Capítulo 10 – Convivendo.

-- Bella! – Esme me abraçou apertado. – Graças a Deus que você voltou!

Ela sorriu, e me olhou de cima abaixo, com aquele jeito de mãe carinhosa que ela tinha.

-- Você está tão bonita! Como sempre... – Esme voltou a me abraçar e eu sorri feliz, pois sabia que ela era sincera.

-- Estamos muito felizes em tê-la de volta. – Carlisle também me abraçou. – Sentimos muito a sua falta.

-- Eu também. – Confessei corando. – Também.

-- Talvez as coisas melhorem um pouco, agora que você voltou. – Esme murmurou lançando um olhar de esguelha a Edward, que estava encostado displicente em um sofá, nos encarando com tédio.

-- Garanto que vão melhorar. – Ou não. Mas eu não diria isso.

-- E... Sobre as dores que sua mãe me ligou dizendo que você tinha... – Carlisle mudou de assunto. – Ainda há sequelas?

-- Às vezes quando eu faço esforço físico, o corte da barriga lateja. Mas nada demais. – Sorri o confortando.

-- Que bom então. – Ele segurou minha mão e a apertou carinhosamente. – Fique a vontade para fazer seu trabalho escolar, Bella. A casa é sua.

Ele e Esme sorriram carinhosos um para o outro e saíram da sala.

Era impressionante que o amor dos dois continuasse vivo depois de tanto tempo. Não era só paixão que havia entre eles. Havia companheirismo, carinho, desejo... Queria que quando eu me casasse, coisa eu nem sabia se faria, minha relação fosse que nem a deles.

Suspirei saindo de meus devaneios, e encarei Edward.

-- Vamos começar logo com esse trabalho, pra terminarmos logo. Já não agüento mais olhar pra essa sua cara. – Falei mal-humorada.

Me sentei no sofá e peguei um caderno qualquer.

-- Você gosta de quais músicas? – Perguntei como se não soubesse exatamente de todos os seus gostos.

-- Hm, Debussy. There Days Grace.

Anotei tudo e ainda acrescentei outras bandas que ele havia esquecido.

-- E livros?

-- Eu não gosto de ler. – Ele revirou os olhos.

-- Não gosta, mas lê que eu sei. Então desembucha.

-- Você é muito chata!

-- É claro que sou. Agora fale!

-- Ok, ok. Hm... Hamlet e…

-- Otelo. Eu sei. – O interrompi anotando. – Pelo menos pra alguma coisa você tem bom gosto. – Alfinetei.

-- Você voltou insuportavelmente irritante Bella. Até mais que Alice.

-- Que bom. – Revirei os olhos.

-- E sobre você? – Ele perguntou. – Que música?

-- O mesmo que você. – Admiti a contragosto.

Ele assentiu vagamente e anotou mais do que o necessário em seu caderno, por um longo tempo.

-- Não vai me perguntar mais nada? – Questionei impaciente.

-- Não. – Ele sorriu e colocou seu caderno de lado, antes de se espreguiçar no sofá.

Edward ficou quieto durante alguns segundos. Não entendi sua expressão, mas devo admitir que fiquei curiosa.

Ele olhava pra mim como se enxergasse por minha alma. Desviei o olhar de seus olhos, mas ainda sentia-o me encarando.

Droga! Ele tinha problemas?

-- O que foi? – Rosnei. – Pare de me olhar!

Edward deu um pulo assustado e franziu o cenho.

-- D-desculpe. – Gaguejou. – Me distraí.

Pedi paciência a todos os deuses, e me senti subitamente desconfortável em sua presença.

Para a minha sorte, no entanto, Alice apareceu saltitando feliz a nossa frente.

-- BELLA! – Ela pulou em cima de mim. – Você não vai acreditar no que me aconteceu!

-- O que? – Perguntei sorrindo.

-- Eu vou ser uma das organizadoras do baile de Forks! – Ela estava tendo um ataque de tão feliz. – Eu vou arrumar as músicas, o tema…!

