Carona.
Eu saí da Mansão dos Cullen sob o olhar cuidadoso de Esme, enquanto Edward me encaminhava até uma BMW Serie 7M Sport, prata, linda, que estava numa das vagas da garagem, abriu a porta do passageiro e a fechou quando eu colocava o cinto, sem que uma palavra fosse dita.
Eu estava virada para minha janela sem a menor disposição para olhar o homem que conduzia o carro habilmente e que eu achava ate bem pouco tempo que era o que estava destinado a ser meu pelo resto da minha vida. Era possível sentir a tensão no ar, mas eu estava disposta a ignorar, e rezava para que chegássemos logo em casa. E provavelmente meu desejo seria realizado, uma vez que, passado o portão da mansão Edward acelerou o maximo possível, considerando que havia neve na pista.
Até que, depois de percorrermos todo o Chestnut Hill Reservatorio, paramos em um sinal de transito, e eu ouvi Edward esmurrar violentamente o volante a sua frente, e com o susto me virei em sua direção com os olhos arregalados, mas não disse nada. Ele tinha os olhos fixos na estrada, as mãos agarravam o volante, como se disso dependesse a sua vida, seu nariz inflava e desinflava à medida que a respiração entrava e saia, até consegui ver a pulsação em sua artéria carótida. Ele estava muito irritado. O que era bom, considerando que eu também estava. Ele poderia viver com esse sentimento.
Mais um sinal vermelho, mas esse ele ignorou. E eu estava pensando a quanto Edward não estaria dirigindo caso não tivesse neve na estrada. Pelo visto ele queria se livrar de mim tão rápido quanto eu queria me distanciar dele.
Outro sinal vermelho, e dessa vez ele parou. Mas que merda. Todos os sinais dessa cidade resolveram ficar vermelhos só porque eu estou fazendo a porra de uma força sobre-humana para não chorar por ter finalmente entendido que esse homem, lindo, inteligente, gostoso e genioso ao meu lado, não me quer, mesmo que eu tenha sonhado com ele por dois anos seguidos e para minha infelicidade tenha acreditado que ele era meu, por algum direito adquirido.
– Que tipo de merda passou pela sua cabeça pra você falar comigo daquela forma, Bella? – Eu me recusei a virar quando ele falou. Mesmo que meu corpo tenha tremido quando ele disse meu nome, e não tinha nada a ver com a temperatura, que dentro do carro era de 22°C. Eu vi que, ignorando o sinal que agora estava aberto, Edward continuava me olhando com olhos queimando como brasa. – Agora não vai falar? É assim que vai ser?
Edward finalmente voltou a conduzir o carro e parecia que eu não tinha mais sua atenção. A estrada era iluminada pelos postes, e dentro das casas eu podia ver as pessoas em festas de natal, com crianças, jantares e canções. Mas, aqui, mesmo com o aquecimento, estava frio. Eu podia sentir o frio e a distancia entre nós. Como um carro esporte pode ser tão grande para duas pessoas?
Outra merda de sinal vermelho. Quantos existem até Boston? E olha que Newton é ao lado. E será que todos tinham que estar vermelhos justo hoje, justo agora?
– O que você acha que sabe da minha vida? Quem pensa que é pra achar que sabe alguma coisa? Nem você nem ninguém sabem nada. Não venha me julgar baseada na sua vidinha perfeita. Eu não sou perfeito. Eu não sou o homem dos sonhos de ninguém. Nunca fui. – Minhas lagrimas traiçoeiras caiam, enquanto eu assustada me virei vagarosamente olhando em seu rosto, abrindo e fechando minha boca, como um peixe, para reclamar que sim, ele foi o homem dos meus sonhos, mas ele matou toda e qualquer possibilidade de continuar sendo. Mas o que vi me fez calar. Ele estava transtornado, em fúria.
Edward acelerou o carro assim que o sinal abriu e eu entendi como seria. A cada novo sinal vermelho, teríamos o reinicio da discussão. Então, a mim caberia unicamente não contrariá-lo e rezar para que ambos chegássemos vivos em casa. Mas estava enganada. Edward não parou. Ele, dessa vez, não esperou o sinal, simplesmente continuou a falar. E a apertar o volante quando parecia que sua raiva ultrapassava qualquer limite imaginário. Acho que nunca vi alguém tão furioso em toda a minha vida.
– Você não sabe quem eu sou Isabella. – Isso doeu, era a primeira vez que ele me chamava assim, e doeu ver a raiva que saiu junto com meu nome, mais ainda reconhecer que ele tinha razão, eu não o conhecia, não de verdade. - Você não sabe o que eu passei ou os sacrifícios que tive que fazer para ter a capa do medico exemplar. Para chegar ate aqui eu tive que me matar e você, com sua vidinha perfeita, acha que é melhor do que o que? Do que quem?
Meus olhos não saiam de cima dele. E ele não tirava os olhos da estrada, graças a Deus, por mais que parecesse pelo menos, eu acho que ele não queria nos matar no próximo poste que aparecesse no caminho. O pensamento me fez sacudir meus sapatos e elevar minhas pernas no banco de couro abraçando-as.
