ALVORADA
Título: Alborada
Autora: La Oscura Reina Angel
E-mail: the(underline)dark(underline)queen(underline)angel(arroba)hotmail(ponto)com
Original: www. slasheaven viewstory. php?sid= 23772 &index =1
Tradutora: Allexa Black
Resumo: Séculos atrás as mulheres ficaram estéreis por causa de uma grande doença que quase acabou com a raça humana. Mas justo quando se achava tudo perdido para sempre apareceu a solução perfeita os hermafroditas. Mas tinha que reprimi-los, submetê-los, cortar suas asas e assim fizeram... mas talvez, só talvez tinha chegado a hora de voltar a lutar.
Advertências: slash (relação homem x homem), AU (universo alternativo), chan=adulto/menor, incesto, mpreg (gravidez masculina), morte de um personagem, tortura, violação e violência.
Disclaimer: Os personagens e o universo de Harry Potter são propriedade de J.K. Rowling, Scholastic & Editoras Associadas e Warner Brothers. Esta fanfic não possui fins lucrativos.
NT: Esta é uma tradução da fic "Alborada", que está sendo realizada com total consentimento da autora da fic. Tendo La Oscura Reina Angel todos os créditos pela criação da fic. Espero que gostem da história tanto como eu. Deixem reviews com suas opiniões.
BOA LEITURA!
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Capítulo 9: Um jantar com meu prometido
Amos Diggory teve a maravilhosa ideia de que Cedrico Diggory e seu prometido, Victor Krum deviam se conhecer melhor antes do casamento, por isso organizou um jantar para ambos jovens a sós, em um famoso restaurante. De fato, tinha descartado o acompanhante de seu filho, pois confiava nele; logicamente nada passaria em um lugar cheio de pessoas.
Cedrico não sentiu a mínima graça ou ilusão com relação a este encontro, mas não teve coração para dizer isso a seu bem-intencionado pai que não tinha gostado da ideia. Por isso hoje estava vestido elegantemente e dirigindo-se em uma majestosa limusine para seu jantar com seu prometido.
Sendo sinceros, Cedrico não conhecia o suficiente o seu prometido para saber se ele era boa ou má pessoa. Além do mas, apenas trocou algumas palavras corteses com ele no casamento de Artur Weasley... ou melhor dito Artur Lestrange, e, verdadeiramente, Cedrico não tinha a mínima ilusão de se casar, não queria isso, e, no geral, tinha alergia a todos os varões.
Ao chegar ao restaurante, Victor já o esperava no lugar, e um garçom o guiou para a mesa onde o jovem búlgaro o aguardava. Victor se levantou ao vê-lo e, cavaleiro, afastou a cadeira para que se sentasse. Cedrico o fez, agradecendo seu gesto.
A medida que o jantar avançou, Victor tratou de manter diálogos com seu belo prometido, mas se deu conta do frio que era e que não tinha nenhum interesse nele. Isso o feriu em seu amor próprio. Sobretudo, porque ele só buscava ser amável com o frigido jovem. Como a cortesia não conseguiu nada com o jovem, decidiu partir para o ataque.
- Sabe?... Quando nos casemos, no verão, iremos viver na Bulgária.
E isso conseguiu uma reação de Cedrico. O pobre donzel deixou cair o garfo de sua mão devido a impressão e ficou boquiaberto, olhando para Victor.
- O que...? – gaguejou finalmente.
- Sim. Como sabe, sou búlgaro e vivo na Bulgária – sorriu – Só vim para assistir o casamento de Rodolfo com Artur e decidi ficar aqui até nosso casamento, para nos conhecermos melhor. Mas uma vez que nos casemos, dentro de 10 meses, em junho, iremos para a Bulgária.
- Mas por que...?
- Porque ali tenho minha casa e será sua também.
- Mas... mas... Eu não quero ir... meu lugar é aqui.
- Sim... este é seu lar agora. Mas uma vez casados, seu lar é junto ao seu marido e eu decidi que seria na Bulgária.
Cedrico recolheu seu garfo do prato com mãos tremulas, olhando o objeto de porcelana ainda espantado, sem atrever-se a olhar para Victor. Definitivamente, a ideia de seu pai deste jantar foi um terrível erro.
- Se sente bem? – perguntou Victor e, embora seu tom fosse normal, para Cedrico soou como a pergunta mais irônica e hipócrita do mundo.
- Não... e, se não se importa, preferia voltar para casa.
- Não, antes termine de comer.
- Na verdade, não desejo mais nada.
- Obedece, Cedrico. – ordenou Victor com firmeza, deixando o mais jovem surpreendido e confundido pela ordem.
- Você não tem nenhum direito sobre... – protestou Cedrico, levantando-se do seu lugar, mas a forte mão em seu punho não teve nenhuma piedade na hora de apertá-lo fortemente e obrigá-lo a sentar-se, fazendo um gesto de dor.
- Serei seu marido goste ou não, assim que aprende a obedecer e, se digo que coma, é melhor comer. – disse Victor, seu tom de voz era modulado, inclusive baixo, mas a Cedrico lhe causou um arrepio.
- Por favor... – pediu suplicante – Esta me machucando. – disse, referindo-se a mão em seu punho.
Victor assentiu e o soltou. Cedrico massageou o punho dolorido com a outra mão.
- Não... não posso comer... É sério, tenho o estômago fechado. Não me obrigue, por favor. – pediu finalmente, depois de uns segundos de olhar seu prato de comida.
Victor pensou, poderia impor-se ao donzel, mas algo nesses olhos o deteve.
- De acordo. Pedirei um café para mim. Deseja algo?
- Á-Água. – foi tudo o que disse Cedrico. Victor assentiu e fez um gesto ao garçom que se aproximou rapidamente.
- Um café para mim e água para o meu prometido, pode levar os pratos. – disse ao garçom que rápido o obedeceu.
Ambos permaneciam em silêncio, enquanto levavam os pratos e traziam a água e o café. Uma vez a sós, Victor bebeu um gole de seu café e olhou para seu trêmulo prometido. Não pode evitar um suspiro.
- Olha Cedrico, nos vamos casar e não quero que comecemos mal. Não quero que me veja como seu inimigo, não tem porque ser assim. – Cedrico não respondeu nada, só permaneceu com a vista baixa. – É sério. Podemos tentar pelo menos ser amigos? Isso fará as coisas mais fáceis para nos dois. De acordo? – perguntou Victor.
Cedrico permaneceu em silêncio e, quando Victor já pensava que não ia responder e ia se dar por vencido com ele, o castanho respondeu.
- Tem razão. Colocarei... um pouco mais de minha parte.
Victor sorriu, colocando sua mão sobre uma do mais jovem.
- Tudo ficará bem. – assegurou.
Cedrico duvidava seriamente, mas não disse nada.
Continuará…
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NT: Oi pessoal! Desculpe mais uma vez pela demora, mas quem leu no meu perfil viu que tive um problema de vírus no meu note que apagou toda a minha vida. Recentemente fui dispensada do meu estágio e como estou de férias da universidade, resolvi dar o ar da graça. Traduzi rapidamente este capítulo, então peço desculpas pelos erros gramaticais e de tradução que possa ter. Atualmente a fic tem 22 capítulos sem previsão de término pela autora, mas foi garantido pela mesma que terminaria a fic.
Bom, sobre o capítulo de hoje vimos um pouquinho mais sobre o casal Victor/Cedrico. Espero que tenham gostado do capítulo e nos vemos assim que possível.
Bjus
Allexa Black
