Capítulo Sete

Sonho

Aquela Noite eu não comi muito e fui dormir cedo. Dormir é pleno modo de dizer, eu me deitei cedo, era umas oito horas quando resolvi subir para meu quarto. Consegui driblar meus pais alegando estar com dor de cabeça e me tranquei no meu quarto. Coloquei meu pijama de ovelhinhas, a coisa mais fofa do mundo, sabe? Era parecido com o de vaca, pra ser sincera... Mas enfim, eu estava meio agoniada pelo que tinha acontecido de manhã, eu sabia que uma enorme parcela da culpa do que havia acontecido era minha, e fora isso, ainda tinha mais...

O fluxo de pensamento Sasuke x Naruto estava me enlouquecendo. Eu não conseguia parar de pensar no quanto eu estava simpatizando com o Naruto e me apegando a ele, mas eu também não conseguia parar de pensar em como o Sasuke devia ter ficado bonitinho, todo molhado de chuva... Então, eu fui até a janela e me debrucei nela. Minha janela era legal, me ajudava a refletir ficar ali tomando um vento, sabe? E da minha janela, eu podia ver de camarote a varanda do quarto do Naruto. E ele estava lá, sentado numa cadeira, se equilibrando nas duas pernas traseiras da pobre cadeira de madeira, com as mãos na nuca e os pés no murinho branco. Eu dei um meio sorriso, enquanto o observava, ele mantinha os olhos fechados e um sorriso bobo no rosto, enquanto hora sim, hora não balançava os pés sentindo o vento e parecendo estar infinitamente distante... A camiseta azul e a calça preta de moletom lhe davam um ar infantil, era divertido ficar olhando um garoto daquele tamanho e ainda conseguir encontrar nele alguns traços infantis...

Ele parecia tão calmo, tão... Bonito.

E foi então que ele abriu os olhos azuis brilhantes e distraídos e olhou justamente em minha direção. Ele parecia ter sentido meu olhar., e respondeu sem pensar na mesma hora, foi meio repentino e me fez assustar a princípio, mas então ele sorriu pra mim e eu sorri de volta.

- E ai, vaquinha? – Gritou pra mim enquanto se sentava direito na cadeira e me encarava com aquele sorrisinho íntimo nos lábios. Como se aquele fosse um código só nosso, uma brincadeira, algo que aprontamos juntos... Era bom sentir aquilo vindo dele, sabe? Aquela cumplicidade... Eu dei um meio riso e fiz sinal de silêncio.

- Não grita! – Eu falei de modo suficiente para ele ouvir, me inclinando ainda mais sobre a janela, deitando meu torax no parapeito, como se aquilo fosse fazer a distância entre nós diminuir... Eu sou meio patética, admito. – Meus pais vão pensar que eu pirei se me ouvirem. – Ele sorriu ainda mais, como se achasse realmente muita graça no fato de eu querer esconder nosso papinho dos meus pais, e então ficamos em silêncio por algum tempo, apenas nos olhando. – Como você se saiu? – Perguntei me referindo ao assunto da moto. Ao que parece, Naruto ia pegar a moto da avó emprestada, enquanto ele não arrumava outra pra ele. A moto da avó dele era linda, uma CG Titã Azul Turquesa. Sim, nós bolamos uma mentira sobre tudo que aconteceu. Ele ia contar que a moto deslizou na pista e que ela havia caído, a caminho da escola. Mas eu, sobre ter faltado, disse que caiu o maior toró na hora em que estava indo, e que eu não fui. Mentes realmente brilhantes, né? pois é.

- Amanhã eu vou pra escola, não se preocupe. – Gritou de volta largando-se de costas na cadeira, com uma pontinha de convencimento, o que me fez me endireitar, bufar, girar os olhos nas órbitas e cruzar os braços contra o peito. Convencido. Babaca convencido.

