No castelo, Rin acaba indo parar em frente ao quarto de Sesshoumaru por engano e fica hesitante, de entrar ou não.
Entrando, vê Sesshoumaru sentado na sacada da imensa janela, fitando a majestosa lua cheia no céu... só que o clã da mãe dele é influenciado pela lua e conforme a fase desta...
Cap. 満月 ( Mangetsu - Lua Cheia)
A jovem humana se vira e sorrindo, curva-se levemente:
- Sesshoumaru-sama! Konbanwa!
Ele olha para ela e fala, com um olhar engimático:
- Konbanwa, Rin... - depois, torna a olhar para o princípe a sua frente, com um olhar de ódio. - Jaken, leve-a daqui...
- Hai! Sesshoumaru-sama!
Nisso, começa a puxar a meia tennin pela mão, tendo as duas que a acompanhavam, ajudando-o com tal ato.
Enquanto é levada dali, fica triste, achando que falou algo de errado ou fez alguma coisa que desagradou ao seu senhor. Não pode conter com isso, uma lágrima que percorria sua face.
Ao pensar nisso, sente seu coração doer, pois, o amava com toda a força de seu ser. Agora, temia que ele não a quisesse mais junto dele e murmura, tristemente:
- Sesshoumaru-sama... perdoe Rin, onegai.
Jaken estava tão afoito para retira-la dali, assim como os guardas, que não queriam desagradar a uma ordem direta de seu senhor, que não prestaram atenção no murmúrio dela, assim como Kiumi e Mizuki e nem ao menos notaram a lágrima solitária que brotou de um de seus orbes e a face melancólica desta.
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Já com esta longe, ao olhar de soslaio para trás, torna a encarar o youkai a sua frente, segurando o desejo de retalha-lo, não fazendo, ainda, por causa dos problemas diplomáticos e o fato das alianças youkais não estarem completamente solidificadas e todos os demais hans, também estarem na mesma situação que a do inudaiyoukai, em fase de reconstrução ainda.
Pensamentos tais que passaram na mente de Kawadamaru, com excessão de atacar o youkai a sua frente, por saber da diferença de poderes. Não era nenhum suicida para provocar briga com o temido Sesshoumaru.
Mas, mantinha uma certa pose altiva, apesar da delicada situação em que encontrava, pelo olhar deste á sua frente, podendo-se ver um brilho assasino nos orbes dourados.
A gueixa se afastou levemente, sentindo a tensão de seu cliente e também conhecendo a fama do daiyoukai a sua frente. Não era louca de ficar junto deste, caso Sesshoumaru decidisse ignorar questões diplomáticas.
Após minutos angustiantes para a escolta dele e para a youkai que o acompanhava, além do nervoso que o ouji passava, o poderoso daiyoukai quebra o silêncio opressor, falando, com o tom de voz frio, embora fosse envolto em uma ameaça explicíta:
- O Matsuri é enorme e diversificado, recomendo uma volta para admirar melhor meu festival, em minhas terras, no meu reino... - fez questão de grifar meu festival, minhas terras e meu reino.
Apesar de parecer uma simples observação, Kawadamaru sabia muito bem o que o nobre à sua frente, de fato, queria realmente falar. Não era nenhum ignorante. Até um idiota perceberia, só pelo tom de voz mortal em que cada silába foi pronunciada.
Só um imbecil ignoraria as palavras de Sesshoumaru, pois, uma segunda chance era raramente dada por este e somente um suicida, não aproveitaria. Ele não era um tolo e nem suicida, seguiu o que sua mente racional dizia, que era fugir dali o mais rápido que pudesse, subjulgando imediatamente seu orgulho.
Afinal, o preço deste não valia sua vida, ao seu ver. Controlando ao máximo sua voltade de sair correndo dali, fala tentando ser altivo, embora sua voz saísse um tanto hesitante, com um leve medo mesclado nela:
- Com certeza, Sesshoumaru-sama... de fato, é um Matsuri incrivél.
Com um leve menear de cabeça, se retira dali. A gueixa e seus guardas, curvam-se ao imperador e não perdendo mais tempo, se afastam dali o mais rápido que podiam, embora Kawadamaru não entendia o desagrado de Sesshoumaru com seu ato, afinal, era serva dele, ela mesmo disse e embora youkais, ás vezes, pudessem sentir possesividade com suas servas, não era nada tão exorbidante assim.
