Saint Seiya não me pertence e sim a Kurumada além dos respectivos meios... Como já sabem é uma fic sem fins lucrativos e toda aquela história que estamos cansados de ler.

Aviso: Não vou colocar aquele monte de aviso. Caso necessite estarei informando cenas mais forte antes de começar a fic. Vou responder aos que não tem conta no final do capítulo. Ao que tem conta demoro mais respondo. Boa leitura e Boa noite, ou seja, lá que horas for!

Beta: Sem

Novo mundo

Convivência

Could e Shina

A italiana pegou a sua máscara e percebeu que o menino estranho ainda a observava com cara de bobo. Could voltou a realidade ao perceber que a humana caminhava para fora da vila e pegou no braço dela, esperou uma reação de fúria, mas o que notou nos olhos dela foi uma mistura de curiosidade e surpresa talvez por se aproximar da humana novamente.

- O que você quer fedelho? – Perguntou a amazona.

- Saber se esta tudo bem. – Could a soltou. – Desculpa pela imobilização, mas queria saber se esta tudo bem...

- Onde estou? – Shina o cortou grosseiramente.

- Em uma das últimas vilas de humanos. – Ela o fitou intrigado. – Sou Could e você é quem mesmo?

- Shina. E como assim vila de humanos?

- Suponho que você não saiba que aqui é um mundo perigoso onde seres místicos e Deuses podem surgir do nada além do mais humanos são tão raros quando Xerofes (Nota: Não existe essa palavra. Quero crer nisso).

- Cheirou quem? – Ela o viu ri. – Ora seu moleque...

- Eu falei Xerofes. – Parou de ri. – Você não sabe o que é Xerofes? – Viu a negar. – Xerofes são pedras raras de energias que dão a qualquer ser vivo, um poder impressionante maior do que um Deus.

Bufou a amazona e se viu em um lugar totalmente fora do normal. Claro que Cronos os tinha enviado para um lugar medonho com o tal "cheiroso" e com um fedelho que era um menino lobo. Could ficou fascinado com as habilidades da humana e queria de algum modo que ela ficasse além dela lhe explicar como fez todos aqueles golpes. Nenhum humano ou fêmea de humano poderia fazer tal golpe e talvez nem mesmo um macho humano golpeasse tal bem.

- Creio que não tenho alternativa a não ser esperar pelos outros e... – Shina até se surpreendeu com suas palavras. – Ir como você a sua casa e telefonar...

- Teo o que? – Perguntou o mestiço sem entender o que ela falava, mas feliz por saber que ia descobrir como ela fez aqueles golpes.

- Telefone. Sabe telefonar. Falar com a outra pessoa... – A amazona procurou nas vestes o seu celular. – Onde enfiei o meu celular. Droga! Esqueci em casa.

- O que é Teo e secular?

- Inferno!

Shina levou as mãos aos céus e Could fitou o céu para ver se o tal Teo e o secular eram alguma divindade do lugar de onde ela veio. Se fosse esses Deuses deveriam ser formidáveis, pois davam poderes de Teo e secular as suas guerreiras.

A amazona percebeu que todos seus movimentos eram analisados pelo menino lobo a sua frente. Resolveu também observar o tal de Could e o seguiu para a tal vila. Quando os dois entraram na feira não houve um humano que não corresse de medo ou ficasse curioso com a estrangeira. Shina não entendeu tal reação ou talvez entendesse, mas não queria pensar nisso agora e para prevenir sua identidade achou por bem usar a máscara, pois não queria arriscar que eles gravassem seu rosto e alguém morrer por não delatá-la.

Could revirou os olhos ao ver Layla o esperando, mas sua sorte é que a amiga e quase irmã esqueceu-se do que ia fazer. Layla iria meter uma panelada na cabeça do mestiço, mas ao ver a misteriosa mascarada esqueceu até de falar. E assim ia começar uma jornada que nenhum dos dois esperaria.

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Shaka e a coleira

Alastor estava seriamente preocupado já que de todos os escravos que trouxe na última viagem somente o humano ainda estava vivo. Misteriosamente a coleira tinha um efeito sobre todos os outros menos no humano, contudo o demônio percebeu que a cada dia o virginiano se perdia em sua mente. Parecia que Shaka se esquecia de fatos importantes e era realmente preocupante o ver parado além de alienado.

O demônio enviou um mensageiro ao único ser vivo que poderia ajudá-lo naquele momento e esperava que o humano não morresse antes da ajuda chegar. Alastor um dia já foi escravo como os outros naquele Oasis, mas graça a um ser místico generoso foi libertado em troca de fazer o bem. Mas como fazer o bem sem ser mal visto? E a ideia veio de um dos seus ex-escravos que o aconselhou a se tornar um comerciante de escravos assim teria acesso ao mundo negro e não levantaria suspeitas.

E anos depois, estava ali, um Oasis livre cheio de ex-escravos vivendo livremente, mas não foi fácil, pois tinha que aplicar o medo para depois pôr a paz. Não era fácil se passar por Senhor mal e depois dizer a um grupo que era livre que os meses passados ali eram um teste. Muitos viviam no Oasis já outros saiam pelo mundo seguindo os ensinamentos do seu antigo Senhor e amigo.

