Discleimer: Inuyasha e Cia não me pertencem o q é uma lastima p/ qualquer um.
Diários do vampiro ou The Vampire Diaries também não me pertence é usado p/ fazer esta ADAPTAÇAO. PS: Algumas coisas vão ter q ser mudadas.
Texto original: Lisa Jane Smith.
Adaptação: Dreime.
Capítulo 10
Sango se sentou na parede da altura do joelho da Igreja arruinada. - Você disse que seria perigoso, Inuyasha, mas você não disse que ia deixar ele me estrangular.
- Sinto muito. Eu estava esperando que ele desse mais informações, especialmente depois que ele admitiu estar lá quando Kanna morreu. Mas eu não devia ter esperado.
- Eu não admiti nada! Você não pode provar nada. - Bankotsu disse. O lamento animal estava de volta em sua voz, mas na caminhada seu rosto e corpo tinham voltado ao normal. Ou melhor, tinham voltado a ser humanos, Sango pensou. O inchaço e as contusões e o sangue seco não eram normais.
- Essa não é uma corte, Bankotsu. - ela disse. - Seu pai não pode lhe ajudar agora.
- Mas se fosse, teríamos um belo caso. - Inuyasha acrescentou. - O bastante para enquadrá-lo por conspiração para cometer homicídio, eu acho.
- Isso se ninguém derreter as colheres de chá de sua avó para fazer uma bala de prata. - Kouga intrometeu-se.
Bankotsu olhou de um para outro. - Eu não direi nada.
- Bankotsu, sabe o que você é. Você é um valentão. - Rin disse. - E os valentões sempre falam.
- Você não se importa em imobilizar uma garota e ameaçá-la, - disse Kouga. - mas quando os amigos dela aparecem você se borra de medo.
Bankotsu simplesmente olhou furiosamente para todos eles.
- Bem, se você não quiser falar, eu acho que eu terei que. - Inuyasha disse. Ele se inclinou e pegou o livro grosso que tinha emprestado na biblioteca. Um pé na tampa da tumba, ele descansou o livro em seu joelho e abriu-o. Nesse momento, Sango pensou, ele parecia assustadoramente como Sesshoumaru.
- Esse é um livro de Gervase de Tilbury, Bankotsu. - ele disse. - Foi escrito por volta do ano 1210 d.C.* Uma das coisas que ele fala é sobre lobisomens–
* no original, Anno Domini, um termo em latim medieval, que significa "o ano do (nosso) Senhor".
- Você não pode provar nada! Você não tem nenhuma evidência–
- Cala a boca, Bankotsu! - Inuyasha olhou para ele. - Eu não preciso provar isso. Eu posso ver isso, até mesmo agora. Você se esqueceu o que eu sou? - Houve um silêncio, e então Inuyasha continuou. - Quando eu cheguei aqui há alguns dias, havia um mistério. Uma garota estava morta. Mas quem havia a matado? E por quê? Todas as pistas que eu podia ver pareciam contraditórias.
- Não foi uma matança comum, não algum psicopata humano saído das ruas. Eu tinha a palavra de quem eu confiava nisso – e evidência independente também. Um assassino comum não sabe mexer num tabuleiro de Ouija por telecinésia. Um assassino comum não pode queimar um fusível em uma estação de força há quilômetros de distância.
- Não, foi alguém com tremendo poder físico e psíquico. De tudo que Kaguya me disse, soava como um vampiro.
- Exceto que Kanna Carson ainda estava com sangue. Um vampiro teria drenado pelo menos um pouco dele. Nenhum vampiro poderia resistir a isso, especialmente não um assassino. É de onde a embriaguez vem, e a embriaguez é a razão para matar. Mas o médico da perícia não achou buracos nas veias dela, e só uma pequena quantidade de sangramento. Não fazia sentido algum.
