MinaNaru Collection – Popularização de Namikazecest
Um presente para os amantes do casal. Fics deles são raras, e precisam de incentivo para continuar.
Avisos: Nada, além da trama, me pertence. Os personagens não são meus, portanto, não pretendo lucrar com eles. Estas fics contem altas doses de Yaoi. Algumas contem lemon, algumas, Shota. Portanto, diante de características como essas e altas doses de incesto, continue apenas se realmente gostar do gênero.
---
At A Festival...
---
Todos falavam ao mesmo tempo, todos felizes demais com o tema da festa deste bimestre, todos prontos para se fantasiarem e arrancarem o máximo possível de fundos para a formatura da oitava série.. Queriam uma balada, perfeita. Para isso, teriam que suar, que lutar e que arrecadar muito mais fundos que da última vez.
Entre eles, o tão bem bronzeado... Naruto, quem havia se disposto a usar Kimono e Getas em pleno festival cultural na praça. Cada um, um país, cada um, uma cultura. Como sabia cem por cento dos movimentos de alguma dança japonesa graças a seus pais, seria o mais apropriado.
---
Agora, horas depois, voltava para casa ansioso pelo fim de semana, com um kimono perfeito e um par de getas bem estilizados e altos. Achara perfeitos para o que apresentaria no sábado. Só precisava praticar um pouco para não cair do salto, mas isso era o de menos. Era um problema praticamente superado.
---
Os dias se passaram e sua ansiedade só fazia aumentar. Já havia decorado cada movimento, já havia se acostumado aos getas e estava de comum acordo com a cor de seu kimono. Azul-escuro com algumas flores esparsas, bordadas em vermelho, outras em branco. Uma verdadeira e harmoniosa mistura de tons. Combinava perfeitamente com seus sapatos. Pretos com tecido azul. Ficaria perfeito e, certamente arrecadariam mais fundos que na última festa.
---
O tão esperado dia chegou. Naruto em seu auge de doze anos de idade, estava com os olhos delineados em preto, o cabelo bem arrumado, com as camadas bem destacadas, um perfume deliciosamente doce e amadeirado e seus trajes orientais. Desceu do carro e foi em direção ao local marcado com os amigos.
— Minha mãe veio me deixar. Disse que meu pai vem mais tarde.
Avisou, sendo cumprimentado e elogiado por todos. Realmente, aquele visual não merecia só fotos ou filmagens. Merecia alguém especial para admirá-lo...
---
A ansiedade o estava matando. Parecia mais afoito que o próprio filho estava antes de sair de casa. Não tinha como se acalmar. Queria ver o quão bem Naruto se sairia... Havia notado seu filho treinando com Kushina durante toda a semana... Aquela dança, cada movimento, cada passo, cada baque leve dos getas no chão, cada passo... Aquela dança portava um significado especial. É claro que Naruto provavelmente não sabia qual, mas, durante cada treino, sentia-se esquentar por dentro e, às vezes, sentia-se arrepiar.
O mesmo acontecia com Minato, quem observava tanto sua esposa quanto seu filho, ambos em movimentos sincrônicos, extasiantes... E rezava. Rezava, pois seu filho dançava de modo perfeito, atraindo seu olhar, mais que sua própria esposa.
Aquilo não era certo. Sabia, mas não podia lutar contra. Era como lutar consigo mesmo, contra uma força oculta que não sabia que existia dentro de seu ser... E cada vez mais, sentia seu coração apertar, quando olhava para o calendário do celular e via o dia marcado para a apresentação de Naruto aproximando-se cada vez mais.
---
Estava nervoso. Suas unhas pintadas de preto combinavam com seus trajes e com a maquiagem feita por sua mãe. Estava tremendo um pouco, e até mesmo com a respiração acelerada. Se apresentar em uma praça, em um festival diante de tanta gente, era algo meio difícil. E, obviamente, não tinha como se acalmar.
Sasuke surgiu do nada e sussurrou em seu ouvido:
— Falta pouco para você entrar no palco... Se eu fosse você se acalmava...
— Certo, certo...
Concordou Naruto, saindo dalí e indo para a frente de um espelho, onde perdeu alguns muitos minutos terminando de se arrumar e preparar seu espírito, até a coordenadora do projeto lhe chamar ao palco.
Suspirou... Agora, aquele momento seria só dele...
Seus passos eram lentos, seu rosto continha um sorriso calmo, como se estivesse agindo normalmente. Poucos sabiam da dificuldade que estava sendo para ele agir daquela forma.
