Lígia abanou para Lílian e Daphne, encenando com um lencinho. Esperou o trem sumir do seu campo de visão para girar os calcanhares e voltar.
Entrou no Salão Comunal resmungando para si mesma. Suas botas estão encharcadas por causa da neve. Poxa, elas tinham custado caro! Tinha que secá-las o mais rápido possível.
Foi aí que ela voltou sua atenção para o Salão. Não havia ninguém ali. Lígia se atirou numa poltrona em frente a lareira. Tirou as botas e sacou a varinha.
"É por isso que eu não gosto de neve... Por que tem que nevar? Queria morar num país mais quente. Aqui praticamente não existe sol! Um absurdo!
Lígia ainda estava tentando aquecer seus pés quando ouviu ruído de passos se aproximando.
Remo Lupin apareceu na escada que dava para o dormitório masculino. Ela olhou pra ele. Trazia um livro numa das mãos. Tinha o olhar um pouco cansado.
Remo elevou os olhos e viu Lígia Jones sentada em frente a lareira. Sem as botas. Ele olhou pra ela. Estava segurando a varinha com a mão esquerda, enquanto a direita fechava seu casaco. Os pés nus estavam esticados em direção a lareira. Remo pode notar que as botas estavam do lado da poltrona. Ela sorriu pra ele, aquele sorriso meio exagerado, que a deixava com um ar dócil e angelical. Doce ilusão.
Remo tentou raciocinar. Se ficasse ali, com ela, não iria conseguir ler; mas se subisse para o dormitório também não iria conseguir ler: Pedro ainda estava dormindo e roncando àquela hora.
"Vai ficar aí a manhã toda?
Remo saiu da sua linha de pensamento.
"Hein? Não. Não...
Ele se dirigiu para a poltrona ao lado da dela. Respirou fundo e abriu o livro no capítulo 5. Era uma questão de segundos até a matraca...
"Aritmancia? Vixi... não sei o que é que há de tão interessante nisso. Lílian passou um mês inteirinho falando sobre isso no 2º ano. Sabe, quando a gente teve que escolher as matérias que iríamos cursar. Eu passei longe, porque tem cálculo e coisas do gênero, e eu detesto isso. Com todo o respeito para quem gosta, afinal, tem gosto pra tudo...
Remo pigarreou. Ele não queria ser grosseiro, mas ela própria não colaborava.
"Eu gosto mesmo é de Trato das Criaturas Mágicas. Eu adoro animais, são tão fofos... a maioria, quero dizer, porque alguns são muito feiosos. Mas todos têm seu encanto. A Daphne é quem não gosta. Ela diz que só faz por obrigação. Detesta bicho. Que bobagem, não?
Remo respirou fundo, fechando os olhos. A boca do seu balão de paciência já estava quase estourando, e Lígia ainda o ficava cutucando com um alfinete. Assim não ia ter jeito.
Ele estava prestes a falar alguma coisa, quando ela parou de matraquear. Olhou de esguelha para ela. Estava olhando seus pés. Lígia suspirou e virou o rosto bruscamente para ele.
O que ela estava esperando, afinal? Lígia tomou uma postura diferente. Levantou-se. Tinha passos lentos e firmes, que a levaram até a poltrona de Remo. Este a olhava com uma expressão inquisidora. Seus olhos se encontraram e ele percebeu o propósito da garota.
Para impedir qualquer ação de Remo, Lígia sentou-se sobre seu colo. As suas mãos deslizaram até a nuca do rapaz, enquanto o rosto se aproximava. Selou os lábios do rapaz vorazmente.
O que começou "devagar" tomou um ritmo mais rápido em pouco tempo. Lígia introduzira sua língua na boca de Remo, aprofundando o beijo. Suas línguas se mexiam em uníssono, cada vez mais rápido. Remo correspondia inconscientemente, abraçando a garota pela cintura.
Eles já estavam ofegantes. Lígia chegava a ter dor no maxilar, tamanho o desespero que depositava naquele beijo. Mas ela não ia parar. Não agora que finalmente pescara o peixe. Ela sorriu contra os lábios de Remo ao sentir as mãos deste deslizando por suas pernas. Ela colocou as mãos sobre o peito do rapaz e suspirou. Estava saindo melhor do que o planejado.
