O que será do amanhã?
Betas: Ana Ackles e Mary SPN. Eu tenho muuuita sorte em tê-las comigo. Obrigada meninas! Beijocas!
Capítulo 10
Nem tudo são pedras
Hoje eu estou sozinho/ Você no caminho/ Não adianta se esconder/ Já não tem mais jeito/ Tudo está perfeito/ Agora é só eu e você/
Juntos na mesma estrada/ Atravessando a madrugada/ Para ver o sol nascer...
- Namora comigo – Paulinho MosKa –
Loretta chegou à casa de Tahmoh e foi atendida assim que disse que estava ali a pedido de Jared. O professor se prontificou a ajudar, e foi tirar o carro para irem.
Não gostou muito da mulher. Ela lhe olhava como se quisesse enxergar sua alma. Contudo não podia negar um chamado de Jared, pois com certeza, conseguiria tirar proveito dessa aproximação. Em pouco tempo estava dirigindo rumo ao acampamento com Loretta a seu lado.
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O neto de Loretta chegou à delegacia e perguntou pelo detetive Ackles, à atendente no balcão.
- Ele acabou de sair. Foi embora nesse minutinho. É urgente?
- Um pouco. – Respondeu o rapaz um tanto decepcionado por não ter conseguido encontrá-lo, apesar de ter vindo quase correndo.
- Bem, dê a volta por fora, e veja se ele ainda está no estacionamento que fica nos fundos do prédio. Quem sabe você dá sorte?
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Loretta e Tahmoh chegaram ao acampamento e ela o levou até a barraca de Jared, onde três crianças apreensivas a esperavam.
Liz, elétrica como sempre, passou à frente dos irmãos e foi tratando de dar as notícias, falando tudo de uma vez, em disparada.
- Loretta, Loretta! Aquele amigo do Papi que é um policial, chegou aqui, colocou ele no carro e disse que ia levá-lo para o hospital. Ele foi muito, muito bonzinho, pegou o Jay no colo com carinho e disse pra gente não se preocupar que ele ia cuidar dele direitinho e que o Papi vai ficar curado bem rapidinho.
Loretta olhou para Tahmoh, que prestava atenção ao que a menina falava, e viu uma mudança de expressão. Alice puxou Liz para dentro da barraca, enquanto Devin explicava tudo com detalhes para Loretta.
- ...E, por fim, ele deixou este celular e disse para te entregar. Falou que assim que puder, liga para dar notícias. O Jay nem estava acordado direito, mas o detetive disse que era por causa da febre. Então, depois de carregar ele até o carro, foi embora bem rápido.
Loretta olhou para Tahmoh um pouco sem graça, mas, intimamente, estava satisfeita por Jensen ter sido encontrado e ter chegado antes deles.
- Professor Penniket, mil desculpas por tê-lo feito vir até aqui, desnecessariamente.
- Se nós não tivéssemos entrado naquela rua errada, não tínhamos dado aquela volta imensa e poderíamos ter chegado a tempo de ajudá-lo. – Tahmoh respondeu visivelmente irritado.
- Mais uma vez, lhe peço mil desculpas. É que eu nunca havia vindo para o acampamento de carro e ainda mais à noite. Como sempre ando de metrô, acabei me confundindo com o caminho. – Loretta realmente havia se confundido. Na hora ficou até aborrecida consigo mesma, porém agora estava começando a achar que o engano não tinha sido assim tão ruim.
- Me perdoe por favor, por fazê-lo perder seu tempo. Mas fique tranquilo, que o detetive é um bom amigo do Jared e vai cuidar muito bem dele, eu lhe garanto que ele está em boas mãos. E no fim é só isso que importa, não é? A saúde do nosso Jay. - Loretta procurou ser diplomática.
- Claro, Sra. Devine. Tem toda razão. Isso é o mais importante. – Tahmoh disse tentando controlar sua frustração. – Por favor, me dê notícias do Jared. Aqui está meu número. – Entregou à Loretta um pequeno e elegante cartão. – Boa noite. – E foi embora com as palavras de Liz ecoando em seus pensamentos: "...ele foi muito, muito bonzinho, pegou o Jay no colo com carinho..." "Que merda! Quem esse cara pensa que é, para pegar o moreno que eu escolhi pra mim, no colo?" "Não gostei disso... não gostei mesmo."
Loretta ficou cuidando de seus netos e dos irmãos de Jared, enquanto aguardava notícias do grandão, de quem tanto gostava. O fato de Jensen estar com ele já a deixava bem mais tranquila.
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Jensen levou Jared para seu apartamento, dirigindo devagar para evitar que solavancos o deixassem desconfortável. Jared dormiu quase o tempo todo, porque havia tomado, no hospital, uma injeção com medicação forte para dor, que lhe causava sonolência. O ferimento na costela não era grave, embora doesse bastante, e os locais onde tinham hematomas também estavam realmente doloridos. Mesmo dormindo, o rapaz volta e meia, gemia de dor ao se mexer. O loiro achou melhor mesmo, que ele dormisse um pouco e assim pudesse descansar.