Uma explosão de glitter dourado se fez presente quando a música dos leves instrumentos japoneses se fez presente. E sim, havia feito seu primeiro movimento…
OS outros foram conseqüência daquele primeiro.. As mãos, os passos, a cabeça, os quadris... Tudo, mas tudo mesmo. Apenas conseqüência. Fazia de modo perfeito, automático. E, ao longe, olhos idênticos aos seus, brilhavam enquanto observavam a pequena e glamorosa apresentação... Aquele kimono... Agora ainda mais perfeito, adornando o corpo dourado e inocente de seu filho...
— Naruto...
Sussurrou, observando o relógio e começando a preocupar-se com Kushina, quem estava atrasada à mais de vinte minutos. Do nada, seu celular tocou avisando uma mensagem: Era dela.
"Minato, não posso deixar o hospital... Houve um acidente e o hospital está lotado. Preciso que leve Naruto para casa após o festival. Não sei quando volto, mas acho que não hoje... Um beijo."
— Droga..
Praguejou baixinho e andou para perto do palco. Se Naruto não teria a presença de Kushina ali, teria ao menos a sua, e ainda teria fotos. Isso! Fotos! Pegou sua câmera e deixou-se fotografar com zoom.. O rosto expressivo, o olhar brilhoso, as pernas lisas, tenras e compridas que vez ou outra escapavam por entre os tecidos do kimono, os gestos, as poses, o balanço.. Era algo inebriante demais para não ser fotografado, para não ser visto.
Seu corpo estava quente e, quanto mais Naruto se movia, mais ficava.. Aquilo era algo erótico, completamente sensual. Sensual para quem conhecia ou para quem conseguisse perceber. E, talvez infelizmente, Minato era um desses que conseguia perceber.
A música foi acabando de forma suave, tanto quanto os movimentos de Naruto. Todos aplaudiram. Ele sorriu e agradeceu fazendo mesura e saindo do palco em seguida. Típico dele... Tão doce... Minato sorriu. Estava quente e ao mesmo tempo invadido por aquele sentimento terno.
Correu até o lado de trás do palco, deparando-se com Naruto. Sorriu e o abraçou, levantando-o do chão.
— Otou-san! Não pensei que viesse!
Disse alegremente o mais novo. Minato o colocou no chão e sorriu, beijando-lhe a testa...
— Jamais perderia isso... Ficou perfeito!
— Mesmo?
Pôde ver os olhinhos azuis brilharem ainda mais... Naruto estava tão adorável! Corado, ofegante e sorridente...
— Mesmo... Quer ir pra casa agora? Ou quer ficar com os seus amigos?
Naruto passou a mão pela nuca, desceu pelo tórax e parou acariciando sua barriga antes de responder:
— E-eu.. Quero ir.. Tá meio estranho sabe, tô meio... diferente...
— O que tem?
Minato indagou. Naruto abanou-se com a própria mão antes de olhar dentro dos olhos do mais velho e dizer com a voz baixa e rouca, como se não quisesse que ninguém mais ouvisse:
— Eu estou meio quente... Não tem como explicar...
— Está com febre?
Minato colou sua mão ao rosto do filho e o mesmo arrepiou-se por completo. Era como uma reação em cadeia. Arrepiou-se e gemeu. Minato ouviu aquele som rouco e profano escapar dos lábios do filho e entendeu qual era o sentido da palavra "quente" usado por Naruto.
— Gomen...
Abaixou o rosto envergonhado.. Queria gemer e prensar Naruto contra qualquer parede ali mesmo, atacando aqueles lábios brilhosos, mordendo aquela pele morena...
— Não precisa se desculpar, otou-san... Só... me tira daqui...
— Certo.. Tudo bem. Podemos sair pelo estacionamento. — espichou a mão para o filho, quem a pegou — vem comigo...
Saíram em passos rápidos, largos... Em poucos minutos estavam no estacionamento, frente ao off - road de Minato, quem abria a porta do passageiro para o filho, como se o mesmo fosse uma dama.
Naruto sorriu amarelo e entrou no carro, com as pernas para o lado da porta. Quando Minato ia fechá-la, Naruto o parou.
— N-não... — pediu. Minato o olhou surpreso — Otou-san... Me explique por que estou sentindo isso...
— Sentindo o que, Naruto..?
Minato indagou reticente, tentando entender o que Naruto queria...
— Isso... — tocou-se e gemeu, abrindo lentamente as pernas com a mão sobre o membro — essa coisa consumindo e dominando meu corpo...
