Nome

Domando a Besta

Autora

Evangeline Anderson

Tipo

Romance/Supernatural

Censura

+18

Shipper

Edward / Bella

Resumo

Vendida a uma vida de prostituição por seu avaro tio, a inocente Isabella Swan se encontra presa num detestável calabouço escuro, encadeada à parede onde um homem musculoso, nu, chamado Edward, conta-lhe que está sob uma maldição. Cada mês está condenado a perder sua humanidade e assumir as características de uma besta voraz, uma besta com necessidades muito selvagens que devem ser satisfeitas por qualquer mulher comum. Com o fim de romper a maldição, Isabella deve submeter-se completamente à besta e oferecer-se livremente a saciar seus ferozes desejos sexuais. Mas há muito em jogo neste conto de fadas que se farão realidade e se Isabella não for capaz de abrir-se por completo aos desejos luxuriosos de Edward, pode perder sua vida tentando domar à besta.


Capitulo IX

A Besta

- Muito bem. Mas lembre-se, se ficar e permite ser penetrada pela besta, não te deixarei ir até que esteja satisfeito. Até que tenha reclamado por completamente sua boceta e a encha com meu esperma. Entende? - A voz do Edward era pouco mais que um grunhido e as marcas negras e espessas nas têmporas tinham começado a cobrar vida. Já não eram só marcas planas, mas sim eram longos, curvados chifres negros com pontos perversamente agudos que se curvavam para fora e para trás, aos lados de sua testa.

- E-Entendo. - Isabella tragou e de repente se perguntou se isto era uma ideia tão boa depois de tudo.

- Então, se realmente deseja provar, fique ali onde possa te ver e te cheirar. - Retumbou. - E recorda que não deve lutar. Faça o que fizer, deve se submeter. Entendeu?

- Sim. - Assentiu Isabella, com o pulso acelerado.

- Isabella, é muito valente, pequena. A mulher mais valente que conheci. Nenhuma outra teve a coragem de me tocar, me levar em suas mãos, a sua boca e beber meu leite. - Suspirou e embora seus olhos fossem agora como anéis de ouro maciço e tivesse chifres curvos negros na cabeça, sentia pena por ele.

- Queria te ajudar. Ainda quero te ajudar. - Isabella se manteve firme apesar de que estava crescendo em tamanho e a humanidade estava se esvaindo de seus olhos dourados.

- Mas temo... temo que possa te fazer mal. Se desperto da maldição e te encontro morta... - Sua voz, agora era espessa, apenas humana, e quando flexionava seus musculosos braços as correntes rangiam alarmantemente.

- Não tenho medo. - Disse Isabella apesar de que era mentira. - Você... você não me fará mal.

- Mas se o faço... - Sacudiu a cabeça, com gesto animal, como uma besta a ponto de entrar no cio e lutar. - Não, é... muito arriscado. Não... Não quero que se... arrisque.

- Fico. - Isabella sacudiu a cabeça e se manteve firme.

- Não... foge... agora! - Sua última palavra foi quase um rugido, e com ele, viu o último de sua humanidade deixar seus olhos dourados. Era totalmente uma besta agora, deu-se conta que o olhava com assombro. Era quase o dobro do tamanho que tinha sido como homem e seu pênis... Grande Deusa, seu membro era enorme. Levantava-se entre suas pernas como um pau, um rio de líquido pré-seminal gotejava da larga cabeça. Por um momento Isabella sentiu pânico quando pensou no enorme touro-homem em que Edward se converteu e que tentaria encaixar essa imensa arma entre suas pernas. Mas mordeu o lábio inferior e se manteve firme. Tinha dado sua promessa de tentar quebrar a maldição e o faria, ou morreria tentando.

Os olhos evidentemente dourados da besta caíram sobre ela e seu lábio se curvou num grunhido. Com uma flexão de braços, rompeu as correntes de pesado metal como se fossem partes de corda e quebrou as algemas de seus braços.

Logo, com um pesado passo que pareceu sacudir a masmorra, espreitou-a.