Edward arfava violentamente, seu corpo estava todo tencionado. Cada músculo estava nesse momento duro, em uma excitação dolorosa e pesada.
– Eu nunca fui um garoto mimado, antes fosse. Talvez hoje fosse o que você sonhou que eu seria. Talvez não tivesse tudo e muito menos todas, e talvez assim, eu até fosse um homem feliz. Mas, principalmente eu conseguisse fazer alguém como você feliz, e não, tantas mulheres felizes apenas por pouco tempo. – Meu Deus, como posso ter me iludido tanto, quem é esse homem? Porque sonhei coisas tão doces com ele, se ele é tudo, menos isso?
Edward não parava, falava em alto e bom som, despejando toda a sua raiva, apertando o volante e olhando para a estrada. Eventualmente parava nos sinais de transito, mas mesmo assim não me olhava nos olhos, enquanto eu, como uma pessoa hipnotizada, não conseguia tirar os olhos de cima dele. E sentia pena, dele e de mim.
– Eu não tenho medo de ser quem eu sou. Eu não tenho medo de me apaixonar, de me entregar para alguém e ter alguém para mim, dormir, acordar e ser feliz. Eu não tenho esses medos como você falou. Muito pelo contrario. Eu apenas não posso. Não devo. Não é para mim. Alguém como você nunca entenderia isso. Entenderia Bella? – Estranhamente agora, Edward olhou para mim e abaixou o tom de voz, deixando-a rouca e sussurrada. - Me responda. Você entende se eu disser que não posso te fazer feliz? Que não mereço te fazer feliz?
Do que ele está falando? Edward está completamente transtornado. Porque ele não pode e não merece me fazer feliz? Mesmo querendo perguntar estou tão atônita que as palavras não saem, apenas as lagrimas continuam uma a uma a despencar por meu rosto.
O silencio era incomodo dentro do carro, era possível sentir a tensão no ar. As ondas de eletricidade que vinham dele para mim e retornavam a ele. Era quase visível, tangível.
– Me responda Bella, você acha que eu não quero uma mulher como você para fazer feliz, para ser tudo o que ela sonhou, para formar uma família como a dos meus pais ou do meu irmão? Para depois de um dia de trabalho ter um corpo quente para amar, conversar, planejar a vida, sonhar? – Edward falava baixo, mas sua voz tinha o tipo de controle que paralisava. Será que mesmo dizendo a mim mesma que chega que não quero mais sofrer não consigo negar nada a ele quando usa esse tom de voz comigo?
– Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. – Eu comecei dizendo baixinho, tanto que eu mesma era incapaz de ouvir embaixo das minhas lagrimas que, com certeza, borraram toda a minha maquiagem. E agora eu gritava, alto o suficiente, para não deixar duvidas que ele estava certo. Eu não sei quem ele é. Achei que o conhecia, mas o meu Edward era um homem pré-programado em meus sonhos, uma ilusão. E agora eu percebi isso.
– Você não sabe quem eu sou, ou o que você quer Bella? – Os olhos azuis impassíveis não estavam mais na cidade, mas em cima de mim queimando-me com uma urgência avassaladora.
– Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. – Eu continuava dizendo abraçando as minhas pernas e meneando a cabeça quando percebi que já estávamos em Boston. Graças a Deus, mais um pouquinho e vou estar em casa e essa tortura acaba. Mas, eu quero que acabe realmente? Percebi que o que morreu em mim foi à tentativa de conquistar um sonho, e não um homem. Esse tempo aqui com o Edward, ouvindo o que ele falou não me fez não querê-lo, muito pelo contrario, me fez enxergar que ele é diferente do que eu sonhava.
– Eu sei exatamente o que eu quero Bella, e sei os riscos que estou correndo.
Nós percorremos grande parte do caminho em silencio. Ele não falava nada, e seus músculos não estavam tencionados, ele descansava a mão esquerda na cabeça enquanto segurava o volante com a direita, sem apertá-lo. A respiração havia se transformado, ela não era violenta, mas profunda. Quando parávamos em um sinal ele fechava os olhos por longos momentos, me fazendo pensar se estaria com sono, para logo em seguida retornar tranquilamente a condução.
Estava diferente, e consequentemente eu reagia diferente. Minhas pernas haviam descido do banco de couro e meus pés estavam novamente nos sapatos, eu respirava mais calmamente, enquanto voltava a olhar pela janela, vendo a neve que caia no momento.
– Você é apenas uma menininha, que ainda quer brincar com os caras grandes. Eu só preciso ter coragem e parar de lutar. Mas, e se eu fizer isso e você se machucar? Eu não posso te machucar, eu não quero isso, não pra você, Bella.
O que ele está dizendo? Eu me virei e o olhei seriamente. Edward apertou violentamente o volante com as duas mãos mais uma vez e parecia travar uma briga interna que faria os 07 trabalhos de Hercules parecerem diversão de criança. E em momento algum me olhou.
