Yo Minna-san! Como estão todos?Terça-feira, preguiça a solta, mas uma semana inteira pra trabalhar e estudar!Aiaiai!Desculpem descarregar minhas queixas aqui!Mas vamos nessa que o cap de hoje é grandão e esclarecedor! O título já diz tudo!Leiam!
Beijo do fundo coração a minhas nakamas Mi Yuuki (fiquei super feliz com sua review!Muuuuiiiiiito fofaaaaa) e a Luud-chan (Concordo, mas como sempre digo, tem chão nessa fic! Teremos muitos momentos fofos nessa fic).
–Por favor, conta pra mim! Você sabe que pode confiar em mim! – Ran me olhou com ternura e não resisti àqueles olhos. Afinal a quem mais posso contar, senão a minha melhor amiga?
–I-chi-go me... Me... Me be-i-jou! – Soltei e abaixei o rosto. Esperei a reação e foi a mais óbvia do mundo.
–O QUEEEEEEE ? – Se queria que todos soubessem, era só contar pra Ran. Ótimo, como se esse dia não pudesse ficar pior.
–Meninas? O que está acontecendo? – Ok, pode ficar sim. Minha mãe entrou me empurrando com a porta, já que eu a estava usando como escora. Enxuguei a maioria das lágrimas e senti minha prima me abraçar novamente. Se queria discrição? Creio que não preciso mais, certamente todos os vizinhos estavam ouvindo o coro preocupado de minha família.
–Tia a Kia vai ficar bem! Vou levá-la lá pra cima! A senhora prepare um daqueles chás calmantes com dose dupla! – Uma gracinha a mente de minha prima! Pra ela existe chá para tudo! Chá para dor de cabeça, dor de estômago, dor nos olhos e "cotovelo"! Gostaria de acreditar que um dos dezenas, não, centenas de chás que minha mãe preparava me ajudasse a tirar essa dor do meu peito. Mas sou realista como meu pai.
–Estou bem! Não precisa alardear todo bairro! – Corri as escadas deixando minha prima e minha mãe com cara de: "O que?". Não estou a fim de conversar. Não tem coisa melhor que um bom banho de banheira! Peguei meu celular e disquei para Tatsuki. Teria que furar com ela. Novamente.
–Tat!Oi sou eu, a Kia! Desculpe, mas não vou conseguir treinar hoje! Tive uns... Uns probleminhas! Vou tentar ir amanhã! Ok! Beijos, tchau! – Desliguei e suspirei de forma lenta e pesarosa. Pareço uma romancista em dia de chuva sem ter o que fazer. Tudo está triste, dramático e exagerado! Afinal, foi só um beijo! Toma jeito Kia! Despi-me e me joguei na banheira. Ainda sinto um calorzinho em meus lábios. Toquei-os com as pontas dos dedos. O sabor de Ichi é uma mistura de menta com hortelã. Ou seria, menta e erva-doce? Não sei... Algo assim. O negócio é que... Gostei! Tirando o fato de que o idiota estava bêbado... Gostei. Devo considerar isso como um primeiro beijo? Aff! Mergulhei. Talvez morra afogada e termine meu martírio.
–"Que diabos estava pensando quando beijou a baixinha?" – Minha mente me torturava entre pular de alegria e jogar a cabeça contra a parede. Uma escolha que ainda não sei qual optar. A Kia levou tudo na esportiva, mas seus olhos não indicavam estar tão bem assim. Como vou conseguir olhar pra ela agora? Quer dizer. Pensando bem, quando despertei, ela estava agarrada a minha cintura. Completamente molhada. Suas roupas estavam coladas e... Não creio que tudo isso aconteceu! Seu rosto é mais angélico que pensei. Os cabelos pegados no rostinho alvo, aqueles olhos violáceos e... Ah para! Não tenho direito de me apaixonar por ninguém! Muito menos por uma garota maravilhosa e linda como Rukia. Ela tem o direito de ser feliz. Preciso pagar meu pecado com Inoue. Pecado. Pecado que eu cometi. Não, que nós cometemos. Nunca me perdoarei pelo que fiz aquele dia. Se tivesse sido mais maduro, talvez nosso filho... Estivesse vivo!
