Disclaimer: Tia Stephe = dona de tudo. Eu = uma maluca sem criatividade pra lançar livros. :)

Nota da autora importante no final!


- Uow! Eu... err... de nada! – ela parecia surpresa com minhas falas cuspidas rapidamente e então arregalou os olhos. – Meu Deus! Você é meu namorado!

- Isso mesmo. Seu namorado e melhor amigo. E você vai sair comigo mais tarde, vou passar na sua casa oito horas. – Bella assentia freneticamente enquanto ríamos como dois adolescentes em fuga. – E use aquele jeans que você foi lá em casa, porque eu quero andar com a mão no seu bolso de trás.

- O que?!

- É, não discute. – dei um leve tapa em sua testa e ela riu ainda mais. Estalei nossas bocas mais uma vez e olhei para o relógio vendo que já estava muito além do horário do nosso expediente. – Te vejo mais tarde, Patinha.

- Até mais tarde, buddy.

E assim pegamos nossas coisas o mais rápido possível. Não nos preocupávamos em esconder a ansiedade que corria. Estávamos agindo como dois idiotas e apaixonados. Mas afinal, era o que éramos mesmo.

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Capítulo 9.

BPOV

Sentei estarrecida na cama como uma jaca podre caindo no chão de terra. As duas últimas horas tinham se passado tão rapidamente e em um flash retumbante que me desnorteou do foco principal. Eu ia ter um encontro. Um encontro com Edward Cullen. O homem por que eu estava... apaixonada? Era isso mesmo? Eu finalmente tinha gerado algum tipo de emoção ou sentimento que fosse devidamente recíproco? Mal podia acreditar. A única certeza que eu tinha no momento eram que as raspinhas de gelo conflitantes em meu estômago estavam fazendo dancinhas irlandesas com direito a gaita de foles e confetes. Estava tão animada e na adrenalina da coisa que não tinha realmente me dado conta da situação em si.

O resto do final de semana após o beijo fatídico tinha se procedido normalmente. Entre o café à hora de dormir, apenas alguns flashes da ação disparavam e eu ria bobamente. Me sentia uma criança levada que tinha feito alguma besteira e estava com medo de ser pega. Mantive na cabeça que chegaria no trabalho e riríamos, ou ele apenas compararia meu beijo igual ao de um pato, - apenas como brincadeira, nada ofensivo, obviamente. Mas quando cheguei na manhã, eu me sentia mais tensa que o normal, e o fato de ter chegado quinze minutos mais cedo não ajudaram em nada. Minha ansiedade parecia ter travado todas as células do meu corpo. E agradeci a todos os duendes da colheita de café pelas milenares reuniões.

As noites eram sempre mais difíceis, eu tinha gás para todo o tipo de atividade e trabalho, então via ao final de tudo que ainda tinha muito tempo nas mãos para o que as pessoas normais fariam; descansar. Minha mente então resolveu agir sozinha e criar uma paranóia nova: Edward estava me evitando. Pequenos hábitos foram cortados e alguns novos adquiridos. Primeiramente, os cafés eram inexistentes. Eu tinha que me virar para engolir aquela gosma preta da máquina ruim do trabalho. Sim, eu podia ter apenas comprado, mas minha ansiedade juntamente a nova paranóia me faziam retrair de qualquer ação que quebrasse o gelo entre eu e Edward. Outra coisa que eu tinha me espantado foi que eu ficava após as revisões da finalização do projeto em frente ao armário vendo a roupa para o dia seguinte.

Na quinta feira, Rosalie simplesmente gritou comigo falando que não agüentava me ver pensativa o tempo inteiro sem saber o porquê. Expliquei toda a situação – tirando o princípio de pseudo-apaixonite por seu irmão - e o que ela fez foi apenas rir. Eu em pleno ataque de nervos, em frente a um precipício, corroendo de aflições e dúvidas e minha querida amiga apenas rindo de mim. Rindo de verdade, com direito a lágrimas e falta de ar. – Sim, acho que as lágrimas foram só um pretexto para mostrar que nem gargalhando eu conseguiria emiti-las. Então Rosie virou depois de alguns minutos e disse:

- Você realmente não notou que estava apaixonada por Edward, Baby B? – continuei a encará-la com a expressão em branco sem realmente processar sua pergunta obtusa. – Vocês estão tão cegos brincando de ser amigos, que não percebem como são feitos um pro outro.

