Capitulo 9: Uma visita para o anjo.
-/-/-/-/-/-/-/-
Neville corria junto a Beto (esse era o nome que Harry tinha escolhido para o cachorro de Labrador), enquanto seu primo moreno contava até trinta, era uma manhã ensolarada e vovô Marius os vigiava desde uma janela onde o sol não podia penetrar.
Era incrível que já tivessem passado dois anos desde que o castanho menino se unisse à família. Ambos pequenos agora contavam com seis anos e vá que o demonstravam. Suas energias pareciam ser infinitas, bem como suas ânsias pelo conhecimento. Os dois eram extremamente curiosos e isso comprazia enormemente ao vampiro romano, já que nenhum de seus outros colegas compartilhava seu amor pelos livros.
Os meninos tinham demonstrado ter a cada um sua própria personalidade… bastante diferentes uma da outra. Neville Molloy era bastante zeloso e possesivo com ambos os pais, característica que todos atribuíam à perda temporânea de seus pais, que lhe fazia ter medo de voltar a ficar sem eles. Por outro lado, conservava sua timidez e algo da insegurança que possuía dantes de vir a viver com eles, mas era já mais extrovertido que antes. Ainda que, Marius notava que Neville podia chegar a ser muito parecido a Armand, porque conquanto era Daniel quem o consentia e tomava o trabalho de mãe" era com o ruivo com quem o pequeno tinha mais afinidade.
Harry, por outro lado, seguia sendo o anjo consentido de todos. O menino poderia fazer feliz com só um sorriso, com um brilho de seus formosos olhos ou com esses encantadores beicinhos que copiava de seu papi Let, e quando encarava seu papi… poderia derreter-te em matéria de segundos. O pequeno era muito carinhoso e, apesar de ser muito consentido, não dava indícios de que pudesse chegar a ser caprichoso, nem muito menos arrogante. Esse menino era especial, todos os dias se alegrava de que fizesse parte de suas vidas. Já que esta era do mais aborrecido antes de que ambos chegassem, agora, com os meninos ali, todos os dias tinham algo emocionante que compartilhar.
-Em que pensas, vovô?
-Em que estou muito contente de que estejas conosco, Harry. –murmurou sorridente enquanto agachava-se a tomar em seus braços. –E Nev?
-Escondeu-se muito bem com Beto. Ajuda-me vovô. –fez um beicinho.
Marius sorriu divertido.
-Mas sabes que não posso sair ao sol.
-Eles estão dentro da casa… por isso vim a te buscar. Ajudas-me? –perguntou com seus olhos verdes brilhantes e um sorriso que o convenceu em seguida.
-De acordo, vamos.
É um verdadeiro anjo para nós pequeno… você e Neville nos trouxeram algo que ninguém jamais pensou que um vampiro pudesse chegar a ter. Paz e felicidade.
((********************************************))
-Não deveríamos estar aqui, Haddy. –murmurou Neville olhando com apreensão para a porta.
-Só buscamos o livro e nos vamos Neville. –sussurrou igualmente aterrorizado.
-Para que precisamos esse livro? Temos muitos outros que o vovô nos deu para ler.
-Mas eu quero voltar a ler este, gosto muito das histórias de magos.
-Bom… -disse um tanto duvidoso. –Atinge-lo?
-Quase… -gemeu esticando sua mão o mais que podia.
Ambos meninos estavam na Biblioteca da casa, um lugar onde Marius lhes tinha proibido entrar, porque sabia que seus preciosos livros poderiam ter um destino funesto se ambos decidiam jogar com eles. Harry estava acima de uma cadeira esticando tudo o que dava seu pequeno corpo de seis anos, mas mesmo assim o ditoso livro estava muito alto. Esticou-se um pouco mais e a cadeira se balançou um pouco.
Neville gritou um "Cuidado", mas foi inútil… o respaldo da cadeira tocou o precioso vaso que estava junto a esse estante de livros e caiu ao chão se fazendo pedaços. Os meninos trocaram um olhar de terror.
