Clãs: A Descrença da Criação;
Capítulo Sétimo: Uma Gravidez Inesperada,
Mas muito desejada.

What will we do? What will we say?
When it's the end of this game that we play?
Will we crumble into the dust my friend?
Or will we start this game over again?;
Dangerous Game
(3 Doors Down)



-Gravidez é? Muito interessante. Hora de você começar a agir.

-Eu sei pai, prometo não decepcioná-lo. Irei acabar com esse clã maldito.

-É isso que eu espero de uma filha minha.

-

-Anni...? Oh meu Kami-sama.

-Yoru... Achei que você havia viajado de intercâmbio para o exterior, ou ao menos foi isso que me falaram. – Torceu os lábios, intrigado.

-É mais ou menos isso... Estou... Apenas de passagem, sabe? Dando uma relembrada. – Torceu os dedos, temerosa para que a mentira não fosse descoberta. Mas, como sempre acreditou, uma mentira só é uma mentira até que seja descoberta a verdade.

-... Ta certo. – Murmurou – Vou fingir que acredito nessa sua mentira esfarrapada.

Yoru sorriu de maneira triste, enquanto juntava os dedos em um tique nervoso. Encarou o Namorado, ou ex-namorado, não sabia bem como chamá-lo.

Anni ficou a fitá-la em silêncio, como se exigisse uma resposta à sua pergunta, não que não a quisesse, mas tinha medo de descobri-la. A Loira permanecia quieta, com medo de entregar, em pratos limpos tudo o que acontecia.

-Não irá me contar nada, não é?

-Eu não posso contar nada.

-... Eu estou tentando acreditar em suas mentiras, mas é difícil, realmente difícil. – Grunhiu. O garoto se aproximou ainda mais dela, prensando-a na parede, colocou um braço de cada lado do corpo dela, deixando seus narizes a, quase, se tocar. – Por que não me conta a verdade Yoru?

-Não Anni. – Falou séria – Eu não posso revelar nada, onegai, não insista.

-Não comece a agir como sua maldita irmã! Você não a é! – Rosnou, bravo, fazendo a loirinha arregalar os olhos, quase imperceptivelmente.

-Bem que seria melhor se eu a fosse! – Rosnou de volta, no mesmo tom de raiva.

-Não foi pela bastarda da Namida Yuki que eu me apaixonei! – Finalizou, vendo-a ficar em silêncio e abaixar os olhos, tentando fugir do aperto. Encurralou-a novamente, a deixando presa contra a parede. – Vamos Yo, me conte... O que acontece? – Resmungou, num tom bem mais carinhoso dessa vez.

-Eu não posso contar nada, me exigiram que não contasse. – Suspirou, inflando as bochechas e fazendo um pequeno biquinho.

-Então... É isso, não é? – Rosnou baixo dessa vez – Você está com outro!

-O que? – O encarou incrédula. – Não é nada disso!

-Então o que é?

-Eu não posso falar! – Falou numa voz chorosa. – Não entende?

-Não! Não entendo como minha namorada não pode me contar algo!

-Anni, onegai! COMPREENDA. – De seus belos olhos translúcidos escaparam duas ou três lágrimas no máximo, por mais que tentasse ser uma boa 'hime', nunca conseguia deixar sua razão acima da emoção. E tudo o que Anni falava doía. E doía o dobro... Não o triplo do que o normal.

O loiro novamente ia partir com as perguntas para cima da mais nova, mas foi puxado bruscamente para trás por um homem pseudo-loiro. O recém-chegado, Aiolia, fulminou o mais novo com os olhos e em seguida acertou-lhe um soco em sua face esquerda. Puxando Yoru para seus braços logo após. – Fique longe dela Moleque!

Ambos o encararam da mesma maneira, tanto Anni, quanto Yoru, tentavam assimilar a idéia de 'por que diabos o Aiolia estaria ali, protegendo Yoru?'. O Homem mais velho sorriu torto, com desprezo para o loiro. Algo típico seu. – Vamos 'hime. Ou Kolta-sama ficará preocupado.