- E havia outra coisa. Você esteve naquela casa, Bankotsu. Você cometeu o erro de agarrar Rin naquela noite, e então você cometeu o erro de abrir sua boca no dia seguinte, dizendo coisas que não poderia ter sabido a não ser que estivesse lá.
- Então o que tínhamos? Um vampiro forjado, um assassino depravado com Poderes de sobra? Ou um valentão de escola que não consegue organizar uma viagem ao banheiro sem tropeçar nos próprios pés? Qual? A evidência apontava para ambos os lados, e eu não conseguia me decidir.
- Então eu fui ao próprio corpo da Kanna. E lá estava o maior mistério de todos. Um corte aqui. - O dedo de Inuyasha desenhou uma linha afiada abaixo da clavícula. - Um corte típico e tradicional – feito por vampiros para compartilhar de seu próprio sangue. Mas Kanna não era uma vampira, e ela não se cortou sozinha. Alguém cortou por ela enquanto ela estava deitada lá no chão.
Sango fechou seus olhos, e ela ouviu Rin engolir em seco ao lado dela. Ela esticou uma mão e encontrou a de Rin e a segurou firmemente, mas ela continuou escutando. Inuyasha não tinha chego a esse tipo de detalhe em sua explicação para eles antes.
- Vampiros não precisam cortar suas vítimas desse jeito; eles usam seus dentes. - Inuyasha disse. Seu lábio superior levantou ligeiramente para mostrar seus próprios dentes. - Mas se um vampiro queria sugar sangue para outra pessoa beber, ele poderia cortar ao invés de morder. Se um vampiro queria dar à outra pessoa o primeiro e único gole, ele poderia fazer isso.
- E isso me fez começar a pensar em sangue. Sangue é importante, veja. Para os vampiros, dá vida, Poder. É tudo que precisamos para sobreviver, e há vezes quando a necessidade nos deixa louco. Mas é bom para outras coisas, também. Como por exemplo... Iniciação.
- Iniciação e Poder. Agora, eu estava pensando sobre essas duas coisas, colocando-as juntas com o que eu tinha visto de você, Bankotsu, quando eu estive em Fell's Church antes. Coisinhas em que eu não tinha realmente me focado antes. Mas eu me lembrei de algo que Kagome me disse sobre a história da sua família, e eu decidi checar no diário de Honoria Fell.
Inuyasha levantou um pedaço de papel entre as páginas do livro que ele segurava. - E aqui está, na caligrafia da Honoria. Eu xeroquei a página para que pudesse ler para você. O pequeno segredo de família dos Smallwood – se puder ler entrelinhas.
Olhando para baixo para o papel, ele leu:
- 12 de novembro. Velas prontas, flax* dilatado. Estamos com pouca farinha de milho e sal, mas sobreviveremos ao inverno. Ontem a noite houve um alerta; lobos atacaram Jacob Smallwood enquanto ele voltava da floresta. Eu tratei do ferimento com amora silvestre e cortiça de sallow**, mas é profundo e eu estou com medo. Depois de chegar em casa eu joguei as runas. Eu não contei o resultado a ninguém, exceto a Thomas.
* também conhecida como semente de linho, é uma planta usada para fazer tecido, tintura, papel, remédio, redes de pesca, gel para cabelo e sabonete.
** sallow é uma planta da família dos salgueiros. O chá de cortiça de sallow pode ser usado para tratar de indigestão, tosse pesada e catarro, assim como um anti-séptico e um desinfetante.
- Jogar as runas é uma forma de adivinhação. - Inuyasha acrescentou, olhando para cima. - Honoria era o que chamaríamos de bruxa. Ela continua aqui falando sobre problemas com lobos em várias outras partes do assentamento – parece que de repente houve ataques repentinos, especialmente em jovens meninas. Ela conta como ela e seu marido ficaram cada vez mais preocupados. E finalmente, isso:
- 20 de dezembro. Problemas com lobos na casa dos Smallwood novamente. Escutamos os gritos há alguns minutos, e Thomas disse que estava na hora. Ele fez as balas ontem. Ele carregou seu rifle e nós iremos até lá. Se formos poupados, escreverei novamente.
