VICIOUS CIRCLE
Disclaimer: A história pertence a mim e a maioria dos personagens a Stephenie Meyer. Essa não é uma história bonitinha, então fique preparado para tudo.
Sinopse: Ele queria que ela demonstrasse sentimentos, mas estava cada vez mais certo de que a garota era completamente seca. Isso não o impedia de amar Bella até o fundo da sua alma. Amava alguém que apenas pisava e desprezava o que ele sentia, usando-o como um objeto. Edward não sabia como acabar com essa obsessão por ela, mas será que isso seria possível, quando ela sempre estava assombrando seus pensamentos e sua vida?
Música e fotos do capítulo estão no perfil
Capítulo IX – O retrato do desastre
Tonight I feel so cold and lonely and baby you're so far away
The space between us keeps on growing how I wish that you could hear me when I say (…)
I miss you more and more each day
Now tell me do you think about me 'cuz I think about you all the time yeah
A million miles just stand between us and I don't wanna stop until you die
Miss You – Enrique Iglesias
~x~
Edward PDV
1º Semana
Final de agosto. Já havia se passado uma semana que ela tinha ido embora, e eu não saí de casa. Não fui para a universidade, não fui trabalhar, eu decidi que o melhor para mim era chafurdar.
Mandei milhares de e-mails para ela, eu queria tentar algum contato, poderia dizer que eu a apoiava, que estava esperando por ela, mas depois do primeiro dia os e-mails começaram a voltar. Ela tinha deletado sua conta e não me avisou. Ela estava me expulsando da sua vida.
Durante essa semana minha família tentou contato comigo, eu apenas respondi por telefone não abri a porta em nenhum momento. Não posso dizer que tenha comido muito, mas bebi bastante. Todo o estoque de cerveja da minha geladeira acabou em menos de 2 dias. Encontrei um supermercado que entregava em casa e se podia pedir pela internet.
Tive a certeza de que ninguém da minha família estaria aqui na hora que as comprar chegassem. Enchi desnecessariamente minha dispensa com comida pré-preparada e cerveja, vinho, whisky, e mais algumas bebidas que poderiam me fazer perder a consciência.
Foi uma semana difícil.
Amanheci muitas vezes deitado no chão do banheiro, ou da sala, ou debruçado no balcão da cozinha.
Eu imprimi uma foto dela.
Linda, tão linda.
Mas nunca foi minha.
Bebi mais.
2º Semana
Primeira semana de setembro. Segunda semana do meu sofrimento.
Eu nunca imaginei que um órgão poderia doer tanto e queimar como fogo, sem que eu tivesse uma doença grave.
Mas acho que o amor não correspondido é uma doença, isso quebra o coração, o deixa sem concerto e nos faz querer mandar tudo para o inferno.
Minha família continuava tentando me ver, mas eu não queria ver ninguém, eu só queria olhar para as inúmeras fotos dela que eu imprimi. Muitas. Enchiam a minha cama.
Eu deitei nelas.
Chorei também.
Molhei algumas com as lágrimas.
Rasguei uma ou duas, mas nunca intencional.
Minha mãe me ligou, disse que estava preocupada. Perguntei se ela estava chorando, mas ela disse que não. Ela mentiu. Eu a ouvi fungando.
Minha bebida acabou, e eu comprei mais. Já estava me sentindo mal sem o álcool.
Eu estava ficando viciado?
Não sei.
Talvez fosse bom, eu já não seria mais viciado nela.
Chorei mais um pouco quando lembrei que hoje era o dia da morte dos pais dela.
Chorei por eles.
Chorei pela dor dela.
Chorei porque isso destruiu o coração e os sentimentos de uma linda mulher.
Chorei por amar tanto.
Chorei.
3º Semana
Hoje é sábado.
Dia 13 de setembro.
Era o aniversário da minha linda Bella.
Eu queria ter o seu endereço para dar um presente a ela, mas eu não tinha e não consegui também o seu e-mail.
