Meus amados e minhas amadas: Sei que já vem desculpa, mas quero muuuuuuito que entendam, olha eu escrevo e a Anja corrije, e a história fica dependendo de duas pessoas, mas vamos vencer, e precisamos dos seus incentivos!( Muito cara de pau!)
Esse capítulo ofereço para o PadacklesRocks, adoro seus comentários e juntos caminhamos crescendo nesse mundo das fics. Obrigada pelo carinho e por suas histórias que me divertem nesse mundo sem dinheiro! Srsrs
J&J
Primeira noite em alto mar
Jensen se encontrava no convés do navio com que sonhava sempre, porém agora estava diferente. A noite estava escura sem lua, as estrelas brilhavam, o mar estava calmo. Ele caminhou, subiu as escadas que davam acesso ao teto da cabine de comando, e sentou, ficou esperando algo que ainda não sabia o que era.
Sentiu quando alguém chegou. Olhou para trás e viu um homem muito alto, mas devido à escuridão não pode ver o rosto dele. Porém não se assustou, sabia que era ele quem esperava.
O homem se sentou às suas costas e lhe puxou de encontro ao peito, Jensen se aconchegou e suspirou longamente.
Virando o rosto para tentar ver quem era aquele que povoava seus sonhos, sua boca foi tomada por um beijo doce, longo e apaixonado.
- Estou com tantas saudades sua. – Disse o homem, assim que o beijo foi interrompido.
- Eu não sei quem você é, mas preciso tanto de você. – Disse Jensen segurando a cabeça do homem, e sentindo os fios de cabelos macios e longos entre seus dedos.
- Você não me reconhece? – Perguntou o homem, e em sua voz havia tristeza.
- Não, não consigo nem ver seu rosto. – Respondeu Jensen, igualmente triste.
- A escuridão é tanta, mas eu sei que você tem um rosto perfeito, com pequenas pintas que o deixam mais lindo. – O homem riu e lhe beijou a face. – Seus lábios fazem qualquer um perder a alma ou a vida, de tão pecaminosos que são. Quando você faz aquele maldito gesto, de passar a língua sobre eles, todos tem vontade de saber se são tão doces quanto parecem. Mas ai de quem se atrever a tocá-los, serão a última coisa que vão fazer na vida.
- Por que são envenenados? – Perguntou Jensen sorrindo.
- Porque eu sou capaz de matar quem tiver essa coragem. E sabe o que é pior?
- Não? – Perguntou curioso.
- Os malditos ainda morrem felizes. – Os dois riram e trocaram mais um beijo.
- Mas por que matá-los?
- Seus beijos são meus, todos meus e não aceito dividi-los com ninguém. Sabe qual é a maior tristeza em não poder ver seu rosto direito?
- Não. – Respondeu Jensen se aconchegando mais ao corpo de quem lhe falava.
- Queria ver seus olhos. Eles são de um verde único, transparentes, mostram claramente seus sentimentos. Alegria, tristeza, raiva, desejo. Por sinal quando seu corpo está cheio de prazer, clamando por toques luxuriosos, ficam verdes escuros, e sabe o que é melhor?
- Não. – Disse com a voz rouca, pois seus rostos estavam muito próximos, seus lábios estavam quase se tocando.
- Só quem sabe que eles ficam assim sou eu. Por que apenas eu tive a felicidade de ter acesso total sobre o seu corpo. – Nesse momento as mãos do homem adentraram por sua blusa tocando a sua pele. – Você é meu! Somente meu!
- Meus sorrisos são seus, meus beijos são seus, meu corpo é seu. O que é meu? – Perguntou Jensen, mas sorrindo por que sabia que era verdade.
- Eu! Eu sou teu. Para sempre! Serei teu. Eu te amo tanto!– respondeu o homem lhe beijando com paixão, lhe retirando qualquer resquício de ar.
- Eu também te amo. Preciso que você me encontre! – Disse Jensen assim que o beijo se quebrou. – Só você pode me achar. – Na sua voz a dor da separação.
- Mas onde você está? – Perguntou o homem.
- Almirante! – Jensen acordou quando lhe chamaram.
J&J
- Jensen! – Jared acordou chamando o seu amado.
- Jared? Algum problema? – Perguntou Steven que ia passando pela porta da cabine, quando ouviu o grito do moreno.
