Kireiko e Eichiteki obrigam Suong a utilizar seus poderes e ver como é o coração de Kakarotto...
Será que ela perceberá o terrivél erro que cometeu?
Cap. 10 - Coração
Eichiteki encontrava-se bufando de raiva pelo que ela fez à Kakarotto.A esposa deste abre a porta apressada, desesperada, querendo rever a filha, o marido a seguia, fitando-a com uma carranca no rosto.
Quando as portas duplas abrem, os servos viram-se, sorrindo, esperando o saiya-jin e o chikyuu-jin, mas, vem uma alien desesperada e o sensei de Kakarotto entrando logo atrás, irrritado.
Antes que essa pudesse falar algo, Kireiko surge da multidão, abrindo caminho entre eles, com lágrimas nos olhos. Corre até ela, gritando:
- Mamãe! Mamãe! É a senhora?!
- Sim, meu anjo! - e se abraçam.
Os servos ficam emocionados com o reencontro. Senão estivesse aborrecido pelo que fez ao jovem, Eichiteki também ficaria emocionado.
- Papai! kaachan! - ela ergue a cabeça vendo o genitor.
- Kakarotto a localizou e comprou-a .
- Sabia que cumpriria a promessa!- chora, abraçada a mãe.
- E meu filho? - Liluni fala com Lian no colo, olhando para os lados.
- Pergunte a minha esposa. - fala entre os dentes, fitando a companheira.
- O que? - um servo não entende.
A Shinyoujyutsu segura a filha pelos ombros e pergunta, com a voz pesarosa:
- Aquele monstro a estuprou meu anjo?
Ela olha para genitora sem entender,confusa:
- Se for Bardock...ele não é mais meu dono nem do tousan...
- Não o monstro anterior, o atual.- explica calmamente, acariciando os cabelos da filha.
- Que monstro...?!- olha apavorada da mãe para o pai.
Ela desejava com toda a força de seu coração que sua genitora não estivesse falando de Kakarotto.
- Deixe-me contar o que se sucedeu...- nisso inspira profundamente.
Por longos minutos, o chikyuu-jin é ouvido em silêncio, sua voz pesarosa, Suong sorrindo. Após breves minutos de silêncio total, os servos começam a falar indignados e fitando a esposa deste, irados. Ela se encolhe, confusa, sem entender o por que. Ao mesmo tempo,Kireiko se afasta com lágrimas nos olhos e irritada, cerrando os punhos com raiva.
- Mamãe...diga, por favor, que não é verdade o que papai contou...que atacou o pobre do Kakarotto desse jeito ... que não falou essas coisas.... - tem dificuldade de falar de tão nervosa que se encontrava, seu corpo tremendo de raiva -...abominavéis!
Suong olha em volta e vê a feição dos servos de ira e raiva. Não conseguia compreender aquela reação.
- Meu anjo... os saiya-jins são monstros...me estupraram tantas vezes...e agora, você...- tenta abraça-la, porém, esta desvencilhava-se dos braços da genitora.
- Como pôde!Kakarotto nunca obrigou ninguém... ele é gentil, bondoso, amoroso, carinhoso, doce, amavél...não é um desses monstros por aí! Nos respeita! E você ousou ofende-lo, falando essas coisas crueís!
Com lágrimas nos olhos, sobe as escadas de dois em dois degraus, chamando o saiya-jin, desesperada.
A genitora fica estática com a reação da filha e vê os servos olhando-a mortalmente, principalmente uma da raça myouchin. Esta, avança irada para Suong que recua dois passos. Ao se aproximar, dá um tapa na cara desta, derrubando-a no chão.
Põe a mão no ombro, ainda no piso frio, sentindo o tapa. Liluni de pé, fala cheia de ódio:
- Sua cadela! Como ousou agredir o meu filho! Desgraçada! Machucou ele com sua boca suja! Minha vontade é mata-la! Mas, não faço por Eichiteki e Kireiko, além do trabalho dele de traze-la! Ingrata!
- Filho..!? Mas...mas....é um saiya...
Não teve tempo de terminar, pois recebe outro tapa de Liluni.
- Você estragou sua noite! Nós demos essa comemoração para ele! Veja! Acha que se fosse um monstro, faríamos algo assim?