Comprei um pequeno bolo, comemorei com suas fotos. Desejei que ela fosse feliz, que ela um dia voltasse para mim.
Eu não tinha bebido muito essa semana, porque o meu fígado estava cobrando uma taxa em cima do excesso.
Comi um pouco do bolo, mas não consegui muito.
Eu tinha emagrecido bastante. Tenho certeza que se minha mãe me visse iria chorar e me obrigar a comer cada coisa que visse pela frente.
Eles estão me ligando o dia todo, têm conhecimento de que dia é hoje, mas eu disse que estava bem, eles não precisavam se preocupar.
Aprendi a mentir cada vez melhor.
4º Semana
Eu acordei com uma grande dor. Não, eu não estava morrendo. Mas foi uma revolta.
Coloquei todas as fotos dela na banheira, e queimei.
Eu não chorei, apenas vi uma a uma queimar.
Acho que tinha a esperança de que queimando tudo isso o sentimento ia sumir.
Mas ele não se foi.
Continuava aqui firme, pulsando, queimando, doendo, acabando comigo.
Eles continuavam tentando me ver. E eu continuava a negar.
4 semanas sem sair de casa.
Eu não sentia falta de estar lá fora.
Só dela.
5º semana
O clima da cidade estava louco como sempre. Era o inicio do Outono, e a chuva caía em grande quantidade, mas não era como se eu estivesse vendo a chuva, eu escutava ela batendo contra a janela.
Escutei batidas na porta, a campainha sendo tocada… inúmeras e inúmeras vezes. Eu sabia quem era.
- EDWARD – era Alice. – Abre essa porta, minha paciência se esgotou, ou você abre isso ou eu vou ligar para algum psiquiatra e conseguir fazer com que ele te interne. E eu não estou brincando.
- Edward, abre logo isso – Rosalie. – Estamos preocupadas, já tem 5 semanas que você está aí, você não pode viver assim.
Batidas.
Batidas.
Batidas.
- É assim que você quer Edward? Então eu vou fazer você sair desse apartamento, e vai ser com a porra de uma camisa de força.
Grunhi sabendo que Alice falava sério, conhecia bem a minha irmã e ela seria realmente capaz de fazer isso. Saí da cama descendo as escadas impaciente. Logo que abri a porta as duas fizeram uma careta para a minha aparência.
Ta, tudo bem, eu não tinha feito a barba durante essas semanas, e ela estava grande. Afastei da porta subindo as escadas novamente para o meu quarto e as duas me seguiram sem dizer nada. Até o momento que viram o caos do meu quarto.
- Pelo amor de Deus, tem algum bicho morto aqui? – a voz quase berrando foi de Alice.
- Não é bicho Alice, é essa pizza – Rosalie pegou a caixa de pizza de 2 dias atrás em cima da minha cômoda. – Ai que nojo.
- Então esse é o cheiro da derrota – Alice estava com o nariz franzido e tirando algumas roupas do seu caminho com a ponta do sapato.
- Meu Deus, Edward, há quantos séculos essa casa não é arrumada? – Rosalie perguntou espanando alguma poeira da minha cortina.
- Não sei, e realmente não me importa – resmunguei não dando mais atenção a elas e voltando a olhar para o meu celular.
Uma foto dela. Seus olhos castanhos, os cabelos brilhantes sobre o meu travesseiro, a carinha de sono e um sorriso de uma manhã preguiçosa. Meu coração apertou novamente, como se estivesse sendo esmagado por uma tonelada.
Eu estava começando a achar que um dia ele iria explodir de tristeza.
- Edward – Rosalie me chamou, sentando ao meu lado na cama – Por favor, não faça mais isso com si mesmo.
Eu não respondi, deitei na cama com os olhos fechados, tentando fingir que elas não estavam aqui.
- Nós te amamos, Edward – foi à vez de Alice, e senti o colchão do meu outro lado afundar enquanto ela sentava. – Não estamos mais agüentando te ver assim, se destruindo.
