Spoiler: Deathly Hallows
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Disclaimer: Harry Potter® de J. K. Rowling.
Epílogo
Harry aparatou a noite em frente de sua nova casa totalmente apressado. Tinha esquecido que naquela noite seu amigo Ron e sua amiga Hermione iriam visitá-los em sua nova casa. Abriu a porta e deparou com a mobília e a cor das paredes todas trocadas. Primeiro veio o choque, é claro, depois Harry passou alguns segundos em estado de letargia onde lhe faltavam palavras para tal disparate, então foi aí que ele se lembrou que falava, ou gritava. "–QUE MERDA é essa, Draco?" – Perguntou raivoso. "–Está tudo... VERDE!"
O outro sem se abalar um segundo sequer respondeu cinicamente. "–Paredes e mobília, não está vendo? Potter, depois desses cinco anos eu achei sinceramente que você não tivesse problemas de visão."
O Auror estava de boca aberta, como aquele ser albino que estava a sua frente conseguia ser tão cara-de-pau? Fazia uma semana que eles havia trocado de casa, pois o loiro alegara veementemente que o Largo Grimmauld era pequeno para os dois e já tinham 'batizado' todos os cantos da casa, mas aquilo já era um SACRILÉGIO! Ele não era um Slytherin ele era um Gryffindor e ele esperava um pingo de respeito para com sua antiga casa em Hogwarts, embora estivesse optado por uma cor neutra. Será que Draco era daltônico? Não... Ele era muito era descarado.
Malfoy sorriu se aproximando e enlaçou o pescoço de Harry esboçando um daqueles seus sorrisos mais estonteantes, deu um selinho no moreno e falou. "–É só por hoje. Mamãe convenceu meu pai de vir aqui nos visitar, não é ótimo? Eles vêm aqui hoje para o jantar. Assim ele pára de tanta implicância com você."
Durante aqueles cinco anos que estavam juntos e quatro que a guerra tinha acabado, muitas coisas tinham, no mínimo, mudado. É claro que Draco se sentiu muito só durante o tempo em que o seu testa rachada estava atrás das horcruxes, mas pelo menos ele não participou ativamente de tudo, graças ao esconderijo em que a Ordem da Fênix lhe preparou, mesmo que fosse forçado a aturar aquela ruiva sem sal da Gynne. Aquele ano foi difícil, mas mais difícil mesmo foi ter que ser obrigado a prestar os N.I.E.M.s mesmo depois daquela guerra e de sua volumosa abstinência sexual. Porém no fim deu tudo certo e Harry conseguiu a absolvição de Narcissa e Lucius no Ministério com a ajuda de Kingsley – novo Ministro da Magia –, mas é claro que eles perderam um bom dinheiro para pagar os gastos da guerra. O que seu pai disse que eram investimentos rentáveis e desde esse tempo o patriarca Malfoy não cogitou mais a possibilidade de deserdar o filho por ele estar confraternizando com o inimigo (em poucas palavras, transando com Harry Potter), afinal ele tinha uma parcela de culpa por deixar seu filho ligado durante um mês com o salvador-do-mundo-bruxo em uma maldição que realmente matava. Tudo bem, nem tudo era flores, o Weasel nunca aceitou Draco realmente, só se cumprimentavam com um oi, um aceno de cabeça e na maioria das vezes nem se olhavam, Hermione, como sempre, foi a mais sensata e até já trocava pequenas frases e até mesmo orações completas com o loiro! A família Weasley reagiu mal, mas o ser humano sempre se acostuma com tudo não é mesmo? E com um loiro sarcástico não seria diferente.
Por outro lado Harry tinha um tratamento muito cordial com Narcissa Malfoy, afinal foi ela quem não disse a Voldemort que ele estava vivo, o moreno só não podia dizer o mesmo de seu sogro (Isso mesmo, Harry e Draco se casaram fazendo um elo de verdade e não uma maldição, mas eles não ficaram nem meia hora na festa, pois Draco queria MUITO conversar sobre a lua-de-mel). Lucius Malfoy até que trocava vocábulos com Harry, mas nunca aquelas afetuosidades comuns como um 'bom dia' ou um 'boa noite', pois o homem sabia muito bem o que eles faziam há noite e isso era melhor nem imaginar.
"–O quê?" – Não é que o moreno demorasse a assimilar alguma coisa, mas ele estava pensando em quê aquilo implicaria.