- Quem foi que disse a mentira de que eu estou preocupada com você? – Perguntei com sarcasmo e ele soltou uma gargalhada estrondosa. Era tão difícil ficar séria com aquele panaca rindo daquele jeito que eu comecei a rir com ele.

- Eu sei que está. Na verdade, você me ama secretamente. – Falou antes de ter uma crise de riso, eu o acompanhei.

- Cale a boca. Quem ouvir vai pensar que é verdade! – Falei ameaçando jogar algo nele, mas Naruto apenas ergueu os ombros, como se não se importasse.

- Ué, você se importa com o que pensam de nós? – Eu ri.

- Não! Mas não gosto de parecer louca! – Falei. Ele sorriu. Eu ouvi passos no corredor. Um pequeno desespero preenchue minha mente e uma cadeia de coisas acontecendo me invadiu os pensamentos: meu pai papai vê Naruto papai me vê gritando com Naruto Naruto é um garoto Papai atira no Naruto e me manda pra um convento. Dei um salto e me virei para a janela. – Um segundo! – Falei antes de voltar pra dentro e fechar a janela. Meu pai entrou pelo meu quarto e me encontrou dentro do quarto, deitada na cama, com a cara mais deslavada do mundo. Não sigam meu exemplo, garotas, por favor...

- Sakura, você está gritando com quem? - Meu pai perguntou, eu o fitei. Papai usava sua calça de moletom daépoca do colégio... Não que realmente ficasse boa ou no tamanho ideal, pra ser sincera ficava incomodamente apertada e curta, mas mamãe pediu para que não falasse nada e agisse normalmente. Papai estava tendo uma daquelas crises da meia idade, precisava se sentir 'forever young' e não devia ser a filha adolescente a interferir nisso. Talvez um psicologo... Se bem que a calça do colégio ainda dava pra aturar, mas a camiseta que ficava estranhamente subindo e mostrando sua barriga saliente e peludinha não me dava uma visão muito agradável... Por isso, focalizei seus olhos. Isso, Sakura, os olhos!

- Não, eu não estou. – Falei na maior cara de pau, dobrando as pernas e me sentando direito na cama, inclinada para vê-lo melhor. Papai parou, pensdou e coçou a cabeça, me olhando desconfiado.

- Então, quem gritou? – Eu arregalei um pouco os olhos, ergui os ombros e sacudi a cabeça negativamente. E o Oscar de melhor atriz vai para...

- Não sei. Deve ser a vizinha da frente. – Falei enquanto apanhava uma revista no meu criado mudo e começava a folhear, como se realmente houvesse algo naquela revista que me interessasse... Só que era melhor olhar pra revista que pros pneuzinhos do meu pai. Ele suspirou baixinho e pareceu pensar um pouco, até que a idéia da vizinha pareceu lhe clarear um pouco a mente.

- É, você tem razão. Acredita que esses dias ela saiu na rua de toalha? - Eu arregalei os olhos, voltei a olhar para papai e comecei a rir muito alto.

- Não conte a mamãe, ela vai pensar bobagem. – Falei antes de piscar um dos olhos. Ele sorriu, aceneou e saiu do quarto, fechando a porta atrás de si. Eu corri até a janela mais do que depressa e fitei a varanda de Naruto. Ele estava lá, e estava me esperando. Meigo, né? Não, na certa ele só queria saber se eu estava de castigo.

- O que aconteceu? Ficou de castigou? – Perguntou ansioso. Não disse? Esse ser babaca e loiro só está interessado na minha tragédia! Logo eu, que sou tão legal.

- Pai. – Falei simplesmente e sacudi a mão, como se não fosse nada importante. Naruto soltou um suspiro e eu ri baixinho. – Eu posso esperar você amanhã? – Perguntei de repente, e ele assentiu um tanto surpreso, mas de um modo positivo.

- Pode Dattebayo.

- Bom, Até mais. – Falei enquanto acenava, e ele riu.