Não devo correr. Não devo correr, Isabella repetia uma e outra vez dentro de sua cabeça e, entretanto, era muito mais fácil dizer do que na realidade obedecer à ordem. Era impossível ficar quieta e esperar que o enorme monstro se aproximasse dela. Se procurasse na cara da besta ainda poderia ver o obscuro Edward, seus formosos rasgos, mas a fome ardente em seus olhos anunciava que não era mais que uma presa para ele.

Lentamente, com cuidado, afastou-se enquanto a besta avançava. Podia ser uma covarde, mas não podia suportar ficar quieta e esperar ser esquarteja e comida – simplesmente não podia. Talvez pudesse chegar à porta e depois chamar a todos, em voz muito baixa para não incomodar à besta, para que os serventes que a deixassem sair. Edward havia dito que estavam treinados para resgatar às garotas que traziam. Se tão somente pudesse chegar, poderia...

A parte posterior de seus joelhos se chocou com algo suave e flexível, e quase caiu.

Arriscando um rápido olhar por cima do ombro, Isabella se deu conta de que se apoiou diretamente ao lado da cama ricamente vestida, a que tinha visto logo que entrara no calabouço. Deusa, agora o que?

Enquanto se perguntava o que fazer, a besta de repente apareceu sobre ela.

Isabella sentia como se fosse desmaiar de medo enquanto sua imensa parte se abatia sobre ela. Inclinou-se, inalando profundamente e de repente soou a voz do Edward em sua mente. O aroma do corpo de uma mulher amadurecida, especialmente se sua boceta está molhada e pronta para foder, é muito para que suporte. Era isso o que a besta estava fazendo, cheirando-a para estar seguro de que estava amadurecida para fode-la? Deusa Querida! Tremendo, Isabella fechou as coxas com força, mas sabia que era inútil. Chupar Edward e ter engolido seu sêmen antes havia enchido de líquido sua boceta. Não havia forma de que a besta pudesse evitar cheirar seu aroma. E no momento em que o fizesse, estaria em zelo. Para penetrá-la e enchê-la com seu sêmen como Edward lhe tinha advertido.

Para confirmar seus temores a besta se inclinou e apertou sua cara contra seu ventre, onde a separação de sua saia revelava a pequena calcinha de seda que mal cobria seu sexo. Isabella retrocedeu e gritou ao sentir o fôlego quente acariciando o montículo de sua boceta. Os refugos úmidos de seda e renda que a protegiam dos avanços da besta não pareciam ser de absolutamente nenhum amparo. Lutando loucamente, conseguiu afastar-se dele, primeiramente arrastando o rosto contra a cama. Mas tão logo levantou o traseiro ao ar para impulsionar-se para frente sentiu uma enorme mão emaranhando no de tecido de gaze de sua curta saia e a rasgou.

Deusa, não! Agora estava nua por trás, exceto pelo fino fio de seda da calcinha que não cobria nem sequer os lábios de sua boceta e mal cobria seu clitóris. Tinha que fugir antes de...

Mas não teve a oportunidade de terminar seu pensamento porque nesse momento sentiu duas palmas de mãos duras e enormes no interior de suas coxas lhe estendendo as pernas. O movimento separou também seus lábios vaginais, abrindo sua boceta completamente e expondo o delicado interior cor de rosa. Isabella sentiu o tecido magro de sua calcinha movendo-se para o lado e sabia agora que inclusive o botão de seus clitóris estava completamente fora. A besta podia ver tudo, e ela não podia fazer nada.

Estava totalmente indefesa, sua boceta completamente aberta aos seus avanços e não havia nada que pudesse fazer a respeito.

Tentando controlar seu pânico, Isabella baixou a cabeça e esperou. A qualquer momento esperava sentir a cabeça palpitante do monstruoso pênis violando sua entrada e empurrando dentro de sua boceta virgem e vulnerável. Mas para sua surpresa, em lugar da cabeça bulbosa, sentiu uma rajada de ar quente contra o interior de suas coxas. O que era que a besta planejava fazer...?

Uma quente, úmida língua lambeu o exterior de sua vagina quase a deixando sem fôlego. Deusa, estava-a, estava-a saboreando, tal como ela o tinha provado.

