Oi Pessoas!
Obrigada a todas que estão comentando.
Vamos ver agora como vai ser o encontro da Bella com o Jake?
Boa Leitura
A expelidora de leite de homem
"Alice, eu não consigo acreditar que você está noiva!" eu disse, olhando a pedra no dedo de Alice. Jasper realmente foi com tudo no que dizia respeito ao anel.
"Eu sei. Eu dei a Jasper o melhor boquete de minha vida noite passada como agradecimento".
"Era ele esgoelando?"
"Sim" ela sorriu enquanto eu encolhia.
Eu ouvi alguns medonhos barulhos vindo do quarto deles, e eu presumi que fosse Alice, mesmo que parecesse um pouco profundo para ela. Mas descobrir que foi Jasper... eu não acho que poderia olhar o homem do mesmo jeito.
Mesmo que eu estivesse ligeiramente perturbada, eu ainda continuava um pouco curiosa, então perguntei, "O que você fez que o fez fazer tais barulhos zuados?"
"Não julgue os barulhos", Alice balançou seu dedo para mim. "Até que você saiba o que é perder todos os sentidos do que te rodeia nos espasmos da paixão, você não pode julgar".
"Justo o bastante".
Ela estava certa. Eu realmente não tinha como julgar, principalmente por que eu não tinha nenhuma experiência.
Na única vez que eu estive perto de alcançar aquele grande momento O com James, o homem que sentiu meu peido o acariciar no queixo – pobre James – eu fiz barulhos que só um gato feral poderia fazer durante o cio.
"Então, o que você estava fazendo?" perguntei enquanto meu rosto esquentava de pensar sobre aquela tarde com James... que desastre aquilo foi.
Se inclinando, Alice apoiou seu queixo sobre a mão e disse, "Então, Jasper tem essa coisa com suas bolas, ele ama que elas sejam tocadas, sugadas, lambidas, o que você tiver. Mas a coisa com Jasper é que suas bolas são grandes".
"Ugh, que nojo, Alice", eu disse, me afastando.
"O que? Elas são grande, Bella. Você tem de saber disto, nem todos os paus e bolas são iguais. Alguns são assimétricos, alguns são tortos, alguns são pequenos e largos, e alguns são finos e compridos. Cada um é de um jeito. Jasper só aconteceu de nascer com as bolas de um deus grego fodido, se é que deuses gregos tem bolas massivas. Você já viu bolas antes?".
"Sim", respondi defensivamente.
"Okay, imagine essas bolas em sua cabeça".
As únicas bolas que eu tinha visto na vida real foram de Alejandro, e nós sabemos que elas estavam cobertas por seu jardim masculino, então eu tentei imaginar como elas seriam por baixo de toda a erva.
"Okay", menti, por que tudo que eu conseguia visualizar eram seus pêlos púbicos... em todo lugar.
"Bem, triplique o tamanho dessas bolas, não, quadruplique".
"Umm... okay", eu disse, ainda não vendo isso, o que Alice notou, então ela fungou e olhou ao redor de nossa cozinha.
"Oh, já sei". Ela foi até a geladeira e começou a vasculhar até que tirou uma toranja e depois pegou uma banana no balcão. Ela as colocou juntas e segurou em minha frente.
"Isto, Bella, é disso que eu estou falando. Suas bolas são como essa toranja, enormes".
Estudando a toranja, eu balancei minha cabeça. Não tinha como as bolas de Jasper serem tão grandes. Onde diabos ele colocava elas?
"Eu sei o que você está pensando, ele usa cuecas apertadas. Ele tentou boxers uma vez e eu nunca vi tanta alergia de atrito na minha vida inteira. Cuecas são como um sling protetor para suas bolas, mantendo elas apertadas em seu corpo, dai ele pode andar sem incomodar. A primeira vez que eu vi suas bolas, eu tenho certeza que apaguei por um segundo. Quando ele tirou suas calças pela primeira vez na minha frente, eu vi suas bolas penderam pesadamente de suas cuecas e balançaram entre suas pernas como um kettlebell. Isso foi a coisa sexual mais intrigante que eu já tinha visto. Há algo a ser dito sobre com homem com um gigante par de amendoins."
"Ah é? O que?"
"A quantidade de porra que sai deles quando eles gozam poderia derrubar o Titanic. É sempre uma bagunça com a gente".
"Uma bagunça? O que? O que você quer dizer com bagunça?"
"Bella, quando um cara goza e não está usando uma camisinha, onde você acha que isso vai parar?"
"Em sua vagina", eu disse, enfaticamente.
"E uma vez que isso está em sua vagina, pra onde isso vai?"
"Hm, eu não sei. Será que seu útero absorve? Você sabe, como loção?".
"Você está dizendo que esperma é uma forma de loção vaginal?"
Me encolhi - "É?"
"Não!" Alice disse, rindo. "Oh meu deus, Bella. Primeiro de tudo, vaginas não precisam de loção, segundo, o que entra, tem que sair".
"Então, o que você está dizendo? Isso só... escorre pra fora de você?"
"Uh, yeh. Você não me vê correndo do meu quarto para o banheiro usando só um roupão de banho?"
"Sim, mas eu pensei que você tinha de fazer xixi".
"Não. Isso é chamado de expelição de leite de homem. Você prende a sua vagina, mantém suas pernas fechadas o mais apertado possível, nem mesmo ousa respirar enquanto se arrasta até o banheiro, e então desaba no vaso para deixar tudo sair pra fora".
