Roubei o Namorado do Amigo do Meu Melhor Amigo Por Sweetencore Gênero: U.A/ Yaoi/ MPREG/ OOC Disclaimers: GW me pertencia até um tempo atrás, mas aí eu escrevi uma fic em que o Duo humilhava publicamente a Relena beijando o Heero na frente de todo mundo, enquanto ela dava em cima dele, então ela acionou os advogados dela e eu perdi os direitos autorais por danos morais. Mas não se preocupem, eu ainda escrevendo uma fic em que os G-Boys quebram o pescoço dela, mas por enquanto, GW não me pertence... por enquanto.
Aviso: esse capítulo possui palavreado pesado.

"Não importa como, mas por favor, venha para o meu lado e vamos nos lembrar até hoje a noite aqueles lábios carmins, nós dois lembramos... o gosto do mel."

Capítulo 8 – Conseqüências

(11:55 PM)

Heero subiu as escadas e parou na frente da porta do quarto de Duo, ainda se sentindo tonto.

- Nossa! Que sono! Eu preciso dormir. – A vista de Heero estava turva, não deixando que ele visse ao seu redor. Foi com muito esforço que ele conseguiu achar a maçaneta da porta.

Heero entrou no quarto, alheio a tudo ao seu redor. Não se deu ao trabalho de tirar suas roupas, apenas se jogou em cima da cama, sentindo algo diferente nesta. Havia... mais alguém na cama!

- Mas que diabos... quem é você?

- Sou eu, Hee-chan! Duo! – a voz feminina, tentava, em vão, mudar o tom da voz para que ele não a reconhecesse. Mas aquilo não seria necessário, já que Heero nem mesmo conseguiria reconhecera voz de Duo.

- Duo! Mas você não deveria estar lá em baixo? – ele não conseguia entender nada, e apenas o esforço que ele fazia o deixava confuso.

- Eu sou bem rápido, Hee-chan! Agora... não se preocupe comigo! Só durma.

- ... – Heero não sabia o que fazer, estava tonto demais e sua visão estava quase preta. – tudo bem, du... – Relena olhou para a figura ao seu lado, que tinha acabado de apagar.

- Está indo melhor do que eu pensava.

(17 de outubro 12:30 AM)

- Hn... finalmente! Terminei de comer tudo, arrumar a sala e a cozinha. Agora posso ir dormir com meu Hee-chan! – Duo estava com as mãos vermelhas de trabalhar, mas estava satisfeito. Por um momento passou por sua cabeça, que se sua filha fosse mais parecida com ele, Heero teria muito trabalho. – H-e-e-c-h-a-n!

Duo subiu as escadas e parou na frente do quarto. Bateu delicadamente na porta, mais por hábito do que por educação, como não ouviu respostas de dentro, deduziu que Heero já deveria estar dormindo. Entreabriu a porta, colocando a cabeça para dentro e perguntando, bem baixo:

- Heero, você já está dormindo? – pôde ver Heero, na cama, dormindo sem camisa, e como Duo pensou com um sorriso malicioso, provavelmente também não estava usando calças. Abriu mais a porta e a visão a sua frente o fez ficar horrorizado.

Relena! Ela estava em sua cama, seminua, agarrada a Heero!

- HEERO YUY! – as lágrimas vieram como uma tempestade aos olhos de Duo. Heero... o havia traído. – MAS QUE POUCA VERGONHA É ESSA NA MINHA CAMA! E AINDA POR CIAM COM ESSA VACA!

Heero acordou assustado com os gritos de Duo. O que estava acontecendo? Por quê ele estava gritando! Foi quando caiu na real. Se Duo estava ali, então quem...

Deus! O raciocínio dele voltou com força total, fazendo parecer que alguém havia jogado algo em sua cabeça. Olhou para o lado e viu Relena acordando.

- O que foi? Que barulho é esse? – ela disse, mal conseguindo disfarçar um sorrisinho vitorioso pelo canto dos lábios.

- ENTÃO É ASSIM QUE VOCÊ ME AMA? MUITO OBRIGADO, MAS EU NÃO PRECISO DESSE AMOR!

- Duo, eu não... não foi isso o que aconteceu! – Heero falou pela primeira vez. Duo o olhou com um olhar raivoso, sentindo ódio de Heero. Como ele podia fazer isso com ele? Depois de tudo, dos dias, dos momentos, das lembranças que partilhavam. Duo ia se retirar do quarto, mas foi impedido por Heero. o moreno se levantou rapidamente da cama, mostrando a Duo sua nudez. – Eu não sei o que essa vaca faz aqui!

- Heero... depois de tudo... como pode me chamar assim? – Relena fez uma cara de inocência, que não enganou nenhum deles.

