A VIAGEM
Capítulo Dez: Doce Surpresa, Doce Tortura: Insolações e Presentes.
Com o fim dos treinos daquele dia, foi atrás do garoto que saíra mais cedo, sem aviso.
Acabou por encontrá-lo dormindo na rede. Todo esparramado.
Sorriu involuntariamente ao notar que Momoshiro resmungava durante o sono, ainda se vangloriando para o pai por causa de sua nota de Inglês, ao que entendera. O mais velho dormia sem se quer notar o sol que lhe queimava o rosto e o corpo.
Indignado com a falta de preocupação e irresponsabilidade do sempai, retirou o boné, usando-o para proteger o rosto do amigo descuidado contra os raios de sol.
"Mada mada dane!"
Dando-se por satisfeito levantou, indo em direção a parte interna do hotel. Estava muito quente e desejava tomar alguma coisa.
- Hey, Ochibi!
- Uh? Eiji-sempai...
- Não quer tomar um sorvete comigo?
Mas o ruivo não esperou uma resposta e arrastou o mais novo restaurante a dentro.
Após feitos os pedidos, Ryoma não pode conter sua curiosidade e perguntou:
- Por que Oishi-sempai não está com você?
Ok, pergunta errada. De certo que normalmente não fazia um gênero curioso, mas logo quando precisava iniciar uma conversa dava um fora desses? Seu erro podia ser constatado pela cara de choro que Eiji assumira.
- Ele disse que precisava sair para procurar uma coisa... E não quis que eu fosse junto.
- Hai, entendo. - concordou, ainda sem jeito.
- Mas quando ele estiver de volta, não escapará de me fazer um relato completo de onde estava e o que fez!
- Melhor não. - respondeu friamente, colocando uma generosa colherada de sorvete na boca.
- Nyo?
- Você não confia nele? - perguntou, vendo os olhos azuis ficando marejados outra vez. Não pôde evitar de se questionar o motivo para tanto drama.
- Hai. Você tem razão. - disse sorrindo tristemente. - Arigatou, Ryoma-kun. - se retirou da mesa, levando consigo seu sorvete ainda intocado.
Ao terminar o pequeno sorvete de quatro bolas, se dirigiu novamente até onde Momoshiro dormia. Como passara mais de uma hora e já começava a anoitecer, o maior já deveria estar acordado.
Mas ao parar ao lado da rede, a situação encontrada foi outra: o garoto do segundo ano, em seu sono agitado, havia jogado longe o boné que deixara para proteger seu rosto. E com as luzes que começavam a ser ligadas, pôde constatar que o maior estava no mínimo... torrado.
"Baka. Preciso subir com ele logo."
Correu os olhos pela pequena distância que separava a região das quadras da parte interna do hotel. Ia precisar de ajuda, com certeza.
Perdido num quase desespero, pela primeira vez na sua vida sentira alívio ao ver Inui-sempai se aproximando. Correu em sua direção e explicou o ocorrido. Logo os dois estavam levando Momoshiro para o quarto, com todo o cuidado, já que esse tinha queimaduras no rosto, braços e pernas.
Após um árduo caminho, finalmente depositaram o garoto que dormia em sua respectiva cama.
- É melhor que você cuide das queimaduras e force-o a tomar bastante líquido quando acordar.
- Certo. Domo arigatou, Inui-sempai.
- De nada. - Se permitiu sorrir de forma amigável e se dirigiu à porta, quando foi chamado novamente. Parou sem olhar para trás. - Não, não se preocupe. Cuidarei para que Tezuka não saiba de nada... Até porque coletei informações interessantes.
Ryoma agradeceu de novo e assim que a porta foi fechada pôs-se a admirar o amigo de forma perdida. - "Cabeça dura, ainda tem muito o que aprender".
Foi até o banheiro, buscando um hidratante pós-sol naquele kit de remédios e itens, considerados por ele até então desnecessários, que foram cuidadosamente selecionados por sua mãe.
