Olá, pessoas do meu !
Tudo beem!
Dessa vez eu nem demorei, né!rs
Eu planejava postar antes mas minha mae ta me ocupando esses ultimos dias!
xD
O capitulo nao ficou muito grande, porque eu adoro um final novela das oito, entao, ja viu né?rs
Agora, sobre as reviews...EU NAO TO ACREDITANDO!
Aiiiiiiin, Dezesseis reviews!(onze no ultimo capitulo, mas mesmo assim!)
Estou taaaao feliz!
Obrigada gente!
Mesmo, mesmo, MESMO!
Respondendo as reviews:
Ana Krol - O Jasper é meio fechado, mas ele nao fez por mal!(eu andei pensando sobre o Edward, entao na minha opiniao, e na do personagem, ele prefere ser avisado!rs) Foi para um bem maior! Que bom que voce gostou flor! Beeijos!
bgsmeinterfona - Eu preciso dizer que adorei o seu review! Eu fiquei me achando toda, toda!rs Eu vi que voce comentou lá, e nooossa, obrigadao, flor!*-* E sim, eu tambem morro de dó dos dois!rs Mas, meu estilo é o drama entao eu vou fazer eles sofrerem muito ainda, rs. Ta todo mundo morrendo de curiosidade sobre isso, meu Deus! Nem é tao importante assim, rs!(ok, isso foi mentira!) Voce ja viu que eu praticamente vivo naquele topico? Pois é...Eu amo aquela fic, rs! E nossa, que legal! Eu queria muito fazer alemao, adoro essa lingua! Me ignore! Obrigada pela review flooor!*-*
Dannie - Ah, Dannie, assim, assado, ué!rs Obrigada pela inspiracao, foi muito util, rs! Beijoos!
gby00 - Obrigada pela review, flooor! *-* e bem, ta postado!(dessa vez nem demorei né?)
Carola Hale - Nossa, eu amei a sua visao da Bella e concordo contigo! =D Ela é mesmo muito boba! Se eu tivesse um Edward assim perto de mim, ja tinha agarrado ele há um tempao, rs! Obrigada pela review! Beeijos!
Diana - rs, Capitulo triste? Voce foi bondosa comigo! Eu acho que jogo toda a minha energia negativa na fic, so pode!rs Beijos!
Flavia Martins - Aiin, obrigada, flor! Voces ficam com esses elogios e me deixam boba aqui, rs! Eu tbm adoro o Christian!*-* Ele é tao fofo que eu quero um pra miim!xD E bem, eu fico feliz em saber que voce gostou! Beijao, flor!
Jacqueline A. Domingues - Porque eu deixo todo mundo curiosa assim?rs Nossa, essa historia da bolsa é normal. Eu carrego de tudo na minha e tirei isso de mim pra colocar na Bella, rs! Obrigada pela review, floor! Beijaao!
roosi - Sentiu a tensao?rs Olha eu espero que voce nao tenha morrido de curiosidade, porque eu nao quero perder leitoras assim, rs! Obrigada pela review,, Beeeijos!
Miriam Lima - Miriam, primeiro obrigada pelo tanto de reviews que voce deixou, flor! Nossa, praticamente uma em cada capitulo! Amei, mesmo! Fica tranquila porque abandonar ela vai ser um pouco dificil, rs! Eu tenho a historia todinha na minha cabecinha aqui, rs! Beeijos e obrigada!
Fernanda Braga - Eu tambem adoro House! Gente, aquele cara é simplesmente perfeito ou o que? Eu amo muito mesmo ele! E a Alice, bem, ela é o Wilson versao feminina!HUAHUAHUAUHHAUAHU Planejo fazer a Bella zoar dela assim como o House zoa dele!rs Valeu por ter lido, flor! Fico feliz que tenha gostado! Beeeijos!
GENTE, ANTES DO CAPITULO, ALGUMAS CONSIDERACOES: PRIMEIRO, MATAR O CHRISTIAN É LOUCURA, OK?
E SEGUNDO, EU SOU MUITO PREVISIVEL, ENTAO DEIXEM ESSA CURIOSIDADE DE LADO PORQUE TODO MUNDO SABE QUEM MORREU!
Capitulo 8 –Plantão
- Ela está bem, Rose? – Alice perguntou, enquanto entrava no apartamento.
- Acredito que o susto maior já passou.
- Céus! Eu ainda não acredito que Jasper fez uma coisa dessas!
- Eu que o diga. – Rosalie concordou.
- Ele não fez nada demais. Por que vocês são tão exageradas, hein? – Isabella chegou até a sala, e, apesar do humor à tona, seu estado deplorável e a dor de cabeça a denunciavam.
- Ele vai ouvir, Rosalie, eu juro! – Alice respondeu, ignorando Isabella.
