Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. Pov. Edward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


Capítulo 10

Caminhei lentamente em direção à cama, sem deixar de olhá-la.

Então, subi na cama de joelhos rastejando por seu corpo, quando pairei sobre ela, Isabella sorriu passando os braços em volta de meu pescoço.

- Ana lik ya habibi! - sussurrou puxando-me para baixo e sorri.

Acariciei o seu bonito rosto antes de pressionar os meus lábios nos dela... ...primeiro, delicadamente, mas quando o meu corpo encostou-se ao dela, eu pude sentir cada curva macia de seu corpo, mesmo através de minhas roupas, foi como se a minha pele se incendiasse, então passei a beijá-la com ardor.

Tomei a sua boca, sugando a sua língua, ela gemeu contra os meus lábios e me abraçou com os seus braços e pernas. L'na! Ela estava molhada e pude sentir conforme ela se esfregava em mim.

Tão bom...

- Edward... - ela choramingou contra a minha boca, entendendo muito bem o que ela queria, me afastei, ficando de joelhos entre as suas coxas.

- Ah ghazal... Quando eu terminar com você, nunca mais terá duvidas. - sussurrei já tirando a gravata e a camisa.

- Duvidas? - ela suspirou mordendo o lábio e sorri.

- Sim, você terá certeza que pertence a mim.

Ela engoliu em seco e só ficou olhando nos meus olhos.

Levantei-me da cama para me livrar das calças e cueca, o meu pênis saltou livre e o acariciei olhando pra ela.

- Venha Sheik... - ela abriu os braços de novo e mais uma vez, eu fui de bom grado.

Ambos suspiramos quando os nossos corpos nus se tocaram.

A sua pele macia e cheia de curvas de encontro com a minha, me fez duro e desejando mais e mais a minha Ghazal.

- Você é tão linda Isabella... - sussurrei antes de começar a beijá-la.

Mas não fiquei muito tempo em sua boca, embora pudesse beijá-la para sempre, eu queria mesmo era prová-la todinha.

Então ao deixar a sua boca, passei a explorar o seu corpo, beijando e lambendo o seu pescoço, descendo os meus lábios mais e mais até chegar aos seus lindos seios, local em que provei os mamilos, os chupando e mordendo. Isabella se contorcia e suspirava em baixo de mim, as suas mãos em meus cabelos, puxando-os enquanto ela pedia por mais.

Depois de dar a devida atenção aos seus lindos seios, desci mais os beijos... Beijei, chupei e mordisquei as suas costelas e desci para o estomago, até chegar à melhor parte, a sua deliciosa buceta.

Abri as suas coxas e beijei o interior delas, Isabella grunhiu e como ainda tinha as mãos em meus cabelos, tentou empurrar a minha cabeça para a sua necessitada buceta. Lambi os meus lábios, mas não a deixei comandar, era a minha vez de mandar nela, no seu corpo, na sua alma.

Tirei as suas mãos de meu cabelo e as segurei ao lado de seu corpo, ela suspirou me olhando e sorri antes de enterrar o rosto em sua necessitada vagina. Isabella gritou com o primeiro toque de minha língua.

Lambi-a com deleite, gemendo no sabor de sua excitação.

Mas eu queria mais que prová-la, eu queria devastá-la.

E foi o que fiz. Eu a burilei, eu a chupei, e sem vergonha alguma, eu a fodi com a minha língua. Isabella suspirava e gemia empurrando cada vez mais a sua buceta em minha boca, até que tive que soltar suas mãos e agarrar sua bunda, para que eu pudesse chupá-la da maneira certa.

Quando senti que ela estava próxima de vir, inclusive já podia sentir os tremores de sua buceta, eu me afastei lambendo os lábios.

- Você é deliciosa... - murmurei pairando sobre ela, Isabella me encarava ofegante e com o rosto corado.

Sorrindo, esmaguei os meus lábios nos dela, beijando-a com urgência. Ela chupou a minha língua, provando o seu próprio gosto e aquilo foi a minha perdição.

O meu pau estava tão duro, que eu viria em breve, mas eu queria vir dentro dela. Para marcá-la como minha.

Agarrei a sua coxa a abrindo para mim e sem deixar de beijá-la, empurrei para dentro dela. Isabella arfou, afastando a boca da minha e sorri entrando cada vez mais.

L'na, ela era tão apertada.

- Edward... - choramingou agarrando os meus ombros, eu sorri empurrando mais, tomando-a por inteiro.

- Sim, Ghazal, me diga o que quer...

- Você e só você... - suspirou cravando as unhas em meus ombros, eu gemi e saí dela quase todo, só pra voltar empurrando com força.