- Shaka?

O virginiano voltou se para o demônio e sorriu mecanicamente, Alastor se sentou ao lado do loiro que voltou se para o nada como estava antes. Era preocupante o estado do humano e tinha medo que sua missão falhasse logo com a profecia do oráculo. Nunca se esqueceu das palavras do oráculo:

Um jovem loiro humano, diferente, com boas energias e de outro mundo ira derrotar o mal no mundo e você o guiara ao sol.

E o ser místico tinha plena certeza que ia cumprir a sua missão. Levantou se sem antes fazer um carinho nos cabelos do indiano que não reagiu, entrou na sua tenda onde havia um envelope, talvez o mensageiro tivesse voltado e não o achou. Pegou o envelope e leu:

Caro Alastor,

Estou a um dia de viagem do seu Oasis e minha esposa passou mal a viagem inteira, creio que ela nunca viajou com cavalo selvagem antes, mas acho que sei como ajudá-lo. Se não estiver ficando velho ou morrendo, creio que a última opção seja a certa, a coleira que você me descreveu é um artefato antigo do Deus Caos que a pedido do seu irmão gêmeo ordenou que fabricasse uma coleira enfeitiçada para ter controle de qualquer ser vivo nesse mundo. Contudo a coleira tinha efeitos colaterais e todos morriam ao ser enfeitiçado, mas lendas a parte dizem que o irmão de Caos usou a coleira e conseguiu se liberta usando o sangue de um mortal. Histórias ou lendas? Levo comigo um fio de esperança.

Até. Máximo.

ps: Estou perto de morrer, tenho talvez dias de vida, peço que cuide de meus filhotes e da minha doce esposa. Agradeço por ser meu amigo Alastor.

A carta acabou e o demônio ficou sem entender. Como assim seu velho amigo se casou e estava morrendo? Era esperar e ver.

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Laureen e Luan Lua

Após ver a nova geração, sangue do seu sangue, bem e saudável Luan observava a lua da janela do quarto da fêmea de elfa. Ela dormia serenamente assim como o mais novo membro do clã, uma belíssima fêmea que irá lhe trazer muitas alegrias. Contudo não conseguia se esquecer da humana Laureen, mas será que ela desejava sentir a sua presença?

Em um quarto... Laureen não conseguia dormir, sabia que todos na casa estavam embalados pelos sonhos, mas ela não. Ficou a pensar no tal Lua e porque ele se chamar assim? Porque a chamou de Justiça? Porque sentiu aquela descarga? E porque queria que ele entrasse pela porta e respondesse as suas questões? Uma ideia passou por sua cabeça e pegou um casaco na cadeira que sempre deixava por conta do frio da manhã e foi atrás do único ser que lhe daria as repostas as suas questões.

Ela caminhou pela casa e mesmo sem ver nada sabia onde estava cada objeto desde uma agulha a um elefante não tinha nada que não soubesse afinal com o tempo adquiriu conhecimento do seu lar o suficiente para não depender de ninguém. Mas seus pais a protegiam demais e isso fazia a temer se deveria ou não seguir com suas descobertas quando bateu em algo fofo...

- Que coisa é essa? – Falou Laureen.

- Coisa? – A humana ficou vermelha. – Você bateu em mim enquanto andava pela casa Senhorita... Bem a Senhorita não falou seu nome, mas eu me apresentei e o farei de novo. – Ela o sentiu pegar na sua mão e beijar. - Sou Lua. Luan Lua, elfo puro do clã da Lua. Honrado em conhecer um ser tão iluminado.

- Eu... Sou... Laureen Moore. - Ela se perguntou por que ficou sem palavras ao gesto dele. - Porque se chama Lua? – Ela o questionou sem medo.

- Por causa do meu sinal de nascença. Deseja senti-lo?

Laureen não teve medo e deixou sua mão ser guiada até a testa do elfo, percebeu que havia uma leve marca como se fosse feita a ferro na testa do elfo. Luan sorriu ao sentir os dedos delicados traçando o seu sinal de nascença e ainda mais feliz pela sensação de que sua amada estava novamente junto a si.

- Porque me chamou de Justiça? – Ela o questionou.

Luan a olhou quando devaneava sobre seu passado. A humana tinha paciência mesmo sabendo que os dois poderiam ser pegos no meio do corredor pelos pais dela ou por algum elfo.

- Por quê... – Ele começou. – Você é igual a Deusa de mesmo nome minha doce Laureen...

- Senhor. – Um elfo soldado apareceu do nada assustando a humana que se cobriu e Luan a acolheu em seus braços. – Perdão meu Senhor e minha Senhora, mas temos problemas com os alimentos desse lugar.

- Quais? – Questionou Luan e a humana ficou atenta a conversa.

- As plantações estão morrendo meu Senhor. – Informou o soldado. – Creio que eles não tenham alimento suficiente para eles e nem para nós.

- Hum... Vamos a plantação.