Minha mão voou para a minha boca enquanto eu torturava meu cérebro em busca de tal cena descrita em algum dos livros que eu li.
Nada.
Nada sobre a expelição do leite de homem.
Perturbada, eu perguntei, "Isso só cai pra fora?"
Concordando com a cabeça e dando uma grande mordida na banana descascada em sua mão, ela disse, "Yup, só cai. O pior é quando você transa no banheiro de um bar ou algo como isso, e não dá tempo suficiente para deixar a gravidade fazer sua mágica. Então você se acaba na pista de dança, dançando como louca, e de repente, tem uma onda de leite de homem em sua calcinha..."
"Nananinanão", balancei minha cabeça. "Não, isto nunca foi dito a mim. Onde estava essa informação no livro de sexo? Onde esta isso na vida?"
"No caso de você não ter percebido, isso é um tipo de tabu, Bella. Ninguém quer falar sobre como porra cai fora de vaginas".
"Óbvio!", apoiei minha cabeça em minhas mãos. "Quanto mais eu descubro sobre essa coisa toda de sexo, mais eu quero evitar isso. É sabido que dói, e mesmo que os livros descrevam como uma 'pontada', aparentemente você vai sangrar por todo lugar – aguardando por isso. E agora você tem de se preocupar sobre porra saindo de você?"
"Bem, você não deveria ter de se preocupar sobre isso na primeira, por que você deve estar usando uma camisinha. Além disso, Jasper é uma exceção, já que ele tem bolas gigantes. Com outro cara com bolas normais você não vai ter tanto creme para lidar".
"Não chame de creme, Jesus".
Rindo, Alice terminou a banana e disse, "Ainda, isso não vai ser ruim, Bella. Eu prometo. Uma vez que você ultrapassa a estranheza inicial disso tudo, você vai amar, de verdade. Há algo no sexo que é tão primitivo, tão absolutamente fodidamente fantástico, que você tem que experimentar, que você precisa em sua vida".
"Então, quando eu tiver escrevendo meu livro, eu incluo essa coisa toda de porra caindo da vagina?"
"Não, Deus, Bella. Pelo bem de seu livro, você precisa ter pessoas fazendo sexo seguro, por que isso é ser responsável. E segundo, você acha mesmo que uma cachoeira de molho de bebê vai ser algo que leitores vão querer ler?"
"Você acabou mesmo de chamar de molho de bebê?"
"Chamei, por que é o que Jasper tem. É tão espesso..."
"Pare, por favor, apenas pare. Há uma linha, Alice, e ouvir sobre a textura da porra de seu namorado ultrapassa essa linha".
"Porque estamos falando sobre minha porra?" Jasper disse com um sorriso idiota em seu rosto e seu cabelo bagunçado em diferentes direções, mais provavelmente pelos dedos de Alice.
"Eu estava tentando dizer a ela sobre o que te fez gritar como uma garota noite passada, mas isso se transformou numa conversa sobre suas bolas enormes".
"Babe, você sabe que eu só mantenho o conhecimento de minhas bolas de melão entre nós".
"Aparentemente não", resmunguei.
"Eu não tenho a mais linda noiva?" Jasper me perguntou, envolvendo seu braços ao redor de Alice e beijando a lateral de sua cabeça.
"Você tem. Eu estou tão feliz por você dois. Bom trabalho com o anel também, Jasper".
"Obrigado. Valeu a pena, dado o boquete que eu ganhei noite passada".
"O mais caro boquete de sua vida", Alice provocou, dando um tapinha em sua barba por fazer.
"O que vocês pretendem fazer hoje?" perguntei, bem quando meu telefone tocou. "Segura o pensamento".
Olhei em meu telefone e vi o numero de Jake aparecer.
"Alô?"
"Hey Bella? Como você está nesta manhã?"
"Bem. Por favor, não me diga que você está me ligando pra cancelar nosso encontro".
Bufando uma longa respiração, ele respondeu, "Estou".
Meu estômago revirou. Eu poderia realmente ter usado o encontro com Jake hoje, não só para esquecer o erro da última noite, mas também para espairecer minha mente de Edward. Como ele disse, ele não estaria em casa, e não atendia seu telefone. Ele queria seu espaço.
"Mas, eu ainda quero te ver hoje. Eu só preciso mudar nossos planos".
Me reanimando, perguntei, "Por que isso?"
"Eu sou meio idiota e quebrei meu pulso noite passada, então remar um barco está meio fora de questão".
"Oh não, você está okay?"
"Estou bem, mais envergonhado que tudo".
"Por que? Como você quebrou o pulso?"
"Eu não posso te dizer. A forma que eu vejo é que se eu te disser antes de nosso encontro, você poderia não querer sair comigo. Então, se você ainda vir me ver, eu te digo como eu quebrei meu pulso".
"Negociação difícil, mas eu vou pegar. Quais são os planos agora?"
"Você gostaria de vir aqui e passar um tempo? Talvez jogar um jogo? Eu tenho alguns analgésicos correndo pelo meu sistema, e realmente não quero ficar navegando na cidade agora".
"Esta bem pra mim. Me manda sms com seu endereço, e eu vou levar o almoço também".
"Agora, que tipo de encontro seria se eu deixasse você fazer isso? Nós podemos pedir. Só traga seu doce bumbum aqui lá pelo meio dia, okay?"
