N/A: Então. Mais um cap. Rápido até, não? hehe Foi difícil escrever esse, tava sem inspiração nenhuma. Não sei se ficou mto bom, sinceramente. Foi difícil mesmo. Até entrar no clima da história de novo e tudo mais. Espero que vocês gostem. Podem dar as opiniões aí, o que gostaram e não gostaram. Pode falar meeesmo, gente. xD

Luana Rubin: Ah, que bom qe você gosta. Isso me deixa mto feliz. Gostou da um tbém? Nossa, fico lisonjeada por ter alguém fuçando minhas fics. Pode fuçar o quanto quiser, moça. E continue acompanhando. E me diga o que achou desse cap, sim? um grande beeeijo! xD

Ly W.: Poxa, adorei seu review. Sério mesmo. Esse review me tocou também, sabe? Nossa, fico mto feliz que você esteja gostando e se envolva tanto com a fic assim. Isso me ajuda mto a continuar escrevendo e não desistir. E saber que eu consigo passar esse tipo de emoções pras pessoas me deixa muito orgulhosa e com certeza feliz. Espero que você goste desse cap e continue acompanhando a fic. Um grande beijo pra você, guria! xD

Dani Sly: AMIGAAAAAAAAAAAAAAAAAA! Nem preciso dizer o qnto eu adorei o review, certo? Seus reviews quilométricos sempre me colocam pra cima. Ainda mais no momento em qe me encontro agora. Só digo uma coisa: não passei no vestibular, amiga. Não deu certo, mesmo dps de tantos estudos. Vou tentar de novo, claro. Mas, sabe como é, a tristeza que rola e tudo mais. Com sorte esses sentimentos que eu sinto agora vão me servir de um cap pra essa fic, quem sabe. hauhaiuah Escritor é assim, né? Tem que tirar proveito de algo. Não que eu possa ser considerada uma escritora, mas enfim, entendeu o espírito da coisa. Bom, não vou me demorar por aqui pq tenho milhões de coisas pra fazer e quero falar ctgo no msn, não aqui ¬¬ HAUHAUAHIAH Só digo qe te adoro, adoro teus reviews e você é uma amiga maravihosa! Vê se manda notícias, sua sumida. Espero que 2008 seja um ano maravilhoso pra ti pq tu merece, viu? beeeijão! xD

Hannah Guimaraes: Ah, que bom. Continua acompanhando sim, hein? Eaí, gostou desse cap? beeijinhos, moça! xD

ENJOY! XD

Capítulo oito

Três semanas se passaram. Mas, na realidade, para mim pareceram muito mais. Era estranho como tudo estava acontecendo. As noites no quarto já estavam ficando insuportáveis. Potter chegava sempre tarde da noite, bêbado. Wood tentando mantê-lo na linha e estudando com ele. Ao menos até aquele ponto estava funcionando para os dois. Só que não funcionava pra mim. Não funcionava mesmo.

Ficar vendo alguém que era um dos meus melhores amigos nem olhar para minha cara era estranho. As coisas aconteciam tão rápido que era como se eu acompanhasse o ritmo apenas porque eu estava condicionado a fazer isso. As aulas, as conversas com Mione, os treinos acompanhados de Ned e alguns estudos com Wood - quando Potter estava bêbado demais para estudar com ele. Não tinha mais espaço pro Potter na minha vida. Ele não participava mais.

Alguém que me acompanha com os almoços enfadonhos na casa do meu pai, viagens a Hosmeadges, conquistas baratas e conquistas realmente importantes - como Gina, por exemplo. Era algo ridículo, mas ele era uma parte da minha vida. E simplesmente sair assim, sem mais nem menos, era ridículo. Tremendamente ridículo.

Porque tudo aquilo estava acontecendo? Algumas vezes eu acordava no meio da noite sem acreditar de verdade. E então eu olhava pro lado e lembrava das palavras que ele cuspira ferozmente na minha cara.

Ele voltara a ser o Potter - alguém que eu nem sequer conhecia.

