com a família Weasley. – ponderou Draco Malfoy. – O homem é honrado, vocês sabem. Não vai fugir do acordo se existe uma assinatura dele ali.

- Mas nada impede que ele traia a jovem. – Frank murmurou.

Draco assentiu.

- Sim, isso é verdade. Tenho minhas duvidas quanto à Potter jamais trair sua esposa após o casamento.

- E a garota, Malfoy? Sabe o nome dela? – John perguntou.

- Não, mas estou tentado a descobrir. Ela não revela a ninguém seu nome. Só as enfermeiras sabem.

- Que estranho. Por que ela não diria seu nome? – John perguntou incrédulo.

Frank pareceu momentaneamente distraído com aquela informação. Mas seus pensamentos foram interrompidos por um garoto franzino com uma bolsa na lateral de seu corpo.

Os três homens se levantaram, com armas escondidas em seu corpo, mas o tamanho de todos já era o suficiente para amedrontar a criança.

- O que faz fora de casa uma hora dessas? – indagou Frank ferozmente.

- Eu... Eu... – o garotinho gemeu. – Eu faço entregas.

- Do inimigo? – perguntou John para Malfoy.

- Eu duvido. Ele não parece ter força nem para levantar uma espada. – fixou seus olhos cinzentos no garoto. – Vamos, moleque! O que você quer?

O garotinho estendeu um envelope pardo para Malfoy, selado. A carta era em um papel caro e a letra no endereço era em uma caligrafia nobre.

- Tenho uma noticia para entregar para lorde Potter.

- Potter está doente. – Frank disse. – Está se recuperando.

- Oh. – o garotinho abaixou a cabeça. Estava aterrorizado com os três gigantes. – Os senhores poderiam então entregar esta carta nas mãos dele? É um assunto urgente, que ele necessita saber. Pelo menos, é o que me mandaram fazer.

- Quem mandou isso para você?- perguntou John rudemente, mas fora Draco, lendo o remetente, quem respondeu:

- Conde Arthur Weasley.

Continua...

Notas: Puxa! Esse capitulo saiu bem mais rapido do que o anterior (onde eu levei quase um mês, eu sei i.i). Espero que tenha ficado bom e que vocês tenham gostado! As coisas vão começar a esquentar agora! ;D

Ah, e obrigada pelos comentários, eu me diverti com todos eles :DD

Dianna.Luna: Ahhh, eu com certeza também daria um belo de um tabefe nele! Canalha atrevido gostosão é complicado, viu?! hahaha. Ai meu Deus. Espero que tenha gostado desse capitulo :D

Georgea: Esse lado dele todo conquistador, não é? Nossa, nem posso negar dizendo que até eu me abano. O cara é BOM, fazer o quê? Sou uma mera observadora pacifica :D Espero que tenha gostado ;D

Miaka: SAUHEUSHAHE Bela suposição, mas eu acho que a Ginny ficou bem desnorteada para fazer alguma coisa do gênero. É! Os dois em discussão é uma piada, eu me divirto muito :D E espero que tenha gostado do cap ter saido mais rapido dessa vez.

Dama Mary Potter: Primeira HG que você lê? Minha nossa! Fiquei até agora sentindo o peso do meus ombrinhos crescer...que orgulho! (olhos brilham) Espero que você goste, depois que eu li minha primeira HG (aliás, da minha irmã xD) Eu me viciei nesse casal perfeito. Espero que se vicie também xD. Beijos.

Gla Evans-Dumbledore: Eles AMAM se catucar, e isso o Harry ainda nem sabe quem é ela! XD Como será a reação dele quando descobrir quem é a enfermeira que ele está se apaixonando? ;D Fico feliz por estar gostando :DD Continue passando por aqui. Bjos.

Priscila Louredo: Eu até abanei as minhas mãos como a ginny faria quando ela disse "Ora, aos diabos com seu nome!". Eu também me encarnei bastante quando escrevi. ahaha. Curtinho, mas assim to conseguindo até atualizar mais rapido. Prometo q vou tentar não demorar tanto :P

Ara Potter: É...não foi hoje que o tapa na cara saiu. Mas ainda sai, pode apostar! sauhauhsuahe. Meninaaa, eu A D O R E I aquela sua fic... nossa entrei em surto quando terminei de ler ela... nossa! Assombroso.

E o Harry é um canalha gostosão mesmo. Irresistivel :D

Sally Owens: Espero que esse tempo que eu demorei seja incluido como uma atualização rapida :D Espero que tenha gostado desse capitulo. Beijos ;x

Tety Potter-Malfoy: ele literalmente não tem noção do perigo! shauehushuaheuhsuahe e ainda fica confundindo os sentimentos da pobre garota, viu! xD Espero que tenha gostado desse cap. Beijos!

Isabella: Hum... postei :D Espero que tenha gostado desse cap novo adiantado mais rapido. Bjos.

MarciaM: Ah, eu sinto que eu PRECISAVA acabar desse jeito! sahuehushae não sei, acho que a inspiração não tava mais funfando xD. Charles e Mary? É...se tudo seguir do jeito que to pensando isso VAI dar em encrenca :DD. Charles é esperto ;D Sim, atitudes de Harry são dignas de um canalha, mas quem sabe um dia ele se toca? Ou ela jogue na cara dele? ;D Beijoss querida!

Lanni Lu: Bom, atualização rapidinha eu até que consegui :D Mas compridão... é que esse infelizmente não é o estilo dessa fic que eu to fazendo XD. Nossa, mas você gostou tanto assim? Menina, assim você até me deixa encabulada, juro! Obrigada mesmo por tanto elogio, fiquei até toda cheia (olhos brilham) Espero que tenha gostado desse capitulo, realmente:D

Sil17: Ah, meu descanso foi merecido e maravilhoso, obrigada :D (já até sinto falta de acordar meio dia e não ir para o colégio, saheuhsuahe :x). Nossa, pensei que era só eu que adorava um Harry meio canalha assim, saheuahushae. Faz fogo subir pelas ventas! Minha nossa! ssuaheuhsuah XD. É, acho que ela teria dado umas porradas nele, se isso não fosse coisa nova para ela :D Hum, e Mary e Charles tem muuuita coisa para acontecer, ainda xD Beijosss :x

Juli-chan: Eu começaria a ter dó dela agora. O pesadelo só começou. suaheushae. Beijos

Michelle Granger: SAUHSAUSHAUHSA gente! Todo mundo dividido entre "Harry maravilhoso canalha" e "Harry eu vou te matar". Hilário! Eu acho que me enquadro um pouco nas duas... xD Espero que tenha gostado do capitulo.

Nadeshiko Amamya: Eu te asseguro que vai ser inesperado quando o Harry descobrir :D Espero que tenha gostado desse capitulo. Bjos.

Ana Carolina Guimaraes: Fico satisfeita que você esteja gostando dessa história. As coisas vão começar a melhorar (ou piorar, para alguns) a partir de agora. Espero que continue acompanhando. Bjos!

Beijos, gente:D