Como não obtém resposta da mulher caída ao chão, que olhava-a em choque, continua:
- Ponha isso na sua cabeça! Apesar dele ser um saiya-jin, seu coração não é desses monstros! É gentil, doce, amavél, carinhoso, protetor e doce... é discípulo de seu marido...acha que ele ensinaria meu filho, se fosse como os outros de sua raça?
Suong olha para o marido, que a fita, sem falar nada, com uma carranca no rosto e braços cruzados. Achava bom a esposa ouvir algumas verdades. Vira o olhar do jovem, ela o havia ferido profundamente e isso, era imperdoavél.
Esta reune coragem e olha em volta, indignada:
- Estão loucos?! É um saiya-jin! Uma desses best....
Mas não chega a terminar, pois, uma outra serva dá um tapa nela, quando desvia dode Liluni. Esta sorri em agradecimento á amiga, que acena com a cabeça.
Suong olha para o marido, buscando ajuda, mas, ele estava aborrecido. Mexe a cabeça para os lados, se recusando e não saindo de onde estava.
- Escute aqui! Fui reprodutora praticamente minha vida inteira! Deve saber o que é isso! Ser estuprada, tanto por aliens, muitos obrigados por seus donos ou satisfazendo os mesmos, engravidando e sendo tirada de mim minha cria, quando tinham idade miníma para a venda! Estuprada, grávida, vendido meu filho, estuprada, grávida, vendido meu filho, nesse ciclo interminavél!
Ela está atônita, num misto de raiva e pena.
- Claro que são monstros! Concordo com você! Destroem planetas e vidas, tomam nossa liberdade, tratando-nos como objetos! Mas, meu filho não é assim! Sei por que praticamente o criei e todos aqui o conhecem, viveu sempre entre nós, graças a ser desprezado pelos de sua raça desde bebê! E ainda acha estranho, nós, a olhamos com raiva e desejarmos da-lhe uma surra? Principalmente, eu?
Suong não fala nada, vê todos a fitando, irados. Murmuravam com o do lado e muitos, percebera, se continham de ir para cima dela. Aquilo parecia surreal, servos irritados por ter ofendido o filho do dono deles, um saiya-jin cruel e ordinário.
- Use seus poderes, Suong, vasculhe a mente dele e leia o coração de Kakarotto...veja suas lembranças e julgue-o por isso, não, pelo que acha... por ser um saiya-jin. - o marido fala lentamente, ainda não havia perdoado a esposa.
- Mas...mas...é perda de tempo....- sua voz falha ao ver a face dele, podia sentir a ira irradiar pelos seus olhos.
Derrotada, concorda com a cabeça. Levanta-se, se dirigindo ao quarto do jovem, lentamente, desanimada.
No quarto, Kakarotto estava na cama e Kireiko tentava conversar com ele, que se desvencilhava dos braços desta, que estava penalizada. Via a dor nos orbes ônix, baixos, pois não a olhou por mais que insistisse.
Ela segura suas mãos, que estavam abraçando as pernas e fala:
- Kakarotto...não ligue para o que ela disse... você nunca nos...
- Por que não disse que isso era errado? Que só um monstro faz isso?- sua voz estava repleta de tristeza e pesar.
- Não! Você não é um monstro! Não ouse se comparar aos outros de sua raça! Você é diferente, ímpar, é como comparar o ceú à terra.- tenta persuadi-lo das ideías errôneas de si mesmo.
- Mas...mas...o que fiz foi...- começa a falar, quando é cortado pela jovem.
- Olha! Quando era estuprada...eu chorava de medo, implorava para que parasse, suplicava para me soltassem ... por acaso ... fiz isso quando nós deitamos diversas vezes?
Ele levanta parcialmente o rosto, olhando-a, com as sombrançelhas juntas, a face pensativa e falando, após algum tempo.
- Não...
- Por acaso, me obrigou?- questiona, olhando-o atentamente.
Este faz "não" com a cabeça. Ela fecha os olhos e suspirando longamente, cansada, fala.
- Então, não é estupro....depois disso, eu sorria não é?
Afirma com a cabeça, fitando-a.