Quando começamos a desconhecer quem conhecemos?

Quando começamos a conhecer quem desconhecemos?

Perguntas idiotamente reflexivas ficavam passando pela minha cabeça e um panaca. Um panaca mesmo. Eu não queria ficar pensando em coisas inúteis. Eu tinha que me concentrar nas provas, nos treinos e exercícios. Tinha pilhas e pilhas de teoria pra estudar e pilhas e pilhas de peso pra levantar, quilômetros pra correr. Eu não tinha tempo pra ficar me preocupando com coisas como, amizade.

De repente, era como se minhas prioridades tivessem mudado radicalmente. Eu que sempre fora um cara que dava valor para os amigos, para sair com os amigos. Agora não tinha tempo nem pra respirar direito. Tudo o que eu queria era me tornar alguém profissionalmente excepcional. Eu queria me destacar. Malfoys tinham nascido para não serem ordinários, ser fora do comum.

Como conciliar toda essa vida que eu esperava com problemas pessoais? E não era como se ele se importasse com isso de qualquer maneira.

Agora era Potter. E isso era tudo que eu tinha pra saber sobre ele.

- Se quer saber minha opinião, - começou Mione, enquanto passava geléia de abóbora em uma de suas torradas. - eu acho essa atitude de vocês uma infantilidade. - bufou.

- A culpa foi toda dele. - rangi, entredentes. Tudo o que faltava para mim agora é ter que assumir a culpa pelas besteiras que ELE tinha ME falado. - Potter é o infantil da história, não eu, Mi.

- Exatamente. - murmurou ela, virando a página do Profeta Diário. Basicamente aquele era o único tempo que ela tinha para ler as notícias do mundo bruxo. - Por você saber que ele não está em seu juízo perfeito agora, é que tinha que abistrair.

- Abistrair que ele está agindo como um perfeito idiota? - rosnei, incrédulo com o que estava tendo que escutar. - Você ficou louca?

- Ai, Draco, não sabia que você era tão sensível. - gracejou, tomando um gole do suco e respirou. - Mas, sério. O Harry não está em seu melhor momento, Draco. Você precisa ajudá-lo. - e ficou me olhando com aquela expressão de cachorro sem dono, querendo me convencer.

- Eu?

- Eu posso te ajudar, mas, basicamente, você tem que fazer as coisas acontecerem. - suspirou, cansada. Acho que todos estavam tendo semanas difíceis. - Ele só escuta você.

- Só porque o cara perdeu a namorada isso não lhe dá o direito de agir como um panaca, falar o que der na telha e ainda esperar compaixão dos outros. Eu faço qualquer coisa e aturo muita coisa também, menos isso. - despejei, raivoso.

Ela ficou me olhando, num misto de compreenssão e incompreenssão. Eu estava recendo muito disso, ultimamente. De mim mesmo, na realidade. As vezes nem eu me entendia mais, não entendia os outros, não entendia a vida que tinha escolhido pra mim. Não entendia no quê Potter havia ser tornado. E, principalmente, não entendia porque eu estava fazendo tanta tempestade em um copo d'água. Só que mesmo com tantos conflitos internos, eu ainda disse o que eu disse:

- Desculpa, Mione, mas ele não me escuta mais. - me levantei e saí para treinar na academia, deixando uma Hermione Granger decepcionada para trás.

Correr. Aparentemente era a única coisa que eu fazia bem durante aqueles dias. Era a única coisa que eu realmente não precisava pensar pra fazer direito. Só necessitava de preparo físico e músculos. Mente, alma e coração, nada disso era preciso. Nada.

Deitei de costas no meio da pista, apoiado nos cotovelos.

- Sabe, essa cena está me dando uma espécie de deja vu. - comentou Mione, esbaforida, porque estava tentando me alcançar - provavelmente desde o início da minha corrida, sem sucesso. Eu não a vira.

- Como? - perguntei, ainda meio confuso.

- E eu te disse... - continuou ela. - Que era permitido sentir saudades.