-Kolta? É esse o bastardo? – Resmungou Anni, raivoso e amargurado. Preocupado com a possível ameaça inexistente.

-Koori Kolta-sama é o mais poderoso do clã Koori. Você não pode falar a respeito dele sem usar o sufixo de autoridade. Você não tem esse poder! – Bradou o homem recém-chegado, fixando seu olhar raivoso em Anni, que não moveu um músculo sequer.

O outro grunhiu, voltando a raciocinar, sim, havia sido um baque para ele isso tudo. – Não me importa que você pensa que é, ou até mesmo quem esse cara pensa que é. O que me interessa e eu sei é que a Yoru não vai voltar para lá. Seja lá onde ela tiver ido!

-Você não acha que é muito pretensioso ao falar dessa maneira? Você é só um moleque!

-Ora, cale a boca! – Anni puxou um dos braços de Yoru, tentando afastá-la de seu 'protetor'.

-Shizuka na(1)!

-CHEGA. Vocês dois. Anni, sinto muito, mas ele está certo. E infelizmente terei que voltar ao meu clã. – Falou, num tom que denunciava certo orgulho, apesar de tudo. Aiolia se inflou, mostrando o quão certo estava e olhou, superior ao outro. – Mas isso é segredo. Anni me prometa que não contará a ninguém! Entendeu?

-... Certo, eu entendi. Não sou assim tão burro.

Yoru fez uma cara chateada, Anni havia ficado bravo consigo. Suspirou resignada, se soltando dele com um safanão. Tinha feito de tudo para não deixá-lo magoado e ele fica... Bravo? Encarou-lhe no fundo dos olhos, tão iguais aos seus, e virou-se, sendo seguida, de perto dessa vez, por Aiolia.

-Yoru-hime, um carro nos espera na esquina. – A voz do outro homem foi baixa e calma, nada lembrando aos berros de antes, durante a briga.

-Hai. – Resmungou, monossilábica. Havia se machucado muito durante tudo isso. Ouviu ainda uma baixa voz, de alguém que havia ficado para trás.

-... Gomen ne.

Yoru ainda olhou para trás, para tentar encarar os olhos translúcidos, mas só o que conseguiu ver foi uma silhueta se afastando e se misturando a multidão de pessoas que estava mais à frente nas ruas. E em seguida, somente rostos desconhecidos eram captados por suas íris.

-Yurusu. Aishiteru koi. (2)

-

-Não é possível, esse teste tem que estar errado, por Kami-sama! – Yuki andava de um lado ao outro encarando as duas malditas linhas que afirmavam que estava grávida de seu maldito primo bastardo. Quase havia se tornado um passatempo difamar sobre ele e o chamar de tudo quanto é nome nos pensamentos. Bufou, brava, e jogou o teste de gravidez longe, pouco se importando. Desceu as escadas, trombando com alguns servos no meio do caminho, estava muito irritada para se desculpar ou ver se estavam bem, apenas continuou em frente.

-DOKU. – Exclamou, irritada, assim que viu seu tio, dando em cima de algumas servas. Kuroi ficaria realmente chateada, mas não se importava com isso no momento. Às vezes duvidava se àquele homem de poucas virtudes era realmente irmão de seu precioso pai. – Dispense essas servas e, ao menos uma vez, tente ter um pouco de vergonha na cara, você é casado e tem filhos. Infelizmente. – Grunhiu a ultima parte. – Quero informações.

Doku sorriu torto e envergonhado, mesmo que muito levemente. – Sim, Namida-sama. – Falou com asco, fazendo a sobrinha enrugar o meio de sua testa, em uma expressão descontente, fazendo o tio se preocupar com as conseqüências. – O que deseja?

-Primeiro: Respeito. – Falou, entre dentes, já estava irritada. Não seria muito inteligente seu tio a desafiar agora. – Segundo: Nós ainda somos donos da empresa de nossa ramificação?

-Que ramificação?

-Os Katon. Ou eles já tentaram a independência do clã?

-Não, na realidade, ainda somos superiores a eles e eles nos obedecem cegamente. Inclusive, servirão perfeitamente como bucha na guerra. – Comentou ao acaso. – Mas sim, ainda somos donos da empresa de medicamentos e do laboratório.

