Disclaimer: Se Twilight me pertencesse... Bem, eu estaria satisfeitíssima com a minha conta bancária.
N/A: Ai que friozinho bom! Aqui está caindo um pé d'água enorme e eu pensei, 'por que não postar'? E hoje nós completamos UM MÊS de fic! Apertem os cintos e segurem a cabeleira porque esse capítulo traz lemons plus final maluco, presentinho para vocês. A lemon desse capítulo é a minha preferida, espero que vcs curtam tbm. Nesse capítulo, particulamente, as coisas vão dar uma reviravolta maligna. HAHA. Que nada. Nós chegamos a 300 reviews! OHMY, MORRI. Agradecimentos no final, esquematizado, abram suas caixas de email! Enjoy. x)
Capítulo X – Jacob Idiota Black
[Bella]
Eu estacionei tentando manter a calma. Tentando me lembrar de qualquer exercício de meditação que eu loucamente tenha praticado ou tentado aprender para controlar o meu gênio forte e me deixar sensível, sensata e equilibrada.
Eu definitivamente não me sentia sensível, sensata ou equilibrada. Para falar a verdade, eu estava completamente descontrolada, fora de mim e rebelde. Eu literalmente queria chutar a bunda daquele idiota para fora da minha vida, para sempre.
Eu me perguntava como eu poderia ter me relacionado com alguém tão idiota quanto Jacob. Ok, ele era apaixonado por mim. Admito que quando você tem dezessete anos isso parece uma grande coisa. É quase uma confirmação de que você pode ser boa em alguma coisa, você pode ser amada por um garoto. Eu não teria que morrer solteira.
Meu erro foi corresponder ao sentimento do meu melhor amigo. Não corresponder, essa, claramente, não seria a melhor palavra quando você não se sente da mesma forma em relação àquela pessoa. Eu aceitei os sentimentos de Jacob e os retribui da forma que ele gostaria. Eu nunca pensei, em momento algum que isso teria consequências tão drásticas.
E agora estava eu aqui. Finalmente eu havia encontrado um cara que eu sentia aquilo que estava descrito em cada livro ridículo de romance na face da terra, como a ridícula falta de ar, borboletas no estômago ou qualquer bobagem parecida e Jacob Idiota Black voltava para a minha vida. Eu sentira em quase duas semanas ao lado de Edward aquilo que eu nunca tinha sentido em quatro anos ao lado de Jake.
Desci do carro, girando as chaves nervosamente entre os dedos. Talvez eu devesse dar meia volta e voltar para a casa de Edward, passar a noite com ele e lidar com isso nas primeiras horas da manhã, mas não seria uma atitude muito sensata.
Sai do elevador pisando forte e entrei em casa pronta para soltar os cachorros, em cima do cachorro.
- O que ele está fazendo aqui?
- Bom te ver também, querida. – cerrei os olhos para o moreno estúpido, sentado no meu sofá.
- Ah, nós achamos que talvez você quisesse receber uma visita dele, sabe... Forks é tão diferente de Phoenix, Bella...
- Sabe, eu não quero receber visitar de ninguém! Por duas semanas minha vida esteve ótima sem nenhum de vocês se intrometendo nela...
- Não fale assim, nós somos sua família... – Renee me cortou.
- Ele não faz parte da minha família. – disse mimada, me trancando dentro do quarto, tentando me acalmar o suficiente para não matá-lo ali mesmo. Jacob ainda bateu de hora em hora na minha porta, me chamando, mas em algum momento ele deve ter desistido, porque finalmente eu parecia estar adormecendo em completo silêncio.
Eu acordei com um humor péssimo e sai de casa antes que qualquer um deles acordasse. Jacob dormiu no sofá, enquanto os meus pais ocuparam o segundo quarto que havia no meu apartamento. Dirigi-me a uma cafeteria próxima para ingerir qualquer bebida com cafeína o suficiente para me manter acordada e me aquecer durante as primeiras horas da manhã.