- 21 de dezembro. Fui à casa dos Smallwood ontem à noite. Jacob gravemente ferido. O lobo foi morto.
- Enterraremos Jacob no pequeno cemitério no pé da colina. Que sua alma ache paz na morte.
- Na história oficial de Fell's Church, - Inuyasha disse. - isso foi interpretado como que Thomas Fell e sua esposa indo à casa dos Smallwood para encontrar Jacob Smallwood sendo novamente atacado por um lobo, e que o lobo o matou. Mas isso está errado. O que isso realmente diz não é que o lobo matou Jacob Smallwood, mas que Jacob Smallwood, o lobo, foi morto.
Inuyasha fechou o livro. - Ele era um lobisomem, seu tata-tata-tatara-qualquer coisa avô, Bankotsu. Ele ficou desse jeito porque ele próprio foi atacado por um lobo. E ele passou seu vírus de lobisomem para o filho que nasceu oito meses e meio depois que ele morreu. Exatamente da maneira que seu pai passou para você.
- Eu sempre soube que tinha algo de estranho em você, Bankotsu. - Rin disse, e Sango abriu seus olhos. - Eu nunca pude afirmar o que era, mas no fundo da minha mente algo está me dizendo que você era horripilante.
- Costumávamos fazer piada a respeito. - Sango disse, sua voz ainda rouca. - A respeito do seu magnetismo animal e seus grandes dentes brancos. Nós só nunca soubemos o quão perto da verdade estávamos.
- Às vezes psíquicos conseguem sentir esse tipo de coisa. - Inuyasha cedeu. - Às vezes até as pessoas comuns conseguem. Eu devia ter percebido, mas eu estava preocupado. Ainda assim, isso não é desculpa. E obviamente outra pessoa – o assassino psicopata – viu de imediato. Não viu, Bankotsu? Um homem usando uma velha capa de chuva foi até você. Ele era alto, tinha cabelo negro e olhos azuis, e ele fez algum tipo de acordo com você. Em troca de – algo – ele lhe mostraria como recuperar sua herança. Como se tornar um verdadeiro lobisomem.
- Porque de acordo com Gervase de Tilbury – Inuyasha deu um tapa no livro em seu joelho – um lobisomem que não tenha sido mordido precisa ser iniciado. Isso quer dizer que você pode ter o vírus do lobisomem por toda a sua vida mas nunca nem ao menos saber, porque nunca foi ativado. Gerações de Smallwoods viveram e morreram, mas o vírus esteve dormente neles porque eles não conheciam o segredo de despertá-lo. Mas o homem com a capa de chuva conhecia. Ele sabia que você teria que matar e saborear sangue fresco. Depois disso, na primeira lua cheia você pode se transformar. - Inuyasha olhou para cima, e Sango seguiu seu olhar para o disco branco da lua no céu. Parecia claro e de duas dimensões agora, não mais um globo vermelho sombrio.
Um olhar de suspeita passou pelos traços carnudos de Bankotsu, e então um olhar de fúria renovada. - Você me enganou! Você planejou isso!
- Muito esperto. - disse Sango, e Kouga disse:
- Sério. - Rin molhou seus dedos e marcou um 1 imaginário em um Placar invisível.
- Eu sabia que você não resistiria seguir uma das garotas aqui se pensasse que ela estaria sozinha. - disse Inuyasha. - Você acharia que o cemitério é o lugar perfeito para matar; você teria privacidade completa. E eu sabia que você não seria capaz de resistir de se gabar sobre o que fez. Eu estava esperando que você contasse à Sango mais sobre o outro assassino, aquele que realmente jogou Kanna para fora da janela, aquele que a cortou para que você pudesse beber sangue fresco. O vampiro, Bankotsu. Quem é ele? Onde ele está se escondendo?