- É, isso é uma coisa sobre qual você realmente não quer brincar.

- Não estou brincando, Baby B. – seus olhos azuis e infantis pareciam sérios e meu corpo começou a tremer. – Vocês reluzem na presença um do outro.

- Você começou a reler aqueles romances de novo, não é?

- Comecei! – ela confessou animada e seus olhos brilharam de excitação. – Eles são tão lindos! Tão apaixonados... – depois de suspirar alto e um momento de auto reflexão ela retomou a postura sei-de-tudo. – O ponto é: vocês estavam demorando pra se tocarem e agora vai ser lindo!

Simples desse jeito, Rosie me deixou a um quase colapso de nervos. Naquela noite, - durante as meras três horas que dormi – sonhei com Edward, seu beijo e suas mãos. O calor do corpo dele no meu e a vontade de querê-lo mais. Isso estava tão errado. Eu não podia cometer a mesma burrice duas vezes. Ainda mais eu, a fria, sem sentimentos. Iria acabar apenas o magoando. Isso se ele realmente estava interessado. Principalmente porque durante toda a semana mal havíamos nos falado direito. Mas não teve sentimento igual ao que senti quando o brilho nos olhos de Edward faziam recíproca correta com minhas emoções. É, acho que eu deveria parar de fuxicar alguns livros na estante de Rosalie.

E agora, sentada na cama, eu me via dando uma chance como nunca dei a outra pessoa. Uma chance de ser feliz ao lado de quem me faz feliz. Sem medos ou preocupações, éramos apenas Edward e Bella, Patinha e Buddy, dois melhores amigos que se apaixonaram mutuamente. Sem parafrasear livros, Isabella. Shh!

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- Trouxe seu vestido e o sapato, Baby B! – Rosalie me tirou das lembranças.

- Obrigada, Rosie.

- Eu sou genial. Edward vai me agradecer bastante e os requisitos do jeans serão esquecidos. – ela disse triunfante. Quase estiquei o troféu joinha, mas me contive. – Ainda bem que a calça estava suja!

O vestido era lindo, realmente. Assim como os sapatos e os acessórios que ela insistiu em colocar em mim. Quando estava terminando de ajeitar a massa de cabelos revoltos em cima da minha cabeça, a campainha tocou fazendo o som parecer mais alto que o normal e as ondas sonoras causarem graves efeitos no meu coração, que parecia estar em uma luta de boxe contra minhas costelas apertadas dentro do vestido.

- Eu estava pronto pra fazer uma piada, Patinha. Mas você simplesmente apagou tudo vestida desse jeito. – ele disse assim que eu os cumprimentei na sala. Rosie deu um sorrisinho sacana atrás dele e eu fiz uma careta antes de pegar a pequena bolsa que minha amiga me esticou. – E ainda ia comentar a falta do jeans, mas eu realmente não vou reclamar da visão que eu tenho do vestido.

- Ia reclamar por causa do bolso, não era? – Rosalie se meteu cruzando os braços e erguendo uma sobrancelha. Sem vergonha ou receio, Edward assentiu entusiasmado. – Tem bolso na parte de trás do vestido.

- Tem? – eu perguntei. Não tinha percebido ainda. Quando cheguei em casa e vi que meu jeans estava muito sujo para ser colocado, Rosalie logo se prontificou para pegar algo que ela julgou ser um substituto perfeito.

- Ótimo! – Edward agradeceu lambendo o lábio inferior. – Vamos?

- Ia falar o que? – eu quis saber enquanto andávamos para o carro, já fora do apartamento, quando o silêncio se instalou. O vento quis me deixar com frio, mas assim que as mãos de Edward pararam para ajeitar a jaqueta em volta de meus ombros, senti o quentinho me embalar.