Se afasta lentamente das mãos dela, mas, depois, permite, que seja acariciada sua face carinhosamente. Notava o olhar gentil e bondoso para com ele e não compreendia. Se não era um monstro, por que a mãe dela o acusara disto?
Não sabia em quem acreditar.
Desejava que Kireiko tivesse razão, mas, Suong parecia tão irada, falara com tanta convicção. Sacode a cabeça para os lados, tentando coordenar seu raciocínio. Mas, um som chama a atenção de ambos, retirando o jovem de seus pensamentos.
Kireiko se levanta e abre a porta, querendo saber quem estava batendo.
Suong surge, seguida de Eichiteki e Liluni. A serva corre para seu filho e o abraça, confortando-o, que se encolhe em seus braços, receoso com , para perto da cama, nisto, a filha corre e abre os braços em frente à Kakarotto, de costas para ele, fitando a genitora com raiva no olhar:
- Veio machuca-lo? Pois, não permitirei!
A mãe olha tristemente para a filha, em decorrência tanto dos atos antes, como de agora, com seu olhar e tom de voz. O marido fala:
- Agrediu Kakarotto, queria o quê?
Ela inspira profundamente e fala, após abrir os olhos:
- Fui praticamente obrigada...- olha para Liluni, para Eichiteki e por último, os servos , juntos, na batente da porta - a utilizar meus poderes ... irei ler sua mente e coração.
Controlava para não falar a palavra com nojo, pois, o ambiente estava bem pesado e sentia em suas costas o olhar homicida.
A filha perde-se em palavras, a mãe dela utilizar seus poderes nele? Mas, vê o genitor concordar com a cabeça e se afasta, ficando junto de Liluni que estava em pé ao lado da cama. Ela se aproxima, nisso, o saiya-jin olha para a shinyoujyutsu, confuso e pergunta:
- Ler?
- Se o que dizem sobre você, for de fato, verdade, não causará problemas quando utilizar meus poderes - fala entre os dentes.
- Sua personalidade, seus sentimentos, suas lembranças e seus pensamentos...- Kireiko fala.
- Entendo...
- Sente-se na cama. - fala rispidamente.
O jovem obedece e esta, põe as duas mãos na cabeça dele, falando irritada, achava aquilo tudo uma perda de tempo.
- Feche seus olhos e fique quieto!
- Sim.
Ele então sente o cheiro de medo e fala:
- Está com medo? Por que?
Ela o olha e fala, agora, não tão rispidamente.
- Ficar perto de saiyajins me dá medo, só isso, e justamente, é um deles, da raça que mais desprezo e abomino.
- Desculpe.- fala triste.
- Não tem que se desculpar, Kakarotto - Liluni fala - não compare-se aos monstros.
- Dá para ficar quieto, agora! - fala em misto de raiva e medo, nunca estivera tão perto de um deles, sem ser para servir-lo.
- Sinto muito.
- Ainda acho uma perda de tempo, não verei nada que não espero...
- Ande logo desgraçada! Leia a mente e coração de meu filho!- Liluni se altera, os punhos cerrados.
Murmura um "louca" e recomeça.
Um brilho fraco surge em volta de ambos, contornando-os e dura por vários minutos, até, que se dispersa. Suong levanta e olha para o jovem, ainda entristecido.
Cerra os punhos. Usara seus poderes e via, que de fato, os servos tinham razão, mais do que isso, entendia os sentimentos deles. O havia julgado sem conhece-lo melhor. Devia saber que seu marido nunca treinaria um monstro, um asssasino, não tentaria proteger um desses. O que fez, foi no minímo cruel.
De fato, era tudo o que falaram. Ele era uma das excessões, ímpar, como pudera ter comparado-o aos demais? Tudo por que, deixou seu ódio falar mais alto em vez de analisa-lo, antes de julga-lo. Sentia-se mal por isso.
Nunca imaginou, nem em seus sonhos mais dementes, que existiria um saiya-jin com um coração assim, mas, existia, e o havia ferido e muito.
- Eu sinto muito...Kakarotto, me desculpe.
Ele ainda está cabisbaixo e a Shinyoujyutsu senta na cama, segurando as mãos do saiya-jin, que olha-a com os olhos tristes.