- Mamãe está mal. Ela vive chorando pela casa, não agüenta mais sair, não sai do lado do telefone sem que você ligue. Papai não está muito melhor, mas tenta ser forte por ela.
Continuei em silêncio, sentindo a dor por machucar a minha família tomar conta de mim. Senti as lágrimas caindo pelos lados dos meus olhos, e um soluço estrangulado sair do meu peito.
Rose e Alice deitaram ao meu lado, e cada uma me abraçou de um lado. Minhas irmãs me amavam, se importavam comigo e eu só lhes dei preocupações. Mas eu não era forte como elas, eu era tão fraco. Chorei, e elas ficaram em silêncio chorando também. Eu sabia por causa dos pequenos soluços que deixavam escapar.
Depois de alguns minutos em silêncio, Alice falou novamente.
- Saia dessa, Edward, deixe sua família te ajudar. Venha para a casa da mamãe, vamos ficar juntos, não vamos te julgar, não vamos falar sobre... você sabe. Só queremos te ver bem, Edward. Não queremos que você se perca em si mesmo, que perca quem você é. Por favor.
Abri os olhos e beijei a cabeça de cada uma antes de murmurar que iria para a casa dos meus pais. Elas me ajudaram a arrumar duas malas com roupas limpas, e disseram que iriam dar um jeito na minha casa, contratar uma empregada para arrumar toda a bagunça das semanas.
Quando chegamos a casa, minha mãe me abraçou forte, disse que estava com saudade, que me ama muito, que iria me ajudar. Eu a abracei também, sentindo aquele calor materno, e tendo a sensação de que era novamente uma criança nos seus braços. Ela me deu colo, não me julgou, não me deu conselhos. Apenas foi minha mãe. Me amou como ninguém no mundo me ama.
Minha família me ama.
Menos ela.
Por quê?
Por que ela não me ama?
Ela um dia vai me amar?
Minha mãe acariciou meus cabelos enquanto eu inconscientemente murmurei essas palavras, não dizendo nada em resposta. Ninguém sabia o por quê.
~x~
Fevereiro de 2009
Os meses se passaram e eu fui melhorando. Um mês depois de ir morar com meus pais eu aceitei o conselho do meu pai de procurar um psicólogo. Dr. Peter Weitz era um ótimo profissional que em nenhum momento me recriminou pelos meus sentimentos e ações.
Ele me ouviu, deu conselhos, sempre me deixava a vontade para dizer o que eu pensava. Aos poucos contei tudo o que aconteceu comigo nos últimos anos. 1 hora a cada semana, era o tempo que eu tinha para desabafar com alguém que não era da minha família e não iria me olhar torto.
Voltei para o meu curso depois das férias de inverno, e também ao meu trabalho. Eu não estava 100%, mas já era um avanço. Meu pai muitas vezes almoçava comigo, e na maioria das vezes ficávamos em silêncio ou falávamos sobre jogos.
Agora mudando para um novo apartamento, pois percebi que o antigo me lembrava muito ela e também não poderia ficar para sempre na casa dos meus pais. Eu precisava me reerguer, construir novamente a minha vida e estar em um novo apartamento iria me ajudar.
Minha mãe me fez prometer que eu iria dormir em casa alguns dias na semana, e eu prometi.
Arrumei minhas roupas no armário e descansei depois disso. Eu me pegava pensando nela, e na saudade que sentia de tudo. Dos seus olhos, do seu perfume, do seu calor. Fiquei no apartamento pelo resto do dia trabalhando, tentando não pensar muito no que não deveria.
Eu tentei, até ir dormir e sonhar. Era a pior parte do dia, porque eu não podia evitar, não podia acordar quando queria. E nunca era um pesadelo, eu sempre sonhava com as palavras "Eu te amo, Edward" e seu lindo sorriso. Peter disse que isso acontecia porque durante o dia eu evitava pensar, e os sonhos eram grandes vitimas disso.