"Cahan.
Estava, ela não poderia ter empregado melhor. Um pigarreio os fez se separarem, voltando, assim, ao mundo real. Um garoto pouco mais novo do que eles estava perto do buraco do Retrato, com um certa expressão de deboche.
"Sim? – Remo tentou parecer o mais indiferente possível. Não obteve muito sucesso.
"Os Aprendizes estão fazendo a maior bagunça num corredor do 2º andar.
"Ok. Já estou indo. – e completou entre dentes antes do garoto sair: – E eles não são aprendizes de nada, ok?
Lígia encarou Remo com as sobrancelhas erguidas. Ele deu de ombros. Seu rosto ficou subitamente com um tom muito vermelho. Ele pigarreou e respirou fundo antes de falar.
"Poderia... sair?
"Claro.
Porém, Lígia permaneceu no mesmo lugar.
"E então? – ele perguntou.
"E então o quê?
"Por que ainda não saiu de cima de mim? – ele estava mais vermelho do que nunca.
"Porque você ainda está me segurando, e vai ser meio difícil eu conseguir me mexer assim...
Só então Remo pareceu ter percebido que entrelaçava a cintura da garota. Na mesmo hora ele a soltou. Ah, sim, mais vermelho ainda... Lígia se perguntava o porquê do rubor. Que mal havia num beijo? Cara mais travado...
"Bem... – Remo se levantou – Eu já vou indo. – fez um aceno com a cabeça e saiu a passos largos do Salão Comunal.
Lígia suspirou. Primeiro passo dado. Passo que já devia ter sido dado há muito tempo, aliás. Agora era só uma questão de tempo até que tudo ficasse em ordem.
Remo desceu as escadas correndo, deixando sua respiração mais acelerada ainda. O que, por Merlin, aquele garota estava fazendo? E o que ele estava fazendo? Aquilo era contagioso, só podia ser...
No ritmo em que descia as escadas não demorou muito até chegar no 2º andar e ver as pragas aprontando mais uma vez. Eles estavam fazendo um duelo em pleno corredor!
Só que, desta vez, não eram os "Aprendizes". Era um outro grupinho do 3º ano, que tinha uma garota no meio. Aquilo já estava passando dos limites!
Remo respirou fundo duas vezes, tentando abrandar sua respiração. Empunhou a varinha e foi até os pestes com passos largos e firmes.
"Pa... – respirou fundo mais uma vez, tomando fôlego – Parem com isso! – sem resultado – PAREM COM ISSO AGORA!
Os cinco finalmente notaram a presença do monitor, mas não foi por isso que pararam de duelar. Peraí... Cinco? As pragas eram só quatro...
"Ah, Remo! Veio me ajudar então! Quatro contra um é meio que covardia, não acha?
O queixo de Remo caiu. O que é que Tiago estava fazendo ali?
"Por favor... – Remo passou a mão pelos cabelos – Até tu, Brutus? Mas que merda mesmo... Impedimenta!
A garota estacou. O garoto que duelava com ela, um tal de Driver, já estava apontando a varinha para Remo quando este o estuporou.
Tiago ainda estava lutando com os outros dois garotos, quando Remo foi obrigado a estuporar um deles. Aquilo não iria acabar tão cedo se continuasse assim. Tiago aproveitou uma distração do magrelo à sua frente para petrifica-lo. Então olhou para Remo com uma expressão entre a brava e a divertida.
"Poxa, tinha que estragar tudo, Aluado? Agora que estávamos saindo do aquecimento...
"Posso saber por que raios você está aqui, participando dessa brincadeira idiota?
"Oras, eu estava lhe fazendo um favor! Não só pra você, mas para todos os Marotos! Já não bastam aqueles idiotas que se auto-intitulam "Aprendizes de Marotos", ainda aparecem esses aqui! – ele apontou para chão exasperado – Não, não dá pra agüentar! Marotos são só um! Ou melhor, quatro.
