Olá mina, mais um capítulo que estou trazendo pra vocês espero que vocês gostem ^.^

Os personagens não me pertencem são de RumikoTakahashi só a história me pertence.

"blábláblá" pensamentos

(n/a:) nota da autora

_ mudança de cenário

Vamos à fic. n.n

MARCAS

As horas das aulas passaram, Kagome e Inuyasha ficaram chocados quando souberam do acontecido e Ayame ficou uma fera enquanto Kanna só olhou pra mim dizendo "eu te avisei".

Pena que eu não ouvi isso antes, agora estava com medo, eu sabia o que aconteceria quando eu chegasse em casa. Já basta eu ter saído mais cedo hoje não esperando Naraku acordar, já que ele não tinha comprado comida e não deu dinheiro para isso eu não tinha como preparar o café da manhã e eu sabia que quando ele acordasse ele me bateria.

Suspirei.

Eu não sei o que esta acontecendo, as coisas estão piorando Naraku esta mais agressivo, no começo as surras eram raras, mas agora é quase todo dia e muitas vezes sem motivos.

Mas agora ele teria um motivo.

Ele tinha me alertado, se eu chegasse tarde em casa não importa o motivo eu sofreria as consequências. Imagine quando ele descobrir que o motivo de ter chegado tarde era por causa de uma briga e que um garoto era um dos motivos.

Eu estou muito, mas muito ferrada...

Enquanto eu pensava, eu me dirigia pra sala de castigo, quando eu entrei vi o professor dormindo na sua mesa e mais cinco alunos na sala e que dois deles eu conhecia.

- Por que vocês estão aqui? – perguntei quando me aproximei.

- Rin? O que você esta fazendo aqui? – perguntou Sango quando olhou pra mim.

- Rinzinha eu não sabia que você gostava de arrumar encrenca. – o rapaz que estava sentado ao lado da Sango comentou.

- Miroku para de encher o saco, afinal é por sua culpa que estamos aqui. – Sango falou irritada.

- O que aconteceu? – eu perguntei me sentando do outro lado da Sango e bem longe do Miroku só por precaução.

- Foi por culpa do Miroku. - Sango falou irritada. – Esse idiota inventou de passar a mão em mim.

- Mas pelo que eu percebi isso é normal – comentei.

- Só que ele fez isso em plena aula de natação e quando eu bati nele, ele tropeçou e esbarrou na professora caindo os dois dentro da piscina. – colocou a cabeça entre os braços – É tudo culpa desse idiota.

- Foi por isso que vocês não estavam na sala de aula agora a pouco. – perguntei lembrando que eles não estavam na sala de aula quando eu tinha chegado e que eu não tinha os visto desde antes da aula de natação.

- Sim. Nós fomos enviados pra diretoria quando Miroku passou a mão na professora e eu bati nele de novo quase afogando os dois. – falou com o rosto escondido pelos braços.

Olhei pra Miroku que estava coçando a cabeça sem graça.

- E você Rin o que ta fazendo aqui? Eu pensei que eu encontraria Kagura aqui e não você. – Sango falou virando a cabeça e olhando pra mim.

- Eu briguei com a Kagura.

- E ainda esta viva? – perguntou ironicamente Miroku.

Eu e Sango olhamos com cara de poucos amigos para Miroku, que se encolheu e se calou.

- Eu não entendi – Sango olhou pra mim – ela que bateu em você mesmo que "sem querer/querendo" com a bola – falou fazendo aspas com a mão - era pra ela esta aqui também.

- Pro diretor o que aconteceu não passou de um mero "acidente". – falei também fazendo aspas com as mão também.

- Você ta brincando comigo – Miroku falou pasmo – mesmo com varias testemunhas e ela ainda ter chamado o professor de hanyou? Eu sabia que o diretor passava a mão na cabeça dela, mas isso é ridículo. Ela desrespeitou um professor.

- Eu sei... – suspirei – agora eu tenho que cumprir punição por ter batido nela. – coloquei a cabeça em cima da mesa.

- E por que você bateu nela? – Sango perguntou.

