Renegade.
Hello again, I buried you
Where have you been?
Mesmo depois de alguns anos destes fatos que eu relato, é como se tivessem acontecidos ontem. É estranho como as pequenas coisas deixam cicatrizes profundas e, os grandes traumas, feridas que nunca irão cicatrizar. O mês que passei internada no hospital, nem foi por conta dos ferimentos do acidente, mas de uma profunda depressão. Eu havia permanecido tão apática, sem vontade alguma de viver, porém, o que as pessoas não entendiam, é que eu preferia sonhar.
Sonhar com um homem que, até então, eu imaginava que me odiava, que havia passado por coisas horríveis ao meu lado e que já não se importava mais. Sesshoumaru, sempre fora ele. Ao dormir, eu fugia da constante dor de ter feito Bankotsu sofrer, e me encontrava nos braços do homem que eu amaria para sempre. Escapar da realidade era como respirar ar puro e, mesmo drogada com antidepressivos e soníferos, eu conseguia sonhar ou imaginar o sorriso dele, com os dias em que eu chegava triste da escola e conseguia ver as pegadas de Sesshoumaru na neve, como se ele quisesse se certificar que eu estivesse lá, marcando sua presença e prometendo nunca me abandonar.
Desta vez acho que não estou romanceando, pois ele era a pessoa que eu sempre poderia contar, que realmente ficava encarando a minha janela mesmo durante nevascas, porque em algum nível ele também me amava. Mergulhar no passado era melhor do que sofrer no presente. Eu havia feito com que Bankotsu perdesse a memória, eu me sentia como o pior ser humano do mundo, pior do que psicopatas, pedófilos e corruptos.
Acreditei que eu nunca poderia me perdoar e ser feliz novamente.
27 de Maio
Existe algo mais seguro que nossa cama?
- Rin! – E pela milésima vez, Sangô bateu na minha porta. – Você está atrasada!
- Não vou trabalhar! – Gritei em resposta.
- Deixe de ser criança!
- Sesshoumaru nem vai dar pela minha falta lá! – Puxei a coberta para o meu rosto. – Me deixe em paz!
Eu sabia que estava segura, afinal, minha porta estava trancada e com uma penteadeira bloqueando ela, afinal, eu não queria correr o risco de Sangô arrombar minha porta outra vez. Sim, há um tempo, antes de conhecer Bankotsu, eu estava tão imersa em um trabalho que me tranquei no quarto por três dias sem comer, ela chutou tanto a porta que quebrou os trincos, mas agora eu estava preparada.
- Venha comer pelo menos!
- Não to com fome!
- Ao menos tome seus remédios, criança teimosa!
- Ta bom, mamãe! – Gritei em resposta e voltei a me esconder embaixo das minhas cobertas.
Era tão difícil entender que eu precisava ficar sozinha? Okay, dois meses é muito tempo para querer ficar só, mas era o que eu precisava. Quando voltei para casa depois da longa internação, eu mandava os capítulos revisados por e-mail. Poderia trabalhar assim pelo resto da vida, sem estar sob o constante julgamento de Sesshoumaru, o olhar incansavelmente frio. E não é drama desta vez, eu juro que não é, muitas coisas precisaram acontecer para que eu chegasse neste estagio.
Jakotsu me ligava quase sempre e até estávamos virando amigos, mas Bankotsu não melhorava, ele simplesmente não se lembrava e isso me mata! Acho que a culpa poderia melhorar se ao menos Bankotsu estivesse tendo algum progresso, mas não havia nada, Jakotsu até mesmo me disse que mostrou o livro em que Bankotsu estava trabalhando, mas que ele apagou o arquivo pois nada daquilo lhe fazia sentido. Por sorte, tudo estava a salvo em um pen drive.
- RIN!