- Edward - Sussurrou, perguntando-se se de algum jeito podia entendê-la. - Edward, por favor...

A língua esteve de volta, pulverizando pelos lábios de sua boceta, desta vez com uma lambida comprida e persistente que a deixou sem fôlego. Sem saber o que estava fazendo, Isabella inclinava a pélvis para trás, abrindo-se ainda mais, dando a besta maior acesso a seu inchado sexo. A besta em que Edward se converteu fazia um som profundo e animal de aprovação e apertou mais forte contra sua vagina. Lambeu o broto palpitante de seu clitóris e chupou com surpreendente suavidade até que Isabella pensou que ia gritar. Estava em suas mãos e joelhos, os quadris inclinados para trás e a cabeça arremessada para suas costas enquanto ofegava pelo prazer que estava lhe dando. Seus seios estavam pendurados, depois de ter afrouxado a blusa de seda branca e nunca havia se sentido tão nua e tão indefesa em sua vida. E, entretanto, nunca se sentira tão viva. Mas a besta não tinha terminado com ela ainda.

Segurando seus quadris mais firmemente em suas enormes mãos, pressionou para frente e de repente Isabella sentiu a espessura escorregadia da língua em sua entrada. Era larga, quente e exigente.

Deusa, teve tempo para pensar. Deve ser tão grosa e longa como o pênis de qualquer outro homem. Se não se detém vai fazer que... A idéia foi interrompida quando atravessou seu hímen e pressionou com força e profundamente até o final do seu canal.

Isabella gritou uma vez pela aguda dor, e logo baixou a cabeça, ofegando, enquanto a grosa língua trabalhava dentro e fora de sua vagina recentemente aberta. Nunca tinha esperado que sua virgindade fosse tirada dessa maneira, mas não tinha sido tão mau quanto temera. A dor se foi, substituída por um prazer de adormecer a mente enquanto a língua da besta seguia comendo sua vagina com uma intensidade sem sentido.

- Edward. - Ofegou enquanto lambia seu traseiro. - Edward, OH deusa, é tão... é tão... tão bom.

Como se realmente a entendesse, a besta se moveu para trás o suficiente para rasgar sua calcinha e fazê-la desaparece por completo e logo redobrou os esforços em seu indefeso sexo. Enquanto chupava e lambia seus clitóris, Isabella sentia o prazer que estivera construindo em seu interior levantar-se como uma enorme onda e rodar sobre ela numa corrente de sentimentos quentes que a deixava débil e sem fôlego. Tão freqüentemente se havia tocado na escuridão de noite em sua solitária cama e nunca havia sentido nada como isto.

- Vou gozar, vou tão forte... - Queixou-se em voz alta com a intensidade do prazer e logo por um momento tudo ficou escuro enquanto desabava, não podendo suportar mais.

Quando gozou um momento mais tarde deu-se conta que se derrubou sobre a cama e que a besta a sustentava protetoramente a seu lado. A pele e o aroma de especiarias que tinha cheirado a primeira vez que tinha tocado Edward agora era forte em seu nariz e os olhos de ouro que a estavam olhando pareciam ter alguma faísca da inteligência, um raio de humanidade que não tinha estado ali antes. Poderia ser? Estava realmente comunicando-se com ele? Isabella quase temia ter esperança.

- Edward. - Sussurrou em voz baixa, acariciando a bochecha áspera e passando a mão pelo cabelo bronze e peludo. - Edward, sei que está ai em alguma parte.

A besta grunhiu brandamente, mas não afastou seu toque. Em seu lugar, inclinou a cabeça e passou as gemas direto em seus mamilos, o que fez a Isabella suspirar de prazer. Encontrou seus olhos que eram atraídos à zona entre suas pernas ao pau comprido, grosso de seu sexo ainda palpitando com necessidade. Era tão grande, ainda mais imenso do que tinha sido quando Edward estava em seu são julgamento.