Minato gemeu rouco e forçou-se à desviar o olhar quando percebeu que o tecido do kimono havia deslocado e deixado exposta uma das coxas bronzeadas de Naruto.
— Foi culpa da dança... Se sua mãe não houver lhe explicado, tudo bem... Aqueles passos são sensuais, exóticos.. Usados para seduzir alguém, para concentrar as energias que mexem com a libido, Naruto...
Era bom contar de uma vez, ou Naruto certamente se desesperaria.
— Droga, otou-san... Como se cura isso?
— Não tem cura... Passa com um banho frio, com o tempo ou com outras coisas que você não precisa saber agora...
Naruto abaixou a cabeça e sua mão deslizou sobre o tecido, fazendo-o gemer com o contato. Minato segurou-lhe o pulso e puxou lentamente, fazendo uma das mangas do já bagunçado kimono deslizar por seu ombro.
— Pare... Isso só tornará as coisas ainda piores...
— Não posso...
Tocou-se com a outra mão e deixou que sua cabeça tombasse sobre o ombro direito de Minato... Gemeu. Foi a gota.
— Naruto... Pare!
Ordenou Minato, segurando-lhe a outra mão. Naruto afastou-se um pouco e olhou nos olhos de Minato, com os orbes azuis completamente lacrimejantes.
— Por quê? Eu não posso parar... E-eu... Preciso...
— Não... Isso só vai piorar as coisas... Não vai te aliviar, não desse modo... Sabe o que os adultos fazem, não sabe, Naruto?
Que tipo de conversa era aquela? Minato estava começando a ficar com medo de si mesmo... Mas havia algo dentro de seu peito e de sua mente o incitando a continuar..
— H-hai... Mas... Não posso fazer aquilo... Não agora... não vou encontrar alguém pra... fazer...
— Não, você não precisa procurar alguém...
— Não?
Indagou, olhando nos olhos de Minato.
— Não...
— Não?
— Não...
Foram se aproximando e Naruto cerrou os olhos, ardendo por dentro. Quando deu por si, a mão de Minato estava em sua coxa exposta, acariciando a parte interior, fazendo com que arrepiasse por completo. Gemeu. O toque subiu rumo ao seu problema, tocando-o, de modo firme, forte...
— Otou-san!
Gemeu, não em protesto, mas sim em êxtase.. Seu corpo queria mais, muito mais. Minato o estava ajudando, e ajudando o problema dentro de suas calças à aumentar ainda mais... Sentiu uma mão leve tocando-lhe o tórax e descendo, lenta, por sobre a roupa, apenas querendo a confirmação daquilo que pensava estar sentindo com o joelho... E enfim, teve coragem para encontrar e tocar de vez... Estava tão ou mais quente que o seu próprio...
— Otou-san... Você também precisa de ajuda...
Aquelas palavras o fizeram apenas gemer e sussurrar:
— Vá para o banco de trás e deixo você me ajudar também...
Naruto mais do que depressa obedeceu, indo para o banco de trás por entre os dois da frente, ficando numa posição promissora e olhando provocantemente para o mais velho enquanto terminava de passar...
Minato gemeu rouco ao ver aquela cena e, quando os getas sumiram, entrou no veículo, fechando a porta e travando em seguida, antes de fazer o mesmo percurso do filho para o banco de trás...
A primeira coisa que fez, foi provar daqueles lábios pecaminosos, deixando que sua língua brincasse com a de Naruto, quem correspondeu de modo quente, perfeito, vulgar...
Em pouco tempo, estavam encaixados, movendo-se em sincronia perfeita. Não sabiam como aquilo tinha começado, e sequer queriam que terminasse... Mas parecia impossível segurar-se por mais tempo, levando em conta o prazer que a situação causava em ambos...
E, como previsto, o fim foi inevitável. Inevitavelmente delicioso... Uma explosão branca, cremosa, molhando a mão de Minato, invadindo o interior de Naruto, fazendo com que os corpos parassem cansados e ofegantes, ambos problemas resolvidos, ambos sabendo que fora errado e pouco ligando...
— Eu te amo, otou-san...
Disse Naruto, acariciando a face de Minato.
— Eu também te amo, Naruto... Durma.. Vamos para casa...
E então, obedecendo, Naruto fechou os olhos e deixou-se levar pelo sono, enquanto Minato dirigia-se ao banco da frente e tomava o rumo de casa...
Depois dessa, todas as outras noites tinham um motivo especial para tornarem-se longas demais, ou resumindo, um festival...
Fim!