- Sério, Alice. Olha pra mim. – Isabella repetiu quando Alice não o fez – Olha pra mim. Agora, eu sei o que você vê. Uma mulher, aos seus 27 anos, com a pior das expressões possíveis nesse mundo. Você provavelmente vai adorar sua vida, nesse momento. Mas Alice, eu estou bem. – Alice abriu a boca para responder, mas a Doutora continuou – Foi uma coisa boa o que ele fez. Jasper... Só falou a verdade, Alice. A verdade aos olhos dele. Isso não me incomoda, Alice – Bella mentiu – Só é... Doloroso falar dele.
- Você percebeu que desmentiu tudo nessa ultima frase, né? – Alice perguntou quando Bella terminou seu pequeno discurso.
- Alice, só não brigue com ele. A ultima coisa que eu quero é ficar na clinica mais tempo do que eu fico porque Jasper Hale está frustrado emocionalmente. – Isabella pediu, indo até a cozinha.
Preparou um sanduiche para si, tentando ignorar as vozes de Alice e Rosalie na sala. Isabella tinha certeza que elas estavam sussurrando, mas mesmo assim não foi o suficiente para que a Doutora não ouvisse.
Passou pela sala, rindo internamente pela mudança súbita de assunto das amigas. Elas realmente achavam que poderiam enganar Isabella?
Entrou no quarto, apreciando a quietude do local. Ela só queria paz, naquele momento. Lembrou-se de Christian. Ó céus, como ele estaria? Isabella esperava que uma das enfermeiras tivesse administrado a morfina. Ela sabia, por experiência própria que não era nada agradável acordar com um tubo enfiado por sua garganta.
Resolveu tentar procurar por alguma coisa que não fosse paz. Ela definitivamente não teria algo assim.
Isabella deitou-se em sua cama, aproveitando suas poucas horas de sono. Além daquele dia turbulento, sabia que teria que enfrentar mais uma coisa. O plantão.
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- Acidente de moto, rotula fraturada, fêmur perfurado pela lataria do veiculo e queimaduras de terceiro grau nos antebraços. – O paramédico informou enquanto descia a maca da ambulância.
- Esse ai nunca mais vai andar com os braços de fora depois dessa – Isabella soltou mais um dos seus comentários sarcásticos que utilizava no plantão.
- Definitivamente, Dra. Swan – Um dos enfermeiros concordou com Isabella.
Após algumas horas, a vitima do acidente já repousava em um dos quartos do hospital e Isabella já atendia outro paciente. Resistiu ao impulso de rir quando encontrou um garoto com metade do rosto machucado.
- Briga de rua? – Bella perguntou.
- Não. Acidente de skate. Cai com a cara no chão quando sem querer bati o meio fio – O garoto estava mentindo, é claro. Isabella notou pela maneira que esfregava as mãos uma na outra e pelo tipo de corte no rosto dele. Não era possível machucar o supercilio direito daquela maneira numa queda sem ralar pelo menos a bochecha. O menino definitivamente mentia muito mal. Isso sem contar os vestígios de pó no seu nariz. Brigando por drogas, era obvio.
- Eu vou precisar de um exame toxicológico. – Isabella pediu ao garoto.
É claro que não era necessário. O que um exame toxicológico tinha a ver com uma queda de skate? Mas o garoto era aparentemente burro demais para pensar sobre isso. Sua respiração ficou acelerada, atrapalhando Isabella, que tentava costurar os pontos no seu rosto.
A Doutora respirou fundo, desistindo de tentar arrumar aquele machucado. Olhou para o garoto desesperado em sua frente, se pronunciando após um momento:
- Cocaína? Maconha? Êxtase?
- Como, senhora?
- Você ouviu, garoto.
- Eu realmente não sei do que a Doutora esta falando. – Ele desviou do assunto.
- Olha, acho melhor você me responder, não vai ser nada legal se eu quiser descobrir sozinha. Mesmo eu não querendo, você será delatado a policia – Isabella foi direta.
- Cocaína – O garoto se deu por vencido
- Entendo. – Isabella comentou, enquanto voltava a fazer o curativo – A vontade é sempre maior, não é mesmo? Desde a primeira vez que utilizou não conseguiu para mais. Você esquece tudo quando usa, é feliz. Não tem preocupações, nem nada. É como se seu mundo fosse perfeito e ,quando você volta ao normal, as coisas não são tão boas quanto imaginava. Então, você procura mais. É uma maneira de fugir do mundo real. Pois ele não é o suficiente para você.
- A... A senhora usa? – O menino perguntou surpreso para Isabella.
- Não, seu tonto, eu sou médica, não se lembra disso? – Isabella perguntou retoricamente enquanto arrematava o ponto e terminava o curativo.
Logo em seguida, bateu fraquinho na cabeça do garoto, em um sinal de brincadeira. O garoto deu um sorriso sem graça por ter sido pego na brincadeira.
- Olha, não se meta mais nisso, ok? – Isabella pediu quando o garoto saia. – Eu sei que você passou por muita coisa, mas não é a solução.