"Pelo menos serviu para algo." - pensou ao retornar ao quarto com o tubo nas mãos.
Observou o corpo do mais velho. Seria melhor retirar seu uniforme para avaliar melhor e tratar dos estragos.
Suas mãos trêmulas começaram a despir o amigo timidamente. Se amaldiçoava mil vezes pela expectativa que aumentava em seu peito a cada pedaço de pele revelado. Fascínio à parte, por favor. Aquele não era um momento para isso.
Retomando o foco, franziu o cenho ao notar queimaduras mais intensas nas regiões de articulação. Provavelmente trariam desconforto quando Momo-sempai acordasse e quisesse se mover.
Com dignidade ímpar e uma delicadeza que desconhecia em si mesmo, passou o produto pelas regiões marcadas de sol, enquanto o agradável aroma se espalhava pelo ambiente.
Ao fim, sobrara um pouco de hidratante em suas mãos, destinado ao rosto do outro. Espalhou esse restante por suas bochechas, nariz e testa, sentindo-se muito satisfeito ao terminar.
Mesmo passada a urgência da situação, seu coração estava em descompasso, completamente indefeso em relação a visão de um alguém desejado numa oportunidade tão tentadora...
Ryoma sempre soubera do sono pesado do amigo. Seria essa uma boa hora para testar o quão pesado esse sono era?
Num impulso, ignorando os avisos de sua hesitante consciência, uniu seus lábios aos daquele que mais amava, estremecendo com o contato.
Tentado pelo êxtase roubado, deitou seu corpo sobre o maior, cauteloso com as regiões queimadas, descansando a cabeça no peito do mais velho. Suspirou em profundo deleite ao ouvir as batidas compassadas do coração desse.
Aquela era uma situação nova, completamente desconhecida. Toda a emoção que aflorara num contato tão simples, toda aquela sensação de proteção e aconchego num momento tão proibido e ao mesmo tempo tão íntimo e tão certo... Sentiu-se relaxar, enquanto o refrescante aroma do hidratante, que misturado com o suave perfume exalado pela pele de Momoshiro, inebriava seus sentidos. Logo seus olhos foram se tornando pesados e se permitiu dormir com um discreto sorriso nos lábios, reflexo da alegria imensurável que pulsava junto ao seu coração.
Abriu os olhos lentamente, sentindo seu rosto arder. Olhou para o teto... Com certeza não estava mais na rede e na realidade, nem se lembrava de ter adormecido.
Tentou se mover, tomando consciência de que havia alguém em cima de si. Baixou os olhos de forma curiosa, estancando em pura surpresa. Era Ryoma. Sim, era Echizen Ryoma quem dormia enroscado em seu peito.
Fechou novamente os olhos, tentando não se mover mais, para apenas aproveitar aquele doce contato. Subitamente um detalhe que até então passara despercebido lhe pusera atento novamente: encontrava-se semi nu! Estava apenas de cueca e Ryoma dormia sobre si, abraçado ao seu corpo.
Fosse lá o que houvesse ocorrido, aquilo não importava mais, a única pessoa que importava era aquela que descansava sobre seu peito.
Ao tentar abraçar o menor, sentiu o ardor novamente. Eram seus braços, eles ardiam muito. Mas mesmo assim, num ato de teimosia característica, abraçou o mais novo com força, com medo de que alguém o levasse dali, de que alguma garota o devasse dali.
Talvez tivesse apertado com muita força, concluiu ao senti-lo se mexer preguiçosamente.
Apoiando as mãos na cama, Ryoma abriu os olhos e fitou seu sempai, de forma que seus olhos dourados brilharam intensamente.
- Ohayou. - sussurrou com a voz ainda rouca de sono, num tom totalmente sexy, que arrepiara Momoshiro quando esse sentiu o hálito quente tocar em sua pele.
- Konbanwa. - respondeu sorrindo, ao conferir no relógio que já era quase hora do jantar e adorando pensar na possibilidade de um dia poder acordar sempre com um bom dia tão tentador.