- E o que isso tem a ver? - ergui uma sombrancelha, duvidoso. Eu, sinceramente, não entendia como a mente de Hermione funcionava de vez em quando.

- Do Harry, quero dizer, ao menos dessa vez. - murmurou, ajoelhando-se em minha frente. - Você não me engana, Senhor Malfoy, ele era seu melhor amigo...

- Era. - bufei, contrariado.

- Não me interrompa. - rebateu, ríspida. - Como eu ia dizendo: ele era seu melhor amigo, e ainda é. Não se faça de sonso e nem tente me enganar, é impossível. Vocês estão agindo como dois idiotas. E seria mais idiota ainda você, percebendo isso, não fazer nada para mudar essa situação.

- Eu to cansado, merda. Porque eu tenho que fazer tudo pra manter o grupo unido? Porque eu tenho que dar conselhos matrimoniais pra Luna? Porque eu tenho que garantir a Lucy que está tudo bem? Porque eu tenho que te garantir que o Bagulhão não tá fazendo nenhuma besteira? Porque eu tenho que impedir o Harry de fazer besteiras e estragar o futuro dele? - eu estava cansado, desesperado, estressado.

Provavelmente em sã consciência eu não diria nada daquilo. Obviamente eu não diria nada daquilo. Do que adianta machucar os outros? Punir alguém que não tinha nada a ver com os meus conflitos internos?

- Porque somos seus amigos, Draco. - murmurou ela, desconcertada. - E é isso que amigos fazem.

­- Porque tudo tem que depender de mim? Eu não pedi pra ser uma espécie de liderzinho panaca que faz tudo o que os outros pedem. Eu não tenho tempo pra isso, eu tenho coisas mais importantes pra me preocupar, poxa. - passei a mão pelos cabelos, nervoso.

De onde tinha vindo tudo aquilo? Sinceramente, nem eu sabia. Eu não sabia que estava guardando tudo aquilo dentro de mim. Honestamente, eu não tinha idéia de onde tinha vindo aquela enxurrada de sentimentos mal resolvidos e daquela erupção sentimentalista dentro de mim. Eu me sentia um fraco, um covarde, um verdadeiro panaca. Do que eu estava reclamando? De ter amigos? De ter problemas básicos da vida de qualquer um? De ter de ajudar um amigo?

O que, afinal, eu queria?

Na verdade, eu nem sabia mais.

- Quer conversar? - perguntou Wood, enquanto se sentava ao meu lado no branco em frente à pista de corrida. Mione já havia me deixado há algum tempo, tinha de treinar. E bom, depois daquela minha explosão, não havia muito o que dizer, na verdade.

- Aparentemente, isso é tudo o que eu to fazendo hoje. - suspirei, exausto. Realmente exausto.

- Dia difícil? - perguntou ele, apoiando as mãos atrás do pescoço.

- Você não tem nem idéia. - respondi, olhando para além da pista. - De repente, correr cinco horas sem parar e depois agüentar o treino da academia não me parece algo tão cansativo assim. Não depois das exaustivas conversas de hoje.

- Sabe, eu acho que você precisa de uma folga. - murmurou ele, meio pensativo.

- Você? - perguntei, surpreso.- Desde quando você tira folga, Wood?

- Desde que eu não consigo tirar aquela garota da boate da cabeça. - bufou ele, obviamente sentindo-se contrariado.

Eu ri. Sem querer, mas ri. Afinal, qual era o problema de não conseguir tirar uma garota da cabeça? Só que eu sabia bem como tinha problema em não conseguir tirar garotas da cabeça de vez em quando. Ah, eu sabia.

Na verdade, eu queria pensar em tudo menos em Gina. E eu buscava em qualquer coisa uma maneira de fugir dos meus sentimentos mais profundos - por mais ridículo que isso pudesse parecer. Não é que eu achasse ruim, ou qualquer coisa do tipo. Só que... Quando eu começava a lembrar da maneira que aquelas mãozinhas rodopiavam no meu pescoço, ou a maneira como seu rosto se franzia quando estava e as covinhas só do lado direito da boca quando eu a fazia sorrir.