- Eu não sabia que você era assim ... julguei-o com base nos outros de sua raça...mas, não esperava que existisse alguém como você...
- Odeia saiya-jins e eu sou um deles - fala, pesaroso.
- Pode ser um deles por fora, mas, seu coração é humano! - agora, ela era que estava indignada de vê-lo se comparar aos outros seres despreziveís de sua raça.
- Mas...
- Me envergonho do que te acusei, se eu, que te acusei disso, falo, que não fez nada de errado, então, é porque é inocente das acusações.
- Entendo... não tem que se desculpar, deve ter sofrido muito como a minha mãe - sorri fracamenre.
Aquele gesto só fazia-a sentir vergonha de si mesmo. Sorri forçadamente e então, fala, gentilmente:
- Seus amigos prepararam uma festa...
- Estou cansado...quero descansar... - ele olha para os servos, parados no quarto - podem comemorar, é que hoje foi cansativo.
Não estava com o menor ânimo para festas. Havia perdido o interesse, queria ficar deitado na cama, até o dia amanhecer.
- Sem você?! Não fale besteiras! Senão vai para a festa, não vamos comemorar. - Kireiko fala cruzando os braços no peito.
- Isso é verdade, Kakarotto - um dos servos falam.
- Não quero estragar a festa.
- Sem você, não vai ter, filho - Eichiteki fala.
Olhava para a frente, põe a mão nos ombros dele e fala:
- Vou ficar triste se não for...quem sabe, possa se distrair um pouco...o que acha, Kakarotto?
O saiya-jin olha para Liluni fala:
- Vamos comemorar filho...se saiu muito bem na Arena...
Algum tempo depois, sorri:
- Obrigado....desculpem...eu vou sim, amanhã algo me diz, que vai ser um dia daqueles...- ele fica irritado.
- Por que?- Eichiteki se supreende.
- Pode chamar de premonição, se quiser, mas, algo me diz isso...e não acredito ser exclusivamente pelo retorno de meu pai.
- Bem, se é assim!- Kireiko o puxa pela mão, fazendo este se levantar e conduzindo-o para a festa - não temos tempo a perder!
Kakarotto sorri e a segue, com todos os demais atrás dele.
Por mais que não estivesse muito disposto,sempre fora gentil e amavél, gostava de fazer os outros felizes, com isso, decide participar, além de que, com certeza, tiveram muito trabalho.
Risos ecoavam pela mansão, os servos se divertindo, comemorando, Kakarotto os acompanhava, embora, Liluni soubesse que em seu íntimo, ainda estava sentido, mas, era muito ém, nem todos estavam alegres, uma serva não estava.
Era a que fora trazida da Arena. Estava em um canto.
Tomara banho, fora dado roupas limpas, mas, seu olhar, ainda era triste, possuíndo em seu corpo jovem, marcas de maus tratos. Via o saiya-jin que era seu dono agora, segundo, o que um servo falara. Olhava-o atentamente, não parecia como um deles, senão fosse a cauda na cintura, não acreditaria ser um, ainda mais comemorando junto com os escravos e tratando-os como amigos.
Ouviu ele chamar uma serva de mãe e demonstrava à todos muita gentileza e respeito.
Ele olha para ela e sorri, mas, vê tristemente, que não foi retribuído. O olhar dela, possuía a mais profunda tristeza. Desvia os olhos e volta a conversar com alguns servos. Como de costume, não havia bebidas alcóolicas, além de que, ele detestava o gosto delas.
Suong nota a serva e reconhece, já fora pertencente ao seu ex-dono, Alkake. Abre caminho dentre eles e se aproxima. Esta, distraída, olhando para um ponto qualquer á sua frente.
- Niey! Há quanto tempo!
- Suong-san!
Nisso as duas se abraçam e depois se separam, mas, segurando os braços de cada uma com um sorriso estampado no rosto.
- Aquela menina, Kireiko-chan, é a filha que tanto falava?
- Sim e meu marido...- fala orgulhosa, mostrando-o logo a frente.
- Eichiteki-san! Também me falou dele, fico feliz que tenha reencontrado sua família!