Malfoy fez careta. "–Potter, como você é lento!" – Falou desvencilhando-se do abraço deste em sua cintura fingindo tédio. "–Meus pais vem jantar hoje aqui. Qual parte você não entendeu?" – Colocou as mãos nos quadris.
Harry estava realmente com raiva, mas não tinha como não reparar no porte fino e altivo que o loiro apresentava a sua frente, não mudara quase nada desde seu sexto ano em Hogwarts. Tudo bem, seus ombros, assim como os próprios, estavam largos, o peitoral mais definido, mas a cara lavada era a mesma e estava lindo como sempre. O ex-Gryffindor obrigou-se a se trazer à realidade e exclamou com os resquícios de indignação que ainda possuía. "–Você é que está lento, Draco! Ou não se lembra que eu te disse semana passada que Ron e Mione viriam aqui hoje? Jantar?"
Draco estufou os olhos, mas policiou-se no mesmo segundo. Não... Ele realmente NÃO se lembrava de ter ouvido isso. "–Devo ter esquecido." – Falou imperiosamente. "–Então desmarque." – Falou como se tivesse descoberto a cura para uma doença mágica muito perigosa.
"–Desmarcar? Faça isso você. Esse compromisso estava marcado há eras."
"–Vá tomar banho Potter, assim eu não vou te beijar. Você está puro Ministério da Magia e isso é brochante." – Disse como se não estivesse ouvindo nada do que o outro acabara de dizer. "–Meus pais estão chegando, não quero que eles pensem que eu casei com um bruxo desleixado." – E falando isso rumou para a cozinha indo pegar alguma comida que Kreacher já estivesse preparado.
O salvador do mundo bruxo ficou alguns minutos parado perto da porta que dava acesso à rua. Ele tinha matado o maior bruxo das trevas, mas não tinha moral na sua própria casa? Onde ele estava com a cabeça quando disse sim e repetiu todas as palavras do elo de casamento com um sorriso de orelha a orelha? Bom, mas mesmo assim ele não se arrependia, muito pelo contrário, a vida com o loiro não era a coisa mais calma do mundo, era o antônimo disso tudo, mas era aí que estava todo o encanto e se não houvesse brigas, não seriam mais eles mesmos. Porém se Draco achava realmente naquela cabeça aloirada que ele iria desmarcar o encontro com seus amigos... Estava completamente sem razão. Potter também sabia fazer o círculo pegar fogo e não tentaria agradar aquele ex-Comensal da Morte só porque era seu sogro, afinal quem dividia a cama com ele era Draco Malfoy e não Lucius Malfoy. Graças a Merlin.
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A lareira fez seu barulho característico de quando estava sendo acionada trazendo visitantes a casa. Harry estava na base da escada que dava acesso aos quartos no andar superior, esperando pacientemente que Draco parasse de se olhar no espelho do bar que ficava próximo ao local. Quando aquele espelho foi pra lá ele realmente não via utilidade nenhuma para aquilo, mas o loiro lhe mostrou que havia muita, mais muita serventia, principalmente se ambos estivessem nus, se atracando se maneira sensual e frenética. Balançou a cabeça tentando conter os pensamentos pecaminosos – lembranças, melhor dizendo – que incidiam em sua pequena cabeça morena. "–Vamos Draco, alguém já chegou e está na sala nos esperando."
O loiro, ouvindo, ajeitou um fio claro que estava fora do lugar e foi de encontro aos visitantes, sendo seguido por um desgostoso Harry James Potter. Avistou sua mãe, linda como sempre e seu pai, arrogante como sempre. Tentava não guardar mágoas do pai depois de tudo que aconteceu e que descobriu, principalmente porque Lucius ainda ficou do lado de você-sabe-quem na guerra. Mas só em não ser deserdado era muita coisa vinda do patriarca e apenas tentou manter algum bom convívio de todos a pedido de sua mãe, porque por ele... Que o aquele circo pegasse fogo! Se nenhuma fagulha fosse em seu encalço, obviamente.
A noite só ficou melhor – ao ver de Harry – foi quando Ronald Weasley e Hermione, agora também Weasley, vieram fazer companhia aos quatro via Flu. Não se sabia dizer qual era a careta mais desgostosa, se era a de Lucius Malfoy ou a de Ron. Por incrível que isso pudesse parecer eles tinham coisas em comum. Não que o novo Auror fosse verbalizar isso.