No dia seguinte depois das minhas aulas eu fui para o trabalho, tinha a edição da revista para fechar e tudo estava a mil. Mas Alice queria porque queria que eu fosse no andar da revista de Moda falar com ela. Finalizei algumas coisas mais urgentes e fui ver o que ela tanto queria.
Ela estava na sua sala, quando entrei uma garota que estava sentada na sua mesa se virou para me olhar. Eu nunca a tinha visto por aqui antes, então deveria ser nova. Seus cabelos eram de um loiro dourado, um pouco mais escuro que o de Rosalie, os olhos grandes e expressivos eram verdes claros, seu rosto era afinado e os lábios grossos e rosados.
- Edward, essa é Katherina Perteson, a nova repórter da nossa revista. Katherina, esse é Edward Cullen, o meu irmão. – Alice nos apresentou.
(Katherina Perteson - http:*/i(.)imgur(.)com/udZWQ(.)jpg)
- É um prazer lhe conhecer – ela disse ficando de pé e estendendo sua mão.
- O prazer é meu – segurei sua mão e a cumprimentei.
- Então, Edward, eu lhe chamei aqui porque hoje à noite vamos dar um jantar lá em casa, como boas vindas a Katherina – Alice disse sorrindo e batendo seus cílios.
Aí tinha coisa, eu podia ver nesse sorriso e carinha inocente da Alice que ela estava querendo aprontar algo. Preferi não falar nada na frente de Katherina.
- Hum certo, que horas seria? É que eu tenho que fazer compras lá pro apartamento, estou sem nada.
- Pode ser às 8 da noite. Você pode passar naquela confeitaria que eu gosto e comprar uma torta de morango que eu já encomendei? É que fica no seu caminho para o novo apartamento.
- Claro – suspirei sorrindo. – Eu agora tenho que pedir licença para vocês duas, porque tenho uma edição para finalizar e mandar para a gráfica em 3 horas. Foi um prazer Katherina, nos vemos mais tarde.
Ela acenou e eu saí dali indo diretamente para a minha sala.
Voltando ao trabalho.
.~.
Fiz tudo o que tinha para fazer antes do jantar, algo me dizia que Alice estava querendo me empurrar para Katherina, mas ela teria que respeitar o meu espaço. Eu não estava pronto para qualquer tipo de relacionamento, meu coração ainda estava quebrado, ferido e doía muito.
Quando cheguei à casa dos meus pais Katherina já estava lá, em uma conversa animada com Rosalie e Alice. Me senti meio mal, porque elas nunca foram assim com ela e eu queria que tivessem sido. Decidi ir para a cozinha ficar com a minha mãe, poderia ser um pouco grosseiro não ficar com a convidada ou com meu pai e cunhados na sala conversando, mas nesse momento eu me sentia mais à vontade com ela.
- Como está o seu novo apartamento? – minha mãe perguntou enquanto terminava de fazer o molho
- Ainda organizando, depois que terminar o jantar tenho que ir guardar o resto das minhas compras.
- Ah, pensei que você poderia dormir aqui – ela fez aquela carinha que minhas irmãs adoravam fazer quando queriam algo.
- Não posso mãe – sorri para ela. – Posso falar com a senhora antes do jantar? Mas é meio, particular.
- Claro, aconteceu alguma coisa?
- Mais ou menos.
- Hum, tudo bem. Temos 10 minutos antes de o filé ficar pronto, vamos – ela sorriu amorosamente e fomos para o escritório do meu pai.
Fechamos a porta e sentamos no sofá que tinha em um canto.
- Mãe, a senhora sabe que eu aprecio tudo o que vocês fazem por mim. Mas estou estranhando isso que Alice está fazendo. Ela nunca convidou nenhuma das novas colunistas da revista para jantar aqui, e hoje ela fez questão de que eu fosse conhecer a Katherina em seu escritório. Eu não estou pronto para nada, irei conversar com a Alice sobre isso amanhã, e com a Rose também. Então queria pedir para a senhora não entrar nisso também, eu não estou pronto para ficar com outra pessoa.