Eu estava péssima. De alguma forma, o dia anterior com Edward parecia ter acontecido há alguns anos e não ontem. Eu estava confusa com a espécie de reação que ele teria. Não que ele fosse do tipo que se importava muito com esse tipo de coisa, mas eu, definitivamente, tinha um mau pressentimento quanto a isso.
Acho que foi um dos poucos dias (senão o único) que eu cheguei cedo na Universidade. Não havia um ser humano ou alma penada para me acompanhar por aquele lugar. O estacionamento estava completamente deserto e eu pude estacionar em qualquer lugar agradável sem ter que acelerar vorazmente antes que alguém roubasse a minha pretensa vaga.
Segurei o celular na mão, esperando que uma ligação ou mensagem de Edward brotasse do nada. A minha fissura por ele era tão grande que eu passei a noite tenho sonhos impuros com aquele homem, de todas as formas possíveis. Aquilo não era bom. Renée sempre me dizia, que no momento em que você se sente assim por um homem, talvez seja melhor você se afastar dele. Alguém sempre vai amar mais na relação, e nunca espere que seja você.
Merda. Talvez eu estivesse mesmo me apaixonando por Edward, mas eu, com certeza, não encarava isso como uma coisa ruim. Apesar de que talvez fosse. Quer dizer, o cara mais gostoso do século, talvez, dando bola para mim. Eu queria possuí-lo.
Não esperei muito tempo dentro do carro porque o dia estava extremamente frio. Apertei o cachecol envolta do pescoço, enquanto me equilibrava para não cair em algumas poças de lama espalhadas por todo chão, indicando que a noite trouxera uma tempestade de água que eu sequer notara.
A Biblioteca da Universidade de Forks – e é a primeira vez que eu entro nela – era o único lugar suficientemente aquecido no campus onde eu gostaria de me manter. A bibliotecária estava encolhida na sua mesa com um copo de café fumegante debaixo do nariz, provavelmente tentando aquecê-lo, enquanto eu me enfurnei pelas instantes imensas atrás de um lugar escondido, onde ninguém pudesse me perturbar. Não que houvesse muitas pessoas àquela hora por ali, obviamente.
07h30. O meu relógio de pulso marcava. Abri uma cópia de Frankenstein de Mary Shelley por diversão, tentando me livrar de qualquer romance aguado demais, antes que eu derramasse lágrimas por qualquer coisa. Não que eu chorasse com frequência. Eu realmente estava sensível. Talvez estivesse mesmo de TPM.
Mensagem de Edward Cullen às 07h35
Provavelmente você ainda está dormindo.
Ok, eu não estou dormindo mais. Mas que raios de mensagem é essa?
Mensagem de Edward Cullen às 07h36
Você dorme demais, só para constar. Deu tudo certo? Você parecia estranha quando saiu daqui, ontem. Tanto faz, mande-me notícias. Amantes sabem escutar, às vezes, se você quiser.
Mordi o lábio. A ironia presente em cada frase, mesmo que ele não soubesse.
Mensagem de Edward Cullen às 07h37
Ou se você precisar de qualquer outra coisa, se você quiser.
Qualquer coisa? Digitei as primeiras palavras no celular, antes de receber outra.
Mensagem de Edward Cullen às 07h37
Qualquer outra coisa como sexo, se você quiser.
Gargalhei involuntariamente e olhei para os lados para ver se ainda estava sozinha. A bibliotecária não parecia do tipo que toleraria qualquer tipo de barulho na sua enorme biblioteca silenciosa e perfeita.
Você poderia deixar eu digitar uma resposta, primeiro?
Eu mal apertei o botão de "send" e já recebi a resposta.
Mensagem de Edward Cullen às 07h37
Oh, ela está acordada.
Claro que não, estou mandando mensagens enquanto ainda estou dormindo.