- Bom... Ela disse algumas coisas que eu não gostei e então eu bati na cara dela foi isso – respondi e olhei pra cara deles que estavam pasmos.

- Minha heroína – Miroku falou – eu sempre quis dar uns sopapos na cara dela, mas como sou homem eu não poderia e mesmo assim ela teria me matado. Mas como você ainda ta viva depois desse feito? – perguntou e eu comecei a ficar vermelha. – Por que tenho certeza que ela não deixaria você escapar viva dessa proeza.

- É que quando ela me atacou o Sesshoumaru me salvou... – falei ficando mais vermelha e lembrando os acontecimentos depois que eu saí da sala do diretor.

Sango e Miroku começaram a sorrir.

- Salvou foi... – Miroku começou – e qual foi à recompensa que ele teve...

- Miroku pare de ser tão pervertido. – Sango reclamou.

- Mas Sangozinha...

- Calado.

- Sangozinha não fique brava comigo.

- Mas é claro que eu fico brava com você. Afinal é por sua culpa que estamos aqui quando deveríamos estar nos clubes fazendo nossas atividades. Seu tarado idiota.

- Não é minha culpa foi você que bateu em mim.

- Por que você passou a mão em mim seu hentai.

Achei engraçado os dois discutindo, mas continuava nervosa o tempo estava passando e Shippou provavelmente estava me esperando e quando a gente chegasse em casa...

Não! Tem que haver um jeito de escapar dessa.

Mas e se Naraku tentasse alguma coisa contra Shippou? Da última vez que tínhamos saído sem o consentimento dele ele chegou perto de machucá-lo.

- Rin? Esta tudo bem? – Sango perguntou – você esta branca.

- Hun? Há sim, estou bem sim não se preocupe – dei um sorriso forçado.

Sango pareceu aceitar e voltou a discutir com Miroku.

Quando o horário do castigo terminou o professou nos liberou e eram mais de duas horas depois do final das aulas. E eu estava muito nervosa, Sango percebeu isso e perguntou novamente o que eu tinha, mas como sempre dei uma desculpa qualquer me afastando dela e de Miroku me despedindo.

Segui o caminho que ia em direção ao colégio de Shippou, quando cheguei ele estava sozinho no balanço da praça em frente ao colégio olhando pro chão. Suspirei aliviada pelo menos ele não me desobedeceu e foi pra casa sozinho, imagine o que aconteceria se ele estivesse sozinho com Naraku.

Um arrepio passou por mim quando pensei nisso. Não eu não permitiria isso nunca.

- Shippou. – chamei e ele levantou a cabeça pra olhar pra mim.

- Rin graças a Deus! O que aconteceu? Por que você demorou? – perguntou enquanto se levantava e me abraçava – eu estava preoculpado.

- Ouve alguns problemas no colégio e eu fiquei de castigo. – expliquei começando a andar.

- Mas já esta tarde Rin o que ele vai fazer quando chegarmos em casa?

- Não precisa se preocupar ele não vai te machucar.

- Eu não estou preocupado comigo Rin. – olhei pra Shippou.

- Eu sei.

Enquanto nós andávamos a caminho de casa comecei a pensar no que aconteceria quando a gente chegasse, comecei a tremer, e quanto mais perto íamos chegando mais eu tremia, eu tinha certeza absoluta que ele estaria furioso.

Eu estava realmente com muito medo.

Quando estávamos perto de casa comecei a abrandar os passos até parar, Shippou parou ao meu lado olhando pra mim confuso.

Não. Já basta.

Me virei pro lado oposto ao caminho de casa e comecei a andar rápido puxando a mão de Shippou que continuava me olhando confuso.

- Rin? – me chamou.

Mas eu não respondi continuei puxando-o até que ele entendeu e acompanhou meus passos, nós não voltaríamos, nós iríamos embora de uma vez, eu não deixaria Naraku tocar em mim ou em shippou nunca mais.

Continuamos andando rápido agora com Shippou acompanhando meus passos, e quanto mais nos afastávamos mais forte meu coração batia e mais leve eu me sentia, sentia como se estivesse me libertando de corrente que me prendiam, mas quando estávamos passando pelo colégio de Shippou novamente tinha um carro preto parado em frente ao colégio com um homem encostado a ele olhando pra gente.