A chamou de concubina, pois, ela recebia presentes e vestes caras, além de escolta e pelo que sabia, casos assim, que não era esposa, nem noiva, nem filha de nobres, era por ser uma concubina. Afinal, nenhuma serva pessoal trajaria aquele requinte todo e também concubina, raramente era trajada assim.
Isso era algo incompreensivél a ele.
O poderoso daiyoukai meramente vê o ouji se afastar, enquanto cerrava seus punhos com ira, arrancando um leve filete de sangue.
- Não esperava que deixasse aquele Ouji impertinente sair com vida daqui... - seu general surge de trás de uma árvore, com um sorriso sereno - Ou foi por questões diplomáticas que Kôkuo-sama não fez nada ou por outro motivo, que este Tsukikaminosou desconhece... ainda.
Anda, até ficar um pouco atrás do daiyoukai, que fala, sem olha-lo:
- Este Sesshoumaru desejava trucidar aquele princípe desgraçado... não foi o motivo democrático em demasia que deteve meus anseios e sim, o fato de que disse a Rin, que ela era somente uma serva pessoal... qualquer um pensaria aquilo dela, se a visse com aquelas roupas e escolta... portanto, teria que socar a mim mesmo antes...
- Bem, meu Rei, de fato, falastes uma verdade...
"E cada vez mais se torna parecido com vosso pai, o poderoso e nobre, Oyakata-sama", termina em pensamento, não decidindo tirar a sorte com o Imperador a sua frente, caso fizesse tal comentário em voz alta.
O inudaiyoukai olhava uma das várias atrações daquele festival. Um Bunraku (teatro de marionetes), só que com marionetes um pouco maiores que o comum, onde várias pessoas assistiam, em torno do palco de madeira.
Contava a história da invasão do arquipélago pelos monges e eles destruindo youkais, arrancando gritos das crianças humanas e youkais, que ficavam estarrecidas, quando viam as marionetes de monges entrando nas casas e destruindo tudo. Numa delas, uma marionete de youkai, só que filhote, via toda a destruição em sua casa.
Naquele momento, sua mente vagueou para as recordações de séculos passados, quando era meramente um filhote inuyoukai, cuja felicidade foi arrancada cruelmente pelo destino e cuja personalidade, foi solidificada por esta e pelo lado perverso da humanidade.
Essas lembranças traziam uma imensa tristeza em seu ser, uma dor insuportavél. Mas, por mais que sofresse, sua face nada demonstrava, mantendo-se fria como de costume, embora chorasse em dor por dentro.
Afinal, era o orgulhoso Inudaiyoukai, filho do legendário Inunotaishou ( Capitão dos cães), Oyakata ou InuKami ( 犬神 -Deus cachorro), cujas lendas ecoavam por todo o arquipélago até além-mar. Não era um daiyoukai fraco, que demonstrava sentimentos vergonhosos para os de sua raça e não era mais um filhote.
Embora pensasse tais coisas, nestes momentos de tristeza, preferia a solidão, fugindo da compania de qualquer ser e era exatamente isso, que desejava naquele instante.
O general vira o teatro e conhecia a história de Sesshoumaru, muito bem. Os artistas podiam compor o que quisessem, desde que não fugissem dos temas pré-estabelecidos que foram criados, para evitar maiores problemas e ter maior controle sobre as apresentações daquelas noites, três no total.
Mesmo que este não demonstrasse o que sentia em seu coração, Tsukikamisou sabia muito bem, que sentimentos assolavam o coração do poderoso e temivél Sesshoumaru. Conteve um olhar de pena e limitou-se a olha-lo o mais normal possivél.
O daiyoukai odiava olhares de pena e não era louco para desagrada-lo, embora, soubesse que este tinha um grande respeito por ele, Tsukamisou. Mas, não queria testar esse respeito, ainda mais depois da cena do ouji.
- Retornarei ao castelo... certifique-se de serem cumpridas as ordens de segurança no Matasuri de Rin... quero que seja perfeito, assim como ela...
- Hai, meu senhor! - e curva-se.
O daiyoukai se retira dali, dirigindo-se ao suntuoso e imenso Castelo daquelas terras.
Com o imperador longe dali, o general suspira tristemente, pois, o mesmo tinha um imenso ferimento em seu coração e orava para que Rin o curasse, com ou sem seus poderes divinos, por ser meia-tennin. Afinal, a mesma mudou consideravemente o inudaiyoukai e isso alimentou suas esperanças, que o coração de Sesshoumaru fosse curado pela doce humana e seu poder misterioso.
