Eridan vasculha os armários de Terezi.

- O que está fazendo? – disse Kanaya pegando Terezi no colo e tirando da banheira.

- Preparando um ambiente para ela dormir – pega dois lençóis. Um usa para cobrir a cama, vasculha a cabeça, acha um pote de gosma e deseja exatamente o signo de libra, depois pega outro lençol coloca por cima – coloque ela em cima.

- Sim – Kanaya deita Terezi na cama.

- Agora pegue um cobertor.

Kanaya não diz e vai pegar o cobertor no armário. Assim quando acha e vira para Eridan ver tirando a calcinha da troll.

- Mas o que está fazendo? – corre em direção do troll aquático e empurrando o troll.

- Tirando as roupas molhadas – com a calcinha na mão.

A anatomia de troll feminina é mais semelhante a anatomia de uma mulher tendo algumas particularidades. Os lábios vaginais e clitóris são de acordo com o sangue assim como os bicos dos seios. Detalhes que Kayana sabe muito bem, mas não consegue tirar atenção do corpo nu da troll de libra.

- Eu tiro a roupa dela e você fica babando - Eridan cobre a troll desmaiada com o cobertor.
- Nada disso.
- Ah é? Por que está corada?

- Como se você também não ficasse corado.
- Por acaso eu estou com cara de esta corado? - Eridan aproxima da virgem. Sua expressão é séria sem nenhum bingo de vergonha que faz Kanaya se pergunta que o troll que está na sua frente é o mesmo troll desesperado por um quadrante. Parece que está mais seguro. Se ela soubesse que a palavra correta é "amargurado".

- Já não resta mais nada fazer aqui – diz o troll que vai para a porta.
- Vou ficar com Terezi.
- Não vejo necessidade pra isso, mas fique à vontade.
- Obrigada pela ajuda Eridan.
- De nada. Vou procurar os restantes das roupas.
Eridan sai do quarto. A vampira se segura para não se alimentar do feiticeiro.

Terezi abri os olhos de forma lenta. Humano ou troll a reação de alguém pós-ressaca é a mesma: total desorientação. Pelo menos a gosma inibiu os restantes dos efeitos colaterais. Sentia o cheio conhecido da gosma para dormir, o perfume do seu quarto e o cheio de Kanaya que pela distância está sentada em um banco ao lado foleando um livro. Também percebe o cheio de sangue, mas imagina que a troll vampira fez um 'lanchinho'. Só não consegue reconhecer de quem pertence o sangue, já que para Terezi o cheiro de sangue é o mesmo. Ela chuta que seja de Karkat já que Kanaya adora sugar o sangue do troll com sangue cinza.

- Vejo que já acordou – disse Kanaya fechando o livro.

- O que aconteceu? – Terezi passa a mão no rosto e percebe que está com seus óculos escuros.

- Você bebeu demais.

- Só extrapolei um pouco – se descobrindo que está nua – ta legal. Aonde ta minha roupa?

- Quando te encontrei bêbada só estava de calcinha – Kanaya cobre sua visão com o livro.

- E agora estou sem calcinha. Kanaya, não sabia que você era tão pervertida.

- Nada disso. Foi Eridan que trouxe, te... colocou na banheira – "Eridan e Kanaya trabalhando juntos? será que to bêbada ainda?" pensa a cega – e depois preparou sua cama e tirou sua calcinha que estava molhada.

- Molhada? Eu estava excitada?

- Molhada com água – a vampira fica corada.

- Entendi – Terezi aproxima da outra e lambe o rosto – por que está com vergonha? Parece que você nunca viu uma fêmea nua.

Kanaya não sabe aonde esconder o rosto de tanto está quase de cor jade puro de tanta vergonha está.

- Aposto que seu matesprit com a Rose era bem quente. Como é uma humana nua?

- Eu e Rose nunca fizemos nada.

- Sério? Você é virgem? Isso é zoeira?

- Sim é sério. Eu sou virgem. E não é zoeira.

- Poxa. Até o Eridan já usou um balde com alguém e você não?

- Eu não sou tão afobado quanto ele.

- Não é a questão de ser afobado, mas é a questão de provar seu quadrante. Vai me dizer que não me acha atraente?

- N-não.

- Diz isso olhando na minha cara.

Kanaya se vira para Terezi, que está em pé com o cobertor em volta do corpo. Os olhares se cruzam mesmo com os óculos escuros da libriana. As duas trolls ficam em transe como se o mundo estivesse em volta estivesse apagado. Até quando as duas falam ao mesmo tempo:

- Matesprit.