-Ótimo.

-Por que esse súbito interesse, querida sobrinha? – Falou, com um tom de inocência falso nas palavras.

-Não lhe importa, e sinceramente, você se esquece que, atualmente você é só mais um no clã, e eu não lhe devo o mínimo esclarecimento ou respeito. Você quem tem de me obedecer, não o contrário. – Yuki sorriu, um meio sorriso, vitoriosa. – E se tentar se meter em meus assuntos novamente, eu serei obrigada a fazer coisas nada boas, envolvendo nosso porão. – Seu sorriso agora tinha uma aura maquiavélica. – O resto eu deixo com as Kitsunes(3).

Doku engoliu seco, Yuki estava realmente irritada e ele fazia idéia do por que.

-

Yuki entrou no carro da cede, encarando o motorista e dando-lhe as coordenadas. Este lhe encarou pelo retrovisor e confirmou, seguindo para o local indicado. Desviava dos carros de Tókio, almejando chegar logo ao seu destino, enquanto a soukiniana encarava o lado de fora pelo vidro blindado e escurecido.

Após a longa viagem demorou-se ainda dentro do veículo, encarando o imenso laboratório. Em letras grifais, destacava-se o nome 'Kotori Katon', não se lembrava desse tal de laboratório ser assim... Tão bonito e soberano. Mas retirou-se do carro, encarando o homem pela janela do carona. – Me espere, devo demorar duas ou três horas, no máximo.

Ouviu a resposta afirmativa do homem e se virou, entrando no espaçoso lugar. Aproximou-se da mesa da secretária, que mascava chiclete de maneira despojada e sem se preocupar com os ocupantes ao redor.

-Desculpe, mas eu poderi-...

-Sente-se em uma cadeira e espere a sua vez, provavelmente alguma enfermeira livre poderá atendê-la em algum tempo, numa margem de duas ou três horas e-...

-Acho que você não entendeu. – Yuki rosnou, apertando os punhos sobre a mesa, obrigando a mulher a encará-la com curiosidade. Arrependeu-se, a secretária arregalou os olhos claros por trás dos óculos fundo de garrafa que usava e demorou-se a fitar a mulher loira a sua frente. – Sabe quem eu sou?

-N-Namida Yuki... – Gaguejou, insegura.

-Exatamente. E sabe o que eu sou daqui? – Yuki viu a mulher negar com a cabeça, ainda assustada. – Dona. E eu não vou esperar duas ou três horas para falar com uma enfermeira qualquer e de nenhum interesse meu. Quero falar com o responsável por esse estabelecimento, e rápido! Acho que você entendeu, ou terei que avisar às minhas fontes que fui destratada por uma mera secretária qualquer e que, infelizmente, terá que ser despedida?

-N-não, me... M-me per-perdoe Namida-san, vou chamar Kamya-kun agora mesmo, por favor, pode esperá-lo na sala dele, é no fim do corredor.

-Arigatou. – E com um meio sorriso vitorioso, novamente, seguiu para a sala do homem.

-

-Então, senhorita Yuki, em que posso ajudar? – O médico polido tinha longos cabelos castanhos, preso em um rabo de cavalo baixo, seis olhos eram lilases e muito severos. – A que devo sua majestosa visita ao meu humilde laboratório?

Yuki deu uma leve risada, encarando-o – Humilde?

-Tudo o que temos aqui é para servir, principalmente, a vocês, Namidas.

-Eu sei, sou eu quem pago as finanças daqui. – Ela sorriu torto e ele retribuiu o mesmo sorriso. Estavam conversando de Souke para Souke e isso a agradava. – Mas não importa. Eu preciso de um exame, um teste na realidade.

-Que tipo de teste?

-Gostaria de fazer um teste de gravidez.

-... Claro. Em menos de uma hora deve estar pronto. Me siga para que possamos retirar um pouco de seu sangue para o exame, tudo bem?

-Hai.