Eu não acreditei em quem estava encostado ao carro meu sangue começou a sumir do meu corpo e o senti pesado novamente, aos poucos fui parando ate ficar a uma pequena distancia dele.

Senti vontade de chorar. Como eu fui tola, como eu poderia achar que conseguiria fugir dele, quão ingênua eu pude ser em sequer pensar nisso.

- Aonde vocês pensam que vão? – perguntou.

- Naraku eu...

Dessa vez não tinha desculpa ele sabia que estávamos fugindo.

- Entrem no carro – falou com a voz fria e contida e eu tremi, mas não nos mexemos - Agora!

Entramos no carro e sentamos no banco de trás enquanto Naraku foi pro banco do motorista, não demorou nem cinco minutos pra chegar-mos em casa, mas pra mim foram os cinco minutos mais longos da minha vida.

A tensão dentro do carro era grande e eu não conseguia abrir a boca pra inventar alguma desculpa, Naraku olhava pra mim pelo retrovisor e o ódio que eu via me deixava muda.

Shippou apertou minha mão com força me dando apoio ele sabia que o que nos esperava não era boa coisa, apertei a mão dele de volta dando uma confiança a ele que eu não tinha.

Naraku estacionou o carro em frente da casa, eu e Shippou saímos de mãos dadas, mas foi colocar o primeiro pé dentro de casa que Naraku começou.

Eu nem sequer vi o primeiro golpe só percebi que estava o chão com a face ardendo, coloque a mão no meu rosto. Naraku me pegou pelos cabelos me levantando novamente e me fazendo olhar pra ele enquanto eu gemia de dor.

- O que você achava que estava fazendo? Você achou mesmo que poderia escapar de mim?

Fiquei calada eu sabia que se respondesse iria ser pior.

- Responda sua vadia – me jogou no chão novamente. – Eu recebi um telefonema da sua escola e eles disseram que você estava de castigo – falou se aproximando de mim novamente – eu sabia que você tentaria alguma coisa eu tinha certeza disso – pisou no meu rosto e fez pressão – mas eu sabia que você não deixaria esse pirralho pra trás – falou apontando pra Shippou que estava parado quase que em choque olhando a cena.

- Shippou – chamei com voz abafada pelo sapato de Naraku que estava no meu rosto.

Mas ele não respondia, estava paralisado no lugar. Eu não posso deixar o Shippou ficar vendo isso ele é só uma criança.

- Shippou sair... – pedi, mas ele não se movia.

- Preste atenção no que eu estou dizendo – Naraku chutou minha barriga – sua cadela desprezível. – deu outro chute na minha barriga – você acha mesmo que poderia fugir de mim? Você tem que entender de uma vez vocês são meus e eu posso fazer o que eu quiser com vocês. Não adianta vocês tentarem fugir eu sempre vou achá-los, nem que eu tenha que ir ate o inferno atrás de vocês. E você sabe disso não sabe? Eu não vou perdê-los afinal vocês são as minhas galinhas dos ovos de ouro.

- Não... - falei fracamente - nós não somos... seus –Naraku me pegou novamente pelos cabelos.

- Vocês são meus sim – olhou nos meus olhos – você acha o quê? Vocês não são nada, são insignificantes ou você acha que tem alguma importância? Não me faça rir. Olhe ao redor ninguém liga pra vocês são só um peso que eu tenho que carregar e que só carrego por causa da empresa ou você acha que se vocês fossem pobres alguém iria ajudá-los? Acordem pra vida esse é o mundo real vocês só tem a mim.

- Nós não precisamos de você – não sei de onde estava vindo coragem para desafiá-lo, eu sabia que eu ia me arrepender minha mente gritava pra eu ficar calada, mas as palavras saiam sem que eu pudesse conte-las.

Naraku olhou pra mim enfurecido e me bateu me fazendo cair no chão novamente.

- Sua grande idiota você ousa me desafiar?