Flash Back
–Ichigo? Não seria melhor você voltar para seu quarto? Está estudando a vinte horas seguidas! Precisa dar um tempo! – Mizuiro sempre se preocupando comigo como todos os meus colegas. Um bom amigo, mas não posso parar. Amanhã tenho testes bimestrais e se não pontuar com a melhor nota não conseguirei a bolsa para especialização.
–Pode deixar! Estou bem! Depois durmo o necessário! – Voltei meus olhos para o grosso vade mecum que preciso memorizar. Sistema nervoso. Acredito que o meu esteja em pleno colapso.
–Ok! Mas devia fazer como Asano-san! Correr atrás de garotas ajuda a desestressar! Sabe que seus hormônios estão à flor da pele com todos esses estudos e lindas garotas americanas balançando seus pompons a sua frente! – Levantei curioso para ver o rosto de meu colega. Um japonês como eu, mas era de Tókio. Estava cursando Engenharia junto com Keigo. Não tirava os olhos da tela do celular. Fico pensando, como ele consegue notas tão boas se mal o vejo estudar? Cola?
–Devo lembrá-lo que tenho uma linda namorada modelo! Se quisesse relaxar, é só chamá-la que tudo ficaria bem! Mas isso não me ajudará no teste de amanhã! Então cai fora e me deixe estudar! – Brinquei. A pressão de Harvard era maior que imaginei. Mas não vou desistir. Ainda tenho quatro anos para cursar, e pretendo ser o melhor.
–Não está mais aqui quem falou! – Mizuiro saiu distraído com o celular e seus encontros "maduros". Cada gosto. Tentei voltar ao meu livro, quando ouvi uma bolsa pesada ser jogada em cima dele. Voltei-me ao cretino que me interrompeu e suavizei meu cenho franzido quando vi Inoue. Mas o rosto pálido dela me preocupou. O que pode ter acontecido? Quebrou uma unha?
–Kurosaki precisa me ajudar! Vem comigo! – Me puxou sem mais e me arrastou pela imensa biblioteca. Tentei conversar ou questionar o que ela queria com essa atitude, mas seus olhos frios me fizeram ficar sem fala. Nunca havia visto esse lado dela. Estamos namorando há quase um ano, mas ainda não conheço muito sobre ela.
Chegamos ao meu quarto na república masculina. Moro no segundo andar e não demoramos muito da biblioteca para o prédio. Ela tinha a chave, já que nos encontrávamos de forma aleatória, devido meus estudos e os ensaios fotográficos dela. Ela sentou na minha cama e colocou as mãos na cabeça. Tentei acariciar seus cabelos para acalmá-la, mas ela me rechaçou com ira no olhar. Afinal o que eu fiz?
–Pode me dizer o que está acontecendo Inoue? Você me arrasta da biblioteca na frente de todo mundo, sem motivo aparente! Diga-me o que está havendo! – Fui um pouco grosso, afinal tenho um teste de doze horas amanhã e estou perdendo meu precioso tempo para estudar por causa de algum capricho de Inoue. Creio que seja hora de dizer basta pra isso. Já chega dessa relação infantil e sem amor. Vou terminar e me libertar dessa cadeia desnecessária. Quando pensei falar ela me cortou.
–Estou grávida! – Levantou-se, pegou a bolsa e de forma torpe retirou um exame e jogou em minha cara. Colhi-o no ar, e li o resultado do teste: Positivo. Como isso foi acontecer? Como cuidaremos de um bebê agora? Mas sou homem o bastante para assumir meu filho. Não tinha a mínima intenção de continuar com ela, mas se ela pensa que vou abandoná-la por causa disso, está muito enganada.
