ANEXO 1


TEORIA GERAL DE MARLENE MCKINNON

por Sirius Black.


Hogwarts, 14 de fevereiro de 1978.

Preciso começar isso aqui dizendo que tive muito trabalho para colocar as mãos nesse caderno, a Lene estava realmente empenhada em escondê-lo de mim, algo a ver com eu nunca mais a deixar viver em paz se visse. E ela não poderia estar mais certa, é claro, inclusive, a minha vontade nesse momento é descer para o café da manhã, subir na mesa na Grifinória e gritar para todo o salão principal que MARLENE MCKINNON ESCREVEU UM DIÁRIO TODO SOBRE MIM!

Eu também poderia acrescentar que a ruiva escreveu um diário inteiro sobre o Prongs (e o desgraçado nem me contou, TRAIDOR!), eu com certeza vou mencionar isso no meu discurso de padrinho de casamento!

Bom, eu não vou gritar para todo o salão principal (espero que fique feliz com isso, Lene. E que se lembre disso quando encontrar essa carta e pensar em me matar por ter roubado o caderno do seu dormitório), mas resolvi dar a minha contribuição para esse, humm, como vocês chamam mesmo? Estudo? Afinal, ele não estaria completo sem a participação do tal objeto de pesquisa. E também percebi que a Lene deixou algumas partes de fora, que eu vou ter o prazer de contar:

Sobre o que aconteceu nas férias de natal:

Como a maioria das besteiras que eu faço, aquela foi por impulso. No fim nem foi uma besteira, a Lene pode ter ficado meio puta comigo quando descobriu que eu ouvi a conversa dela quando estava disfarçado (tá, ela ficou muito, muito puta), mas não foi assim tão ruim, e talvez se eu não tivesse feito isso nós nem estaríamos juntos hoje.

Mas voltando ao dia 01 de janeiro:

Eu estava agoniado com aquela situação e precisava fazer alguma coisa, afinal, durante aquela semana entre o natal e o ano novo em que ficamos separados nem eu mesmo estava me aguentando. Lily e James não paravam de sumir misteriosamente pela casa (ok, isso provavelmente não tinha nada a ver comigo) e Wormtail não parava de dizer que eu estava parecendo uma velha rabugenta com todo aquele mau-humor — sendo mais específico, ele disse que eu estava parecendo a velha rabugenta conhecida como minha mãe —, então a situação era sim muito grave.

E a culpa era toda dela: McKinnon, aquela demônia!

Não me entendam mal (na verdade, o que eu quero dizer é: Lene, não me entenda mal. Leia tudo antes de planejar o meu assassinato, ok?).

Quando eu a chamo de demônia vocês podem ter falsa impressão de que eu estou falando de alguma criatura horrível e assustadora. Me deixem corrigi-los: esse tipo de demônio (os feios) são os amadores, os do baixo escalão do inferno, sabem? Já os do tipo da McKinnon são os profissionais, os que são realmente perigosos. E claro que são lindos, afinal, não seriam capazes de fazer com que os mortais caíssem em tentação se não fossem.

Não é o tipo de criatura viscosa e com chifres, feita para assustar, muito pelo contrário, é do tipo que atrai e te faz ficar fascinado por ela. No caso da McKinnon, essa aparência pode ser descrita como longos cabelos dourados, calorosos olhos cor de mel, lábios cheios e rosados e o rosto de um anjo. Com essa aparência ela até podia ser confundida com um, mas só a primeira vista, quando você observa mais de perto consegue perceber que ela está longe disso, seus lábios rosados estão sempre com um sorriso travesso estampado neles, como se ela estivesse sempre aprontando alguma coisa (e acredite em mim, ela sempre está) e apesar de olhos calorosos, o olhar é afiado, tão afiado quanto as provocações que faz. Ela é confiante, esperta, engraçada, joga quadribol melhor do que eu (mesmo que eu nunca vá admitir em voz alta e olhando nos olhos dela) e aos poucos foi conquistando cada vez mais espaço na minha vida.