-- Ow... – Uma idéia maquiavélica estava se formando em minha mente. – Isso é incrível, Allie!

-- Aff, vocês ficam animadas por nada. – Edward brincou revirando os olhos.

Eu e Alice nos entreolhamos em mostramos a língua pra ele na mesma hora.

-- Depois preciso conversar contigo com calma. – Sussurrei para Allie. Ela me deu uma piscadela, eu ri.

-- Mulheres, quem as entende? – Edward suspirou.

-- Homens... Quem os agüenta? – O imitei.

-- Nós somos muito superiores às mulheres, ok? – Ele me desafiou.

-- Aham, e eu sou um pato.

-- Patinho feio só se for.

Estreitei os olhos, e Alice saiu de fininho da sala.

-- Repita isso outra vez, e você vai aprender o que é dor.

-- Patinho feio!

Sorri maliciosa e avancei para cima dele, o prensando no sofá.
Meus lábios ficaram bem pertos do seu, e eu vi ele fechar os olhos ofegante.

Sorrindo mais ainda, abri as pernas dele com meu joelho e rocei nossos lábios delicadamente. Depois, com toda minha força, elevei meu joelho até esmagar o meio de suas pernas.

-- Puta que pariu! – Ele berrou de dor. – Você é louca?!

-- Sou. – Sorri e me levantei.

-- Sua desvairada! – Ele gemeu se contorcendo.

-- Espero que você tenha aprendido o jeito certo de me tratar. Eu não tenho o mínimo de medo de você. Idiota.

Bufei, e me sentei ao lado dele novamente. Pacientemente, segurei uma gargalhada na garganta e o observei, deleitada com a cena.

-- Você é uma maluca sádica. – Ele sussurrou dolorido.

Eu quase fiquei com pena dele. Quase.

-- E você é um idiota que tem que aprender a ser gente! Eu estou te fazendo um favor, então me agradeça!

-- Você quer mesmo que eu te agradeça por ter esmagado meu Jr? – Ele me olhou incrédulo, ainda contorcido.

-- Você tem muito que aprender ainda. – Sorri. – Mas como eu não acredito em milagres, não vou te ensinar. Seu cérebro é pequeno demais para entender uma coisa dessa complexidade. Quem sabe na próxima vida, quando você nascer de novo...

Ele rosnou e mordeu o lábio inferior. Depois, novamente ficou quieto me encarando fixamente.

Eu o odiava. Mas eu sabia ser justa também. Naquele momento eu sabia que ele não estava sendo malicioso ou coisa do tipo. Ele estava com a expressão assustada, como se tentasse entender algo.

É realmente o cérebro dele era bem pequeno.

-- Eu acho que vou ter que botar gelo nisso aqui! – Ele balbuciou segundos depois.

-- Se você não puder gerar descendentes, tenho certeza de que vai ser um bem enorme pra humanidade. Eu sou uma heroína a final de contas.

-- Sério Isabella. Você tem problemas.

Estreitei os olhos e me aproximei novamente dele.

-- Eu não quis dizer isso! – Ele retirou rapidamente. – É sério. Desculpa. Mesmo.

Sorri e comecei a andar pela sala desconfortavelmente.
Era tão... Estranho estar no mesmo lugar que Edward.

Eu era sim, uma mulher forte e decidida.
Mas... Por mais que eu tentasse negar, ainda doía horrivelmente tudo o que me acontecera.

Só Deus sabia o quanto havia sido difícil seguir em frente. Os pesadelos, as dores no peito... Eu havia me fechado em meu casulo por muito tempo, até acordar realmente pra vida e perceber que eu não podia continuar sendo uma morta viva.

Culpa-lo, por mais que ele tivesse culpa, não adiantaria de nada. Edward era só um homem. Doía admitir isso, mas jogar toda a culpa em cima dele de nada adiantaria.

Agora eu estava pagando. Mas ele tinha que pagar também. Eu não agüentava mais sofrer por ele. Não agüentava mais, em alguma noites, chorar de desilusão.