Minha mãe suspirou e segurou minhas mãos, dando um leve aperto nelas.
- Alice falou comigo mais cedo, ela queria que eu ajudasse nisso, mas eu avisei que não iria. Sei como você está filho e jamais irei te forçar a se envolver com alguém sem que esteja pronto.
- Às vezes, sinto que nunca estarei pronto para seguir em frente.
- Você vai sim, meu amor, só precisa se permitir, mas isso é aos poucos – ela beijou minha testa como quando eu era um garotinho. – Agora vamos tenho que terminar o jantar.
.~.
O jantar correu de maneira tranquila, sempre que Alice ou Rosalie tentavam falar algo da Katherina para chamar a minha atenção, minha mãe ou o meu pai comentavam sobre o que falavam e eu fiquei agradecido. Não fui mal-educado, a tratei de forma normal, conversei sobre algumas coisas, mas não me deixei cair no jogo da Alice.
Katherina logo se despediu dizendo que morava um pouco longe e amanhã acordaria cedo para alguns compromissos. Quando ela foi embora chamei as minhas irmãs para conversar.
- Eu quero almoçar com as duas amanhã, só as duas. Preciso conversar sobre tudo isso de hoje – Alice e Rose fizeram beicinho.
- Mas Edward nós... – Alice quis se justificar, mas não a deixei continuar.
- Amanhã conversamos tudo bem? É sábado, podemos ir para o restaurante que vocês amam, vamos conversar em paz sim?
- Tudo bem – elas disseram juntas.
- Quando eu sair do consultório encontro vocês, minha consulta termina ao meio-dia. Então meio-dia e quinze ou meio-dia e meia encontro vocês.
Dei um beijo na bochecha de cada uma, me despedi dos meus cunhados, do meu pai e fui sufocado em um abraço amoroso da minha mãe. Antes de ir para casa decidi passar em uma locadora e peguei alguns filmes para passar a noite, todos de ação, não queria nada com romance.
Terminei a noite com pipoca, filme e uma lata de cerveja. Eu tentava evitar beber muito depois do episódio que me submeti, mas ainda apreciava um pouco de bebida aqui e ali. Deitei já me preparando para os sonhos, me preparando para ela. Os sonhos nunca deixavam de vir e hoje não foi diferente.
Quer dizer, o sonho foi diferente, ao invés de estarmos em New York como nos outros, o fundo era a Torre Eiffel. No sonho eu tinha ido atrás dela, como nunca tinha pensado antes. Eu ia ficar com ela naquela cidade que era o seu sonho, seu sorriso era lindo, seu abraço era quente e seu beijo enchia o meu coração de amor. Ela disse aquelas três palavras e a beijei de novo. Estávamos felizes.
Nós podíamos ser felizes assim?
Acordei abruptamente, me sentindo mal por esse belo sonho escapas. Olhei no relógio e passava das 3 da manhã.
O meu estava coração pesado e minha testa fria, com um pouco de suor. Deitei novamente pensando se seria uma boa idéia ir até Paris, conversar com ela, tentar arrumar a nossa história.
Já tinham se passado 6 meses, e talvez essa fosse à hora certa de conversar. Respirei fundo decidindo deixar esse tema para falar amanhã com o Peter e voltei na dormir. Mas dessa vez foi sem sonhos.
Capítulo dedicado a Dora s2 Happy BDay sua linda
Só sofrimento Brasil! Edward se jogou na dor de cabeça \o/
Perguntas sobre as minhas fics podem ser feitas aqui: www(.)formspring(.)me/leilipattz
Não sei se posto antes do final do ano, mas não posto antes do Natal, então feliz Natal para vocês!
Comentem please please.
Beijos
xx