– Minha casa... – Eu tentei dizer, uma vez que ele não sabia onde eu morava, mas ele me cortou, imediatamente.
– Não. Minha casa.
– Edward?
– Eu disse, que sei exatamente o que eu quero e os riscos que estou correndo.
– As coisas não podem ser sempre do seu jeito, como e quando você quiser.
– Essa é a única forma que sei fazer, Bella.
– Mas, não sei se é assim que eu quero.
– Mas eu sei.
Edward usava todo seu poder de sedução. Como ele mudou tão rápido. Estávamos discutindo há poucos instantes e eu estava rezando para não morrermos nesse carro, que por sinal não saiu um milímetro sequer da pista, agora estamos discutindo o que, exatamente? Na minha ou na sua casa? É isso?
– Minha casa é pra lá. – Indiquei com a mão esquerda, que ele pegou beijou e colocou em sua perna, próxima de sua virilha. Tentei tirar, mas ele segurou firmemente.
– Mas, a minha é pra cá. – Eu o olhei semicerrando os olhos dizendo-lhe o quão machista era aquela atitude, mas ele apenas riu. Ele estava se divertindo? Enquanto eu sentia o calor e a eletricidade em minha mão esquerda.
– O que você pensa que está fazendo Edward? Você não teria coragem, teria? –Eu estou absurdamente irritada com ele... Comigo, também.
– Depende do que. Se eu teria coragem de te levar para minha casa e te provar que eu não finjo ser o cara mau e que eu vou foder você a noite toda como um... Como é que você falou? Ah, sim, um profissional? Eu tenho coragem sim. – Minha boca havia caído uns 05 metros enquanto eu olhava abobalhada para ele.
– Quem disse que eu quero? Você tem problemas de audição ou percepção? Eu disse claramente que estava desistindo, que não queria mais você. Eu não quero mais sofrer, pra mim já chega Edward. Entendeu? – Minha voz era pausada, mas carregada de irritação e frustração.
– Respondendo a sua pergunta – Ele estava sim se divertindo, o seu sorriso era a prova real disso. Ele dizia enquanto pegava a minha mão e depositava beijos tão leves que eu não tinha certeza se ele havia me tocado ou não. – Eu não tenho nenhum problema de audição e muito menos de percepção. Tanto é que eu sou plenamente capaz de garantir que você quer.
– Você é algum tipo de louco pervertido? É essa a sua diversão, brincar de montanha russa com o humor das pessoas? – Eu puxei a minha mão rapidamente, para que ele não tivesse tempo de pegá-la de volta. Eu sei onde ele mora, e não é longe da minha casa. E eu posso muito bem pegar um taxi.
– Eu não me divirto com o humor das pessoas Bella, e seria incapaz de fazer algo que você não quisesse, mas sou bem mais experiente que você e vejo que me quer tanto quanto eu te quero.
– Eu não quero. – Praticamente gritei cruzando os braços e as pernas olhando para frente, como faria qualquer... Criança. Era isso o que eu parecia para diversão de Edward, que passava o indicador na minha face, enquanto ria descaradamente, me fazendo corar.
– Eu adoro quando cora assim. Você não tem noção de como é fodidamente sexy, Bella. – Porra, ele tinha que dizer isso assim, com essa voz sexy como o inferno, me fazendo molhar a calcinha e ficar incomodada?
Quando percebi estávamos na garagem do Mandarin Oriental, o condomínio mais caro de Boston, e Edward dava a volta lentamente no carro abrindo a porta do passageiro. Estou decidida, eu não o quero. Ele pegou a minha mão e me ajudou a sair e senti o vento frio que vinha da rua, me fazendo tremer.
Eu continuo encostada na porta do carro com Edward me observando como um leão observa a sua presa. Era isso o que eu era? A presa da noite? Não, eu não o quero. As mãos másculas de Edward estavam cada uma de um lado do meu corpo, me prendendo a sua frente, enquanto tento segurar a respiração para não demonstrar o efeito que ele tem sobre mim.
– Eu não quero Edward, por favor... – Praticamente gemi, enquanto ele se aproximava cada vez mais do meu rosto, lentamente, sem tirar os olhos de mim, encostando seu nariz no lóbulo da minha orelha e descendo até minha clavícula, executando um passeio lento, me fazendo tremer com sua respiração pesada. – Eu... Quero ir... Para... Minha... Casa.
– Vá. Não estou te amarrando... Ainda – Edward sussurrou em meu ouvido sem parar de alisar seu nariz em minha pele. Minhas pernas tremeram, e se não estivesse encostada no carro, com certeza tinha caído no chão. – Mas, quero ver você... Molhada e quente. – Agora eu gemi, fechando meus olhos enquanto arfava. – Venha Bella.
Edward tirou o blazer e colocou em meus ombros, pegou-me pela mão, sem que eu oferecesse qualquer resistência, e levou-me até o elevador que ficava a nossa direita. Ele apertou o botão e eu o olhei, seus olhos estavam fechados, estava serio, como se estivesse tendo um pensamento muito profundo sobre algo, a cabeça pendendo levemente para trás, ressaltando o pomo de adão, as mãos no bolso da calça, as pernas levemente abertas. Lindo. Tentador. Controlado. Sexy.
