Cap. 10 – O Seqüestro.

Kohaku havia viajado naquela tarde e as meninas tinham uma festa com os seus namorados estavam sempre juntos e era a mesma coisa quando Rin namorava com Sesshy. Rin tinha ficado em casa cuidando do seu bebe. Já era nove da noite e Aiko estava mais uma vez enjoado para dormir sentou com ele na cama e começou a dar mamar e brincar com ele como Sesshoumaru fazia. Quando adormeceu ela o colocou no berço e foi dormir. No meio da noite ouviu seu bebe chorando longe e acordou só que já era tarde demais a ultima coisa que viu foi um vulto levando seu filho e ele chorando. Rin desesperada não sabia o que fazer começou a chorar e ligou para Sesshoumaru que estava dormindo e atendeu assustado:

- Oi Rin tudo bem?

- Não seqüestraram o meu filho.- disse ela em prantos.

- Calma já estou indo para ai.

- Ta.

Em dez minutos ele já estava por lá. Quando chegou ela estava sentada na calçada em frente o prédio de cabeça baixa e chorando sem parar. Quando o viu saiu correndo a seu encontro e o abraçou contando tudo o que havia acontecido. Estava desesperada e pode sentir que ele só estava se fazendo de forte. Não sabia o que fazer. Ele a abraçou e fez cafuné dizendo palavras tranqüilizadoras como por exemplo vai ficar tudo bem e eu estou aqui. Sesshoumaru subiu com ela até o apartamento e começou a entrar em contato com os melhores detetives e agentes anti-seqüestro do Japão disse que pagaria o que fosse para poder ter seu filho de volta. Deu água com açúcar para Rin e a convenceu de esperar noticias na sua casa. Disse que todos eles estavam indo para o seu apartamento e que iriam estudar o local para depois ir para casa dele e começar a procurar os culpados.

Rin subiu e arrumou sua mala enquanto os homens conversavam com Sesshoumaru. Arrumou uma mala com as coisas de seu bebe e desceu. Sesshoumaru a abraçou e sentou com ela esperando os homens fazerem a pericia. Quando eles desceram caminharam cada um ate seu carro tinha cerca de vinte homens que se dirigiram a casa de Sesshoumaru. Ele deu um calmante a Rin mesmo ela tentando resistir fez Kaede colocar em seu suco de maracujá. Com Rin dormindo no seu quarto pode se concentrar no resgate de seu filho. Começou a ligar para todos os homens poderosos e influentes da sociedade em troca de saber o paradeiro de seu filho. Sabia que Rin ia dormir no mínimo até a tarde do dia seguinte e queria ter seu filho até o fim desse período. Não agüentava ver o sofrimento de sua amada.

Passaram aquela noite inteira tentando achar os possíveis culpados e de manha todos estavam exaustos. Kaede estava muito preocupada e por isso preparou algo para todos os homens comer agora só restava cinco homens que eram os lideres da investigação e os 15 homens restantes já estavam na rua à procura. Sesshoumaru não quis comer e tentou ao máximo continuar a investigação no mesmo ritmo. Quando foi a tarde pediu para Kaede preparar uma refeição reforçada para Rin e encontrá-lo no quarto.

Já era 17h da tarde e o pouco que sabiam sobre o seqüestro era que havia sido um youkai do tipo humano que havia levado o bebe. Mas isso Sesshoumaru já sabia pode sentir a energia sinistra do raptor e também seu cheiro por isso pediu para que trouxessem todos os tipos de cheiros possíveis de todos os tipos de youkai humano que havia na terra. Na verdade os youkais humanos não eram humanos e sim tinham aparência de humanos por isso eram os mais fortes.

Sesshoumaru sabia que Rin iria acordar em breve então decidiu esperar ela acorda em seu quarto. Quando chegou ela ainda dormia sentou ao seu lado na cama e ficou a acariciar o seu rosto. Kaede entrou e lhe entregou a comida e saiu sabia que o momento era de poucas palavras. Conseguia ver o sofrimento dos patrões. Quando Rin acordou sentiu a mão dele a acariciando e como em um filme de horror todas aquelas desastrosas lembranças voltaram antes de abrir os olhos voltou a chorar e ele vendo a sua reação. Deitou ao seu lado e a abraçou dizendo:

- Fique calma meu amor. Já estamos quase lá fique calma, por favor.

- O que vocês já sabem?

- Que estamos na pista certa para encontrá-lo.

- Mas isso não é o bastante.

- Rin você precisa ser forte para poder me ajudar. Por isso quero que você coma tudo o que Kaede preparou.

- Não estou com fome.

- Se não comer serei obrigado a te colocar no soro coma só um pouco Rin pelo menos.

- Eu quero o meu bebe. Sesshoumaru o traga de volta para mim. Não consigo estar longe dele. Quanto mais sem saber se estão cuidando dele direito.