Harry saltou da cadeira e, junto com seu primo, acercaram-se para o vaso para avaliar os danos. Não tinha forma do consertar nem ocultar o desastre.
-Espera-nos um duro castigo. –murmurou Neville.
-Oh, não… não…não. –gemeu. –Esse é o vaso preferido da vovó. –umas lágrimas escaparam-se de seus olhos enquanto ajoelhava-se para tomar uns dos pedaços em suas mãos.
-Não há nada que possamos fazer, Haddy.
O menino de cabelo pretos fez uma careta e pensou em como se chegaria a sentir sua querida avó Maharet e se lhe escapou um soluço. Fechou os olhos e desejou com todas suas forças que nada disso tivesse passado.
-Haddy olha… -escutou a voz estrangulada de Neville e abriu os olhos.
Ante a incredulidade de ambos, foram testemunhas de como o enorme vaso se ia armando peça por peça. Se remontou até ficar como novo, só duas partes lhe faltavam e eram os pedaços nas mãos de Harry, os quais começaram a tremer e ele os soltou assustado. Quando terminaram de se encaixar o vaso se incorporou só, deixando espantados aos meninos.
-Q-Que foi e-isso?
-Não sei, Nev… mas olha… - se levantou do chão e se acercou ao vaso. Quase com medo e reverência posou uma de suas mãozinhas pelo objeto. –está como novo.
Girou-se para sorrir a seu primo e este lhe devolveu o sorriso.
-Que fazem aqui?
Ambos meninos soltaram um grito ao ser descobertos tão de repente.
-Papi!- gritou Neville carrancudo. –Não nos assustes assim.
-Perdão.- entrecerrou seus olhos. –Quero saber que faziam neste lugar que têm proibido entrar.
-Tio Armand! –gritou Harry emocionado. –Não o vais crer quando o escutes!
((********************************* ))
-Estas seguro, Albus?
-Não, Minerva, do que te estou falando são só suposições.
-Então, não pode ser ele?
-Tudo pode ser possível. Detectamos essa magia faz tão só em uma semana, os membros da Ordem têm estado reunindo informação desde então. Algo muito raro ocorre nessa casa, muitas pessoas vão e vêm… mas de algo se estamos seguros, há dois meninos de seis anos vivendo com eles. E um desses pequenos poderia ser o que estamos buscando.
-Que faremos?
-Tratarei de reunir mais informação, uma vez que me tragam tudo a analisarei e eu mesmo lhe vou fazer uma visita aos residentes dessa casa.
-Há probabilidade de que sejam comensais? –perguntou com apreensão.
-Não, mas algo me diz que as pessoas que vivem ali não são pessoas normais.
-Que quer dizer com isso?
-Isso, minha querida Minerva, te direi mais adiante. –sorriu.
((*********************************************** ))
-Você ainda está aí? –perguntou Jesse acercando pelas costas para Santino.
-Não, faz muito que se foram…
-Isto é muito raro, não sei porque Lestat não quer que lhe digamos nada a Louis. Ele deve saber que têm estado nos vigiando.
-Não podemos atuar inconscientemente, temos que saber que querem com nos primeiro. E quanto a Louis… sabes bem que desde o sequestro do rapaz esta paranoico, é milagre que não saiba nada.
-Espero que não passe nada mau. –suspirou. –Estamos tão bem assim…
Santino assentiu a suas palavras, consciente de que nem tudo sempre foi otimo, sobretudo tendo a esses dois meninos ali. Mas o do sequestro de Harry só ia passar uma vez, agora todos estavam alertas, não ia voltar a permitir que o anjo voltasse a passar por uma experiência como essa. Ele, sobretudo, era quem mais alerta estava, porque lhe tinha um carinho muito especial a Harry.
Uns quantos dias passaram e os meninos encontravam-se fazendo sua tarefa da escola, era fim de semana e estavam terminando tudo para poder se ir a brincar com Beto e seus múltiplos brinquedos.
-Papi… ajudas-me com estas somas?