Desde às 6h. Por que você está acordado?
Fechei a cópia de Mary Shelley e me debrucei sobre os livros. Edward Cullen era bem mais interessante que o Frankenstein.
Mensagem de Edward Cullen às 07h39
Eu estava pensando em você.
Ok, eu praticamente caí da cadeira, no meu jeito desastrado. Ele queria me levar para a cama? Aquilo funcionava e MUITO bem. Eu estaria morta até o final do semestre, com aquele tipo de cara.
Onde você está?
Soava informal o suficiente.
Mensagem de Edward Cullen às 07h40
Tomando o desjejum. E você?
Mordi o lábio. Aquilo estava se tornando uma marca do meu nervosismo.
Na biblioteca do campus.
Mensagem de Edward Cullen às 07h41
Você sabe que o campus está deserto a uma hora dessas, não?
Edward poderia ser mais obtuso? Depois eu era a absurda.
Sério? Eu ainda não tinha percebido. Frankenstein estava me distraindo.
Eu estava para desistir de outra mensagem dele, cinco minutos depois.
Mensagem de Edward Cullen às 07h46
Frankenstein é feio, Bella. E não te diverte.
Sorri, tapando em seguida a boca, com os dedos, como se fosse proibido.
Disse o senhor diversão.
Mensagem de Edward Cullen às 07h47
Pelo ao menos eu sou bonito.
E como era.
Convencido.
Recostei-me na cadeira, tentando me aquecer, em vão, causando atrito entre as minhas mãos para gerar qualquer espécie de calor para a minha pele.
Mensagem de Edward Cullen às 07h50
Onde você está enfurnada nessa biblioteca enorme?
Arqueei uma sobrancelha.
Você está na biblioteca?
Mensagem de Edward Cullen às 07h51
Eu como rápido. Comidas, para esclarecer.
Gargalhei involuntariamente, de novo.
Você anda deveras pornográfico.
- Você não ajuda. – a voz dele soou no corredor perto do meu.
- Não é justo, eu estava ganhando no esconde-esconde. – sussurrei.
- Ajudaria se você não risse tão alto.
- Vou me lembrar disso na próxima vez... – disse corada, quando ele chegou à minha frente.
- Eu sempre vou te encontrar, Bella. Não importa onde você esteja.
- Bom saber disso... – abri um sorriso. Era possível que uma pessoa ficasse mais bonita durante o frio?
- Você está com frio? – ele perguntou observando que eu ainda segurava as minhas mãos.
- Um pouco. – eu disse revirando os olhos.
- Eu posso te aquecer. – ele disse com um sorriso torto.
- Nós estamos em uma biblioteca.
- E eu ando pornográfico. Eu só vou te abraçar. – ele disse, me puxando contra o seu corpo, me envolvendo com os braços cobertos dele, seu cheiro maravilhoso me envolvendo naquela aura quente e deliciosa.
- Você está quente. - falei rindo contra o seu casaco.
- Yo soy caliente, baby.
- O quê? - perguntei.
- Esquece... - ele disse franzindo a testa - Aulas de espanhol vindo na minha cabeça.
Sorri.
- Larga disso..
- Do quê?
- De me fazer rir...
- Você sabe que eu gosto de te fazer rir. - ele disse beijando a minha testa, eu subi a mão até seu pescoço, para me apoiar antes que meus joelhos cedessem, de qualquer forma.
Ele levantou minha cabeça com uma mão e levou os meus lábios até os dele, delicadamente, me beijando com ternura pela primeira vez. Não foi aquele tipo de beijo agonizante, como se o mundo pudesse acabar a qualquer momento ou como se nós fôssemos nos separar a qualquer momento. Era não-intencional sexualmente, era puro. Ele manteve as mãos na minha cintura, sem descê-la demais para qualquer lugar que pudesse sugerir outra coisa.
Eu franzi a testa levemente, muito confusa pelo que ele estava fazendo comigo.