- Que pra uma Patinha você não estava nada mal. – ele deu o sorriso sacana e me olhou nos olhos. - Mas você está... está me causando muitas coisas que provavelmente não vou conseguir lidar por muito tempo.

Não logo o bastante, suas mãos contornaram minha cintura e nossos corpos se aqueciam no frio de Chicago enquanto as bocas friccionavam uma a outra causando o melhor atrito que eu podia ter. Todas aquelas emoções e sentimentos juntos me faziam esquecer o lugar, a hora, e todos os argumentos traiçoeiros que ocorreram na minha mente durante tantos anos. Era o coração que martelava, os zumbidos no ouvido ensurdecendo as calamidades do mundo que nos fariam afastar, o latejar dos meus músculos que me faziam sentir viva, e então a única certeza que eu tinha, era a pessoa que assaltava minha boca com volúpia. O jeito que seu corpo e suas palavras respondiam aos meus toques e sorrisos demonstravam o quanto eu antes estava errada sobre estar apaixonada. Porque isso era o verdadeiro.

- Pato é definitivamente meu prato preferido de comida. – ele sussurrou sem fôlego contra meu pescoço, deixando o local arrepiado. E ali estava ele me colocando de volta na terra do melhor jeito; do nosso jeito.

- Você já comeu algum prato com pato na vida? – quis saber de repente.

- Em breve Patinha, em breve. – Edward piscou e continuou brincando antes de rir da própria piada junto comigo enquanto entrávamos no carro para nosso encontro.

- Onde nós vamos?

- Patinha, tenho que confessar uma coisa; - virei um pouco de lado para olhá-lo. – Como foi tudo de última hora, os restaurantes bons estavam já cheios e nós teríamos que esperar em uma fila imensa. Então pensei que não se importaria se passássemos no mercado e comprássemos alguns ingredientes pra eu fazer nosso jantar lá em casa. Assim você pode escolher o vinho do seu gosto...

- Você cozinha? – questionei intrigada por não saber daquela habilidade divina.

- Não muito bem. Mas sei me virar, e internet é vida. Meu laptop já está esperando na bancada com um site de receitas.

Começamos a rir alto e em bom som, abafando todo o trânsito de Chicago. Quando nos olhávamos, os olhos cúmplices conversavam e nós voltávamos a rir. Esse seria o melhor encontro da minha vida. Pela primeira vez eu me sentia positiva sobre alguma coisa. Ok, era uma grande mentira. Mas estava realmente confiante sobre nós, e isso já me era um grande passo.

O chão mostrava a umidade de uma breve chuva que pegávamos. Ótimo, eu teria em breve mamilos congelados. Sempre que o frio me abracava, era assim que eles ficavam. Duros feito pedras, prontos para ficarem roxos e gangrenarem. Pode ser um pouco exagerado, mas eles precisavam de abrigos instantâneos. Tentei olhar disfarçadamente para o decote procurando algum bolso na parte de cima do vestido. Edward certamente não se incomodaria de descansar as mãos ali. Nem eu, é claro.

- Vamos? - Edward me tirou de minhas perversidades mentais e questionou olhando através do vidro as nuvens cinzas manchando o ceu azul escuro.

- Você não quer ir la e eu espero aqui? Ta realmente frio e meu casaco não vai dar conta.

- Ele não precisa dar conta de nada, patinha. Acha que eu estou aqui pra que?

- Pra aquecer meu bolso de trás...? - tentei.

- Há! Também, mas tenho outro braço, sabe?

- Que vai pegar a comida. - ele respirou fundo e bufou com a minha sentença inusitada. - Ok, entendi seu ponto. Vamos então.

Enquanto entravamos, Edward experimentou com um sorriso sacana no rosto, a mão esquerda em meu bolso traseiro direito enquanto a outra segurava minha mão. Era uma posição estranha de se andar, mas ele não parecia ter vontade de soltar tao breve. Tentamos coordenar nossos pés para não tropearmos e andamos para o corredor de massas. Claro que seria massa, mais fácil, pré-cozido, gostoso e bem... mais rápido pra se comer e passar para a sobremesa.