"Parece bom".
"Aguardando para te ver, Bella".
"Eu também", eu disse timidamente, e desliguei.
"Oooh, quem era esse?" Alice arrulhou.
"Meu encontro de hoje, Jake. Lembra dele, o cara que eu rasguei as calças na frente?"
"O fotógrafo de gatos", Jasper disse.
"Ele não tira só fotos de gatos; ele só fez isso algumas vezes", respondi em um tom aborrecido.
"Continua... miau", Jasper disse, erguendo suas garras imaginárias para mim.
"Eu odeio você", ri. Mudando de assunto, perguntei, "O que o casal recém noivo vai fazer hoje?"
"Provavelmente foder o dia inteiro", Jasper disse com um olhar esperançoso.
"Não", Alice o cortou. "Nós vamos almoçar com nossos pais para celebrar. Mas nós podemos transar até lá".
"Sério? Então, o que estamos esperando?"
"Vá ficar pelado", Alice deu um tapa na bunda dele. "Eu já tô indo".
"Melhor noiva do mundo".
Nós observamos Jasper pulando no ar e batendo seus sapatos juntos enquanto tirava sua camiseta.
Alice balançou sua cabeça para ele, mas seus olhos transbordavam amor. Eu estava tão feliz por eles. Eles realmente se mereciam; eles eram perfeitos juntos.
Antes que o monstro verde do ciúmes desse sinais de vida, eu afastei os pensamentos de minha cabeça e girei meu celular sobre o balcão.
"O que tá acontecendo com você e Edward?" Alice perguntou, bem na hora que Jasper fechou a porta.
"D-do que você está falando?" gaguejei.
A última coisa que eu queria era Alice envolvida no melodrama entre Edward e eu. Eu não queria que ela tivesse de entrar no meio e sentisse a necessidade de consertar as coisas, porque, conhecendo Alice, aquilo era exatamente o que ela iria querer fazer.
"Edward me ligou na noite passada quando Jasper e eu estavamos ocupados, daí eu nem atendi. Mas ele me deixou uma mensagem de voz e ele estava muito bêbado, resmungando no telefone sobre você, e algo sobre não dar a ele uma chance".
Merda.
Meu coração agitou em meu peito no pensamento de Edward ficar chapado e ter um semi, coração-a-coração com Alice. Primeiro de tudo, eu não gostei que minhas ações o levaram a ter aquela noite, e segundo, eu odiei que ele ligou para Alice. Eu sempre fui aquela a quem ele ligava quando estava bêbado; eu era aquela com quem ele falava quando estava pra baixo. Mas agora que eu era o problema, eu não podia ser a solução.
"Yeah, você não precisa ficar no meio disso. Nós só estamos tendo algumas falhas de comunicação no momento", respondi, tentando ser o mais politicamente correta, que eu conseguia.
"Eu não caio nessa", ela viu direto através de mim. "Jasper me contou algumas coisas estranhas que estavam acontecendo entre vocês dois, e ele também disse que ouviu Edward pedir a você para ir dançar ontem à noite".
"Jasper precisa cuidar de seus próprios negócios", resmunguei.
"Ele é um intrometidinho de uma figa, você sabe disso, especialmente quando está desconfortável. Desde que ele ia me fazer a proposta noite passada, só esperando por mim, é claro que ele ia ouvir sua conversa. Agora me diga, o que está acontecendo?"
"Nada", eu disse, ficando irritada. "Deixa isso pra lá, Alice".
"Ele está tentando sair com você? Eu disse a você que ele é um colhedor de cerejas".
"Ele não esta", eu o defendi. "Ele não vai jogar nossa amizade longe só por que gosta de dormir com virgens. O que nem é verdade, de qualquer forma".
"Você perguntou a ele?"
"Não", respondi. "Como eu iria ter essa conversa com ele?
Não há um jeito fácil de entrar nesse assunto".
"Você está certa sobre isso. Eu iria só perguntar".
"Eu não vou perguntar a ele, isso é desrespeitoso. Nós só estamos tendo um desacordo no momento".
"Okay", Alice me olhou suspeitosamente. "Eu só vou te dizer isso: eu não gosto quando meus amigos não estão se falando".
"Nós estamos nos falando", menti.
"Yeah, se vocês estivessem se falando, então Edward teria discado seu número de telefone noite passada, e não o meu. Não deixe o que for que estiver acontecendo entre vocês dois ficar no caminho de sua amizade, por que o que vocês dois dividem é perfeito. Você não quer perder isso".
Duh.
Alice me desejou sorte no meu encontro e saiu para seu quarto, onde eu a ouvi grunhir no minuto em que fechou a porta. Viver com dois seres muitos sexuais era difícil, especialmente quando eles estavam curtindo o recém noivado.
Já que ainda era cedo, decidi enfrentar algumas páginas do meu livro e ouvir música para abafar os sons vindo do quarto de Alice.
"Você nunca esteve mais bonita", Brian disse a Vanessa, que estava usando um vestido de verão amarelo que ajudava a iluminar seus cachos loiros.
"Obrigada, Brian", Vanessa disse timidamente, se perguntando se este era realmente o ponto de virada em seu relacionamento com Brian.
Secretamente, ela tinha mantido sentimentos por Brian desde que o encontrou pela primeira vez durante a orientação dos calouros, mas ela estava nervosa demais para fazer qualquer coisa sobre seus sentimentos.