–Ok! Nos casaremos em alguma igrejinha igual essas de Vegas, e cuidarei de nosso filho! Não vou te deixar se é isso que está pensando! – Alcei minha mão para acariciar o rosto dela, mas o tapa que ela deu afastou essa possibilidade. Nunca a vi tão transtornada. Talvez sejam os hormônios. – Quantos meses? – Quis garantir meus pensamentos.
–Quase quatro! – Falou sem mais, com uma deixa de sarcasmo que me irritou.
–E não percebeu antes? – Não imaginava como uma pessoa conseguia ficar tanto tempo sem suas regras menstruais e não perceber que estava grávida. Mas segundo um obstetra amigo meu, isso pode muito bem acontecer. Várias explicações médicas para isso.
–Tomo remédio para não menstruar! Kurosaki-kun você precisa me ajudar! Não posso ter esse filho! Tenho uma turnê em Nova York, Detroit e Califórnia! Como acha que posso ter um filho nesse meio tempo? – Eu ouvi bem? Ela queria que...
–Está louca! Não vou deixar que aborte! É meu filho! – Gritei exasperado. Nunca imaginei um absurdo desses. Inoue pensava tirar nosso filho? A troco de que? Uma turnê idiota.
–ENTÃO TIRE-O E COLOQUE EM QUEM QUEIRA TÊ-LO! PORQUE NÃO VOU PERDER MINHA GRANDE OPORTUNIDADE, AO QUAL LUTEI POR CINCO ANOS PARA CONSEGUIR, SÓ PRA A MÃE DE SEU FILHO! VOCÊ MENTIU PRA MIM! DISSE QUE ESTAVA USANDO PROTEÇÃO! COMO ENGRAVIDEI? A CULPA É TODA SUA KUROSAKI! TEM QUE TIRAR ESSA "COISA" ANTES QUE DESTRUA MINHA CARREIRA! – Cuspiu em mim essas odiosas palavras que jamais pensei ouvir.
–NÃO POSSO FAZER ISSO INOUE! ESTOU LUTANDO PARA APRENDER A SALVAR VIDAS E NÃO MATÁ-LAS! NÃO VOU PERMITIR! – Prendi seus pulsos e joguei-a na cama. Ela iniciou seu choro e soluços balançaram seu corpo. Senti-me um crápula. Jamais levantei minha mão a uma mulher. Quanto mais grávida.
–Não é vo-cê que va-i per-der se-us son-hos! So-u e-u... Vo-cê pre-ci-sa me a-ju-dar! Ku-ro-as-ki-kun!Po-or Fa-vor!Por fa-vor! – Soltei-a e me levantei esfregando com violência meus cabelos a ponto de arrancá-los a unha. Não poderia fazer isso. Não poderia tirar uma vida. E além do mais, o aborto legal já havia passado. Em nosso Estado isso só pode ocorrer até a décima quinta semana de gravidez.
–Não podemos Inoue! Pense que essa vida não tem nada a ver com nosso erro! Meu erro! Por Deus, reconsidere! Talvez se conversar com seu empresário ele possa conseguir uma licença e assim você não perderá seu contrato! – Tentei, mas Inoue se levantou num salto e me lançou um tapa do lado esquerdo de meu rosto. Estava arfando e seus olhos sumiam nas lágrimas.
–NÃO VOU PERDER ESSA TURNÊ! NÃO VOU PERDER PARA AQUELAS AMERICANAS! VICTORIA'S SECRETS VAI ESTAR LÁ! E NÃO VOU PERDER ISSO POR NADA DESSE MUNDO! – Sentou-se novamente e passou a puxar com violência os cabelos longos e ruivos. Meu mundo desabou. Como posso obrigar uma mulher a levar em frente sua gravidez?
–E o que quer que eu faça? – Sabia a resposta; senti como se fosse só um desses pesadelos que nos acometem de tanto estudar. Mas a dura realidade foi demonstrada com a fria voz de minha namorada.
–Quero que aborte! Você sabe os remédios necessários para isso! Ou algum método! Sei lá! Mas não posso deixar mais "isso" viver dentro de mim e corroer minha carreira, meus sonhos! – A suavidade e calmaria com que soaram essas palavras eram opostas a crueldade da verdade. Ela queria que eu matasse meu próprio filho.
