Epílogo

-Mamãe, vai demorar?—A pequenina perguntou olhando o caminho que se estendia diante da limusine.

-Não, filhinha, já estamos chegando.

-Você parece uma fada...—murmurou para a mãe.

-E você uma princesa!—Completou Lyra ajeitando os cabelos dourados da filha, que formavam pequenos cachinhos emoldurando o rostinho de boneca.

A limusine finalmente parou. Sua mãe a esperava, pronta para pegar a pequena Amanda.

-Você se lembra o que é pra fazer? Você acompanha a vovó e a tia Anne. E quando o papai chamar, você entrega a caixinha pra ele...

-Eu sei mamãe—respondeu ela com toda a seriedade que seus quase dois anos conseguiam reunir.

A menininha desceu do carro, ajeitado as saias do vestido branco e segurando a mãe da avó. Christinne piscou para a filha e seguiu com a neta para a grande passadeira de musgos, colocada bem no meio dos convidados. A harpista começou a tocar. A luz dourada do crepúsculo emprestava ao cenário uma claridade sobrenatural.

Amanda se empertigou e pôs-se a caminhas na direção do pai, que a olhava enternecido. Ao chegar no altar, ela recebeu um beijo no rosto e foi se postar de lado, com a avó e a tia, anormalmente séria.

Ela observou seus quatro padrinhos, tia Lily, tio James, tia Lene e tio Remus virem andando pelo corredor e pararem, um casal de cada lado do altar. Ela sabia o que viria a seguir. Mamãe. Ela observou sua mãe, no belo vestido etéreo, flores champanhe nos cabelos e no buquê. Em seguida ela olhou para o papai. Ele olhava para a mamãe como se ela fosse a coisa mais linda do mundo. E ele tinha razão. Sua mãe era a mulher mais linda de todo o universo, pensou a pequenina.

Agora aquele velho não parava de falar e ela parou de prestar atenção. Começou a olhar tudo em volta. Todas aquelas pessoas que com certeza apertariam sua bochecha assim que pudessem, as flores, os panos branco, as tochas acesas para iluminar o local, as estrelas...

-Amanda!—A voz de seu pai chamou sua atenção. Ela viu que algumas pessoas riam. Ela encaminhou-se solenemente e entregou a caixinha para o papai. Ele abriu e tirou de lá o lindo anel que a mamãe tentara convencê-la a mostrar, mas que ela não mostrara de jeito nenhum. Papai falara que era surpresa então era surpresa. Papai colocou o anel no dedo da mamãe. A mamãe chorava! Será que ela não tinha gostado do anel? Depois, a mamãe colocou um anel na mão do papai e eles se beijaram. Eca, quando ela fosse adulta ela nunca iria beijar alguém daquele jeito.

E então, finalmente a mamãe se virou para ela e a chamou, pegando-a no colo. Ainda bem, porque ela estava cansada.

-Mamãe, porque você está chorando? Não gostou do anel?

-Não, querida, eu adorei o anel. Estou chorando de felicidade, meu amor.

-Você é engraçada... Eu só choro quando eu estou triste...

Beeem pessoal, finalmente o epílogo... eu achava que eu tinha postado ele O.o

Mas enfim, tá aí, espero que gostem...

Postando hoje outra fic e antes que vcs pensem: não vou ler, ela demora muito pra postar... ELA ESTÁ PRONTAAA... siiim, eu terminei de escrever antes, então dessa vez as coisas vão ser mais rápidas PROMETO

Ashuahsuah

Beijooos