Alguns segundos depois, alguns elfos e Laureen estavam de frente a enorme plantação semimorta que não iria alimentar nenhum ser vivo. A humana fez questão de ir mesmo sabendo que seus pais iam matá-la ao vê-la com os elfos, mas o que importava no momento era a suposta falta de comida.

- Posso dar um jeito nisso. – Falou Luan.

- Como? – Questionou Laureen.

- Elfos são partes da natureza e como sou um dos clãs da lua porque não pedir a ajuda de minha mãe lua para acordar o que esta dormindo.

- Não seria morto.

- Dormindo doce Laureen. Assim como você deveria fazer.

Corada e envolta nos braços do elfo com um dos casacos do próprio se sentia segura e confiante. Não só por ele lhe dar confiança, mas pelos elfos lhe tratarem como uma pessoa normal e não como uma cega. Eles sim a entendiam e demonstravam respeito.

- Eu já volto.

Luan se distanciou e a humana sentiu que um elfo ficou ao seu lado sem tocá-la como segurança. Ela não viu o que os outros elfos cansaram de ver o que Lua fazia. Uma linda áurea branca o circulou, as plantas acordaram e ficaram lindas, o elfo sorriu e desmaiou após o esforço. E voltaram para a casa dos pais da humana.

Na manhã seguinte todos falaram em milagre ao ver a plantação pronta para a colheita e todos ajudando. Mas só os elfos sabiam o que houve e uma humana em especial. Dois mundos se uniriam de novo.

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Afrodite e Kasyade

Kasyade após verificar que o anjo estava bem foi ao cômodo que usava como cozinha, não sabia que horas o ser que salvou iria acordar, mas suspeitou que ele talvez tivesse fome. O humano que não era nenhum Deus ou anjo acordou sentindo uma leve dor no corpo e ao abrir os olhos e ver um teto de madeira ficou confuso.

Escutou sons de outro cômodo e com calma além de cuidado se dirigiu ao local, viu uma figura exótica aos seus olhos. Parecia um anjo de neve, mas precisava saber onde esteja e não ficar com pensamentos impróprios logo agora ao ver aquele corpo.

- Olá! – Falou o cavaleiro não querendo assustar o anjo de neve.

- Ainda bem que acordou. – O cavaleiro pensou que talvez seu acolhedor estivesse louco para se livra dele pela voz, mas Kasyade não era de condenação e sim de solidão por não falar com mais ninguém. – Tome.

O cavaleiro olhou o prato que havia um liquido estranho e depois ao seu acolhedor.

- Sou Gustavv. – Apresentou se o cavaleiro de peixes. (NOTA: Peguei o nome de Krika Haruno o crédito é dela pelo nome.)

- Kasyade. – Se apresentou o mestiço.

- Bem...

- Vou preparar seu quarto e amanhã vou levá-lo a uma vila de humanos ou de mestiço. Lá você ficar seguro.

- Vila de humanos?

- Sim.

- Onde estou finalmente?

- Nas terras livres onde a única regra é viva para não ser morto.

O cavaleiro ia falar algo a mais, porém o dono da casa saiu da espécie de cozinha deixando o prato e uma colher para ele comer a espécie de sopa. Afrodite provou o líquido e até que não era ruim, saboreou com gosto a comida.

Já o mestiço no quarto de hospede não conseguia entender porque desejava se aproximar do estranho que acolheu. Ele era um estranho na sua vida. Percebeu que era um humano quando não sentiu que não emanava qualquer energia comum aos seres místicos ou mestiços então era um humano. Tinha que se livrar dele e amanhã bem cedo ia levá-lo a uma vila de mestiço para não ter que vê-lo morrer quando os ceifadores aparecerem ou algum ser estranho entrasse na sua casa.

Preparou tudo e mostrou o cômodo ao humano após ele terminar o jantar simples. Gustavv dormiu em uma cama simples após um banho com água fria já que naquela casa ninguém tinha o luxo de água quente naquele frio. Kasyade não conseguiu dormir pensando no humano, a beleza dele chama a sua atenção e algo no seu interior dizia para não deixá-lo em nenhuma vila e sim na sua casa. Acabou vendo o dia amanhecer sem ter nenhuma ideia do que fazer com o humano.

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Helena e Orion

Orion manteve uma distância razoável da vila de humanos por um motivo: os outros não precisavam saber que o mestiço vigiava um lugar como aquele. Se caso um ser místico soubesse daquela vila ia ser o fim de todos os humanos.

Helena estava bastante atordoada pelo que acontece a pouco tempo fora da vila. Não entendia porque os outros foram grossos com o seu salvador e não estava gostando das piadinhas dos irmãos mais velhos. Ele pensou se caso Orion estivesse ali ia congelá-los igual a fera que a atacou. O pensamento não foi feito por mal, mas seu consciente gritava a anos para se livrar da parte humana que dominava. E Orion estava despertando aquele lado que ela não conhecia.

A mãe de Helena estava em choque, não queria ver a filha com um ser místico e temia que algo de ruim acontecesse com ela. O pai de Helena mesmo não sendo o seu pai legitimo tinha medo que os seres místicos entrassem na vila e soubesse que Helena é uma mestiça. Os dois tinham que manter Helena longe do mundo exterior, mas até quando?

Alguns dias depois...