Um Jared entre o acordado e o adormecido, foi levado por Jensen até o elevador e, ao chegar em casa, deitado na cama, onde simplesmente apagou.
Jared dormiu profundamente por mais ou menos três horas. E Jensen zelou por seu sono o tempo todo. Aplicou-lhe compressas de água fria na testa para manter sua temperatura estável e deixou um lanche preparado para que o moreno recuperasse as forças quando acordasse.
Assim que Jared acordou, não sabia exatamente onde estava, mas sentia-se confortável. Piscou os olhos várias vezes e quando os abriu de vez, viu Jensen parado à porta, aguardando que ele despertasse por completo.
- E aí, cara? Como está se sentindo? – O loiro perguntou enquanto caminhava devagar até a cama.
- Um pouco dolorido, mas estou bem. Onde estamos? – Jared olhou em volta tentando se localizar.
- No meu apartamento.
- E porque estamos aqui? – Jared ainda estava um pouco perdido.
- Bem, você não precisou ficar internado, mas precisa de cuidados. Achei que fosse melhor te trazer pra cá, assim você teria mais espaço e ficaria mais confortável.
- Mas... como você soube?
- Eu sou um policial. Sei de tudo. – Jensen sorriu. Jared gostou e sorriu de volta - Quem você acha que me avisou?
- Loretta! Ela é...
- É sim. Então eu fui até lá e te resgatei. – Jensen estava bem humorado, contente porque o moreno estava melhor. Quando o neto de Loretta o encontrou no estacionamento e lhe entregou o bilhete, Jensen ficou muito preocupado e pensamentos terríveis passaram por sua mente. Então quase voou até o acampamento para ajudar Jared. Agora, estava calmo e feliz por vê-lo bem e por tê-lo tão perto.
- Oh! Meu herói! – Ambos riram, mas ao se mexer Jared gemeu de dor.
Jensen chegou mais perto e ajeitou os travesseiros. – Calma aí, rapaz. Não é nada grave, mas você tem que se cuidar.
- Ainda sinto bastante dor. Eu quebrei mesmo a costela?
- No pronto-socorro eles te examinaram e fizeram uma radiografia. Disseram que não está quebrada, que foi apenas uma incisura numa costela inferior esquerda, então te medicaram e te deram alta. Você tem que tomar um anti-inflamatório por uns dias, não pode pegar peso e tem que fazer repouso.
- Porra! Não quebrou e dói desse jeito? Imagina se estivesse quebrada! – Jared sorriu apesar da dor. Depois olhou bem dentro dos olhos verdes de Jensen. – Obrigado por tudo que fez. Eu sei que devo ter te dado um trabalhão. E agora estou aqui espalhado em sua cama.
- Isso não importa. Fiquei tão preocupado, que fico feliz de ver que você está melhor. – Jensen falou com sinceridade.
- Obrigado de verdade. – Jared estava muito grato, mas também um pouco sem graça pela situação. Não lembrava muito bem da sequência dos acontecimentos, mas alguns flashes vinham a todo instante à sua mente. – Eu tenho uma lembrança meio vaga de você me carregando no colo... isso aconteceu mesmo? – O moreno perguntou um pouco envergonhado.
- Não se preocupe com isso. Não foi nada que manche sua reputação. Apenas alguns vizinhos nos viram entrando, pensaram que tínhamos nos casado e desejaram felicidades. – Jensen respondeu rindo e sentou-se numa cadeira ao lado da cama.
Jared também riu e deu de ombros. - Pelo menos cumprimos a tradição. - falou e depois ficou com um semblante mais sério. – Jensen, não quero parecer ingrato nem nada, mas tenho que voltar ao acampamento.
- Por que?
- Eu preciso ver como as crianças estão.
- Admiro muito a dedicação que você tem aos seus irmãos, porém não acho que seria uma boa ideia ir até lá agora, você precisa repousar. Mas pode falar com eles se quiser. Deixei meu celular com a Senhora Devine. Inclusive já liguei para ela e a tranquilizei sobre o seu estado.
- Jura? Eu posso ligar agora? – O rapaz perguntou ansioso.
- Claro. Pode ligar deste aqui. – Entregou outro celular a Jared, já com o número do aparelho particular digitado. – É o que eu uso na delegacia. Só apertar a tecla verde. – Jensen falou e saiu do quarto.
Jared fez o que Jensen disse e não demorou a ouvir a voz de sua amiga.
- Jay? Oh, graças aos céus! Como é bom ouvir sua voz, meu querido! – Loretta estava feliz e emocionada por falar com Jared pessoalmente e ouvir de viva voz que ele estava bem.
- E então Loretta, como estão as crianças? Eu estou preocupado com elas. Vou pedir ao detetive que me leve para o acampamento...