-Claro, meu céu. –Louis sorriu a seu filho e alçou-o para sentar em suas pernas. Olhou o caderno com a deformada letra de seu pequeno. –Que precisas saber?
Lestat sorriu e abandonou o salão onde os meninos faziam as tarefas. Caminhou até chegar a seu escritório privado, ali já o esperavam Armand, Santino e Marius.
-Conseguiram averiguar algo? –foi o primeiro que perguntou ao se sentar.
-Nada concreto. –disse Armand com uma careta de incomodo. –Arrisco-me meu pescoço a que são magos. Estou seguro que eles devem ter algum tipo de detector para a magia.
-Não acho que a magia que utilizou Harry para consertar o vaso tenha sido muito. –comentou Marius.
-Mas esses magos têm de estar buscando a meu filho desde que desapareceu…
-Então devemos estar alertas, chamarei ao resto para que vinham à casa. Por via das dúvidas. –murmurou Marius retirando do lugar.
-Acha que tratarão de tirar-nos aos rapazes? –perguntou Santino fazendo uma careta.
-Que o tentem. –rosnou Armand.
((*********************************************** ))
Os meninos encontravam-se correndo por toda a casa, enquanto Beto os olhava desde sua cômoda posição no cadeirão da sala. De vez em quando levantava a cabeça e bufava, já que os meninos não o deixavam dormir com seus gritos e gritos.
Detiveram-se abruptamente ao escutar como soava o timbre da casa. Geralmente, ninguém chamava à porta de sua Mansão, porque todos seus tios tinham chave e outras visitam não costumavam ter. Harry fez uma careta e adiantou-se para a entrada para abrir a porta.
Um idoso com expressão surpreendida foi com o que se encontrou. Em seguida o adulto sorriu e agachou-se até ficar a sua altura. Tinha uma longa barba branca ligeiramente manchada de cinza, usava uns óculos em forma em meia lua e seus olhos eram incrivelmente azuis, tanto como os de seu papi Let. Incrivelmente, este senhor não lhe inspirava desconfiança, e isso que lhe tinham proibido falar com estranhos desde que passasse o de seu sequestro.
-Olá.
-Olá, pequeno. Como te chamas?
-Harry, senhor. E você?
-De modo que Harry. –sorriu enquanto seus olhos azuis brilhavam. –Meu nome é Albus Dumbledore e preciso falar com algum adulto da casa.
-Mmmhhh… -franziu o cenho. –Quer falar com algum de meus papis?
Albus luziu ligeiramente surpreendido e assentiu.
-Gostaria, podes chamá-lo?
-Claro, espera aqui?
-Quem é, Haddy?
Agora a surpresa do idoso diretor foi maiúscula, senão se equivocava esse menino era…
-E quem é este precioso pequeno?
-É meu primo Neville. –disse Harry solene. Neville sorriu e olhou com curiosidade ao idoso que vestia umas estranhas roupas azuis cheias de estrelas douradas e vermelhas.
-Um gosto conhecer-te… Neville. –saudou depois de recuperar do choque. Estava buscando uma agulha em um palheiro e tenho encontrado a dois.
-Vou buscar a papi Lou, Nev. Fique com o senhor. –Harry sorriu e correu despavorido ao estudo de seus pais.
Louis e Lestat aproveitavam esses curtos períodos de tempo em que seu pequeno brincava para compartilhar abraços. De modo que agora o moreno se encontrava apoiado contra a mesa enquanto Lestat vagava suas mãos por todo seu corpo. Seus lábios colavam-se de tal maneira que parecesse que cedo iam a sangrar pela paixão que estavam desbordando. Louis gemia ao sentir as caricias e se aferrava a seu namorado como se a vida dependesse disso.
-Papi! –o sorriso de Harry apagou-se ao ver como seus pais se beijavam, seu cenho se franziu e cruzou os braços enfurnando. –Papi… -Nada, os adultos seguiam ao seu. Rosnou molesto. –PAPI LOU!
Ambos vampiros se separaram alarmados.
-Que passa, petit chateau? –perguntou assustado o vampiro de olhos verdes.