Orion fazia a sua vigília, mas precisava rever a mestiça de nome Helena. Algo dentro de si precisava falar mais uma vez com ela. Talvez se despedir ou só escutar o som da voz dela. Com cuidado e coragem adentrou na vila ao entardecer. Seguiu o cheio da mestiça um pouco distante dos outros e não foi difícil encontrar, havia gravado a ferro na sua mente e seu nariz o levou a ela.

Helena estava em um canto com raiva dos irmãos que a chateava novamente dizendo que era uma tora de lenha ou um galho seco que nunca ia arrumar um namorado sem contar outras barbarias dos irmãos mais velhos. Cabisbaixa não viu que alguém se aproximava até pega no seu ombro, Helena tomou um susto tão grande que por reflexo segurou a mão que tocou o seu ombro e aplicou um forte golpe impulsionando a pessoa a sua frente que bateu com violência no chão.

- Sou eu. – Falou Orion no chão.

- Orion! – Elevou um pouco o tom de sua voz, Helena.

- Fale baixo Helena.

- Desculpa. – Ajudou o se levantar. – Como você...?

- Vim vê-la.

Pegou não mão dela e beijou a palma da mão da humana. O jeito foi bem apreciado pela humana que ficou vermelha e feliz. Orion sorriu e deixou passar a sua cauda balançando de um lado para o outro e acabou revelando para sua nova amiga que não era humano.

- Você tem uma cauda? – Perguntou rindo da vergonha dele.

- Bem...

- Acho bonitinho.

- Você acha? – Olhou a surpreso.

- Sim.

- Helena... Eu vi vê-la mais uma vez para...

- Vai embora? Não vamos mais nos ver?

Orion ficou sem ação com aquelas palavras mesmo se conhecendo a alguns dias parecia que ambos se conheciam a anos. Helena não queria que ele fosse sem antes conhecê-lo melhor mesmo com uma cauda que acho bonito.

- Vou resolver uns assuntos e voltou para lhe ver em alguns dias. Por isso vim aqui lhe avisá-la. – Falou Orion com convicção.

- Tudo bem.

- Quando voltar vou levá-la além dos limites da vila. Você quer ir?

- Sim. Vamos ser amigos?

- Se você quiser.

- Claro que quero.

Helena o abraçou e viu a cauda de Orion balançar de um lado para o outro de felicidade. Quem sabe Orion havia encontrado sua alma gêmea. Helena estava feliz por ter um amigo forte e gentil. Porém uma pessoa os vigiava ao longe e não iria permitir que um não encontrasse o outro.

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Dohko e Aeshma

O grupo chegou a um local isolado após uma cachoeira, ou melhor, eles passaram por uma passagem por trás da cachoeira. O libriano estava sem palavras com o local seguro, mas algo o alertou que a vida não era tão fácil quando imaginava, viu a mestiça furiosa e a seguiu.

Aeshma parou a poucos metros, o suficiente para que o ser místico a sentisse, o chinês fitou a cena, ao longe um anjo, deduziu por vez um par de asas, brincando como as crianças. Viu também espécie de borboletas coloridas saindo das mãos do anjo e parecia que divertia os pequenos seres místicos, o anjo também percebeu a líder mestiça. O anjo parou de brincar com os filhotes e caminhou na direção dos dois.

- Aeshma. – Falou o anjo.

- Guerra. - Falou a mestiça.

- Vim...

- Sai das minhas terras e leve esse humano com você...

- Eu já tenho humanos demais para cuidar mestiça.

Dohko viu a mão da mestiça ir de encontro a face do anjo, porém não foi atingida, o anjo segurou a mão dela e fitou aqueles olhar ameaçador.

- Eu não quero ouvir suas palavras. – Falou a líder dos mestiços. – Não quero me unir a você...

- E quem falou em união. – O Deus a viu olhar intrigado e a soltou. – Recorda da história de Baco.

- Quem no Novo Mundo não sabe da história de Baco. Mas o que ele tem haver comigo?

- Conte a história minha doce mestiça.

- Baco foi um líder mestiço no Velho Mundo. – Falou com ódio a líder por não gostar de ser chamada de mestiça. – Ele era filhote de um anjo com um demônio e se revoltou com os pais formando um clã dos mestiços que desafiou os clãs tradicionais. Também lutou contra os Deuses, mas o que essa história tem haver comigo Deus mesquinho.

- Tudo minha cara. – Sorriu o Deus. – Seu destino é ser um Baco. Um novo líder dos mestiços e desafiar o pior inimigo dos seres...

- Seu...

- Você mencionou humanos. – O libriano interrompeu a conversa. – Quem seriam esses humanos? – Os dois o fitaram. – Eu...

- Calma humano! – Falou o Deus. – Tudo ao seu tempo, pois primeiro devo convencer uma mestiça que ela é um mestiça e que deve seguir o seu Destino...

- Suma de minhas terras!

- Tem certeza?

- Absoluta! Suma e nunca mais...

- Sempre volto mestiça. – Deu as costas aos dois. – Porque você será tão poderosa quanto os seus pais e um dia assim como Baco você vai aceitar o qu que veio fazer nesse mundo. – Parou e olhou para o humano. – E você vai cuidar dela.

