N.A: Moshi Moshi Pessoal! Espero que estejam todos bem ;)
Euzinha postando sem atraso? Aliás com 5 dias de antecedência? O mundo está acabando ou é um milagre divino? Prefiro acreditar no milagre porque se o mundo acabar, como vou finalizar essa fic, não é mesmo?!
Sabem, o mais impressionante é que quando acabei de escrever ainda li e revisei umas 10 vezes, achei que eu tinha me trapaceado, mas não! Tudo que eu queria escrever nesse capítulo estava ali
\0/\0/\0/\0/\0/\0/\0/\0/\0/\0/\0/\0/\0/\0/\0/\0/
Isso se deve também, é claro, ao poder dos reviews, na fase em que eu estou da vida eles fazem toda a diferença e me deixam muito feliz! Obrigada gente!
Não esqueçam que "Autores são movidos a reviews". E muito obrigada a todos que acompanham a história.
O próximo capítulo estará no ar no máximo dia 07/05, se tudo der certo .
Agora vamos ao que interessa, espero mesmo que gostem desse novo capítulo.
Capítulo 10
Estava consciente, embora ainda muito sonolenta... "Hmmmmm, que cama quentinha... Irie-kun não vai brigar se eu dormir só mais uns cinco minutinhos, não é mesmo?" - E com um sorriso de contentamento virou-se, buscando seu marido com as mãos, mas quando tudo que pôde encontrar foi uma estrutura gélida e maciça, sentou-se e abriu os olhos, esfregando as mãos levemente vermelhas da pancada...
Percebeu então que não estava em sua cama, mas sim em uma maca... Analisou o quarto: as paredes eram brancas. Havia uma poltrona estofada ao lado esquerdo da cama e, ao fundo, uma porta fechada. Do lado direito, havia uma grande janela de onde era possível ver um lindo jardim... Aparentemente estava no hospital, o estranho era estar como paciente e não enfermeira...
-Finalmente você acordou, querida! Não sabe como eu senti sua falta!
Kotoko sobressaltou-se ao olhar para a porta do quarto e ver a dona daquela voz: uma mulher que aparentava ter uns quarenta anos, tinha cabelos castanhos e os olhos amendoados mostravam uma expressão doce, ainda que contivessem uma grande tristeza. Não fazia a menor ideia de quem ela era... Tentou se lembrar de suas colegas de trabalho, pacientes, professoras e mães da escola de Kotomi, mas não haviam meios de reconhecê-la, mesmo assim tinha um forte sentimento de confiança e carinho por aquela amável senhora...
-Desculpe, mas acredito que entrou no quarto errado, acho que não nos conhecemos...
-Claro que nos conhecemos meu amor, mas você não deve se lembrar porque era muito pequena! – A mulher sentou-se na cadeira ao lado da cama e continuou falando, com um sorriso que aumentava mais e mais com a continuação da conversa...
- Sabe, toda vez que penso em você ainda criança, me lembro quando seu pai te levava ao parque e voltava dizendo que você era tão pequena comparada às outras crianças, que poderia ser um duende disfarçado... Você ficava muito brava e não queria falar com ele o resto da noite, aí eu arrumava um docinho pra ele te dar e você dizia, com as mãos nos quadris e um tom bem sério "Tudo bem papai, mas só vou te perdoar dessa vez!", e nós tínhamos que nos segurar para não rir ou você pararia de falar com nós dois!
Kotoko acompanhou a alta gargalhada que a senhora soltava, tinha certeza que ela conseguiria tirar sorrisos de qualquer um...
-Eu realmente não sabia disso! Vou me lembrar pra brigar com ele mais tarde! – Disse, enquanto recuperava o fôlego e, ainda com um sorriso, perguntou – Mas quem é você? Uma tia ou prima? Desculpe por não me lembrar, na verdade você é muito familiar pra mim, mas eu não consigo saber o porque ou identificar você em nenhuma lembrança...
- Ah, isso é uma longa história e não temos tempo hoje... Me chame de Koyumi, é como todos me conhecem e assim estará ótimo!