- Gomen por ter dormido aqui. - se desculpou, embora no fundo não estivesse nada arrependido.
- Iie... tudo bem. - disse parando o garoto do primeiro ano que fazia menção de se levantar - Na verdade eu... eu gostei. - admitiu desviando o olhar, enquanto sentia seu rosto esquentar. - Mas o que houve comigo? - perguntou, puxando timidamente o outro para cima de si novamente.
- Você saiu sem aviso do treino, adormeceu na rede e perdeu o almoço. Mas adormeceu profundamente, ficando no sol durante horas. Até jogou longe meu boné, que eu tinha deixado protegendo seu rosto. Agora está aí, todo queimado. - disse, pousando o dedo no nariz que brilhava, vermelho, lembrando um palhaço ou mesmo uma rena. - Ma da ma da da ne... - concluiu em tom de provocação, levantando-se da cama em seguida.
- Eu tive meus motivos para sair do treino. - respondeu, tentando ignorar o vazio que sentira quando o menor se levantou.
- Que seriam? - questionou, oferecendo uma lata de Ponta de morango ao maior - A propósito, melhor você beber. Deve ter perdido muito líquido devido aos seus motivos.
- Gomen, não quero falar nisso agora. - respondeu sentindo sua cabeça latejar. Certo, isso era o que chamavam de insolação. - E como está o seu joelho? Pelo que vejo, Sakuno-san fez um bom curativo.
- Está melhor. Na verdade ela estava estranha... Falava muito e não se acertava com as bandagens.
- E você nem desconfia do por quê? - perguntou, emitindo um sorriso triste.
- Não. - continuou, sabendo que no fundo estava mentindo. - No final foi a Ryuzaki-sensei quem fez o curativo.
- Hai. - concordou aliviado de forma quase infantil.
Um silêncio pesado tomou conta do quarto, tornando o clima desagradável.
- Hey, Ryoma?
- Nani?
- Obrigado. - sorriu genuíno e viu o menor virando de costas para si.
- Imagina. Eu realmente... - parou -fiquei preocupado com você. - assumiu envergonhado, enquanto tentava, em vão, se entender com a mala de viagem.
- O que está procurando? - Momoshiro perguntou.
- As roupas sociais, mas não consigo encontrar...! Então se você quiser entrar no banho primeiro...
- Roupas sociais?
- Baka. Você não pode ter esquecido. Estava no roteiro da viagem que o jantar do primeiro dia de treinos seria uma festa no hotel. E sorte a sua que as noites daqui são frias... Hehe, não seria nada bom usar usar esse tipo de roupa com essas suaves queimaduras. - respondeu divertido.
- É, trouxe sim, mas eu tinha esquecido.
Estava sentado na cama, com a televisão ligada. Não que estivesse atento ao programa que passava... Apenas comia compulsivamente todas as guloseimas que seu koi lhe comprara, num ato de pura ansiedade.
Já quase começava a chorar, quando a porta foi aberta.
Sim, Oishi havia chegado. E Eiji não sabia se pulava em cima do mais velho, ou se ficava quieto como Ochibi sugerira.
- Desculpe a demora, Neko-chan. - disse em seu tom amável, fechando a porta e sentando-se na cama do ruivo em seguida.
Certo, sua curiosidade crescia a cada momento e enfim não pôde evitar de perguntar:
- Onde você estava?
- Gomen, mas isso é hi mi tsu! - sorriu de forma boba.
- Nyaaah, Oishi! Lá vem você com essa história de himitsu de novo! - disse fazendo biquinho, com uma criança mimada - Maaaaaaas... Se eu insistir mais um pouco, como naquela vez em que você não queria me falar sobre a viagem... Aí você me conta? - perguntou sorrindo, puxando o fukubuchou para um abraço.
- Ah... Talvez.
- E se eu pedir de outro jeito? - questionou manhoso, arranhando levemente a nuca do outro.