Quando as duas trolls se deram conta tiveram uma reação de susto, afinal a última coisa que estava pensando era uma ser quadrante da outra.

- Não. Não. Não. É impossível – Kanaya anda para um lado para outro desesperada com as mãos na cabeça em sinal total de negação.

- Por essa eu não esperava – Terezi quase deixa cair o cobertor que tampa sua nudez – é tão ruim ser meu matesprit?

- Eu trair a Rose – Kanaya se ajoelha e começa a chorar com as mãos tampando o rosto.

- Você não traiu. Faz alguns Alternians Solares que ela virou deusa e sumiu. Então é natural que o quadrante com ela não esteja atualizado.

- Mas ela é o amor da minha vida. Eu não queria trair ela.

- Sei que você se sente. Acho que estaria no seu estado se a gente tivesse um kismesis contigo agora – aproxima da outra – mas não é por isso que é o fim do mundo.

- Como não? Gostaria se a Vriska voltasse e encontrasse outro kismesis?

- Se fizesse isso eu arrancaria outro braço dela. No seu caso existe uma solução mais agradável.

Kanaya olha para Terezi.

- Eridan está me ajudando a encontrar Vriska. Posso fazer também se concentrar em trazer a Rose de volta.

- Jura?

- Claro que sim. Assim vamos ser matesprit temporário e quando encontrar ela você volta para ela – Terezi se aproxima e limpa as lagrimas de Kanaya com parte do cobertor.

- Será que é muito difícil trazer Rose de volta? – fala depois de um tempo.

- Eu não sei, porque agora ela é uma deusa. Acho que ela nem sabe que a gente está vivo, mas de qualquer jeito Eridan e eu vamos tentar traze-la de volta. Até lá – se afasta ficando em pé – podemos usufruir do quadrante.

- Como assim?

ATENÇÃO A PARTIR DAQUI VAI TER ORANGE, OU SEJA, RELAÇÃO SEXUAL ENTRE DUAS MULHERES. CASO NÃO QUERIA LER PULE ESSA PARTE

Terezi nada responde, apenas deixa o cobertor cair revelando totalmente sua nudez. Kanaya arregala os olhos o máximo que seu rosto consegue.

- Mas o que está pensando? – a virgem se vira de costas e senta.

- Aonde foi que botei – se afasta indo para o armário ignorando a outra – deve ter colocado em um lugar.

- O que está procurando? – olha para Terezi virando a cabeça ao máximo que ela consegue.

- Achei – a troll puxa um balde.

Kanaya fica totalmente na cor de jade. A vontade tem de correr daí, mas não sente forças nas próprias pernas. Ou a situação está embaraçosa demais ou o quadrante está tirando todas suas forças. Sente que se corresse iria cair.

- Parece que está bancando a difícil – Terezi abraça Kanaya por trás e começa lamber em volta da orelha.

- Terezi – Kanaya fecha os olhos se esforçando ao máximo para não sentir os toques da outra.

- O que foi? Apenas estou começando – tira os óculos e coloca no lado, enquanto com a outra mão acaricia o queixo – então vai bancar a difícil? – já acaricia o abdômen depois de colocar os óculos no lado.

- Terezi – diz sussurando.

- Até que você tem um sabor bem gostoso – começa lamber o pescoço da outra.

Kanaya solta seu primeiro gemido, uma mistura de expressão de prazer com repreensão das próprias reações.

- Você vai querer no chão ou na cama? – a troll nua pergunta, mas não houve resposta – que tal começar me morder um pouco?

Essas palavras aguçam os instintos vampirescos de Kanaya. Sente até suas presas crescerem, apesar que em uma outra perspectiva as presas não estão crescendo, mas sim a vontade de cravar as presas no pescoço que está alto na vampira. Tenta lutar contra seus instintos, pelo menos em algum tempo, mas não demora muito para Kanaya virar em direção de Terezi – que a derrubou no processo e gravar as presas no pescoço da outra que geme de prazer e dor sentindo seu sangue sendo sugado.

"Eu sabia que as mais comportadas eram as mais devassas" pensa libriana. Leva um justo quando a virgem a pega no colo, corre até a cama e se joga. Parece que a troll quer "encher o balde" na cama.

Kanaya suga o sangue verde azulado em pequena quantidade. Menos de um decimo que sugou do aquariano, afinal a libriana é sua recente matesprit. Um relacionamento de amor que um cuida do outro cujo atitudes de carinho predomina. Diferente do kismesis que é uma manifestação carnal de desejo e ódio, o que faz do aquariano ter sorte não ser kismesis de Kanaya já que teria sérios problemas de anemia.