– Apreciando a paisagem Bella? – Merda, pensei que não estava vendo que eu o estava analisando, mas ele perde alguma coisa? Como esse homem consegue ser tão controlado? Antes que eu pudesse pensar numa boa resposta o elevador chegou e Edward pôs sua mão na base da minha coluna me orientando a entrar na caixa de aço a minha frente. 11º andar. Onde Edward mora. Ele não me tocou, olhou ou falou durante o trajeto, isso me deixou angustiada, com vontade de esfregar uma perna na outra para me certificar de não estar sentindo o que eu estava.
Quando o elevador chegou ao andar revelou um hall com paredes de madeira, chão de carpete creme, luzes quentes e uma única porta de vidro à esquerda. Edward abriu a porta acendeu as luzes e me deu passagem. Dei o primeiro passo timidamente olhando os quadros surrealistas expostos na parede à frente da entrada.
Edward pegou a minha mão derrubando seu blazer e caminhou a passos largos me levando por um corredor de paredes brancas e piso de madeira quase preto, virando à esquerda e chegando, depois de mais alguns metros, a uma porta que estava fechada, quando ele a abriu revelou uma espécie de hall do seu quarto.
Não tive tempo para ver nada alem do carpete cinza e das paredes brancas, uma vez que, fui imprensada entre Edward e a parede, derrubando minha bolsa no chão. Ele estava atrás de mim, com suas mãos másculas em meu quadril, me apertando, me fazendo sentir seu corpo contra o meu, seu rosto na curvatura do meu pescoço arfando e sussurrando.
– Você quer que eu te toque Bella? – Deus, sim eu quero, mas eu apenas conseguia arfar pelo susto e pelo prazer imediato que senti. Eu choraminguei, sei que fiz isso. Edward estava realmente me imprensando contra a parede, com força, e eu apenas tentava descobrir como se respirava. – Gosta de sentir como me deixa de pau duro, Bella?
Edward estava atrás de mim, me fazendo sentir o volume no meio de suas pernas, enquanto eu estava de frente para parede, sem poder me mexer, sentindo dificuldade de fazer a conexão com os meus pensamentos.
– Diga Bella, você quer sentir meu pau duro dentro da sua boceta molhada?
– Ah... Eu... Deus... – Ele não tinha feito nada ainda e eu já estava incoerente. Molhada. Esse homem faz de mim massinha de modelar. E ainda ri descaradamente, sabendo quão fraca sou ao seu comando. – Quero... Sim... Edward.
Eu ansiava por seu toque, seu beijo, sua língua, seus dedos, seu pau em mim. Nunca quis tanto ser de alguém como quero ser de Edward Cullen.
– Boa menina – Edward se afastou e me senti desprotegida, mesmo que ele estivesse passando a mão por meu corpo, me virando lentamente como numa dança para que ficasse frente a frente com ele.
Afastando-se de mim, Edward soltou o nó da corda que estava abaixo do meu busto, e jogou na direção da cama. Ele se aproximou de mim, suas mãos percorreram meu corpo, meus seios, até chegarem ao meu pescoço e se infiltrarem na base do meu cabelo soltando-o e prendendo minha cabeça. Me olhando, me devorando.
Se abaixando vagarosamente para mim, enquanto eu arfava em antecipação tocou sua boca na minha, lambendo, mordendo meu lábio inferior sedutoramente, chupando-o, enquanto eu gemia, dando passagem para sua língua se infiltrar, num beijo que começou doce e lento, saboroso. Edward é muito mais gostoso do que em qualquer um dos meus melhores sonhos, seus lábios se apoderaram da minha língua chupando-a fazendo-me gemer enquanto sentia todo o seu corpo colado ao meu.
Suas mãos ágeis desceram por meu corpo até minha bunda apertando-a com vontade, fazendo-me sentir seu pau duro em minha barriga. Ele desceu as mãos até minhas pernas abrindo-as, e me suspendendo entre ele e a parede, prendendo-me e esfregando-se em mim, sem que sua boca me largasse um segundo sequer, seduzindo-me, apossando-se de mim me levando a um patamar de entorpecimento que não sei se já havia conhecido em minha vida, enquanto eu me apoiava em seus ombros prendendo minhas mãos em seus cabelos.
O beijo era cada vez mais urgente e selvagem, como se ele estivesse fodendo a minha boca, me fazendo queimar e molhar, me deixando ofegante e sentindo que ele estava da mesma forma. Mordendo e chupando meu lábio inferior, movendo o quadril ritmicamente, voltando a chupar e a foder minha língua, eu estava perto. Perto de um lugar que sabia que nunca havia estado de verdade com homem algum. E, sem aviso, eu vim. Gozei, tremendo meu corpo e gemendo enquanto ele continuava o beijo e suas mãos permaneciam em minha bunda apertando-a. Eu arfava desesperada por ar.