- Humm... - Segurou o rosto do ruivo com ambas as mãos, encarando-o nos olhos. - Ok, a única coisa que posso dizer é que estive procurando um presente para você. Mas só vai saber o que é no dia do seu aniversário. - contou, dando-se por vencido em partes e ganhando em retorno aquele sorriso cristalino que tanto amava.
Palavra alguma poderia exprimir sua surpresa naquele momento. Enquanto reclamava sobre não poder estar com o moreno, este estava lhe comprando um presente. Na verdade, mais um presente.
Permitiu que suas lágrimas corressem livremente e atacou a boca do seu koi de forma passional.
- Eu não sei o que é, nem faço idéia... Mas sei que vou gostar porque veio de você! - Deitou-se sobre o corpo do outro. - Ne, Oishi?
- O que foi?
- Duas coisas, na verdade... - comentou sem graça.
- Até três! - o moreno respondeu brincando.
- Ok, a primeira é...nya... você faz o nó da gravata pra mim, mais tarde? - perguntou sem jeito. A verdade é que nunca aprendera a fazer o bendito nó, porque sempre tinha alguém para quem correr em momentos como esse.
- Umhum... - Oishi respondeu com a cabeça - E a segunda coisa? - perguntou curioso.
- HI MI TSU! - Riu travesso ao notar o semblante incrédulo do outro.
- Essa fala é minha e você não pode usá-la. - mostrou a língua, em provocação. - Agora trate de me contar!
- Tenho mesmo que contar? Isso não é justo! - parou, medindo as palavras - Na verdade... Eu queria saber se você ficaria bravo se eu pedisse um outro presente de aniversário... - perguntou encabulado, escondendo o rosto no peito de um desentendido fukubuchou.
- Hai, claro! - concordou sorrindo ternamente.
"Bom, Kikumaru Eiji. É agora." - pensou, enquanto observava seu próprio reflexo dentro dos olhos verdes. Aproximou os lábios do ouvido do outro e, reunindo toda a coragem do mundo, pediu:
- No dia do meu aniversário, de presente eu também quero que... nya... você me faça completamente seu!
Foram os primeiros a descer ao salão, sendo seguidos de Momoshiro e Ryoma. No momento estavam os quatro em roda, saboreando deliciosas batidas, sem álcool, sendo que esse último detalhe fora uma ordem do buchou Tezuka Kunimitsu, que estava irresistível em toda a sua elegância natural.
Apesar de estar num estado deslumbrado, não passou despercebido pelo tensai a estranha mudança de fisionomia por parte de Momoshiro. Acompanhou o olhar do mais novo, descobrindo o motivo: as duas garotas do primeiro ano haviam chegado e Sakuno estava delicadamente linda. Ela tinha os longos cabelos soltos e usava um vestido preto, longo e de frente única.
Puxou o enraivecido kouhai para perto de si e disse:
- Calma. Não se precipite, Momo. Você tem bem menos a se preocupar do que imagina... - sorriu enigmático.
Logo o coquetel havia começado, todos os regulares se encontravam juntos e a pista de dança começava a encher também.
Em meio a divertidas conversas, poucos foram os que notaram que Ryoma já não se encontrava mais entre eles.
Concluindo que por bem seria melhor distrair o kouhai por um tempo, Fuji decidiu puxar assunto:
- Ne, Momoshiro? O que você aprontou essa tarde para estar tão torrado? - um sorriso levemente sádico passou por suas feições.
- Ele tentou assar bolo!! Só que queimoooooouuuu...!! - respondeu Eiji, que até então estava quieto, divagando sobre outros assuntos mais interessantes.
- Não foi nada, apenas um pequeno acidente! - disse, rindo nervosamente. Estaria encrencado se o buchou descobrisse - Ne, minna? Seria bom se o Taka-san estivesse com a gente, né? - mudou estrategicamente de assunto.
"Eehhh... Até que ele não é tão ruim assim... Muito bem, hora de provocar um pouquinho..." - pensou.
- Hai, é verdade... o Taka-san é uma ótima pessoa e provavelmente seria uma companhia de viagem muito agradável! - comentou sorridente, sentindo um olhar fuzilar-lhe.
