Beta: Ana Ackles :)
My Sweet Dream
Capítulo 10
- Você precisa aguentar mais um pouco, Jensen. A série está fazendo sucesso, a audiência vem subindo a cada semana, há grandes chances de eles renovarem seu contrato por mais dois anos - Robert falava enquanto almoçavam em um restaurante de Vancouver.
- Eu não sei… Eu me sinto sufocado com esse casamento, preciso de um tempo pra mim mesmo.
- O que você quer dizer?
- Eu pensei em tirar uns dias de folga, na semana que vem, depois da convenção. Minhas gravações só começam na quinta-feira, e...
- Uns dias de folga? Onde?
- Pensei em ir até aquela ilha próxima a Seattle. É um lugar reservado e calmo, exatamente o que estou precisando. De paz! - suspirou.
- Não foi lá que você conheceu aquele garoto? - Robert largou os talheres sobre a mesa, já sem nenhum apetite.
- Foi. Você tem boa memória, hã? - O loiro sorriu e bebeu um gole de vinho. - Mas você pode ficar tranquilo, ele provavelmente me odeia, então...
- E você quer ir lá pra se certificar?
- Ele foi embora de Vancouver da noite pro dia, e então veio a gravidez da Taylor, e… eu só gostaria de saber se está tudo bem.
Mas os planos de Jensen de passar alguns dias na ilha foram destruídos, quando Robert telefonou dois dias depois, dizendo que teria uma participação em um Talk Show na segunda-feira, em Los Angeles.
Deveria estar lá no domingo, logo após a convenção, porque na segunda logo cedo seria entrevistado por uma revista e também faria uma sessão de fotos.
- E o que aconteceu com os meus dias de folga? - Jensen reclamou, aborrecido.
- Jimmy Kimmel, Jensen! Você sempre quis participar do seu programa! - Robert praticamente gritou do outro lado da linha.
- Droga! - O loiro passou as mãos pelos cabelo, nervoso. - Eu sei… é só que… a minha vida pessoal está uma droga, Rob. Eu vou acabar surtando a qualquer momento.
- Certo. Eu vou marcar uma consulta com um terapeuta pra você, isso deve ajudar.
Jensen quis rir na cara dele, mas simplesmente se calou. Nem terapeuta, nem pai de santo, macumba, nem qualquer outra coisa resolveria seus problemas no momento.
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Já em Los Angeles, Jensen fez as fotos, entrevistas e toda a publicidade envolvida, com um sorriso no rosto. Falou um pouco sobre a sua carreira, sobre o personagem atual da sua série, e também sobre o seu casamento, conforme havia sido orientado.
Às vezes perguntava a si mesmo se ainda conseguia convencer alguém com aquela falsa felicidade estampada no rosto. Era extremamente profissional, e sabia o quanto aquilo tudo podia ser importante para a sua carreira, mas no fundo, sentia que quanto mais famoso, menos feliz se tornava. Era uma difícil constatação.
Na noite de terça, depois de todos os compromissos cumpridos, Jensen saiu com seu empresário para beber. Depois de muitas doses, voltaram para o hotel e Robert o acompanhou até o seu quarto, onde beberam mais uma garrafa de vinho.
- Você ainda vai ter todo o sucesso que merece, Jensen - Robert ergueu sua taça, fazendo um brinde.
- Sucesso? - Jensen sorriu. - Uma pena que ele vem com um preço bastante alto, não é?
- Você está ficando sentimental na velhice - o empresário brincou. - Se lembra de quando começamos? Eu disse a você que o céu era o limite. Olhe pra você agora…
- Acho que eu era mais feliz na época. Quando os meus sonhos eram apenas ser um ator famoso… - Jensen riu de si mesmo.
- E quais são os seus sonhos agora?
- Eu não sei. Ter um pouco de paz… - "Ter Jared de volta" pensou, sem dizer em voz alta.
- O seu amante… como é mesmo o nome dele? Não te faz feliz?
- Nós rompemos. Melhor assim. Era um relacionamento sem futuro, não dá pra querer tudo.