O olhar de Bankotsu de ódio venenosos mudou para escárnio. - Você acha que eu lhe contaria isso? Ele é meu amigo.
- Ele não é seu amigo, Bankotsu. Ele está te usando. E ele é um assassino.
- Não se envolva mais com isso, Bankotsu. - Kouga acrescentou.
- Você já é um acessório. Hoje à noite você tentou matar a Sango. Muito em breve você não será capaz de retornar mesmo se quiser. Seja esperto e pare com isso agora. Conte-nos o que você sabe.
Bankotsu mostrou seus dentes. - Não lhe contarei nada. Como vai me forçar?
Os outros trocaram olhares. A atmosfera havia mudado se tornado carregada com tensão enquanto todos se viraram para Bankotsu.
- Você não entende mesmo, não é? - Sango disse silenciosamente. - Bankotsu, você ajudou a matar a Kanna. Ela morreu por um ritual obsceno para que você pudesse se transformar naquela coisa que eu vi. Você estava planejando me matar, e matar a Kaguya e a Rin também, tenho certeza. Você acha que sentimos pena de você? Você acha que o trouxemos aqui para sermos bonzinhos com você?
Houve um silêncio. O escárnio estava se diluindo dos lábios de Bankotsu. Ele olhou de um rosto para outro.
Eles estavam todos implacáveis. Até mesmo o pequeno rosto de Rin estava inflexível.
- Gervase de Tilbury menciona uma coisa interessante. - Inuyasha disse, quase agradavelmente. - Há uma cura para lobisomens além da bala de prata tradicional. Escute. - À luz do luar, ele leu do livro em seu joelho. - É comumente relatado e apoiado por médicos sérios e respeitáveis que se um lobisomem tem um de seus membros cortados, ele deverá certamente recuperar seu corpo original. Gervase continua para contar a história de Raimbaud de Auvergne, um lobisomem que foi curado quando um carpinteiro cortou uma de suas patas traseiras. É claro, isso provavelmente deve ter doído pra caramba, mas a história continua dizendo que Raimbaud agradeceu o carpinteiro por livrá-lo para sempre da forma maldita e condenável. - Inuyasha ergueu sua cabeça. - Agora, acho que se o Bankotsu não nos fornecer a informação, o mínimo que podemos fazer é ter certeza de ele não saia e mata novamente. O que o resto de vocês tem a dizer?
Kouga falou. - Acho que é nosso dever curá-lo.
- Tudo o que temos que fazer é liberá-lo de um de seus membros. - Rin concordou.
- Eu consigo pensar em um de imediato. - Sango disse em um sussurro.
Os olhos de Bankotsu estavam começando a ficar salientes. Debaixo da terra e do sangue seu rosto normalmente rubicundo tinha ficado pálido. - Você está blefando!
- Pegue o machado, Kouga. - disse Inuyasha. - Sango, tire um dos sapatos dele.
Bankotsu chutou quando ela o fez, mirando em seu rosto. Kouga veio e prendeu sua cabeça em uma chave de braço. - Não piore as coisas pra você, Bankotsu.
O pé nu que Sango expôs era grande, a sola tão suada quanto às palmas de Bankotsu.
Pelos ásperos germinavam dos dedos. Fizeram a pele de Sango estremecer.
- Vamos acabar logo com isso. - ela disse.
- Você está brincando! - Bankotsu uivou, batendo, motivo pelo qual Rin teve de vir e agarrar sua outra perna e ajoelhar-se nela. - Vocês não podem fazer isso! Vocês não podem!
- Mantenha-o imóvel. - Inuyasha disse. Trabalhando juntos, eles esticaram Bankotsu, sua cabeça presa no braço de Kouga, suas pernas esticadas e imobilizadas pelas garotas. Tendo certeza de que Bankotsu visse o que ele estava fazendo, Inuyasha balançou um galho com talvez cinco centímetros de largura na tampa da tumba. Ele ergueu seu machado e então o desceu fortemente, decepando o pau com um golpe.