Toda aquela conversa de não passar o ouro na primeira noite, ou o que quer que seja que as avos aconselhavam, minha mente simplesmente arquivou nas pastas listadas ignoradas. Quando chegamos na prateleira de macarrão ficamos encarando a bancada e depois percebi que Edward alternava olhares entre os pacotes e eu.

- Ok, qual a complicação?

- Não quero soltar a mão. - ele reclamou com uma careta.

- Tira do bolso então. - sugeri um pouco logica. Ele me olhou como se eu tivesse falado a capital errada de algum pais e bufou.

- É, porque isso realmente é uma sugestão valida. - revirou os olhos ralhando.

- Bem, temos que pegar de alguma forma, e pegar um carrinho. Ou uma cestinha. - vasculhei com o olho o mercado remotamente vazio. - Ow! Tem um carrinho-cesta ali, olha. Sempre gostei desses, eles são cestinhas mas são "arrastáveis".

Movi meus pés para as cestinhas mágicos – assim as nomeei, pela magia de serem arrastáveis – e Edward continuava colado comigo. Assim que inclinei para pegar a alca preta senti uma pressão um pouco maior em minha nageda direita. Congelei no lugar e olhei pra cima, encontrando Edward com um olhar travesso nos olhos. Juro que se eu não o conhecesse melhor, acharia que estava em plena puberdade.

- Instinto, patinha. Instinto. - explicou simplesmente.

- Certo. - com a única mão livre entre nos dois, peguei a cestinha magica e voltamos. Agora Edward carregava um sorriso no rosto e eu não pude deixar de sorrir também. Era instantâneo. E eu não conseguia deixar de prestar atenção em suas minimas expressões. Ele era minha Disneylândia particular.

A escolha da massa foi simples e o molho o mais rápido e menos complexo de se preparar. Não sei se realmente estávamos preocupados com o que iriamos comer. As borbulhas de champanhe nervosas em meu estômago já marcavam presença na lista de chegada. Uma após a outra faziam filinhas saltitantes por meu organismo. Me perguntava se não estavam em carnaval fora de época, porque sinceramente; essas pequenas sabiam coma cada como me deixar ansiosa. A cada ingrediente bobo e necessário que passavamos, uma piadinha geralmente acompanhava a risada dada logo a seguir. Edward tinha o poder de me deixar nervosa e me acalmar ao mesmo tempo. Buddy psíquico.

- Então, agora acho que preciso do meu braço pra alcançar minha bolsa, buddy. - falei quando vi que não sobrariam mãos para carregar e apalpar o que tivesse pelo caminho.

- Acho que precisamos de outro apelido pra mim. - ele resmungou mais para si mesmo que para mim. - Pra que você quer a bolsa, Patinha? Que mal lhe pergunte...

- Pra pegar meu cartão e passar o vinho...?! - externei o óbvio e recebi uma gargalhada alta no meio do mercado vazio, com direito a eco e tremeliques do corpo que me agarrava.

- Você é linda, louca e engraçada. - ele disse passando o nariz em minha bochecha, que nesse momento resolveu contribuir para uma cor menos albina. Agora vocês exageram nas emoções, não é, traidores? – Vira o rosto aqui.

- Tem gente atrás da gente na fila... - disse atrapalhadamente enquanto ele me ignorava leviano sugando meus lábios entre os seus e rindo. - E acho que se você quiser realmente pagar tudo também vai ter que libertar uma mão de algum lugar.

Bufando, mas ainda com humor, e desgostando da situação, ele alcançou finalmente a carteira e logo estavamos no frio novamente em direção ao carro. Meus hormônios há muito parados estavam se encarregando de minha breve festa uterina. Mas minha cabeça não deixava de apresentar plaquinhas de preocupação e dúvida. As vezes imaginava que eu não era normal. Isso era realmente hora de pensar em alguma coisa?

- Quando chegarmos na minha casa, você não precisa ficar com essa roupa não. Eu te dou um casaco quetinho e uma calça. - Edward disse naturalmente ligando o carro. -

- Ou se você se sentir confortável com o aquecedor não precisa usar nada, porque eu também não vou reclamar. - brincou fazendo meu cérebro bater em meu crânio com uma placa da insegurança em neon.