- Você pode ter tudo o que quiser, Jensen. E talvez a felicidade que você tanto procura esteja mais próxima do que imagina.
Jensen não sabia se era carência, ou se estava bêbado demais para impedir, mas simplesmente permitiu quando Rob se inclinou para beijá-lo e correspondeu, sem pensar coerentemente. Em instantes estavam na cama e Jensen só se deu conta da besteira que havia feito quando acordou pela manhã.
Robert estava sentado no sofá com seu notebook, quando Jensen acordou, e já tinha pedido o café da manhã para ambos no quarto.
- Hey. Dormiu bem?
- Minha cabeça está latejando - O ator reclamou e foi para o chuveiro, trancando a porta do banheiro para que o outro não pensasse em segui-lo.
Ao sair, vestiu-se rapidamente e se serviu de uma xícara de café puro.
- Eu vou… arrumar as minhas coisas. Nosso vôo é daqui a duas horas - Robert falou e se inclinou para beijar brevemente a boca de Jensen, mas o loiro se esquivou.
- Acho melhor mantermos as coisas... profissionais - Disse simplesmente.
- Claro - Robert não conseguiu disfarçar sua decepção. - Te espero na saída.
- Eu não vou.
- O quê?
- Eu comprei uma passagem até Seattle.
- Você ainda pretende ir atrás dele? - A voz do empresário soou amarga.
- Eu preciso me certificar que ele está bem. Vai ser só uma passagem rápida, eu não irei me atrasar para as gravações.
- Não perca o seu tempo - Robert pegou seu celular e enviou algumas fotos para o de Jensen. - Seu garoto já seguiu em frente. Apenas você parece querer viver no passado.
Assim que o seu agente saiu, Jensen olhou para as fotos, sentido seu coração falhar uma batida.
Na foto estavam Jared e outro homem que Jensen reconheceu ser Milo; aparentemente estavam tomando sorvete em frente ao restaurante de Samantha. Jared servia o sorvete na boca do outro com a colher… tudo íntimo demais.
Na segunda foto, estavam saindo da pousada de mãos dadas. O sorriso de Jared é que fazia o seu coração doer… ele parecia feliz.
E numa terceira foto, Jared estava sentado sobre o capô do Buggy, segurando a mão de Milo sobre a sua barriga. Foi então que Jensen percebeu e teve que se sentar. Seu coração disparou no peito e lágrimas escorreram pelo seu rosto… Jared estava grávido.
Ele realmente tinha esquecido Jensen e seguido em frente, e constatar isso doía como o inferno. Largou o celular sobre a bancada, passando as mãos pelo rosto.
Desejava poder voltar atrás e consertar as coisas, mas nada podia fazer. Jared parecia bem e feliz, construindo uma família, o que provavelmente era muito melhor para ele, do que a vida que poderia ter ao seu lado. Era melhor deixá-lo ir.
Pegou o celular e olhou para a foto mais uma vez, perguntando a si mesmo se existia alguma possibilidade de que ele fosse o pai daquela criança. Sorriu com a ideia, mas chegou à conclusão que não… Certamente Jared teria lhe contado, caso houvesse essa possibilidade. Afinal, tinham brigado, mas não havia motivos para que ele não fizesse isso.
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Jensen tentou deixar o passado para trás e seguir em frente. Tinha muito trabalho, o que mantinha a sua mente ocupada, e sua relação com Taylor era tolerável.
Depois de algum tempo, ela parou de infernizar a sua vida com a ideia de terem um bebê, o que era bom, pois Jensen não acreditava que uma criança pudesse mudar aquele casamento, cada vez mais tinha certeza que era só uma questão de tempo até o divórcio.
Jensen estava sozinho no apartamento do casal, procurando por um documento, quando encontrou uma pasta onde estavam os exames de Taylor.
Havia alguns exames de sangue e ultrassom, e Jensen se viu examinando um a um, sentindo que havia alguma coisa errada.
O ultrasson era da época em que Taylor deveria estar grávida, mas não havia nenhum bebê nele. Havia também outros exames datados da mesma época e a receita de um remédio que Jensen pesquisou e descobriu ser para tratamento da fertilidade.