- O que foi? - ele perguntou em um sussurro, mordiscando meus lábios.
- Nada. - eu disse em um sussurro fraco, quando ele passava a própria língua por eles. - Você está perdendo o jeito...
- Por que? - ele perguntou confuso, afastando os cabelos da minha testa.
Corei, desviando o olhar.
- Parece que você está se acostumando que eu tome a iniciativa...
Ele deu um sorriso terrivelmente torto, enquanto afastava a pilha de livros que estava na mesa atrás de mim.
- Você disse que nós estávamos na biblioteca.
- Desde quando você ouve o que eu digo? - sussurrei quando ele me sentou na mesa de madeira dos fundos da biblioteca.
- Desde quando você pede para que eu faça isso?
- É sua culpa, você me viciou.
Ele deslizou o cachecol enrolado ao redor do meu pescoço, deixando-o cair em qualquer canto. Eu senti um pouco do clima frio, mesmo sem saber de onde vinha aquela brisa estranha, já que nenhuma janela parecia aberta por aquele lugar. Os pêlos da minha nuca se eriçaram, involuntariamente, somente com a sua respiração quente perto de mim.
Colou novamente seus lábios nos meus, mas não me beijou. Ele sabia que eu gemeria quando suas mãos tocassem a minha pele, deixando brecha para que o ar gélido entrasse pela abertura mínima que as suas mãos fizeram ao elevar o meu casaco, e logo depois, o meu suéter azulado. Eu estava quase mudando de ideia, estava frio demais para aquilo, sem um cobertor por perto.
- Eu não vou tirar sua roupa. - ele disse rindo contra o meu colo, quando eu tremi sem querer.
- Que ótimo, porque está frio. - resmunguei.
- Você vai já se aquecer. - ele disse enquanto se encaixou entre as minhas pernas, me abraçando com força pela cintura, segurando minha nuca, enquanto descia com seus lábios por todo o meu pescoço, depois de morder o lóbulo da minha orelha.
Eu desci as mãos pela sua barriga perfeita, encaixando os dedos no cós da calça que ele usava. Estava quente e eu não pude evitar um sorriso. Ele suspendeu a respiração com a posição dos meus dedos e quando eu desabotoei o primeiro botão, prendendo a minha cabeça com uma das mãos, enquanto tocava os meus seios por cima da roupa com a outra.
Desci o zíper vagarosamente, corando com aquilo. Era diferente quando você tinha que tocar. Ele deve ter percebido a minha hesitação, porque deu outro famoso sorriso torto, antes de dizer com a voz rouca nos meus ouvidos.
- Vai em frente.
Eu senti a queimação no meu rosto. Deveria estar pior do que uma pimenta a uma altura daquela, mas eu tirei a coragem não sei de que lugar em que ela estava escondida para abaixar a roupa dele com as duas mãos.
- Frio? – eu perguntei sem realmente saber o que falar. Talvez eu não devesse abrir a boca nunca mais, porque a minha voz saiu terrivelmente tremida, meio rouca.
- Não realmente. – ele disse com um sorriso sacana no rosto, subindo a mão pelo meu corpo, com beijos avassaladores.
Prendi as pernas ao redor do seu corpo, constatando o que ele já havia falado. Eu estava me aquecendo. De repente ocorreu a mim que vestir aquele casaco hoje era ter vestido roupas demais para o dia.
Ele não tocava nenhuma parte do meu corpo por tempo demais e eu entendi o recado. Era a minha vez de tentar tocá-lo, apesar de eu preferir enfiar a cabeça em qualquer buraco a ter que fazer aquilo. Ele poderia facilitar para mim, mas ele não iria.
Enquanto ele segurava os meus cabelos e devorava o meu pescoço com seus beiços, voltei a colocar os dedos levemente sobre ele, dessa vez, na barra da boxer preta que ele usava. Deslizei a palma da mão pelo volume proeminente, fazendo-o arquejar, pulsante.