- Sonha comigo, vaquinha. Hihu. – Falou antes de sorrir. Eu mostrei a língua e fechei a janela. Deitei-me e sorri, e enquanto me cobria, lembrava das palavras engraçadas de Naruto.

'Eu sei que está. Na verdade, você me ama secretamente '.

Sorri e me aninhei no travesseiro. Dormi lindamente.

" Eu estava andando pelos corredores da escola, meu uniforme estava consideravelmente molhado e eu ouvia a chuva cair lá fora... Eu estava andando, só andando.

Então, eu vi um corpo parado a minha frente, e não fiz questão de ver o rosto, apenas me abracei a ele e me escondi em seu abraço. Ele me apertou, e eu senti conhecer aquele perfume de algum lugar. Ele encaixou seu rosto no meu pescoço e eu comecei a chorar em seu ombro, com toda a intimidade, sem me preocupar com as minhas lágrimas molhando a blusa dele.

- Desculpa. – Eu falei. – Desculpa, desculpa, desculpa. – Falei diversas vezes. Ele sorriu.

- Tudo bem, tá tudo bem... – Ele falou enquanto fazia carinho nas minhas costas e eu me acalmava. – Vaquinha. – Eu arregalei os olhos. "

Acordei assustada e toda suada no meu quarto escuro. Respirava ofegante enquanto me sentava na cama e prendia meus cabelos num coque. Corri desajeitada na direção da janela e abri, mas naruto não estava lá. Claro que ele não estaria lá, era tipo... de madrugada, o que ele estaria fazendo ali? Francamente, Sakura, você precisa de um analista. Comecei a me lembrar de que ele havia me pedido para sonhar com ele e cocei a cabeça.

Olhei para o relógio que marcava por volta de duas da manhã e suspirei, arrastando os passos pelo quarto e me dirigindo até a porta. Caminhei lentamente até a sala, abri a porta e me sentei num dos degraus que ligava até a calçada. Escorei minha cabeça na porta e a encostei suavemente atrás de mim, preocupada em não fazer barulho algum. Olhei para a noite escura e as estrelas que cintilavam ao redor da lua. Sorri me lembrando do sonho, dobrei as pernas e me abracei aos joelhos. Soltei um suspiro e me contive. Eu tinha que ao menos tentar deter um pouco meus sentimentos, eu não podia, era errado me sentir assim em relação ao meu amigo. Mas eu era obrigada a confessar pra mim mesma, que eu havia gostado muito de sonhar com ele...

O que será que aquilo significava? Eu estava gostando dele? Não, óbvio que não, eu nunca gostaria do Naruto. Eu só havia sonhado por que eu havia pensado muito nele o dia todo. Era a única explicação razoável que eu conseguia encontrar para aquela situação, e admitir que havia pensado nele o dia todo era mais difícil do que você pode imaginar... Por que de verdade, sim, eu havia.

Desde quando eu me preocupava com ele? O que estava acontecendo comigo? Será que quando meu sono passasse, tudo voltaria ao normal? Sim! Claro que amanhã tudo ia voltar ao normal! E por que eu me preocupei tanto com o que ia acontecer com ele? hmmm, por causa do Sasuke? SIM, SIM, CLARO, O SASUKE!

- Não é meio tarde pra você estar acordada? – A voz conhecida daquele idiota me puxou dos meus pensamentos como um enorme terremoto dentro da minha cabeça. Eu me virei com cara de poucos amigos, mas aquele sorriso dele me desarmou. Não sei se por causa da luz das estrelas, ou pelo modo bonito como seus olhos azuis reluziam e dintilavam como estrelas ao me ver, mas me fez sorrir levemente de volta pra ele. Naruto encarou aquilo como um convite, e se sentou ao meu lado, dem pedir licença ou permissão, e eu apenas observei atentamente cada movimento dele.