- É afiado o bastante. - ele disse. - Sango, enrole a calça dele para cima. Então amarre um pouco daquela corda acima de seu tornozelo o mais forte que poder para fazer um torniquete. De outro modo ele sangrará até a morte.
- Vocês não podem fazer isso! - Bankotsu gritava. - Vocês não podem fazeeeeeeer isso!
- Grite o quanto quiser Bankotsu. Aqui em cima, ninguém vai te escutar, certo? - Inuyasha disse.
- Você não é melhor do que eu! - Bankotsu gritou salpicando saliva. - Você é um assassino também!
- Eu sei exatamente o que eu sou. - Inuyasha disse. - Acredite em mim, Bankotsu. Eu sei. Todos estão prontos? Ótimo. Segurem-no; ele vai pular quando eu fizer isso.
Os gritos de Bankotsu não eram mais nem palavras.
Kouga estava segurando-o para que ele pudesse ver Inuyasha se ajoelhar e mirar, levantando a lâmina do machado acima do tornozelo de Bankotsu para medir força e distância.
- Agora. - disse Inuyasha, levantando o machado alto.
- Não! Não! Eu falo com você! Eu falo! - berrou Bankotsu.
Inuyasha olhou furiosamente para ele. - Tarde demais. - ele disse, e desceu o machado.
Ele ressaltou do chão de pedra com um clangor e uma faísca, mas o som foi afundado pela gritaria de Bankotsu.
Pareceu levar vários minutos para Bankotsu perceber que a lâmina não tinha tocado seu pé. Ele parou para respirar só quando se afogou, e ficou selvagem, os olhos esbugalhados em Inuyasha.
- Começa a falar. - Inuyasha disse, sua voz invernosa, sem remorso.
Pequenas lamúrias vinham da garganta de Bankotsu e havia espuma em seus lábios.
- Eu não sei o nome dele. - ele arfou. - Mas ele se parece como você disse. E você está certo; ele é um vampiro, cara! Eu o vi drenar um cervo enquanto ainda ele ainda chutava. Ele mentiu para mim. - Bankotsu acrescentou a lamúria voltando para sua voz. - Ele me disse que eu seria mais forte do que qualquer um, tão forte quanto ele. Ele disse que eu poderia ter qualquer garota que eu quisesse de qualquer jeito que eu quisesse. O asqueroso mentiu.
- Ele te disse que você poderia matar e se safar. - Inuyasha disse.
- Ele disse que eu podia matar Ayame naquela noite. Ela teve por merecer depois do jeito como me dispensou. Eu queria fazê-la implorar – mas ela saiu da casa de algum jeito. Eu podia ficar com Ayame e Kaguya, ele disse. Tudo o que ele queria era a Rin e a Sango.
- Mas você acabou de tentar matar a Sango.
- Isso foi agora. As coisas estão diferentes agora, estúpido. Ele disse que estava tudo bem.
- Por quê? - Sango perguntou à Inuyasha em voz baixa.
- Talvez porque você tenha servido ao seu propósito. - ele disse. - Você me trouxe aqui.
Então ele continuou. - Tudo bem, Bankotsu, mostre-nos que está cooperando. Diga-nos como podemos pegar esse cara.
- Pegar ele? Você está biruta! - Bankotsu explodiu em uma risada feia, e Kouga apertou seu braço ao redor de sua garganta. - Ei, me enforque o quanto quiser; ainda é verdade. Ele me disse que é um dos Antigos, um dos Originais, o que quer que signifique. Ele disse que vem transformando vampiros desde antes das pirâmides. Ele disse que fez um acordo com o demônio. Você pode cravar uma estaca em seu coração e não faria nada. Você não pode matá-lo. - A risada ficou incontrolável.