Mas nada foi mais teatral como o jantar, repleto de pernil ao molho sarcástico, frango frito com muitas indiretas, macarronada à moda ironias e na sobremesa sorvete com calda de gritarias e quase azarações.
"–Vocês, traidores do sangue," – O ex-Comensal da Morte expunha tudo com seu tom friamente mordaz, olhando diretamente para um ruivo de orelhas vermelhas assim que todos acabaram as refeições. "–são mesmo uma raça que inferioriza o sangue mágico... E ainda por cima confraternizam se casando com trouxas para ter uma penca de filhos, talvez queiram montar um time de quadribol completo. Não me admira não terem nem o que vestir."
"–Talvez não sejamos ricos igual ao senhor." – Essa vez foi a vez de Hermione rebater. "–Mas temos dignidade e caráter de merecermos cada centavo que conseguimos. Diferente de certas pessoas que passam a vida juntando dinheiro, não se sabe de onde, para encobrir os próprios erros, mas o que é podre não pode se esconder por muito tempo, pois fede e o seu status não serve para colocar isso por debaixo dos panos, e se o senhor está sentado aqui, nesta mesa, agora mesmo, você deve a alguém que é mestiço, traidor do sangue e marido do seu único filho." – Falou erguendo uma de suas sobrancelhas.
"–Ora sua." – Lucius estava visivelmente descomposto ao pegar a varinha e apontar para a morena, mas foi impedido pelas mãos firmes e delicadas de uma Narcisa que até aquele presente momento se fingia alheia a tudo.
"–Hora de irmos querido." – Falou a loira docemente vendo o marido abaixar a guarda. "–Obrigada senhor Potter pelo jantar, sim?" – Disse polidamente. "–Draco," – Dirigiu-se ao filho. "–Depois conversamos melhor, já está tarde e eu ainda não lhe dei uma notícia maravilhosa." – Falou sorrindo enquanto olhava para o homem de soslaio.
"–O quê?" – O loiro quis saber com um sorriso, ignorando as outras três caras perplexas que observavam aquilo tudo com interesse mórbido.
A mulher olhou diretamente para o marido que respondeu ao olhar dela com altivez.
"–Você terá um irmão." – Falou ela sorrindo. "–E gostaríamos que você fosse o padrinho."
"–Padrinho do meu próprio irmão?" – Draco tentava conter a euforia de ser padrinho do um futuro irmão, mas era quase que impossível domar um riso torto ao saber que agora o peso da linhagem Malfoy não estava mais em suas costas, agora era só rezar para que o garoto fosse heterossexual. "–Claro." – Sorriu.
Ainda passaram-se longas horas até que todos já estivessem assimilado a notícia e fossem para suas casas, mas não sem antes Ron falar da decoração ridiculamente VERDE! O que fez Harry lembrar-se que estava com raiva de albino que se casara com ele.
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"–Draco mude a cor dessas paredes." – Falou tentando conter a sua raiva, mas não o tom de aviso.
"–Pra quê, Potty? Você nunca ligou para decorações." – Falou descaradamente.
"–Não quando as paredes, a mobília, as cortinhas, os tapetes e até o teto é verde com prata. Sugestivo, não?" – O moreno falou ironicamente enquanto passava a mão nos cabelos revoltamente negros contendo sua ira.
O loiro sorriu torto. Adorava ver o outro com raiva, era tão excitante. Não que ele fosse falar isso abertamente, mas até que era meio claro e com um menear de varinha a casa voltou a sua cor verdadeira. "–Pronto seu dramático. Depois diz que eu que faço drama. Que patético!" – Falou em uma falsa raiva, mas o que ele não esperava é que Harry fosse 'pegar corda'.
"–Eu, dramático? Você sempre está olhando somente para o próprio umbigo, Draco, e nunca presta atenção ao que está ao seu redor." – Bufou.
"–Eu presto sim. Tanto que eu trouxe meus pais aqui."
"–É... no dia em eu tinha combinado de trazer os meus melhores amigos. Você nem se lembrou que eu tinha te avisado."
"–Quer saber... vai se foder Potter. Eu não ligo a mínima. A mínima." – Saiu batendo os pés no chão audivelmente em sinal de contrariedade e bateu a porta do quarto.