Como era possível tomá-lo inteiro em sua apertada boceta? E, entretanto, Isabella tinha a sensação de que era a única maneira de ganhar, a única maneira de recuperar sua humanidade completa e romper a maldição. Teria que submeter-se, como ele havia dito. Teria que abrir as pernas e dar boas vindas ao espesso invasor de sua vagina e deixar que bombeasse em seu interior até que a enchesse de seu sêmen. Entretanto, Deusa, poderia realmente fazê-lo?

Sim, podia, Isabella decidiu quando sua determinação aumentou. Sim, apesar dos chifres negros curvados e os olhos de ouro, havia mais do Edward na besta do que tinha antes. Tinha-a dito que era mulher mais valente que conhecera e não queria decepcioná-lo. E, além disso, havia algo aterrador e emocionante a respeito de tomar algo tão grande, tão grosso em sua apertada boceta.

Tinha desfrutado a fundo a maneira em que havia sentido sua língua penetrando-a, e só podia imaginar o muito mais profundo e mais duro que seria ter dentro dela seu pau inteiro.

- Edward. - Murmurou, baixando as pernas lentamente, para não assustá-lo. - Edward, sei o que necessita e o tenho aqui para que tome. - Tremendo de medo e desejo, abriu as pernas mais amplamente enquanto acariciava seu enorme eixo. Ainda se sentia como de veludo sobre aço quente, mas havia muito mais dela agora.

Será que enlouqueci? Isabella se perguntou enquanto lhe acariciava o palpitante pênis. Como posso esperar que isto se ajuste dentro de mim? Certamente me vai romper em duas enquanto me penetra com esse enorme eixo.

Mas seu momento de dúvida chegou muito tarde. A besta já se movia por suas coxas e se colocava em posição entre eles. Levantando as nádegas com suas grandes mãos, abriu-a separando-a para tomar sua inflamada boceta por assalto.

Isabella mordeu o lábio inferior entre seus dentes brancos e procurou acalmar o frenético batimento de seu coração. Devido à forma em que a besta a tinha levantado e inclinado a pélvis, podia ver tudo o que estava passando entre suas pernas e não era tranqüilizador.

Observava com alarme como a cabeça larga, em forma de ameixa encontrava a fatia de sua boceta e começava a esfregar ao longo dela com movimentos largos e lentos. Estava completamente nua, um fato que a besta tinha aproveitado para estender os lábios de sua vulva com a cabeça de seu membro e difundir líquido quente pré-seminal sobre seu nu, palpitante clitóris.

Isabella gemia enquanto via a besta brincando, como se soubesse o que estava fazendo. Por que simplesmente não a tomava já? Por que esta sedução lenta, brincando com seu prazer enquanto explorava sua indefesa boceta?

Como se tivesse escutado seus pensamentos, a besta trocou de posição e a ampla cabeça de seu pênis finalmente encontrou a entrada de sua boceta. Bella ficou sem fôlego, antes que a ponta de seu eixo entrasse no interior de sua lisa vagina. Apertando as mãos em punhos, preparou-se para uma rápida entrada brutal. Sem dúvida, agora que a besta tinha encontrado seu caminho, não duvidaria em enterrar-se nela e enchê-la para acabar.

Mas a besta em que Edward se converteu a surpreendeu de novo. Em lugar de penetrá-la com um golpe duro, rápido, pressionou brandamente, quase com delicadeza contra a entrada de sua boceta. Isabella deu um pequeno grito ao sentir a cabeça entrar, estirando as paredes de seu interior como nunca as tinham estirado antes que desaparecesse em seu canal.

Mãos quentes acariciaram suas coxas enquanto a besta esperava um tempo antes de continuar. Logo se moveu ao contrario e Isabella viu com fascinação como outros centímetros de seu membro entrava em sua vagina. Pouco a pouco, centímetro a centímetro, a besta a abria, pressionando seu enorme pênis mais e mais em sua tenra boceta. Isabella nunca se sentiu tão incrivelmente cheia e, entretanto o comprido e grosso membro parecia interminável. Abrindo até mais suas coxas, mordeu com força o lábio e tentou estar o suficientemente aberta para tomar tudo. Deusa, Alguma vez ia acabar? Quanto mais do selvagem intruso podia tomar? Estava mais que agradecida com a besta por ter rompido sua barreira de solteira com a língua - não havia maneira possível que tivesse podido suportar a dor de sua virgindade sendo tirada por este enorme pênis.