Mordi os seus lábios ao mesmo tempo em que coloquei as minhas mãos por dentro da sua roupa íntima, tocando o seu membro. Ed ofegou baixinho no meu ouvido, estimulando-me para que eu prosseguisse. Eu sempre estava perdida, com a respiração dele daquele jeito, próximo demais de mim.
Eu circulei os dedos ao redor dele e segurei com falsa delicadeza. De alguma forma, eu me sentia possessiva em relação a ele, como se Edward fosse só meu, pelas sensações que somente ele me causava. Eu nunca imaginei que chegaria perto de derreter de tesão por um homem e lá estava ele para me provar justamente o contrário.
Eu fiz o movimento que ele faria se estivesse dentro de mim. Ele chupou meus lábios, com vontade, enquanto colocou os braços ao redor da minha cabeça, para que seu corpo não caísse sobre o meu. Estava tão entorpecido quanto eu ficava quando ele mantinha os dedos em mim, fazendo com que eu praticamente o observasse como em um espelho, o modo como eu me comportava quando ele me acariciava.
Sua respiração modificava-se por completo e um leve rubor preenchia sua face. Os cabelos caíam despreocupadamente pelo rosto, como se não houvesse importância onde eles estivessem, desde que ele continuasse a sentir aquilo. Ele ficava tão fissurado e obstinado, quanto eu.
- Isso é bom, Bells.
Foi a minha vez de abrir um sorriso sacana a ele e morder seus beiços. Eu comecei a suar e sentir a queimação característica no meu baixo ventre, meus seios enrijecidos pelo toque de suas mãos. Alguns fios de cabelos começaram a grudar na minha nuca, enquanto ele me enchia de beijos ardentes e deslizava as mãos pela minha cintura.
Um barulho aparentemente longínquo fez com que todos os meus sentidos se apurassem de novo mediante o silêncio anterior do lugar. Ele percebeu minha tensão e levou um dos seus dedos para a minha boca, gesticulando para que eu me mantivesse em silêncio. Eu pensei em soltá-lo e me recompor, mas ele próprio segurou a minha mão, para que eu continuasse.
- Você não quer parar agora não é mesmo? – ele disse em um sussurro praticamente inaudível, mas suficiente para que eu entendesse algumas palavras e deduzisse o significado total.
Eu lambi o seu pescoço em resposta, fazendo-o fechar os olhos e respirar pesadamente. Com a outra mão, que estava livre e paralisada em seu peito, desci o resto da sua boxer para encontrar seu membro vigoroso e teso, me encarar intenso. Ele estava certo, eu gostava de olhar e agora eu tinha descoberto outro hobby para minha lista imensa também: eu adorava tocá-lo.
Eu não tinha ideia de como mensurá-lo, mas de uma coisa eu tinha certeza, era maior do que eu tinha em pensamento, ou talvez eu ainda não tivesse dado uma olhada melhor. Era diferente quando eu o tinha em minhas mãos e podia sentir a textura perfeita e exalar o cheiro inebriante que me atraía por completo. Era perfeito.
Meu celular tocou, fazendo nós dois darmos um pulo de susto, mas dessa vez, Edward fora mais rápido do que qualquer pensamento meu. Ele se aproximou mais de mim, emanando as auras de perversão pelo seu corpo que só ele sabia emitir e deslizou uma das mãos longas pelo tampo da mesa para torcer o aparelho de uma vez e tirar sua bateria. O silêncio voltara a reinar mais uma vez e eu fiquei realmente preocupada em que talvez alguém fosse atraído pelo som barulhento.
- Você acha que alguém pode ter ouvido?
- Se ouviu, bem... Nós teremos que ser rápidos, Bells.