- Nós nunca precisarmos de você – falei me levantando – e nós nunca vamos precisar – fiquei cara a cara com ele – EU ODEIO VOCÊ – gritei.

Naraku apertou minha garganta com força.

- Você me odeia? Você sua putinha me odeia? Como você ousa sequer levantar a voz para mim sua cadela ponha-se no seu lugar, a sua vida me pertence e se eu quiser posso acabar com ela agora mesmo – apertou com mais força minha garganta me fazendo ficar zonza e sem ar.

- Solta ela você vai matá-la – Shippou falou finalmente acordando desesperado pulando em cima de Naraku fazendo-o soltar minha garganta.

Comecei a tossir e o ar voltou a entrar em meus pulmões enquanto Naraku empurrou Shippou que caiu no chão. Naraku se virou pra Shippou que se levantou e correu pra sala, mas como Naraku era um demônio "nos dois sentidos da palavra" mesmo que meio demônio alcançou-o rapidamente e pegou pelo braço puxando-o, enquanto eu os seguia quase que me arrastando.

- Seu pirralho detestável como você atreve a me afrontar – levantou a mão pra bater em Shippou.

- NÃO! – gritei e segurei o braço dele – você não vai tocar nele – falei tentando segurá-lo.

Mas eu não tinha força pra contê-lo e Naraku me empurrou me fazendo bater as costas no armário que continha as bebidas quebrando as portas de vidros, senti os vidros penetrando na minha pele enquanto o sangue escorria pelas minhas costas, Naraku foi ate mim e começou a me bater novamente.

Comecei a ficar zonza novamente estava perdendo as forças e enquanto eu ia caindo na escuridão escutei Shippou gritando, mas eu não consegui ficar acordada e acabei ficando inconsciente.

Shippou olhava a cena desesperado gritando enquanto Naraku batia em Rin que estava inconsciente. Ele foi pra cima de Naraku novamente tentando segurá-lo, mas Naraku bateu no rosto dele fazendo-o cair no chão.

Foi quando Naraku parou e olhou pra Rin que continuava inconsciente e uma mistura de sangue e hematomas, ele estava com muita raiva como ela ousou desafiá-lo? Mas se o pirralho não tivesse intervindo ele poderia tê-la matado e isso estragaria seus planos.

Naraku percebeu que ela estava repirando francamente e que o sangue escorria pela suas costas, mas ele não se incomodou pegou Rin pela cintura e a colocou debaixo do braço e atravessou a sala sendo seguido por shippou indo pra sala de jantar e abrindo uma porta que dava acesso pro porão ele desceu as escadas e a jogou no chão fazendo-a acordar pela dor da queda.

- Vejo que você acordou.

Rin olhou ao redor pra saber onde estava, mas estava escuro só com uma luz vindo de uma porta no topo de uma escada e sentindo um cheiro forte de poeira e mofo. Ela tentou se mexer mais não conseguiu as dores eram muito forte.

- Você ficara aqui de castigo. Para aprender a não me desafiar novamente – Naraku se abaixou perto de Rin - entenda que você nunca poderá escapar de mim.

Naraku se virou subindo as escadas fechando a porta em seguida deixando-a na escuridão.

Shippou estava perto da porta do porão olhando Naraku trancá-la. Naraku olhou pra ele e o advertiu.

- Não ouse abrir essa porta senão... – deixou a ameaça no ar e colocou a chave no bolso da calca saindo em seguida deixando Shippou sozinho.

- Já chega eu não vou deixar ele machucar Rin nunca mais. – Shippou falou pra se mesmo e saiu correndo em direção a porta da rua.

- Por que você fez isso com ela? – perguntou Tsubaki que estava lendo uma revista deitada na cama quando Naraku entrou no quarto - Pensei que fosse fazê-la o seu brinquedinho sexual e não um saco de pancada – sorriu maleficamente - não que me importe na verdade ate gosto.

- Eu não gosto de animais desobedientes ela tem que aprender uma lição. – começou a tirar a roupa - E também a quero submissa e não desafiando minhas ordens. Tenho planos pra essa garota - sorriu maliciosamente – muitos planos.