"Mas isso não interessa! Você quer se encrencar mais ainda? Não basta você ter explodido a masmorra semana passada? Ter quebrado a mesa da Grifinória no meio há três dias? Você já está com duas semanas de detenção, quer pegar mais essa?
"Pra quê tanto desespero, Aluado? – a ironia na voz de Tiago deixou Remo ainda mais furioso – São detenções, nada de mais...
"Nada de mais uma ova!
"E aí, querem que eu chame algum professor?
Tiago e Remo olharam para o lado. Era o mesmo garoto que fora avisar Aluado da brincadeira. Ele não estava com saco para aturar aquela cara de deboche do outro. De verdade, não dava.
"VÁ CATAR COQUINHO! E você, Tiago, não pense que eu vá livra-lo dessa detenção! Não mesmo! Eu não mandei...
Tiago fez um gesto de impaciência com a mão e se abaixou para verificar o emblema na roupa do garoto petrificado.
"Corvinal... E têm a fama de serem os certinhos, hein? Isso vai abalar as estruturas!
Remo revirou os olhos. Será que Tiago não via a gravidade da situação? Ou melhor: o absurdo da situação.
"Vamos fazer o quê? – perguntou Remo cansado.
"Enfia-los nua sala e deixa-los lá, quem sabe?
Tiago riu com o olhar de censura que o amigo lhe dirigiu.
"Tá, tá, não vamos fazer isso.
"Acho bom. Eu tenho que avisar McGonagall, de qualquer jeito.
"Eu poderia sumir e você não me deduraria, não é amigão?
"E complicar as coisas para o meu lado? Não. Não iria adiantar mesmo, os outros – apontou para o chão – iriam dizer a verdade.
"Vai ser a palavra deles contra a sua! Eles são só estudantes encrenqueiros; você é o monitor da Grifinória! Percebe a diferença?
"Sim. mas não acredito que você mesmo, Pontas, esteja falando isso.
"Ah, eles são eles. De que é que me interessam? Se fosse com a gente... aí seria diferente, lógico.
Remo girou os olhos mais uma vez. Fez a garota flutuar à sua frente.
"Vamos. – ordenou Remo enquanto pegava um dos estuporados pela roupa e o arrastava – Preciso da sua ajuda.
Tiago suspirou e deu de ombros. Flutuou o outro estuporado e pegou o petrificado pelos cabelos, arrastando-o.
"Bem que a gente podia botar umas coleiras neles...
"Pontas!
"Aposta? Você não devia se meter nisso. Falo porque já tive experiência semelhante.
"Não foi aquela vez de Hogsmeade?
"Sim. Toda a escola também sabe, né? – Daphne recostou-se no banco.
"Bem, – Wanessa parecia ter cuidado com as palavras – com o estardalhaço que teve...
Daphne suspirou. Sim, estardalhaço era a palavra certa. Aquela confusão tinha sido mais do que escandalosa.
"Ainda bem que tudo se resolveu. – disse ela – Pelo menos aquilo serve pra gente rir agora.
Wanessa sorriu. Daphne voltou a olha-la.
"Você pretende pagar?
"Eu? Paga pr'aquele chatonildo do Julian? Não mesmo!
"Mas divida é... divida, sabe? Compromisso...
"Tô nem aí. Sonserina só ganhou da Lufa-lufa por 10 pontos!
"Mas ganhou. E era ele quem tinha apostado nos Sonsos.
"Eu sei. Mas faz de conta que eu sofro de perda de memória recente. – o rosto da garota se iluminou – Isso! É isso mesmo! Eu sofro de perda de memória recente!
"Poderia até funcionar se ele não te conhecesse. Como é que você passaria nos exames? Lembraria de amigos, professores, tarefas, horários, feitiços...? não vai colar, Wanessa.
Foi a vez de Wanessa suspirar e se recostar no banco.
"É... tem razão. Droga.
"Pra aprender a não sair por aí apostando.
"Ai, não seja malvada!
"Não estou sendo malvada! Pelo contrário, estou tentando te ajudar! Aliás, quanto foi que você apostou?
A garota hesitou. Coisa boa não ia vim.