-Está certo então, Koyumi! – Kotoko deu um largo sorriso e continuou – E falando no meu pai, você pode chamá-lo pra mim? Quero saber porque estou aqui e onde está o restante da minha família...
-Ora, isso eu mesma posso te responder, minha criança: Você está aqui porque precisava se acalmar e não estava se sentindo bem, lembra-se? E seu pai, assim como toda a sua família, está esperando você acordar...
Kotoko então lembrou-se das últimas horas: da briga horrível com Naoki em que acabou saindo correndo... Mas não sabia como tinha chegado ao hospital, lembrava-se apenas de ter uma dor de cabeça muito forte e cair no chão, talvez o aneurisma tivesse se rompido, então?! Sendo sincera consigo mesma, sabia que tinha que avisar logo para sua família que estava acordada pois eles estariam preocupados, mas aquela senhora era tão acolhedora e a fazia sentir-se tão bem que não queria avisar agora, não queria ver seu marido nem ninguém que dissesse "Vai dar tudo certo" ou "Ele ama você, dê uma nova chance"... A forma como a havia tratado nos últimos anos já demonstrava que não a amava e as coisas que ele tinha decidido acreditar sobre ela e tudo que tinha lhe dito essa manhã sem dúvida foram a cereja do bolo em sua convicção: Ele não a amava, não se importava e nem confiava nela!
Vendo a jovem pensativa, Koyumi puxou um assunto para suavizar o ambiente – Voltando a falar do seu pai, ele continua trabalhando no Aihara? Ou aceitou alguma das propostas daqueles hotéis chiques?
- Não, não... – Disse com um sorriso de orgulho – Ele sempre diz que por mais que esses hotéis paguem bem, ele não trabalharia com eles porque não tem alma! "Os ricos querem pratos bonitos, não gostosos! E nada no mundo paga minha felicidade ao ver a expressão satisfeita de quem come a minha comida, mesmo que ela seja simples..." É isso que ele sempre diz...
-Ele continua igualzinho, não é mesmo?! – Dando um sorriso que, Kotoko pensou, derreteria até as calotas polares, continuou - Aliás, pensando nisso ele deve ser louco pela netinha, não é? Do jeito que era com você...
- Ele é sim! Adora brincar com a Mi-chan, acho que é o único que realmente aguenta a energia dela também...
-Com você era a mesma coisa, sabia?! Vivia perguntando o que ele colocava na sua comida, porque até hoje não sei como você corria pra lá e pra cá o dia todo sem parar para descansar...
-Deve ser genético, então! Eu vivo dizendo a mesma coisa da Kotomi ao Irie-kun! Aquela criança tem energia suficiente para alimentar uma pequena cidade!
-Irie-kun?
-Ahhh desculpe, ele é... Ele era... Bem, ele é meu marido... – Sua voz era triste e foi difícil para Koyumi ouvir o final da frase, já quase um sussurro...
- Ah querida, por favor não fique triste assim! Me diga o que está acontecendo entre vocês, talvez eu possa te ajudar?
- Eu passei por tanta coisa por ele, sabe?! – Disse Kotoko, já começando a chorar... Não sabia o que era, mas aquela mulher tocava fundo seu coração, era como se houvesse sentido sua falta por toda a vida, confiava nela, a amava... Mas como, se não a conhecia?
-Eu corri atrás dele por anos! Anos da minha vida sofrendo por esse amor não correspondido! Eu só consegui alguma coisa quando ele achou que eu fosse me casar com outro homem e mesmo depois disso... Não houve um momento em nossa cerimônia de casamento em que ele tenha sorrido, e nem um ano em que tenha se lembrado do nosso aniversário... Sempre quem fazia tudo era sua mãe, porque ele "estava muito ocupado pra essas coisas..." Ele sabe que é importante pra mim e não liga... Não se importa... E agora, além de tudo, acha que o traí com um dos nossos amigos, como pode achar que largaria nossa família por uma coisa assim?! Que eu seria capaz de fazer isso?!... Me disse coisas horríveis e eu nem entendi de onde ele tirou aquilo tudo! Quando não aguentava mais ouvir, eu corri... – Koyumi já a havia abraçado e afagava seus cabelos com delicadeza enquanto a jovem abria seu coração ferido e chorava como se o mundo fosse acabar...