Demônios! Miroku havia entrado pela minha janela e quase me matou de susto. Por que Sangô nunca havia tentado aquilo? Se ela tivesse tentado isso ao menos a antiga porta e o trinco estivessem a salvo. Ele não parecia nada feliz, mas apenas cobri meu rosto com o travesseiro tentando ignora-lo, não precisava de um discurso inspirador de Miroku e nem mesmo que ele me salvasse naquele momento, apenas queria a paz do silencio de estar sozinha.
- Rin. – A voz dele era séria e senti quando ele sentou ao meu lado.
- Fora. – Minha voz era abafada pelo travesseiro. – Quero ficar sozinha.
- Você esta sozinha há dois meses. – Ele suspirou cansado. – Já chega. Nós sabemos que você esta sofrendo, mas me machuca ao te ver assim e nós queremos cuidar de você, por que você simplesmente não nos deixa?
- Não sou criança para precisar de babá! – Respondi irritada. – Ele puxou o travesseiro da minha cabeça e o olhar dele cortou meu coração.
- Sabe que não é assim, você é praticamente minha irmã. Eu sempre cuidei de você e não é agora que vou deixar de cuidar.
- Miroku, eu estou bem, okay? Eu não quero sair do meu quarto ou falar com as pessoas por que uma vozinha na minha cabeça fica perguntando sobre Sesshoumaru, como ele esta, se ele ainda tem raiva de mim, se ele pergunta sobre mim. Então eu fico aqui por que eu sei a resposta para todas essas perguntas e eu não estou pronta para ouvi-las. Eu sei que ele nunca vai me perdoar e que ele não esta bem e que ele nunca vai perguntar sobre mim, como eu também sei que Bankotsu nunca mais vai se lembrar de mim e eu amava ele. Você acha que dois meses é muito? Eu destruí duas vidas Miroku, dois meses é pouco e eu me sinto mal por todas as escolhas erradas que eu fiz, de todas as pequenas brigas, de ter falado a verdade, enquanto eu não achar uma forma de conviver comigo mesma, de calar essa voz irritante que grita dentro da minha cabeça, eu pretendo ficar segura na minha cama.
- Você tem razão, ele não pergunta de você. – Miroku me olhava de uma forma triste que minha respiração começou a falhar, eu não podia chorar de novo. – Ele mal tem falado com todos nós, sabia? Mesmo que a briga tenha sido épica, ele esta precisando de você e você dele.
- Ele esta mal por minha causa, ele não precisa de mim no momento. – Levantei da cama e tentei colocar uma roupa mais aceitável, meu shorts curto e a velha camisa do Kiss não iam servir para fugir de Miroku.
- O que você está fazendo? – Ele perguntou curioso.
- Não quero mais conversar, então estou fugindo de você também. – Falei enquanto passava pela janela.
Miroku gritou comigo pela janela, mas ignorei o que ele falava. Consegui alcançar a escada de incêndio e a voz dele foi ficando cada vez mais fraca à medida que eu chegava na rua e deixava o apartamento para trás. Ele poderia mover a cômoda e conversar com Sangô sobre o quão mal eu estava e tudo o mais, mas eu não sou obrigada a ficar ouvindo. Mas eu podia ter pego o celular e fone de ouvido, os barulhos da cidade me irritavam.
Mas, como a quatro ou cinco meses atrás, fui jogada para fora dos meus pensamentos ao bater com alguém na rua e cair ao chão. Mas desta vez não era Bankotsu e seu sorriso, não era a pessoa que eu mais queria ver. Levantar os olhos e encarar aquela mulher congelou meu coração, ela era a ultima pessoa que eu queria ver. Me levantei do chão e limpei a poeira das minhas roupas e, me fingindo de confusa, balancei minha cabeça e sorri ' surpresa'.
- Sara!?
- Rin! – Ela me abraçou e eu não sabia mais o que fazer, por que tudo de errado tem que acontecer comigo? – Sesshoumaru me falou que estava morando por aqui e eu precisava conversar com ele...
- Ele se mudou... Nós tivemos uma briga e...
- Vocês estavam morando juntos?
- Só até terminar as reformar no apartamento dele.