Então, ao invés, ela se tornou amiga dele, todo o tempo assistindo-o sair com garota atrás de garota, lentamente fragmentando seu coração com cada encontro passado.
Ela se perguntava por que ela nunca era uma daquelas garotas se pavoneando entre seus braços. Por que ela não era aquela a segurar sua mão e caminhar pelo auditório enquanto ele dizia gracinhas em sua orelha que só ela conseguia ouvir.
O que ela não faria para ser aquela garota... mas agora que ela estava encarando seus sonhos se tornando realidade, começou a desconfiar da fundação da amizade que ela construiu com Brian.
Ela não estava desconfiando da estabilidade dela, não, ela estava desconfiando de seus sentimentos em relação a Brian. Ela tinha um melhor amigo que estaria a seu lado no alto e no baixo. Ela realmente queria perder aquilo pela possibilidade de amor?
Quando ela olhava dentro dos olhos de Brian, ela ficava paralisada. Deveria ela prosseguir? Deveria ela dar o salto?
"Maldição", murmurei, me afastando e olhando meu livro.
Esfreguei minhas mãos sobre meu rosto e saí de perto do computador. Eu queria escrever um ode a minha amizade com Edward, mas o que eu não queria era escrever uma autobiografia, e aquilo era com certeza o que estava acontecendo.
Ao invés de escrever, eu fechei meu laptop e me meti de volta na cama. Uma pequena lágrima caiu em minha bochecha quando pensei sobre Edward e o que estava acontecendo. Eu estava perdendo ele, e eu estava com medo de que o único jeito de impedi-lo de sair de minha vida era jogar a ele meu coração como um salva vidas. O problema era que eu não estava certa de que iria ser capaz de recuperá-lo, caso ele o quebrasse.
A minhoca com o pescoço quebrado
Eu bati na porta de Jake e aguardei pacientemente que ele a abrisse. Eu sei que ele disse que nós poderíamos pedir, mas eu decidi trazer cookies, pelo menos. Pensei que talvez o açúcar fizesse seu punho melhorar; ao menos era aquilo que me ajudava a suportar uma lesão quando eu era mais nova. Montes e montes de açúcar.
Depois de algumas trancas se movimentando, Jake abriu a porta e sorriu para mim.
Ele estava usando um par de jeans desgastados e uma camiseta verde escuro. Ele parecia muito casual, mas delicioso, com seu cabelo estiloso e oculos de armação grossa.
"Hey, Bella".
"Oi Jake, como esta o braço?" perguntei, acenando com a cabeça para seu gesso, que era de um fantástico laranja neon.
"Esta ficando melhor agora que você está aqui".
"Hmm, brega, mas bom", provoquei. "Incrível escolha de cor, a propósito. Eu não sabia que eles permitiam a adultos escolher cores como essa".
"Eu tive de chupar meu dedo e choramingar como um garoto de dois anos para conseguir isso, mas hey, eu pareço estiloso agora".
"Aw, auto-respeito não esta perdido".
"Nunca", ele riu. "Entra".
Seu apartamento era legal, pequeno como qualquer outro apartamento em New York, mas ainda assim legal. Um lado inteiro de seu apartamento era de tijolos expostos, com estantes rasas que sustentavam câmeras antigas. O resto de seu apartamento era chic, moderno e aconchegante. Ele definitivamente sabia como decorar, dado a paleta de cores em sua casa, assim como os enfeites e as fotos bem emolduradas em branco e preto.
"Wow, eu amo seu apartamento", admiti, olhando em uma foto em preto e branco da Brooklyn Bridge. "Essa é extraordinária, você que tirou?"
"Eu que tirei", ele disse, vindo atrás de mim. Seus braços envolveram minha cintura e me viraram para ele. Quando eu encontrei seus olhos, tudo que eu conseguia ver era desejo, enquanto sua cabeça se inclinava na minha e suas mãos seguravam meu rosto. Levemente, ele mordiscou meus lábios, até eu corresponder, aprofundando suas mordidas em um beijo que deixou ambos respirando pesadamente até que ele se afastou.
"Deus, porque eu esperei tanto pra isso?" ele perguntou, lambendo seus lábios como se estivesse sentindo meu gosto de novo. Virginia era uma campista feliz.
"Eu pedi alguns sanduiches de frios, se estiver okay?" ele disse, me levando para a sala de estar com sua mão pressionada em minhas costas.
"Parece bom pra mim. Eu comprei uns cookies pra você". Ele me agradeceu e os colocou no balcão da cozinha, os olhando cuidadosamente, como se quisesse um já.
Deixando ele encarando os cookies, me sentei em seu sofá. Ele fez o mesmo, e eu me virei para ele.
"Então, me diga como você machucou seu pulso. Estou aqui, quero os detalhes".
Ele enlaçou minha mão com a dele e disse, "Você não vai poder sair, apesar, assim que eu te contar".
"Eu não posso fazer nenhuma promessa".
"Então eu não vou dizer a você".
"Então, receio que eu tenha de ir", comecei a me levantar, mas ele me puxou pra baixo, dessa vez muito mais perto. Ele pegou minhas pernas e as moveu sobre as suas. Eu estava praticamente sentada em seu colo.
"Você não vai a lugar algum agora que eu tenho você aqui".