-Calma meu amor, calma... Porque você não me conta toda a história desde o começo hein?!
-Está bem, mas já te aviso que não tem um final feliz – E ainda choramingando, Kotoko começou a falar...
Após algumas horas – E muitas, muitas lágrimas – Kotoko finalizou sua narrativa, ainda limpando seu rosto das últimas lágrimas que teimavam em cair – "E acho que foi por isso que eu vim parar aqui, os aneurismas devem ter se rompido... Se bem que aí eu provavelmente estaria morta, então não sei... – Com um suspiro resignado, olhou para a senhora que a confortava, sorriu palidamente e continuou - Eu te agradeço muito por me ouvir assim Koyumi, é como se tirassem um peso das minhas costas e eu precisava muito disso... Eu só não entendo porque ele se casou comigo se não me ama, sabe? Se não confia no meu amor...
-Olha Kotoko, só vocês podem saber o que sentem um pelo outro, mas aceite o conselho de alguém que já viveu a mesma coisa: vocês só precisam de uma boa e franca conversa!
-Mas Koyumi, eu não vejo motivos para conversarmos porque...
- Nada de "mas" ou "porquês" querida, aliás, falando de conversas francas eu não acho que você esteja sendo muito justa com ele, pois sempre faz exatamente aquilo do que o está acusando agora.
-O que quer dizer?
- Eu não quero te magoar meu amor, mas veja, por tudo que você me contou eu entendo que se sentisse um pouco insegura no início do casamento, mas depois de sete anos você continua acusando-o de não te amar ou não ligar pra você em cada mínima oportunidade... Não acha que isso é algo muito forte a ser dito?
-Bem, eu nunca havia pensado por este lado, mas ele não devia ter acreditado naquelas coisas!
-Entenda, todas as coisas que ele disse realmente foram horríveis e ele sem dúvida estava errado em acreditar nelas independentemente de como isso foi enfiado naquela cabeça dura... O homem definitivamente precisa melhorar a forma como te trata, nisso eu concordo! Não estou dizendo que ele está totalmente certo, mas se você tem tantos momentos de insegurança porque ele não pode ter um?! Lembra de quando você estava grávida? Acha mesmo que ele seria capaz de trair você naquelas condições?
-Não, eu tenho certeza que ele não faria isso...
-E mesmo assim você armou uma confusão, não é?! E vocês já tinham uns três anos juntos... E ainda hoje, depois de tanto tempo, a primeira coisa que você pensa é que ele não se importa com você... Quantas vezes mais ele vai ter que provar que te ama pra você acreditar? Ele escolheu você entre todas as mulheres que poderia encontrar, e pelo que você me contou não faltavam candidatas... Além disso, eu entendo o que você quer dizer pedindo pra ele ser mais carinhoso em datas especiais, mas ele não tem uma bola de cristal para adivinhar isso meu amor! Nos últimos seis anos você e a mãe dele nem deixaram ele tentar fazer alguma coisa ou lembrar da data por si só... Sempre vinham com os planos prontos e partindo da premissa que ele iria esquecer e aí, de um ano para o outro, você exige que ele se lembre de tudo! E ainda fica magoada por ele não ter feito nada nos anos anteriores, sendo que vocês nem lhe deram chance... Não acha que é um pouco injusto?
-Eu... Bem...
- E tem mais! Você se apaixonou por um homem que não é e nunca foi do tipo mais carinhoso do mundo, ele é mais prático e racional e nunca escondeu isso de você! O jeito dele mostrar que te ama é diferente do seu jeito e isso não está errado, é apenas diferente... Você não é obrigada a viver desse jeito, mas entenda que você prometeu amá-lo por toda a vida sabendo como ele era por sua própria vontade, isso significa que a culpa não é dele se você está arrependida agora... Se você não o ama do jeito que ele é não é certo colocar a culpa nele e tentar mudá-lo, não acha?!