Esperou alguns minutos estratégicos para que a calma voltasse ao semblante do buchou e:
- Ne, Tezuka? Vem comigo até o bar? - perguntou, mas sem dar espaço de resposta ao outro, arrastando-o para longe de todos.
Quando achou que já estavam bem longe da rodinha e bem perdidos na multidão, prensou o mais alto contra uma parede próxima, sem conter um olhar predatório.
- Aqui não é o bar... - comentou um Tezuka emburrado, querendo se soltar.
- Não se preocupe, buchou. Ninguém está olhando... - comentou enquanto corria suas mãos ávidas pela lateral do corpo do moreno. - Ne, Tezuka-kun? Eu já disse que você fica adorável quando está enciumado? - perguntou desabotoando alguns botões da camisa e espalmando o abdômen definido.
A resposta obtida foi um simples virar de rosto, constrangido. Desejável, mas ainda dava para provocar mais.
- Até parece que... Tezuka Kunimitsu precisa sentir ciúme de alguém?! Oh, perdoe-me. Devo estar equivocado. - disse na ponta dos pés, enquanto passava a língua lentamente e de forma obscena pelo pescoço que lhe fora facilmente oferecido. - Também não sei se já disse, mas vou ter um prazer enooorme em desfazer esse nó de gravata tão caprichado e tirar cada peça de roupa sua quando voltarmos para o quarto...! - Selou a promessa com um beijo que transbordava sensualidade, e era um show a parte para quem quisesse observar, sentindo contra seu corpo uma resposta bem insatisfeita, acompanhada de gemidos contidos.
Nyaaah!! Gomen meeesmo pela demora!
A verdade é que esse capítulo já estava mesmo pronto há algum tempo... Demorei porque quis fazer algumas alterações segundo as sugestões nas reviews! ;) Sankyu!
1- Hehehe... Eu não pude evitar! Como o Tezuka é meu personagem favorito, estou a-d-o-r-a-n-d-o deixá-lo em apuros! ; p ... O fukubuchou acabou ficando complicado também!
2- Sim! Esse capítulo não teve InuKai! Gomen, mas eu precisava tirar o atraso MomoRyo, fora que o Inui ainda não vai dar sossego para o Mamushi...
3- Agradecimentos especiais:
Pinku-chan: Arigatou por ler! Realmente o Taka-san ia ficar sobrando, mas... eu tive que incluí-lo de novo, pelo menos um pouquinho...só pra judiar do buchou! Também acho que você não gostou muito dessa cena em que o Fuji tá muito seme... Mas... vamos ver até onde vai o auto controle do buchou... (Rapha nada cruel)
Koorime-chan: TakaFuji! Hahahahaha...!! Mas eu ainda estou devendo a cena das termas ne? Não esqueci! Alguma sugestão de quem você quer ver sofrendo nessa cena? Porque o fukubuchou já está parcialmente encrencado...xD.
Mikage-sama: Arigatou por tudo e por se oferecer para betar... ;) Talvez não fique exatamente lemon, fique só "lime"... ainda não sei. Mas pelo menos é legal saber que as pessoas que se manifestaram não se incomodam at all com esse tipo de cena... Como você pediu, dei uma ajudada no Momo...e prometo que a Sakuno não vai atrapalhar por muito mais tempo.
Yue-chan: Arigatou por todos os elogios. Dá uma certa tranqüilidade saber que a história não está tão boba assim, hehe... E não pretendo empacar com essa fic! A única inimiga será a escola de novo, quando as aulas voltarem... Mas se tudo acabar bem ainda tem a Love Bar pra continuar e a Sentimentos Revelados pra melhorar (e muuuuuuuito!)..
Yami Nicki: Sankyu mesmo por acompanhar! Dessa vez não teve InuKai, mas no cap onze ou estourando no doze, pretendo fazer uma abordagem especial pra eles!
Arigatou! ;)
kissus!