– Você é tão gostosa, quanto parece Bella? – Edward, não parou de movimentar seu quadril em mim e ficava mais duro a cada novo movimento. – Quero experimentar você.
Edward me dava pequenos beijos por todo o meu rosto enquanto me levava para sua cama sem me descer de seus braços e eu tentava bravamente voltar a respirar normalmente.
O edredom cobre estava na imensa cama king size, rodeado por almofadas creme, enquanto os criados mudos de madeira preta acolhiam abajures modernos que, acesos, davam um ar misterioso ao ambiente.
Fui colocada no centro da cama, e senti violentamente a ausência do seu corpo. Eu acabei de ter um orgasmo, mas ainda quero mais, quero mais de Edward, quero ele dentro de mim, me fazendo sua.
– Eu quero te foder duro e forte, mas antes quero te ver.
Edward saiu do meu angulo de visão e eu me sentei na cama, procurando-o. Ele não foi longe, apenas até o hall do quarto e acendeu as luzes. Eu nunca fiz sexo com as luzes acesas. Será que o abajur não seria suficiente? O que tanto há pra ele querer ver?
Quando voltou, andava elegantemente, sem pressa, soltando as abotoadoras douradas de seus punhos, sem me dar importância. Será que não via o estado que estava me deixando?
Ao chegar novamente no limiar da cama, deixou as abotoaduras no criado e me olhou. E aí estava ele novamente, o mesmo olhar do predador sobre a presa, e estou muito feliz por estar sob esses olhos agora. O sorriso torto, o meu preferido. A respiração controlada, as mãos descansando calmamente na cintura. A voz rouca e sussurrada, sexy como o inferno.
– Ah Bella, o que eu faço com você? – Ele se ajoelhou na cama e veio para mim. Beijando-me com sofreguidão, como se disso dependesse a sua vida, apertando minha nuca, enquanto eu me deitava novamente na cama.
Abriu o zíper do meu vestido e a alça do lado esquerdo caiu revelando meu seio, dedos suaves como pluma o tocaram e em seus olhos eu vi adoração? Ele deslizou a outra alça do vestido, me deixando exposta e não tirava os olhos dos meus seios redondos e rosados.
Os bicos dos meus seios estavam duros, ansiando por seu toque, ele os apertou com o dedo e puxou o mamilo me acariciando, fazendo minha coluna arquear de prazer, enquanto baixava a cabeça e sugava, provocando com sua língua, enviando ondas de prazer para o meio das minhas pernas. Prendi minhas mãos nos seus cabelos trazendo-o para mais perto de mim.
– Você gosta disso, não é?
– Sim... Edward.
Lentamente Edward ia de um peito ao outro, apertando, apalpando, beliscando, mordendo, chupando, mamando, se alimentando de mim, me fazendo esfregar as pernas uma contra a outra para tentar aliviar um pouco a agonia que estava sentindo, enquanto gemia desesperada, implorando por mais dele. A qualquer momento eu viria mais uma vez, apenas mais um toque.
– Calma, Bella, eu resolvo isso. – Como ele para agora? Eu tentei trazê-lo de volta, mas quando percebi suas mãos estavam levantando a barra do meu vestido. E novamente, eu arqueei a coluna, sentindo o aperto se instaurar no meu ventre.
– Edward... Por favor... Eu quero... Mais... – Ele riu, levantou a cabeça com seus olhos repletos de tesão. Ele estava gostando de me dar prazer.
– Eu sei. Eu também quero mais. Quero sentir você. – Eu respirava com dificuldade, arfando no limiar do meu prazer, apertando o edredom com minhas mãos.
Meu vestido estava todo concentrado em minha cintura, Edward passou o polegar em círculos, lentamente sobre meu monte, por cima da minha calcinha de renda preta transparente, que eu sentia completamente molhada, fazendo com que eu abrisse as pernas dando livre acesso a ele que apenas pôs a peça para um lado, liberando sua visão do meu clitóris.
– Tão molhada, quente, pra mim... – Eu vi a felicidade no rosto de Edward.
Eu arfava e gemia, em antecipação, bastou um pequeno movimento dele com seu polegar em meu clitóris para que mais uma vez eu atingisse o gozo, dobrando a pontinha do meu pé, gritando o nome dele.
– Goza pra mim, Bella. Deixa eu sentir o seu gosto. - Edward retirou minha calcinha e a jogou em algum ponto do quarto, e se debruçou no meio das minhas pernas, respirando e soprando, não deixando que eu me recuperasse.
A língua molhada de Edward estava em meu clitóris me chupando com força, me fazendo arquear a coluna, querendo mais dele imediatamente, meu quadril passou a se movimentar e ele pôs a sua mão apoiando minha barriga me deixando imóvel, eu senti a estocada de sua língua em minha boceta. Ele estava sugando e lambendo todo o mel que saia de mim.
Eu sentia meu clitóris ser circulado pela língua molhada de Edward, e eu gemia, choramingando, incontrolável, querendo mais e mais, sentindo cada vez mais a pressão da sua boca, meu estomago apertando, minha coluna arqueando e não conseguia mais segurar, gozei mais uma vez, enquanto sentia sua língua ainda em mim, me lambendo.