O sangue do moreno ferveu. Saiu nos encalços do outro ferozmente, bateu na porta. Nada. Bateu novamente. Nada. Raios! "–Alohomora." – Isso sempre funcionava. Avistou o outro de pé em frente à cama olhando abismado para ele.
"–Saia daqui." – Apontou para trás do moreno.
"–Não vou não..." – Disse se aproximando perigosamente se precipitando para onde o outro estava e pegando nos pulsos deste com firmeza.
Draco tentou se desvencilhar daquele aperto, mas embora o outro fosse alguns milímetros menor, era bem mais forte. "–Me solte Potter." – Falou em tom de aviso.
"–Por quê? O que vai fazer? Hã?" – Disse deixando seu hálito quente tocar o rosto aristocrático e fino.
O loiro sentiu um frêmito percorrer toda a sua espinha e se dissipar em cada terminação nervosa, não sem antes viajar por todos os seus músculos estimulando certa parte de seu corpo. "–Eu disse pra me soltar." – Falou, mas em um tom não muito convincente.
O moreno sorriu se aproximando e colando seus corpos, sentindo um volume entre as pernas de Malfoy. Sorriu sentindo como o outro a cada ano ficava mais sensível aos seus toques, igual a si mesmo. "–Tem certeza?" – Gemeu mordendo o lóbulo da orelha esbranquiçada a sua frente.
"–Não... sim..." – Choramingou com a leve lambida da base de seu pescoço até seu queixo.
Potter adorava ver o outro perder seu senso de autocontrole quando ele descaradamente se insinuava para ele. Prendeu sem muita dificuldade os dois pulsos nas costas do loiro com uma mão. E encaminhou a outra até entre as pernas de Draco ainda por cima do tecido da calça, passando indecentemente a mão no membro suplicante e volumoso.
O ex-Slytherin arqueou para um contato mais palpável em sua excitação que já começava a doer à procura da mão quente de Harry. "–Hunm..." – Soltou um gemido instintivamente. "–Mais." – Disse olhando para baixo onde uma mão firme o apertava, sentindo-o duro.
"–Você quer?" – Perguntou e obteve como resposta apenas um menear afirmativo de cabeça. Riu internamente enquanto desabotoava a calça de seda do outro e a abaixava até o joelho juntamente com a peça íntima cinza grafite.
Draco virou o rosto para o lado levemente avermelhado. Como Harry, depois de cinco anos, ainda lhe conseguia deixar assim? Mas teve que fechar os olhos ao sentir mãos hábeis e ásperas iniciaram um lento vai e vem, escorregando pela pele lisa e delicada de sua excitação. "–Oh... Harry." – Dizia já totalmente entregue, umedecendo os seus lábios já secos por onde escapavam gemidos provenientes das torturas do outro. "–Vamos logo com isso."
Ouvindo aquela última súplica, o Salvador-Do-Mundo-Bruxo não se susteve. Largou aqueles pulsos avermelhados e virando o loiro de costas o fez cair na cama de bruços. Ficou sobre aquele corpo quente e esguio enquanto se aliviava nas nádegas de Malfoy. "–Hanm..." – Gemeu sentindo o outro arquear para mais contato. Aquilo só podia ser um consentimento. Retirou a própria calça a sua boxer, deixando a mostra toda a sua ânsia em possuir aquele ser tentador embaixo de si. E enquanto se esfregava impudicamente em Draco, sentindo as costas masculinas se friccionando em seu peito ainda por cima de suas blusas, enfiou dois dedos seus naquela boca quente que foram prontamente sugados eroticamente, mas não demorou muito tempo até enfiar ambos de uma vez só naquela entrada tão tentadora.
Todos os pelos de Malfoy de eriçaram com aquela invasão gostosa e logo ele investia contra aqueles dedos que tocavam em sua próstata o levando a beira do precipício de todas as suas satisfações, enquanto gemia frases obscenas e se agarrava a unhadas nos lençóis brancos, seu membro dilatava em cada investida daqueles dedos atrevidos em seu interior. Ele estava no limiar do seu mais puro orgasmo, mas ele queria que aquilo durasse, queria possuir também aquele corpinho de pele levemente dourada que retirava todo o seu juízo. Privou aqueles dedos maravilhosos de seu interior e virou-se sendo atacado por um olhar inquisidor esverdeado. O loiro apenas sorriu torto enquanto se desvencilhava do resto de suas roupas e fazia o mesmo com Potter, o empurrando para deitar-se de costas para a cama. Diante daquela visão começou a lamber os próprios dedos com, no mínimo, luxúria e após alguns minutos de tortura para um necessitado Harry Potter ele adentrou seus dedos um por um no ex-Gryffindor.