Justo quando estava começando a pensar que não podia agüentar mais, sentiu a cabeça de seu pênis, ao final de sua vagina.

Quentes gotas de líquido pré-seminal fluía de sua ponta, banhando a entrada de seu ventre, e sabia que logo seria alagada com seu gozo. Mas primeiro devia suportar ser fodida.

Isabella nunca se havia sentido tão cheia, tão aberta. Manteve-se sobre suas costas, seus mamilos nus empurrando no ar e suas pernas o mais abertas possível em torno dos quadris da besta enquanto se abatia sobre ela com seus chifres negros e espessos e a queimava com o olhar. Entre suas coxas podia ver o enorme membro enterrado em seu interior até a raiz. Não havia realmente nenhuma oportunidade de afastar-se agora. Não havia nada que pudesse fazer, a não ser relaxar e deixar que a besta chegasse até o final. Respirando profundamente, Isabella se dispôs a fazer precisamente isso.

- Por favor... Edward... - Sussurrou, acariciando seu cabelo de novo. Era sua imaginação ou os negros e curvados chifres de sua cabeça se via um pouco menos reais, um pouco menos substanciais? E seus olhos estavam perto da cor âmbar quente como ouro brilhante que tinha quando mudou? - Por favor. - Disse-lhe à besta. - Por favor, foda-me, Edward. Foda-me e me encha com seu sêmen para que nós dois possamos ser livres.

A besta parecia entender sua petição. Tomando um agarre mais firme em seus quadris, trocou de posição, as pernas de Isabella agora descansavam sobre seus ombros, e começou a sair de sua boceta apertada.

Isabella gritou quando entrou de novo nela, agarrando seus tornozelos finos em suas grandes mãos enquanto penetrava sua indefesa boceta. Aqui estava a foda violenta que tinha esperado todo o tempo, aqui estava o pau selvagem que ameaçava dividi-la em duas enquanto a besta tomava seu prazer dela satisfazendo seu desejo na vulnerável boceta. E, entretanto, misturado com a dor havia um prazer tão profundo e amplo em sua intensidade que Isabella se sentia como se estivesse afogando. Com o pau da besta se inundado em sua boceta uma e outra vez sentia um apertado puxão em seu ventre, um puxão que devia explodir logo ou se voltaria louca.

Deusa, OH deusa, não posso... não posso suportá-lo! Mas devia. Não havia escapatória da besta, agora que tinha começado a fode-la. Não havia escapatória da situação, salvo mediante a aceitação de seu sêmen, seu quente esperma em sua desprotegida boceta.

Apertando seus olhos, Isabella fez todo o possível para que a besta gozasse. Pressionando seus quadris para cima, procurou encontrar suas selvagens estocadas, abrindo sua vagina a seus impulsos. Seus mamilos estavam duros e seu clitóris palpitava, fodeu de volta à besta, tentando seguir o ritmo, apertando seu pênis com os músculos de seu interior que já se esforçavam por receber o leite de seu grande membro. Por fim teve êxito.

Com um rugido que soou estranhamente como seu nome, a besta se apoderou de seus quadris e apertou tão profundamente como pôde em sua vagina. Isabella sentiu uma rajada quente de líquido banhar a entrada de seu ventre e logo o puxão dentro de seu ventre se rompeu e ela gozou, sua vagina dava espasmos sem poder fazer nada com o grosso invasor enquanto a besta a alagava com sua semente.

- Deusa! OH Edward, sim! Sim! - Gemeu ela, sem lhe importar se a besta a entenderia ou não. - Sim, isso... OH deusa, assim. Goza dentro de mim, me encha toda!

Sentia o rio de líquido queimando e transbordando sua boceta, percorrendo pela coxa e logo o intenso prazer, a dor e o medo a que tinha sido submetida a venceu. Pela segunda vez naquela noite o mundo escureceu e Isabella não soube de mais nada.


Penúltimo capitulo. Vontade de chorar. Obrigada pelos comentários e até semana que vem com o ultimo capitulo :/