BMontgomery:Obrigada pelos comentários que me deixou na fic... eu fiquei super emocionada mesmo. Espero que goste da continuação.
O que estão achando da fic?
Regina tentou se mover dentro de sua cela, o que não adiantaria coisa alguma em sua atual conjuntura, já que o efeito da tinta de lula ainda não havia passado completamente, e por consequência disso ela não conseguia mover um músculo sequer de seu corpo. Tentou algumas vezes chamar por Archie, mas o terapeuta ainda não havia recobrado a consciência. Era o de se esperar, visto o estado deplorável que ele se encontrava quando ela o encontrou.
Estar ali sozinha contribuía para pensar em tudo o que havia acontecido em sua vida em tão pouco tempo. O silêncio dali equivalia a um barulho ensurdecedor dentro de sua cabeça. Tudo era tão confuso e ao mesmo tempo tão esclarecedor que ela não conseguia exprimir em palavras como se sentia. E essa solidão acabou antecipando o confronto que ela tanto adiava consigo mesma.
Para contrastar com sua incapacidade de se locomover seu coração doía na mesma intensidade. Desconfiar de que Cora estivesse em Storybrooke era diferente de ter ficado cara a cara com ela. Inevitavelmente lembrou-se de sua infância e adolescência e com isso veio toda a dor que ela tinha evitado por tantos anos em sua vida. Por mais que Regina não gostasse de admitir, a presença de Cora ainda exercia uma influência sobre ela. Era como se estivesse voltando a ter sua vida oprimida novamente.
Mais uma vez tentou se mover. Não conseguia ainda se mexer. Mas, ela sentia que a tinta de lula se enfraquecia cada vez mais. As imagens de Cora não lhe sumiam da cabeça. Ao contrário de sua mobilidade estar afetada, parecia que seus pensamentos trabalhavam cada vez mais numa velocidade maior. A presença de Cora lhe trazia estranhas sensações dentro de seu peito.
Seus pensamentos eram todos desordenados. Misturados com as suas sensações e formular alguma coisa coerente era cada vez mais complicado. Parecia que seus pensamentos eram moídos e transformados num nada. Ver Cora lhe abalou mais do que imaginava e os sentimentos que ela tentou evitar sentir por sua mãe voltaram com toda intensidade.
A verdade era que Storybrooke havia lhe mudado, e sua preocupação com Henry e Emma enchia seu coração de apreensão. A única coisa que poderia fazer naquele momento era deixar escapar soluços dolorosos por sua garganta e isso de certa forma a angustiava, porque ela se via de mãos atadas e sem saber o que fazer. Como poderia ter sido tão ingênua e ter se deixado capturar por sua própria mãe?
Só de pensar em sua mãe a solta em Storybrooke e chegar à conclusão de que seu filho estava desprotegido lhe dava um aperto em seu coração. Agora ela tinha certeza de que tudo havia sido um plano arquitetado por sua mãe. As imagens dos estranhos acontecimentos desta semana foram se passando na cabeça da morena até que ela avistou o terapeuta desacordado na outra cela. Foi quando realmente caiu a ficha de que Archie não estava morto, e que tinha sido tudo um truque de sua mãe. O que mais lhe doía dentro de seu coração era que o propósito de tudo era lhe ferir. Era ela ter simulado a morte de Archie e feito todos da cidade acreditar que ela havia sido a assassina.
Ela havia feito tudo isso com o único propósito de lhe ferir. E Regina não se surpreendia com as atitudes de sua mãe. Era o comportamento típico a se esperar dela.
Desapontada. Essas eram as palavras que definiam Cora naquele momento. Sua filha mais uma vez estava sendo à tola que acreditava no amor. Saiu do Jolly Roger usando um disfarce para que ninguém a descobrisse na cidade. Ela teria que pensar em seus próximos passos. Andou sem rumo pelo cais até que seu rosto se iluminou de repente. Já sabia o que faria.