– Você é tão gostosa Bella. – Sussurrou em meu ouvido e logo me beijou e pude sentir do que ele falava. O gosto era doce e único em sua língua. – Eu sempre soube que você era doce.
Meu vestido foi retirado enquanto me recuperava. Eu estava completamente nua em sua cama, com um sorriso nos lábios e sem nenhuma vergonha.
– Sempre te achei linda Bella. Ainda mais aqui, agora, quando estou prestes a te foder e te fazer gozar ainda mais.
Edward saiu da cama sem tirar os olhos de mim e desfez o nó da gravata que usava, abriu os botões de sua camisa, jogando-a perto do meu vestido, eu vi seu peito másculo, malhado e sem pelos, os sapatos de couro preto e as meias voaram pelo quarto, a calça preta teve o mesmo destino juntamente com a boxer branca que ele estava usando. Nu, na minha frente eu soube que meus sonhos não eram nada comparado ao que eu estava vendo. Lindo, forte, másculo, potente. Seu pau era lindo, rosado, grande e grosso. Eu o desejei ainda mais enquanto ele abria o pacotinho prateado e colocava a camisinha.
Gemi isso era a única coisa semicoerente que conseguia fazer, e cada vez mais alto. Não conseguia pensar nem achar as palavras para falar. Não estava nesse mundo. Estava presa no planeta Edward e não tinha a menor vontade de sair de lá. A única coisa que via, sentia, ou percebia era ele. Seu cheiro misturado ao meu e ao nosso sexo, sua voz, sussurrada no meu ouvido, ainda mais sexy que o inferno, o gosto do seu beijo em minha boca, doce e quente, sua pele áspera contra a minha macia, seu corpo lindo a minha frente.
– Eu vou te foder até você não saber mais o seu nome, Bella.
O colchão pesou com o seu corpo se aproximando. Edward estava em cima de mim, suas mãos apoiadas ao lado da minha cabeça, meus cabelos espalhados por seus travesseiros, e senti seu pau pressionado contra minha boceta. Ele estava deslizando, tocando com a cabeça a ponta do meu clitóris, fazendo me mexer para que ele se encaixasse, enquanto ria da minha tentativa, e sempre saia antes de eu conseguir que ele entrasse em mim.
– Você quer Bella? – Edward sussurrou em meu ouvido. – Diga.
Como se fala? Eu não sei. Apenas choraminguei e levantei meu quadril para tentar encaixá-lo, mas ele colocou a mão em meu quadril me impedindo.
– Peça, Bella. Diga o que você quer? Como você quer que eu te foda?
– Edward... – Eu choraminguei. Estava completamente suada e entorpecida.
– Sim? – Eu sentia a respiração pesada de Edward em meu ouvido me fazendo tremer e tentar tê-lo dentro de mim, enquanto ele sussurrava em meu ouvido – Como, eu vou, te foder?
– For...te... –
O pau dele entrou em mim, com força, de uma única vez, com ele olhando em meus olhos, e retirou tudo igualmente de uma única vez, eu senti como é grosso e grande e eu quero mais, quero ele dentro de mim, agora.
– Tão fodidamente apertada Bella – Edward me beijou, lentamente.
Eu senti seu pau entrando mais uma vez, lenta e profundamente, sem que o beijo provocante e avassalador parasse. Edward não se mexeu, eu comecei a querer me movimentar, mas ele me segurou mais uma vez.
– Tão apressada. – Seus olhos eram brincalhões e o sorriso torto estava lá em seu rosto. - Não acabe a brincadeira antes da hora. – Como eu queria ter uma resposta pra dar a ele.
O movimento dos quadris dele começou lento, eu senti uma de suas mãos percorrendo meu corpo e a outra se apoiando ao lado da minha cabeça, minhas pernas se abriram mais para recebê-lo por inteiro e eu as prendi em sua cintura. Sua boca estava na minha, em beijos que só paravam quando precisávamos respirar.
– Estou tão duro que dói. – Sua mão encontrou meu seio e eu senti o aperto de seus dedos em meu bico, me fazendo arquear a coluna e gemer.
Edward gemia em meu ouvido quando pegou minha perna direita e a levantou, eu o senti totalmente dentro de mim, as investidas estavam fortes, selvagens, fundas e rápidas. O suor de seus cabelos caía em meu corpo enquanto eu mesma estava completamente molhada.
Eu não sei há quanto tempo estávamos aqui, ele entrava e saia incessantemente, vigorosamente. Eu me senti apertar e o senti crescer ainda mais dentro de mim.
– Goza mais uma vez pra mim Bella.
Meu estomago estava apertado, meus pés encolhidos, minha respiração estava ofegante, eu gemia seu nome como uma oração e explodi. Minha coluna arqueou, minha cabeça foi jogada pra trás e me senti leve, flutuando, inteira, meu coração batia alucinado e senti um riso bobo no meu rosto, quando eu ouvi os urros de Edward e abri os olhos.