"Um galeão. – ela murmurou.
"Ah, pensei que chegasse a galeões... – então Daphne compreendeu toda a mensagem – O QUÊ? Garota, você é louca? Por favor, o que te deu pra apostar essa quantia?
"Eita, eu pensei que fosse ganhar! Os lufas jogam tão bem... Que merda, que culpa eu tenho se o apanhador deles levou uma balaçada na cara!
"Nenhuma, nenhuma. Mas tem culpa por ter apostado. Agora... – ela respirou fundo pra alterar o tom de voz – Agora me diz uma coisa: você tem esse dinheiro?
Wanessa baixou os olhos e virou o rosto. Pronto! Agora tava tudo as mil maravilhas!
"E o que é que você vai fazer ra pagar? Você não vai se meter em mais apostas, né?
"Não. Eu não sei. Eu vou empurrando com a barriga. Nas férias de verão vou montar uma barraquinha de limonada, eu acho. E agora... bem, agora cho que vou fazer algumas esculturas de neve... sei lá. Ou aqueles enfeites, uma bola de vidro que tem uma paisagem dentro, com neve no fundo. Não deve ser muito difícil de fazer.
Daphne sorriu timidamente. A situação não permitia muitas brincadeiras. Era algo sério.
Um minuto de silêncio.
"O que você estava lendo? – perguntou Wanessa abruptamente.
"Hein? Ah – ela pegou o livro e mostrou a Wanessa – Agatha Christie. "A mansão Hollow".
"Hum... – Wanessa deu uma olhada no livro, folheando-o – Sobre o que é?
"O quê? Você não conhece Agatha Christie? Ah, meu Deus! Ela é a melhor escritora de todos os tempos!
"É um livro trouxa! Eu não costumo ler, muito menos coisa de trouxas.
"Que preconceito é esse agora, hein? Eu sou nascida-trouxa e não vejo problema algum nisso. E Agatha Christie é boa sim! Ela escreve livros policiais. Romances, sabe... São muito bons. Intrigante, você não imagina quem é o assassino. E ela articula tudo muito bem, nos mínimos detalhes. – supirou – São livros maravilhosos. Sempre carrego um comigo!
"Credo! Isso é que é gostar de ler! – e revirou os olhos.
"Você quer um emprestado? Tenho certeza que vai gostar!
"Ah, não sei não... Olha o tamanho disso! É muito longo pra mim. Se começar a ler agora só vou terminar no 7º ano!
"Que exagero! E há alguns menores. Um momento – ela se levantou e revirou o malão – Aqui. "Os elefantes não esquecem". Não é muito grande, é?
Wanessa fez uma careta. Daphne revirou os olhos e bateu o pé.
"Só tenho mais um. "Noite das bruxas". Tem um pouco a ver, não? – ela sorriu – E então?
Wanessa hesitou por um momento. Mais de 200 paginas, aquilo não era pra ela. Mas viu o sorriso besta na cara de Daphne e resolveu tentar.
"Tá, tá, eu vou tentar ler. Mas se for ruim eu te esfolo viva!
"Bem, sem preocupações, então! – afirmou, balançando os pés – É maravilhoso!
"O que é maravilhoso?
Lílian reaparecera. Estava um pouco corada e a gravata torta, Daphne reparou. Reparou também no brilho dos olhos da amiga.
"Hein, Daph? – ergueu uma sobrancelha.
"Livros. Agatha Christie. – atirou o livro na direção de Lílian, que o segurou por pouco.
"Ei, você quer me matar? "A mansão Hollow". Eu não li esse!
"Claro que não, você só leu "Morte no Nilo" e "A maldição do espelho", querida. Entre os meus dez.
"Isso porque eu não tenho tempo. – colocou uma mão sobre o peito teatralmente – Sou uma pessoa muito ocupada.
"Tá querendo me chamar de desocupada, é?
"Bem... é.
"Acontece que eu não sou desocupada. Sou descansada. Não é que eu não tenha o que fazer, eu tenho. Só não faço.
"Me empresta?
"O que, o livro?