- Não Jay. – Loretta o interrompeu - Você não precisa vir para cá. Fique onde está e se recupere. Elas estão bem e até já estão dormindo. Você pode ficar tranquilo eu estou cuidando de tudo. Fique aí e melhore. Estou rezando para ficar tudo bem, querido.
- Tem certeza que não é melhor...
- Jay! Sossegue! – Loretta o interrompeu mais uma vez. – E só me apareça aqui quando estiver melhor. Senão eu mesma vou tratar de lhe quebrar umas costelas! – Ameaçou brincando, mas torcia para que Jared aceitasse ficar.
- Está bem, minha amiga. Obrigado por tudo. Eu ligo amanhã novamente e se estiver me sentindo melhor volto para casa. - Jared ficou pensativo, distraído com o telefone na mão.
- E então? Ficou mais tranquilo agora ou ver ter que te algemar à cama para que você não fuja? – Jensen perguntou, entrando no quarto com uma bandeja nas mãos. - Se quiser ligar pra mais alguém...
- Não quero ligar pra mais ninguém, obrigado. Só precisava mesmo saber se eles estavam bem. Acho que não vai precisar das algemas. – Sorriu - E o que é isso aqui? – Jared perguntou passando a mão sob sua camiseta.
- É uma bandagem, que colocaram no hospital, para ajudar a diminuir a dor. O médico perguntou se seu peito doía ao respirar e você disse que sim. Não está mais doendo? – Jensen depositou a bandeja na cama e sentou-e.
- Não. Consigo respirar sem dor. Será que já posso tirar?
- Por que quer tirar?
- Porque gostaria de abusar um pouquinho mais e te perguntar se poderia tomar um banho – Jared falou meio sem jeito.
- Claro que pode. Fique à vontade. Me deixa ver se você ainda tem febre. - Falando isso, Jensen levou a mão ao rosto de Jared e este fechou os olhos, como se fosse receber um carinho. Ao vê-lo assim, o detetive pensou que talvez aquele rapaz estivesse precisando mais do que só curativos para seus ferimentos e remédios para dor. "Quais aflições lhe iriam à alma?" Jensen tirou a mão devagar, segurando a vontade de acariciar seu rosto. Não era o momento para aquilo e mesmo que fosse, lembrou-se que ele saiu triste da delegacia no dia anterior.
- Por enquanto está sem febre. Você não prefere comer primeiro antes de tomar banho? Eu vou pegar toalhas e alguma roupa para você trocar. Já volto para ajudar você a se levantar. – Saiu do quarto antes que cedesse ao desejo de pegá-lo no colo e confortá-lo, fazendo carinho em seus cabelos.
Jared ficou um pouco decepcionado. "Mas o que mesmo eu esperava?" Perguntou-se enquanto começava a comer.
Jensen providenciou toalhas e uma calça de moletom, que talvez ficasse um pouco curta, mas serviria por uma noite. Também pegou uma camiseta branca e meias. A noite estava fria, talvez Jared quisesse aquecer os pés.
- Você comeu pouco. - Jensen comentou ao entrar no quarto e perceber que Jared quase não mexera na bandeja.
- Tem muita comida. Eu não como muito.
- Mas deveria comer um pouco mais, para repor as forças.
- Me acha muito magro? - Jared perguntou de repente.
Jensen olhou para ele, caminhou até a cama e sentou a seu lado.
- Acho que você está um pouco magro para sua altura. Mas isso não te impede de ser lindo. – Mal Jensen terminou de falar, Jared abriu um sorriso entre tímido e feliz. Não sabia bem porque, mas era tão bom ouvi-lo dizer aquilo. E o detetive, por sua vez, gostava muito de ver aquele sorriso! – Você não queria tomar banho? Então vamos lá.
Jensen ajudou Jared a tirar a camisa e a bandagem. Depois o apoiou para que ele ficasse de pé e o levou até o banheiro.
- Cara, você tem uma banheira!
- Eu comprei este apartamento exclusivamente por causa dela. - Jensen riu do jeito de menino do moreno. – Quer tomar um banho de banheira?
- Acho que seria muito abuso da minha parte...
- Pode abusar. – Jensen deu uma piscadela para o moreno e foi abrir as torneiras – Não vai demorar para encher. Vai ser bom para você relaxar. Fique à vontade e me chame se precisar de alguma coisa. – Saiu e fechou a porta.
Jared tirou o restante da roupa devagar, enquanto a banheira enchia, depois entrou e sentou-se na água morna. Fechou os olhos e respirou fundo escutando o barulho da água que vinha da torneira aberta acima de seus pés. Estava adorando ser cuidado pelo loiro.
