OLAAAAA MINNAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!

DEPOIS DE MESES VOLTEI COM MAIS UM CAPITULOOOOO

ESPERO QUE GOSTEM……

ESTA A AQUECERRRR!!!!

BEIJOS BRIGADO POR TUDO

Capitulo 10º

Harbinger of death

4.30 da madrugada, um pequeno ruído ecoa no quarto, logo é desligado

Shaoran – merda do despertador – batendo-lhe com força, com a pouca claridade que entrava pelas cortinas do grande janelão do quarto, ele observou a figura da sua esposa a repousar descansada ao seu lado. Em posição fetal, virada para si, muito próxima, aconchegava os seus seios salientes. Reparara que o cabelo dela encontrava-se estendido pela cama – como esta grande – nunca tinha reparado que o cabelo de Sakura tinha crescido tanto este tempo.

Levantou-se silenciosamente para não acordar Sakura, e dirigiu-se á casa de banho. Quando voltou, tirou do roupeiro, um fato preto, camisa branca, e gravata azul petróleo, que Sakura lhe tinha dado.

Sakura – shaoran… - sentou-se na cama ensonada – que horas são? – olhou para o marido a abotoar os punhos da camisa, logo olhou pela janela – ainda é de noite…

Shaoran aproximou-se de Sakura, que estava sentada na cama, com os cabelos todos desajeitados, caídos sobre os ombros, com a camisa desviada a cair-lhe pelo ombro, um sinal da sua magreza e que lhe mostrava uma parte do seio, uma camisa de algodão rosa clarinho com rendas.

Shaoran – Sakura, ainda são 5 da madrugada – olhando para o relógio digital que marcava 4:49 am – ainda é muito cedo – agarra-lhe nos ombros fazendo-a deitar-se – dorme

Sakura não se deita totalmente, quando o marido lhe põe as mãos nos ombros baixando-se um pouco, ficando a poucos centimetros dela, Sakura inclina a cabeça para a frente, entre abre os lábios. Shaoran ao reparar em tão simples acção, deposita um beijo nos lábios da mulher, deitando-a em seguida e tapando-a

Sakura – volta depressa – disse entre sonos

Shaoran – Voltarei – pegou na pasta no casaco e saiu silenciosamente do quarto.

10:20 am.

Sakura acorda com os brilhantes raios de sol que trespassam as cortinas vermelhas, cor de sangue do quarto. Abre os olhos e espreguiça-se, nota que esta a dormir no lugar do marido abraçada á almofada dele

Sakura – o seu cheiro – respira fundo, mas logo lembra-se da noite passada – IDIOTA – atira a almofada pra longe, que bate nas cortinas e que ainda as abre mais – bem mas que dia – tapa os olhos com dificuldade a abri-los

Levanta-se com energia, liga o aparelho de som, que tem lá dentro um CD ao calhas e põe a musica um pouco alta, para animar o dia. Abre as portas do guarda-vestidos, para ver todas as suas roupas.

Sakura – realmente tenho tanta coisa e nunca vesti, que desperdício

Revirou o guarda-vestidos e encontrou um vestido que nunca usara, novamente que o seu marido lhe tinha dado. Um vestido de Algodão com uma túnica a acompanhar o vestido, tudo em tons de verde Lima muito clarinho, com uma faixa de cetim mais escura na cintura, tirou-o e colocou-o em cima da cama. Tirou umas sandálias, verde lima a combinar e colocou ao pé do vestido. Dirigiu-se para a casa de banho.

Depois de se arranjar, desceu e foi para o belo jardim da sua mansão.

Estava sem fome, tinha algo dentro de si que queria sair, mas não sabia o que era.

Sentou-se debaixo da cerejeira, para meditar, ter um pouco de paz. Acabou por dormitar.

Meiling acabara de chegar á mansão do seu primo, ao passar pela sala observou alguém ao pé da grande cerejeira, que fora trazida do Japão, e ser plantada naquele sitio, pelo seu primo.

Meiling – Sakura? – disse para si

Começou a caminhar lentamente, sempre a observar Sakura, que parecia estar a dormir. Pisou a relva e começou a ir em direcção a Sakura. Ao aproximar-se reparou que Sakura estava a murmurar qualquer coisa, que estava em estado de transe, tendo os olhos abertos.

Meiling – Sakura? – chamou-a

A menina de cabelos pretos e roupa vermelha aproximou-se mais um pouco, ate um vento circular, fazer com que as pétalas de Sakura girassem no ar, perdidas… como Sakura, perdida no seu transe. Algo fez tremer a terra, fazendo Meiling desequilibrasse, um grande estrondo bateu na terra, fazendo-a movimentar-se como ilusão de óptica … ai o vento parou. Tudo voltou ao normal.

Meiling – Sakuraaaa???? – correu preocupada ate á menina, agarrou-a e abanou-a, fazendo com que ela voltasse a si – que se passa?? Fala comigo Sakura

Sakura – prenuncio de Morte…

Meiling – Saki…quem vai morrer? – com os olhos muito arregalados

Sakura – … Eu … – um vento gélido soprou no ar…

---------

Estava sentada numa das cadeiras da sua varanda, a que estava virada para a parte da frente da mansão. Conseguia ver quem entrava e quem saia, o jardineiro a cuidar das lindas flores da mansão, os motoristas a puxar lustros aos carros, alguns empregados a tirar uns minutos de descanso, os seus sobrinhos com vizinhos a correrem pelos campos. Tudo estava calmo.

Ouvia duas pessoas dentro do seu quarto a falarem baixo, mas não o suficiente, pois ouvia.

Yehan – pois…ela está tão pálida

Meiling – estou com medo…

Yehan – vamos protege-la – disse fortemente

Meiling – será melhor contar ao Xiao?

Nesse momento Sakura levanta-se e vai ate á entrada da varanda

Sakura – não quero que ele saiba

Meiling – mas porque?

Yehan – um prenúncio de Morte é grave…ele tem de saber…ainda por cima o teu

Sakura – BASTA…sou eu que decido e não quero que ele saiba

Meiling – mas…

Yehan – há quanto tempo é que não tinhas premunições ou visões do futuro Sakura? – deu um paço em frente

Sakura – desde que perdi… - calou-se não consegui-o terminar a frase, pôs a sua mãozinha gelada no seu ventre seco

Yehan – percebo, talvez seja altura de libertares os teus guardiães, eles iram-te proteger melhor que ninguém

Sakura – e quem os protegerá? Ninguém… - mas logo retorquiu - assunto encerrado – e dirigiu-se outra vez para a cadeira onde estava sentada, e observou o mesmo que á pouco.

Sentiu-se sozinha, Meiling e Yehan tinham-se retirado. Olhou para algumas pétalas de sakuras que estavam em cima da mesa, que se encontrava ao seu lado, uma mesa em ferro como a cadeira onde estava sentada, tudo trabalhado e em branco. Pousou a mão em cima da mesa, levantou-a a poucos milímetros do tampo e colocou o seu indicador perto de uma das pétalas, e fê-la brilhar.

Sakura – os meus poderes, voltarem…

- Clow……-

E uma lágrima escorreu-lhe pela doce face branca

- Está a chegar o momento -

- A lua cheia….vem a caminho -

Um vento assombrou toda a gente e com ele trouxe nuvens negras de desgraça. Uma tempestade aproximava-se