- Entendi... – Sara olhou em volta, as coisas nunca mais foram as mesmas entre nós, então ela não era a única a ficar desconfortável nesta situação.
- Sara, ele sabe... Sobre você e o bebê... – Não conseguia encará-la, o chão era mais interessante que o olhar furioso dela.
- Você não tinha esse direito...
- Ele precisava saber, ele, sim, tinha esse direito e eu escondi isso por 5 anos! Chega uma hora que a verdade precisa, simplesmente, aparecer. – A olhei indignada, já era hora, as mentiras precisavam chegar ao fim. – Você não tem noção do estado em que Sesshoumaru ficou quando você partiu, ele ficou devastado e, depois de 5 anos, você volta como se nada tivesse acontecido? Ele merece mais do que isso.
- Rin, já chega. – O timbre dele, impessoal, frio, me dava calafrios. Mas de onde ele havia surgido? – Sara, precisamos conversar.
Sesshoumaru não olhou para trás ao sair com Sara, e era tão típico dele fazer isso. E eu esperava que ele olhasse, esperava que fosse um filme tolo de romance em que, ao sair, ele me visse pela ultima vez, mostrando que se importava, mas a ideia em si já era absurda. Quando éramos jovens, ele demonstrava que eu era importante de sua própria maneira, mas o que eu havia feito era tão imperdoável desse jeito?
Eu era realmente a vilã? Tão ruim para chegar nesse ponto? Mesmo depois do acidente de carro, ao menos ele poderia tentar lembrar o porquê éramos amigos, mas eu me tornei tão errada assim? Para ele simplesmente não olhar para trás? Para não notar a minha presença? E eu já não tinha para onde fugir mais, não tinha mais um lugar seguro em que eu pudesse ficar deitada, tentando entender como eu poderia colocar a minha vida nos trilhos novamente.
Mas eu ainda podia fingir que minha cama era segura.
Estava de volta ao apartamento, e comi como Sangô mandou, mas o encontro com Sara não saia da minha cabeça. Às vezes eu acho que é coisa da minha cabeça, todo esse drama parece impossível e como se fosse de filmes românticos, mas era real. E sufocava, toda essa confusão é minha culpa, eu causei tudo isso de uma forma ou de outra. Se eu tivesse ficado calada, se eu tivesse apagado o e-mail, eu provavelmente estaria com Bankotsu agora e Sesshoumaru ainda seria meu amigo, mas nada mais era normal.
Quando foi que tudo começou a ficar tão errado assim? Por que esse drama? Essa confusão? Sentimentos feridos? Mentiras e verdades? Isso não é recente, talvez tudo tenha acontecido quando meus pais morreram? Ou quando meus pais decidiram se mudar para a casa vizinha de Sesshoumaru? Acho que tudo mudou a partir desse ponto. O pior de tudo, é que eu nem mesmo conseguia chorar, eu estava conseguindo afastar todas as pessoas ao meu redor e era como se nada estivesse acontecendo.
- Hey, sei que quer ficar sozinha, então vou descer pro bar, okay? – Sangô falou gentilmente.
- Não...
Oh deuses, ela me olhou confusa e eu comecei a chorar desesperadamente. Por que eu não conseguia fazer aquilo estando sozinha? Sesshoumaru certamente falaria que chorar é um sinal de fraqueza, mas sou humana, não? Acho que, em vista de tudo o que esta acontecendo, eu posso chorar. Mas Sangô se sentou ao meu lado e me abraçou até que eu parasse de chorar. A culpa me matava, mas depois de quase dois meses chorando, eu achei que estava melhor, que não iria chorar mais.
- Rin...
- Eu encontrei Sara hoje... – Sussurrei por entre as lágrimas. – Foi horrível, ela estava esperando Sesshoumaru e eu falei que havia contado para ele e, antes que pudéssemos brigar ou qualquer coisa, ele apareceu. – Tentava de todas as formas limpar meu rosto, mas parecia quase impossível. – Nós não somos amigos, não somos mais nada.