- Sou todo seu, Isabella, sempre seu... - jurei tomando os seus lábios, em seguida, a fodendo com vontade.

O meu pau entrava e saia, o som de nossos corpos se chocando e o da sua buceta molhada me tomando, me faziam cada vez mais e mais excitado... A sensação de suas paredes espremendo o meu pau era deliciosa. E sem vergonha alguma, eu viria em breve, como um adolescente desajeitado.

Mas eu precisava que ela viesse também, eu tinha que sentir o seu prazer antes de ter o meu, então afastei a boca da dela e passei a beijar o seu pescoço, fui descendo e descendo, até chegar aos seus seios e tomei um mamilo na boca.

- Oh meu... - Isabella gritou cravando as unhas com mais força, enquanto enrolava as suas pernas em meus quadris.

A sua buceta ficou mais aberta e pude ir mais fundo, sentir mais dela.

- Edward...

- Por Alá Ghazal, venha pra mim...

- Estou quase... Oh meu... - mordi o seu mamilo, o chupando em seguida, passei para o outro seio, ela suspirou arqueando o seu corpo de encontro ao meu.

Sentindo as minhas bolas pulsando e sabendo que estava cada vez mais perto, levei a minha mão ao seu clitóris e belisquei-o, ao mesmo tempo em que mordia o seu outro mamilo.

- Ahh... - ela gritou, senti o seu corpo se convulsionar e a sua buceta piscando.

Por Alá, ela estava em seu limite...

Ela veio com força, pois a sua buceta pulsou tão forte, quase esmagando o meu pau, estava tão apertada que era difícil de me mover. Empurrei mais forte, gemendo a cada arremetida, depois de duas ou três bombadas, eu vim com abandono dentro dela.

O meu corpo caiu sobre o dela, senti-a me abraçar com os braços e pernas, enterrei o meu rosto em seus peitos, querendo nada mais do que passar a noite ali. Mas sabia que o meu peso a machucaria, então com um pouco de dificuldade, eu nos virei a deixando sobre mim.

Ficamos em silêncio alguns minutos, respirando com dificuldade, os nossos corpos moles recuperando a força, mas sem deixar de sorrir, pelo menos eu, como um idiota. Afinal agora ela era minha.

De corpo e alma...

- UAU! - ela falou depois de alguns minutos e sorri.

- Tudo bem ghazal?

- Isso foi incrível!

- Eu disse que seria... - ela riu baixinho e virou a cabeça para me fitar.

- Obrigada por não desistir de mim.

- Você vale à pena, Ghazal. - ela sorriu e se aconchegou a mim.

Sorri também e puxei os lençóis sobre nós.

Estávamos uma bagunça, suados e um pouquinho sujos pela nossa atividade, mas nem liguei.

Tudo que eu queria agora era passar a noite com Isabella em meus braços.

E ela parecia não se importar também, pois adormeceu em poucos minutos agarrada a mim.

[...]

Mirei Isabella do outro lado da mesa, ela bebia o seu suco, tentando esconder o sorriso, já eu sorria abertamente fitando-a, ela corou e sorri mais.

Tão bonita... Com certeza, ela estava se lembrando de nossa noite e de como lhe acordei um pouco depois, querendo mais dela... Ah, e nessa manhã também.

Agora que eu a tinha, queria aproveitar cada momento para fazê-la minha.

- Edward? - Hassan estalou o dedo na minha cara, me afastei encarando-o.

- O quê?

- Perguntei se vai à empresa comigo e Isabella?

- Ah, huh, claro.

- Certo. Isabella está pronta? - ela estava corada, com certeza, tão distraída quanto eu.

- Sim, sim, vou huh, só escovar os dentes.

Ele assentiu e ficamos olhando enquanto ela ia, eu não parava de observar o balanço de seus quadris, já imaginando ela de quatro enquanto a fodia por trás...

- Ai... - resmunguei ao levar um tapa na nuca, olhei feio para Hassan. - Por que fez isso?

- Transou com ela?

- Bem, sim.

- L'na. Por que fez isso Khay?

- Uh, porque eu sou louco por ela, e a queria. Você sabe disso.

- Sim, mas se tem sentimento pela moça, devia mantê-la pura até o casamento.

- Mas não sei quando vamos nos casar.

- Como assim não sabe? Ela não vai pra Al Fujayrah conosco?

- Vai.

- Então, ela será a sua esposa.

- Na verdade, não... Ela vai só como a minha amante mesmo... - mal terminei de falar levei outro tapa na nuca.

- Hassan pare de fazer isso!

- Então pare de ser idiota.

- Por que sou um idiota?

- Você quer levar essa pobre moça ao nosso país, e não vai nem lhe dar a proteção de seu nome?

- Uh...