"Não, a receita pra ser tão debochada. Lógico que é o livro!
"Não dá, tô lendo.
"Ah... não tem outro, não?
"Tenho. – tirou o outro titulo, que quase acertou o rosto da ruiva – "Os elefantes não esquecem". É muito bom.
"Com o Poirot também, né? Porque eu não simpatizo com a Miss Marple...
"Pobrezinha, ela é tão querida! Mas é com o Poirot. E com a Sra. Oliver de acompanhante.
"Hum... legal. Vou ler depois.
"Eu já vou. – Wanessa se levantou – Acho que a barra tá limpa. Obrigada pelo livro, Daphne.
"De nada. Mas eu preciso...
A garota saiu batendo a porta, deixando Daphne com cara de boba.
"Eu preciso apresentar vocês duas...
"Tá, deixa pra lá. Como é o nome dela?
"Wanessa Diyrck.
Daphne olhou amiga de cima a baixo. Um sorriso carregado de deboche surgiu nos seus lábios.
"Que foi?
"Lily, é melhor você arrumar essa roupa antes que mais alguém note que você passou por uma "sessão amasso".
Wanessa fechou a porta atrás de si. Bateu-a, na verdade. Saiu correndo para uma cabine vazia. Droga, Julian podia pegá-la! Voltou a olhar o corredor. Nada.
Saiu da cabine e se dirigiu para a cabine das suas amigas do 2º ano lentamente.
"E não há problema algum. Porque os que ficaram garantem que tudo fiquem em ordem por lá, e nós podemos treinar com menos preocupações fora da escola.
Aquilo era Belatriz Black falando? Treinar? Interessante, pensou Wanessa. Olhou mais uma vez para o corredor e se aproximou da porta da cabine em questão.
"E por que raios nós temos que sair da escola. É muito melhor lá. Dá pra por em pratica naqueles bobocas...
"Cala a boca, Lestrange. Temos que vir para manter as aparências, entende? – pausa – Não, lógico que você não entende.
"Ah, parem vocês dois. Que coisa mais chata.
Ai, como é que era o nome daquela garota? Wanessa não se lembrava, mas já ouvira aquela voz enjoada antes...
"Não dá pra gente já ir treinando aqui, não? Isso aqui tá um tédio. – a garota de voz enjoada acrescentou com uma voz mais enjoada.
"Lógico que não! No meio do Expresso Hogwarts! Você tá louca?
"Shh... Esperem um pouco. – a Black se manifestou – Acho que dá sim. A não ser que eu esteja muito enganada, há alguém atrás da porta.
N/A: Pois é, minha sorte é tremenda. 1º eu fikei sem net (qdo postei o outro cap, lembram?); depois meu pc pifou e naum keria ligar (14 e 15); e agora (21) é a Brasil Telecom que resolveu colocar 3 na frente dos números dos telefones e naum ker conectar por isso! Que meeeeeeeeeeeeeerda! '--
N/A2: Fiz akele discurso tremendo sobre Agatha Christie pq eu keria dizer pra vcs q vale e mto a pena ler. Eu comecei com os elefantes não esquecem, q eh maravilhoso. O ultimo q li foi noite das bruxas q eh mto doido, eh mto bom (doido naum eh no sentido de ruim). To lendo treze a mesa agora. LEIAM!
N/A3: Obrigada a Mia Moony ---) Sim, os Aprendizes são meio chatos, mas ainda vão aparecer bastante. Eles vão ter papaeis importantes na estória, então... nesse cap tem Aluado! Andaram as coisas, hein? Ah, e eu naum soh falo sozinha. Eh que as vezes eu fico murmurando musics, sabe, e as pessoas podem pensar q eu sou loka varrida... mas td bem. Q bom q vc gosta da fic! bjos!
N/A4: Ficou menor que o anterior, mas o próximo deverá estar maior e melhor do que esse. Que horror, fikei soh na encheção de lingüiça! Mas tudo vai ter sua devida importância depois, se isso consola vcs! Ah, o título é inspirado numa fic maravilhosa: "Amigos, amigos, negócios à parte". É mto boa, leiam! Bjoks e até!