- Por favor meu amor fique calma. Vou trazê-lo de volta para nos.- disse beijando os lábios de Rin e a abraçando mais apertado.

Fez ela levantar e ficou a observando comer. Viu que ela mal tocou na comida mais sabia que era muito difícil comer em tal situação. Estava muito mal sentia muita falta de seu filho, mas não podia demonstrar isso. O fato dela estar sensível fez com que ele se sentisse mais a vontade para demonstrar o que sentia. Sabia que ela não iria reconhecer seus sentimentos agora por isso não fazia tanta diferença se ele demonstrasse ou não. Por fim ela comeu ate a metade e empurrou o prato.

- Coma Rin só mais um pouco.

- Não consigo, por favor, entenda.

- Esta bem, mas pelo menos o suco o tome todo.

- Não quero prometo que tomo mais tarde.

- Esta bem daqui a duas horas você tomara o suco.

Sabendo que aquilo não era uma pergunta ela simplesmente acenou com a cabeça.

- Preciso tomar banho. Já são que horas?

- São 17:35. Pode ir tomar seu banho eu vou estar no escritório.

Ela levantou e foi ao banheiro. Vendo que ela já tinha saído de vista passou a mão sobre o rosto estava cansado só que ela não podia reparar. A ausência do filho o preocupava muito. Queria poder fazê-lo dormir de novo. Despertou de sua tristeza ao ouvir o barulho do chuveiro *como queria estar lá com ela* com esse pensamento voltou ao escritório para resolver o seqüestro.

Já se passa das 18h e estava preocupado não só com o bebe, mas também com o fato de Rin não ter o procurado. Levantou disposto a ver o que estava acontecendo. Chegou à porta do quarto e pode ouvir o barulho do chuveiro e soluços bem baixinhos. Deu uma batida devagar na porta dizendo:

- Rin abra a porta. Preciso falar com você.

Na esperança de ser noticia de seu filho ela enxuga as lágrimas e abri a porta depois de ter colocado o seu roupão.

- Já sabe algo a mais sobre Aiko?– Pergunta cheia de esperança.

Ele vendo o tom dela a abraça sem esperar retorno.

- O que foi? Você deve estar cansado.

- Não Rin estou preocupado com você.

- Não queria ser mais um problema.- disse se afastando do abraço e indo em direção a sua roupa que estava em cima da cama.

- Você não é um problema.

- Eu sei Sesshoumaru não estou com pique para falar sobre nada.

- Já tomou o seu suco?

- Não. Quero saber sobre Aiko. Já tem alguma novidade?

- Sim. Só que vou te contar depois que tomar o suco.

Rin vendo que não tinha escolha tomou o suco e voltou ao banheiro para colocar sua roupa. Saiu ansiosa para saber qual era a novidade. Já tinha começado a ficar sem esperança.

- Pronto, agora me conte.

- Descobrimos que foi duas pessoas que o seqüestrou. Só tenho que saber o motivo.

- Não tem nenhuma outra pista. Você estava brigado com alguém?

- Não. Tenho inimigos sim só que de nada valia seqüestrar o meu filho.

- Estou com sono quero dormir. Me acorde com qualquer novidade.

- Vai descansar. Mas antes queria avisar que as meninas tiveram ai e que amanha vão todas faltar o trabalho para ajudar na busca.

- Ta obrigado.

Ele voltou a sua posição fria de novo e foi ao escritório.

- Pessoal quantos cheiros ainda faltam para eu poder cheirar?

- Cerca de 51.349 cheiros.

- Mande os melhores rastreadores do país aqui e os quero em cerca de meia hora.

- Sim. – disseram todos da sala.

Voltou a dar alguns telefonemas e decidiu ligar para uma pessoa que em questão não sabia que iria procurar.

- Moshi moshi.

- Não sabia que você queria tanto ouvir minha voz.

- Kagura não estou brincando, preciso de um favor seu.

- E o que eu ganho com isso.

- Isso agente pode negociar.

- Sei que você não anda com gente que preste então quero que descubra quem seqüestrou meu filho.

- Vou pensar no seu caso. Dependendo do que eu ganhe em troca faço tudo por você.

- Você ganhará algo que gostará, só que quero noticia o mais rápido possível.

- Entendo. Ate logo Sesshy.

Ouviu o líder da equipe anti-seqüestro chegar.

- Já temos os melhores rastreadores Senhor.

- De lhes essas roupas de meu filho e façam procurá-los por lugares diferentes o quero aqui nem que para isso vocês dêem a vida.

- Entendido.