Depois de se alimentar da troll nua Kanaya se afasta um pouco para olhar sua matesprit e repara algo estranho nos olhos.

- Terezi, seus olhos...

- Não se preocupe com isso agora – responde beijando os lábios da virgem. Uma ação suave e carinhoso de explorar os lábios da outra. Um misto de troca de saliva misturado com o gosto dos sangues verde azulado e roxo. Um beijo apaixonado nas duas fêmeas que está sendo uma experiência única para ambas.

Para Kanaya uma experiência que pode diferenciar o beijo de uma troll com uma humana. Beijar Terezi é bem diferente do que beijar Rose, mesmo sendo do mesmo quadrante. Também pode ver o nível de experiência dos beijos, enquanto da humana eram lábios tão inexperientes quanto delas que buscava descobrir cada sensação e cada extensão dos músculos dos lábios e língua. Já os lábios da libriana são lábios experientes, lábios acostumados a beijar e até pouco agressivos, já que a troll teve mais quadrantes kismesis do que matesprit (Gamzee e Vriska respectivamente).

Para Terezi uma experiência nova. Poucos foram momentos de carinho que teve em um quadrante. Não esquece dos abusos sofridos quando tinha quadrante do Gamzee aonde nem se sentia que tinha um parceiro, mas sim um dominador que agredia tanto no físico como na mente. Fora a experiência de nunca ter contato com seu lusus diretamente. Isso fez a troll ficar bem carente por carinho. Tanto que parte dos motivos de conseguir Vriska de volta para ter justamente esse carinho.

Terezi inverte a posição para ficar em cima.

- Acho que está na hora de ficar mais à vontade – disse a troll nua.

- Como assim?

Terezi não diz nada, só leva suas mãos para as bordas da camisa e começa levantar para tira-la de forma lenta. Kanaya se assusta, mas permiti que sua parceira continue e se levanta um pouco para auxiliar. A libriana pode ver o sutiã de renda vermelho feito na mão da virgem. Os tamanhos os seios são até maiores do que aparenta, mas não chega superar o tamanho da cega. Próximo passo é tirar a saia vermelha. Kanaya levanta os quadris para ajudar Terezi a despir. Pode ver que a calcinha é de renda e cor preta. Pode ver que os quadris são maiores que aparenta, mas ainda não supera o tamanho dos quadris de Terezi.

É como se o corpo de Kanaya fosse descrito em um livro romântico aonde as mulheres são descritas como frágeis, sensíveis e única. Um corpo que foi feito mais para ser contemplado e não para ser erotizado ou pelo menos essa é a intenção do subconsciente da virgem. Ainda pode ver a umidade formada na calcinha revelando que Kanaya está excitada com o momento.

A anatomia de uma fêmea troll tem algumas diferenças. Os seios ficam um pouco mais inchados de forma leve e uma secreção transparente sai dos bicos. Nas mamas de um troll macho é capaz de sugar essa mesma secreção, mas as trolls fêmeas produzem com mais quantidade. O anus também produz uma lubrificação natural cuja finalidade é a mesma nos machos: facilitar o sexo anal. A semelhança com as humanas é a lubrificação natural que acontece na vagina.

Vendo Kanaya seminua já atiça Terezi a continuar. É incrível como mistura um ar de inocência com sexualidade, algo comparável com as gueixas que esperam seus clientes como uma virgem em sacrifício, porem tendo a diferença que em Kanaya esse ar puro é real.

Assim já inicia um beijo mais suave para depois explorar com sua língua os lábios da outra, assim como queijo e pescoço, fazendo que Terezi gosta de fazer: lamber. Enquanto suas mãos apalpam os seios da virgem. Kanaya fecha os olhos em receio e timidez, mas cada lambida e cada carinho faz perder o receio pouco a pouco. O jogo de explorar o corpo com língua é direcionado para os peitorais, enquanto tira o sutiã de sua namorada revelando os seios dela.

Apalpa os seios como se fossem duas espumas suaves, enquanto sua língua lambe toda extensão da região sentindo a textura da pele cinza pálida e pulsação sanguínea que bate acelerado sentindo cada toque que tem objetivo de dá prazer ao máximo na outra. Entre beijos e lambidas que tentam tardar a chegar naquelas auréola de jade em gradiente que encontram rígidos e transbordantes de prazer. Os gemidos da virgem ficam cada vez menos inibidos a cada momento que se não fosse pelas texturas bem planejadas na mansão já poderiam ser escutadas a alguns metros de distância.