Enquanto isso no quarto, Jensen trocou os lençóis e colocou mais travesseiros na cama. Queria dar uma olhada para ver se estava tudo bem no banheiro, mas estava em dúvida se devia fazer isso. "E se ele não gostar que eu entre? Não quero constrangê-lo." "Mas, por outro lado ele pode estar precisando de alguma coisa." "Ai que droga! Por que eu estou tão agitado?" "Jensen, deixe de história. Você está louco para ir até lá, então vai logo!"
Jensen deu uma batidinha na porta e abriu. Colocou a cabeça para dentro e perguntou, como quem não quer nada, se estava tudo bem.
- Bem até demais. Essa água morna está uma delícia! – Quando Jensen sorriu e se virou para sair, Jared pensou rápido em alguma coisa para fazer com ele ficasse. – Jensen, já que estou abusando, você se incomodaria de lavar as minhas costas? É que está um pouco difícil de movimentar os braços... - E encarou o loiro com uns olhinhos pidões mais encantadores que Jensen já vira. É claro que ele ficou. Na verdade, queria muito ficar. E o grandão queria muito a companhia de Jensen. Sentia-se muito bem com ele.
Jensen, sentou-se à beira da banheira, pegou o sabonete e ensaboou cuidadosamente as costas de Jared enquanto conversavam como se conhecessem um ao outro há muito tempo. Quando terminou, pegou o shampoo e pediu que Jared fechasse os olhos. Com as pontas dos dedos massageou toda cabeça, enquanto esfregava delicadamente seus cabelos. O mais novo estava completamente entregue àquele carinho. Quando Jensen terminou, Jared não queria que ele parasse. Ficaria ali, sentindo as mãos de Jensen em seus cabelos, a noite inteira. Quando abriu os olhos, pegou no flagra, o detetive lhe observando com um leve sorriso nos lábios.
- Eu vou sair para você se secar e se vestir. Pode chamar se precisar de algo.
Quando Jared saiu do banheiro, Jensen não estava no quarto, e como ele havia dito que passaria antisséptico nos ferimentos em suas costas, nem vestiu a camiseta, a jogou no ombro e saiu andando pelo apartamento, procurando pelo loiro.
O encontrou na sala, falando ao celular, já ia voltando quando Jensen o chamou.
- Espere um pouco, já estou terminando. – Jared sentou-se ao lado dele no sofá e ficou observando o local. Enquanto terminava a ligação, Jensen olhava para Jared ali sentado a seu lado, sem camisa, com os cabelos ainda úmidos, e a vontade de que ele não estivesse machucado e que a situação fosse outra, invadiu seus pensamentos. Então balançou a cabeça, tentando afastar tais ideias, e desligou o celular.
- Eu estava tentando conseguir alguém para trocar meu plantão de amanhã.
- Por minha causa? Não precisa. Não quero te atrapalhar.
- Você não me atrapalha. E além disso, eu quase sempre trabalho aos domingos, mereço uma folga.
- Você se mudou para este apartamento há pouco tempo?
- Não. Já moro aqui há quase cinco anos. Por que?
- Tem alguma coisa contra mobília? – O mais novo perguntou em tom divertido.
Jensen olhou em volta e deu de ombros. – É, eu sei que é meio vazio, mas pelo menos é prático para limpar.
- Desculpe ter reparado. Não quis ser intrometido, você pelo menos tem onde morar...
- Ei, tudo bem. Não me aborreci. Vem, eu passo o antisséptico e te ajudo a colocar a camiseta.
Depois de ajudar Jared, Jensen tomou um banho e arrumou o sofá para passar a noite. Deu o anti-inflamatório do moreno e verificando que a febre estava de volta deu-lhe também um antitérmico. Quando saía do quarto, Jared o chamou.
- Jensen, onde você vai dormir?
- No sofá.
- Mas esta é sua cama. Eu posso dormir no sofá.
- Não. Você está se recuperando e precisa de conforto. Não se preocupe, eu fico bem no sofá.
- Mas... eu é que não vou ficar bem... se você não ficar aqui comigo. – Jared simplesmente falou. Sentia ainda muita dor, porém isso não o impedia de estar gostando dos cuidados de Jensen e também da sua companhia. Percebeu os olhares do loiro, vez ou outra, e sabia que ele também estava pensando no beijo trocado na delegacia.
Jensen que já ia saindo do quarto, voltou, sentou-se à beira da cama e colocou a mão na testa de Jared.
- A febre deve ter aumentado, acho até que você está delirando. – Jensen tentou brincar, mas Jared estava sério. - Quer mesmo que eu fique aqui?
- Quero. Muito.
Jensen chegou bem perto de Jared e tocou em seu rosto. O moreno esfregou carinhosamente o rosto na palma de sua mão e o olhou mostrando que não só aceitava o carinho, mas também o desejava.
- Você enfrentou uma barra hoje, não foi?
- É... foi um dia bem pesado. Nem acreditei quando acordei e vi você me olhando.
- Seus irmãos me disseram que a Sra. Devine tinha ido buscar um amigo seu. Ainda bem que cheguei primeiro. – Jensen piscou para Jared, sorrindo.