Intrigado, Jensen ligou para uma velha amiga que trabalhava no mesmo hospital que Taylor supostamente tinha procurado quando teve o aborto, pedindo que verificasse se havia algum registro da sua mulher naquela data. Não havia...
Jensen sabia que não merecia o título de marido do ano, mas saber que fora enganado daquela maneira, fez o seu sangue ferver.
Quando Taylor chegou e o loiro a confrontou sobre o ocorrido, ela não teve como argumentar.
- Por quê?
- Jensen...
- Por favor, eu preciso saber… eu mereço saber!
- Você… estava muito indeciso sobre o casamento e Robert achou…
- Robert? O que o Rob tem a ver com isso? - O loiro gritou.
- Ele achou que você estava prestes a jogar toda a sua vida pro alto por causa de um garoto, e… Ele me instruiu a fazer isso. Eu poderia engravidar na nossa lua de mel, que era o meu período fértil, mas não aconteceu.
- E por que você fez isso? Pra forçar um casamento? É sério? Ainda existe o golpe da barriga e eu caí nele? - Jensen forçou uma gargalhada.
- Foi conveniente pra você também. Você precisava desse casamento, Jensen, pra manter a imagem de heterosexual e bom moço que você sempre vendeu.
- E pra você? Por dinheiro não pode ser, porque nós temos um acordo pré nupcial. O que o Rob te prometeu?
- Fama - Taylor riu, mas lágrimas escorreram pelos seu olhos. - Ele prometeu me ajudar a alavancar minha carreira, me disse que ser esposa de um ator famoso ajudaria, mas…
- Mas…?
- Foram só promessas. Eu não consegui uma audição sequer em todo esse tempo, e… além das fotos de nós dois em revistas, eu não tive mais nada. Nem mesmo na entrevista no Kimmel ele me incluiu, fez questão que você fosse sozinho pra Los Angeles!
Jensen não disse nada, não queria e nem conseguia ouvir mais nada… Saiu de casa, sentindo-se traído, humilhado… Tinha sido enganado por tanto tempo, fora pressionado a deixar Jared e se casar, e pior… tinha sofrido pela perda de um bebê que nem mesmo existia. Como não havia percebido nada daquilo?
Entrou no carro e quando percebeu, já estava entrando no apartamento do seu agente.
- Jensen? Aconteceu algu… - Robert não conseguiu completar a frase, pois foi atingido com um soco de direita no rosto, o fazendo cambalear e quase cair, caso não se apoiasse na parede.
- Seu filho de uma puta! - O loiro o agarrou pela gola da camisa, socando suas costas contra a parede. - Eu confiei em você… como você pode jogar tão baixo?
- Jen, eu… eu posso explicar, eu… - Robert já sabia do que se tratava, pois Taylor havia ligado há alguns minutos.
- Explicar? Então me explique quando eu te dei autorização pra se meter na minha vida pessoal? Nós temos um contrato de negócios, até onde eu sei!
- Não, Jensen… eu também tenho que zelar pela sua imagem, quando você parece estar pouco se importando.
- Minha imagem? Você me forçou a um casamento de mentiras!
- Você tinha concordado em se casar com ela, eu só apressei as coisas, quando vi que você estava perdendo a cabeça por causa daquele garoto! Eu estava cansado de consertar suas burradas, Jensen! Enquanto você se encontrava com ele aqui em Vancouver, sem se importar se pudessem ser flagrados, ou não.
- Essa era minha escolha, Rob. Você não podia tirar isso de mim. Não podia me enganar, me fazer acreditar que seria pai, me fazer sofrer pela perda de uma criança que nunca existiu! - Jensen se sentou no sofá, passando as mãos pelo rosto. - Isso foi…
- Isso não estava nos planos, mas como a imprestável da Taylor não conseguiu engravidar, nós tivemos que…
Jensen gargalhou, sem humor. - Eu quero você fora da minha vida, Rob. Nosso contrato termina aqui.
- Não Jensen… você não pode!