Essa demônia ainda tem o pescoço cheiroso, a pele quente e macia e curvas capazes de enlouquecer qualquer um, ela beija de forma exigente e apaixonada, e te faz esquecer de qualquer outra coisa a sua volta quando está com ela, e quando o beijo acaba você não quer outra coisa além de beijá-la de novo, sabendo que nunca vai ter suficiente dela. (Fora outras qualidades que é melhor eu não mencionar aqui só para o caso de eu pedir para a Lily ler isso aqui antes de te entregar...)

Mas enfim, a Marlene vicia.

Me fez sentir coisas que achou que nunca fosse sentir. E como um verdadeiro viciado eu estava na mais completa abstinência depois de uma semana longe dela. E viciados costumam fazer coisas idiotas em nome do vício, o que no meu caso foi seguir a namorada do meu melhor amigo até a casa dela quando estava disfarçado de cachorro.

Eu não sabia bem o que eu queria com aquilo, na hora só vi a ruiva saindo e sabendo para onde ela provavelmente iria, vi a oportunidade e a segui. Naquele momento agradeci por Lily gostar de caminhar e ter resolvido ir a pé para a toca da demônia mesmo com aquele frio, se ela resolvesse aparatar teria sido difícil encontrá-la. Mas foi fácil, Lily parecia distraída e nem notou que eu a seguia, quando ela entrou na sua casa, sendo recebida pelo que devia ser a versão masculina da Marlene, eu soube que estava no lugar certo.

Depois tudo o que eu tive que fazer foi esperar. Claro que isso não foi nada fácil já que estava frio pra caralho (eu espero que ao ler essa parte a Marlene finalmente pare jogar na minha cara que eu quase a matei congelada aquele dia), mas quando eu a vi abrindo a porta percebi que valeu a pena.

Eu mal conseguia tirar os olhos da Lene enquanto torcia internamente para a Lily não me dedurar. Por um momento eu realmente achei que ela fosse fazer isso, os olhos da ruiva faiscavam na minha direção. Mas no fim ela não contou nada e apesar de que receber carinho enquanto estava transformado em cachorro fosse uma substituição muito pobre para tudo o que queria fazer com a Marlene, foi bom ficar perto dela. Sim, estava com uma saudade desgraçada daquela demônia e tinha certeza de que eu me sentir daquele jeito era por culpa de outra das suas habilidades demoníacas.

Mas claro que eu não fui até lá disfarçado só para matar a saudade, eu esperava conseguir descobrir porque a Marlene estava agindo daquele jeito esquisito e parecia estar fugindo de mim. E como a Lene tem a boca enorme, claro que ela se entregou.

Quando a lene falou sobre a amortentia a cara da Lily era de que ia ter um treco, e por um momento eu achei que fosse ter um treco também, mas era porque eu não podia estar mais feliz: A demônia gostava de mim ( tá, Marlene, eu vou parar de te chamar assim, ok?)

Eu só consegui me perguntar como eu podia não ter percebido antes, depois de ouvir aquilo parecia tão óbvio: Ela tinha começado a agir esquisito depois daquela aula do Slughorn. E aparentemente pelo mesmo motivo que eu.

Eu queria rir da situação, nunca dei ouvidos aos meus amigos que viviam dizendo o quanto a Lene e eu somos parecidos, mas não dava mais para negar já que ela descobriu que gostava de mim da mesma maneira que eu tive certeza que gostava dela. Ela estava tão apaixonada por mim a ponto de sentir cheiro de cachorro com aquela poção, mesmo sem saber na época que eu sou animago. Minha vontade foi me transformar ali mesmo na frente da Marlene e acabar com aquela palhaçada — e Lily deve ter percebido isso também. Já que me fuzilou com o olhar e repetiu que precisávamos ir embora.

Acabei indo mesmo contrariado, já que parei para pensar que Marlene não fosse ficar nada feliz em descobrir que eu sou um animago dessa forma — e ainda mais que estava ali usando essa habilidade para ouvir a conversa dela com a melhor amiga. Além disso, pelo que ela disse para Lily, ela estava pensando em me contar. Talvez eu só tivesse que esperar um pouco mais…

Quando nos afastamos da casa, Lily ainda parecia que queria me matar, só falou comigo quando já estávamos a uma quadra de distância da casa da Marlene e eu me escondi em um beco para voltar a forma humana, quando saí de lá, os olhos da ruiva continuavam faiscando na minha direção.