- SAI DAQUI AGORA! – Heero gritou, assustando Relena. – Eu não sei o que você fez, nem o que aconteceu, mas agora meu ódio por você aumentou! Duo... por favor... me deixe explicar... eu não...

- CALA A BOCA! EU NÃO QUERO OUVIR NADA VINDO DE VOCÊ! EU TE ODEIO, HEERO! – as lágrimas finalmente caíram do olhos do americano, sendo lançadas junto com gritos. – DEPOIS DE TUDO! DE TUDO O QUE NÓS PASSAMOS! DA FILHA QUE ESTAMOS ESPERANDO! – ele abaixou a cabeça, sentindo as lágrimas escorrerem por suas bochechas. Foi com grande pesar que ele falou, quase em um sussurro. – Heero... saia... sai da minha casa, Heero Yuy. – no momento seguinte, a aliança estava sendo arremessada no chão, aos pés de Heero.

- DUO! ME ESCUTA! NÃO É NADA DISSO O QUE VOCÊ ESTÁ PENSANDO! EU NÃO SEI O QUE ACONTECEU, EU NÃO ME LEMBRO. Mas uma coisa eu sei: eu não quis trair você. E se eu o fiz, foi inconsciente.

- CALA A BOCA! Sai daqui! JÁ MANDEI VOCÊ SAIR!

- Me desculpe, Duo... se é assim que você quer... mas saiba que eu te amo, Duo Maxwell. – Heero se veste apressadamente, saindo do quarto. Ele sabia. Duo estava falando sério. Ele só esperava que ele pudesse reparar aquele erro.

- Você não deveria ter sido tão mau com ele. – Relena diz, se enrolando no lençol de Duo e se virando para encará-lo.

- E o que você está fazendo aqui? Você, mais do que ninguém devia estar longe daqui.

- Ai! O que você pensa que está fazendo? – Duo foi até Relena, a puxando escada abaixo pelo cabelo. – Minhas roupas!

- Não se preocupe, Releka!

- Não ouse me chamar assim!

- Te chamo como quiser, sua puta! A propósito, suas roupas ficarão perfeitas no meu lixo!

- Você vai me deixar na rua só de lençol?

- Correção, Releka: eu vou te deixar na praia com nada, já que o lençol também é meu se você não se lembra. – Duo disse, já na varanda, jogando ela na areia da praia e puxando o lençol, a desequilibrando e fazendo-a cair no chão. – tenha uma péssima noite, Relena.

- Você me paga! Seu prostituto barato. - Duo entra em sua casa e se joga no sofá, quando uma pontada de dor o atingiu no ventre.

- Não! Eu não quero perder meu bebê! – Duo entrou em desespero ao sentir a dor se intensificado. – Minha filha!

(1:00 AM)

- Deu certo? – Zechs pergunta se aproximando da irmã.

- O que você acha? – Releka disse se embrulhando com o casaco do irmão. – Além de se separar aqueles dois eu ter minha vingança contra aquele vagabundo.

(2:30 AM)

Trowa caminhava pela praia de volta para a casa de Duo. Ele já tinha chegado em casa, mas algo disse que ele deveria voltar, Duo provavelmente estaria passado por algo e ele precisava ajudá-lo.

Ele chegou até a porta de Duo. Aquela sensação incomoda aumentava a cada passo que dava.

Bateu desesperado na porta, sentindo que Duo estava se sentindo pior.

Como não ouve respostas, estava pronto para arrombar a porta, mas percebeu que a mesma já estava aberta. Abriu a porta lentamente, para encontrar Duo no sofá, gemendo de dor, com as mãos no ventre.

- Tro... wa!

- Duo! Está tudo bem! – Trowa foi até Duo, vendo as lágrimas que caiam de seus olhos ametista. Passou a mão pelo rosto alvo, enxugando as lágrimas que temiam em cair. – O que aconteceu com você, Duo! está molhado de lágrimas!

- Trowa... eu... o Heero é um... ele é um vagabundo, Trowa.

- Isso não importa agora. – Trowa, cuidadosamente, levantou Duo do sofá e o fazendo-o sentar. - Agora me diga... o que você está sentindo.

- É que... – Duo apoiou a cabeça no ombro de Trowa e contou tudo, inclusive a forte dor que sentia no ventre e o desespero dele. Então o seu incomodo não er apor nada. Duo realmente precisava dele.

- Duo! eu tenho que te levar ao hospital. Pode ter acontecido alguma coisa com o bebê.

- Trowa... me abraça.. eu tô com muito medo. – Duo abraça Trowa com toda a sua força, as lágrimas começaram a diminuir, mas não totalmente. – Eu não quero perder meu bebê. Eu não quero.