Voltou a caminhar sumindo da visão dos dois. Aeshma ia questioná-lo sobre o assunto que o Deus mencionou por último assim como o cavaleiro que não entendeu nada. A líder dos mestiços bufou e percebeu que o humano ainda estava ali.

Baco. Sim. Quem não conhecia a famosa lenda de Baco. Um mestiço que uniu os mestiços e lutou contra os clãs e desafiou um Deus. Baco é um nome comum agora assim como Helena que é o nome da mãe de Baco e Eva um dos muitos nomes da mãe de todos os Deuses. Segundo a maldita lenda, Baco amava uma jovem mestiça de codinome escudeira, eles nunca se deram bem, mas viviam nas farras e nunca tiveram uma cria. Mas segundo as línguas mais afiadas Baco teve um filhote de nome Samuel. Nada confirmado pelo oráculo que tudo sabe e vê.

Havia também o seu mentor e guarda costa de nome Sombra a qual ninguém sabia que ser místico ele era, se um dia ele foi um ser mítico. Comentavam que Sombra era um ceifador evoluído que via o passado, presente e futuro, mas morreu ao salvar o seu pupilo e amigo. Os outros envolvidos na história morreram de forma não gloriosa. A escudeira foi morta em uma emboscada por mestiço que achavam que ela ia ser uma espécie de rainha. Sombra morreu ao se jogar na frente de Baco e o próprio Baco morreu envenenado com um dos seus famosos vinho feito por ele.

Aeshma não queria ter um fim assim, mas tinha a causa que defendia, contudo valeria a pena morrer para se lembrada ou não por lendas e contos tão fantasiosos que nem mesmo ela acreditava. Ser um ícone para os outros ia exigir mais do que estar do lado certo da tal guerra dos Deuses, mas o final seria melhor do que a primeira guerra?

- Essa nova guerra será diferente de todas as outras. – Falou a líder dos mestiços. – Mas contra quem vamos lutar?

O libriano a fitou com certo medo das palavras da exótica mulher. Ele rezou para que os outros tivessem mais sorte do que ele.

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Helyardy e Máscara da Morte

A mestiça não conseguiu sossegar até levar o humano a sua tenda, seu pai tentou enfiar, por assim dizer, um pouco de juízo na cabeça da filha. Milo resolveu ficar por perto e quem sabe compreender a ideia da sua companheira. O demônio sabia que mesmo achando que Hel o desejasse e dividisse a cama dela, ainda não tinha o coração da guerreira mestiça.

À noite, depois de cuidar do humano, os dois seres dormiam juntos na cama de Helyardy, foi difícil para Milo convencê-la de descansar um pouco, mas conseguiu pelo menos ficar pertinho da sua amada. O demônio alisou os cabelos dela e sorriu ao senti-la se aninhando o seu corpo talhado por treinamentos e guerras.

- Hel. – Falou baixinho o demônio. – Como eu queria que você me amasse como eu te amo.

Continuou a fazer carinho na sua amada quando um grito de dor acordou os dois, Milo somente com a roupa de baixo correu para o cômodo onde o humano dormia. A mestiça demorou um pouco a chegar vestida com uma espécie de roupão que deixa a ainda mais bonita na visão do demônio.

Ambos voltaram a realidade quando novamente o humano gritou de dor, talvez algum espinho ou animal o tenha infectado com algum alucinógeno ou a febre havia voltado.

- Ela... – Falou o humano. – Cuidado...

- Hel. – Ela fitou o demônio. – Vamos fazer uma compressa de ervas.

- Certo.

- Sabe as ervas a serem usadas?

- Sim. Trituro em alguns minutos... – Viu o demônio sair do local. – Aonde vai?

- Pega um erva em especial...

- Mas a essa hora?

- Já volto.

Depois de vê-lo saindo após vestir uma roupa apropriada, ela pegou um pote de barro e separou alguns ervas. Às vezes, enquanto triturava algumas folhas juntamente com umas sementes fitava o humano se debater ou gritar.

- Aguente firme. – Falou mais para si do que para o humano.

- Eu... – O cavaleiro começou a balbuciar. – Não fiz... Por mal.

- Hum?

- Matar pessoas inocentes...

Ela se aproximou um pouco mais e o viu relatar alguns fatos da vida que parecia ser dele. As mortes, as guerras e entre outros acontecimentos que pareciam o inferno para um humano. Helyardy segurou a mão do humano e tentou acalmá-lo, mas se tornou impossível quando o canceriano se debatia tentando se levantar e fazer algo.

Nesse exato momento que o cavaleiro já se levantava Milo entrou na tenda com uma erva em mãos. Milo ao ver a dificuldade que a mestiça tinha com o humano resolveu ajudá-la, mas a única solução no momento foi colocá-lo para dormir da maneira mais rude. Hel acertou um ponto no corpo do humano que desmaiou logo em seguinte deixando os dois livres para executar a compressa de ervas.

Milo banhou o cavaleiro sem muita dificuldade, Helyardy cobriu o corpo do cavaleiro com as ervas e uma espécie de argila que iria abaixar a temperatura do humano. Após o processo os dois observaram o humano dormir tranquilamente.