Ela teria que mudar todas suas estratégias. Só assim conseguiria quebrar Regina definitivamente. Cora estava pronta para colocar seu novo plano em prática. Mais uma vez transformou-se em sua filha. A feiticeira iria agir de forma diferente dessa vez. Com Regina presa naquela cela, ela poderia muito bem se passar por ela perante toda cidade.
Só assim estaria perto de todas as fraquezas de sua filha. Não conseguira muitas informações nos relatórios feitos pelo grilo. Regina certamente não era de se abrir com facilidade. Mas, o que leu certamente deu para perceber que mais uma vez Regina sucumbia à fraqueza do amor.
- Regina... – diz Cora com escárnio. – Como eu lhe disse inúmeras vezes o amor é uma fraqueza. Onde já se viu não usar mais magia porque fez promessa ao filho querido. – diz com uma risada sarcástica. – Ah, e teve que deixar o cavalariço ir embora mais uma vez e como uma fraca foi chorar com o grilo. Ainda se não bastasse está como uma adolescente tola toda caída de amores pela filha de Snow White. Eu irei lhe mostrar o caminho certo... O do poder.
Cora precisava passar bastante credibilidade em seu plano, por isso usou magia em seu próprio corpo que estava transformado no de sua filha, fazendo instantaneamente várias marcas de arranhões e hematomas roxos aparecer em seus braços, pernas e onde mais ela conseguisse se ferir. Em sua testa um corte onde continha um sangramento. Nos lábios, mais um corte, perto do local da cicatriz de Regina. Depois que havia se ferido o suficiente era hora de começar o seu plano.
- Socorro... – gritou procurando fragilizar sua voz o mais que pudesse. Tinha que ser credível. Não seria tão difícil se passar por Regina. – Socorro... Eu fui atacada. Preciso de ajuda. – fingiu estar com falta de ar. Jogou-se no chão para terminar a primeira parte de sua atuação. E fechou os olhos esperando pela salvadora que claramente viria ao seu encontro.
Emma Swan saiu correndo da loja de Gold, e segundos depois parou abruptamente ao perceber que não poderia agir impulsivamente para encontrar Cora. Para isso ela precisava de um plano. Chegou à conclusão enquanto prendia os seus longos cabelos loiros num rabo de cavalo. As palavras ditas por Rumpelstiltskin ainda ecoavam em sua cabeça. Se Cora realmente estava à solta como tinha dito o senhor das trevas e Regina tinha ido sozinha a sua procura, isso significava então que a morena se encontrava em perigo.
Instintivamente colocou uma de suas mãos em seu peito de fato entendendo toda aquela angústia que havia sentido em seu coração desde que acordara. De certa forma era como se estivesse pressentindo que Regina poderia estar em perigo. Agora se via de mãos atadas e sem saber o que fazer para encontrá-la.
- Por que Regina tinha que ser tão teimosa? – praguejou a loira para si mesma. – Uma vez na vida ela não poderia confiar em mim e ver que não quero fazer mal para ela... – Emma parou abruptamente. – Os sonhos... Não são apenas sonhos. – ela murmurou para si mesma. – Regina realmente os vivenciou e por isso essa reclusa dela. Cora tomou minha forma e a de Henry para poder falar tudo aquilo para Regina. Mas, por que eu teria acesso a isso através de sonhos? Será que é por causa de tudo o que sinto por Regina, por isso eu conseguia vê-la quando eu estivesse dormindo... Preciso descobrir onde está Cora.
Lembrou-se das palavras de Gold. "Magia é emoção Swan." Era como se escutasse aquelas palavras martelando em sua cabeça. Ela ouviu gritos distantes. E não era qualquer grito. Era Regina pedindo ajuda. Sem pensar em mais nada Emma saiu correndo em direção ao barulho e se deparou com Regina desacordada no chão da rua em frente à torre do relógio.