- Vem, Duo, eu vou te levar para o hospital. Depois nós vamos conversar melhor. Quando você estiver melhor. Agora vamos...

Trowa se levantou levando Duo consigo em direção a porta.

ooo

- Duo Maxwell! Ainda bem que não aconteceu nada de mais com o bebê. Você não pode passar nervoso, Duo. tente relaxar mais às vezes. Mais uma vez, muito obrigado por trazê-lo aqui, Sr. Barton. – diz Ayame com a ficha de Duo em uma mão.

- O que aconteceu com ele? Está tudo bem? – pergunta Trowa, se sentando do lado da cama de Duo, passando as mãos nos cabelos dele.

- Como eu disse, Sr. Barton, ele está bem, assim como o bebê. Vamos continuar com o pré natal normalmente. E mais uma coisa. Escutem os dois: Duo, você já está com três semanas de gravidez, a gestação masculina dura apenas 3 meses. Ou seja, você vai ter que tomar remédios para a diminuição da testosterona.

- Diminuição da testosterona? – Trowa perguntou, intrigado. Se diminuíssem a testosterona dele, era capaz de duo criar seios.

- Não totalmente. É apenas para que ele seja capaz de criar leite materno. Homens não são capazes de fazer isso.

- Hn. – Duo parou para pensar nas conseqüências, se fizessem isso, ele era até mesmo capaz de criar seios. – Eu ficar com peitos?

- Antigamente você ficaria. Mas temos sorte. Esse hospital desenvolveu um novo tipo de hormônio que produz outro tipo de testosterona, que impede o crescimento das glândulas mamárias.

- Que alívio. – disseram em uníssono.

- Vamos indo para casa, Duo? – Trowa pergunta, se levantando da cadeira e pegando o remédio que Duo precisava com Ayame. – Muito obrigado, Dr. Ayame.

- Vamos! – Duo disse, abrindo um grande sorriso. Não gostava de hospitais. – me tira logo daqui.

(8:00 AM)

- você tem certeza de que quer isso? – Treize estranhou o pedido que WuFei fez. Talvez ele estivesse ouvido errado, ou a linha do telefone estivesse ruim. – mas eu tô trabalhando. – Treize disse, olhando para a garotinha e sua tia que estavam a sua frente. – Amor, onde eu vou arranjar sorvete de rabanada? Isso não existe.

- Eca! – a garotinha a sua frente fez uma cara de nojo e contorceu a face.

- Não, eu não vou atrás disso agora, eu tô trabalhan... é claro que eu ainda te amo... Wu-chan, não chora. Não chora. Eu não vou atrás disso... vai até a esquina, compra rabanada, bate tudo no liqüidificador e coloca no freezer... eu sei que isso não presta, Wu-chan... mas sorvete de rabanada não existe.

- Manda ele colocar chantili na rabanada! – diz a garotinha, falando alto o suficiente para WuFei ouvir.

- Espera, WuFei. Não, eu não vou... acalme-se. – Treize faz uma cara de derrotado e se aviso nenhum, estende o telefone para a garotinha. – Tome.

- Alô? Sim, coloca chantili e leite condensado na rabanada que fica gostoso... é, eu acho que também fica bom se você colocar creme de leite.

- (--V) – Treize começa a bater a cabeça na mesa. Como WuFei podia ser tão baka?
- Sim, eu também gosto de sorvete de lasanha, é bom quando coloca chocolate em cima. (Nencore: Deus, que diabos é isso?) (Nangel: Eu gosto de sorvete de lasanha)

- Aqui, Ze-sensei! – a garotinha sorriu e estendeu o telefone para Treize.

- Tudo bem. Alô, Wu-chan...

- Tu... tu... tu... tu...

- Que vácuo. – disse Treize, jogando o telefone na parede. Ele precisava tirar férias.

- Titia... o Ze-sensei não gosta do telefone? – pergunta a garotinha, levando um dedo na boca.

- Ele só deve ter ficado bravo porque o namorado...

- Noivo! – corrigiu.

- Que seja! O noivo dele o deixou no vácuo! – ela disse e a garotinha começou a rir da cara de Treize.

(10:00 AM)

Heero andava apressado pela calçada. Tinha estacionado seu carro a alguns metros dali para não fazer suspeitas.

- Sua vaca! Omae o korosu, e agora vai ser de verdade. Não vou descansar até ver seu sangue nojento escorrendo pelo chão. – Heero continua andando pelas ruas. Em seu rosto, uma expressão ameaçadora, que assustava as pessoas que passavam por ele na rua. Chegou até a porta de Treize e entrou, sem hesitar. No sofá, Relena e Zechs conversavam.