— Eu ainda não acredito que você fez isso! — ela disse cruzando os braços à frente do peito. — Isso foi errado, Sirius!

— Errado foi você ter mentido para mim a semana inteira quando eu te perguntei o que estava acontecendo com a Lene, ou se ela falava alguma coisa de mim!

— Caso não tenha percebido eu fiquei esse tempo todo tentando convencê-la a te contar a verdade, não era meu direito te contar sobre os sentimentos dela. — Lily insistiu em meio a um suspiro de impaciência. — E nem o seu ter ouvido dessa maneira!

— Que diferença faz? Parece que você a convenceu, não é mesmo? — eu disse sorrindo agradecido para a ruiva. — Ela vai me contar. — acrescentei confiante, mal podia esperar para ela me contar, só não conseguia decidir se devia fingir surpresa na hora ou dizer que já sabia. Olhei para a Lily para perguntar o que ela achava, e foi quando vi que a expressão dela era bem duvidosa. — O que foi?

— Er, bem... eu não tenho assim tanta certeza de que ela vá te contar. — Lily disse receosa.

— Como assim? Ela pretende esconder isso de mim até quando? — perguntei mal acreditando no que tinha acabado de ouvir.

— Acho que para sempre. — Lily respondeu desviando os olhos para o chão parecendo culpada.

— Isso é ridículo, uma hora ela vai acabar deixando escapar quando estivermos juntos...

— E é por isso que ela pretende ficar bem longe de você... — Lily disse baixinho no que eu subitamente parei de andar quando entendi o que ela estava querendo dizer.

— Você está querendo dizer que a Marlene vai terminar comigo só para não contar que gosta de mim? — eu disse encarando a ruiva sem conseguir acreditar.

— É! — Lily me respondeu e depois cobriu os lábios, parecendo arrependida. — E eu simplesmente não consigo acreditar que te contei! Eu sou a pior amiga do mundo, a Marlene vai me matar! Ou melhor, eu vou me matar! Vai ser melhor eu já estar morta quando ela descobrir…

Lily continuou tagarelando loucamente, mas eu praticamente não conseguia ouví-la. A felicidade que eu sentia subitamente evaporando.

— Por quê? — foi tudo o que consegui perguntar. Lily se calou e seus olhos verdes suavizaram quando ela me encarou.

— Bem, ela acha que não é correspondida e que você vai dar um pé na bunda dela se descobrir que ela gosta de você. — Lily disse em meio a um dar de ombros. — Algo sobre você ter aversão a relacionamentos e só estar com ela por diversão…

Se a situação não fosse tão desesperadora talvez eu até risse: nós somos mesmo muito parecidos. Não vou mentir, eu não tive a melhor reação quando senti o cheiro daquela poção e percebi o quanto gostava da Marlene, foi meio que um choque. Pelo menos não primeiros minutos, depois eu percebi o quanto era óbvio e o quanto eu era burro por ter demorado tanto para notar.

E a possibilidade de não ser correspondido também passou pela minha cabeça, principalmente durante a semana que ficamos separados, inclusive pensei que ela podia estar se afastando de mim justamente por ter percebido. Uma parte minha até achava que seria bem feito, afinal, quantas vezes eu já não percebi que alguma garota estava começando a gostar de mim e sumi? Pensei que o que eu estava sentindo pela Marlene devia ser obra de Merlin ou de Morgana (ou dos dois), que deviam estar rindo da minha cara lá no inferno.

Mesmo assim nunca havia pensado em simplesmente desistir da Mckinnon sem lutar e senti uma pontada de mágoa por ela agir assim. Não era ela quem ficava falando aquelas idiotices sobre arrastar caminhões de merda pela pessoa amada? Aparentemente para ela eu não valia o esforço.