Eu me derretia com o tom de voz despreocupado dele, como se ser pego na Biblioteca ou em qualquer lugar não fosse vergonhoso o suficiente. Ele abriu os botões da minha calça e me ajudou a deslizá-la pela perna, sem preocupar-se em tirá-la por completo. Meu corpo estava em brasa quando ele afastou a minha peça íntima e me tocou com dois dedos, antes de sussurrar roucamente.
- Hum, tão molhada.
Ele fez com que eu me deitasse brevemente para equilibrar o peso sobre o tampo da mesa. Apoiei os cotovelos sobre qualquer lugar, sentindo a cópia de Frankenstein sobre o meu braço direito, meu peito subindo e descendo furiosamente, como se fosse a primeira vez que ele faria aquilo.
Ele beijou a minha barriga branquinha, como gostava de fazer, antes de deslizar para dentro de mim, realizando o movimento que eu tanto adorava, apertando meu quadril contra si. Eu arquejava pesadamente e fiz menção de me levantar, antes que ele me impedisse com um sorriso divertido e eu entendi que se fizesse isso, o tampo da mesa poderia virar.
Era como se nós não pudéssemos nos tocar. Ele segurava as minhas coxas, enquanto eu tinha que manter o peso do outro lado, apenas nossas partes mais íntimas em atrito. Então nós mantínhamos contato visual. O sorriso torto dele fazia com eu desejasse sugar seus lábios, passar a mão pelo corpo altivo dele e ajudá-lo a fazer aquilo de qualquer forma. Não estava facilitando as coisas para mim e ele sabia disso, daí o sorriso matador.
Eu decidi provocá-lo, sussurrando coisas sacanas, inaudíveis, mas que ele conseguia entender pela forma como eu remexia meus lábios, sussurrando perversões para mim da mesma forma, fazendo eu corar de prazer, deliciada. Não parecia real.
Mas era.
Era real porque eu sentia o seu membro inteiro e suas mãos avassaladoras. Eu podia ver os seus lábios à distância certa de mim, sem poder tocá-los. Eu ouvia o som da sua respiração forte, tinha o gosto dos seus lábios na minha boca e absorvia o cheiro másculo que vinha de todos os seus poros.
Eu desisti de tentar chegar até ele e entrei no jogo de uma vez, tentando me insinuar. Não que eu já tivesse feito isso muitas vezes. Mas o olhar diferente de todos os meus que ele já conhecia, o fez acelerar com tudo, fazendo eu me entorpecer com tudo.
Era como uma droga perfeita para mim. Meu corpo se relaxava por completo e as únicas áreas sensíveis eram aquelas em que ele se deliciava, deixando um rastro quente por onde passava. Ele diminuiu o ritmo por alguns segundos e eu coloquei um dos dedos na minha boca, sibilando para que ele não parasse.
Eu fechei os olhos, sem conseguir pensar em nada realmente, só sentir a fricção. Minha mente era como um papel em branco em que tudo o que eu desenhava derivava das reações que ele me causava naquele momento. Eu abri os olhos para encará-lo, quando o seu membro tocou o ponto fundamental dentro de mim, que fazia com que eu visse estrelas simultaneamente.
O orgasmo era como uma explosão de coisas, tudo ao mesmo tempo. Eu queria abraçá-lo e ao mesmo tempo não. Tocá-lo ou não. Beijá-lo ou não. Simplesmente ficar jogada naquela mesa, curtindo todas as sensações, em êxtase.
Nossa sintonia era tremenda que eu sabia que ele estava lá também quando arqueou o corpo na minha direção, dedilhando minha barriga, me olhando embevecido. Ele saiu de dentro de mim, vagarosamente, normalizando a respiração aos poucos. Ele estava corado também e me deu um sorriso de lado por eu estar simplesmente jogada por cima de tudo, curtindo o momento.
- Eu acho que preciso me vestir. – sussurrei envergonhada, saindo com cuidado de cima da mesa. Ele quase gargalhou. Não tinha vergonha de mostrar o próprio corpo para mim, então demorava excessivamente para se recompor. Eu ainda tinha problemas com aquilo.