- Eu também! Amanhã, Kakarotto vai levar a gente para comprar roupas novas.
- Roupas novas? Nós iremos escolher?- pergunta, incrédula.
- Sim, sua roupa é emprestada, das que as servas de Bardock utilizam, ele vai deixar a gente decidir qual roupa usar.
- Peraí....quantas são servas dele?
- Bem, para deixar minha família junta, sou eu, Kireiko, Eichiteki, um bebê, Lian e você.
- Um bebê?!
- Sim e tem um bom motivo para ter pedido ao pai dele o bebê.
- Você não sente ... ódio ? É um monstro! Um saiya-jin!
- Não é! - vê a face dela confusa- Acredite... é um saiyajin por fora, mas, seu coração é humano.
- Não acredito....é mentira.
- Vou te mostrar com meus poderes, venha.
- Poderes?
- Sou uma Shinyoujyutsu, minha raça possuí habilidades especiais, vi a mente e coração dele, também o julgava assim, mas, após isso, mudei de opinião...posso mostra-la.
- É seguro?
- Sim, será como assistir uma cena, como uma espectadora, vou estar acompanhada de você- segura as mãos dela fortemente.
Olha para Suong, adquire coragem, além de que, estava curiosa sobre esse poder, não negava que a curiosidade a empurrava a querer ver isso. Ela concente com a cabeça.
- Ótimo, venha, vamos para um lugar calmo - e puxa-a pela mão.
Kakarotto nota elas saindo e Eichiteki, que estava próximo, entra em contato mentalmente com seu ex-discípulo.
"Minha esposa fará ela perder o medo e ódio de você, meu filho."
"Com aquele poder ?"
" Sim."
"Qual o nome dela ?"
"Nyei"
" É um nome bonito... porém..."
" Verdade... mas não se preocupe, Suong quer se redimir ao máximo o que fez com você e fará todo o possivél para ajuda-lo, além de que, também reuniu nossa família novamente."
" Fico feliz de ter podido reuni-los novamente"
" Entre em contato com Suong, seu nivél agora permite se comunicar mesmo que aquele esteja longe"
" Verdade?" - o tom era de mais pura felicidade.
" Claro, embora elas não estejam tão longe...queria mais com isso, era falar que dominou conversa mental em um nivél muito rápido, foi excepcional, comumente, demora-se décadas e mesmo assim, ás vezes, não se consegue grandes distâncias..." - fala com visivel orgulho.
" Obrigado, jiichan...não esperava que tivesse melhorado tanto"
" Você já me superou e isso foi uma forma excelente de agradecer tudo que lhe ensinei."
" Se você deseja agradecer ao seu sensei, supere-o, foi uma das coisas que me ensinou sobre os costumes terráqueos."
" Fico muito emocionado em ver a que ponto você chegou e que permaneceu com seu coração amavél e gentil, além de bondoso."
" Obrigado, vou conversar com Suong-san"
Ele se concentra novamente, aproveitando que quem conversava tinha ido buscar uma bebida. Localiza o Ki dela e inicia a conversa mentalmente.
"Suong-san?"
" Suong-san? Se bem que depois de tudo, não sou digna de se chamada de outra maneira por você"
" Outra maneira? " - a voz soava confusa.
" Digo, sem ser formalmente"
" Suong?"
" Sim, mas senão quiser..."
" Por mim tudo bem, entendo pelo que passou, não nutro raiva de você... afinal, o que sofreu é próximo do que minha mãe passou antes...por mim, se puder chama-la de Suong, ficarei feliz" - fala gentilmente.
Aquilo a comoveu. Ele era muito gentil e amavél, e isto, só fazia se sentir pior do que já se encontrava. " Como pude falar essas coisas despreziveís para ele?", pensa, amargurada, consigo mesma.
" Obrigada, é muito amavél...vou conversar com Niey e usarei meus poderes, para mostrar como é sua natureza."
" Espero que consiga."
" Vou sim, agora, vou usa-los e infelizmente, não terei como manter a conversa mentalmente."
" Boa sorte, Suong"
" Vou conseguir , Kakarotto."