- Posso te dizer a mesma coisa, sabe? - Perguntei, ele soltou uma risada fraca e ergueu os ombros, como se dissesse 'fazer o que?' - Não consigo dormir. – Falei enquanto esfregava os olhos, para afastar um pouco mais o sono, mas aparentemente não funcionou muito bem, me fez bocejar. Ele deu um sorriso curto e me olhou, como se houvesse pensado em algo muito engraçado.

- Será que agora eu vou ter que te chamar de ovelhinha? – Ele me perguntou, e eu demorei um pouco para processar aquela informação. Sóentão me liguei, eu havia esquecido completamente que estava de pijama, ainda mais o de ovelhinhas! Se a Ino me pega naquela situação, ela corta meu pescoço fora, ai meu Kami-sama, segura aquela loira longe de mim!

- Pare de me dar apelidos. – Falei sem conseguir evitar corar, e ele riu ao notar minhas bochechas avermelharem.

- Já que a gente está sem sono, tá a fim de ir lá em casa tomar um leite quente? – Ele me perguntou, eu o encarei um pouco desconfiada e aquele sorriso idiota daquele imbecil aumentou um pouco mais. – Se você preferir, eu te dou uma porção de capim, vaquinha. Hahá. – Eu bufei e me levantei.

- Tá. Vamos lá. – Falei puxando-o pelo antebraço e fazendo-o se levantar. Nós começamos a caminhar em silêncio, então eu tive uma dúvida, na verdade, muito duvidosa. – O que você veio fazer no meu gramado essa hora? – Perguntei, achei que talvez ele fosse gaguejar ou algo assim, mas não. Naruto não é engraçadinho, ele é cara de pau demais pra isso. Ele só ri das minhas perguntas, nunca tem nem um traço de constragimento para que eu zombe dele..

- Eu saí e te vi sentada na porta. Resolvi vir falar com você antes que algum tarado passasse na rua. – Falou coçando a cabeça e eu golpeei seu braço. Babaca! Cretino babaca! Ele abriu a porta da casa dele e fez o sinal de silêncio pra mim.

- Eles não acordam com facilidade, como todos os velhos? – Perguntei num murmúrio, enquanto fechava a porta e ele sacudia a cabeça negativamente.

- Não, eles dormem com a porta aberta, mas tem o sono mais pesado do mundo. Além disso, minha avó tem uma moto! Não são mesmo como todos os avós do mundo...– Falou antes de ir comigo até a cozinha e acender a luz. A cozinha da casa dele era incrível, azulejos brancos e azuis intercalados, armarios de aluminio que preenchiam quase toda a cozinha e um daqueles balcões de cozinha americana. Eu me sentei em cima do balcão e comecei a balançar as pernas, observando-o pegar dois copos pra nós. Ele olhou pra mim sentada no balcão sacudindo as pernas e inclinou a cabeça. – Você é... Hm... Tão ajustável. – Ele falou enquanto deixava os copos ao meu lado.

- Eu sei que eu sou. – Falei sorrindo. – Principalmente quando eu estou com sono.

- Sabia que você é mais sociável quando está com sono? Você precisa passar algumas noites em claro. – Falou enquanto colocava leite no meu copo. Idiota. Eu queria dar um soco no meio da cabeça dele, mas como ele estava misturando o achocolatado no leite, decidi que não era lá uma boa idéia.

- Posso dizer o mesmo. – Falei enquanto batia suavemente meu copo contra o dele. – TIM-TIM.

- Sabe, vaquinha. – Ele começou, eu o fitei. – Você é a primeira menina que eu acho legal. Mas assim, legal... Realmente legal, não fútil como as outras. Você não tem frescuras com o cabelo pra colocar o capacete. – Eu sorri. Não sei exatamente o que os efeitos do sono estavam me causando, mas eu passei os dedos dentre os cabelos loiros dele e ele me olhou, estranhando meu gesto. É atrevimento meu achar seus cabelos incrívelmente macios e bons de acariciar, mesmo que fossem totalmente desorganizados?