- Sim, eu pedi que ela fosse chamá-lo, mas pelo que presumi ela resolveu tentar te chamar também. Eu nem sabia que era uma corrida. – Abriu um sorriso - Ela gosta de você.
- E você?
- Te quero perto de mim. Dorme aqui.
- Jared, acho melhor eu dormir na sala.
- Por que?
- Porque eu não vou resistir a você se ficar aqui.
- Você não precisa resistir...
- Mas você saiu tão triste da delegacia quando nos beijamos...
- Não foi porque nos beijamos, foi... por outro motivo.
- Eu sei que se descobrir gay é algo complicado, mas...
- Também não foi por isso, Jensen. Sei que não é uma coisa fácil, mas acredite, eu seguro essa. Sempre tive dúvidas e conviver com elas é mais difícil do que saber.
- Não quero que pareça que estou forçando a barra, Jared...
- Você não está. Eu gosto de estar perto de você. Olha, eu tive outros motivos para ficar chateado, prometo que te conto num outro momento. Mas juro, não foi contigo.
- Então você gostou de beijar um cara? – a pergunta foi num tom divertido e os dois riram.
- Bem... eu gostei de beijar você. E gostaria de beijar de novo. – Jared ficou um pouco tímido, mas já que tinha começado, falou de uma vez o que estava sentindo.
Jensen ficou olhando para o moreno e percebeu que quando estava perto de Jared tinha mais vontade de sorrir, mesmo sem motivo algum. E também gostava de dizer coisas que provocassem um sorriso no outro. Estranhamente, a companhia daquele rapaz que ele conhecia há tão pouco tempo, o fazia se sentir vivo.
Aproximou-se de Jared e o beijou suavemente. Apesar das dores e do cansaço o moreno quis aprofundar o beijo, mas Jensen lhe fez um carinho nos cabelos e separou suas bocas.
- Amanhã, continuamos. – Falou, encarando Jared com promessas no olhar. - Você precisa descansar. Dorme. Fico aqui até você pegar no sono.
- Eu vou cobrar isso que estou vendo nesses olhos verdes, Sr. Detetive Jensen Ackles. – Jared falou e os dois riram. O moreno se aconchegou aos travesseiros e dormiu com Jensen lhe fazendo um gostoso cafuné. Ao ver que ele dormia, o loiro foi para sala, tomou uma dose de uísque e deitou-se. "Nota dez, Jensen, pelo auto controle!"
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Jared acordou bem cedo, como de costume. Ainda tinha bastante dor nas costas, mas, provavelmente, a febre havia passado, pois sentia-se bem disposto. Não se levantou para não acordar Jensen. Ficou deitado pensando em um monte de coisas ao mesmo tempo, como sempre.
Achava incrível estar na casa de Jensen, deitado em sua cama. "Como poderia imaginar isso há vinte e quatro horas atrás?" Estava inquieto, então resolveu tomar uma ducha, não sabia mesmo ficar parado. Quando saiu do banho sem camisa e secando os cabelos com uma toalha, encontrou Jensen sentado na cama, com as costas na cabeceira, as pernas esticadas displicentemente, uma xícara de café fumegante em uma das mãos e os olhos semi fechados numa carinha de sono.
Jared ficou parado, simplesmente encantado com a beleza de Jensen.
Seu cabelo curto estava úmido e ele havia feito a barba. Também não estava mais com roupa de dormir. Vestia uma calça jeans velha, cheia de rasgos, que parecia muito confortável e uma camiseta azul marinho. Com certeza havia tomado banho no banheiro do corredor, pensando que Jared ainda dormia.
Quando o loiro percebeu que estava sendo observado, abriu os olhos e viu aquele rapaz alto, com os lindos cabelos ainda molhados, caindo em seu rosto, ocultando seus olhos de menino. Jensen sorriu, imaginando coisas deliciosas para fazerem juntos.
- Bom dia! Dormiu bem? Eu trouxe café e torradas com requeijão. – Jensen apontou para a bandeja sobre a cama. – Gosta?
- Oi... Gosto demais... quer dizer, adoro torradas. – Jared sentou-se ao lado de Jensen, comendo com gosto.
- Como você está se sentindo?
- Ainda sinto dores. Mas estou melhorando. Veja, não tenho mais febre. – Pegou a mão do loiro e colocou em seu rosto.
E não foi possível negar a eletricidade entre os dois. O olhar de um caiu no do outro e seus rostos se aproximaram devagar, sem desviar o olhar, até que seus lábios se encontraram num beijo calmo, que buscava conhecer um ao outro. Não durou muito. Em pouco tempo já se beijavam de forma tão quente que até respirar ficou difícil.
Jensen separou suas bocas, tirou a pequena bandeja de cima da cama, colocando sobre a mesinha de cabeceira. Deitou-se e puxou Jared pra si, devagar, para não machucá-lo. O moreno ajeitou-se em cima de Jensen e recomeçaram os beijos, sem dizer nada um para outro. Só olhares e sorrisos.
