N/A: Estou de volta! E, esse capítulo basicamente, é forte. Se vocês não gostam de coisas assim, ou se sentirem de alguma maneira ofendidos, apenas pulem o capítulo e não leiam etc ou então chamem a polícia pra mim mesmo. Zoeira, não chamem a polícia.

Glee, ou as pessoas aqui mencionadas não me pertencem, e isso é uma história fictícia. Parando com as baboseiras, vamos ao capítulo.


Acordei completamente dolorida, não me dei conta do que havia acontecido. Abri meus olhos e comecei a me esticar, quando notei que estava nua. Inicialmente não me importei, até que eu vi a cabeleira loira da mulher ao meu lado. Instintivamente puxei o lençol que estava por cima dela. E notei que ela também não vestia muita roupa. Certifiquei-me de que ela dormia, e me dirigi até o banheiro. Resolvi tomar um banho, me sentia dolorida e estranha.

Enquanto me ensaboava, flashes do que acontecera na noite anterior me vinham à cabeça. Cory bêbado, a dancinha de Naya... e Dianna. Escondi as mãos no rosto enquanto tentava me lembrar do que acontecera realmente...

"Então eu acho que está certa em fugir. Você tem uma chance. E então eu vou te enlouquecer, como você me faz " ela disse. Abaixou sua cabeça, fazendo seus cabelos brincarem em meu rosto, seus olhos brilhavam e seu sorriso era enlouquecedor. Fechei meus olhos. Puxei a nuca daquela loira e juntei nossos lábios. Ela sorriu entre o beijo, e levou suas mãos à barra de minha camisa. Ela hesitou, então, peguei suas mãos e a ajudei na tarefa. Logo ela já estava sem a dela também.

Seus beijos ficaram mais selvagens, como se ela desesperasse por um há décadas. Quando precisamos de um pouco de ar, ela direcionou sua boca para meu pescoço, causando imediatamente sons involuntários. Estávamos ofegantes, ela levantou sua cabeça para começar a observar minhas reações. Riu travessamente, e começou a fazer um caminho com sua língua em meu corpo. Com minha respiração já alta e ofegante novamente, ela a passou na barra de meus shorts. O som que se seguiu, alto e claro, foi impossível de se evitar. Felizmente foi logo abafada pela boca de Dianna, que disse com uma voz ouça e sexy:

"Você tem de fazer menos barulho, Lea... Senão o Charlie fica louco..." ela voltou para meu pescoço e um suspiro escapou. "Shh, Lea, estou tentando me controlar, mas você não está cooperando..." Não consegui dizer nada, sua língua agora passeava novamente por meu corpo. Lentamente, provocantemente. Arqueei minhas costas quando ela passou pelo meu abdômen novamente. Distribuiu beijinhos e mordidinhas em nele e mordeu a barra dos meus shorts: foi deslizando com eles pelas minhas pernas, o tirando. Voltou para meus lábios, já me encontrava somente de calcinha, que com certeza já estava inundada. Eu parecia uma boneca de pano, molenga, sem saber muito bem o que fazer. Apenas gemia, de acordo com a intensidade de seus toques.

"Você deveria ter fugido, não é Lee?" Não conseguia formar uma frase direito, balancei minha cabeça afirmativamente, e levei um chupão no pescoço, deixando um gemido alto escapar. Abri os olhos, ficando imediatamente hipnotizada pelos seus, que brilhavam. "Agora.. Hm... Tarde demais." e, dizendo isso, se colocou sentada sobre meu ventre, seu centro quente sendo fortemente notado em meu abdômen, as pernas pelo lado das minhas coxas. Prendeu meus pulsos contra o colchão, e, em um movimento rapino, encontrou seus lábios nos meus. Invadiu minha boca com a sua língua, e com a mesma fez um caminho até meus seios. Refez o caminho, e beijou um ponto específico de meu pescoço, fazendo ali uma marca, e continuou por ali fazendo marcas. Sentia uma pressão entre as pernas, e minha cabeça confusa, sem capacidade para falar qualquer coisa com algum nexo, minhas pernas estavam bambas, como se não existissem mesmo. No meio daquela explosão de sentimentos, senti Di tentar tirar minha calcinha com a boca. E o que eu temia. Estava completamente inundada. Olhou para mim com a pior cara de safada que conseguiu, e continuou com aquela tortura. Seus beijos subiam as pernas, e eu me arqueava, debatia e gemia continuamente, a fazendo sorrir.