- Regina... – disse Emma indo em direção à morena desmaiada. – Acorde... Por favor! – suplicava e nada dela abrir seus olhos. Sacudiu levemente o corpo de Regina, e em seguida pode ver seus olhos castanhos se abrindo. – Está tudo bem Regina?
- Eu... Eu fui atacada. – respondeu a morena com lágrimas em seus olhos. – Eu não consegui ver quem me atacou, mas... – disse Regina tentando se levantar.
- Não faça esforço... Você está muito ferida. – disse a loira preocupada, e com uma angústia em seu peito. Podia sentir algo diferente em Regina, mas preferiu ignorar porque ela precisava de ajuda naquele momento.
- Eu não confio em ninguém dessa cidade. – disse Regina categoricamente. – Todo mundo acha que eu cometi um assassinato. O que não é verdade.
- Eu sei... Eu confio em você. – disse Emma segurando uma das mãos de Regina, que fez Cora quase desistir de seu plano, mas ela precisava se infiltrar na vida de Regina e essa era a melhor forma.
- Obrigada Emma... – respondeu Regina sorrindo, o que causou um arrepio na espinha da loira, que apesar de sua intuição estar querendo lhe gritar algo, mais uma vez optara por ignorar.
- O que aconteceu para você estar assim nesse estado? – questionou a xerife.
- Como lhe disse antes eu fui atacada. – a morena respondeu e deixou que lágrimas lhe tomassem a face, e Cora por dentro agradecia por sempre ter tido facilidade de se adaptar a todas as situações em que precisasse debulhar algumas lágrimas de crocodilo. – Eu não vi quem foi... Eu estava tentando provar que eu não tinha nada a ver com a morte que estão me acusando. – ocasionalmente fingia uma falta de ar e gemia para dar credibilidade a toda dor que supostamente sentia.
- Vamos para minha casa. – a loira respondeu impulsivamente ignorando seu coração que lhe dizia para fazer o contrário. – Lá podemos cuidar de suas feridas. Não se preocupe que dará tudo certo. – Emma se sentia estranha ao falar tudo aquilo, sentia algo estranho rondando o ambiente, porém ver Regina naquele estado deplorável fazia Emma por alguns segundos se esquecer da capacidade de Cora tomar forma de outras pessoas.
Com o efeito da tinta de lula chegando ao fim, Regina finalmente podia ter toda sua mobilidade de volta, mas isso não significava que ela conseguiria se desprender daquela cela. Todas as suas tentativas falhavam, e nada do que fizesse parecia ser o suficiente para se ver livre dali.
- Que tipo de feitiço minha mãe colocou nessa cela? – questionou a morena andando de um lado para o outro tentando mentalizar seu livro de feitiços em sua cabeça. – Tem que ter uma forma de sair daqui ou eu não me chamo Regina.
A morena escutou um barulho na cela ao lado e pode finalmente ver que Archie estava despertando. Com suas mãos conjurou um prato de comida com suco e passou por uma fresta que existia entre as duas celas.
- Coma que você está precisando. – disse secamente para o terapeuta que comia com uma voracidade mal respirando entre as garfadas que dava.
- Obrigada Regina. – Archie agradeceu enquanto continuava a se alimentar.
- Você contou alguma coisa de nossas sessões? – Regina questionou e desviou o olhar para outro canto. Aquilo era o que mais lhe preocupava tendo sua mãe a solta por Storybrooke e sabendo tudo sobre a sua vida.
- Eu... Eu não contei nada. – o terapeuta admitiu envergonhado. – Eu sei que não deveria ter contado nada para Emma sobre sua terapia, mas eu sabia que ela compreenderia e não te veria como ameaça.
- E adiantou alguma coisa? – a morena perguntou enquanto uma lágrima solitária escorreu por seu rosto. – Não adiantou nada porque ela me viu como ameaça mesmo depois de você ter contado sobre nossas sessões.