Aquele diabólico sorriso estava fazendo Virginia juntar suas dobras em uma prece. Este encontro já era tão melhor que o primeiro, porque eu tinha Jake para mim mesma. Eu curti estar só com ele, ao invés de com um grupo de amigos dele.
"Está bem, só me diga o que aconteceu, e então eu posso te julgar depois, tudo bem?"
"Eu acho que eu tenho que levar o que posso pegar".
"Desembucha", eu disse, ficando confortável.
Brincando com seu cabelo, ele olhou para o nada e começou a me contar sua história.
"Eu estava em uma sessão de fotos de alguns estúpidos produtos de maquiagem outro dia. Essas são o pior tipo de sessão de fotos, por que você tem de colocar tudo corretamente e tirar fotos de cada produto. As sessões pagam bem, mas elas são chatas pra inferno, então eu tento animá-las um pouco, colocando música para mim e para a outra pessoa que a revista manda junto. Eu estava com esse estagiário de vinte e um anos..."
"Uma garota?" eu interrompi, cruzando meus braços e tentando fazer beicinho. Não sabia quão bem isso funcionava, até ele se inclinar e me beijar. Talvez eu devesse fazer beicinho mais frequentemente.
"Não uma garota. Era um rapaz, e ele era obcecado pelo
Michael Jackson, então eu pensei: 'por que não tocar algum MJ no meu celular para fazer a sessão correr um pouco mais agradável'?"
"Eles tem um rapaz para ajudar em uma sessão de fotos?"
"Acredite em mim, nós dois queríamos atirar em nós mesmos. Isso é um saco. Então, lá pelo fim da sessão, nós começamos a arriscar nossos melhores movimentos do MJ".
"Você tem movimentos?" perguntei, o olhando de cima a baixo, enquanto sua mão começava a acariciar minha coxa. Eu nem mesmo tinha de perguntar, ele já tinha os movimentos, por que Virginia estava tentando grudar em sua mão e dançar com ela. Por que eu me incomodei com todos os outros caras? Eu deveria ter só colado em Jake. Claramente, ele era a melhor escolha entre todos eles.
"Eu tenho movimentos, baby. Só aguarde, eu vou mostrá-los a você", ele agitou suas sobrancelhas.
Piegas, mas eu peguei isso.
"E daí, o que aconteceu?"
"Bem, o estagiário, Deus, eu não consigo lembrar o nome dele, que péssimo né? Oh bem, o estagiário veio e levantou seu joelho e fez aquela coisa balançando com a perna como MJ fazia, e ele agarrou sua virilha".
"Clássico", adicionei.
"Muito. Então, é claro, o que eu tinha de fazer?"
"Você lançou o Moonwalker
, não foi?"
"Eu tinha escolha?"
"Depois da segurada na virilha? Receio que não," eu disse, enquanto uma risada se alastrou em meu rosto.
"Isto é o que eu estava pensando. Então, para adicionar alguma malemolência, eu virei em um círculo completo, agarrei minha virilha – eu senti que seria cabível – e depois comecei o Moonwalker bem na direção do display de maquiagem, onde eu bati em tudo e cai sobre meu pulso".
"Oh, aaai, como esta a maquiagem?"
Me fazendo cócegas, ele respondeu. "É com isso que você realmente se importa?"
Rindo eu respondi, "Se for cara, então sim".
"Era", ele riu, parando de fazer cócegas. "Eu tenho algumas sobre minha camiseta ainda, se você quiser tentar raspar".
"Estou bem. Então, foi assim que você se machucou? Tentando esnobar um garoto de vinte anos com seus movimentos do MJ?"
"Eu quero dizer, eu realmente tinha uma opção?"
"Eu não acho que você teve. Ao menos você conseguiu um bom gesso com isso".
Ele ergueu o gesso para nós examinarmos. "Isso é verdade. Você pode imaginar todas as garotas que tem vindo até mim, me perguntando sobre o gesso?"
"Ah é?" perguntei, indo pra trás.
"Não", ele riu e me puxou pra baixo no sofá, me sustentando, utilizando seu braço pra isso.
"Só há uma garota com quem me importo".
"Bem, você não é galanteador?"
"Eu gosto de pensar que sim", ele disse bem de perto, pouco antes de seus lábios encontrarem os meus.
Eu permiti o afeto, por que francamente, eu queria ele. Ele era doce, divertido, e ele gostava de mim.
Seu corpo pressionava contra o meu enquanto ele se abaixava. Minhas mãos correram por seus ombros e em seu cabelo. Por um segundo, ele se afastou, tirou seus óculos, e depois encontrou meus lábios uma vez mais, mais vigoroso dessa vez. Meu estômago se afundou quando sua língua deslizou dentro de minha boca e começou a dar pequenas batidas.
Sagrada mãe dos jarros de marmelada, ele sabia beijar, e meu corpo reconhecia isso, por que instantaneamente cada centímetro de minha pele estava pegando fogo.
Sua mão boa foi até a bainha de minha camiseta e a levantou só o bastante para expor um pedaço de minha pele. Seu dedão encontrou minha pele exposta e começou a acariciá-la tão ligeiramente, acendendo alguma coisa dentro de mim, algo primitivo.