-

-Aiolia. – Yoru resmungou, quebrando o silêncio. – Não sabia que você trabalhava para meu clã. Muito menos como segurança. Marin-san sabe disso?

-Não, e espero que não saiba, os Kooris estão em guerra com os Namidas, e se bem conheço Kamus, ele seguirá os passos da filha mais velha, sem contar que já é típico dos Kooris que quem não está conosco está contra nós. Infelizmente eu não tenho como não participar dessa guerra, já que devo anos de serviços aos Kooris, pelo que Kolta-sama fez por mim.

-Entendo. – Segurou a vontade de perguntar o por que, o que Kolta tinha feito de tão importante para alguém ir contra seu amado. Mas se segurou. Não queria parecer a garota tola, que todos repreendiam, queria ser como sua irmã: Um prodígio.

Mas, acima de tudo, estava chateada. Tanto pelo fato de saber que teria que lutar com a irmã na guerra, agora sabia também que teria que ir contra os seus pais. Mas o pior de tudo é saber que até mesmo seu pai adotivo seguiria os passos de sua irmã mais velha, não entendia o porquê de todos acharem que ela era um prodígio, não que ela não fosse, mas nunca haviam tentado fazer dela – Yoru – um prodígio. Não sabiam do que ela era capaz, nem ela mesmo sabia. Sorriu triste, em descontentamento, nada orgulhosa de si mesma. Agora sabia que haviam pessoas que depositavam sua esperança nela, e era por elas que a 'KooriNamida' estava seguindo em frente e jogando para o alto o maldito zelo que ela tinha pelo nome 'Namida'. Ela era apenas Koori Yoru agora, nada mais.

Yoru se concentrou nos carros, passando ao redor deles, conforme o movimento diminuía e se afastavam vagarosamente de Tókio, o clima também ia esfriando. Aiolia olhou incomodado para a garota, ela era sempre tão energética, tão falante, e estava... Quieta. Sem soltar um ruído sequer.

Ela estava crescendo e esse mundo cruel estava esculpindo nela uma máscara vazia, como a da irmã mais velha. Apesar de nunca ter ido com a cara de Yuki achava que o único bem que ela fazia era proteger a virtude e inocência da irmã. Não sabia bem, mas sempre achou a loira mais velha quieta e sabia demais. Era como se ela fosse... Vilã demais.

-Então... – Falou, tentando amenizar o clima – Como foi o passeio?

-Antes de você atacar meu namorado e me carregar de lá? Bom, não fiz muita coisa. - comentou irônica.

-Você está falando como sua irmã. E isso não é um elogio, acredite. – Resmungou, cruzando os braços.

-Pois deveria ser, minha irmã sempre foi o prodígio da família. Não, de todos à volta dela, e você não imagina o quão irritante é viver a sombra de uma pessoa, é sempre Namida Yuki para cá, Namida Yuki para lá. Nunca tem espaço pra mim. Nunca teve espaço pra mim em nenhum lugar. – Resmungou.

-... Sinceramente: Eu nunca fui com a cara da sua irmã. Eu sempre achei muito mais interessante observá-la, esse seu jeito inocente e completamente despida de máscaras para o mundo, do que vangloriar sua 'querida' irmã. – Aiolia sorriu simpático, e tocou o rosto da garota com as mãos. – Agora vejo o mundo esculpir você como uma estátua, e mostrá-la ao mundo como um troféu. – O sorriso foi desmanchando-se e o pseudo-loiro deixou a mão cair – Não aja como uma tola, como sua irmã. Você tem uma coisa que ninguém mais nessa guerra fria e sanguinária tem: Coração.

-... Arigatou Aiolia-kun.

-

-Namida-san? – Kamya se aproximou, sério, com o resultado do exame nas mãos, com uma cara meio preocupada. – Tenho boas ou más notícias, depende do ponto de vista.

-Oui?

-Seu teste de gravidez deu positivo. E se me permite dizer, pelo resultado, diria que você não está grávida de uma, mas de duas crianças. Gêmeos univitelinos, provavelmente.

-O que...? – Tudo o que se lembrou depois disso, foi sua vista escurecendo e tudo ficando pesado e difícil de respirar.