Até quando chega em um dos bicos que suga como se um mamífero estivesse atrás de leite, porem amamentação é algo inexistente para os trolls. Os seios não foram planejados para dá de mamar para os filhotes, mas sim um elemento de agrado sexual que serve justamente cativar os quadrantes reprodução. Uma secreção com um sabor indescritível cujo néctar é viciante o consumo.

Enquanto se ocupa em saborear os seios não deixa de abrir a passagem entre as pernas de Kanaya para ter um acesso prévio daquela entrada imaculada até aquele momento tendo a única proteção a calcinha de renda que cada momento encontrasse emudecida pelo prazer sentido.

Terezi até gostaria de continuar toda sua atenção nos seios, mas seu matesprit precisa de atenção em todo corpo. Sem perder o ritmo, começa trilhar caminho com sua língua para a barriga com a finalidade de chegar a entrada imaculada. Faz a troll pensar como nunca teve um quadrante com a virgem antes. Cada momento está sendo bem inesquecível.

- Posso? – a cega pergunta como se clamasse para ter permissão para ter acesso a entrada imaculada.

Kanaya não responde apenas balança a cabeça em sinal de confirmação. A vantagem de ter sentidos aguçados que foram aprimorados com a ausência de visão com passar dos anos pode perceber a confirmação corporal de confirmação. Terezi vai até ao meio da calcinha e prende o tecido com sua língua para tirar a única peça que impede da vampira ter uma nudez total.

Usa as mãos para fecha um pouco as pernas para que a roupa intima seja tirada com mais facilidade e levanta um pouco os quadris. Por um prevê momento sente a língua tocando em seu sexo tendo a primeira carne de terceiro e um pouco de cocegas.

Com sucesso agora pode ver o sexo com detalhes de cor de jade de sua matesprit. Partindo para ação, Terezi começa a lamber toda extensão do sexo da troll de virgem começando com clitóris para os pequenos e grandes lábios no sentido horário. Kanaya segura nos lençóis se contorce e a não abrir sua boca como se sentisse culpada do prazer que está sentindo dando impressão que está cometendo um grande sacrilégio em pecar, porem seu corpo denuncia o contrário.

Curioso que os lábios vaginais parecem que mexem e procuram mais a língua de sua parceira dando impressão que os lábios são de consistência gelatinosa. Uma característica peculiar para a anatomia feminina dos trolls.

Terezi está sentindo que a virgem está gostando, mas quer forçar empenhar mais para fazer sua recente matesprit gemer como se não houvesse amanhã. É isso que adora fazer com sua kismesis e isso vai se repetir, claro de forma mais carinhosa. Aumentando a intensidade faz massagear o clitóris com a ponta da língua de forma de maneira circular para seguida penetrar a vagina para conseguir a essência de Kanaya, que joga os quadris em direção da cega e solta um gemido alto.

Cada vez via mais aceitação da parceira mais Terezi continuava e intensificava suas lambidas, chupadas e beijos no sexo da outra. Kanaya sente as contrações musculares de sua vagina mostrando que está perto do orgasmo. Não demora muito para a troll de virgem ter seu primeiro orgasmo com um quadrante, soltando parte do seu DNA que suja a face de Terezi com o liquido de cor de jade meio transparente.

"Para quem gozou pela primeira vez com quadrante, ela se segurou bem" pensa Terezi, enquanto pega o balde que está no lado da cama. Kanaya se levanta e derrama o restante do DNA no balde, enchendo 100 ml, motivo que os trolls usam balde em suas relações sexuais.

- Foi bom pra você? – Terezi fala depois de limpar a boca.

- Foi – Kanaya disse de maneira tímida.

- Agora vem a melhor parte – Terezi se aproxima de Kanaya e faz sentar para guia para o próximo passo.

A insegurança da vampira ainda é nítida já que é a primeira vez que faz sexo com alguém. Queria tivesse essa experiência com Rose, mas era tímida demais para tomar iniciativa e a humana não tinha tanta coragem. As duas se ajeitam entre as pernas em uma posição clássica chamada "tesoura" fazendo principalmente seus sexos se encontrarem assim oficializando que a cavidade da virgem se limite só no signo que representa.