- Que planos – Tsubaki se levantou da cama e o abraçou por trás – espero estar inclusa neles.

- Isso não é da sua conta. – se desvencilhou dos braços dela e foi pro banheiro tomar um banho.

- É claro que é. Estamos nessa juntos ou se esqueceu? – falou na porta do banheiro.

- É claro que não me esqueci. – falou entrando no box.

Tsubaki sabia que Naraku tinha alguma coisa em mente e que estava querendo deixá-la de fora.

- Não pense que você pode se livrar de mim Naraku – falou saindo do quarto.

Naraku fingiu que não escutou. Era verdade Naraku tinha muitos planos e em nenhum deles incluía Tsubaki.

Rin estava crescendo logo seria maior de idade e herdaria a metade da empresa de seu pai e isso seria um problema, mas ate lá Naraku já estaria casado com ela.

Esse era o plano dele.

No começo ele não queria a garota para si, ela era junto com seu irmão um empecilho, um obstáculo entre ele e a empresa. Ele tinha o plano de se livrar deles igual aos pais, mas daria muito na vista e poderia levantar questionamentos sobre a morte deles e isso estragaria seus planos de ficar com a empresa.

Então ele teria que esperar algum tempo e aguentar os pirralhos pra poder seguir em frente com seus planos.

Mas ele não tinha esperado que Rin crescesse e seus planos mudassem.

Rin estava cada dia mais parecida com sua mãe, na verdade quase uma cópia dela. E só Kami sabia como Naraku desejou a Ayume, mas ela tinha que se casar com Yuto e estragar tudo. Agora estava morta e seus planos tinham mudado e estavam direcionados para Rin. Sim Rin a filhinha ingênua da Ayume que ele teve que cuidar pra seus planos darem certo. Mas aquela idiota estava atrapalhando tudo. Ela era igual à Ayume, achando que tem o rei na barriga.

Mas logo, logo ela teria.

O plano era simples, tomaria Rin como esposa assim seria legalmente dono da metade da empresa e depois daria um fim no pirralho irmão dela. Nada como uma queda da escada ou um atropelamento, as possibilidades eram infinitas seria fácil matar o garoto e assim seria realmente dono da empresa Yamada Advocacias e teria a Rin para si. Mas pra que isso possa funcionar ela tem que ser completamente submissa, obedecer tudo que ele mandava tratá-lo como um Deus. Hoje ela o desobedeceu ele viu nos olhos dela que ela ainda tem uma faísca de esperança dentro dela.

- Mas eu vou apagá-la tirar todo o tipo de esperança que ela tiver, eu vou quebrá-la transformá-la num boneco que pode ser manipulado – falou pra si mesmo enquanto sentia a água bater em suas costas.

E se Tsubaki tentasse atrapalhar seus planos ela também sofreria o mesmo fim que Shippou. Tudo estava indo como planejado só precisava dobrar Rin. Mas ele tinha várias maneiras de fazer isso há se tinha.

Fim do décimo capítulo

(n/a:) Olá mina-san mais um capítulo pronto até que eu não demorei muito, demorei?

Então o que acharam, eu vou ter que admitir bateu a peninha da Rin, mas a história tem que continuar fazer o que e vocês viram os planos de Naraku? Ele é um %*$#&*! Eu tô a fim de matá-lo, mas eu não posso "porenquanto" (sorriso maléfico).

Mas então o que acharam, por favor não me matem por causa da Rin eu acho que ela vai ficar bem ela é uma garota forte.

Foi uma pena, mas o Sesshoumaru não apareceu nesse capitulo "snif" to com saudades dele quem sabe no próximo capítulo, vou manter a esperança.

Sugestões (de como matar o Naraku)

Elogios (adoro)

Ameaças (por favor, que não sejam coisas que possam atingir órgãos vitais nem as mãos, porque eu tenho que continuar a fic)

Tudo isso você pode mandar através de uma review é só apertar esse botãozinho azul.