- Eu sou... Esse tempo todo... Eu sou uma mulher horrível! – Kotoko achava que não tinha mais lágrimas para chorar, mas a conclusão de Koyumi sobre seu casamento apenas provou que estava errada sobre isso também...
- Não meu amor, por favor, não chore mais... – Koyumi abraçou-a novamente, sussurrando palavras de tranquilidade para a jovem, que foi se acalmando devagar...
-Todos nós erramos querida, e apesar de tudo o que conversamos, eu acho que você também está certa em seus sentimentos... Sabe, nós morávamos em uma pequena casa alugada quando eu fiquei grávida e meu marido que sempre trabalhava até tarde, passou a nunca estar em casa... Estava sempre trabalhando e nunca tinha tempo pra mim... Era ele quem cuidava de nossas finanças porque eu era muito atrapalhada para essas coisas, e mesmo com toda essa carga de trabalho ele estava sempre reclamando que não tínhamos dinheiro. Então, mesmo contra a vontade dele, eu arrumei um emprego... Não pagavam muito bem, mas eu esperava que assim ele pudesse descansar mais e passar mais tempo comigo para acompanhar a gravidez... Quando isso não aconteceu e ele ainda reclamava que estávamos sem dinheiro, eu comecei a achar que ele tinha um caso e que gastava tudo com outra mulher, afinal eu não sabia o que ele fazia com o dinheiro e achava que ele não tinha mais interesse em mim... Eu já estava perto do final da gravidez quando, saindo do trabalho, eu o vi muito contente falando e rindo com uma mulher linda e bem vestida do outro lado da rua... Comecei a me sentir muito mal pelo choque e chamei a atenção de todos na rua... Quando me viu, ele ligou para uma ambulância e eu desmaiei. Só entendi o que estava acontecendo quando já estava quase pronta para o parto... Chorando, ele me disse "Aguente firme meu amor, eu prometo que depois que você sair daqui nunca mais vai precisar trabalhar, com o pagamento de hoje finalmente consegui todo o dinheiro para dar a você e à nossa bebê uma casa! Já fechei o negócio e não importa o que aconteça comigo, vocês sempre estarão seguras, eu prometo! Então por favor, me perdoe todo esse tempo que tive que ficar longe de vocês e todas as coisas que te fiz passar, mas agora tudo vai ficar bem, eu juro! Então seja forte e fique bem, você e nossa filhinha..." Me senti a pior pessoa do mundo, mas me convenci que as dores do parto eram uma punição suficiente por tudo que tinha pensado... E então, quando olhamos juntos o seu rostinho a primeira vez, eu finalmente entendi que eu e seu pai só precisávamos conversar... – Finalizou Koyumi com um grande sorriso.
- Você e meu pai? Então você é... minha... MÃE? Porque não me disse antes?! Tantas coisas que eu queria te dizer mamãe, eu senti tanta sua falta... – Kotoko ria e chorava ao mesmo tempo em que a abraçava, nem sequer conseguia distinguir o que estava sentindo exatamente, até que de repente se afastou, a testa franzida – Mas espera, o nome da minha mãe é Kotiro!
Koyumi apenas deu um largo sorriso e abraçou Kotoko novamente – Pergunte ao seu pai, nós não temos muito tempo pra eu te explicar detalhes, mas eu queria te ajudar de alguma forma e a única que achei foi essa conversa, pra nossa sorte, aqui o tempo passa muito mais devagar...
-E onde é "aqui"?
-Não há mais tempo para te explicar querida, mas me prometa uma coisa: converse com seu marido quando voltar e não esqueça de dizer ao seu pai que estou bem, que o amo e o espero aqui, mas que apesar da saudade desejo que ele demore muito para chegar... Mas principalmente, diga que ele fez um trabalho maravilhoso com nosso botão de rosa, que cresceu lindo e forte apesar das aparências... Ele vai entender.