O primeiros movimentos são suaves para que as duas pegasse o ritmo, principalmente na parte da Kanaya que é sua primeira vez. Cabe Terezi conduzir e ensinar sua recente parceira inexperiente que está sendo boa aluna. Mesmo já ter feito um sexo lésbico é a primeira vez da Terezi para um matesprit, que deixa um ar irônico já que pensava que teria sua primeira relação sexual matesprit com Karkat, mas o troll é indeciso qual quadrante que quer.

A relação lésbico entre duas fêmeas trolls é bastante parecida com a humana, só que seus corpos são praticamente projetados para esse relacionamento. Os lábios tem movimentos voluntários já que nos pequenos e grandes lábios são músculos que os trolls consegue mover, o que permite um aproveitamento melhor entre contato lesbico para a raça, afinal os trolls podem se reproduzir independente da combinação de sexos.

- Terezi – Kanaya geme o nome da amante mostrando que perdeu todo pudor.

Essas palavras foi uma melodia direto do paraíso para os ouvidos aguçados de Terezi que intensifica os movimentos para conseguir dar mais prazer para sua namorada como intensificar seu próprio prazer. Por alguns instantes trouxe de volta a saudades de sua kismesis, Vriska, que também tinha muito costume de gemer seu nome (assim como falar palavrões juntos), mas logo é esquecido. Um outro momento que sentiu uma inveja profunda para a Rose, que deixou a antiga matesprit sozinha para virar deusa. Desejava nunca entregar Kanaya para a garota gótica, mas deu sua palavra. Precisa viver com perdas na vida.

Quem sabe quando trazer a Rose de volta Terezi possa ser moirail de Kanaya? Pode não ter essa maravilhosa experiência de possui-la, mas pelo menos conseguiu a pureza da vampira.

Os movimentos ficam frenéticos chegando ao auge da velocidade que conseguem. Gritos de prazer são emitidos como se esquecesse dos outros habitantes da mansão. Suores são os sinais do esforço que ambas fazem para se amarem. O jade se mistura com o verde azulado criando um verde azulado mais escuro. Logo as duas chegam ao estaze e entram em orgasmo juntas. Claro que só soltando parte do material de DNA, enquanto elas se levantam soltando o restante no balde.

300 ml de material genético até que é bom para uma transa de primeira vez. Os trolls consideram uma transa inesquecível quando enche o balde, mas para o novo casal matesprit já ta de bom tamanho, afinal Kanaya é sua primeira vez e Terezi ainda está fraca depois do consumo excessivo de álcool.

DESSA PARTE EM DIANTE PODE LER TRANQUILAMENTE

As duas deixam e ficam abraçadas, enquanto trocam caricias.

- Eu te amo, Kanaya.

- Eu também te amo, Terezi.

Em uma perspectiva humana algumas pessoas considerariam que é cedo demais para trocarem essas palavras, mas os trolls tem certeza do que falam, porque quando se tem um matesprit é certo que vai amar o parceiro(a). É um momento intimo entre as duas, depois de uma manhã de sexo, que nada pode estragar o momento. Exceto que esqueceram de trancar a porta.

As duas tomam um susto quando Eridan entra de uma vez, com o restante das roupas da troll de libra nos braços, que não demora para se assustar com o estado das duas trolls. Ambas nuas. Um balde por perto. Cama totalmente bagunçada. Sinais caros que elas são um quadrante e teve uma consumação carnal.

Eridan demorou muito, porque primeiro foi comer, já que teve seu sangue roubado pela vampira de virgem. Depois teve o trabalho de procurar peça por peça que estavam em diferentes cômodos da mansão. Só não levou imediatamente, porque teve que se esconder dos outros trolls. Não pega bem ser visto com as roupas de outra troll, principalmente alguém um passado... negro.

Realmente a visão das duas trolls nuas é algo bastante tentador para um troll solitário como ele, mas sua amargura no espirito faz que esse desejo passe rápido já as possibilidades de ter quadrante com uma das duas é totalmente nulo, segundo Eridan.

Só que uma coisa chama atenção em Terezi. Algo que deixa tão pálido parecendo que está na forma vampira de Kanaya. Um detalhe que abalou até seu senso de equilíbrio. Detalhe que não seria grande coisa se sua memória não alertasse o dia que a libriana descobriu seu maior segredo: sua habilidade de ter 'uma segunda forma'.

Kanaya não entende a reação do aquariano que parece que viu um fantasma. Tem que admitir que quando viu os olhos de Terezi também ficou bastante surpresa, mas isso não é algo demais. Afinal qual é o problema que Terezi todo esse tempo estava fingindo que se cegou e que seus olhos funcionam perfeitamente?

CONTINUA