- É apenas uma fase ruim. – Sangô, em algum momento, deitou do meu lado e me abraçou. Eu podia sentir a mão dela acariciando meu cabelo enquanto meu corpo simplesmente tremia por conta das lágrimas.
- Bem que eu gostaria... Mas chega disso. – Sorri e sequei as lágrimas do meu rosto. – Vou tentar escrever alguma coisa e prometo que vou sair dessa, okay?
- Quer que eu fique aqui com você? – Ela me perguntou tão preocupada, mas permaneci sorrindo.
- Não precisa... Sei que tem sido um inferno ficar perto de mim, mas prometo que vou ficar bem. Acho que agora tudo foi esclarecido e eu posso começar a melhorar, não é?
- Rin, não foi um inferno, mas nos preocupamos com você.
- Eu sei. Só preciso descobrir como seguir minha vida agora, é o que tenho pensado por todo esse tempo, tem sido muito difícil, mas afastar vocês tornou tudo pior. Prometo me comportar e aceitar o apoio de vocês. – Sentei na cama. – Vou tomar um banho e tomar meus remédios, agora pode ir pro bar... E não discuta, quero que você vá para o bar beber por mim, já que com tantos remédios eu não posso.
- Não quero te deixar sozinha.
- A partir de amanhã você não me deixa sozinha, okay? E tente se divertir, por favor.
- Tudo bem. – Sangô falou a contragosto, mas era melhor assim.
Ela saiu do meu quarto e eu segui para meu banho. Não estava afastando Sangô de novo, mas eu tinha acabado de encontrar Sara com Sesshoumaru e ainda precisava pensar um pouco mais em tudo e ela cuidando de mim fazia com que eu me sentisse mais culpada pelo meu comportamento nestes últimos dois meses. Sou culpada por muitas coisas, isso é verdade, mas tentei concertar meus erros, falar todas as verdades e esclarecer minhas mentiras.
Tomei um longo e relaxante banho, pela primeira vez eu me sentia mais calma e em paz, sai do banheiro com a toalha segurando meus cabelos. Deixei o pijama surrado para lavar e encontrei algo igualmente confortável para passar o resto do dia em casa, um curto shorts jeans que desaparecia debaixo da camisa de flanela masculina. Eu não me sentia sozinha naquele silencioso apartamento, o sentimento de culpa não era tão grande eu conseguia me imaginar seguindo em frente de tudo.
Liguei o notebook que estava em cima da cama e penteei rapidamente meus cabelos, peguei uma cerveja long-neck da geladeira e me sentei no parapeito da janela. Sangô não brigaria comigo se eu fumasse no quarto, né? Afinal, era o meu quarto... E naquele momento eu senti como se nada tivesse acontecido. Como se fosse apenas mais uma noite em que não fui para o bar por falta de dinheiro, que nunca havia conhecido e machucado Bankotsu e que minha amizade com Sesshoumaru continuasse normalmente. Mas a vida nos prega tantas peças, e torna tudo tão confuso e difícil, nos deixa com o desolador sentimento de impotência.
Por que, no final de tudo, não existia nada que eu pudesse fazer. Deprimente? Claro, mas eu não podia mudar a situação de Bankotsu... deuses, como eu sinto a falta dele. Acho que, se ao menos eu tivesse ele em minha vida, a situação com Sesshoumaru não seria tão pesada para mim, ao mesmo tempo que se minha relação com Sesshoumaru fosse estável, eu não estaria sofrendo por causa de Bankotsu. A minha sorte eram os meus amigos. Kagome e Inuyasha estavam passando mais tempo afastados, por consideração ao irmão mais velho, mas quando estive internada eles me visitaram, o que era bastante.
- Boa noite, Rin. – Ouvi uma voz que sempre fazia meu sangue congelar. Pelo susto, deixei a garrafa cair do lado de fora da janela.
- Hakudoushi? – O olhei confusa. Depois de tantos anos...
