Mais dois meses tranquilos haviam passado... Ben e Rey, cada um, tinha ido a uma missão rápida e eles mesmos nem acreditavam que já estavam namorando há sete meses e que no próximo mês era o primeiro aniversário do templo jedi deles. Leia vivia dizendo que o tempo passava muito mais rápido quando se estava em paz e feliz e eles tinham que concordar. Hoje seria um dia de folga especial: todos viriam visita-los em Coruscant, Leia, Poe, Finn, Chewie, Rose e Connix. À tarde as moças iriam fazer compras no shopping e os rapazes iriam assistir corridas de speeder no bar e a noite todos iriam jantar juntos em algum lugar.

Ben acordou com um frio naquela manhã. Estava no apartamento de Rey. O inverno estava chegando a Coruscant. Ele olhou para Rey e descobriu o porquê que estava com frio: sua linda namorada havia roubado todo o cobertor, estava coberta do pescoço aos pés, enquanto ele, nem um pouco... bem pelo contrário... estava nu naquele principio de inverno completamente descoberto e ao relento... Bufou. Mas teve uma ideia... Rey parecia um anjo dormindo, deitada de lado, com as costas voltadas para ele e toda protegida e aquecida pelo cobertor grosso... ele iria fazer ela provar do próprio veneno uma vez na vida... enfiou a mão embaixo do cobertor e encontrou as costas dela... começou a alisá-las... sentiu Rey se mexer um pouco... aproximou-se da orelha dela e disse:

- Acorda, Rey. – Ela gemeu alguma coisa que ele não entendeu, ainda visivelmente dormindo. – Acorda, você roubou o cobertor, eu estou com frio. – As últimas quatro palavras ele disse de maneira bem manhosa. Ela abriu os olhos e ele colocou a cara de cachorro pidão que ela não resistia, acabou acordando ao ouvi-lo falando daquele jeito.

- O que houve? – Rey disse sonolenta. – Por que você me acordou, Ben?

- Você me acorda três vezes por semana! Não se faça de sonsa – ele disse rindo. – Você roubou todo o cobertor, eu estou congelando.

- Ah, não! – Rey disse, prontamente se ajeitando melhor na cama e abrindo o cobertor para ele entrar. Ela o abraçou, o corpo dele estava muito frio mesmo, ela também estava nua e pode sentir o corpo dele todo frio quando entrou em contato direto com o corpo dela. Ela colocou as mãos no rosto dele, pescoço, peitoral, sentindo sua temperatura, ele realmente estava todo gelado. Abraçou-o mais forte para aquecê-lo – Nossa, Ben, você tá gelado mesmo! Tomara que não pegue um resfriado.

- Se você me aquecer, eu vou ficar ótimo... – Ben disse a Rey. Rey riu maliciosa para ele e disse:

- Isso é algum tipo de vingança pelas vezes que eu faço a mesma coisa que você está fazendo agora?

- Não necessariamente – ele respondeu devolvendo o mesmo sorriso. – Eu realmente estou com frio, você tá vendo, você mesma disse que eu estou gelado!

- Tá bom, - ela respondeu rindo e beijou-o. Ben prontamente mordeu o lábio inferior dela pedindo passagem, concedida um segundo depois, Rey sentiu sua boca invadida pela língua dele, as línguas brigaram por dominação... Ben parou o beijo, segurou Rey pela cintura e colocou-a em deitada em cima dele sem saírem do cobertor (estava frio...). Rey beijou-o novamente, segurando os lados da cabeça dela, ela já podia sentira a excitação dele na coxa dela. Ela já quase não sentia o corpo dele frio, ela estava mesmo aquecendo ele. Rey sentiu a mão direita de Ben abandonar sua cintura e ir em direção a sua intimidade, diretamente no clitóris. Ela parou o beijo quando ele tocou-a, inclinando a cabeça para trás e gemendo. Ben aproveitou que isso deixou o pescoço dela na altura dos seus lábios e beijou-o, sem parar de tocá-la. Enquanto circulava o clitóris dela com o dedão, Bem colocou dois dedos de uma vez dentro de Rey e ela gritou quando ele começou a movimentá-los para dentro e para fora. Com a outra mão ele puxou-a para um beijo. Ben retirou os dedos e Rey encaixou-se em cima do pênis dele e começou a se mover para cima e para baixo. Ben segurou-a pelos quadris e ajudou nos movimentos. Não demorou muito e ele gozou dentro dela com um gemido que Ben abafou com a boca fechada. Ele tinha que admitir... foi apressado demais... perdeu o controle... isso nunca tinha acontecido antes... mas ele não ia deixar sua amada a ver navios, nunca. Antes que ela pudesse fazer alguma coisa, ele inverteu as posições, ficando por cima dela, ainda debaixo do cobertor. Rey se assustou com o movimento brusco e disse:

- Ben, mas o que... – mas ele colocou dois dedos nos lábios dela e disse:

- Eu sei o que aconteceu, tá bom? Eu me apressei, desculpe, mas não vou ser desses namorados burros que não fazem as namoradas felizes, não vou mesmo. – Rey ainda estava tentando entender o que ele disse, sentiu os lábios dele nos seus e se deixou levar. Sentiu então novamente os dedos dele no seu clitóris, e entendeu: ela não gozou e ele ficou meio bolado e estava "consertando". Por ela, sem problemas. Ben desceu para o pescoço dela e foi aumentando os movimentos aos poucos, e Rey gemeu mais alto. Ben desapareceu dentro do cobertor, sem parar o movimento com os dedos, agarrou os seios dela, colocou os lábios em um e chupou com vontade enquanto ainda movimentava os dedos lá embaixo nela. Ela parecia está mais perto. Deu atenção ao outro seio dela, quando viu que iria ser agora e não deu outra:

- Beeeen – ela gemeu. Mas Ben ainda não se deu por satisfeito. Arrancou o cobertor, jogou-o no chão. Sabia que estava frio no quarto, mas não para eles... eles estavam quentes... Desceu e abocanhou com vontade a intimidade fazendo-a gemer alto. Para ter um acesso melhor, colocou as pernas dela em cima dos próprios ombros e Rey colocou as mãos naqueles cabelos negros que ela tanto amava... Ben beijou-a, lambeu-a sugou-a... Rey se contorcia na cama, ora gemendo, ora dizendo o nome dele. Quando ele levantou os olhos para olhá-la nos olhos, foi justamente a hora que ela gozou novamente com um gemido mais alto. Ben então subiu e colocou o rosto no pescoço dela, ela abraçou a cabeça dele, recuperando o fôlego. Rey recuperou o fôlego e ficou alisando os cabelos de Ben e ele ainda ficou com o rosto enterrado no pescoço dela.

- Vai ficar aí o dia todo? – Rey perguntou em tom divertido. Ben saiu do "esconderijo", meio corado, e sério. – O que aconteceu, Ben?

- Desculpe, eu não era para ter feito isso. – Ele respondeu e puxou o cobertor que ele havia jogado no chão com a Força e os cobriu novamente. Ele claramente estava evitando olhar nos olhos de Rey. Estava realmente envergonhado de ter perdido o controle.

- Ben... – Rey começou rindo para ele, mas ele desviava o olhar. – Você não fez nada de errado, pare de agir como se tivesse feito. Não precisa você me pedir desculpas por isso.

- Eu não consegui esperar você, - ele disse.

- Bom... um dia isso ia acontecer, eu acho - ela disse rindo. Rey pegou o queixo dele o fez olhar nos olhos dela. – Relaxa, Ben, você compensou isso depois. – E beijou-o. Ele interrompeu e disse:

- Você não tá chateada?

- Quer que eu mostre que eu não estou chateada...? Quer que eu te prove isso?– Rey perguntou pra ele de um modo bem malicioso. Não esperou ele responder, jogou novamente o cobertor no chão, estava frio, mas a visibilidade ia ser mais importante nesse momento. Ela beijou-o nos lábios, agarrando os cabelos dele, entrelaçando os dedos neles com vontade. Quando ele foi agarrar a cintura dela, ela o soltou, deu-lhe um sorriso maroto e disse: - Só observe...

Rey se ajeitou na cama ficando de barriga para cima, abriu ligeiramente as pernas, fechou os olhos, mas sem abandonar o sorriso malicioso nos lábios, mordeu os lábios inferiores e então levou a mão direita à própria intimidade e começou a se tocar. Ben arregalou os olhos ao ver isso. Desde aquela noite que a surpreendeu fazendo isso, dois meses atrás, e pediu a ela pra um dia fazer novamente para ele ver que ele pensava em quando poderia ver isso. Mas Ben não pediu novamente a ela, chegou a tocar no assunto quando voltou da sua missão, apenas brincando com ela, perguntando-a como havia sido, essas brincadeiras bobas deles, mas deixaria ela fazer isso quando ela se sentisse confortável para tal, Ben nunca forçava sua Rey a nada. Aparentemente ela se sentia confortável agora... ela continuava tocando-se com a mão direita, Ben notou que ela tocava exatamente os mesmos lugares que ele tocava, ele sorriu maroto, ele realmente fazia um bom trabalho então. Ela soltou um gemido baixo, mais baixo do que seria se fosse ele fazendo o serviço... talvez ela ainda estivesse um pouco encabulada... ou quisesse ir devagar.