Eu era forte, mas ainda era humana.

Meu coração havia congelado dentro do peito. Havia se transformando em um iceberg, algo tão duro e impenetrável que até me assustava. E a única coisa que conseguia quebrar essa barreira era me lembrar de como tudo havia acontecido.

-- Eu vou embora. – Falei me virando para encara-lo. – Tenho coisas a fazer.

-- Você pode ficar mais se quiser. – Ele já não parecia tão dolorido, mesmo estando em uma posição defensiva.

-- Não. Eu realmente vou.

Quando eu estava em Nova York não sentia vontade de chorar. Às vezes, eu fingia que estava bem, e ignorava as lágrimas que escorriam.
Só às vezes, eu dava vazão às lagrimas, e deixava com que elas me corroessem um pouco.

Talvez esse fosse um desses momentos.

-- Bella... – Edward se levantou com dificuldade. – Você vem amanhã aqui?

-- Não. – Respondi seca. – Eu já falei que tenho coisas a fazer. – Respirei fundo e o encarei.

Seus olhos verdes estavam claros. Eu quase nunca os via claros, mas quando isso acontecia sempre me encantava.

Tentei tirar esses pensamentos da cabeça, e dei às costas a ele.

-- Até. – Murmurei baixinho.

Ele não respondeu.

Talvez, afinal de contas, tivesse ido buscar o gelo. Ou algo assim.

***

Bellinha do meu coração,

Estou morrendo de saudades. Quero muito ir aí te ver. E conhecer o gostoso do Edward.
AHAHA, brincadeira. Não me mate.
Te amo,
Lobinho Gato.

Revirei os olhos para a mensagem que Jacob havia me mandado e caminhei silenciosamente até meu pai.
Ele estava vendo televisão calmamente, mas parecia meio perdido.

Sentei-me ao seu lado, e deitei a cabeça em seu colo como há muito tempo não fazia.

Nós não éramos muito afetivos um com o outro, mas dessa vez eu vi o momento certo para me aproximar.
Eu sabia que havia alguma coisa o incomodando, e precisava que ele falasse.

Fechei meus olhos, e deixei com que ele acariciasse meus cabelos lentamente, como quando eu era criança…

-- Às vezes, eu me pergunto quem foi que te machucou tanto. – Ele sussurrou mais direto do que de costume.

Fiquei um momento calada, mantendo os olhos fechados.

-- O senhor não precisa se preocupar comigo. – Murmurei por fim.

-- Você morreu por dentro, menina. Eu sei reparar nas coisas. Como acha que eu me senti, quando eu te vi depois daquele acidente? Como acha que eu me senti quando você mal recebeu alta, e me deixou?

Charlie não estava magoado. Ele parecia simplesmente triste.

-- Foi melhor assim. – Falei firmemente. – Por mais que eu sinta falta de Nova York, eu não vou te deixar novamente pai. Não como antes.

-- Meu Deus. Eu já tenho uma filha adulta. – Ele riu e, num gesto raro de carinho, se abaixou e beijou minha testa. – Até parece que foi ontem que você nasceu e sua mãe estava aqui...

-- Você sente falta dela. – Não foi uma pergunta.

-- Sinto. – Ele voltou a mexer em meus cabelos e olhar para a TV. – Mas certas coisas são incontroláveis.

E eram.

-- Você não vai me contar? – Ele insistiu depois de um tempo.

-- Não.- Neguei calmamente. – Por favor...

-- Tudo bem. – Ele sorriu.

Desconfortavelmente, eu me sentei no sofá, e bocejei.

-- Acho que vou me deitar um pouco. – Esfreguei meus olhos.

-- Vai lá. – Charlie piscou pra mim.

Sorri e me levantei, antes de seguir para meu quarto.

Peguei meu celular e respondi rapidamente a Jacob.

Hey Lobinho Gato,

Também sinto saudades. Se você quiser comer o Edward, eu deixo.
HAHAH, mentira. Ele não serve pra você, Jake. Você é um tesão.
Te amo,
To esperando que o tempo passe logo.