- Não! Estava sonhando com Jensen. Parecia tão real. Nós estávamos em cima da cabine de comando, ele estava deitado em meus braços, do jeito que sempre ficava. Eu pude ouvir a sua voz, beijar seus lábios, sentir o calor do corpo dele... – Jared fechou os olhos em agonia. – Ele me pediu para encontrá-lo, mas não conseguiu dizer onde estava... Preciso encontrá-lo! - Jared fechou os olhos e deitou novamente. – Vou dormir pelo menos em sonhos posso tê-lo novamente em meus braços.
J&J
Alguns homens embarcaram receosos, devido à Jensen ter perdido toda a sua tripulação, mas isso foi logo vencido. Perceberam que foi apenas uma tragédia e não incompetência. Os navios navegavam lado a lado e Jensen apesar de passar a maior parte do tempo no Henrique II, vez em quando ia até o Henrique III, sem interferir muito na rotina, pois confiava e respeitava o Capitão Hartley.
Os dias transcorriam com calma nos navios comandados por Jensen. Seus homens treinavam diariamente tempo de recarga de canhões, lutas de espadas, onde muitas vezes desafiava seus soldados. Uma maneira de treiná-los e diverti-los, pois muitas vezes usava meios poucos honestos numa luta para vencer, alegando que era dessa maneira que piratas lutavam, então tinham de estar preparados.
O pequeno Dean tinha as suas obrigações diárias: engraxar as botas do seu pai, estudar as matérias da escola com Jensen sendo seu professor, ler durante meia hora algumas páginas de um livro e contar para o pai sobre o que tinha lido ou ler em voz alta para Jensen – alguns homens também se juntavam para ouvir as histórias que os livros contavam – e esgrima. Para isso Jensen tinha confeccionado duas espadas de madeira. Ao lado do filho eram as suas melhores horas.
No terceiro dia Brock o procurou, expressando o desejo de estudar com o pequeno Dean, em suas horas de folga, pois tinha deixado a escola ainda criança. Jensen concordou, pois gostava do jovem, via que ele poderia se tornar um grande homem, um oficial competente, mas que precisava de ajuda.
Resolveu que ele daria essa ajuda e não se enganou; o jovem demonstrou ser inteligente de fácil aprendizagem, e rápido se apegou ao Almirante se tornando a sua sombra, e despertando ciúmes na criança.
- Brock, eu não quero você perto do meu pai. – Disse Dean sério. Criando coragem para falar com o Segundo Imediato aquilo que ia a seu coração.
- Mas eu tenho que ficar perto dele, faz parte do meu serviço. – Respondeu o jovem, também sério.
- Eu sei, mas nas folgas você não deve ficar perto dele. Nesse momento ele é apenas meu. Meu pai. – Disse Dean, agora, com cara de raiva.
- Algum problema? – perguntou Jensen entrando na sala de refeição dos oficiais, onde aconteciam as aulas e as leituras.
- Não senhor! Vou descansar, mais tarde estarei entrando de serviço. Licença. – Disse Brock, que resolveu não bater de frente com Dean. Em uma discussão por mais que o Almirante não concordasse com o filho, sairia perdendo, ele sabia qual era o seu lugar.
-E as aulas? – Perguntou Jensen estranhando a atitude do outro.
- As lições estão difíceis, acima da minha capacidade, estou velho para isso. Mesmo assim obrigado pela paciência. – Disse Brock saindo. Apesar de o Almirante ser um homem jovem, o Segundo Imediato, via Jensen como a um pai, chegava a sentir inveja do pequeno Dean, afinal o pouco tempo que esteve com o pai nunca recebeu uma palavra de carinho ou incentivo.
- É melhor assim certo pai? – Disse Dean feliz por ter o pai apenas para ele.
- Vai falar agora, depois, ou vou ter que te torturar para descobrir? – Perguntou Jensen com um sorriso, pois desconfiava que o filho tivesse responsabilidade na desistência de Brock, mas não queria assustar a criança no momento.
- Tortura! – Falou a criança já sorrindo, pois sabia o que viria: muitas cosquinhas. Dean ria alto e pedia para o pai parar.
- Vai me contar o que aconteceu com Brock? – Perguntou Jensen em um intervalo da brincadeira.