-

-Namida-sama? – Resmungou uma voz longe, persistente. Yuki abriu os olhos e a primeira coisa que viu foi os fios castanhos do médico. – Você desmaiou quando recebeu o resultado do teste, você está bem?

-Pareço estar bem? – nem esperou a resposta do homem à sua frente e continuou – Não, eu não estou bem, nem um pouco bem. – Colocou a mão na boca, segurando-a com força – Aonde tem um maldito banheiro?

Enquanto corria para o banheiro, chegou a duas grandes conclusões: Que estava muito mais religiosa e que, diabos, talvez essas seções de vômitos não tivessem mais tanto haver com seu sistema nervoso.

-

-Era o que me faltava. – Resmungou – Estar realmente grávida do bastardo do Yume! – Cruzou os braços e saiu do prédio, indignada. Olhou para o outro lado da rua e viu que o carro da cede não estava no local em que deveria e suspirou irritada. – Nem para isso esses incapazes servem. – Grunhiu e olhou para o céu, iria chover e não estava nem um pouco preocupada. Iria andar até cansar, depois pegaria um táxi, era noite, não fazia muita diferença.

Enfiou as mãos nos bolsos e não se preocupou com o vento frio ou com as gotículas geladas que começavam a cair do céu, precisava desse tempo para pensar, longe da confusão, mas, principalmente, precisava desse tempo para poder obter seu choque de realidade. Estaria casando em três dias.

E cansada andava pelas ruas, acabou se rendendo e comprando um guarda-chuva, apesar de tudo, não era hora de adoecer, a guerra se aproximava, tanto interna quanto externa, suspirou, encarando as ruas desertas, talvez estivesse realmente tarde e devesse pegar um táxi, era a melhor coisa a se fazer.

Resmungou algo incompreensível e retirou o aparelho celular do bolso, procurando um número na agenda telefônica, até o aparelho ser puxado de sua mão.

-Olá gracinha. O que faz sozinha nesse fim de mundo? – O homem mais alto e mal vestido brincava com o aparelho, para depois encarar os olhos rubros. – Tão desprotegida a assaltantes como eu?

-Tsc. Devolva. – Monossilábica, resmungou, fechando o guarda-chuva e o encarando, extremamente séria.

-Cara feia pra mim é fome, gracinha. Então, como se chama?

-Não lhe interessa e você não tem o direito de me chamar dessa maneira.

-Oras, o que é isso? Não precisa ser tão hostil. – Sorriu, com uma áurea interesseira ao seu redor. Passou a mão pela cintura da garota que no mesmo instante bufou, indignada e extremamente zangada, puxando a mão dele e a quebrando, em um simples golpe. – Ahhh! Sua bastarda!

O homem avançou para cima de Yuki que se defendeu habilmente com o guarda-chuva e em poucos golpes certeiros e eficazes o derrubou ao chão, desacordado. – Não se meta comigo garoto. – Resmungou, novamente, e pegou o aparelho do chão, mais a frente, ligando para um taxista conhecido.

-Hey Deba, tem como me buscar agora? – Reabriu seu guarda-chuva e ficou a encarar as placas da rua.

Continue ?


Aprendendo com a titia Insane:

(1) – Shizuka na: Não pedi sua opinião. Também pode ser usado como um 'Cale a boca bastardo!'.

(2) – Yurusu. Aishiteru koi: Eu te perdôo. Amo você, namorado (ou amor. Tanto faz.)

(3) – Kitsune: Raposa. Existe uma antiga lenda que Raposas eram que nem ceifadores: Ceifavam a alma e a carregavam para o outro mundo.


N/a: Yo minna-san, como vão? Desculpem a demora com o capítulo de verdade, mas valeu ou não valeu a demora? Eu achei esse capítulo um dos melhores, não porque envolve o drama da Yuki, isso é o de menos, mas foi o primeiro que eu realmente consegui escrever direito com a Yoru, e tivemos revelações um tanto quanto interessantes, não?

Tanto faz. Espero que tenham apreciado o capítulo. De verdade.

Beijos

Insane Teffy. (12/01/2009)