"Di... para... por favor... Di..anna" gemi.

"Nãão... Você sabe que não é bem isso o que você está querendo, não é mesmo, Lee? Você ficou me provocando, provocando... Isso é" ela passou a língua pelas minhas coxas" o mínimo" fez uma marca no interior dela "que eu posso fazer." Olhou em meus olhos e mordeu os lábios, ela era perfeita. "Você é gostosa." ela concluiu.

Em outro movimento rapino, ela alcançou o meu ouvido, e sussurrando, disse:

"E você é somente minha hoje." gemi ao ouvir tais palavras, esperando pelo que havia por vir.

Usou sua língua mais uma vez, e colocou sua língua em minhas coxas, até atingir onde eu mais queria. Arqueei minhas costas, gemendo alto, enquanto ela me fazia ficar louca com sua lentidão.

"Dianna... dianna, para... com essa tortura...logo... por favor..." tentava dizer.

"Lea.. Não estou te entendeendo... fala mais uma vez..." ela respondeu, parando seus movimentos com a língua.

"Dianna..." comecei.

"Desde que eu te conheci te imaginei assim... gemendo meu nome..." terminou, levantando seus olhos para encontrar os meus.

"Paara, com essa...tortura... acaba loogo..." continuei.

"Eu até continuaria... mas eu sou uma garota muito boazinha... sabe..." respondeu, colocando logo 3 dedos em mim. Soltei um gemido alto, quase um grito, enquanto me contorcia. Fechei meus olhos com força quando ela começou a sugar com força meu clitóris. Começou a fazer movimentos circulareslentos com a língua enquanto bombeava seus dedos o mais rápido que podia. Era uma confusão de sensações, e eu me contorcia na cama, enterrando meus dedos em seu cabelo, esperando um maior contato, se possível. Ela ria de minhas reações. Aumentava e diminuía a velocidade quando queria, me fazendo implorar por mais e mais.

"Mais... rápido.. Dianna" Eu gemia, entre suspiros

"Peça como a educada senhora que você é, minha lady."

"Por favor, Dianna, por favor" respondi, mais como um gemido. Ela de repente parou todos os movimentos. Eu permaneci com meus olhos fechados, mas agora confusa.

"Mas que m.." fui interrompida por lábios atacando meu rosto e meu pescoço

"Você pedindo assim... Você não faz ideia do que faz comigo" Pressionou fortemente meu clitóris com seus -agora encharcados- dedos, me arrancando mais gemidos altos. Me fazia gritar sem se importar com quem pudesse estar ouvindo.

"Dianna, eu... por favor..." engolia palavras, enquanto ela rapidamente entendia o recado. Toda vez que sua boca me tocava, um gemido saía de minha, a incentivando a continuar.

Ouve-se então batidas na porta. Dianna parou completamente seus movimentos com as mãos, e parou sua boca. Começou a xingar enquanto retirava seus dedos e sua língua de mim.

"Mas que droga, puta que pariu, quem é que interrompe um momento desses? Que droga!" ela abriu a porta, e Naya estava lá. "O que é que você quer?"

"Eu sei que coisa aí está boa, mas manda a Sarfati gemer mais baixo, está atrapalhando o sono de todo mundo aqui."

Corei violentamente, tudo culpa de Dianna. Se é que era ela mesmo, Dianna bêbada...

"Só isso? Obrigada. Posso voltar pra mulher na minha cama?" fechou a porta com violência e fez uma expressão furiosa. Me levantei e caminhei até ela.