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Após alguns minutos andando, notam Rin abatida e nenhuma das tentativas de animar a jovem, funciona. Quando questionada de sua tristeza, ela se recusava a falar o motivo e após insistências, infrutíferas, desistem, embora, sentissem seus corações pesarosos pela mesma.
Jaken também estava preocupado com a face abatida dela, embora tentasse disfarçar ao máximo sua preocupação, assim como, esta era compartilhada pelos guardas que a escoltavam.
Ela havia conquistado a todos com o seu jeito doce e amavél. Sentiam-se estranhos perto dela. Era como se seus problemas se dissipassem.
Em um momento, esta para de andar e pede, ainda cabisbaixa e com a voz emotiva:
- Quero voltar ao castelo, por favor.
Todo se entreolham e concordam. Afinal, as duas humanas tentaram anima-la em vão. Talvez uma boa noite de sono, anime-a. Bem, é o que pensam em ussíno.
Então, a escoltam até a carruagem que a esperava próxima da entrada e partem para o castelo, a meia tennin olhando para fora do veículo, para o festival, mas, não para os brilhos, as cores, os sons, enfim, a felicidade que irradiava daquele matsuri e sim, da última vez que vira o seu amor, Sesshoumaru, naquela noite.
Depois de ter sido mandado que ela fosse retirada de perto dele, pelo mesmo e após pedir perdão inúmeras vezes em pensamento a ele, decidiu perguntar o que fez de errado para não cometer o mesmo erro novamente, pois, não queria ficar longe do daiyoukai.
Se acontecesse isso, com certeza, não suportaria. Ele tornou-se tudo em sua vida e perdê-lo, era o mesmo que perder a alegria e os seus sonhos.
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Horas depois, Rin dirigia-se até o seu quarto, que ficava ao lado do de Sesshoumaru. Kiume e Mizuki já tinham ido dormir, após se despedirem da jovem, que despediu-se de sua escolta e Jaken também.
Os corredores daquele imenso e luxuoso castelo, apesar de ter artoches, muitos acesos a noite, não deixava de emitir uma certa frieza, principalmente a noite.
Riu em pensamento, quando sua mente pensou em seu amado, quando veio-lhe a palavra frio. De fato, ele era frio, distante e impassivél. Também ouvira relatos de sua ferocidade em campo e de ser implacavél com seus inimigos.
Mas, sempre ao olhar naqueles orbes dourados como o sol, que a hipinotizavam, via uma certa tristeza, que era irradiada por eles, que pareciam tentar conter a todo o custo tal sentimento.
Com o tempo, não foi só o olhar, a presença dele emanava uma tristeza antiga, como se houvesse uma ferida profunda. Como era meia tennin, tinha habilidades especiais.
Se fosse de fato isto que assolava-o internamente, queria poder curar, não importando de dar a sua vida, caso fosse preciso.
Encontrava-se tão imersa em suas divagações, que nem notou quando seus pés fizeram o caminho inverso pelos corredores suntuosos e em vez de ir direto para o seu quarto, acabou passando pelas portas duplas lustrosas, daquele que era dono de seu coração.
Deseja fala-lhe agora, mas, hesitava, pois não achava certo entrar assim. Afinal, vai que ele não estava lá? Sem contar, que poderia achar ruim o atrevimento dela, caso se encontrasse ali. Mas, uma voz conhecida, faz seu coração querer pular para fora do peito:
- Rin... não devia estar no Festival?
- Bem... Rin está cansada. - fala, inventando rapidamente uma desculpa.
- Entendo... é normal após toda essa preparação... fez um excelente trabalho com o Festival.
- Kiume-chan e Mizuki-chan ajudaram Rin. Assim como Jaken-sama... hã... Sesshoumaru-sama? - decide tomar um pouco de coragem e pedir algo ao daiyoukai.
- Entre.
Ela ergue o rosto, este um tanto vermelho e engolindo em seco, abre lentamente as portas duplas.
Ao entrar no aposento, olha boquiaberta o luxo e requinte, além do espaço imenso, podendo caber tranquilamente, dois quartos do tamanho do dela, que não era pequeno.