– Bella - Edward gozou me chamando, se derramando dentro de mim. Caindo ao meu lado.
Me virei para vê-lo e ele estava com os olhos fechados, os cabelos desgrenhados, um sorriso nos lábios, o peito subindo e descendo com a respiração ofegante, a pele suada, uma das mãos na barriga, o pau ainda ereto e brilhando pelo gozo e pela camisinha, as pernas com pelos ralos, aberta.
– Apreciando a paisagem, Bella? – Eu ri da forma como ele sempre sabe que eu o estou olhando.
– Claro. É a melhor paisagem para eu olhar.
– Garanto que a minha é bem melhor. – E lá estava ele, com uma das mãos apoiando a cabeça, o olhar preso no meu rosto, o corpo levemente virado na minha direção e o meu sorriso preferido nos lábios.
– Como você está? – Que tipo de pergunta é essa?
– Bem. Eu diria que muito bem – Será que ele não estava vendo isso no meu rosto?
– Eu não te machuquei?
– Não.
– Isso é bom. Muito bom.
– Eu diria que foi melhor do que bom, muito melhor.
Edward estava me olhando e eu não tinha nenhuma indicação de como foi para ele. Para mim, foi a melhor coisa da minha vida. Eu tive apenas duas experiências antes dessa, com dois colegas da faculdade. Uma apenas para perder a virgindade e a outra por puro desencargo de consciência. Mas, hoje, com ele, foi... mágico, não, excepcional, não, fodidamente perfeito. Será que isso chega perto? Eu me perdi no meu pensamento e isso deve ter se refletido no meu rosto.
– O que foi Bella, no que está pensando?
Edward colocou uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha e apoiou o corpo com o cotovelo, completamente virado para mim. Enquanto eu sentia o calor se espalhar pelo meu rosto, e ele me tocar com a ponta do dedo. É claro que não tive coragem de perguntar o que estava na minha cabeça e apenas meneei.
Rindo, possivelmente de mim, Edward se levantou e caminhou retirando e amarrando o preservativo em direção ao hall e saiu por uma porta, não a que tínhamos entrado. Eu me apoiei, em meus cotovelos, para ver se conseguia ver para onde tinha ido, mas ele sumiu.
Estava novamente perdida em meus pensamentos imaginando como Edward tinha o mapa do meu corpo, como sabia onde me tocar, como me tocar, parecia conhecer meu corpo antes de hoje. Quando o vi na minha frente, com uma toalha, branca molhada. Ajoelhou-se na minha frente abriu minhas pernas me limpando com a toalha que estava quentinha. Quase morri de susto e de vergonha. E não pude evitar gemer em reprovação.
– Não seja boba. Eu já te vi antes.
– Edward – Ele não estava melhorando as coisas. Isso fez eu me lembrar de algo que ele disse.
– Eu sou um medico Bella, lembra?
– Você disse que sempre me achou linda? – Eu estava ainda mais vermelha.
– Hum, você estava ouvindo? Achei que tivesse em alguma espécie de transe – Ele estava de bom humor ou será que tinha sido tão ruim assim? Mas, de qualquer forma semicerrei os olhos e rosnei para ele. E ele gargalhou jogando a cabeça para trás. E eu nunca o vi tão desarmado, antes – No hospital, eu te vi, algumas vezes assim – E ele percorreu meu corpo com o dedo, me fazendo ficar vermelha por completo – E sempre te achei linda.
Deus, esse homem quer me deixar louca. Primeiro me chama pra dançar e me faz chorar, enxuga minhas lagrimas e me dá um fora, me leva para uma sala pra falar comigo, eu grito com ele quando me leva ao limite, depois ele grita comigo dentro de um carro e muda de humor para me seduzir, me traz pra sua casa e temos um puta sexo me levando às nuvens. Não sexo romântico, mas selvagem e agora ele está, bem humorado?
A toalha foi jogada aos pés da cama e ele estava novamente ao meu lado. Sentado, me observando. Lindo.
– O que você quer perguntar Bella?
– Como você sabe que eu quero perguntar? – Edward gargalhou.
– Apenas um palpite. – E agora, como perguntar?
– É... Hã... Você sabe?... Eu queria saber... Se... Pra você. – Vermelho era a minha cor nesse momento, e já não olhava para ele. Prestava atenção na decoração do seu quarto, que com certeza tem o dedo da Esme, quando senti ele segurar meu rosto e trazer para ele novamente.
Edward não me respondeu, apenas me ajudou a me sentar ao seu lado. E beijou-me, forte, impetuoso, sem aviso, reclamando seu espaço dentro da minha boca.
Fui puxada para seu colo e pude sentir sua ereção no meio de nós dando sinal de que estava se acendendo. Eu gemi ao sentir o efeito que causava nele, e mais uma vez estava presa em Edward.
– Você não percebeu como me deixa? – Edward sussurrou em meu ouvido – Como posso não ter gostado?