–Nosso juramento é de salvar vidas, e não tirá-las! – A fraqueza com o qual saiu essa frase me consumiu por dentro. Cai sobre os joelhos e lágrimas correram em meus olhos. Dor e desespero me acometeram. Queria que meus pais estivessem aqui. Queria que meus amigos me apoiassem. Queria nunca ter conhecido Inoue.
–Tem muitos médicos que fazem isso! Você não será diferente, nem puritano! –Tocou meu ombro e senti um ardor no lugar onde pousava sua mão. Senti ódio. Ódio de minha fraqueza.
–Está bem! Vem comigo! – Sentenciei a morte de meu primeiro filho! Se tivessem outros, me perdoariam? Deus me perdoaria? Eu me perdoaria? Levei-a de carro até o lugar onde sabia que tudo seria possível. Um pesadelo que não acreditei ser possível.
Flash Back off
–Ela merece alguém melhor! Que a faça feliz! Não um monstro como eu! – Sussurrei quando ouvi minha irmãzinha Karin aparecer na porta de meu quarto. Desde que cheguei não sai da cama. Queria que o tempo voltasse.
–Ichi-ni? Você não vem almoçar? Ah! Ligaram do hospital! Questionaram porque não foi hoje! Olha que o pai vai ficar louco quando souber! – E sem mais saiu da mesma forma que entrou. Preciso voltar ao mundo real. Tenho vidas pra salvar e uma mulher destruída pra cuidar.
–Chega Hime! Já acabou! Não foi sua culpa! Foi daquele idiota incompetente! Se não fosse por ele você não teria ficado duas semanas internada em estado grave e não teria perdido seu útero! Sabe quantas vezes abortei? Três vezes! E nunca tive problema nenhum! Temos que manter nosso corpo! Ninguém entende o quanto lutamos para manter a forma perfeita, o rosto impecável! Acham que somos apenas brinquedos para grandes empresários! Somo modelos! Se tivesse me ligado, teria te ajudado e nada disso teria acontecido! – Senna acariciava a desconsolada Inoue que jazia em seu colo. Passou a madrugada inteira chorando e balbuciando palavras como "Foi tudo minha culpa".
–Ma-as e-u ma-te-i me-u fi-lho! – Sussurrou contra as pernas da moreninha que negava com a cabeça.
–Não! Ele matou seu filho e tirou seu direito de ser mãe um dia! Ele é médico! Ele que tinha que perceber que você estava à beira de um colapso e não estava em si! Que tinha sonhos para correr atrás, e não os pensamentos egoístas machistas dele! Não foi sua culpa! Foi dele! Você disse a ele desde o início que não poderia ter filhos tão cedo! Ele sabia disso! Você só fez o que tinha que fazer! – Apertou a amiga num abraço. Odiava vê-la sofrer. Na infância fôra sua única amiga. Conhecessem-se desde os três anos até a viagem da ruiva aos quinze anos. Amavam-se como irmãs. Não permitiria que se culpasse por causa de ninguém.
–Se não quiser, não precisa ir carinho! Peço a senhora Sakurama para servir em seu lugar! – Minha mãe falou pela centésima vez aquela tarde. Estou bem. Já sai do marasmo. Não sou nenhuma adolescente boba. Sei me cuidar.
–Tudo bem, mamãe! Já preparei minha yukata! E já confirmei com a Sakurama-san que vou ao chá de boas vindas do prefeito! – Preciso espairar minha mente e me livrar de pensamentos desnecessários. Peguei minha bolsa, enorme, diga-se de passagem, com minhas roupas e minha maletinha de maquiagem. Tenho que me preparar com rigor. Tradição é algo que faz parte de nossa família. Meu pai sempre diz isso.
Quando saí, após convencer não só minha mãe quanto minha prima preocupada, topei com quem menos queria ver.