Eu sentia falta de Jacob. Meu peito doía só de me lembrar dele, mas eu sabia que isso era preciso.

Bem, pelo menos eu podia continuar o sacaneando pelo celular.

Suspirei e entrei em meu quarto, me jogando na cama.
Minha cabeça girou e eu estranhei a sonolência súbita.
Ah droga. Só o que me faltava era uma gripe.

Franzi meu nariz e revirei os olhos, pegando o cobertor pra me cobrir.

Eu era muito azarada mesmo. Ri sarcástica pra mim mesma e liguei o som que ficava ao lado da cama.

Debussy começou a tocar, e mesmo que me lembrasse coisas más, eu deixei tocando.

Pisquei sonolenta e me enrosquei nos lençóis, fechando os olhos.

No instante seguinte, estava sonhando.

Eu estava me maquiando na frente do espelho. Meus olhos estavam marejados, enquanto eu olhava para um homem sem rosto deitado na cama.
Não era nele, porém, que eu pensava.

O homem pelo qual eu chorava era Edward. Eu tinha seus olhos em minha mente, verdes claros, me fitando com carinho…

Eu ignorei por muitos anos esses olhos, mesmo que eles estivessem sempre me perseguindo e me perturbando.

Me levantei e peguei meu vestido preto, me vestindo lentamente.

Era como se eu estivesse indo a um velório.

Suspirei, e o homem da cama me olhou.

Abri os olhos tremendo de frio.
Me encolhi na cama, sentindo o suor escorrer lentamente por minhas têmporas.
Merda. Eu odiava ficar gripada.

Fechei os olhos.

-- Onde você vai? – O Homem perguntou.

-- Vou sair. – Passei um batom claro e calcei meus sapatos de salto.

-- Posso ir junto?

-- Não. – Eu ia encontra-lo. Iria ver Edward, depois de tantas mágoas.

-- O que aconteceu com você? – O Homem se levantou apenas de cueca e me abraçou por trás.

Me retesei e o empurrei.

-- Não vou demorar.

Saí de casa quase correndo, lembrando de coisas tristes.
Naquele momento eu entendi que estava indo ao cemitério, não porque Edward tinha morrido hoje. Mas porque ele morrera há anos atrás, e eu nunca mais falara com ele.

Merda, pensei tentando me levantar. Minha cabeça doeu, e eu amaldiçoei todas as gerações de vírus que existiam.
Malditas, ignorantes e chatas doenças, que me deixavam derrubada.

Tossi e voltei a fechar os olhos. Dessa vez, porém não sonhei.
Eu acho que não...

Eu estava dormindo.

Fiquei divagando por um tempo. Eu estava com frio, tremendo. Não senti fome, nem reparei por quanto tempo fiquei sem comer.
O CD já havia parado de tocar, percebi vagamente.

Acho que cochilei.

Quando abri os olhos novamente, mãos frias estavam tocando minha testa.

-- É só uma gripe. – A voz estava baixa, mas machucava meus ouvidos. – Ela precisa de repouso. Não pode ficar exposta, porque pode virar uma pneumonia. Mas não se preocupe Charlie.

Quem falava era Carlisle. Me obriguei a abrir a boca e falar:

-- Por favor, me dope. Eu necessito de um remédio. – É eu estava sendo dramática, mas nem me importei.

-- Já vou te dar um remédio. – Ele sorriu, e eu percebi que havia alguém mais no quarto. Minha visão estava meio turva, e eu franzi o cenho tentando reconhece-la.

-- Oi Bella. – A voz era sussurrada, mas eu a reconheci na hora.

-- Edward. – Gemi seu nome, fechando os olhos. Não senti a raiva costumeira. Na verdade, eu nem conseguia lembrar do porquê estaria com raiva.

Minha cabeça girou, e eu pensei ter visto algumas estrelas.
Droga. Eu estava delirando!

Me remexi, e senti duas mãos quentinhas seguraram as minhas.