- E se eu disser que tenho medo de ficar muito a vontade e você enjoar ou ficar entediado de mim depois? - arrisquei mostrar-lhe minha plaquinha em uma versão significantemente menor do que a que me agredia mentalmente.

Não era como se depois de apenas uma semana de recém-descobertas e concordância de relacionamentos e sentimentos que iríamos declarar a paz mundial nesses neurônios estúpidos demais para me deixar viver, eles queriam recibo de todas as palavras oferecidas e aceitas pelo meu coração falho e meu cupido cego. Eram como tesoureiros. Malditos!

- Porque no mundo eu ficaria enjoado ou entediado de você, Patinha? - seu tom era sério, apesar do apelido ainda permanecer, para meu alivio.

- Edward, não é como se eu fosse realmente experiente. E além do mais eu sou meio errada, provavelmente não sei fazer mais nada...

- Bem, se você estiver declarando negligencia como declarou com o beijo, eu faço questão de querer testar. - seu tom brincalhão logo se dissipou quando sentiu a brincadeira inoportuna. - Não estou com você pelo sexo, e acho que você devia saber disso. Não vou negar que estou ansioso pra deitar com você porque eu sou homem, mesmo essa sendo uma desculpa hipócrita, mas não é realmente o proposito de estar inteiramente com você.

- Eu também quero. E muito. Mas aconteceu tão rápido! - me sentia sufocada vendo a primeira geada de neve ilustrar o estacionamento a nossa frente. - Há um mês eu estava confusa e você enrolado com a Angela – seu nome de repente travou em minha garganta e uma ponta de desgosto coçou meu estômago. Não era que agora até ciúmes eles resolveram liberar para eu ter? - E agora estamos correndo pro seu apartamento pra ficarmos juntos... Acho que foi muita informação pra uma semana só, entende?

Ele concordou sem hesitação e olhou para os dedos que circulavam o volante do carro desligado. Após suspirar e dar um sorriso de lado, - o qual minhas partes femininas ficaram agitadíssimas – ele levantou o olhar que transportava o carinho particular que tínhamos.

- Se eu te falar que também tenho medo que você arranje um melhor amigo e amante melhor que eu, você vai se sentir melhor? - senti minhas pálpebras sendo recolhidas em surpresa e minhas retinas arregalarem consideravelmente. - Eu não sou o cara mais sentimental do mundo, nem tenho tato pra lidar com muitas coisas. As vezes sou impaciente, posso até dizer preguiçoso de ser um bom namorado na maioria das vezes. Com você é diferente, eu tenho vontade de ser bom e dar o melhor de mim o tempo todo. Mesmo que só o que fazemos é rir das deformações físicas um do outro.

- Qual é seu defeito físico?! - perguntei sem esconder o receio na voz. Porque aparentemente ele parecia um bom pacote. Ele riu e repousou uma das mãos em minha coxa, antes de esticar e estalar um beijo em minha bochecha.

- Ah, meu nariz é meio estranho. Meu cabelo não fica no lugar desde que eu nasci, meus pés são feios...

- São? - reprimi um pequeno riso imaginando seus pés. Era uma cena engraçada de se pensar. - Mas nada de errado com...?

- Ah, não! Meu companheiro de aventuras está em perfeitas condições. - me garantiu. - Quer dizer, não sei se vai ser do seu agrado, mas não tem nenhuma parte a mais, ou faltando... que seja.

Minha saliva se multiplicou e o calor começou a se espalhar por meu corpo. Hormônios nota dez! Nos encaramos por breves segundos sentindo a tensão acumulada todo esse tempo ser revelada diante de nossos olhos.


*corre das leitoras*

Estamos chegando em reta final *escuta o coro de oooohhhh* temos mais um capítulo e o epílogo. Obrigada por todo o apoio desde já e por aturarem a maluquice que eu coloco aqui. Quem gostar de romancinho que dá cosquinha de ansiedade no estômago, eu recomecei a postar a fic 'Never Forget' aqui no . Espero o apoio de vocês.

Já sabem o que fazer: mostrem amor e cliquem no verdinho! :D