Um gemido escapou de minha boca quando sua mão deslizou um pouco mais além. Querendo fazer par com suas carícias, movi minha mão pra baixo em seus jeans, onde eu senti sua protuberância muito excitada. Arquejei quando minha mão se conectou com sua ereção que estava cutucando por baixo de seus jeans. O pensamento de eu sendo capaz de provocar tal coisa em um homem atraente ainda era um conceito novo para mim.
"Desculpe", ele murmurou enquanto tentava se afastar e começava a beijar minha mandíbula. "Eu só não consigo me segurar quando estou perto de você, Bella. Eu tenho esperado há tanto para colocar minhas mãos em você".
Ergui meu queixo para dar a ele um acesso melhor, e foi então que sua campainha tocou.
Bufando pesadamente, ele descansou sua testa na minha e me olhou nos olhos.
"Que péssimo timing", ele disse, respirando pesadamente.
"Você quer que eu pegue?", me endireitei, dando um olhar em sua virilha. Eu nunca tinha visto uma ereção dentro de um jeans antes, e essa era uma das grandes.
"Seria melhor", ele respondeu, se endireitando e se ajustando. "O dinheiro está no balcão, se você não se importar".
"Nem um pouco", eu disse, me levantando e ajustando minha camiseta.
"Volte direto pra cá; a comida pode esperar".
Yup, comida poderia definitivamente esperar.
Eu abri a porta e encontrei um garoto muito baixo com uma sacola cheia de comida com a estampa de delicatessen estampada nela.
"É vinte e quatro e dezesseis", ele disse com uma voz aguda. Eu queria perguntar a ele quantos anos tinha, por que ele estava claramente perto da puberdade pelo que eu conseguia ver mais ou menos através da sacola que ele estava segurando, mas havia coisas mais importantes para mim do que destruir uma delicatessen por violar as leis de trabalho infantil.
"Fique com o troco", eu disse, oferecendo a ele os trinta dolares que foram deixados no balcão.
"Wow, obrigado!" ele disse, excitado por causa de uma gorjeta um pouco maior que cinco dolares. Fez-me perguntar quanto normalmente ele ganhava de gorjeta.
Pegando a comida e fechando a porta atrás de mim, eu voltei para o apartamento de Jake, para vê-lo alongado no sofá, esperando por mim com um sorriso sexy.
E fiquei instantaneamente nervosa enquanto ele assimilava meu corpo inteiro. Será que ele iria beijar e passar a mão em tudo? Será que eu estava pronta para ir tão longe? Até agora eu só tinha feito algumas explorações, ou ao menos tentado, mas isso quase parecia sério, como se fosse o momento, o dia em que eu iria perder minha virgindade. Eu queria perdê-la com Jake?
Assim que eu coloquei a comida no balcão, olhei para ele de cima a baixo e me toquei de que ele era um cara legal; ele não iria me machucar, e parecia que ele se importava comigo. Ele provavelmente iria ser muito gentil e dócil se eu dissesse a ele.
Ao invés de virar e dizer, "Hey, Jake, antes de cairmos na sujeira, pensei em te avisar, ninguém nunca esteve dentro de Virgina, então se nós pudermos ir devagar, seria ótimo", eu decidi dançar conforme a música e deixar rolar. Se o momento acendesse, se parecesse como se estivéssemos seguindo o caminho para a terra prometida onde unicórnios pulam de nuvens de glitter, eu daria a ele um toque.
"No que você estava pensando ali?" ele perguntou com seus braços esticados no encosto do sofá e com sua perna direita cruzada sobre seu joelho esquerdo. Ele parecia tão calmo e contido, enquanto eu estava lutando uma batalha interna, tentando decidir se eu deveria tirar o gato da sacola e revelar o segredo. Ugh, malditos gatos...
"Só olhando pra você", eu disse casualmente, tentando acalmar minha voz.
Agora que eu tinha tido tempo pra pensar nisso, eu estava surtando e conseguia sentir eu mesma começando a me afastar.
Querendo ser uma garota crescida, eu me atei à meus culhões e decidi puxar o band-aid de uma vez. Vai nessa.
A primeira vez iria ser ruim, eu entendia isso, mas também poderia lidar com isso, ver do que se tratava. Dar a Virginia alguma experiência no campo da Pirocalândia, e deixá-la ver a maravilha que é se sentir preenchida.
"Vem aqui", ele disse, acenando para mim com seu dedo.
Casualmente, eu andei até ele, tentando não tropeçar em meus malditos pés. Eu conseguia até ver, eu tropeçando em minha própria perna, caindo com meus braços pra fora, socando-o no rosto e caindo em sua mesinha de centro que quebra com a minha queda. Isso poderia acontecer muito facilmente, dada a minha sorte.
"Você está planejando bancar a difícil, não está?" ele perguntou, enquanto eu me aproximava. Era mais como tentar não tropeçar como uma pateta e arruinar o momento.
Com sucesso, eu consegui chegar ao sofá, onde Jake instantaneamente me puxou, agarrando minha mão e me fazendo ficar em seu colo. Na mesma hora, Virginia tinha um visitante batendo em sua porta, e pro inferno se a putinha não estava excitada em vê-lo.
"Mmmm... você cabe perfeitamente em mim, Bella. Eu me odeio por levar tanto tempo para te chamar pra sair, e depois levar tanto tempo pra te ligar".
Como eu deveria responder aquilo? Yeah, trouxão, bom trabalho? Nah, aquilo parecia um pouco extremo, então eu soltei uma pequena risada que eu mantinha guardada para ocasiões onde eu não tinha ideia do que dizer.
