Capítulo 9 ou Epílogo

No qual Lily diz sim

ou

O capítulo final

-Vai começar.

-Chiu.

-A Evans chegou!

Até aqui, tudo normal. Ia começar o James VS Lily, versão almoço. Sentei-me e comecei a almoçar, esperando o outro protagonista.

-Bom almoço, minha ruivinha! – chegou! Beijou-me na bochecha e eu fiz o mesmo.

-Olá, James! – as quatro casas entraram em estado de choque. James abriu o sorriso, quase rasgando a cara.

-É hoje que vais comigo a Hogsmeade?

-Depende. Ouvi dizer que me amas; é verdade? – toda a gente olhava para nós, boquiaberta. James estava estático.

-Ah-ah é, Lily. É verdade. Eu amo-te. – sorri e abracei-o.

-Amo-te, James Potter. – sussurrei-lhe E sim, é hoje que vou contigo a Hogsmeade.

-Verdade? – a cara dele era de pura felicidade. Assenti e ele beijou-me. Lamento minha gente, mas o beijo é meu e não vou falar. Morram de inveja!

O Salão explodiu em festejos e palmas.

-Aleluia! – replicou Sirius.

-Cala-te, Padfoot. – mandou James.

-Ora pois bem.. eu e o James estamos bem, O Remus e a Dora nem vou comentar já que o espelho funciona nos dois sentidos! Portanto… e vocês?

Sirius e lene coraram violentamente.

-Lamento lily… - ela abraçou-o e ele retribuiu.

-… mas vocês foram os últimos!

-Fui traída! Quando?

-Errrr… Poderá ter qualquer coisa a ver com uma noite de fria e a aparição de um cão…

Enquanto continuava a fazer o drama de mulher traída, a Dora lembrou-se de uma coisa.

-Então… os Marauders estão, oficialmente, todos comprometidos!

-E não é que ela tem razão? – apoiou Lene.

-Vamos ter de avisar a mulherada, né? – perguntei. Entreolhámo-nos e, ao mesmo tempo, subimos para cima da mesa, sob os olhares espantados de alunos e professores.

-Sonorus. Hum-hum. – pigarreei, atraindo a atenção de toda a gente. – É só para avisar que os Marauders estão comprometidos, sem nenhuma excepção.

-Logo, é de bom tempo avisar que nenhuma de nós hesitará em arrancar alguma coisa se derem em cima dos nossos rapazes.

-Não vai demorar muito até que se fartem de vocês! O James é meu, Evans! Não o vais segurar por muito tempo! – vê lá se não é a Barbie-mor do baile.

-Apoiado!

-Vocês não duram muito! – para meu espanto, os três rapazes subiram para cima da mesa e defenderam-nos.

-Lamento, meninas, mas eu pretendo namorar, casar, ter filhos e morrer ao lado desta ruiva.

-Concordo contigo, caro Prongs! Eu tive de aguentar muito para garrar a minha morena. Tão cedo não se livra ela de mim!

-Idem, Padfoot.

-Obrigada pela vossa atenção. Finito.

Descemos da mesa e saímos do Salão de mãos dadas.

(Macgonnagal P.V.)

Eu sabia que os meus Marauders iriam acabar laçados por aquelas três.

-Albus?

-Sim?

-Deves-me dez galeões.


(N.A. P.V.)

O resto do ano não tem muito que se conte. As meninas acostumaram-se com o namoro dos Marauders e não chatearam muito (convém referir que uma Hufflepuff tentou beijar o James á força… Passo uma semana na Ala hospitalar)

(primeiro dia de férias depois do curso de Aurores)

-James?

Estavam sentados debaixo de uma árvore, observando o pôr-do-sol, abraçados.

-Sim, meu lírio?

-Que achas do nosso filho se chamar Harry?

-Eu gosto muito.

-Óptimo!

-Lily?

-Sim?

-Tens algo a dizer-me?

-Tenho. Harry James Potter está oficialmente a caminho… James? JAMES!


(um ano depois)

Dois adultos e um bebé, rodeado de amigos. Remus e Dora estavam lado a lado e amavam-se. Sirius e Lene estavam de mãos dadas e sorriam ao bebé. Dumbledore conversava com Dorea e Charlus Potter, os pais de James. O meu marido estava com um braço na minha cintura e com a outra mão fazia festinhas ao Harry, que estava ao meu colo. O nosso filho: igual ao pai mas com os meus olhos.

-Está tudo como deve estar, meu amor. Amo-te muito. A ti e ao Harry. – uma lágrima deslizou pela minha cara. – Estás bem?

-Estou feliz, James. Amo-vos muito e hei-de amar-vos para sempre. Apenas estava a pensar em como um momento pode mudar tudo… Um momento apenas…


Obrigada por lerem a minha primeira long-fic! Adoro-vos a todos!