- Ele seria um filhote bonitinho se não fosse um humano. – Falou Milo. – Espero que os nossos filhotes sejam fortes e saudáveis...

- Vamos dormir.

Ela simplesmente acabou com o falatório do demônio, pois sabia que depois de falar de filhotes e tudo mais, ia vim a história de união. Mas Helyardy estava querendo saber de onde veio o humano.

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Sephirot e Mu

Elena, filha de Guerra e Emanuel, deixou que Sephirot colocasse o humano em um dos quartos e depois viu Diana descer do cavalo selvagem lhe entregando um pergaminho. E mais uma vez o marido de Elena não gostou da cara da esposa e nem da pequena carta que escreveu enviada por Diana.

- Vamos cuidar do ser que ele trouxe. – Falou Elena se referindo a Sephirot e a figura de cabelos lilás.

- Vamos voltar? – Perguntou o marido que agora embalava a pequena cria nos braços.

- Sim.

- Vou reunir os outros.

- Agradeço.

Ela viu o companheiro sair sem antes deixar a pequena cria numa espaçosa cama na sala. No outro quarto, a mestiça de demônio fitava o humano que havia salvado e depois o mestiço que a fitava curioso. Sephirot não gostava dos machos e nem do modo que eles lhe olhavam, ficou mais aliviada ao ver a amiga entrando.

- Mama? – Falou o filhote de Elena.

- Pegue as ervas e os potes, filhotes.

- Claro.

- Ele... – Tentou contar o que viu a mestiça. – Caiu dos céus e fui salva-lo na água.

- Vamos ver.

- Eu não sabia o que fazer...

- Calma Sephirot!

Após fazer uns curativos no cavaleiro e ver que ele só precisava descansar as duas se dirigiram a outra sala onde estava a cria mais nova e o mais velho que agora estava deitado no chão. Sephirot adorava ficar perto de Elena e tocar na barriga da tal fada, nome dado por causa das asas da filha do Deus da Guerra, as asas dela sumiam e apareciam quando a dona desejasse, isso não era importante agora.

- Sephirot preciso de sua ajuda. – Falou Elena. – Sei que odeia muito machos juntos, mas eu necessito de um ser místico como você ao meu lado quando for ao território dos anjos...

- Não. Não. – Interrompeu a mestiça. – Eu não vou a território nenhum. Mesmo que você...

- Sei do seu medo de ir a territórios por isso prefere viver livremente...

- Eu não...

- Sei que não vai. Mas me ouça bem. – Elena viu que tinha pelo menos atenção do mestiço. – Você é perita em manusear armas que nem mesmo um elfo seria capaz ou um demônio usaria também as armas pesadas. Preciso de você para me proteger, minha cria...

Sephirot se aproximou da mestiça e alisou a barriga saliente. Como poderia negar algo a uma grávida e ainda por cima a uma amiga como ela. Sorrindo mostrando os dentes afiados Sephirot aceitou ir com a "fada".

-x-

No outro cômodo, o cavaleiro acordava e estranhou a mudança do céu, ou melhor, a falta do céu e o teto alto. Sentou se na cama e viu as enormes portas que poderia passar um elefante ou uma baleia. Atento a tudo, escutou vozes não muito distante e seguiu o som indo parar perto do cômodo onde duas...

Mu não entendeu nada, pois mal teve tempo de ver o que ocorria dentro do quarto já que uma sombra enorme bloqueou a luz que vinha do corredor. O ariano levantou a cabeça e viu um focinho enorme ao se virar teve a certeza que um elefante seria pequeno na visão daquele cão do inferno.

- Fada!

As duas se aproximaram do marido de Elena e viram o cavaleiro admirado com o ser místico a sua frente.

- O exército chegara amanhã cedo. – Falou o felino. – Sairemos após o almoço.

Ele viu a esposa sorrir e pegou na boca a cria que dormia na cama, o filhote mais velho acordou e seguiu o pai. Mu abriu a boca quando viu o menino se transformar em uma espécie de lobo um pouco maior que o normal que conhecia e seguir o maior.

- Acho que o Senhor não é desse local, ou melhor, desse mundo. – Mu se volta para a mulher grávida. – Sua reação o denúncia.

- Mu, cavaleiro de ouro de Áries.

- Elena, filha de Emanuel e do Deus Guerra.

-...?

- Você é o que? - Questionou Sephirot. – Você não me parece um humano.

- Sou um humano e você é o que? – Perguntou o ariano.

- Sou um ser místico seu...

- Calma Sephirot. – Pediu a grávida. – Ele é um humano, mas você não me é estranho.

- Como assim? – Mu ficou sem entender.

- Depois conversamos. – Sorriu. – Vamos comer algo.

Elena os conduziu para a cozinha e senão lhe falhe a memória os sinais na testa do humano são bem familiares. Por hora era melhor resolver o problema do seu pai com o líder dos anjos e impedir uma união maluca. Esperava não usar a força bruta.