- Ainda tem essa camisa depois de todos esses anos?
- Oh. – Olhei para a camisa de flanela, não conseguindo olhar para ele. – É uma camisa confortável.
- Fiquei sabendo que esteve em um acidente.
- Há dois meses.
Me levantei do parapeito da janela e caminhei até a sala, ignorando a presença dele, que era tão perturbadora. Às vezes Hakudoushi era mencionado em alguma conversa, mas sempre mudavam de assunto por que lembrar dele me enfurecia, eu demorei tanto tempo para enterrar aquelas memórias e lá estava ele, como se nada tivesse acontecido. Será que ele e Sara sofreram algum tipo de distúrbio mental para fazer com que se esquecessem das cosias ruins que aconteceram?
- Fiquei preocupado. – Senti ele tão próximo. Por que mais torturas?
- Pois é. – Falei secamente. – Você sumiu, agora aparece como algumas semanas tivessem passado... você tem algum tipo de problema?
- Eu cometi um erro.
- Sesshoumaru e Inuyasha sabem que você esta na cidade?
- Ainda não os avisei.
- Bom, você tem muito o que fazer e eu também. – Sorri forçadamente. – Vá falar com seus primos e me deixe em paz, okay?
- Impossível, não? – Ele ignorava minha crescente raiva e sorria divertido. – Você e Sesshoumaru estão sempre juntos, vamos acabar nos vendo muito, Rin.
- Duvido. – Olhei para o canto insegura.
- Vocês brigaram? – Ele riu sem graça. – Nunca imaginei que isso aconteceria.
- Eu também. – Falei tristemente.
- Hakudoushi? – Deuses, será que tudo tem que ser como um maldito filme ou série de TV? Afinal, quais eram as possibilidades de Hakudoushi e Sesshoumaru me visitarem no mesmo dia?
- Já estava de saída Sesshoumaru, eu pretendia ligar. – Ele me olhou docemente. – Vim ver como Rin estava, ela sofreu um acidente...
- Há dois meses. – Ouvi Sesshoumaru responder da mesma forma como eu havia feito momentos atrás. – Podemos conversar, Rin?
- Claro... – Sussurrei cansada.
Hakudoushi, ao invés de ir embora, sentou no sofá e puxou uma revista para ler. Andei de cabeça baixa para meu quarto, sendo seguida por Sesshoumaru. Voltei a sentar no parapeito e acendi um cigarro, não tinha forças para encara-lo. Percebi que ele fechou a porta atrás de si e um silencio ensurdecedor tomou conta do quarto, eu não seria a primeira a falar. Afinal, eu já havia dito tudo o que precisava, falei todas as verdades e ele havia escolhido não falar comigo. E a forma como ele me tratou mais cedo na rua... De fato, não éramos mais amigos.
- Quando Hakudoushi voltou? – Ele perguntou enquanto se sentava na cama.
- Não sei, ele simplesmente apareceu aqui. – Revirei os olhos. – Sobre o que quer conversar?
- Sobre muitas coisas.
- Acho que seria melhor fazermos isso alguma outra hora. – Apaguei o cigarro e me levantei. – Seu primo está aqui, eu vou tomar meus remédios que acabam me deixando com sono... podemos fazer isso amanhã?
- Rin.
- Obrigada por entender. – Sorri e abri a porta do quarto. – Até amanhã.
Sesshoumaru saiu e levou Hakudoushi consigo. Deitei na cama cansada, não preciso de mais confusões. Não quero que minha vida seja assim, mas não chorei. Hakudoushi logo iria embora, eu conversaria e resolveria as coisas com Sesshoumaru, fosse para terminar nossa amizade ou tentar reconstruí-la novamente. O que eu podia fazer no momento, era desligar o notebook que acabei nem usando, tomar meus remédios e dormir.
Bom galera, tive vários problemas e por isso a demora para postar.
Essa fanfic vai ter mais 5 ou 6 capítulos, se não me engano. Mas vai dar tuuuudo certo!
