Alice estava andando no corredor seguindo em direção para o salão principal para encontra Peter, até que sente uma dor em seu corpo e sente estar num vazio, e dava para se ouvir uma voz.
- Alice! Alice.
- Quem está me chamando?
Não dava mais para ouvir, a voz pareciam estar esquecida no nada e só lembra que estava preparando para sair mais uma vez com Peter pela cidade da torre, e a voz que chamou lembrava ser familiar mas não lembrava que era e nem seu rosto. Se encolhia de modo fetal tentando contado força que seu desejo de acordar e voltar para onde estava no corredor andando.
- Eu estava para sair com Peter.
Na hora vem uma imagem dela indo para um outro lugar e vendo mais três ou quatro pessoas na sua frente.
- Volte Alice, esse é seu verdadeiro mundo.
- Alice. (A voz de um rapaz)
- Isso é mentira, vocês são pesadelos. Meu mundo é aquele que vivo aonde está o Peter, Ace, Vivaldi, Boris, Julius, Blood, Marry, os gêmeos e Eliot. Nightmare, foi ele que fez isso é uma prova para me enganar. ( Alice começa a ficar zangada e gritar.)
- Nightmare eu sei, que está fazendo isso comigo!
O lugar muda fica como na primeira vez que apareceu naquele mundo dos sonhos, e logo Nightmare aparece na frente dela bem interessado para saber o que a garota diria as resposta que sairiam de sua boca. Já que na sua mente tinha duvidas, medos, certezas, ódio e magoa, mas uma frase era muito forte que ansiava nela era voltar para casa, Nightmare ficara curioso em saber que casa seria a sua velha casa ou a nova?
- Então Alice, para onde vai? que mundo escolheu?
- O mundo que desejo ficar, é aquele que me faz ser sentir bem ser eu mesma ao mesmo tempo não ser.
- Está me fazendo uma pergunta, ou dando uma resposta? Sua cabeça diz tantas coisas e sua boca diz outras, que até aprece divertido.
- Nos dois sabemos o porque que estou aqui o tempo acabou, o jogo terminou, o frasco está cheio e agora é hora que eu decidir aonde na verdade é meu lar.
- Então já sabe aonde é.
- Sim, eu quero voltar para aonde todos me esperam ansiosamente. Tenho certeza que Peter ficará bravo e te ameaçará por ter me atrasado ao encontro.
- Como deseja bem, eu acho que já estou em apuros Alice.
Quando Alice olha para trás Peter com um olhar assustador chegando perto e segurando Alice para perto de seu corpo.
- Você não vai tirar Alice de mim, Nightmare.
- Nós dois sabemos que esse dia chegaria, ela teria que decidir. E bem ela decidiu voltar.
- Alice, meu amor não me deixe. Eu vim por seus pedidos de socorro, eu senti e não posso vê-la partir. (Peter a apertando para só querendo que ela mude sua opinião de ir embora)
Alice jogava o seu ombro para trás para olhara para Peter para dizer sorrindo por ter encontrado uma pessoa que pode-se faze-la amar mais uma vez e ser feliz.
- Peter eu não vou embora, eu vou voltar para o lar que me aceitou como sou. Você me mostrou o quão lindo é esse mundo, tudo que posso dizer. Obrigada Peter e te amo.
Peter acorda ajoelhado com Alice em seus braços no corredor do palácio dos corações, mas ela não havia despertado ainda, mas seu corpo estava ainda no mundo ele rezava que a qualquer momento Alice desperta-se.
- Alice, meu amor acorde. Não vá embora não me deixe mais uma vez.
Abraçando com força e encostando sua testa contra a dela por um tempo, Alice abre os olhos vendo Peter com uma expressão de culpa e perda quase a ponto de chorar. Alice levanta a mão ao rosto de Peter o tocando o fazendo ficar espantado e feliz ao mesmo tempo.
- Peter me desculpe, por demorar Nightmare estava me falando algo antes de voltar e acordar.
- Alice, você voltou para mim, fiquei preocupado. O que aquele maldito falou?
- Nada para se preocupar. É algo que tenho que devolver ou ficar se os donos acharem melhor.
- O que seria? Que não seja seu coração, ai eu volto e acabo com aquele demônio.
- Não. É aquilo que a antiga Alice levou para outro mundo.
Alice tira do bolso uma pulseira que havia herdado achava estranha no começo quando ganhou de sua avó que guardava para a próxima que levaria o nome de Alice na família, a pulseira tinha algumas coisa bem normais que ela tinha visto naquele mundo o coração da roupa da rainha, a corrente do relógio de bolso de Peter, um botão de trevo, uma engrenagem de relógio, entre outros objetos só algo era diferente um laço de cristal azul. Aquilo que era um portal que se abria para o mundo que Alice vivia como para Wonderland desfazendo bem dizendo devolvendo para os seus verdadeiros donos Alice poderia viver naquele mundo.
Passava se tempos uma criança estava mexendo e abre um baú e dentro dele tinha fotos, de uma moça com um rapaz de orelhas, algumas roupas um pequeno vidro e livros e uma pequena agenda e lá estava escrito na primeira folha "As aventuras da Alice no reino fora e dentro de Wonderland". A pequena criança pega o diário e corre para sua mãe que estava sentada tomando o chá, e vê a pequena criança e na sua mão com o diário.
- Clarice, aonde achou isso?
- No baú que está no sótão mamãe.
- Eu já disse para não mexer nos pertences da vovó.
- Eu sei, mas olha o titulo deste livro foi a vovó quem fez eu quero saber.
- Ok, mas depois guarde tudo que pregou, até esse colar com o pingente de laço. Quando vovô e a vovó voltarem de viagem ai pergunte sobre o pigmente.
- Sim, mamãe.
A criança entrega o diário a sua mãe que ao pegar tem nostalgia de lembrar do dia como esse que sua mãe havia contando sobre as histórias do outro mundo e deste que vivem quando era nova, e abre o diário olhando e respirando para começar a falar.
- Era uma tarde de verão em meus dezoito anos, comecei a sonhar com pessoas falando sobre um jogo que estava inacabado, que seria reiniciado mas eu acordo não sabendo sobre esse tal jogo. Eu me acordo faltando só quarenta minutos para minha família chegar que era meu pai, minha mãe e minha querida irmã que amava mais do que tudo na vida. Corria contra o tempo para preparar o jantar. Já que não queria continuar a fazer os cursos junto com a minha irmã, quando tinha terminado de fazer o jantar vi um volto de alguém me espionando parecia ter orelhas de coelho e sai correndo para a porta dos fundos para ver quem era o pervertido que estava me observando e não vi ninguém…
Assim que Annie lia para sua filha Clarice as história vividas de sua mãe Alice.