- Onde ele está se escondendo, Bankotsu? - Inuyasha censurou. - Todo vampiro precisa de um lugar para dormir. Onde é?
- Ele me mataria se eu te dissesse isso. Ele me devoraria, cara. Deus, se eu te dissesse o que ele fez com aquele cervo antes dele morrer... - A risada de Bankotsu estava se transformando em algo parecido com soluços.
- Então é melhor você nos ajudar a destruí-lo antes que ele possa encontrá-lo, não é?
Qual seu ponto fraco? Como ele fica vulnerável?
- Deus, aquele pobre cervo... - Bankotsu debulhava-se em lágrimas.
- E quanto à Kanna? Você chorou por ela? - Inuyasha disse afiadamente. Ele pegou o machado. - Eu acho, - ele disse, - que você está desperdiçando o nosso tempo. -
O machado foi levantado.
- Não! Não! Eu falo com você; eu te digo algo. Olha, tem um tipo de madeira que pode machucá-lo – não matá-lo, mas machucá-lo. Ele admitiu isso, mas não me disse qual era! Eu juro para você que é verdade!
- Não é bom o bastante, Bankotsu. - disse Inuyasha.
- Pelo amor e Deus – eu te digo aonde ele vai hoje à noite. Se você chegar lá rápido o bastante, talvez você possa impedi-lo.
- O que quer dizer, onde ele está indo hoje à noite? Fala rápido, Bankotsu!
- Ele vai à casa da Kaguya, está bem? Ele disse que hoje à noite cada um de nós ficava com uma. Isso é útil, não é? Se você se apressar, talvez consiga chegar lá!
Inuyasha tinha congelado, e Sango sentiu seu coração acelerando. Kaguya. Eles não tinham nem pensando em um ataque sobre Kaguya.
- Sesshoumaru está guardando ela. - Kouga disse. - Certo Inuyasha? Certo?
- Ele deveria estar. - Inuyasha disse. - Eu o deixei lá ao pôr-do-sol. Se algo aconteceu, ele devia ter me ligado...
- Gente. - Rin sussurrou. Seus olhos estavam grandes e seus lábios estavam tremendo. - Eu acho que é melhor irmos para lá agora.
Eles encararam-na por um momento e então todos se moveram. O machado retinou no chão quando Inuyasha o derrubou.
- Ei, vocês não podem me deixar desse jeito! Eu não posso dirigir! Ele vai voltar para me pegar! Voltem e desamarrem minhas mãos! - Bankotsu gritou. Nenhum deles respondeu.
Todos eles correram colina abaixo e se empilharam no carro de Sango. Sango acelerou, contornando esquinas perigosamente rápido e surfando por sinais vermelhos, mas havia uma parte dela que não queria chegar na casa de Kaguya. Que queria virar e dirigir para o outro lado.
Eu estou calma; sou eu quem sempre está calma, ela pensou. Mas isso era do lado de fora. Sango sabia muito bem como você podia parecer calma do lado de fora quando do lado de dentro tudo estava se despedaçando.
Eles contornaram a última esquina na Rua Birch e Sango freiou.
- Ah, Deus! - Rin gritou do banco traseiro. - Não! Não!
- Rápido. - Inuyasha disse. - Ainda pode ter uma chance. - Ele abriu a porta furiosamente e tinha saído mesmo antes do carro ter parado. Mas atrás, Rin soluçava.
N/A: Oi gente, o que será agora? O Inuyasha pegou bem pesado com o Bankotsu. E também ele não é tão valentão agora com todos perto dele.
Respostas as Reviews:
Flor do Deserto:
Ela não olhou por que não queria era uma boa opção.
Você não viu eles baterem no Bankotsu mais viu quase ele ter um pé decapitado.
Kagomeinug no Sesshy:
Vão no decorrer da história. Espero que durma agora com mais um capítulo e eu concordo isso vicia eu li os quatro primeiros todinhos em menos de oito dias!
Até a próxima. o/