-Não! – Disse o garoto e Jensen continuou com a "tortura". – Tá bom, tá bom! Eu conto! – Gritava Dean. – Eu... – Interrompeu para respirar e olhar para o pai, pensou em mentir, mas sabia que Jensen odiava mentiras. – Pedir para ele não ficar mais junto conosco em suas folgas. – Disse a criança baixando os olhos, pois sabia que estava errado.
- E por que você pediu isso a ele? – Perguntou sério.
- Por que não gosto dele. – Disse Dean, sem revelar o real motivo de não gostar do Brock.
- Pensei que gostasse dele, afinal é a pessoa mais jovem do navio e muitas vezes ele fica com você quando estou ocupado. Mas tudo bem, não posso obrigá-lo a conviver com quem não gosta. – Falou Jensen, sabendo que existia um motivo a mais para a atitude do filho. – Agora irei falar com o Brock.
- Falar o quê? - Perguntou o menino segurando o pai pelo casaco.
- Marcar outra hora, diferente da sua, para as aulas dele. – Disse Jensen depositando um beijo no rosto do filho.
- Mas... – Dean não terminou de falar, pois o pai já tinha saído.
- Brock, falei com o Dean e ele me contou o que aconteceu. – Disse Jensen sentando em uma rede ao lado da rede de Brock. – Por que não me disse a verdade?
- Não queria causar nenhum desentendimento entre vocês. São apenas ciúmes. Também teria se tivesse um pai igual ao senhor. – Falou Brock baixando a cabeça.
- E pensar que queria me matar em um duelo! – Comentou Jensen, sorrindo.
- Hoje eu daria e minha vida pela sua! Senhor. – Disse Brock com firmeza. Quando Jensen o promoveu para Segundo Imediato, garantiu um soldo mais alto. Caso ele não voltasse sua mãe estaria amparada e seus irmãos poderiam ter um futuro melhor do que o seu.
- Bem o mínimo que posso fazer é lhe ensinar a ler.– Disse Jensen escondendo a emoção pela declaração do jovem. – Pegue este livro, durante as caminhadas pelo navio discutiremos capítulo por capítulo.
Dean estava feliz por ter o pai apenas para si, mas começou a sentir a falta de Brock. Quando Jensen não podia lhe dar atenção e quando estava ministrando aulas ao Segundo Imediato – pois havia dito que não gostava de Brock – não podia chegar perto.
J&J
- Pai como devemos pedir desculpas para alguém? – Perguntou Dean depois de alguns dias nessa situação.
- Da maneira mais sincera possível. – Respondeu Jensen.
- E se a pessoa não quiser?
- Devemos nos conformar, pois geralmente não temos noção do tanto magoamos a pessoa em questão. Mas por que a pergunta?
- Quero pedir desculpas ao Brock. Será que ele aceita?
- Acho que sim.
- O senhor vai ordenar que ele me perdoe?
- Não! - Disse Jensen rindo. – Não posso usar a minha patente para isso. E além do mais esse problema é seu. Não entendi por que encrencou com o Brock.
- Estava com ciúmes. – Disse o menino.
- Ciúmes?
- Eu queria o senhor só para mim! Mas sinto falta dele. Queria tanto ser amigo dele de novo. – Disse a criança meio chorosa. – Ordena ele me perdoar, por favor!
- Meu amor. Sinto muito, mas isso terá de resolver sozinho! – Disse o pai abraçando e consolando as lágrimas que escorriam pela face da criança.
- Tá bom! – Disse enxugando as lágrimas com as costas da mão.
J&J
- Imediato Kelly. – Chamou Jensen, usando o seu nome de guerra. – Verifique o cardápio de hoje e passe a escala de serviço para o Capitão.
- Sim Senhor!
- Brock, quero falar com você. – Disse Dean, se aproximando do rapaz nesse momento para ficar protegido pelo pai, caso o Segundo Imediato quisesse brigar com ele.
- Dean, não vou poder te dar atenção agora, tenho ordens para cumprir. Falo depois com você. – Respondeu sério de saiu, mas sem ser grosseiro.
- Pai? – Disse o garoto.
- Ele está trabalhando. Tenta mais tarde. – Disse Jensen.