-Estava-te chamando e não me fazias caso. -murmurou ainda chateado.
-Sinto muito, tesouro. Eu…
-Estávamos ocupados, papi Let tinha vontade de beijar todo o corpo de seu papi Lou. Quando a paixão nubla nossas mentes perdemos noção do que nos rodeia. –sorriu maliciosamente. No entanto, seu sorriso apagou-se ao ver a expressão assassina de seu parceiro.
-Não lhe faças caso a teu papai, meu céu. Que querias?
Harry fez uma careta e um sorriso apareceu em seu rosto.
-Lá fora há um senhor que quer falar contigo papi Lou. Disse que se chama Albus e se viste muito raro.- sorriu recordando a túnica do idoso.
Os rostos dos pais do pequeno tornaram-se sérios de repente. Desde que adotaram a Harry como seu filho, decidiram pesquisar mais a respeito do Mundo Mágico e Albus Dumbledore era uma personagem muito conhecida nesse mundo.
-Onde está esse senhor, filho? –perguntou seriamente o loiro.
-Está na entrada com Neville. –anunciou sorridente.
Os adultos trocaram uma mirada e encaminharam-se para a porta.
-Harry, quero que busques a seu vovô e a tio Armand, diga lhes que temos visitas.
-Sim, papi Lou. –disse assentindo ferventemente.
Dumbledore mantinha-se passível ante as miradas suspeitas e fulminantes que estava recebendo. Quando os vampiros pais do menino da cicatriz em forma de raio o viram, o saudaram friamente e o convidaram a entrar à sala de convidados, mandando a Neville a buscar a Harry. Jesse ia fazer-se cargo de cuidá-los enquanto falavam com seu convidado.
-Que é o que deseja de nós? –espetou Louis.
-Faz em alguns anos ocorreu uma desgraça no mundo que eu vivo. Morreram pessoas que eu queria muito, mas seus filhos sobreviveram… ainda que… ambos se reportaram perdidos, um antes que o outro: Neville Longbottom e Harry Potter. –mirada significante. Louis e Daniel se tensaram em seus assentos. –Buscámo-los por todos lados e faz pouco percebemos uma pequena manifestação de magia, como a de um menino e decidimos pesquisar como costuma fazer nestes casos. Essa investigação trouxe-me a sua casa, senhores. E acho que minha busca tem terminado…
-Nada do que faça me vai apartar de meu filho, espero que tenha em conta isso. –murmurou Armand perigosamente.
-Os meninos não lhe pertencem.
-A você também não. -rosnou Lestat.
-Os meninos são magos… devem viver com os seus.
-Olhe senhor, Harry é meu filho e eu o criei todo este tempo, porque, literalmente, seu tio me presenteou. Os seus, como você os chama, o deixaram atirado em um parque onde eu encontrei e me pertence desde que seu tio Dursley me disse que não queria saber nada dele.
Albus alçou ambas sobrancelhas surpreendido por esse detalhe.
-Pensei que os tios de Harry não sabiam nada dele.
-Eu me encarreguei disso. -sibilou Louis.
-Então minhas suposições são verdadeiras. –acariciou sua barba olhando detalhadamente ao vampiro que o fulminava com um olhar. –Vocês não são humanos.
-Somos vampiros. Vampiros antigos. –disse Marius tranquilamente.
-Achava que eram só uma lenda. –comentou com medo por estar rodeado desses seres. Albus Dumbledore também não era imune a nada.
-Nós nos encarregamos de que gente cria isso. Meu nome é Lestat de Lioncurt, Príncipe de todos os Vampiros e pai de Harry, já que ele leva meu sobrenome e não penso deixar que nos tire.
-Suponho que não poderia chegar a lhes pedir muito. Pelo pouco que vi ambos meninos estão perfeitamente bem e muito felizes.