O homem saiu levando as roupas e Sesshoumaru pode se concentrar um pouco no seu trabalho. Não conseguindo se concentrar decidiu ir descansar um pouco no seu quarto ao lado de Rin. Ao entrar a viu dormindo calmamente tinha deixado uma ordem para Kaede colocar sempre um calmante junto com um remédio para dormir em seu suco. Tirou o sapato e deitou ao seu lado. Como era bom sentir o cheiro de lavanda dela. Sentia falta dela. Assim como sabia que ela sentia a sua fala, pois era irresistível e o melhor em tudo o que fazia. Nota: Nem um pouco convencido. Ele pode..

Estava cansado e conseguiu cochilar um pouco não tinha o costume de dormir muito era só o essencial para o corpo só que se conseguiu dormir uma hora foi muito. Abriu os olhos porem decidiu não levantar estava cansado demais para ficar trabalhando aquela hora ainda bem que tinha convencido Inuyasha a cuidar da parte dele na empresa. Achava eficiente o jeito que tinha dividido a empresa. Ficara sendo Responsável por toda a empresa e cuidava dos Blocos 1 e 2, Inuyasha do Bloco 3 e Miroku do Bloco 4. Puxava sempre o trabalho mais para si só que pela primeira vez tinha deixado os meninos tomarem conta. Lógico que eles não dariam conta eram incompetentes de mais para isso. Por isso decidiu colocar um motoboy levando as papeladas para ele analisar era isso que fazia quando não estava cuidando do seqüestro do filho. Sentiu Rin se mexer e encostar a perna na dele. Viu que a respiração dela continuava leve e a abraçou começando a lembrar do dia do casamento.

/ Ela estava linda com aquele vestido mesmo com aquela cara emburrada de poucos amigos. Sabia que ela não estava se sentindo a vontade com aquele casamento forçado, mas era o melhor para os três com a vinda do bebe. Compareceram Kagome, Inuyasha, Hitome, Kaede, Sango, Miroku, Kohaku, Sayuri e Souta. Ra um casamento intimo só para os mais próximos. Ouviu as palavras do juiz e aceitou tudo e quando Rin disse sim pode ouvir um tom de alegria misturado a raiva./

Gostava de lembrar as caras e bocas que ela fazia isso às vezes o torturava queria estar com ela, mas não queria assumir que no fim precisava dela. Seu orgulho era algo que prezara mesmo em algumas situações queria se humilhar para ela, só para ter a chance de tela de volta. Decidiu parar de pensar nisso e se forçar a dormir mais um pouco. Tomou um restinho do suco de Rin que havia sobrado e conseguiu dormir.

;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;

Kagura estava com o seu vestido vermelho curto e tinha acabado que chegar a seu cassino preferido sabia que tinha uma grande chance de achar duas pessoas que odiavam Sesshoumaru e os Taishou andava com movimentos sensuais chamando a atenção de todos como sempre fazia. Saibam que as coisas escrotas chamam mais atenção do que as belas que pena que Kagura não sabia, pois achava que estava o máximo só que no fim era de dar pena tão figura passando. Achou o seu primeiro aliado sentado em uma mesa jogando cartas foi em direção a ele e sentou em cima da mesa a sua frente.

- O que você quer Kagura?- perguntou em seu tom autoritário e ambicioso como sempre.

- Preciso falar com você é algo serio sobre os caos. Preciso de sua ajuda.

- Me espere na sala vip em 2 minutos. Quero acabar essa partida.

Subiu para a sala vip e o esperou tomando um Martini. Ouviu o seu chegar e o esperou sentar para dizer.

- Seqüestraram o filho de Sesshoumaru.

- O que eu tenho haver com isso.

- Quero que descubra quem foi.

- É muita audácia achar que vou ajudá-la nisso.

- Saiba que com esse seqüestro Inuyasha esta muito ocupado e não pode ver a Kagome direito sei que isso é bom para você. Podemos aproveitar essa distância para o seu bem.Só quero que você descubra com qual dos homens daqui o levou. Sei que é daqui.

- Me espere aqui volto daqui a cerca de 1 hora.

- Enquanto isso vou me divertir um pouco.- falou quando viu que Hakudoushi tinha acabado de chegar.

Foi em sua direção rebolando os quadris e se sentindo desejada. O abraçou por trás dizendo.

- Oi amor!

- Não sabia que você vinha hoje.

- Queria te ver estou com saudades.

- Então vamos subir. Só que não posso ficar muito tempo.

Subiram e se perderam em meio as safadezas que ela fazia com muitos sempre para conseguir o que queria. Quando Hakudoushi partiu seu aliado apareceu trazendo o paradeiro do bebe.

- Preciso que você demore um tempo para contar a Sesshoumaru. Quero que der tempo deu colocar meu plano em pratica.

- Pode deixar.- sorriu saindo do lugar.


Essa historia só esta esquentando em...

O que sera que a Sesshy vai fazer?

kissus