Não tinham a menor intenção de parar, para considerar qualquer ponto, que os impedissem de ficar ali, agarrados um ao outro. Estavam aos beijos, e Jensen percorria o corpo de Jared, com algum cuidado, por causa dos locais ainda doloridos.
Jared adorou as sardas que se espalhavam pelo rosto de Jensen, inclusive pelas orelhas, que ele beijava e mordia arrepiando todo corpo do loiro. Enquanto sentia as mãos do outro lhe acendendo o corpo inteiro.
De repente Jared parou e falou um pouco tímido.
- Jensen... eu não sei...
- Você quer parar? Eu me empolguei um pouco, não foi? – Jensen falou e já ia se levantando, separando seus corpos, quando Jared o segurou e sorriu de leve.
- Volte aqui. Não quero que vá a lugar algum. – O loiro olhou para Jared sem entender nada. - Jensen, eu não sei... o que fazer com você. Como te tocar. Do que você gosta. É que... bem... é a primeira vez com um cara. Você sabe... – Jared estava ligeiramente sem graça, mas não que tivesse dúvidas, queria estar exatamente onde estava. Queria ficar com aquele loiro lindo, queria tê-lo em seus braços. Apenas não sabia bem o que fazer e queria muito agradá-lo, fazer com que ele sentisse prazer em estar com consigo.
- Ah! É isso? – Jensen abriu um grande sorriso de alívio e deu um selinho demorado em Jared. – Isso não é nenhum problema. A gente vai se conhecendo aos poucos. Eu também não sei do que você gosta...
- Bem, o que você estava fazendo era muito gostoso... eu estava... adorando. – sorriu lindamente para Jensen e mordeu o lábio inferior. O loiro quase derreteu. E falou com Jared numa voz baixa, ao mesmo tempo enrouquecida e suave.
- Você pode fazer comigo tudo que tiver vontade. – Sorriu e passou a língua nos lábios. - Se eu não gostar de alguma coisa... – Jensen colou sua boca na orelha do moreno e falou bem devagar. - ...eu reclamo no seu ouvido. – e mordeu o lóbulo da orelha de Jared.
- Mas e se eu for algum maluco e quiser fazer coisas... esquisitas? – Jared perguntou só de implicância, enquanto se recuperava do arrepio que sentiu por todo corpo, quando Jensen lhe falou daquele jeito e mordeu a pontinha de sua orelha.
O loiro gargalhou, achando graça de alguém tão gentil, querer parecer perigoso.
- Talvez eu goste de coisas esquisitas. Vai saber... – Segurou o rosto de Jared entre as mãos e olhou bem dentro de seus olhos – Você é uma graça, sabia? Chega a ser... fofo! – Falou, brincando. Depois o beijou de um jeito faminto, sendo correspondido com a mesma fome.
Quando interromperam o beijo, Jared perguntou fingindo-se indignado – Fofo? Mas isso é gay demais! – E sorriu de um jeito travesso. – Vem cá. Vou te mostrar quem é fofo...
Jared então deitou-se de lado com o loiro de frente para ele e desceu a mão pelo corpo de Jensen até chegar em sua bunda redondinha. Com a mão enorme que tinha, capturou um tanto daquela carne firme para si e apertou com força. Ouvindo o gemido de Jensen, sorriu, sabendo que tinha agradado a ele. Continuou explorando seu corpo, massageando suas costas e suas coxas grossas com prazerosos apertos, deslizando as mãos pela pele quente do loiro, enquanto sentia os beijos molhados e as pequenas mordidas que Jensen lhe dava no pescoço, ombro e peito.
Gemiam juntos, demonstrando o prazer que estavam tendo um com outro. A essa altura, a camisa de Jensen já estava no chão, junto com o lençol com que Jared tinha se coberto durante a noite. Tudo que estava entre eles e os impedia de sentir o calor de suas peles, ia sendo eliminado aos poucos.
Jensen se deitou de costas na cama e abriu o zíper da calça jeans, sob o olhar curioso de Jared. Quando viu nos olhos do grandão o quanto seu ato estava despertando o desejo dele, foi tirando a calça devagar para que o outro pudesse apreciar o que fazia. Jogou a calça no chão e ficou só com a boxer preta que pelo tecido fino delineava sua ereção, exibindo seu desejo.
Quando Jared percebeu que estivera hipnotizado pelo corpo de Jensen, ficou um pouco sem jeito, mas o loiro o puxou para si colando seus corpos e unindo sua boca à de Jared num beijo deliciosamente molhado, quente e vigoroso. O beijou longamente, até o ar ficar rarefeito. Nenhum pensamento em suas mentes, apenas o prazer daquele beijo, esquentando o corpo inteiro.