"Não fica brava, Dianna. Quer saber? Vem cá...O que você queria alguma coisa de mim mesmo?" me dirigi ao seu pescoço, e enquanto fazia chupões nele, acariciava seu corpo. Até que ouvi novas batidas na porta. Ela deu um grito de raiva e foi para a cama.

"Você ainda vai ver, Lea Michele..." ameaçou. Vesti um robe enquanto ela se enterrava entre lençóis e travesseiros.

Era Jenna. Amber não a deixava dormir em paz. Conhecia Jenna desde criança, não pude a recusar no quarto. Mas ainda estava rindo da raiva de Dianna quando adormeci.


Passei a noite em claro. Alguma coisa em Lea acendeu uma luzinha em mim. Fiquei a noite toda tentando afastar o desejo de seu corpo que eu sentia, e tentava decifrar outros sentimentos. Cheguei a conclusão de que eu preferia os beijos de Lea do que os de qualquer outro. E achei essa conclusão estranha, eu não devo estar nos meus melhores dias. De qualquer maneira, eu preciso conversar com Lea sobre isso, não pode passar batido uma coisa dessas...

Quando consegui fechar os olhos e adormecer, algumas frestas de luz já passavam pela cortina, Lea estava acordando e fazendo um ''equilibrismo'' para passar por cima de Jenna, e chegar ao banheiro. Coitada de Jenna, pensei. Ontem minha raiva e frustração foram todas descontadas mentalmente nela. Mas o que será que Amber fez para Jenna vir parar no meu quarto e de Lea justo naquela hora?! Muito sacana essas meninas...

Lea entrou no banheiro e refleti se eu realmente queria ter uma conversa com ela. Claro, não me arrependo de nada que havia feito na noite anterior, a não ser não ter conseguido satisfazer Lea em tempo suficiente até as interrupções desnecessárias que ocorreram. Mas novamente havia um probleminha... Jenna ainda estava em nosso quarto, e bem, acho que o tipo de conversa que se tem com sua melhor amiga que você tentou comer na noite anterior, não é bem um assunto que interessaria à ela... Ouvi o chuveiro ser ligado, e por um bom tempo não ouvi barulho nenhum, a não ser ele... Aliás, tempo demais. Melhor verificar, vai que Lea se matou lá dentro...

Duas batidas leves na porta. Nenhuma resposta. Bati novamente, dessa vez mais forte a audível. Ouço um leve ''quem bate?'' de trás da porta. Levei alguns segundos para decidir o que realmente eu responderia para ela

"Dianna Elise Agron, sua amiga, lembra? Te vi entrando no banheiro, mas não te vi saindo... Está tudo bem, Lee?"

"Está sim Di... Quer alguma coisa, ou bateu aí só pra ver se eu estava bem?" ela respondeu

"Na verdade, eu queria conversar uma coisa com você.." silêncio "..posso entrar?" mais silêncio... "Ah, qual é somos amigas!" ouvi o barulho do chuveiro sendo desligado

"Pode entrar... em um minuto!'' Algum pouco tempo depois, ela estava enrolada na toalha, embora estivesse com suas peças intimas e o cabelo pingando. "Ér, sabe.. não acho que Jenna se interessaria pelo o que eu tenha a te dizer. Volta lá pro banheiro..."

Ela se escorou na parede, e eu me sentei na tampa da privada. Mais silêncio. Será que ele nunca ia acabar?

"Bem, o que você queria me falar?" Lea falou, baixinho.

"Na verdade, era sobre ontem a noite..." respondi.

"Ahn, isso." ela resmungou. "Olha, Dianna, se você quiser esquecer, eu posso até fazer um esforço... Eu entendi, você estava bêbada e..." começou

"Claro que não!" a interrompi "na verdade eu iria te propor a mesma coisa, mas é que eu nunca conseguiria esquecer uma coisa dessas... Eu nem dormi de noite, preocupada com sua reação...

"Nossa, minha loirinha nem dormiu de noite.." ela disse, acariciando meus cabelos como se eu fosse uma menina de 4 anos "Quer que eu te faço dormir?"