-Encarregamo-nos de afastá-los de todo o que pudesse dana-los. Neville vivia em um orfanato e passava-lhe de casa em casa com gente que lhe dava restos de seu amor. Aqui tem em abundancia. –disse Daniel olhando mau a Dumbledore. Por dentro estava aterrorizado de que seu pequeno pudesse ser separado dele. Ainda que, segundo investigações, seu filho não tinha a ninguém que pudesse reclamar seu.
-Mesmo assim, não posso consentir em que os convertam… no que são vocês.
Os vampiros o fulminaram com um olhar.
-Não temos pensado o fazer. Eles vão viver como humanos. –Armand comentou, depois sorriu. –Mas isso não tira o fato de que, se eles nos pedem, terminem sendo um mais de nós.
-Queremos que seja sua decisão. –disse Marius.
-E sobre suas condições de magos?
-Não lhes vamos dizer nada. –sentenciou Louis.
-Não podes fazer isso. –disse Dumbledore tranquilamente. –À idade de onze anos sua magia vai apresentar-se em abundancia e é quando devem assistir à escola para que saibam como a manejar. Eu mesmo sou diretor da escola para magos da Inglaterra. Me encarregarei pessoalmente de lhes enviar suas cartas de convite dantes de 1 de setembro de 1991. Eles devem aprender a controlar sua magia.
-Por que? Estão melhor assim. -resmungou Louis.
-A magia tende a sair-se de controle nos meninos. Correm perigo se não se lhes ensina apropriadamente e no caso de Harry… -suspirou.
-Que passa com nosso petit?
-Suponho que sabem qual foi a causa de que os Potter tenham morrido. Harry é alguém muito importante para o Mundo Mágico. Alguém com uma magia infinita e poderosa, alguém que tem a vida marcada. –lamentou-se.
-Que quer dizer?- perguntou Louis com um fio de voz.
-Vocês são seus… pais? -questionou olhando a Louis e Lestat, eles assentiram. –Suponho que então devem saber porque ocorreu todo aquilo. O destino de Harry tem sido profetizado…
((*************************** ))
-Tu sabes quem era esse senhor, tia Jesse?
A vampiresa mordeu-se o lábio inferior olhando com apreensão os rostos curiosos dos meninos.
-Não, Harry. Não o conheço.
-Que achas que queira com meus papis?
-Talvez deseja… vender algo. –mentiu muito pouco convincente.
-Não creio. –disse Neville olhando-a com suspeita. –Veste bem raro, é muito amável e me presenteou caramelos de limão. –disse sacando os doces de seu bolso. Os olhos de Harry brilharam e tomo uns quantos caramelos que lhe oferecia seu primo.
-A verdade é que não sei que quer, pequenos. Melhor sigamos jogando a colorir seus livros. Já depois lhes perguntaremos aos demais que queria esse senhor. –murmurou para si.
((******************************))
Sala de convidados.
-Pelos deuses. -murmurou Louis mais pálido do normal.
-Lord Voldemort inteirou-se disso, ainda que só sabia a primeira parte, mas mesmo assim buscou aos Potter para os matar e se assegurar de que não tinha inimigos que pudessem lhe ser de estorvo no futuro. Grande erro… evidentemente.
-Como pode estar seguro de que é Harry o dessa profecia? –quis saber Marius.
-Não o sabia até que vi a Harry aquela fatídica noite. Essa cicatriz em sua frente… despede magia escura em forma leve. Senão equivoco-me ali impacto uma maldição muito poderosa. A Maldição assassina chamada "Avada Kedavra"…
-Mas esse feitiço é mortal. –disse Marius confundido. –Sempre me pergunte como é que ele…
-Magia de proteção antiga. Sua mãe, Lily Evans Potter. –Louis removeu-se incomodo ao escutar o nome da verdadeira mãe de seu menino. –invocou uma magia bastante poderosa dantes de morrer, que o protegeu de receber a maldição de cheio. Por isso o Avada deixou uma cicatriz. A qual "o marca como seu igual". Entendem o que quero dizer?
-O mesmo Voldemort fez que Harry se convertesse em seu Némesis ao lhe lançar a maldição. –disse Armand assombrado.