- Você não quer tirar sua calça também? – Jensen falou para Jared que usava a calça de moletom emprestada por ele.
- Mas eu não estou usando nada por baixo dela. – Jared falou meio em dúvida do que fazer.
- Olha só que sorte a minha! – Disse Jensen com um sorriso e um olhar tão safado, que deixou Jared completamente aceso. Abaixou as mãos até o cós da calça e, antes que pudesse pensar em desistir, a tirou rapidamente, jogando longe. Os dois riram do jeito que o mais novo fez isso e se agarraram aos beijos esfregando-se um no outro, sentindo os músculos, o calor e a textura da pele.
Jared estranhou um pouco seu membro já duro roçando no do loiro, mas não dava para negar que era bom demais e dava um tesão louco!
Beijavam. Tocavam. Mordiam. Apertavam. Perdiam o ar. Recuperavam-se e começavam tudo outra vez. Enlouqueceram juntos com tantas carícias e já nem pensavam em nada, apenas sentiam.
O mundo ao redor já nem existia. E a cama estava deliciosamente quente. Nada passava por suas cabeças, a não ser poucas palavras, que sequer formavam frases.
- Jensen... ahr... gostoso... hmmm...
- Quero... delícia... você... aaah...
Jensen desceu a mão e envolveu o pau extremamente duro do moreno começando um vai e vem lento, mas firme. Jared puxou o corpo e encostou-se na cabeceira da cama. Jensen aproveitou para beijar seu peito, e alternar com pequenas mordidas em seus mamilos. Jared estava no céu. Ofegava e mantinha a cabeça virada para trás apoiada na cabeceira. Tinha os olhos fechados e a boca entreaberta. Queria dizer algo, mas parecia que tinha desaprendido a falar. Só gemia. Nunca tinha sido tão gostoso com alguém.
Jensen continuava sua tarefa de masturbar Jared e lhe provocar arrepios com seus beijos. Então, percebeu que o outro já estava no limite e parou de tocá-lo. Só queria que ele gozasse quando estivesse dentro dele. E não esperava a reação do rapaz que o olhou como um leão selvagem, prestes a devorar sua presa. Segurou Jensen pela nuca e puxou para seu colo, beijando-o com voracidade.
- Calma grandão! Eu não vou fugir. – Jensen sorriu e falou assim que separaram os lábios. O loiro apoiou as mãos no peito de Jared e este fez uma careta de dor quando suas costas foram forçadas na cabeceira da cama.
Então, Jensen viu que não podia levar a frente, o desejo de se enterrar naquele corpo moreno, como se não houvesse amanhã, pois ele ainda não estava recuperado o suficiente para tal esforço. O loiro pensou por apenas um segundo e então proibiu-se de pensar uma segunda vez. Apesar de nunca mais ter se entregado a alguém, desde que perdera seu amor, naquele momento, era isso que faria. Jared tinha conseguido atingi-lo totalmente. E fosse como fosse queria viver um momento de prazer extremo, junto dele.
Abriu a gaveta da mesinha ao lado da cama e muniu-se de lubrificante e preservativo, sob o olhar atento de Jared.
O moreno sentiu seu membro ser acariciado, beijado, lambido e chupado por um Jensen totalmente entregue a essa deliciosa tarefa. Sentiu um prazer tão grande que seus gemidos ultrapassaram as paredes do quarto e encheram todo o apartamento. Quando o loiro parou, subiu pelo corpo do moreno beijando cada pedacinho de sua pele. Enlouquecendo-o.
Jared puxou Jensen para um beijo intenso, enquanto lhe acariciava a nuca e as costas. Quando apartaram as bocas, o loiro mirou os olhos escuros de desejo do rapaz a sua frente e quis confirmar se estavam na mesma estrada.
- Eu quero ir em frente, vem comigo?
- Não vou negar o meu receio, mas vou contigo aonde você me levar.
Sorriram, cúmplices, e beijaram-se uma vez mais. Suas bocas já sabiam o caminho que levava uma a outra.
Jensen pegou a camisinha e a vestiu no membro de Jared bem devagar, provocando o moreno e recebendo um olhar faminto em troca, mas com um quê de interrogação. Afinal, Jared achou que Jensen vestiria camisinha em si próprio. Depois o loiro pegou a mão de Jared e colocou um pouco de lubrificante em seus longos dedos, não esquecendo de espalhar também, uma boa quantidade sobre o membro duro do outro.
Sorriu sedutoramente, tirou a boxer, e sentou-se no colo de Jared com uma perna de cada lado de seu corpo. Guiou a mão do moreno até sua entrada e fechou os olhos aguardando o contato do gel frio com sua pele quente.
- Devagar. - Falou baixinho.
Jared, apesar de surpreso, entendeu exatamente o que Jensen queria e começou uma massagem bem gostosa, enquanto olhava as expressões prazerosas que surgiam no rosto do homem sobre si.