Respostas as reviews:

AnnyTaishou – obigado pela review. E realmente eu insinuo que pode ocorrer um estupro, mas eu ainda não sei se vai mesmo. Vai depender do meu humor e de como vai desenrolar a fic. Então eu não sei se vai acontecer alguma coisa assim. Você vai ter que continuar acompanhando a fic pra saber ^.^

BulmaButtowski – Eu que agradeço por você ter lido a fic e comentado e fico muito mais feliz por você ter gostado. Espero por novos comentários pra ajudar a minha preguiça ir embora. Review sempre me inspiram a escrever. Beijão linda ate à próxima. n.n

IsisSilvermoon– Obrigado por comentar. E quem não iria querer um beijo daquele do Sesshy *suspiro* eu quase tive um treco quando eu escrevi aquilo. E eu vou tentar atualizar a fic Vampire Hunter logo, já tenho algumas idéias só tenho que pólas no papel, mas a preguiça não deixa. -.-' foi triste. Espero que tenha gostado desse capítulo. Bjs até a próxima. ^.^

Debs-Chan – olá obrigado pela review e eu também acho a Rin uma tapada por tentar se afastar do Sesshy eu mesma pularia no pescoço dele na não soltaria mais. Mas eu entendo o lado dela ela esta com medo e imagina se o Naraku descobre já viu o resultado? E eu adorei Kagura levando um fora do sesshy foi incrível pena que ela não entende a dica e para de persseguí-lo. Espero que tenha gostado desse cap ate à próxima. ;D

Pinky-chan – obrigado pelo comentário Pinky-chan e fico feliz que tenha gostado da fic espero que continue acompanhado e mandando reviews. ;p

flordodeserto– Ooooláááá que bom que comentou ^.^ e você não sabia que o velho Toutousai é um youkai no anime? Ele ate solta fogo pela boca rsrsrs. E Tenha certeza o Sesshy não vai deixar a Rin em paz, mas que autora idiota que não faz o Shessy descobrir logo sobre o que ta acontecendo com a pobre da Rin (ops) a autora sou eu abafa o caso *saindo de fininho* . Bom espero que continue comentando e que tenha gostado do cap. Bjs até a próxima n.n

Letcia– Olá obrigado pelo comentário e nem vêm que o sesshy é só meu e ninguém tasca ;P e o Kouga de sunga *sorriso maléfico* aguarde muhahaha que nos próximos capítulos você verá. E eu sei que o sofrimento da Rin ta enchendo o saco, mas ta quase chegando ao fim *eu acho* dependo do que eu vou escrever e eu admito que eu ainda não sei muito só algumas coisas, mas eu vou me esforçar. ^.^ vai ter que acompanhar e me mandar muitas reviews pra me deixar feliz. E não isso não é suborno é só um agradozinho pra me deixar feliz. ;) brincadeira bjs linda ate à próxima espero que continue acompanhado e não queira me matar pelo que eu fiz com a coitada da Rin.

estrela-chan – Obrigado pelo comentário e eu que fiquei muito feliz pelo seu comentário e eu vou tentar fazer o que eu posso para não deixar o Naraku chegar ao extremo com a Rin. E eu não vou mentir eu também amei o cap nove ate que em fim ouve um pouco de ação e romance e eu ainda to babando pelo shessy eu queria ele aqui comigo *snif* mas ele é da Rin fazer o quê. Espero que continue comentando e não fique brava comigo por causa desse capitulo bjs até a próxima. ;)

SafiraMontenegro – Obrigado por comentar e que bom que gostou do cap eu também amei e espero que continue acompanhando bjs linda ate à próxima. ^.^

MickGuzauski – Sem ameaças? Eu fiquei muito feliz. E vc ta tão viciada assim? Mas até que não demorei muito. Espero que tenha gostado do cap. e pode ser *não estou prometendo* que eu poste outro antes do natal ou do final de ano como presente pra vocês que estão acompanhando. Então fique de olho n.n Bjs ate o próximo cap.

Juliana – Seja bem vinda! E espero que continue acompanhado eu fico muito feliz que tenha gostado bjs ate à próxima. ^.^

Bom gente por hoje é só

Espero que tenham gostado e comentem sobre esse cap.

Ate à próxima

Kissus

Tei-chan