Parecia uma pequena casa. Seus olhos percorriam os moveis de mogno, os dois sofás luxuosos, uma mesa baixa, onde tinha um tabuleiro de Shoji ( xadrês japonês), com as peças dispersas pelo tabuleiro, indicando que jogava contra ele mesmo. A cama espaçosa, tamanho King, provavelmente com lençois e colcha da mais pura seda, biombos, uma porta, que devia ser do banheiro, já imaginando o tamanho do mesmo.
Seu olhar se perde em contemplação, esquecendo-se momentaneamente de suas preocupações e desejava ter olhos atrás da cabeça para poder ver tudo como queria.
Não notava um inudaiyoukai fita-la com os olhos atentamente, achando uma graça os movimentos delicados e singelos dela, além de sua curiosidade nata. Não queria interromper a "investigação visual" da mesma.
Após alguns minutos, nota um olhar sobre si e seus olhos encontram-se com os de Sesshoumaru, que encontrava-se sentado na imensa varanda.
A meia tennin suspeitava que ele estava olhando para a majestosa lua na abóboda celeste, antes dela adentrar no castelo.
Então, vendo novamente aquele olhar desconhecido e um sorriso indecifravél na face deste, abaixa o rosto, envergonhada, sentindo o coração bater descompassado e um frio na barriga toma-lhe.
Olho para aquela pequena humana, que apesar de ter 17 anos, possuia um corpo delicado e singelo, como se tivesse sido esculpido pelos Deuses. Seus cabelos negros compridos, repousavam em suas costas pequenas e seus orbes castanhos como chocolate, fitaram-me brevemente, para depois, olharem o chão.
Como desejava que Rin continuasse me olhando, para que me perdesse naquele olhar doce e delicado, como a mais suave pétala de flor.
Ouço seus batimentos acerelados. Rin sente medo deste Sesshoumaru? Questiono-me. Mas, não compreendo tal razão para isto. Nunca lhe machuquei ou lhe fiz mal, embora, abusei de sua inocência nos beijos. Porém, na época não me importava com isso, agora, era muito diferente.
- Rin, por que teme este Sesshoumaru?
A pergunta desperta Rin de seus pensamentos e ela fita o youkai, olhando-a atentamente. Desejava perde-se naqueles orbes dourados.
Estranha tal pergunta:
- Não temo o senhor... Rin só está um pouco nervosa... mas, não de medo.
Nota que ele se aproxima dela, seus olhos brilhando misteriosamente e conforme se aproximava, notava o cheiro de desejo dela, embora tivesse certeza, que a mesma não tivesse noção disso.
Ela treme levemente, quando o youkai leva sua mão máscula, que podia esmagar inimigos para a face dela e acarici-a e movimentos gentis e calmos.
Rin não conseguia desviar o olhar daqueles orbes dourados como o sol, que brilhavam misteriosamente e a hipnotizavam, mas, que a fazia sentir calafrios.
Sesshoumaru tinha noção que algo estava errado. Ele estava tocando-a e sua mente começara a nublar. O doce cheiro dela era intoxicante e o odor de desejo, que esta desprendia, fazia o poderoso daiyoukai perder o controle de si mesmo, que já encontrava-se parco, por causa da lua cheia.
O clã de sua genitora era regido pela lua e como descendente deste, também era regido pelo astro celeste. Nas noites de lua cheia, sentia suas emoções estarem a flor da pele e seus desejos aumentarem consideravelmente.
Aliado isso, aos odores inebriantes da humana, começara a desprender-se de sua racionalidade e mergulhava no irracional, carnal, embora um resquício de sua mente lutava para fazê-lo despertar do encanto que estava envolto.
Sente a maciez da pele de Rin, que parecia ser feito de seda e passa a contornar os lábios pequenos e delicados com suas garras, que podiam cortar metal como se fosse papel. Sente-a tremer e suspirar, enquanto delimitava o contorno dos lábios da jovem.
A meia tennin está rendida, sua mente estava confusa com a avalanche de sentimentos e sensações que o toque daquele poderoso daiyoukai despertava nela.
Uma parte sua queria sair dali, embora fosse um fragmento insignificante, pois, a outra parte, a dominante naquele momento, ordenava-a a ficar ali.
Ela se assusta inicialmente quando sente ele delimitar seus lábios delicadamente com as garras afiadas, mas, depois suspira de contentamento.
Era um sentimento diferente que vinha daquele toque, que fazia seu coração querer saltar pela boca.