Quando sentiu o primeiro dedo entrar, o loiro, apertou um pouco os olhos e respirou fundo, acostumando-se com a invasão. Depois, disse no ouvido de Jared que podia colocar o segundo dedo e ao invés de manter os olhos fechados, os abriu para olhar o moreno, enquanto ele o preparava. E como imaginou, o mais novo continha com dificuldade, o tesão absurdo que lhe dava, a tarefa inesperada da qual Jensen lhe incumbira. Sorriu satisfeito.
Ao beijarem-se, sentiu sua boca ser invadida profundamente pela língua de Jared assim como ele o fazia também, com os dedos em seu corpo.
Apesar de estar adorando aqueles dedos longos, entrando e saindo de si, cada vez mais rápido e forte, o loiro já estava pra lá de excitado e queria mais, queria tudo. - Eu estou pronto. – Jensen falou assim que o beijo foi interrompido.
- Jen, tenho medo de machucar você. – O desejo de Jared era insano, mas sabendo de seu tamanho, preocupava-se com o loiro.
- Não vai. Deixa comigo. Eu encaro essa delícia. – Falando isso o loiro apoiou uma das duas mãos na cabeceira da cama e com a outra segurou o pau duro e quente de Jared. Ajeitando-se sobre ele e descendo devagar. É claro que sentia doer a cada centímetro que avançava. Afinal, fazia tempo que não se deixava invadir, mas não desistiu, sabia que o prazer viria. Ainda lembrava-se da sensação.
E olhar Jared com a respiração suspensa e os olhos vidrados em si, enquanto aguardava que ele se encaixasse por completo, era de um prazer indescritível. Ao mesmo tempo em que se entregava, também regia a ação.
Conseguia sentir a expectativa de Jared e então para provocar e chamar o moreno para jogo, o encarou bem safado e passou vagarosamente a língua pelos lábios como se tivesse se deliciando com aquele momento.
Para Jared foi o suficiente. Apertou as coxas de Jensen e depois foi até sua bunda e encheu as duas mãos, massageando bem gostoso. O loiro adorou e pediu que ele o segurasse assim, o abrindo um pouco para ajudar no início da cavalgada, começando a subir e descer num ritmo cadenciado.
Jared subiu as mãos para sua cintura e apertou com força, passando a língua de vez em quando nos lábios tentadores de Jensen.
O loiro continuava subindo e descendo loucamente e vez ou outra dava uma reboladinha sobre as coxas de Jared, que gemia alto, por ter seu pau completamente envolvido por aquele canal apertado e quente.
Em um segundo de distração do loiro, Jared já estava se movimentando, querendo ir mais fundo em seu corpo. Ele metia rápido e forte e só o que Jensen podia fazer era gemer e xingar palavrões quando a dor ou o prazer eram demais.
Depois de alguns movimentos de Jared, Jensen retomou o controle da cavalgada e colocou a mão do moreno em seu ao membro rijo, que pedia por atenção. Jared o encarou para ver sua reação e começou a tocá-lo no mesmo ritmo que ele se movimentava. Jensen quase gritou de tanto prazer tendo seu ponto mais sensível sendo atingido e seu pau envolvido pela grande mão de Jared, sendo massageado intensamente.
Para mostrar a Jared que ainda podia lhe dar mais prazer, Jensen se contraiu com força, apertando o membro do grandão dentro de si. O moreno gemeu alto e jogou a cabeça para trás.
- Jensen, assim eu... não aguento...
- Não tem que aguentar, vem comigo... – Jensen também estava em seu limite e Jared não conseguia desviar os olhos da expressão de prazer em seu rosto. O moreno por sua vez estava com o corpo completamente afogueado e Jensen podia sentir seu membro inchar dentro de si. Estava adorando ver aquele gigante enlouquecido com o que ele fazia. Esforçou-se para segurar seu prazer e disse entre dentes no ouvido de Jared. – Goza bem gostoso para mim. Vem, eu quero sentir... – E intensificou ao máximo seus movimentos.
Para o moreno foi o que bastou. Explodiu num gozo forte, com um gemido alto. Sendo seguido pelo loiro, que sujou o peito e a barriga de Jared com seu líquido. Jensen continuou com as mãos apoiadas na cabeceira e repousou a cabeça no ombro do mais novo, mas Jared segurou seu rosto e encostou suas testas. A respiração de ambos ainda estava bem acelerada e os corações ainda batiam forte. Estavam suados, exaustos, satisfeitos.
Ficaram assim por alguns minutos, então beijaram-se carinhosamente. Jensen saiu de cima de Jared e deitou-se de bruços no colchão macio. Jared, livrou-se da camisinha e se limpou um pouco com a toalha que estava embolada num canto da cama. Escorregou o corpo e deitou de lado, virado para Jensen. Se olharam e sorriram. As mãos se procuram e se entrelaçaram levemente. E um sono suave os envolveu devagar.
Continua...