- Regina... Eu dou minha palavra que de minha boca não saiu nada sobre você e nossas sessões, mas sua mãe roubou sua ficha. E tudo o que estava escrito lá ela viu.
Regina fechou seus olhos lutando contra sua vontade de chorar. Ela não faria isso novamente. Não poderia chorar na frente de Archie. Mas, quando tinha se dado conta as lágrimas já escorriam sem reservas sobre sua face.
- Ela sabe tudo sobre minha vida. – confessou num sussurro triste. – E eu estou aqui, presa e sem poder fazer nada. Tenho medo de Cora fazer alguma coisa para Henry e para... Emma.
- Nós só precisamos desinfetar essas feridas, pois elas podem inflamar depois. – a voz doce de Mary soou pelo pequeno apartamento trazendo uma caixa de primeiros socorros para Emma que estava sentada na sala com Regina.
- Que decoração mais brega desse apartamento. – Cora pensou consigo mesma. – Essa aí certamente não sabe valorizar o sangue nobre que corre em suas veias. – finalizou seus pensamentos enquanto forçou um sorriso em direção a Mary. – Obrigada... Eu não sei o que seria de mim se vocês não tivessem me ajudado. – disse dissimuladamente.
- Regina... – disse Emma com cautela. – Você se lembra de onde você estava quando foi atacada?
- Eu... Eu estava andando pela floresta e escutei um barulho esquisito vindo atrás de mim. Resolvi investigar pensando ser alguém que me seguia. E me lembro de me atacarem. Não consegui ver o rosto. – disse com a voz numa falsa emoção.
Emma não conseguia se concentrar em nada. Tinha algo diferente em Regina, desde que havia a encontrado desacordada no chão da rua.
- Você pode me mostrar o local que foi atacada? – a loira questionou a morena sentada na sala enquanto Mary terminava de limpar todas as feridas de Regina.
- Sim... – respondeu Regina com os olhos baixos, e por dentro Cora sorria pensando no fim glorioso que a salvadora teria.
- Eu tenho certeza de que minha mãe tentará me atingir usando quem eu amo. – sua voz já estava embargada. – E eu aqui presa nessa cela sem saber ao menos como sair daqui. – disse a morena andando de um lado para o outro até que seu corpo curvou para frente e ela soltou um gemido doloroso enquanto apertava o seu peito.
- Regina... Aconteceu alguma coisa? – questionou o terapeuta preocupado olhando para Regina que a essa altura massageava seu peito para ser se a dor diminuía. Seu rosto estava pálido e ela não respondia nada do que Archie lhe perguntava. – Regina? Fala alguma coisa que já estou ficando preocupado.
- Não... – a morena chorava em voz alta, e ali ela nem se preocupava de que o terapeuta lhe visse fragilizada. – Não! Não! Não!
- Regina... Você está me assustando. O que está acontecendo? – perguntou Archie mais uma vez.
- Eu não sei como eu sei, mas minha mãe ela está com Emma. – disse se sentando num canto da tela sem saber o que fazer. – Ela está com Emma. Eu sei que ela irá fazer mal para ela. O mesmo que fez com Daniel. – concluiu com soluços. Eu vou perder meu amor novamente. – a preocupação lhe dominava de tal forma que ela nem havia se dado conta de que tinha admitido seu amor por Emma em voz alta. – Eu preciso sair daqui. Não posso deixar isso acontecer novamente. Ela não tirará mais ninguém de mim.
Mais uma vez Regina tenta sair da cela, só que dessa vez a mesma luz dourada de antes irradiou de sua mão e a porta se abriu imediatamente. Regina olhou estática para suas mãos. Pelas suas contas havia sido a segunda vez que usava magia branca no mesmo dia. Isso estava realmente acontecendo?
- Isso é magia branca Regina? – questiona Archie estupefato com a imagem que vê a sua frente. – A rainha má fazendo magia pura. O amor é capaz de mudar até a mais negra das almas. – pensou o terapeuta consigo mesmo.