J&J
- Brock! – Tentou Dean, pela quinta vez aquele dia, e sempre sendo ignorado. – Você está sendo criança e quem pode agir assim sou eu.
- O que você quer? – Disse o jovem se rendendo.
- Me desculpa, por favor. Quero ser seu amigo! – O pedido veio acompanhado de um beicinho quase parecido com o do pai. Por sinal a criança era linda, mas não tinha herdado toda a beleza do Almirante.
- Tudo bem. – Disse Brock estendendo a mão para Dean. A criança cuspiu na mão antes de apertar a mão do outro.
- Amigos para sempre! – E a partir desse dia quando Dean não estava com o pai estava com o Brock, e quando Jensen tinha a necessidade de ficar sozinho, este distraia a criança.
Esses momentos aconteciam geralmente no começo da noite, no surgir das primeiras estrelas. Algumas vezes ele carregava o filho nessas horas, porém em outras não queria a companhia de ninguém.
Somente das lembranças dos seus sonhos, com um homem alto, forte, com os lábios tão doces, que mesmo quando acordava ainda podia sentir o sabor deles.
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- Não, não e não! Não vou ficar em terra, enquanto o meu navio está navegando por aí. – Falava alto Alona.
- Ótimo! Se o problema é esse, o Flor de Lótus não viaja. – Disse Misha, tentando abraçar a esposa que fugiu dos braços dele.
- Nunca! Vamos partir amanhã junto com o Colibri e o Vênus. – Respondeu a loira.
- Alona seja razoável. Você esta no sétimo mês de gravidez. Pode ter o filho a qualquer momento. – Tentou Misha.
- Um filho nasce com nove meses. Você é médico, ou apenas sabe costurar ferimento de balas e facas?– Disse a loirinha provocando o marido. – São dois meses, ficarei aqui sem você. – Falou apelando para o sentimento de proteção do marido.
- Mas eu fico com você. – Respondeu o moreno agora abraçando a esposa, que tinha se deixado abraçar.
- E os homens ficarão sem médico? – Perguntou dengosa aconchegada no peito de Misha.
- Não. O Dr. Morgan, vai com eles. – respondeu Misha.
- Mas o Morgan quer fazer o parto da Traci. – Disse Alona, ainda fazendo dengo.
- Podemos esperar para ver o filho de Steven nascer, e depois o Morgan parte e eu fico. – Disse Misha.
- Não, eu vou ficar no mar e se meu filho nascer em um navio, vai está nascendo no lugar dele. E assunto encerrado. – Disse a loira recuperando o ar emburrado.
- O filho é meu e quero-o seguro! Você não vai! E ponto final. Você é a minha esposa e tem de me obedecer. – Disse Misha saindo da cabine, deixando a loira sozinha.
- Espere Dr. e descubra quem vai ficar para trás. – Disse Alona para si mesma assim que o marido saiu.
- Falou com a Alona? – Perguntou Roger assim que viu Misha desembarcando do Flor de Lótus.
- Falei, ela reclamou, brigou, mas não tem conversa, vou mostrar quem é o homem dessa relação! – Disse o médico sorrindo orgulhoso, pois todos diziam que Alona comandava o Flor de Lótus e o marido, o que era uma verdade. Misha sempre cedia as vontades da esposa, nunca viu problema nisso.
J&J
- Partiremos amanhã, ficamos muito tempo parados precisamos de ação. Steven vai ficar com a esposa, Samantha Ferris, Alona e o Dr. Morgan também e mais 15 homens, cinco de cada navio ficarão para a segurança. Apesar das diversas armadilhas, nunca é demais. – Informou Roger.
- Deixaremos as nossas pilhagens armazenadas aqui na ilha, que será o nosso ponto de apoio. – Continuou Jared. – Caso o Pérola Negra apareça, que ele nos aguarde aqui.
J&J
- Meu amor, não se preocupe estarei aqui para ver o nosso filho nascer. Acredito que voltaremos antes do tempo e se for o caso o Dr. Morgan embarca e eu fico. – Disse Misha para uma aparente esposa conformada. – Não se preocupe, cuidarei bem do seu navio.
- Eu sei. Mas amanhã não estarei aqui para me despedir, não vou suportar! – Disse a loira chorando.