- A senhora não entende. Se soubesse, me daria razão.
- Saber o que? Que você não tem família? Que é órfão e sozinho? Olha, garoto, eu te entendo. Eu sei como é não ter ninguém para te apoiar quando tudo desmorona.
O garoto ficou olhando, abobalhado, a Doutora. Parecia que ela podia ver através dele, a dor que ele sentia. Ele tentou falar algo, a única pergunta que tinha certeza naquele momento:
- Como a senhora sabe?
- Olha, você tem um celular no bolso da sua calca. De acordo com a hora, eu diria que qualquer mãe ligaria para um filho. Então, ou você não tem mãe, ou a sua não esta nem ai para você. Eu voto na primeira, porque eu não acredito que exista uma mãe tão sem coração assim. – Isabella explicou e o garoto assentiu com a cabeça que havia entendido. – Você está liberado.
O garoto virou-se para fora do consultório, murmurando um 'obrigada' para Isabella, que respondeu com um 'não se perca', o que era completamente a cara dela.
O plantão se passou assim. Naquela noite parecia que as pessoas estavam mais cuidadosas, pois não teve nenhum acidente grave. Isabella ficou feliz com isso. Primeiramente, não estava com vontade de trabalhar, seu psicológico estava péssimo. Segundo, era uma boa hora para ver Christian.
Entrou no quarto do garotinho, seu coração apertado por vê-lo tão mal, do jeito que ele estava. Passou a mão pelos cabelos cor de cobre dele. Soltou um suspiro de lamento ao ver os pequenos fios em sua mão. O cabelo de Christian estava caindo. Mas a quimioterapia parecia não estar adiantando nada.
Isabella observou os sinais vitais de Christian. Ele já estava com os tubos inseridos pelo nariz. Aquilo era bom. Isabella não gosta de ver aquele tudo enfiado na garganta de ninguém. Administrou as doses de morfina, para que ele pudesse acordar o mais rápido possível. Não era bom que Christian continuasse desacordado da maneira que estava. Ainda mais por causa de sua idade.
Lamentou-se por dentro. Não queria aquilo para Christian. Ele era uma criança, mas ao mesmo tempo era tão frágil! Beijou a testa do garoto, um sinal de carinho quase nunca demonstrado por Isabella.
A doutora saiu do quarto, seus pensamentos inundados por teorias sobre Christian. Ele parecia tão fraquinho que poderia dizer que o fim dele estava próximo. Isabella não queria isso para ele. Christian era uma criança tão cheia de vida e amor, apesar de tudo.
Tentou retirar esses pensamentos ruins da cabeça, enquanto caminhava para seu escritório. Felizmente, estava na hora de voltar para casa.
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Isabella caminhava pelo estacionamento do hospital. Estava cansada. Passou por tantas coisas naquele dia, não sabia como conseguia manter-se em pé. Chegou até seu carro. Tomou um gole do café de péssima qualidade que era oferecido na lanchonete antes de entrar no seu xodó.
Mas, como sempre, a paz não é duradoura. Quando estava pronta para ligar o veiculo e procurar um descanso em sua casa, Lissa bateu na janela do carro. Isabella respirou fundo, controlando-se para não atirar em tudo em todos. Ela queria descansar, caramba!
- O que foi? – A doutora perguntou depois de abrir a janela.
- Tânia está ai. E bem, ela não está nada feliz.
Isabella fechou os olhos, não acreditando que ouvira uma coisa daquelas. Tânia era mesmo uma vadia. E uma das piores. Quase não visitava o filho e aquilo era inaceitável ao ponto de vista da Doutora.
Mas, quando se tratava de reclamar, era mestre naquilo. Sempre vinha com um saquinho de pedras em mãos para jogar a culpa em Isabella. Talvez fosse por isso que odiasse Tânia do jeito que odiava.
Assentiu para Lissa, saindo do seu carro. Foi em direção ao elevador, pronta para por um fim naquela historia. Não estava nem um pouco animada para ouvir as acusações de Tânia e o seu humor denunciava que não seguraria desaforos.
Pelo menos a musica do elevador estava acalmando-a. Ok, isso era uma mentira. Aquela musiquinha era irritante e ela não via a hora de sair daquele cubículo.
Isabella ouviu um coro de aleluia quando as portas se abriram para o hall do hospital. Saiu dali, procurando por Tânia, o que não tardou. Pois a mulher já vinha em sua direção como uma vaca louca, a face contorcida em raiva.
- O que você fez com meu filho! – Tânia perguntou, apontando o indicador para o rosto de Isabella.
Continua...
Espero que tenham gostado! Eu tentei tirar um pouco o drama, entao deve ter ficado horrivel, rs!
Beeeijos!
(e por favor, por favorzinho, mandem uma review, me facam feliz para que eu possa postar mais rapido!=D)