- Não posso o quê? Nós estamos falando da minha vida, Rob!
- Você não pode ser tão ingrato.
- Ingrato?
- Eu criei você, Jensen. Você não era ninguém antes de mim. Não passava de um garotinho bonito, que não conseguia trabalho algum. Eu fiz de você um homem de verdade, eu tornei você famoso, eu cuidei de você!
- Sim, você fez de mim quem eu sou… apenas você se esqueceu que eu sou uma pessoa, Rob. Não uma marionete que você manipula do jeito que quiser. Por mais grato que eu seja pelo passado, você ultrapassou todos os limites. Você está fora!
- Eu sei que você está de cabeça quente, mas você vai pensar melhor e perceber que eu fiz tudo isso pelo seu bem. Eu vou estar sempre aqui Jensen… Eu não vou deixar você se afundar e arrastar tudo o que eu construí durante esses anos. Eu vou cuidar de você, Jensen. Sempre!
- Você é doente, Rob! Fique longe de mim - Jensen falou e saiu, sem olhar para trás.
Até podia esperar qualquer coisa de Taylor, mas Robert tinha sido mais do que o seu agente, tinha sido seu confidente, seu amigo durante muitos anos. Tinha confiado toda a sua vida a ele, e essa traição doía muito mais do que qualquer outra coisa.
Pisou na calçada e respirou fundo, tentando controlar suas emoções. Precisava se acalmar e decidir qual o próximo passo. Por ora, só queria poder sumir… Estava vivendo em meio a um ninho de cobras e sentia-se sufocado.
Sem rumo, entrou no primeiro bar que apareceu em seu caminho… a bebida não ajudaria a resolver seus problemas, mas naquele momento, tudo o que precisava era esquecer…
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Faltavam apenas três semanas para o nascimento do bebê. Jared estava ansioso, não via a hora de conhecer seu rostinho e segurá-lo em seus braços.
- Você sabe onde está o Jeff? - Perguntou para Ethan, o novo funcionário que seu pai havia contratado para ajudar na pousada.
- Saiu há uma hora, mas ou menos. Disse que ia até o bar do Joe.
- Ah, então eu vou até lá encontrá-lo.
- Tem certeza que você ainda pode dirigir? - Ethan perguntou, preocupado.
- Eu estou bem, e são apenas alguns minutos até lá. Preciso me distrair um pouco, ou vou acabar enlouquecendo até o bebê nascer - falou, acariciando a barriga e sorrindo.
- Cuide-se, ou seu pai vai me matar por ter deixado você sair.
- Okay - Jared gargalhou e pegou as chaves do buggy.
Como de costume, Jared estacionou nos fundos e deu a volta, entrando no bar.
- Já percebeu que estamos sempre nos reencontrando? - Matt Cohen estava sentado na primeira mesa, logo na entrada. - Será o destino?
- Eu espero que não. Então você está mesmo morando aqui na ilha novamente? - Perguntou, curioso.
- Você não soube das novidades? Minha mulher me mandou embora - Matt já parecia estar bastante bêbado. - Me chutou feito um...
- O que você aprontou dessa vez? - Jared sentiu vontade de rir, mas não iria provocá-lo.
- Por que você acha que eu aprontei alguma coisa? - Matt ergueu um pouco a voz, chamando a atenção do seu irmão, no balcão do bar. - Eu sou um santo!
- Claro - rolou os olhos e deixou Matt falando sozinho.
- Hey Joe - Jared foi até o balcão, depois de olhar ao redor e não encontrar seu pai.
- Jay! - O homem saiu de trás do balcão para abraçá-lo. Como é que está, garoto? Faz tempo que você não aparece por aqui.
- Estou bem. Ansioso, mas bem - sorriu.
- Que ótimo. Jay… me avise se o Matt implicar com você ou passar dos limites, tudo que ele tem feito é ficar por aí bebendo, ultimamente. Mas e esse bebê, vai nascer aqui na ilha?
- Não. Eu vou pra Seattle na segunda-feira. O Jeff não quer correr nenhum risco, na verdade ele queria que eu já tivesse ido.