Eu via Gina por todos os lados. Por mais que eu não falasse sobre isso com ninguém. Eu via seus cabelos cor de fogo e suas faces cor de morango. Eu via cores, sons, risadas e mais risadas, aqueles olhos cor de mel sorrindo pra mim. É, Gina sabia sorrir com os olhos. O corpo inteiro de Gina sabia sorrir pra mim e eu sentia falta disso.

Potter era o único que sabia dessas coisas mesmo sem perguntar. Eu sabia que ele sabia. E era meio que um jogo que fazíamos. Ele sentia falta de Luna, eu sabia. Mas, o que raios, eu podia fazer? Não era como se eu pudesse trazê-la de volta ou algo assim. Era algo muito mais além de mim e ele sabia disso.

"Mas, sério. O Harry não está em seu melhor momento, Draco. Você precisa ajudá-lo." E Mione também tinha razão. Eu queria dar um murro em alguma coisa. Eu me sentia sobrecarregado demais e sentia também como se eu estivesse fazendo uma estardalhaço por nada.

O que era correto ou não fazer e pensar? Eu não sabia. Em menos de um mês milhões de coisas e sentimentos haviam acontecido e aconteciam sem parar. Isso era terrível. Terrível.

Minha namorada. Meu melhor amigo. Minha carreira. Meus sentimentos. Meus amigos. Meus pensamentos. Meu. Meu. Meu. Desde quando eu tinha tanta coisa com o que me importar? Era estranho, eu ainda não havia me acostumado com toda aquela atenção que eu recebia e era "obrigado" a dar também. Eu tinha uma segunda família - que eu havia escolhido, e tinha de tomar conta dela. Porque é o que esperavam que eu fizesse, e ironicamente, era o que no fundo eu estava esperando fazer também. Talvez no fundo mesmo, eu já soubesse disso. E tinha medo de falhar.

E Gina. Gina era a quem eu mais amava e por quem eu mais temia. E se eu a decepcionasse de alguma maneira? E se a distância fosse demais? Eu... eu não sabia o que pensar ou fazer.

Porque tudo tinha que ser tão difícil? Era apenas...bom, era apenas a distância. E eu nunca pensei que fosse ser tão difícil. Distância nunca me parecera algo tão difícil e eu tentava demonstrar isso para todos. E até para mim mesmo. Talvez esse fosse o pior de tudo, eu mentia há tanto tempo que acabara acreditando nas minhas próprias mentiras.

- É... - murmurei, ainda pensativo.

- Sabe, eu acho que nós dois precisamos de uma bebida. - disse ele, dando uma espécie (estranha, por sinal) de pulo. - E uma das fortes.

- Eu acho que foi a coisa mais inteligente que eu ouvi hoje. E olha que no café da manhã eu cheguei a dar uma revisada na matéria de Herbologia. - sorri, meio de lado.

Ele sorriu também. É, nós dois precisávamos de um drinque. Desesperadamente.

- Sabe, eu tomei, mas... - comecei eu, enquanto seguia Wood por entre os corredores da academia. - Nós não podemos sair. Você sabe, não sabe? - perguntei, preocupado. Se fosse Hogwarts eu seria o primeiro a quebrar as regras, mas ali... Ali o senso de responsabilidade era ainda maior. Chegava a pesar nas costas, quase literalmente.

- Eu sei. - murmurou ele, entrando numa porta que eu nunca havia percebido antes. - Ah, eu sei. - repetiu ele, com mais entusiamos. - É pra isso que existe A Sala.

- A Sala? - repeti, feito um abobado.

- Isso. - respondeu ele, entretido em abrir um dos armários que havia ali.

Era uma sala normal. Mal iluminada, espaçosa, a distribuídos, uma espaço que mais parecia uma pista de dança, havia um segundo andar, mas dali não dava pra ver o que tinha. Agora Wood já estavam preparando dois copos em cima de uma espécie de balcão/bar que eu nem havia reparo que havia ali.