- Eu consegui, Zechs. Finalmente! Acabei com a vida daquele putinho e aquele bebezinho dele.

- Hn. Que bom que eu consegui te ajudar, Relena.

- Você não fez porcaria nenhuma, seu merda! Acho que você só me atrapalhou. – os dois irmãos ainda não haviam notado a presença de Heero, que escutava toda a conversa

- Ótimo! Da próxima vez, você se fode sozinha tentando achar ele.

- Não vai precisar fazer tanto esforço para em achar! – Heero finalmente havia se manifestado, assustando os dois com a sua presença.

- He... ero - Relena estava totalmente chocada. Ele havia ouvido. Agora suas chances com ele eram nulas.

- Se fudeu, Relena! Agora não venha pedir minha ajuda!

- Zechs... seu traidor...

- Você estava com ela, não é? Você é um filho da puta, Zechs. Você e a sua irmã vão morrer hoje. Eu não vou descansar até que vocês parem de respirar.

- Merda!

- Cala a boca, Zechs! Eu não vou morrer assim tão fácil. Se você pensa que vai me matar, Heero, está muito enganado!

- Não estou enganado, Relena, você é perturbada, ponha isso na sua cabeça, você tem doenças. Você veio de longe, tentar me conquistar, mas eu nem mesmo me lembrei de você, e mesmo assim, você continua tentando destruir minha felicidade e afastou a pessoa que eu mais amava na minha vida e a minha filha. Tudo por causa de um capricho de uma adolescente que tem problemas mentais. – Heero coloca a mão no bolso, tirando o que ele guardava com tanto cuidado: sua arma. – e muito obrigado por me ajudar. – com a mão livre Heero tira o pequeno aparelho de metal que levara consigo. – Ainda bem que eu liguei isso a tempo! – Num movimento rápido, Heero apertou o gatilho, ouvindo o som da bala sendo lançado no ar, atingindo o lado direito da testa de Relena. O corpo da garota ganhou o chão, caindo pesadamente.

- Heero... Relena... você... – Zechs recuava os passos, a medida que Heero se aproximava dele. A arma foi direcionada na direção de sua cabeça, entre seus olhos. – Você não vai fazer isso... eu não tive culpa, ela me obrigou... eu não...

- Cala a boca, Zechs, eu não me importo... você tem alguma coisa a dizer em suas últimas palavras?

- Tenho... – Zechs parou de recuar e olhou para Heero, sério. – o motivo de eu ter ajudado Relena a separar você de Duo era porque eu achava que você seria mais feliz ao lado dela do que ao lado dele. Duo não te merece, ele não liga para você. – Zechs foi em direção a Heero até seu peito encostar no cano da arma. – E eu queria sua felicidade, porque eu te amo... e é por isso que eu quero sua felicidade. – Zechs pôs sua mão em cima do gatilho, junto com a de Heero. – então, se você tiver que ser feliz sem mim, então aproveite. – Zechs colocou seus longos dedos no gatilho da arma, o apertando.

- ... – Heero havia ficado pasmo com a revelação que acabara de ouvir. Logo depois, o fato de que Zechs se encontrava morto, aos seus pés, invadiu sua mente. – Ze... Zechs! SEU IDIOTA SENTIMENTAL! Por quê fez isso? Mesmo eu não te amando como você queria, eu... você... você era um grande amigo para mim! – e uma única e solitária lágrima caiu do rosto do "assassino".

CONTINUA...

Encore rasteja no chão pedindo perdão POR FAVOR! ME DESCULPEM! EU NÃO TIVE A INTENÇÃO DE ATRASAR DUAS SEMANAS!

Só Deus sabe o quanto eu me remoí durante esse tempo sem publicar nada. Mas como as notas de 100 na carteira de um amigo meu, eu renasci do nada.

Hehehe. Tirando esse comentário... vamos lá... eu tenho uma notícia, mas só vocês poderam decidir se ela é boa ou ruim:

"Roubei..." já está acabando. Isso mesmo! No máximo, ainda se eu quizer incrementar a fic, dará no máximo quatro capítulos. Ao perceber isso, eu chorei, já que eu considero Ronama (as iniciais de "roubei...") como a minha primeira fic verdadeiramente, e isso me deixa muito triste!

Bem, as coisas podem parecer um pouco adiantadas, mas não são, vais ser tudo bem explicado.

Sobre matar a Relena e o Zechs no mesmo capítulo, eu achei isso meio idiota, mas na divisão original, não estava nesse capítulo, mas ninguém gosta de capítulos com três páginas, não é?

Mata kondo!