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Beatrize e Shura

No dia seguinte, Shura sentiu um cheiro terrível assim que acordou e o aroma desagradável vinha da sua nova filha. Zoe dormia em um canto e às vezes mexia as patas como se corresse, o cavaleiro teve problemas a noite com os rosnado e as mexidas dela sem contar que ela precisava de um banho urgente.

- Bom dia! – Falou Beatrize ao entrar na espécie de quarto feita na rocha que mais parecia uma caverna.

- Bom. – Falou o cavaleiro incomodado agora com o seu cheiro e com a fome. – Onde tem comida para mim?

- Acho que consigo algo para os dois... E... - Puxou o ar a felina. – Quantos dias você não toma um banho?

- Eu não sei exatamente.

- Tem um rio que você pode tomar banho e vou procura algo que você possa vestir.

- Obrigado.

Ele a viu sair e fitou a menor que rosnava de forma engraçada, percebeu que as patas de Zoe tinham unhas afiadas e quando passava em algo arrancava pedaços. Pensou na maior de nome Beatriz e caso ele, Shura, fizesse algo errado o que ia acontecer? A mente foi mais rápida e imaginou em um bando de mais ou menos vintes do tamanho de Beatrize vindo na sua direção.

Enquanto a mente pensava na coragem que teve, não viu Zoe acorda feliz e fazer uma das melhores brincadeiras de filhotes de felino. Arrastando uma parte do corpo e quase perto de Shura deu um pulo e rosnou bem perto do cavaleiro.

Shura pensava no que poderia acontecer e ao escutar o rosnado de Zoe saiu correndo sendo seguindo de perto pela filha. Beatrize viu o capricorniano correr perto dali que nem uma barata tonta e levantou uma sobrancelha não só ela visualizava a cena como os outros felinos sem entender o que o humano e a felina menor faziam. Talvez brincando? Mas porque ele gritava: não me devore.

Beatrize ficou no caminho e o cavaleiro parou de correr e viu que estava pagando um mico sem tamanho. Zoe estava gostando da agitação, mas parou ao perceber que o pai não estava se sentindo bem com a brincadeira.

- Aqui... – Colocou um cesto no chão, Beatrize. – Tem roupa para você.

- Obrigado. – Fitou a menor que queria mais diversão. – Eu vou me banhar e você fica quieta aqui.

Shura foi ao local indicado pela maior e sentiu o chão tremer quando se virou viu Zoe o fitando engraçado como se perguntasse: E agora o que vamos fez? O cavaleiro não podia nem mesmo se banhar, Beatrize bem que tentou, mas a menor avançou tirando sangue da felina mais velha.

- Zoe. – Falou o capricorniano num tom de briga. – Menina feia. – Zoe abaixou a cabeça e rosno de leve como se chorasse. – Eu vou tomar um banho e quero que reflita no que fez com Beatriz.

Shura seguiu o seu caminho, não viu Zoe deitar no chão triste e pensativa, não viu Beatrize ficar sem entender a reação dos dois, mas pelo jeito ambos se entendiam.

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Depois do banho, o cavaleiro caminha feliz quando viu que sua filha estava no mesmo lugar que a havia deixado. O capricorniano teve pena, mas precisava ser um pai energético e mostrar a realidade a pequena felina. Shura conversa, ou melhor, falou com ela sobre alguns momentos que não poderiam ficar juntos todos os dias e horas, sem contar que ela precisava de um bom banho. Zoe não gostou dessa parte do banho.

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Beatrize fita todos os felinos e especialmente a mais nova família. Suspirou. Shura era tudo que desejou na sua vida de mestiça, certo que ser diferente por ele ser um humano e ela um ser místico, mas se ele é tão bom pai com Zoe, o cavaleiro deveria ser um bom companheiro.

- Para de pensar nisso, Beatrize. – Falou para si mesma. – Eu sou uma filha da lua e não devo dar o meu coração a nenhum ser.

Abaixou a cabeça e continuou a observar os felinos de longe, mas um felino sábio e mais velho sorriu, pois o grande dia que o coração de sua filhota adotiva estava preste a ser conquistado mesmo que esse ser fosse um humano que cheirasse mal.

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O mal chegou ao novo mundo

A sombra de Saga que se denominou Sombra apesar de achar o nome meio comum, seguia a instrução de Kara após deixar um dos servos da intitulada feiticeira das trevas para cuidar dos Deuses. Mas a feiticeira sabia que a distração não ia durar muito tempo e eles tinham que ser libertados das esferas a qual foram presos.

Sombra chegou a uma espécie de caverna e escutou um som de algo dormindo, adentrou no local em silêncio segurando a cesta com as esferas. No fundo viu um enorme lobo dormindo e mais adiante uma fonte que emitia uma luz branca. Com cuidado chegou a fonte e jogou sem fazer barulho as esferas que trazia consigo.

Quando a última esfera caiu sentiu um vento quente nas suas costas e nem precisou se virar para saber que atrás de si estava o lobo pronto para atacá-lo só que o brilho da fonte deixou o lobo cego assim como Sombra.

Quando a luz diminuiu o lobo se preparou para atacar, porém uma belíssima fêmea de demônio o atacou com um feixe de luz fazendo com que o guardião da fonte morre sem ao menos tocar neles.