Apesar de tudo, sentia-se curiosa e Sesshoumaru notou o olhar de medo, nervoso e de curiosidade, tudo em um só brilho nos orbes amendoados.
Não pode deixar de sorrir, ao pensar na inocência desta e sua parte remanescente da racionalidade, gritando que era errado e perguntando-se onde fora parar seu orgulho, mas, que calou-se em definitivo, quando o daiyoukai inclinou sua cabeça para a humana, erguendo a face dela pelo queixo e colando seus labios aristocráticos, que devoravam impiedosamente seus inimigos derrotados, na boca delicada e inocente desta.
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OooOooOooOooOooOooOooOooOooO
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Eis aí uma atualização. E aí? Vocês achão que vai rolar algo? Ou não? Será que a parte racional dele conseguirá retomar o controle e este se lembrará de seu orgulho?
Novamente, parei na melhor parte... Acho que mais 4 ou 5 capítulos, termino a fic ^ ^
Antigamente, no Japão, era raro usarem eu e você, falavam seu nome, em vez de "eu". Usavam "Este...", "Esse..." e em vez de você, o nome da pessoa, meramente.
Uma outra coisa. Rin fala seu nome, como se fosse em terceira pessoa.
No caso de referir-se em terceira pessoa como Rin faz, é comum, crianças usarem, pois, ficam mais fofas falando assim, mas, quando crescem, abandonam tal uso. No caso de Rin, vemos ela usa-la e muitos ao ouvi-la falar assim, com certeza estranham.
Sei que não mereço reviews, pela demora, mas, vou finalizar essa fanfiction XDDD.
Outra coisa. Há uma outra fanfic, com um enredo similar a esse. Claro, há diferenças, mas, para tipo, quem gosta de casais diferentes, humanos com outro tipo de ser, tem esta, que é do anime Naruto, mas, os personagens principais, são Yuukiko Uzumaki, um jinchuuriki e sua bijuu, uma raposa alva de nove caudas, Kyuubi no Yuki. Ela sai do fuuin, com ele intacto e esconde do seu jinchuuriki, á pedido de seu tou-chan, Rikudou Sennin, o segredo que possuí uma forma semelhante a humana, com orelhas e caudas, embora, possa oculta-las. Eles ficam juntos no final da fanfic, mas, focarei nos problemas, de um casal tão incomum assim.
Naruto faz umas pontas, Kushina Uzumaki, Kakashi, Sakura, Sasuke, Zabuza, embora não saibam. Rikudou Sennin é o que mais aparece.
É Futari no Kokoro - Dois corações.
.net/s/6242138/1/Futari_no_Kokoro_Dois_coracoes
Em um continente além-mar do País do Fogo, muito distante do mesmo, Yuukiko, é um médico que utiliza também o sousen no jutsu e é descendente do Clã Uzumaki, se tornou um jinchuuriki para escapar da morte. Recebe uma raposa das neves de nove caudas, de poderes diversos e especias, chakra senjutsu,chamas azuis e gelo e outros relacionados a alguns doujutsus e o fuuin utilizado nela,permite que ela rompa o selo quando quiser e nenhum outro fuuin existente, pode sobrepor este ou funcionar nela, que pode ficar fora de seu jinchuuriki também.
Kyuubi no Yuki apesar de ter um bom coração e ser gentil, completamente o oposto de Kyuubi no Youko, pode ser geniosa e irritadiça algumas vezes e esconde de seu jinchuuriki uma forma semelhante a humana, podendo exibir ou não, as caudas e as orelhas.
Além dos poderes diversos, é viciada em chocolate e adora ler livros românticos. Sua vida pregressa, antes do Vaso que é encontrada, adormecida, é recheada de segredos, dor e sofrimentos.
Essa fanfiction tem ligação com:
O trovão alaranjado de Konoha:
./historia/9019O_Trovao_Alaranjado_Da_Folha
De volta ao começo
./historia/96647/De_Volta_Ao_Comeco...
Todas essas, mais esta, pertencem a série Vínculos:
./serie/4169/Vinculos_
É uma fanfic cuja base é drama/angústia e muitos mistérios, além de um pouco de romance e ação.
PERSONAGENS QUE APARECEM DO ANIME: UZUMAKI NARUTO,KAKASHI, HARUNO SAKURA,UCHIHA SASUKE, UZUMAKI KUSHINA, RIKUDOU SENNIN