Regina ignora a pergunta de Archie e o solta também.
- Vamos! Precisamos ser rápidos. Preciso salvar Emma. E você se revela e conte tudo o que sabe. – disse para o terapeuta.
- Cora... Eu sabia que tinha alguma coisa errada com Regina. – Emma disse enquanto tentava se soltar das amarras que Cora tinha posto em seu corpo. – Eu só tinha que ter confiado mais em minha intuição que dizia ter alguma coisa errada. – pensou consigo mesma.
- O seu problema minha querida é não confiar em suas capacidades e intuições. Te trazer para cá foi mais fácil do que roubar doce de criança.
- Você sabe que não adianta tirar meu coração. Você não conseguiu fazer isso da outra vez. – vociferou Emma.
- Uma feiticeira nunca cai no mesmo erro duas vezes. Se seu coração é sua força, eu precisava apenas encontrar uma maneira de te derrotar. E posso te dizer que eu conseguirei. Você não terá chance com esse feitiço que irei lançar em sua direção. Logo sua querida mamãe contará a todos da cidade que a última que te viu com vida foi Regina... Aí então que todos verão minha filha como uma ameaça. Aquele moleque ingrato que ela chama de filho a odiará e todos da cidade ficarão contra ela. Aí eu como sua mãe lhe darei todo o apoio e mostrarei que o caminho do poder e da opressão é o único o que lhe resta a seguir.
- Regina não é mais assim. Ela mudou. – gritou Emma para Cora que gargalhava a sua frente.
- Você nunca viu o lado Evil Queen de minha filha e certamente não sabe do que está falando. Ela foi a mais temida da Floresta Encantada e fez muita coisa de errado. Matou muita gente inocente. Creio que será difícil escapar do destino que lhe espera.
- Eu sei que ela não voltará aos mesmos caminhos de antes. Eu confio nela. – disse a xerife.
- Ah, então minha filha não é a única tola que está apaixonada? – questionou Cora com escárnio. – O amor é uma...
- Não é uma fraqueza. – gritou Regina interrompendo a frase de Cora.
- Regina? – Cora questionou surpresa. – Como? – foi apenas o que conseguiu dizer.
- Isso não vem ao caso mãe. – disse Regina. – Apenas posso dizer que também tenho meus truques. Posso inclusive afirmar que eu lhe surpreendi.
- O bom é que eu terei plateia para quando eu conseguir assassinar a salvadora e colocar a culpa em você.
- Lamento desapontá-la, mas há essa hora Archie está revelando a todos que você o manteve em cárcere apenas para colocar a culpa do crime em mim. E que agora você está planejando alguma coisa contra Emma
- Como você...
- Está surpresa que eu sabia que você estava com Emma? Eu disse que tenho os meus truques. – sibilou Regina para a sua mãe. – O amor é força e eu apenas não havia dado conta disso em nenhuma parte da minha vida. – pensou Regina.
- Isso não vem ao caso então. Eu não consegui retirar o coração de Emma na Floresta Encantada... – o que causou surpresa em Regina que questionou silenciosamente para a loira presa que confirmou com um aceno leve de sua cabeça. – Mas, agora eu consegui uma forma de acabar com a salvadora. E você não conseguirá me impedir. – disse Cora lançando um feitiço em direção a Emma.
Um desespero passou pelo coração de Regina ao ver Cora planejando lançar o feitiço sobre Emma. Ela não teria tempo de conter Cora e qualquer coisa que ela fizesse a feiticeira iria lançar o feitiço do mesmo jeito. E ela estava cansada de saber que um feitiço de sua mãe nunca errava o alvo.
Regina desesperada mentalizou com toda a força de seu corpo ir para a frente de Emma, e isso aconteceu. Quando dera por si ela desapareceu numa fumaça dourada e apareceu na frente de Emma, ao mesmo tempo em que o feitiço se chocou contra o seu corpo, ao invés do da loira.