— Ótimo, se é assim que ela quer então ela q... — eu comecei a dizer, com raiva, mas Lily me interrompeu, aparentemente ela havia perdido a paciência.

— Ah, não começa você também! — ela disse com os olhos verdes faiscando na minha direção. — Você sabe que gosta dela a mais tempo e não fez nada a respeito! E se ela pensa que você é um idiota, a culpa é toda sua! Dá para você me explicar porque não contou a verdade para ela até agora? Aliás, você podia ME EXPLICAR o que aconteceu? Acreditei em você quando disse não tinha marcado aquele encontro com a Macmillan, mas está ficando difícil te defender!

Não pude deixar de corar levemente, percebendo que ela estava certa. Eu realmente estava sendo um idiota. Aquela história toda era idiota, mas se a Lene queria desistir de mim assim tão fácil, era por minha culpa. Encarei a ruiva ao meu lado, sentindo que ela ia querer me dar um soco no estômago depois que ouvisse o que eu ia dizer, mas mesmo assim falei, ela merecia uma explicação.

— Eu não marquei um encontro com a Macmillan, bom, pelo menos não marquei um encontro para mim. Foi para o Peter. Ele está interessado nela a séculos, como ele não faz nada eu mandei um bilhete anônimo aquele dia no café da manhã marcando o encontro, só não contava que uma das amigas dela fosse reconhecer a minha letra.

— E por que o Peter não foi encontrar com ela?

— Porque ficou sabendo que ela achou que tivesse sido eu, então ficou sem coragem de aparecer. — eu dei de ombros enquanto Lily continuava me olhando de cenho franzido.

— Certo, então se você não fez nada de errado, dá para me explicar por que simplesmente não contou isso para a Marlene?

— Se eu contasse ela ia querer saber porquê eu não fui encontrar com ela aquele dia e então… — eu travei no meio da frase enquanto sentia meu rosto esquentar, felizmente Lily entendeu o que eu queria dizer e completou a frase por mim.

— Você seria obrigado a contar que não foi porque estava muito ocupado surtando depois de descobrir que gosta dela!

— Eu não estava surtando! — protestei. — Eu só precisava de um tempo para pensar…

— Black, você é mesmo um completo imbecil! Não posso acreditar que deixou a Lene pensando que você é um babaca, só para não contar a verdade! E você nem precisava contar, você podia ter inventado qualquer desculpa!

— Não, não poderia. A Lene saberia que eu estava mentindo. — eu disse mais para mim do que para a ruiva, mesmo assim a expressão dela se tornou menos assassina quando ouviu isso. — Além disso, eu estava tentando pensar em um jeito de contar para ela, um jeito que me fizesse parecer menos idiota…

Deixei de acrescentar que não pensava que a Lene me achasse um babaca, afinal de contas, ela parecia ter acreditado em mim quando eu pedi desculpas. E ela pareceu sincera quando disse que esperaria que eu contasse a verdade. Foi isso que me fez pensar que ela talvez gostasse de mim

— Isso é impossível. — Lily disse revirando os olhos. — Olha, Sirius, se isso te faz sentir melhor, acho que a Lene também surtaria. Aliás, ela está surtando. E se você não voltar lá agora mesmo para acabar com isso, eu juro que eu mesma vou contar!

— Você não faria isso. — eu disse parando novamente de andar para encarar a ruiva. Havíamos finalmente voltado para a casa do Prongs e Lily também parou em frente ao portão, cruzando os braços a frente do peito enquanto me encarava.

— Ah, eu faria… Não se esqueça que fui que deixei de ficar com o meu namorado aquela noite pra ouvir aquela sua conversa estúpida sobre a minha amiga ser uma demônia que fazia pobres mortais como você se apaixonarem!

Pensei em protestar para o olhar de Lily fez com que eu me calasse, notei que o jeito como ela me olhava era quase maligno, era quase como se ela estivesse se divertindo com a situação. Eu apostava que ela ia entrar em casa, sorrindo de forma vitoriosa e contar para o Prongs como tinha conseguido fazer com que eu tomasse vergonha na cara e fosse me entender com a Marlene. Uma parte minha queria xingar aquela ruiva, e outra queria dar um abraço nela. E ela obviamente tinha percebido isso já que sorriu para mim.