- Não chore, faz mal para o bebê. Além do mais quero ver seu sorriso, afinal ficarei longe de você pela primeira vez. Já estou morto de saudades! – Falou Misha beijando-a. – Não sei como Jared agüenta. – Comentou soltando um longo suspiro e abraçando a esposa. E com carinho acariciou sua barriga, sentindo a criança chutar. – Brabo igual à mãe. – Disse sorrindo.
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- Onde está Alona? – Perguntou o Capitão.
- Espero que esteja em seu quarto, como disse. – Respondeu Samantha Ferris, que ia ficar na ilha cuidando de Traci e Alona.
- Tem certeza que não quer que eu fique? – Perguntou Samantha Smith.
- Tenho. – Respondeu a outra olhando para o .
- Entendi! Não acho justo o Flor de Lótus ficar com dois médicos. – Disse a loira rindo. – Logo estaremos de volta, vamos apenas fazer algumas pilhagens para desenferrujar.
- É bom, pois quando o Jensen voltar... – Disse a morena que mordeu os lábios.
- Ele vai voltar, ele tem de voltar. – Falou a loira olhando em direção ao marido. Sabia que era a esperança de ver o filho que o fazia ordenar a partida do navio.
J&J
O Flor de Lótus foi o primeiro a partir, seguido do Vênus e o Colibri fechando a frota.
Depois de algumas horas navegando, Misha estava no timão do Flor quando seu coração bateu de alegria ao ver a esposa, mas essa alegria se transformou em surpresa e raiva.
- O que você está fazendo aqui? – Perguntou o médico.
- Acha que eu ia ficar naquela ilha sozinha? – Perguntou a loira o desafiando.
- Não acho! Você vai. – Respondeu Misha. – Traçar nova rota. – Gritou. Os homens começaram a trabalha para cumprir a ordem de Misha.
- Eu sou a capitã! Manter rota atual. – Deu a ordem. E a tripulação voltou ao que estava fazendo.
- Nova rota. – Gritou novamente.
- Rota atual.
O Primeiro Imediato parou o navio, pois os homens não sabiam a quem obedecer.
Quando os outros navios chegaram junto ao Flor de Lótus os capitães foram a bordo.
- O que aconteceu? – Perguntou Jared.
Misha apenas apontou para a pequena figura loira. Roger trancou os lábios para não sorrir.
- Misha, é melhor conservá-la ao nosso lado para não se meter em encrenca. – Disse Roger. E Alona correu e abraçou seu pai de criação. – Vamos cuidar dela.
- É melhor – Concordou o moreno olhando de maneira carinhosa para a esposa. – Já estava morrendo de saudades. – Disse puxando-a para seus braços.
- Nas batalhas você ficará distante, se aproximará somente se não houver jeito. Certo? – Disse Jared.
- Certo. – Disse a loira sorrindo.
- É sério! – Disseram os três ao mesmo tempo.
- Já concordei.
- Vamos continuar a viagem. – Disse Roger.
Era uma beleza ver aqueles três navios de velas brancas cortando os mares em busca de aventuras e tesouros. Sendo que no momento para eles o maior tesouro que buscavam não era ouro, apesar do cabelo dourado e de um sorriso que deixava o mundo de cada um mais iluminado.
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- Almirante! Navios a vista. – Gritou o vigia.
- Quantos? – Perguntou Jensen pegando a luneta. – E quais a cores da bandeira?
- Três navios com bandeiras negras! Senhor!– Respondeu o vigia.
- Piratas! Preparar para a batalha! – Ordenou Jensen.
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Respostas aos meus não logados!
Elisete: Oi! Desculpa a demora em postar! Mas posso apenas dizer que não vou abandoná-la!
O Kane é tudo isso, mas o Jensen é tão... Que cometemos pecados só de olhar para ele!
Mas sorte que o nosso loirinho se livrou
O Engraçado que muito tem medo do Jensen ferir o Jared, mas o Colibri ele é mais navio do que os que Jensen comanda! O risco dele sair perdendo é bem pior.
Mas se o Jensen vai ficar ferido não sei te dizer, mas o encontro final será logo! Eu Acho! Srsrsr Não sei se vão gostar!
Estava louca para atualizar, perguntem para Anja, em cada dez palavras 11 era Piratas.