Edward me deitou novamente na cama, mas já não era o homem carinhoso que estava há dois segundos ao meu lado.
– Fique deitada - Ele saiu novamente, pegando a toalha no chão e foi na direção do que imagino seja o banheiro.
– Edward?
– Não se levante ate que eu volte. - E quando voltou, tinha mais uma camisinha sendo colocada em seu pau.
Ele se sentou no meio da cama, alisando o pau para cima e para baixo enquanto me olhava.
– Aqui Bella – Edward me chamou e eu me sentei. Ele me trouxe para seu corpo e eu o abracei e seu pau entrou totalmente em mim, sem aviso, me fazendo gritar.
– Eu gostei tanto que vou te foder ainda mais.
Suas mãos estavam na minha cintura me ajudando a subir e descer em seu pau, com força, enquanto me apoiava em seus ombros. A cada vez, o sentia ainda mais dentro de mim, ainda maior, ainda mais grosso. Eu estava fazendo ele se sentir assim.
Edward me fazia sentir viva, cada terminação nervosa do meu corpo clamava por uma descarga elétrica e eu tremia, em um pré-gozo. O nosso ritmo era forte e rápido, eu estava cansada. Minhas pernas não respondiam mais. E ele me deitou.
Eu tinha vontade de senti-lo completamente, mas estava quase perdendo minhas forças. Ele é uma maquina, não se cansa nunca? Eu podia sentir o vigor com que se enfiava em mim. Eu o queria. Eu quis esse momento com todas as minhas forças.
Abracei Edward, com meus braços, minhas pernas querendo prendê-lo a mim, quando me lembrei que essa poderia ser a ultima vez que gozaria para ele. Só para ele eu gozei. O único que me fez gozar.
Nos beijamos, mas não foi como das outras vezes, esse beijo foi lento, delicado, meu quadril se movia no ritmo das estocadas de Edward. Para mim, não havia a selvageria da primeira vez, mas o ritmo lento e demorado, como se estivéssemos aproveitando agora que já nos conhecíamos melhor.
Eu arfava, queria até o ultimo centímetro dele dentro de mim, e parecia que Edward queria da mesma forma. Eu já não podia mais controlar, gemia, gritava seu nome, e ele fazia o mesmo rosnando o meu.
– Da pra mim de novo. – A voz rouca e sexy como o inferno que me trouxe ate aqui sussurrando em meu ouvido, não era um pedido. – Goza pra mim, bebê.
Eu gozei mais do que em qualquer outro momento. Foi forte, inesperado.
Edward me olhava nos olhos, ainda investindo, quando ele urrou e eu o senti pulsando dentro de mim, liberando seu gozo. E ali estava, em seus olhos profundos, o menino que um dia Carlisle me falou. Frágil, carente. Duelando com o homem forte e dominador, que sempre vencia.
Eu estava cansada, realmente cansada e graças aos céus ele também.
– Durma Bella – Edward puxou o edredom, nos aquecendo, e me aproximei instintivamente dele abraçando-o, dormindo em seus braços, sem que ele reclamasse. – Feliz Natal, bebê.
SPOILER
– Ah, a culpa é minha então? – Edward estava com a mão no bolso, se aproximando lentamente de mim, fazendo aquele olhar de leão sobre a presa e como eu lhe fiz uma pergunta ele pode perfeitamente usar essa voz sexy como o inferno e sei exatamente onde vamos parar – Fique onde está Edward, você não vai fazer isso de novo.
– Não vou fazer o que de novo, Bella?
– Me seduzir, como fez ontem na sua garagem.
– Você me disse que não foi uma escolha, porque não foi consciente, e agora me diz que eu te seduzi na garagem, fiquei confuso.
– Nós agora estamos falando sobre ontem?
– Bella, vou te dar uma escolha, se é o que você quer. Ou você vem comigo, ou vou para casa e busco as minhas coisas para vir pra cá. Como é que vai ser? – Ah, a boa e velha discussão, na minha, ou na sua casa? Me lembro de que ontem começamos assim. – Então Bella? Eu disse que sei exatamente o que eu quero e os riscos que estou correndo. Eu já me decidi e você? –Me sentei na cama, e abaixei a minha cabeça, como ele usa essas palavras assim? Quando comecei a falar estava chorando.
Relação complicada, se é que podemos chamar o que eles tem de relação.
Finalmente Edward decidiu parar de lutar.
Que quente esse capítulo.
Estamos na fase dos apelidos. Bebê? Que fofo Edward o/
Os mistérios que envolve Edward começará a ser desvendado.
Diih. Cullen: Oi querida. Não, Edward não é nenhum maluco sexual. Acho que aquelas palavras foram usadas para assustar a Bella e fazer com que ela se afaste, mas a menina é osso duro de roer... Edward passou por um trauma no passado e é somente isso que eu vou dizer :* Beijos e obrigado por comentar.
Patylayne:kkkkk oi menina. :) Não, Edward não é um DOMward. É só a maneira que ele aprendeu a viver, acho que ele não sabe ser de outro jeito. Beijos e obrigado por comentar. :*