"Você é adorável", ele elogiou.
A risadinha funcionou, então eu fiz uma nota mental para mantê-la em minha caixa de ferramentas sexuais.
No momento, a única coisa naquela caixa de ferramentas era uma risadinha e a habilidade de colocar apropriadamente uma camisinha. Yup, eu era uma verdadeira mecânica no que dizia respeito ao velho tango horizontal.
Sem avisar, Jake envolveu sua mão ao redor de meu pescoço e me puxou para mais perto, onde seus lábios encontraram os meus. Eu vou admitir isso, se eu tiver de fazer a mim mesma um elogio, eu sei beijar. Eu me sentia uma boa beijadora; isso era algo que eu não encontrava muita dificuldade. Manter sua boca limpa, manter seus olhos fechados, e não bater narizes... coisas bastante básicas.
Enquanto nossos lábios dançavam juntos, eu deixei minhas mãos perambularem. Por que não? Se eu tinha um bom espécime em minha frente, eu podia também deixar minhas mãos explorarem, especialmente quando as mãos dele estavam sobre meus quadris e começavam a levantar minha camiseta.
Colocando minhas mãos em seu peito, senti seus peitorais definidos e tentei calcular quantas vezes ele ia a academia por semana. Deveria ser ao menos três, por que ele tinha alguns bons músculos.
Meus dedos tocaram seus mamilos por acidente, mas pelo gemido em sua voz e o jeito que seus mamilos apontaram, eu poderia dizer que ele gostou do movimento, então eu deixei meus dedos voltar aos, agora eretos, bicos.
Bicos eretos? Era esse termo que eu queria usar em meus livros? Parecia um pouco estranho.
Você chamaria um mamilo de bico? Isso poderia ser classificado como um bico... Foco, eu me repreendi, e disse as minhas mãos para continuar sua exploração até elas baterem no cós de seus jeans. No minuto que minhas mãos prosseguiram, Jake pressionou seus quadris pra cima, me deixando saber que ele queria que eu avançasse.
Eu supus que era hora de ficar sério, então eu me remexi em seu corpo e cai entre suas pernas. Olhei para ele brevemente para ver luxúria derramando de seu rosto, só esperando que eu iniciasse a ação. Jesus, eu precisava de uma bebida.
Com toda a confiança que eu consegui reunir, olhei em seu jeans armado, literalmente armado, e o desfiz. Lentamente, eu abri seus jeans e dei de cara com um par de cuecas boxer pretas. O peito de Jake pesou de quão lento eu estava indo, e ele mais provavelmente pensou que eu estava tentando torturá-lo. Na realidade, eu estava tentando, um, não prender seu pênis no zipper da calça - fale sobre mudança de humor, e dois, eu estava realmente ficando nervosa.
Com uma respiração profunda, segurei suas cuecas boxer ao mesmo tempo em que ele erguia a virilha para que eu pudesse puxá-las pra baixo com seus jeans.
Assim que suas calças foram puxadas pra baixo e estavam apoiadas em seus tornozelos, eu fechei meus olhos por um segundo e depois os abri para ver seu pau batendo continência. Puta merda!
Isso não estava certo; havia algo errado com seu pênis.
O pânico decantou sobre mim enquanto eu ia pra trás e disse, "Eu tô fazendo xixi nas calças! Onde é o banheiro?"
"Sério?" ele perguntou, quase dolorido.
"Sim", levantei e comecei a dançar enquanto segurava minha virilha.
"Umm, okay. Segunda porta a direita, corredor abaixo, mas rápido".
"Eu vou", respondi, assim quando eu o vi olhar para mim e começar a bater uma.
Eca!
Eu corri corredor abaixo, catei meu celular em minha bolsa, que felizmente estava próxima à porta, e me tranquei no banheiro.
Me atrapalhando, finalmente fui capaz de prender minha respiração e ligar para Alice.
O telefone tocou três vezes antes que ela atendesse.
"Você não está em um encontro?"
"Alice, ele tem um pênis torto", sussurrei.
"O quê?"
"Meu encontro, o pênis dele é torto, e eu quero dizer realmente torto. Como se alguém o tivesse puxado com força e o virado para a esquerda".
"Bella, nós já não passamos por isso? Todos os paus tem diferentes formas e tamanhos..."
"Alice, isto não é como um pau que enverga para o lado, eu tô sendo honesta, o homem tem um pênis torto. Como se eu o deixasse me impalar, a cabeça de sua piroca iria cutucar meus ovários, piscar para eles".
"Sério?"
"Sim! Eu nem mesmo imagino como ele faz pra ficar dentro de uma mulher".
"Talvez ele tenha um truque giratório arrojado. Você nunca sabe, poderia ser realmente bom".
"Se eu quisesse dar na cabeça dele, eu teria de sentar do lado para acessar seu pênis".
"Isso não é tão mal", Alice suavemente riu.
"Alice, eu não estou brincando. Parece quebrado. O que infernos eu faço?"
"Tirar uma foto?"
"Isso não é de grande ajuda".
"É pela ciência. Eu quero ver isso".
"Por que eu liguei pra você?" perguntei, me sentindo exasperada.
"Porque você e Edward estão brigados".
"Nós não estamos", menti.
"Que seja. Volte pra lá e brinque com aquilo, mas se lembre de desviar do jato de porra para a direita. Você não vai querer que acerte seu olho".