A mão esquerda dela que estava parada no lençol subiu para o seio esquerdo e ficou brincando com o mamilo e a direita começou a trabalhar mais intensamente e ela gemeu mais alto. Ben tinha medo até de piscar e perder um segundo sequer desse espetáculo particular que estava vendo, nem sequer se lembrou de que estava frio. Rey colocou dois dedos dentro dela e gemeu "Ben...". Nossa... ela chamava o nome dele até sozinha... Ben já estava começndo a ficar muito excitado de novo... Rey retirou a mão esquerda do seio e Ben pegou-a, beijando-a levemente. Ele ficou segurando-a até o final. Ela finalmente abriu os olhos e o viu olhando para ela, sorrindo. Ben disse a ela, sussurrando em seu ouvido:

- Não pare agora, Rey, você tá quase lá... – e ela continuou, entrando e saindo com um pouco mais de velocidade, fechando os olhos novamente, até que ela gemeu mais alto "BEN!" enquanto fechava as pernas em torno dos próprios dedos, gozando. Rey retirou os dedos de dentro de si. Abriu os olhos e Ben a beijou, ele colocou as mãos nos seios dela e ela gemeu dentro da boca dele, entendo que tudo ia acontecer novo... Ele interrompeu o beijo, pegou a mão direita dela e levou os dedos dela a boca, sentido o gosto dela, olhava intensamente para ela enquanto fazia isso. Lambeu-os até não restar nada, beijou-a, posicionou-se em cima dela e penetrou-a novamente. Ben respirou fundo. Ele ia enlouquecer se fizesse aquilo de novo... começou devagar, escutando os gemidos baixos dela no seu ouvido. Notou Rey fazendo movimentos mais rápidos com os quadris, e aumentou um pouco também os movimentos, não demorou e ela já estava gemendo em seu ouvido:

- Ben...

Continuaram nesse ritmo por um tempo, até que Ben achou que era seguro aumentar a velocidade e Rey gemeu mais alto, arranhando as costas dele: sempre um bom sinal. Mais algumas vezes e ela gritou e ele a sentiu chegando lá. Ele liberou-se logo em seguida. Saindo de cima dela, ficaram um de frente para o outro mas de olhos fechados recuperando o fôlego. Essa tinha disso uma manhã muito produtiva... Ben abriu os olhos e disse:

- Ok, eu acredito, você não tá chateada – ele riu. Rey abriu os olhos rindo também e se levantou para ir ao banheiro e realmente estava muito frio, alguma coisa estava errada. Ela foi verificar o termostato central na sala de está/jantar na volta do banheiro (o banheiro no apartamento dela não ficava no quarto como no de Ben) e o aquecimento havia pifado.

- BEN! O AQUECIMENTO PIFOU – ela gritou. Ela escutou ele soltar um palavrão: Rey podia ser a que foi criada no deserto entre eles dois, mas Ben odiava frio muito mais que ela. Rapidamente ela interfonou para a manutenção do prédio que disse que mandaria um dróid para ajeitar dentro de uma hora. Voltou para o quarto, pegou outro cobertor no armário e sentou na cama novamente e contou a Ben, já devidamente enrolado no cobertor que estava novamente no chão, que disse:

- Uma hora? A gente vai congelar! O dróid vai chegar e ver dois picolés de jedi... Vamos lá para o meu apartamento, tomamos banho e voltamos agasalhados para esperar o dróid. – E assim foi feito. Dentro de 50 minutos eles estavam de volta ao apartamento de Rey, o dróid ajeitou o aquecimento, mas demorou mais quase duas horas para o ambiente ficar quente novamente. Eles já estavam preparando o almoço quando se sentiram seguros de tirar os casacos. Comeram tranquilamente, desfrutando de um ambiente quente novamente. Lavaram a louça, ajeitaram-se para sair (sapatos, casacos...) e foram se encontrar com o pessoal.

Eles se encontraram no bar que os rapazes iriam assistir a corrida, que por acaso era vizinho ao shopping que as meninas iam fazer compras. Ficaram uns 20 minutos conversando, todos querendo saber como estavam (Finn parecia que tinha escrito na testa dele que ele tinha aprendido a lição... se é que entendem). Leia deu um longo abraço no filho, ela achava muito difícil essa vida deles em planetas diferentes mas era muito feliz por ele está bem. Connix já queria falar do novo namorado... Chewie parecia muito mais limpo do que Rey ou Ben se lembravam da última vez. Poe estava com uma cara de poucos amigos. E Rose estava tímida, como sempre. Depois disso, os homens sentaram numa mesa de frente a grande tela e as mulheres se despediram deles, saindo pela porta.