- É como se fosse a Sala Precisa de Hogwarts, sabe? A diferença é que ela não muda, nem nada do tipo. Foi criação dos primeiros alunos da Academia e eles sentiram que precisavam de um lugar onde pudessem ficar mais à vontade e bem, sei lá, apesar relaxar e esquecer por um minuto que está em um dos institutos mais difíceis de todo o mundo bruxo. - continuou ele, aparentemente em um monólogo. Que mais tarde, fui descobrir que era sua especialidade (quando não estava falando com a garota da boate, é claro).

Sentei em um dos sofás. Só então percebendo o quanto eu estava exausto. Mais mentalmente do que qualquer outra coisa, ironicamente.

Wood me alcançou um dos copos e se jogou em um dos outros sofás.

- Eu não pude deixar de reparar em vocês dois, você sabe. - disse ele, de repente, após dar um gole em sua cerveja amanteigada.

Eu assenti, ainda meio tenso.

- Acho que as conversas mais importantes que eu já tive na vida foram após um bom gole disso. - continuou ele, apontando para o copo, compreenssivo.

- É, eu entendo o que quer dizer. - respondi, tomando todo o conteúdo de meu copo em um gole só. Senti descer queimando pela garganta. - Ah, eu entendo. - suspirei.

Ambos ficamos em silêncio. Os pensamentos às vezes se fazem muito mais necessários do que as palavras. Embora eu soubesse que eu realmente precisava falar.

- Eu não entendo como você ainda fala com ele. - despejei, de uma hora para outra.

- Simples: ele estava bêbado e levou um chute da namorada. Ninguém pensa direito quando está bêbado e leva um chute da namorada.

- E você é extremamente paciente. - acrescentei, incrédulo.

- Isso também. - respondeu, sorrindo de leve. - Afinal, eu fui capitão de um time. Eu preciso ser paciente.

- Talvez. - rebati, pensativo. - Acho que eu que não sou muito do compreenssivo. Faz parte de mim... Sei lá, é meio idiota, mas é que Potter disse coisas tão...

- Ele não disse muita coisa. - interrompeu Wood, reabastecendo nossos copos.

- É. - pensei por alguns instantes.

- Foi a maneira como ele disse. - acrescentou Wood, suavemente.

- A-acho que sim. - gaguejei, meio abobalhado.

Será que eu realmente havia feito uma tempestade em um copo d'água?

- Você não fez uma tempestade em um copo d'água. - disse Wood, de repente. - Harry realmente estava errado e ele falou coisas muito ruins, mas não imperdoáveis. Ainda mais nessa situação toda de agora.

- Que situação?

- As notas dele baixando, as farras com as garotas. Ele tá completamente perdido, cara. - suspirou Wood, passando a mão pelos cabelos. - Ele precisa de ajuda, mesmo que não queira.

- E o que eu posso fazer? - perguntei, exasperado.

- A resposta está em suas mãos. - murmurou ele, sorrindo. - Literalmente.

Talvez Potter realmente tivesse sido odioso e merecesse todo o tratamendo que eu estava dispensando a ele. Mas, acima de tudo, Potter era meu melhor amigo e eu precisava consertar aquela situação. Provavelmente (eu tinha certeza) ele faria o mesmo por mim. Como eu agiria se eu levasse um chute da Gina? Merlin, eu nem gostava de pensar naquela possibilidade e Potter era louco pela Luna. Ele precisava de apoio naquele momento, por mais que não quisesse.

Eu tinha que ser o adulto daquela história. A resposta estava em minhas mãos, literalmente. Afinal, as conversas mais importantes que eu também já havia tido foram regadas a cerveja amanteigada. E bom, podia não ser o melhor dos planos, nem um solução, mas um bom gole poderia ser a chave para abrir as portas que haviam sido abruptamente fechadas naquela noite da briga.

Eu podia e era meu dever como amigo dar um jeito naquilo. E não passaria daquela noite.