- Vamos embora antes que os Deuses cheguem. – Falou Kara.

- Mas depois você vai me contar...

- Eu vou lhe contar tudo. – Kara fitou seu novo aliado. – Só que antes temos que sair desse lugar antes que meu companheiro me coloque naquela esfera e você talvez não tenha o mesmo destino que o nosso.

- Por enquanto vou seguir o seu conselho. – Falou a sombra de Saga,

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Os dois Deuses chegaram a fonte e viram o sentinela morto. Em pouco tempo, Destino reuniu os Deuses mais poderosos e precisava urgentemente ir atrás dos rebeldes e da sombra. Claro que Destino estava se sentindo culpado por todo o problema. Em um canto dois Deuses conversavam...

- Mano! – Vida se aproximou do irmão antes deles partirem. – Eu aceito a sua proposta de descer.

- Eu sabia que você ia aceita e por isso escolhi os nossos pais. – Falou o Deusa da morte.

- Mas...

- Veja.

O anjo mostrou um pequeno espelho onde as imagens de dois seres apareceram, o demônio sorriu ao ver os seus novos pais. Porém havia algo estranho com eles.

- Mas eles são machos. – Falou Vida e completou. – E nem ao menos se uniram.

- Eles ainda estão se conhecendo. Sei que eles serão excelentes pais para dois seres como nós.

Ver o irmão sorri fez Morte ficar feliz, involuntariamente beijou a testa do mais novo e notou que era observado. Destino sorriu de lado por finalmente os únicos Deuses que faltavam descer aceitassem a oferta e como era difícil convencer os dois de ir ao mundo mortal.

Talvez pelo último incidente envolvendo os Deuses onde os três: Guerra, Morte e Destino fizeram uma guerrinha onde muito foram mortos e houve uma pequena rixa entre Guerra e Morte por causa de...

Destino voltou a realidade quando viu os Deuses aposto e com os seus poderes teletransportou todos os Deuses para o mundo mortal, pois sabia que lá estaria os seus foragidos. Todos os Deuses se sentiram tontos, uns caíram no chão exausto por conta da chegada ao mundo mortal, outros vomitaram e Destino viu tudo turvo se não fosse por um braço que o segurou tinha ido ao chão. A última imagem que viu foi do pai de Todos os Deuses sorrindo para eles.

Continua...

NOTA: Antes de tudo peço a vida esta corrida e a história esta se desenvolvendo por isso preciso de mais tempo para ler e escrever. Espero realmente que você tenha recebidos as minhas respostas dos comentários que vocês me enviam, as reviews, porque estou tento problemas com o novo formado do FFnet. E sim vou matar mesmo um personagem para a entrada triunfal de outro que ainda não posso revelar, mas que vai mexer com um ser místico. Paciência é a alma do negócio. Acho que é só e desculpa pelos erros e outras coisas.

Fui! Cuidado com a fogueira e beijos.

Mahorin depois respondo o seu último comentário gosto de responder com calma, mas amei todos. você tirou mesmo o dia em...

Observação: Estou quase terminando a fic Nossos filhos e vou tentar terminar outra para volta ao soro, mas estou fazendo uns rabiscos. Qualquer coisa visite o meu blog, pois um tem novidade a caminho. E espero vê-los por lá. Beijos de novo.

Reviews

Kamy Jaganshi: Que isso mal entrou e já arrumou um inimigo. Kkkkkkkkkk. Bem eu ainda não encontrei nenhuma imagem que se pareça com os dois, mas qualquer coisa eu aviso. Certo eu aviso antes quando postar uma fic de ficha. Eu vi a imagem e é bem parecia com as misturas que você fez. Bem vou indo escrever as fics e até... Beijos!

Mabel: Daqui a pouco virá a creche. (rindo) E agora é colocar um pouco de amor, briga, sangue e gente morrendo sem contar outras coisinhas. E vamos ver no que vai dar. Bem na minha cabecinha se Kamus fosse ser um habitante do local ou ele seria um ceifador ou um demônio, mas creio que o jeito frio dele seria um ceifador, tipo o Devon. MDM tem cara de demônio e um dos piores. Kkkkkkkkkkk. Beijos!

Ana: Tudo beleza Aninha. E por ai? Bem a sombra, o passado e tudo mais assombra o coitado do geminiano, acho que até o irmão dele Kanon vai sofrer um pouquinho. E vamos ver o que realmente esta acontecendo com Shaka. Beijos!

Krika Haruno: Foi meio que proposital o que esta acontecendo com Shaka porque é por causa desse probleminha dele que o loiro vai encontrar a sua cara metade e a tal coleira tem e muito haver com isso. Nossa! Eu tentei não deixar nada confuso, mas parece que não consegui, é a segunda vez que acontecesse isso, mas espero na próxima não pirar a cabeça de ninguém. Nem a minha. Beijos!

Victor: Gata? Estou bem e me achando a gata (rindo). Foi proposital a não menção do nome do canceriano, mas ele apareceu. Nem eu queria ir, mas vamos ver o que vai acontecer com o povo. Feliz pelos elogios e beijos.