- Edward, se a levar como amante, ela será considerada pior que um camelo.

- Hey, isso...

- Não me diga isso... Sabe muito bem que a nossa mãe não era muito considerada por ser inglesa... Mesmo ela tendo a proteção do nome de nosso pai, ela demorou a conseguir a aprovação e respeito do povo. Se levar Isabella conosco, somente como uma amante, você a perderá para sempre.

- L'na!

Ele estava certo, é claro, eu não podia levar Isabella como amante. Não sabia onde estava com a cabeça quando fiz tal proposta. Precisava, eu tinha...

- O que vou fazer?

- Vai se casar com ela.

- Vou?

- Sim, case no civil e lhe dê o seu nome e a sua proteção. Quando chegarmos a Al Fujayrah, vocês se casarão, como se devem, como um Sheik deve se casar.

- Isso é bom, mas e o tempo que lhe prometi?

- Bom, arrumar um grande casamento leva tempo, você terá esse tempo. Vocês dois terão.

- Certo! Isso é bom. Eu só preciso convencê-la agora.

- Acredito que não será tão difícil.

- Eu espero. Obrigado Khay.

- Pelo quê?

- Por não me deixar estragar tudo, às vezes fico tão ansioso que ajo por impulso.

- É para isso que servem os irmãos.

Sorrimos, Isabella se juntou a nós poucos minutos depois.

- Vamos?

Todos nos levantamos, mas Hassan negou.

- Na verdade, eu acabei de me lembrar de que preciso pegar uns documentos. Por que não vão na frente?

- Posso te esperar... - Isabella começou, mas ele negou.

- Não precisa ikhet, vá à frente com Edward e conversem. - ele me olhou atentamente e assenti entendendo.

Sim, precisávamos conversar urgentemente.

- Se tem certeza...

- Sim, sim, devem ir. - ele se despediu, já subindo para o seu quarto e me virei para Isabella sorrindo.

- Pronta Ghazal?

- Claro!

Peguei a sua mão entrelaçando os nossos dedos e levei-a para o carro.

Abri a porta da limusine para ela, entrei em seguida. Fechei o visor que nos separava do motorista e me virei para Isabella.

- Ghazal...

Mal abri a boca, ela estava me beijando.

Os seus lábios macios moldados aos meus, a sua pequena e doce língua em minha boca, tudo voou da minha mente e só a beijei de volta, provando o seu sabor, me deleitando com o calor de seu corpo colado ao meu.

E assim como o beijo, antes que eu percebesse, Isabella estava montada em meu colo, se esfregando em mim, sem vergonha alguma.

- L'na, o que deu em você, Ghazal? - murmurei com um sorriso, ela deu de ombro e passou a beijar o meu pescoço.

- Só quero estar perto de você.

- Isso é ótimo, mas...

- Ah espere, eu quero fazer uma coisa por você. - falou toda sorridente, e ri.

- O quê?

Rapidamente, ela se ajoelhou no chão no carro ficando entre as minhas pernas e começou a abrir as minhas calças.

- O que está fazendo? - guinchei e ela riu mais.

- Vou lhe dar um boquete.

- L'na. Aqui? No carro?

Sorrindo, ela terminou de abrir as minhas calças, já puxando o meu pau para fora, que ficou muito duro, assim que a ouviu dizer que iria me dar um boquete.

Sim, o meu pau tem uma mente própria.

- Hmmm, você já está pronto para mim... - sussurrou me olhando e gemi.

- Ghazal, não precisa...

- Eu quero. Quero muito. Deixe-me Sheik...

Por Alá! Eu viria em breve, só de ouvi-la falando assim.

Assenti, ela sorriu abertamente. Em seguida, lambeu os lábios e abaixou a cabeça provando o meu pau.

Arfei, com o calor de sua boca envolvendo o meu membro, os seus lábios macios o envolveram, no começo só a cabeça, a chupando, mas em seguida, tomando mais dele, o engolindo cada vez mais e mais.

E o que não cabia em sua deliciosa boca, ela envolvia com a mão, o massageando e apertando. E a junção dos dois era deliciosa.

- Ghazal, isso é maravilhoso. - ela me olhou sem tirar o meu pau da boca e gemi.

Só de olhar pra ela, eu estava perto de vir.

O meu pau pulsava, as minhas bolas inchavam e ela estava me deixando louco.

Ela me tirou da boca e sugou as minhas bolas, joguei a cabeça para trás perdido no prazer, em seguida, ela começou a me lamber, como se eu fosse um sorvete, podia ver o seu sorriso presunçoso, sabendo muito bem que me tinha de joelhos por ela.

Mas quando ela voltou a me chupar, me sugando e mamando o meu pau, eu agarrei o seu cabelo.