- Ele está certo. Precaução nunca é demais, não é mesmo?
- Por falar no Jeff, eu pensei que fosse encontrá-lo por aqui.
- Ele saiu há quase meia hora, com o Jack e o Steve. Devem ter ido jogar poker na casa de um deles.
- Ah, okay. Eu devia ter ligado pra ele antes de vir. Já vou indo, então.
- Cuide-se, garoto!
Ao sair do bar e ir até onde o buggy estava estacionado, Jared teve uma sensação estranha, como se estivesse sendo seguido ou observado.
Olhou em todas as direções, mas não viu ninguém, então pensou ser paranóia sua.
Entrou no buggy com um pouco de dificuldade, por causa da barriga, e dirigiu pela beira da praia, refazendo o mesmo caminho pelo qual tinha vindo.
Depois de se afastar alguns quilômetros, sentiu o veículo ficar pesado e sem controle e, ao parar, percebeu que dois dos pneus estavam furados.
O local era totalmente escuro, exceto pela luz dos faróis. Por um momento, lembrou-se da sensação que tivera na saída do bar, e sentiu medo.
Procurou pelo seu celular, mas não o encontrou, provavelmente o havia esquecido no bar, então tentou manter a calma.
Apanhou uma lanterna no porta luvas, desligou os faróis do veículo e resolveu caminhar de volta até o bar, pois era mais perto do que voltar para casa, e certamente não aguentaria uma caminhada tão longa, nas atuais condições.
Nunca deveria ter saído de casa sozinho, Jeffrey certamente iria querer o seu couro quando chegasse em casa.
Jared olhou mais uma vez para os dois pneus furados, e não queria pensar no que aquilo significava, ou entraria em pânico.
Pegou também o seu casaco no banco de trás e foi caminhando pela beira da praia, e apesar de não ver ninguém no alcance da luz da lanterna, ainda estava com aquela sensação ruim.
Foi então que veio a dor, tão repentina, fazendo-o se inclinar, segurando a barriga.
Instintivamente, gritou por socorro, mas sabia que não havia ninguém por perto, nenhuma casa, nem nada, pelo menos nos próximos dois quilômetros.
A dor aliviou por um instante, mas logo voltou com mais força, fazendo com que se ajoelhasse na areia, gritando e se contorcendo.
Junto com a dor veio o pânico, e Jared mal podia respirar… sentiu o líquido escorrendo pelas coxas e conseguiu gritar por socorro mais uma vez, com o rosto banhado em lágrimas.
- Não! Você não pode nascer agora, está me ouvindo? - falava com o bebê, tentando acalmar a si mesmo. - Por favor, não! Por favor…
Outro grito de dor e Jared desejou ter permanecido no buggy. As dores estavam cada vez piores e mais frequentes, sabia que o bebê estava nascendo.
Não havia ninguém por perto e sequer sabia o que fazer. Sentou- se sobre o casaco e tirou as calças. Não podia evitar, seu filho nasceria ali, no meio do nada, sem nenhuma ajuda.
O medo fazia todo o seu corpo tremer, e Jared lutava para respirar e manter-se consciente. A vida do seu filho dependia disso...
Continua…
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Granielle: Pois é, esse filho era a única coisa que Jensen acreditava ter de bom, acho que o aborto foi um choque pra ele. Infelizmente (ou felizmente, pro Jensen) o Jared ama o Milo somente como amigo, né? E acho que ele não iniciaria um romance, sabendo que vai fazer o outro sofrer. Ah, pode se sentir especial, sim. Eu tenho um carinho muito grande pelos meus leitores. Cada um do seu jeitinho… rs. Obrigada por comentar! Bjos!
Luciana Neves: Que bom que gostou! Olha, quando a inspiração não vem, não tem jeito não, viu? Mas o capítulo 11 já está escrito, então desta vez não irá demorar. Obrigada por comentar!
Cleia: A inspiração demorou, mas finalmente voltou. Confesso que foi difícil desapegar do meu Jared cafajeste da outra fic. kkk. Obrigada pelo comentário carinhoso. Beijos!