— Não precisa me agradecer, só vai logo! — E então eu resolvi seguir o conselho dela e ir de uma vez, então abri o portão de casa no que ela franziu o cenho, já se preparando para brigar comigo outra vez. — A casa da Lene é para o outro lado, Sirius!

— Eu sei, eu só não posso aparecer lá desse jeito. Eu tenho uma promessa para cumprir.


Bom, o resto a Marlene já contou.

Só preciso acrescentar que eu quase morri várias vezes aquela tarde, quase desisti antes de tocar a campainha, depois achei que ela fosse bater a porta na minha cara, depois achei que ela fosse mesmo terminar comigo antes que eu conseguisse contar a verdade para ela...

Mas no final, valeu a pena.

E lendo essa coisa eu só não sei como foi que a Marlene demorou tanto pra notar que eu também estava apaixonado por ela… (Porra, McKinnon, eu parecia um completo idiota bem ali na sua frente, por Merlin!)

Eu só espero que depois de dois meses, ela não tenha mais nenhuma dúvida, mas se tiver, pretendo acabar com isso hoje mesmo.

Lene, caso ainda esteja sentindo desejo incontrolável de me matar depois de ler isso, só peço que você espere mais um pouquinho e leia até o final:

Eu te amo.

Eu me lembro que há exatamente dois anos ter me sentado ao seu lado no Três Vassouras e dito uma série de porcarias sobre regras e em como eu não tinha interesse em corresponder as expectativas de ninguém. Claro que naquele momento eu não sabia que um dia ia me apaixonar, e nem que estava falando aquelas bobagens justamente para a garota por quem eu me apaixonaria.

Eu não sei em que momento isso aconteceu, pode ter sido exatamente naquele Dia dos Namorados, quando apesar de ter ouvido essas merdas você não jogou sua cerveja amanteigada na minha cara e me largou lá falando sozinho. Ou quando você me beijou naquele armário de vassouras, ou na torre de astronomia. Ou quando percebi que você sempre estaria comigo, seja bebendo e rindo no Três Vassouras, fazendo apostas ridículas, me acompanhando em certas atividades ilícitas pela escola, andando de moto ou enfrentando a minha família. Você se tornou minha companheira, e eu quero que continue sendo para sempre, eu quero dividir tudo com você.

E por isso hoje, Dia dos Namorados, eu faço questão de mais uma vez quebrar todas as minhas antigas regras idiotas com você: Pretendo te levar café na cama, flores, chocolates (mesmo que o Moony fique com ciumes) e quero te convidar para sair comigo, se quiser podemos ir até no Madame Puddifoot, embora eu esteja torcendo para você recusar essa ultima parte… Mas se não recusar, não tem problema, como eu te disse a um tempo atrás, eu arrastaria até um dragão por você, tomar um banho de confete em formato de coração não vai ser nada.

E, ah, tem uma coisa que eu preciso te perguntar hoje. E espero que você diga sim.


Agora sim, acabou :(

MUITO OBRIGADA MESMO A TODO MUNDO QUE ACOMPANHOU ATÉ AQUI, VOCÊS SÃO OS MELHORES LEITORES DO MUNDO

E mil desculpas pela demora, estava com um bloqueio terrível e nunca ficava satisfeita com o que escrevia.

Muito obrigada por cada acompanhamento, voto, favorito, comentário, recomendação e até os fantasminhas que chegaram até aqui. Eu fiquei muito feliz com todo o retorno que recebi com essa fic, e ganhei meu dia cada vez que algum de vocês me falava nos comentários que passou a gostar de Blackinnon ou até da Marlene depois de ler TGSB!

Espero de coração que tenham gostado, e como eu sempre digo, comentários são muito bem vindos até porque eu estou louca para saber o que vocês acharam

E logo, logo tem fic nova, viu?

Beijos e até a próxima!