- Vou vir... - imaginei que ela se afastaria, mas ela só sorriu e me chupou mais forte, ao mesmo tempo em que a sua mão esfregava as minhas bolas.

E aquilo foi a minha perdição, o meu pau se contraiu, as minhas bolas pulsaram e eu vim forte, gritando e gemendo, enquanto o meu sêmen era derramado em sua boca. Ela me bebeu todo, fiquei mole sobre o acento, ainda não acreditando que só recebi um boquete na limusine.

Senti-a guardar o meu pau e fechar as minhas calças, ela o beijou sobre a calça, em seguida se sentou ao meu lado, deitando a cabeça em meu ombro e sorrindo docemente para mim.

- Você gostou?

- Se eu gostei? Foi incrível! - ela riu.

- Achei que você merecia por ser um namorado tão bom.

- Eu sou um bom namorado?

- Você é maravilhoso!

- Você que é maravilhosa Isabella. Tenho tanta sorte em lhe ter em minha vida.

- Você sempre diz as coisas mais doces.

- Vou dizer umas safadas para você, mais tarde. - ela riu ficando vermelha.

Como ela ainda podia ficar corada depois de ter me chupado? Ela não parecia nenhum pouco inocente com o meu pau na boca. E agora aqui estava ela, me olhando com os seus lindos olhos e bochechas rosadas, como uma menininha envergonhada.

Ela é perfeita...

- Por que não diz agora? - mordeu o lábio e ri.

- Mais tarde Ghazal... Já estamos quase chegando à empresa e eu queria falar uma coisa com você antes.

- Tudo bem. O que é?

- Huh, é sobre a nossa ida para Al Fujayrah.

- Não quer que eu vá mais? - ela começou a se afastar e a puxei para os meus braços.

- Não, quer dizer sim... L'na, sim eu quero! Eu quero muito! Mas não podemos ir como amantes.

- Como assim?

- Você estava certa, o meu país não é o mais indicado para mulheres. Elas não têm tanto valor quanto tem no seu. E se eu te levar como a minha amante, você será desprezada, e eu nunca poderia fazer isso com você Isabella.

- Tudo bem. Então não quer que eu vá mais...

- Não, eu quero que você vá!

- Como a sua namorada?

- Também não, um namoro também não seria muito bem visto.

- Eu não entendo Edward, quer que eu vá como?

- Como a minha esposa.

Isabella ofegou me encarando como se eu fosse um louco.

E eu até podia ser, mas se era loucura querer essa mulher como minha, eu seria um louco a qualquer hora do dia.


N/A: Oláaaaaaaaaaaa povo pervo

Amandoooooo os coments, vocês arrasam! \o/

Finalmente o Hassan colocou um pouco de juízo na cabeça desse Sheik u.u

Onde já se viu NE? Tem que se casar isso sim!

Agora, será que Bella vai aceitar?

EU já tinha me casado no primeiro capítulo \o/ kkkkkkkkkkk

E vocês?

Agora, deixe-me ir que tô cansada, mas antes queria responder a um coment, o da leitora Bree Tanner.

Eu achei que estava escrevendo bem a fic, mas você me deixou curiosa sobre essas fics que disse que abordam o tema melhor do que eu, pode me passá-las? Sério, eu gostaria de lê-las, quem sabe elas não me ajudam a escrever melhor, né? E sobre o negócio de "ah, aproveita a história e deixa rolar", eu acredito que eu tô lendo pra me divertir, assim como tô escrevendo pra me divertir. Lógico que se fosse à vida real, seria diferente. Mas é uma fic, então as coisas vão rolar como eu achar mais legal. Quando se lê ou se escreve uma história, se tem que deixar a imaginação rolar solta, se a sua não rola solta, acho que as minhas fics não são pra você. Uma pena, mas procure umas fics que façam você mais feliz sim! BELEZA? ;)

Agora me vou, beijo povo pervo e nos vemos no próximo cap \o/!

N/B – Galera, eu peço mil desculpas por ontem e até por hoje, porque betei mega rápido. Terei Colação de Grau hoje e tive Conselho de Classe toda à manhã... Ossos de uma Diretora de Escola, fazer o quê?! Se Bella não quiser casar, eu caso! Pronto aceitei! ... Gostar ou não gostar de algo é muito relativo, pois como pessoas diferentes, tendemos a perceber o mundo de forma diferente... Críticas sempre nos engradece e nos possibilitam uma reflexão... Chacota, depreciação e comparações sem base valida, é apenas uma forma de mostrar o quanto invejamos a capacidade de alguém... Como já disse um dia Shakespeare... "Ser ou não ser, eis a questão"! Pois é FALEI!

TUCA a atrasada!;)