O moreno se contorcia com aquela invasão gostosa, agarrado aos travesseiros, ele gemia, investia e retorcia o corpo como uma cobra que rasteja graciosamente na areia enquanto falava palavras sem nexo e abria as pernas para ser penetrado ali mesmo.
Malfoy vendo o pedido mudo retirou os dedos para empalar aquela criatura sedenta sob o seu corpo lentamente, ouvindo gemidos cobiçosos iguais aos seus próprios.
Harry sentia-se cada vez mais entregue aos desejos, suando, arfando, sentindo-se ser totalmente preenchido por aquele membro pulsante que tocava fundo e lhe deixava louco. Com uns poucos segundos, sentiu-se ser levantado no ar com uma maestria incrível e se viu por cima de Draco e com um sorriso lúbrico começou a levantar-se quase deixando a excitação do outro sair por completo para novamente se satisfazer de deleite.
Draco se arremetia com tudo, com força, com rapidez, tocando o outro com a mesma intensidade, segurando aquelas nádegas durinhas e convidativas para mais investidas calculadas, fortes e torpes, mas vendo que o orgasmo do moreno se aproximava apertou com força a base do membro deste.
"–O-o que... Draco... eu quero." – Potter não conseguia construir uma frase, mas aquela mão do loiro lhe impossibilitava de ter seu cume. "–Solta." – Falou ainda investindo-se contra o membro de Malfoy.
"–Não eu... eu também quero. Ahhnm ahnm..." – Trocou as posições, investindo uma, duas ,três vezes até gozar no interior do moreno para a frustração deste, mas o que se seguiu nem Harry pôde acreditar. Draco saiu de dentro de seu corpo para logo em seguida sentar sobre sua excitação e preencher-se com o membro deste que gemia segurando sua cintura retomando os movimentos anteriores só que agora dentro de Draco.
Mais alguns minutos de totais movimentos frenéticos, desejosos e o moreno gozou no interior do loiro com toda a sua vontade. Ambos caíram exaustos, suados e satisfeitos por hora em cima daquela cama.
"–Você é louco." – Disse um ofegante Harry abraçando Malfoy e o aconchegando em seu abraço.
"–Só um pouquinho." – Deu um riso torto quase nas mesmas condições que Harry.
Mas ambos eram loucos que brigavam, discutiam, se amavam e faziam sexo. Aquela loucura que começou com uma nada encantadora maldição não teria fim.
E essa era a melhor parte.
Fim.
N/A:
Antes de tudo, meus agradecimentos especiais para:
SamaraKiss (Márcia B. S). Antonomásia (Lady T). Reece River. Noah Noose. Miss Black-Lupin Potter-Malfoy. Totosay de cueca.
Obrigada minhas coisas fofas, pelas reviews, pelo acompanhar incondicional em todos os capítulos, as conversas trocadas, as PMs dando apoio, jogando conversa fora ou perguntando alguma coisa. É gratificante fazer essas fics e conhecer novos amigos (retirando uns dois que já conheço de longas datas e pessoalmente -q) como vocês. Um beijinho e um abraço em cada um. :3
Enfim o fim! Eu pensei que seria maior, mas consegui diminuir. Eu também estou sem tempo, eu tenho minha vida também, né? Me desculpem se tiver erros, mas eu acabei de terminar, ou seja, a publicação veio agora porque eu terminei agora! Deu tempo! Eu nem acredito!!! Quase sai atrasado!!!
Fico feliz em ter concluído mais uma fic! *-* E sobre continuações eu realmente não vou fazer, mas talvez daqui a algumas semanas (ou dias) saia um EXTRA com o casamento deles? E outro com o espelho do bar? Hã? O que acham?
Eu fiz esse com um pouco de humor, deu pra perceber? E o lemon flex? OMG adorei fazer um lemon FLEX!!! #desmaia# Bom acho que agora eu agradei a todas as fangirls, certo?
Muito abrigada a todos que leram, favoritaram, alertaram e mandaram reviews (embora tenha uma infinidade de pessoas que só alertaram e favoritaram ¬¬' Parece que o dedo cai se mandar review!).
Reviews (Eu quero saber se gostaram, oras...) & Kissus.