"Naaah," disse, tirando delicadamente sua mão de meus cabelos. "acho que vou dispensar, fica pra próxima né?" ela esboçou um sorriso

"Dianna, posso te perguntar uma coisa?"

"Até duas meu bem.." respondi.

"O que nós.. O que nós... vamos ser.. daqui pra frente? Quero dizer, eu não posso, sair por aí como se nada tivesse acontecido, mas.. mas... por outro lado..." ela deixou subentendido "até porque eu tenho o Theo, apesar dos pesares... mas não quero deixar de ser sua amiga..."

"Mas nós somos amigas! Até mais que isso!" respondi

"É... o que? Estou confusa agora..."

"Eu ainda sou sua amiga, sua melhor e mais legal amiga..."

"Convencida" interrompeu

"Mas eu quero te beijar, te beijar até ficar sem ar, e é por isso que não gostaria de ter você só como amiga, você é muito gostosa!"

"Então, se eu quiser te beijar, eu posso?"

"Eu te agradeceria" respondi

"E se eu quiser.. sem querer.. passar a mão por seu corpo, te provocando, eu posso?" perguntou novamente.

"Eu creio que não, eu enlouqueceria" a respondi

"Você é muito safada Dianna! Fica só me querendo na sua cama... Mas na hora do vamos ver, não tem nada pra oferecer mesmo..."

"Vá se foder, Lea!" disse, rindo, e arrancando uma alta gargalhada da morena a minha frente.

"Você bem que tentou ontem" respondeu. "Eu quero te beijar agora"

"Tá esperando o quê?" rebati

Ela se aproximou rapidamente de mim, e juntou nossos lábios. Imediatamente ouvimos batidas na porta, e dessa vez até Lea ficou furiosa. Ela bateu os pés até a porta e, a abrindo violentamente, se deparou com Heather na porta.

"Mas o que é isso, primeiro Naya, depois Jenna, será que eu não posso... Ah, Heather.. desculpa... O que houve?"

"Só estou procurando a Naya... Vocês a viram por aí?"

"Naya? No nosso quarto? Espera, como você entrou?"

"Eu não sei, quando acordei Naya já não estava lá... E a porta está aberta..."

"E Jenna?" Lea perguntou

"Jenna? No seu quarto? O que ela veio fazer aqui?" Heather devolveu. "E o que vocês duas estão fazendo aí dentro?"

"Deixa pra lá. Não vimos Naya... Até mais Heather..." Heather saiu e eu tentei fechar a porta. Lea estava com sua toalha, fazendo o caminho para fora do banheiro "Lea, o que você está fazendo?"

"Estou morta de fome, e, embora eu deseje sua boca na minha, meu estômago está falando mais alto." Ela disse, vestindo as roupas.

Rosnei baixinho para ela, que riu, e deu um tapinha na minha cabeça, quando saí. Tomei um banho logo em seguida e também desci, recomposta. A água estava realmente gelada.

[...]

Depois de tudo lavado e devidamente no lugar, nos sentamos para algo que há muito não fazíamos entre o cast: conversar amenamente, assistindo televisão, como se fossemos apenas um grupo de amigos:

"Não acredto que já é terça feira. só mais um dia para voltar!" comentei, enquanto deitada no colo de Lea, recebia seus carinhos nos cabelos.

"Ficaremos aqui até amanhã de tarde, daí viajamos até LA, descanamos por um dia e retornamos na sexta para gravar." Chris se manifestou. Ouviu-se então um coro de "ooohs" cansados e desanimados. De volta a todo o stress do trabalho e da vida.


N/A Há quem irá dizer finalmente, há quem irá dizer que foi ato não consumado. E há quem vai me perseguir com pedras pela savassi. Até o próximo capítulo! Ah, e por favor, review para me manter inspirada! (Embora vocês possam acessar o site de macumba online pra isso também. Mas manteremos isso de uma maneira limpa e saudável para uma boa garota católica passar a páscoa em paz. :D)