"Eu te odeio".
"Não, você não odeia", ela riu.
Nós desligamos, e surpreendentemente eu não me senti nada melhor depois de minha conversa com Alice.
Me lembrando que eu tinha de ''mijar'', abri a torneira e deixei a água correr, para fazer parecer que eu estava batendo todas as marcas de uma visita ao banheiro.
Colocando meu celular em minha bolsa, voltei para a sala de estar, onde Jake ainda estava batendo uma, mas mais forte que nunca. Eu baixei os olhos, e não pude evitar notar que parecia como se ele estivesse esganando seu pobre pênis, e a cabeça estava tentando se liberar do aperto.
O que aconteceu com o pênis dele?
"Ai está você, volte aqui".
Era como um dedo quebrado, uma placa de trânsito indicando mão direita, uma chave Allen, um lápis bêbado, uma minhoca com o pescoço quebrado, uma enxada de jardim.
Isso não era um pênis. Eu não tinha muita experiência com paus, mas isto não estava certo, não era real. Tinha de ser uma prótese... que foi derretida no sol.
Me chame de vadia, me chame de empacada, mas eu não podia ir adiante nisso com ele. Eu queria, maldito seja se eu não queria finalmente puxar o band-aid fora, mas eu tinha zero experiência tocando um pênis, então segurar um que tornava o termo ''como tá se virando" um pouco sério demais, era algo que eu não conseguia enfrentar.
"Eu sou virgem", soltei bruscamente, sabendo que era uma enorme bandeira vermelha para os caras. "Eu sou muito carente. Se você me cutucar com esse pênis, eu vou querer casar com você amanhã. Eu na verdade já amo você. Eu não tinha de ir ao banheiro, eu estava preparando meu discurso de noivado com você, por que eu queria fazer o pedido, e se nós fizermos sexo, eu garanto a você que irei ficar grávida, camisinha ou não. Minha vagina come camisinhas, na verdade, e meus óvulos estão mais que dispostos a puxar seu esperma pra dentro de seus sacos como reféns. Nós podemos fazer um bebê hoje, apenas diga a palavra. Casamento, bebês, e eu amo você. Eu amo você. Eu amo você".
Yup, derrubar todas as barreiras.
Jake puxou suas calças pra cima as fechou tão rápido quanto eu podia dizer pênis deformado, e ele estava indo pra trás, se afastando de mim.
"Bella, eu gosto de você, mas nós acabamos de nos conhecer".
"Sim, mas você não quer um bebê? Trigêmeos é normal em minha familia".
Não era verdade, mas qualquer coisa para dar o fora deste apartamento.
"Isso tá ficando esquisito", ele admitiu.
Não, amigo, as merdas ficaram esquisitas no minuto que seu pau não conseguiu me encarar nos olhos sem me fazer inclinar sobre seu colo para piscar para ele.
"Yeah, pena que isso não vai dar certo", encolhi os ombros, caminhando de volta para o corredor.
Sem olhar de novo para Jake, peguei minha bolsa e fugi.
Não foi até que eu estivesse chegando ao metrô que percebi todas as coisas que eu disse. Jesus.
Balancei minha cabeça enquanto passava meu cartão de metrô e me dirigia ao vagão.
Carente? Sério?
Ao menos isso me tirou do apartamento dele, e o mais longe possível do pinto cana de açúcar.
13 de junho de 2014.
Nota para mim mesma: quando as pessoas dizem que pênis vem em todas as formas e tamanhos, elas não estão brincando. Paus podem ser não apenas grosso ou fino, eles podem ser gordos, magros, longos, curtos, marrom, rosa, branco, preto... roxo. Eles tem mente própria, e eles são veiosos, com um olho que vai encarar você, implorando a você para lambê-los, prová-los, satisfazê-los. Eles descansam na escuridão, esperando para ver a luz, para ser libertados, só para serem enfiados, empurrados e acariciados na escuridão de novo.
Pênis são masoquistas.
Eles gostam de ser depenados, repuxados, estapeados e engolidos.
Eles são nudistas, eles gostam de ficar pelados; eles gostam de ser embainhados por um canal de carne, e isso é tudo.
Pênis são sensíveis, e se empurrados bastante, podem vomitar em segundos. E eles preferem fazer isso sobre uma mulher, dentro de uma mulher, em qualquer lugar próximo a uma mulher, mas mesmo uma meia pode servir, em último caso.
O pênis é uma espécie diferente; é uma espécie toda por si mesma, e com uma leve levantada de sua haste, está pronta para a festa.
Virginia tem estado com medo. Qualquer vagina estaria assustada depois de ver uma piroca torta querendo penetrar nela. Ela não é burra, ela sabe seu tamanho e o que cabe, e Sr. Pinto Torto não iria caber apropriadamente.
Eu não sei quando ela vai estar pronta para fazer amizade com outro pênis depois de ser ameaçada por tal criatura. Ela tinha altas expectativas também.
Pobre Virginia.
kkkkkkkkkkkkkk Pobrezinha mesmo.
Imagino Virginia com as orelhas(dobras) caídas e dizendo;
'' E agora quem poderá me ajudar?"
E o p... do Ed ficando ereto e dizendo;
"Eu, o PintoWard Colorado! (péssimo)
"Eu, o PauWard Colorado! (horrível)
"Eu, o... (sugestóes?)
Beijos e até