-Exato, esta não o matou, senão que fez que se cumprisse a profecia. –suspirou. –Quero que saibam que estou seguro que esse não foi o final definitivo desse ser, estou seguro de que anda por ai, buscando como regressar.
-Deus, diz que pode estar lá afora esperando para atacar a meu bebê? –gemeu Louis.
-É o mais provável. –murmurou.
O moreno olhou com apreensão a seu parceiro e Lestat estreitou mais o abraço com o que o mantinha sujeito pela cintura.
-Somos seres poderosos Louis, não deves temer porque um louco queira lhe fazer dano a Harry. Não o vamos permitir.
-Tem razão. –Albus sorriu. –Acho que é uma vantagem que ambos meninos estejam com vocês, afastados de toda aquela loucura. No entanto, não é bom que não sejam consciente do que são.
-Pensávamos fazer em seu momento. –comentou Marius. –Eu mesmo ia ser o encarregado, tenho estado me instruindo ao respeito.
-Parece-me muito bem, eles devem saber o que são e quem são, já que quando assistam ao colégio vão ser muito conhecidos por todos.
-Harry… -Louis engoliu saliva. –ele não sabe que não é nosso filho.
Silêncio.
-Acha que nasceu de um de vocês?
-Mais bem acho que nunca se propôs o do nascimento. Essas coisas ainda não lhe preocupam e não tem em claro que o conceito de uma mãe. Tem vivido rodeado de casais homossexuais, é o único que conhece de casais românticos. –explicou Lestat.
-Oh… Vocês temem lhe dizer que não é seu filho?
-Nem sequer sabe que somos vampiros. –sussurrou Louis.
Albus Dumbledore suspirou. Apesar que sabia que essas pessoas eram muitíssimo mais velhos que ele, tinham certas atitudes infantis.
-Isso corre por conta de vocês. Eu só lhes digo que podem se combinar com os meninos, com a condição de que os deixem assistir a Hogwarts. É importante para eles aprender a controlar a magia.
-Se aceitamos esse acordo… promete não interceder na criação até que vão ao colégio? –quis saber Daniel.
-Se prometem dizer-lhe toda a verdade e os levar a Hogwarts após que recebam suas cartas, esta será a única vez que me vejam até então.
Os vampiros olharam-se entre eles. Muito no fundo, sabiam que não podiam os ter ocultos para sempre e, sobretudo, que precisavam aprender como controlar sua magia. O trato era bom, porque asseguravam-se de que ninguém quisesse arrebatar aos meninos e se livravam de ter que batalhar por eles.
-Como estaremos seguros de que não intervirá? –perguntou Armand com suspeita.
-Lhes darei minha promessa de mago. É algo muito valioso em meu mundo, se chego a incumprir minha palavra me espera a morte. –sorriu.
-Eu aceito. –sentenciou Daniel.
Os demais presentes estiveram de acordo. Só Pointe du Lac estava reticente e pensativo.
-Mon amour?
-Está bem. –suspirou. –Terá a Harry em seu colégio quando cumpra os onze anos. Mas tenha em conta que não vou permitir que ninguém o lastime, estando lá contasse com toda nossa proteção. Eles são partes de nós e não só deverá aceitar a Harry em seu mundo de magos, senão também a nós: Os Vampiros Antigos.
-Parece-me bem. –levantou-se de seu assento. –Acho que o destino fez bem em cruzar no caminho desses meninos, já que foi muito cruel quando eram uns bebês.
-Nos encarregaremos de os fazer felizes. Não se preocupe. –murmurou Lestat.
Continuasse…
Próximo capitulo: Um novo anjo e óculos.
(((*******************¬¬****************** )))
N/A: Cá apareceu nosso querido Albus, dando um pantallazo geral de como vão ir as coisas. Esse é o acordo ao que chegaram e ainda faltam alguns chaps para que os angelitos vão a Hogwarts. ¬¬
Atte: Uko-chan!
Nota tradutor: nossa nossa finalmente uma visitinha do Dumbledore... heheheh
Quem gostou dê um grito ai galera!
Ate breve!