Nisto, olha para a jovem sentada, com os olhos fechados. Sorrindo, põe as mãos de cada lado da cabeça de Nyei. Uma luz cintilante envolve-as por longos minutos, então cessa. Ambas abrem os olhos.
A serva estava feliz. Tivera muita sorte em conseguir um dono bom, gentil, amavél e que respeitava os outros, além de tratar os escravos como iguais, agora entendia a festa que eles davam, também, não era para menos.
- Não disse?
- Sim, é incrivél! Nunca imaginei que poderia existir um saiya-jin assim!
- Muito menos eu, e acredite, o ofendi, o machuquei e muito, julgando-o como os de sua raça, me arrependo e muito, mesmo este não me culpando.
Nisso conta á jovem tudo que se sucedeu. Após minutos, esta fica estarrecida e um tanto indignada.
- Você o machucou...
- Sim, e estou arrependissíma ... ajudar você a ver como ele era, foi o primeior passo, para que possa perdoar a mim mesma.
- Entendo...fico feliz que Kakarotto tenha me salvado do mestre anterior - nisso, treme ao pensar em Vagenk.
- Vamos voltar para a festa.
- Claro!
Ambas retornam a comemoração. O saiya-jin olha para Suong que sorri e acena com a cabeça, fazendo-o sorrir ainda mais. Olha para Nyei, que corresponde ao sorriso, feliz, em ter um mestre com um coração tão gentil.
A festa dura mais algumas horas, até que termina.
Mesmo os servos falando que não precisava, Kakroto faz questão de ajuda-los a arrumar, usando sua força para agilizar o trabalho de colocar os moveís do local, embora claro, com supervisão, pois , infelizmente, tinha o dom de destruir as coisas e não conserta-las e todo o cuidado era pouco. Liluni e Suong escoltavam o jovem saiyajin na arrumação, evitando diversas vezes, dos moveís serem destruídos.
Liluni não perdoara facilmente Suong, por mais que essa estivesse arrependida, mas, permitia que ficasse próximo dela, sem, agredi-la verbalmente. Considerando que tratava Kakarotto como um filho, era normal a aitutude dela, teria a mesma, se alguém fizesse à sua filha, o que ela fez ao guerreiro.
Nisso, já tudo arrumado e limpo, todos vão dormir. Liluni e Lian dormiriam no quarto de Kakarotto.
Ao se recolher ao quarto, coloca a cabeça no colo dela que afaga maternalmente, os cabelos negros que desafiavam a gravidade. Via, em seus olhos ônix, um vestígio de tristeza e o quanto, seu coração ainda estava ferido, embora já estivesse começando a querer cicatrizar.
Sabia, que havia feito um esforço descomunal, para não demonstrar na festa, mas, agora, sozinho, já não precisava se conter.
Vê uma lágrima sair de seu olho e este, secando-a. Começa a cantar um canção de ninar que o acalma, fazendo-o dormir. Lian, a meia irmã dele, já resonava a sono alto e a cauda do irmão, circundava o pequeno corpo, protetoramente. A serva sorria com essa demonstração de afeto, sim, ele era muito amavél.
Dorme logo em seguida, juntamente com seus dois filhos.
É, ainda bem que Suong viu o quanto fora cruél com Kakarotto, tadinho, eu queria pega-lo no colo para conforta-lo. XDDDDDD
Eu queria um saiya-jin desses para mim. Tão amavél e fofo.
Bem, pelo menos, ela se redimiu, um pouco, ajudando a nova serva, Nyei, a ver o quanto aquele saiya-jin era diferente dos de sua raça.
Coloquei-o , como o mesmo fala no anime, logo após a explosão de Cell e este decidindo ficar no mundo espiritual. O Kaio-sama vai construir uma nova casa e pede ajuda dele, que fala " Eu sei destruir coisas e não conserta-las", bem, também os saiya-jins tem uma tendência nata a destruir coisas, acho, que com Goku-chan, é um pouco forte, srssrsssrs
Mas ele é tão fofinho....
No próximo capítulo, a reunião em família, altas emoções...
E desculpem a demora em colocar essa cena, da reunião, no próximo vai rolar, eu prometo, é que queria colocar um pouco mais de drama na fanfic, aí surgiu essas cenas da Suong e Nyei.