-- Quer que eu fique com você? – Edward perguntou.

-- Quero. – Respondi sem pensar.

Merda, merda. Que gripe estranha.
Minha garganta doía horrivelmente.

-- Carlisle. – Ouvi a voz de Charlie. – Um corpo foi encontrado. Você pode ir comigo até a delegacia examina-lo?

Eu não entendi bem. O que tem encontrar um corpo?

-- Eu fico com Bella. – Edward murmurou. – Vocês podem ir.

-- Eu não vou ficar com você aqui. – Balbuciei franzindo o cenho. – Eu estou gripada.

-- Bella.... – Charlie começou preocupado. – É só por algumas horas.

-- Eu quero comer brigadeiro. – Chorei.

-- Ela está delirando. – Carlisle sussurrou.

-- Não. – Fiz biquinho. – Onde está Jacob?

-- Que Jacob? – Edward perguntou irritado.

Ah, onde estava meu amigo gay? Tremi mais e puxei as cobertas sobre mim. Por que Jake tinha me abandonado?

-- Eu quero minha mãe. – Funguei.

-- Você vai ter paciência com ela? – Carlisle perguntou a Edward.

-- É claro, pai.

Eu não era nenhum bebê pra me tratarem assim. Virei-me de costas, e respirei pela boca. Meu nariz estava entupido.

-- Ela vai ficar bem? – Charlie perguntou.

-- É claro que vai. – Carlisle respondeu.

Brilha, brilha estrelinha, brilha, brilha lá no céu.

Ah, que música chata.
Tossi, e me abracei.

Ouvi a porta bater ao longe.

-- Você parece bêbada. – Edward riu sentando-se ao meu lado.

-- E você é um cachorro. – Me vire e o encarei.

-- Eu sei que você me ama.

-- Vai pro décimo dos infernos! – Xinguei tossindo.

JACOOB. Porque ele ainda não havia vindo me visitar?

-- Você é tão meiga.

-- Eu sei que sou.

-- Sinceramente eu não te entendo, Bella. – Ele suspirou.

-- É que você é burro. Onde está o Jake?

-- Pare de falar nele! – Edward me encarou. – Ou melhor... Me diga quem ele é.

-- Jake é um tesão. Ele é gato demais. – Falei bocejando. – Lindo.

-- Eu não posso entender o que um cara como ele...

-- Pode querer com uma garota como eu? – Completei subitamente consciente. – É isso que você iria dizer?

Porra de garganta. Porra de tosse.

-- É claro que não. – Ele suspirou e passou as mãos em meus cabelos. – Será que um dia tudo vai ser como antes?

-- Não Ed! – Eu ri. – Nós estamos mais velhos.

-- O quê?

-- Nosso corpo cresceu. Você reparou como meu cabelo ficou mais bonito? – Eu estava falando tudo enrolado. Minha cabeça estava doendo, e meu corpo não parava de tremer. Eu não conseguia pensar no que estava falando.

-- É claro que reparei. – Ele os acariciou lentamente. – Estão mais compridos.

-- É. – Suspirei. – Você vai ficar todo gripado.

-- Não tem problema.

-- Idiota. – Meus olhos estavam se fechando lentamente.

-- Talvez eu realmente seja...

Mas eu não ouvi o resto da frase.
O sono me pegou de novo.

***

N/A: Oii amores! *-*

Nossa, eu fiquei MUITO feliz com todas os Reviews que eu recebi! Sério, o incentivo de você ajuda muito!

Quero dizer que eu AMEI cada comentário e opinião.

Hm, desculpem o capítulo pequeno... Esse não foi um dos melhores que eu escrevi, mas ele tem algumas dicas legais sobre o decorrer da história. \o

Espero que estejam gostando, e deixem Reviews pra fazer uma autora feliz! ^^

Como estou MUITO contente, fica uma dica para o próximo capítulo: É o POV do Edward.

Vou tentar terminar ele rápido, pra vocês ok?

Beijoos!

LOVE YOUS XUXUS!

Queen B.