-Mas mamãe eu não entendo, porque você está Ahhh! Que dor, o que está acontecendo? – Kotoko levou a mão ao peito, gritando, de repente seu coração estava doendo insuportavelmente...
-São seus amigos meu amor, eu disse que estavam esperando você acordar... Deite-se e feche os olhos, isso vai fazer a dor parar...
-Mas eu quero ficar com você, há tantas coisas para conversarmos...
-Em outro momento, querida... -Com um grande sorriso, Koyumi beijou-lhe a testa e finalizou – Amo você, meu eterno bebê... Mas agora não temos mais tempo, então feche os olhos, estarei aqui com você...
E com isso, Kotoko não viu mais nada...
"Deus, sei que não sou exatamente o mais crédulo e fiel dos homens, muito longe disso... Sei também que recorrer a você, quer dizer, ao Senhor como ultima opção e ainda querer ser atendido é pedir demais... Principalmente porque nem sei se este é o jeito certo do que as pessoas chamam de orar, mas sendo misericordioso e sábio como todos dizem que é, acho que não vai ignorar o pedido por milagre de um homem desesperado apenas porque não está na forma convencional... Por favor Senhor, salve a vida dela... Leve a minha se for assim que as coisas funcionam mas não tire a minha esposa de mim, não a minha Kotoko... Não permita que eu precise dizer à minha filha de quatro anos que a mamãe não vai voltar pra casa, que não vai mais dar boa noite ou fazer o café... Que as historias da "Princesa Kotomi" acabaram porque eu sou um idiota completo...
Não me deixe, por favor não me deixe dormir abraçado ao travesseiro de uma mulher que não está mais comigo apenas pra me lembrar de seu cheiro durante a noite solitária, não permita que este sentimento de vazio em meu coração fique para sempre aqui dentro, me transformando nessa coisa patética que apenas existe, pois sem ela eu não posso viver, eu não quero viver..."
-Naoki!... Finalmente eu te achei... É sério... Ultimamente você vem batendo o recorde da estupidez! – Disse Keita, enquanto jogava seu celular pra ele (ou nele, Naoki não tinha certeza)...
-Eu tentei te avisar por telefone... A cirurgia... Acabou! – Havia corrido o hospital inteiro até se lembrar do maldito telhado, com as mãos no joelho e lutando para respirar, Keita continuou de forma entrecortada - A Kotoko está viva!... E bem!... Só precisamos esperar ela voltar da anestesia agora! – Finalizou com um grande sorriso.
Naoki apenas olhou para o céu, "Obrigado Senhor!", enquanto uma lágrima silenciosa de alívio corria por seu rosto...
N.A: E este foi o décimo capítulo, o que acharam?
Espero que vocês tenham gostado, confesso que pensei muito antes de escrever essa parte, porque não sabia se vocês gostariam ou se eu conseguiria, mas acho que ficou interessante, principalmente a forma como será abordado no próximo capítulo (sem spoilers )
Quanto ao nome da mãe da Kotoko e outros acontecimentos, se houver algo errado por favor me avisem para as próximas histórias que eu escrever, para essa considerem como um leve AU, por favor, é que procurei em vários lugares mas não achei, aí inventei!
Impala67: Muito obrigada pelo seu review, não sabe como fico feliz por você estar gostando tanto! E acho que pelo menos já podemos respirar agora, ela está bem! Quanto à gravidez... Será? Vamos aguardar o próximo capítulo
Tatistus: Muito obrigada pelo seu review, eu tenho acompanhado todas as suas histórias e seu trabalho é incrível, então significa muito pra mim seu "OMG" kkkkkkkkkk
pennamehasbeentakenhasbeentake: Thank you so much for the review, I loved! My english is not the best, so I talk to a friend and she will work like a beta to me, correct the mistakes and soon I will post the translation! I just will finish in portuguese first... If you like, I let you know when I start... But again, thank you very much! Oh, I pit the response of your review in this page to not update the first, I hope you do not be anger.
Beijos e Abraços, e até semana que vem que vem.
Sayonara o/