Nós dois nos vestimos rapidamente, porque, afinal, o lugar ainda era público. Eu achei que deveríamos estar com sorte ou simplesmente era cedo demais para que alguém resolvesse adentrar os terrenos mais obscuros da Biblioteca. De certa forma, agora eu adorava aquele lugar.
Ele me puxou entre beijos divertidos para sentar no chão frio. Eu havia esquecido que estava frio mesmo. Mas o sangue correndo em turbilhão por cada vaso sanguíneo meu, ainda me mantinha em uma temperatura agradável. Ele passou o braço pelas minhas costas, em um abraço adoravelmente gostoso.
- É bom demais fazer isso com você.
- Eu também me sinto assim. – falei rindo contra a sua pele, revirando os olhos pela obviedade.
Ele tirou o seu celular de qualquer lugar para mandar uma mensagem qualquer. Franzi a testa em confusão, ele sorriu sem desviar os olhos.
- É para Alice.
- Ah. – suspirei mais aliviada. Minha curiosidade ainda me mataria, um dia.
Nós ficamos por alguns momentos, juntos, como numa bolha. Era fácil sorrir, abraçar e se divertir, eu me sentia cada vez mais unida a ele.
- Nós precisamos ir para a aula.
- Aulas são chatas... – Edward disse me fazendo cócegas.
- Ai... Pára... Ed.
- Só se me chamar de Ed de novo.
- Bobo! – eu disse me contorcendo, vermelha – Ok, ok, Ed.
- Assim é bem melhor, Bells.
Pegamos os meus livros e saímos rindo. Ainda bem que a bibliotecária não estava no seu lugar de origem, corei absurdamente quando chegamos na porta e ela provavelmente pensaria coisas nada boas de mim.
- Ed, você quebrou meu celular... – rosnei.
- Claro que não, Bells, eu só tirei a bateria.
- Você quebrou a bateria.
- EI BELLA! – argh, Mike.
- Eu posso socá-lo? – Edward sussurrou divertido no meu ouvido, guiando-me pela cintura.
Tentamos fugir, mas ele nos alcançou.
- AH, - ele disse arfando - É que tinha uma pessoa perguntando por você por ai...
Tentei encaixar a bateria inútil no lugar. Edward me compraria um celular novo, com certeza.
- Olha, ele está bem ali.
- E quem é ele? – Edward perguntou entediado, com ciúmes na voz.
Sorri.
- Isabella Black. – o idiota que se aproximou cuspiu as palavras.
Levantei os olhos, horrorizada, para o dono da voz. Edward e Mike me olharam confusos, quase divertidos.
- É Swan. – Edward corrigiu com falsa educação. Mike emburrou a cara para ele.
- Eu acho que você estão meio atrasados por aqui... Ei, você pode tirar a mão da cintura dela?
Edward arqueou a sobrancelha com prepotência. Eu cerrei os olhos para o idiota moreno à minha frente.
- Não se atreva... – sussurrei.
- E quem é você para me dar ordens?
- Jacob Black, o marido dela.
N/A: Alguém disposto a socá-lo? Edward, eu indico você, querido.
Muito obrigada mesmo pelas reviews, gente. Tô surtando de alegria, aqui! E obrigada a todo mundo que anda colaborando para as 1000 reviews por capítulo, ISAIHSIUAHUISA, ainda chegaremos lá! Vocês sabem que quanto mais eu recebo, mais me animo, néé? Capítulo flash.