- Você é o primeiro garoto que me diz isso. – Falei sorrindo e lhe encarando com ternura. – Talvez você não seja tão idiota quanto eu pensava. – Eu dei um longo gole no leite e deixei minha mão escorregar do cabelo dele até as bochechas, fazendo um pouco de carinho nele antes de recolher minha mão junto ao corpo. Ele sorriu por um momento, aproveitando meu carinho e logo em seguida fechou a cara pra mim.

- O quão idiota você pensou que eu era? – Ele falou emburrado e eu comecei a rir.

- Não muito. – Respondi terminando de tomar meu leite, desci do balcão e logo em seguida lhe devolvi o copo. – Obrigada pelo leite. Mas eu tenho que ir.

- Eu acompanho você até sua casa. – Ele falou como se fosse muito longe e perigoso. Realmente, vou ter que passar por um bosque cheio de lobos malvados pra chegar até a casa ao lado, muito perspicaz...

- É realmente muito distante daqui. Muito perigoso. – Falei. Ele deu o último gole em seu leite, e nós caminhamos em silêncio até minha casa. Deixou-me na porta e sorriu pra mim, como se eu houvesse feito algo muito especial pra ele, e aquilo me fez tão... Feliz?

- Eu te pego aqui mais tarde. – Ele falou meio incerto, com medo do que eu fosse dizer, mas eu apenas assenti e sorri cansada pra ele. Estava ficando com sono...

- Boa Madrugada. – Falei enquanto entrava em casa, Naruto abriu e fechou a boca algumas vezes, parecia querer me pedir algo, mas lhe faltou coragem. Ele sacudiu a cabeça negativamente, afastando o pensamento e voltou a olhar pra mim, escorada ao batente.

- Quando eu vou conhecer sua casa, vaquinha? – Me perguntou, eu ergui os ombros.

- Você já conhece.

- Sabe do que eu falo. – Ele insistiu, num tom de voz um pouco mais sério do que o que eu estava adaptada, isso me fez suspirar.

- Talvez, o dia em que você precisar de açúcar. – Sugeri, e ele piscou confuso. – Vai lá. Até mais. – Disse enquanto fechava a porta. Pude vê-lo sorrir, antes de fechar totalmente, e sorri ligeiramente enquanto trancava. Subi até meu quarto sem fazer barulho e fechei a porta. Joguei-me na cama e suspirei.

Eu precisava pensar...

xox

Bom, primeiro de tudo, eu queria dizer que eu revisei esse capítulo... Alterei algumas coisinhas e detalhei mais, faz tanto tempo que escrevi essa fic que achei que devia dar uma melhoradinha básica, mas tentei não tirar a essência, ok?

E sim, demorei menos pra postar, pq vocês, anjinhos, comentaram *-* o que linds s2' haha

dasross - A Sakura não é mesmo muito esperta, né? okaskopaskopsakospkoas espero que você esteja gostando, e continua cmentando e acompanhando, ok? *-* obrigadinha *-*

Mama King - AI MEU DEUS, EU LI SUAS FICS *O* E VOCÊ TÁ LENDO A MINHA *O* AI QUE EMOÇÃO *-* seja bem vinda, viu? hahaha muito obrigada, espero que continua acompanhando e comentando *-*

Saah - Só um pouquinho mais adiante, tá? oaposkapokspokasopsakoapskap oks seja bem vinda, e obrigada por comentar, espero que continue acompanhando *-*

Aoi Raito - Seu extenso e sincero comentário fez a minha noite valer a pena, sabia? *-* hihi muito obrigada por comentar e acompanhar, e pode deixar que não abandono não! XD concordo com você quando fala sobre ser um desafio ser NaruSaku, é muuuito complicado mesmo, tem que gostar mesmo do casal pra insistir, né? Mas mesmo assim, é um casal encantador, ao menos pra mim... Eu gosto muito de contrastes... XD mais uma vez, muito obrigada por comentar, espero que continua gostando *-*