–Bo-a tar-de Kuro-saki-san! – Droga. Gaguejei como uma adolescente idiota.
–Yo Kuchiki-chan! – Saiu apressado e sequer olhou pra trás. Nem mesmo me ofereceu carona dessa vez. Creio que minhas esperanças de conseguir algo desse ruivo de cara azeda foram pro ralo.
–Acho que só eu gostei! – Sussurrei e corri em direção ao ponto de ônibus. Tenho uma festa pra tocar.
–Pensava que não viria, Kurosaki! Já temia que seus genes se degenerassem como os de Ishin! – Ishida me torrava a paciência como sempre. Como diretor geral do hospital, o fazia pensar que podia falar o que quisesse. Nem creio que ele seja pai de um dos amigos de Rukia. Rukia. Deve me odiar agora que a ignorei. Entramos no salão de taco marrom. Os médicos e enfermeiros estavam sentados no chão aguardando a festa de chá começar. Teríamos o prefeito como convidado especial para apoiar na campanha de arrecadação de fundos para o hospital. Espera... Prefeito? Festa de chá?
–Sejam bem vindos! Sou Kuchiki Rukia e os servirei essa noite! – Não pode ser. Ela estava a minha frente completamente transformada. Linda para ser exato. Veste uma yukatalilás com flores de sakura. Os laços de tom vermelho. Os cabelos presos em um arranjo de flores delicadas e lilás. Não sei que tipo é. Não sou bom nisso. Sorria de forma suave e com maestria e delicadeza iniciou o preparo dos chás. Toda a cerimônia era preparada em completo silêncio e contemplação. Todos estavam embabascados com a bela baixinha. Isso deve ser algum tipo de castigo divino. Torturar-me com esse anjo.
–Fecha a boca Kurosaki! Não permito que ouse se insinuar pra cima de Kuchiki-san! – Se fez presente o diretor do hospital. Vi o assombro de Rukia com aquele rosto branco, mais que o normal já que estava maquiada com bastante pó de arroz, me olhar pela primeira vez. Creio que só percebeu que estou aqui após a suave apresentação de Ishida-san.
–Deixa diretor! Quando era dessa idade também não resistia ver essas belas gueishasapresentarem esse maravilhoso espetáculo! – Tentou vilmente me defender, aquele que acredito ser o prefeito. Um sujeito gordo e sorridente.
–Huhum! Perdão senhor prefeito, mas não sou nenhuma gueisha! Elas possuem todo um preparo que sequer iniciei! – A voz de Rukia assomou suave e melodiosa. Não resisti e esquadrinhei cada canto dela com meus olhos. Lembrei-me dela molhada. De seus lábios macios. De sua barriga quente e plana. De sua cintura fina e escultural. E... Parei. Já estou molestando Rukia com meus pensamentos pervertidos. Não posso me esquecer da promessa que fiz a Sora-san. Tenho que cuidar de Inoue-san e me redimir do que fiz com ela. Não tenho perdão.
–Bem! Creio que possamos continuar, não? Minha querida continue e perdoe essa interrupção! – Ishida se desculpou com descaro, já que foi ele que começou tudo isso. E reiniciou o delicado preparo, acompanhado com delícias da mesa japonesa. Mas não estava encantado com nada a mesa ou os importantes representantes ao meu redor. Só tinha meu anjo a minha frente. Por mais que eu queira, não conseguirei esquecer sua delicadeza, sua ternura. Enxugou meus cabelos e ainda sinto o calor de suas mãos, o carinho expresso em seus olhos, como uma ternura materna. Rukia será uma excelente esposa e mãe. Perfeita. Mas não sou merecedor dela.
É isso galerinha!Ficarei esperando os reviews com as opniões de vocês!Não tenho estado muito inspirada ultimamente, mas vou tentar melhorar e demonstrar o que quero!Esse cap foi draminha, mas prometo não puxar pra esse lado nessa fic!Quero risos e emoções, não lágrimas e chororô!kkkk!Vejos vcs semana que vem! Beijocas,
JJ