Agradecimentos a reviews sem email/login:
Mahtty: Ok, eu sinto que você vai me matar lenta e dolorosamente. Primeiro pq eu estou postando sem a sua permissão. IUSAHISA. Segundo, éé, eu esqueci. What the fuck. Okoko, você já sabe que suas reviews são respondidas em primeiro e já sabe tbm que as suas são as maiores, acho que vou te dar alguma espécie de prêmio! Wherever... AAAAAAI, eu morro com as suas reviews, FATO. E sempre leio na horas inapropriadas, tipo, quando eu tô com muita dor e não posso rir! ISAUIHIUSAHIUSA. Cara, pergunta que não quer calar da vez. Por que a atual quer SEMPRE saber da ex? Fato consumado esse. UISHAUIHUSA e a descrição foi bonita mesmo! Olha aqui, o Em não é um alcoolatra, viu? Ele só gosta de beber. UISAHISHIUA. Mas eu ri alto com o 'mas que coisa mais de favela, gente'. E tô rindo de novo sem parar agora! MAS QUE DROGA. IUSHAUIHSIAHOIUSAOIUSA. Meo, eu tbm amo o capítulo passado e ei, eu tive mesmo um bloqueio imenso nele, tá? E fato, eu já tô escrevendo demais! BEIIJOS e pare de dizer que o Acre não existe. Eu acabei de descobrir que o Acre é na verdade aquele lugar onde os EUA jogam os ETs e OVNIS. Como é o nome mesmo? ÁREA 51. Babadão esse. D TEADORO, DARLING.
Mariana Mayumi: Muito obrigada pela review, darling! Eu, geralmente, não tô demorando muito com as atualizações, então, continue por aqui! BEIJOS, darling.
Gin: Não pire, eu não quero ser presa. UISHAIUSA. Mas meo, eu tbm quero o Jake chato e mau, confesso. =X UISHUAIUSA. Continue se viciando e acompanhando, darling. BEEIJOS. E AH. Vai sim, mas vai demorar muito mesmo.
Nick: Jacob Mala Black, tinha que aparecer, né? Infelizmente, sua presença incômoda foi requisitada por essa autora maluca! xD BEIJOS, darling, espero que tenha gostado do cap.!
Natália: É incrível como essas pessoas pornográfias adoram lemons, né? Ainda bem que a gente não é assim! IUHSAUIHSUIA. Obrigada pela sua contribuiçãão! Ainda bem que eu posso contar com vocês pras 1000 reviews! HAHA. BEIJOS, darling!
MariH A.: UISAIUHIUSA. Tá parecendo uma novela mexicana mesmo! E Ed não precisa se esforçar tanto assim, ok, ele precisa, pq nos próximos capítulos ele vai surtar um pouquinho! o/ E eu não vou comprar Eclipse. UISAUIHSUA. Só vou comprar BD quando sair. Mas Eclipse tem umas partes super interessantes. xD BEIJOS, darling, obg pela review!
Marianna Vailant: OHMY. Claro, claro, suas reviews são SEMPRE inspiradoras. Lendo 5 da matina? Vai dormir, sua maluca. USAHUISHUIA. Que nada, continue lendo e dando pitaco. Sinto que os outros dois capítulos não vão ser os preferidos da nação, mas tudo melhora depois, lembre-se depois! HAHA. Obrigada por tudo, darling. E pela review fofa! BEIJOS.
Cathy Cullen: Ohmy! Realmente, eles estão hiper-ultra-pervertidos. A Bella ainda vai ficar com saudades disso. HAHA. E dessa vez, você foi o grande incentivo para a postagem desse capítulo, porque foi a review 300. Quase chorei aqui, de emoção, então, OBRIGADA. Espero que tenha curtido a lemon desse capítulo tbm e vai ter um novo local pra se adicionar à lista, não? HAHA. BEIJOS Cathy! =*
Mistério de Jacob a se resolver. Reações? No próximo.
Obrigada por tudo, gente! Não demoro a postar se vocês me derem reviews (viu, como eu sou legal?). HAHAHA.
Uma ótima semana abençoada para vocês, que seja cheia de surpresas, felicidade e alegria!
REVIEWS? (Pra não desacostumar).
BEIJOS, my darlings.
larizzaz
